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Museu Egípcio de Curitiba - o melhor passeio!
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Museu Egípcio de Curitiba – o melhor passeio!

Fui no Museu Egípcio de Curitiba no dia que tinha marcado para voltar para São Paulo. Não estava no nosso roteiro principal, que vou deixar como sugestão de leitura abaixo, mas acabou que sobrou um tempinho antes do embarque e resolvemos ir. E olha… Eu teria ficado muito arrependido de não ter ido. Com sorte, conseguimos ir com tempo e com calma, porque tem muita coisa para ver e tudo é maravilhoso. Sou suspeito para falar porque amo a cultura egípcia, mas, mesmo quem não liga muito, tenho certeza que vai se impressionar.

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O Museu Egípcio de Curitiba se formou a partir da doação de réplicas de objetos egípcios antigos confeccionados pelo artista plástico Eduardo D’Àvila Vilela. Foi inaugurado em 1990 e desde então oferece ao público exposições sobre a história, a arte e a cultura do Egito Antigo. Às primeiras peças recebidas se uniram diversas outras, até que em 1995, o Museu Egípcio recebeu a doação de uma múmia egípcia de cerca de 2700 anos, chamada Tothmea.

Ao chegar no museu, precisamos escolher se queremos visitar apenas o museu ou todo o combo (exposições, áreas externas e afins). Escolhemos visitar tudo e começamos pelo Museu Egípcio e Rosacruz.

Museu Egípcio e Rosacruz + Complexo Luxor

  • Inteira: R$ 10;
  • Meia: R$ 5 (estudantes, crianças de até 12 anos, idosos, professores com documento comprobatório, doadores de sangue e pessoas com necessidades especiais).

Essa foi a primeira parte que fui. Estava tendo uma exposição de longa duração chamada “Akhet: O Horizonte dos Deuses”, com um acervo de peças que contam a história dos faraós, da religião egípcia e do cotidiano da civilização. O acervo é formado por réplicas idênticas às originais, as quais estão expostas em diversos museus do mundo. Esses objetos foram elaborados pelos artistas plásticos Eduardo D’Ávila Vilela, Moacir Elias Santos, Luiz César Vieira Branco, Tathy Zimmermann, Christopher Zoellner e Aylton Tomás.

O Museu Egípcio possui cerca de 700 peças relacionadas ao Antigo Egito. Entre elas, temos duas múmias verdadeiras, que não podem ser fotografadas: a Tothmea, que foi provavelmente uma cantora ou musicista de um templo egípcio dedicado à deusa Ísis e também uma múmia de uma criança apelidada de Wanra.

Ao sair dessa parte interna, fomos para o Complexo Luxor, na área externa do museu. Como estava bastante sol, dava a sensação de estar no Egito de verdade (nunca fui ao Egito, para constar). O Complexo é formado por três áreas: Alameda das Esfinges, Obelisco de Tutmés III e Atrium Romano, onde se encontra a estátua de Augusto César.

A Alameda das Esfinges do Museu Egípcio representa simbolicamente a avenida das esfinges que ligava o templo de Karnak ao templo de Luxor por cerca de 2,5 km. Nós podemos percorrer o caminho, assim como faziam os sacerdotes quando havia procissão em épocas faraônicas. As esfinges eram símbolos de proteção, e por isso geralmente flanqueavam os templos. Inspiradas na esfinge do faraó Tutmés III, encontrada no templo de Karnak, as esfinges do Bosque Rosacruz homenageiam este soberano egípcio, que também está diretamente relacionado à Tradição Rosacruz, já que organizou a primeira Fraternidade de Iniciados no Egito.

O Obelisco da Ordem Rosacruz, ao final da Alameda das Esfinges é uma réplica da peça egípcia datada de 2433 a.C., originalmente erguida em Heliópolis, no Egito. Para os antigos egípcios, era símbolo do deus-sol Ra. Geralmente era disposto nos templos, sempre aos pares, na frente de um pilone (fachada do templo), e servia magicamente para protegê-lo.

Museu O Rei Menino de Ouro: Tutankhamon em Curitiba

  • Inteira: R$ 24;
  • Meia: R$ 12 (estudantes, crianças de até 12 anos, idosos, professores com documento comprobatório, doadores de sangue e pessoas com necessidades especiais).

O faraó Tutankhamon foi uma das figuras mais conhecidas do Egito, graças aos tesouros encontrados em sua tumba, no ano de 1922, pelo egiptólogo britânico Howard Carter, cujas réplicas estão expostas nessa exposição. As réplicas dessa área do museu foram produzidas em parceria com a Universidade do Cairo, o Conselho do Ministério de Antiguidades da República Árabe do Egito e pelos artistas brasileiros Prof. Dr. Moacir Elias Santos e Eduardo d’Ávila Vilela.

Esse museu, destinado ao Rei Tua (aqueles íntimos) foi a minha parte preferida de toda a visitação. Eu já conhecia a história do rei menino, então talvez seja por isso que tenha sido tão impactante para mim. Ela é dividida em algumas partes. Logo ao entrar, no térreo, vemos como foi o procedimento de descoberta da tumba Tutankhamon, com fotos enormes e reais do processo de escavação. É muito doido! Para quem nunca viu, parece que estamos vendo ao vivo. As fotos enormes com os vídeos e textos dão um ar de proximidade e realismo.

Em seguida, ainda no térreo, passamos a conhecer como foi a vida do rei com objetos de sua infância como cetros, piões, jogos, tronos, etc. As réplicas são feitas com muito realismo, a riqueza de detalhes é de tirar o fôlego. No segundo andar, temos a parte dedicada à religião e à vida após a morte, com toda a mitologia egípcia. É uma área mais séria, mais sóbria, mas com peças igualmente impressionantes. Vemos imagens de deuses feitas inteiramente em ouro, artefatos que eram enterrados junto com o faraó para garantir uma boa passagem com os deuses “do outro lado” e coisas do gênero.

Por fim, temos a parte de morte e sepultamento, onde vemos os objetos da procissão funerária de Tutankhamon, que morreu aos 19 anos, segundo estudos. Aqui vemos os três ataúdes, o seu sarcófago, como ele foi encontrado e como os estudiosos fizeram até chegar à sua múmia. Impressionante, impressionante, impressionante!

Bom, se eu não consegui te convencer a visitar o Museu Egípcio de Curitiba é porque você não se interessa por história mesmo. Brincadeiras à parte, é um passeio que vale muito a pena. Perdi umas três horas dentro do museu e nem vi, teria ficado mais umas cinco tranquilamente. Ainda tem uma lojinha, onde comprei um marca páginas feito em Papiro e que veio do Egito de verdade. Também tem alguns livros e outros materiais para quem quiser saber mais. O pessoal do Museu Egípcio é muito simpático e eu com certeza quero voltar.

Museu Egípcio de Curitiba – Ordem RosaCruz AMORC

Terça a sexta-feira, das 10h às 16h30, com permanência nas exposições até 17h30;
Finais de semana e feriados, das 10h às 16h, com permanência nas exposições até 17h.
Rua Nicarágua, 2453 – Bacacheri, Curitiba – PR

Visite o site clicando aqui e compre seus ingressos clicando aqui.

Roteiro: Curitiba no feriado prolongado
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Roteiro: Curitiba no feriado prolongado

No meu último aniversário, meu namorado (Patrik) me levou para minha primeira viagem de avião para Curitiba. Resolvemos algumas pendências de trabalho por lá e conseguimos aproveitar um feriado prolongado para conhecer a cidade, seus principais pontos turísticos e comer muuuuuito bem.

Com uma vida noturna agitada, ainda mais nas ruas (mesmo durante a pandemia), a fria Curitiba é a capital do estado do Paraná e tem um dos melhores IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) do Brasil. Conhecida como centro cultural, ela abriga vários espaços para apresentações e é chamada de “Cidade Sorriso”, apelido dado em 1929 pelo jornalista sergipano Hermes Fontes, apelido muito usado na década de 80.

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Visitei Curitiba no meio de novembro, mais precisamente no feriado de Proclamação da República, no dia 15. Achei que estaria um pouco mais quente (até então, só tinha ouvido falar que era muito frio) mas, pelo menos nos dias que fui, até abriu um sol e estava um pouco mais abafado, mas era só dar 16h ou 17h que aparecia um vento cortante e muito gelado de todos os lados. Tive que correr até os brechós (maravilhosos, por sinal) para comprar blusas novas, porque as que levei não deram conta do recado.

Hospedagem

Ficamos hospedados no Hotel Johnscher by San Juan Hotéis, no Centro Histórico da cidade. O edifício construído no início do século XX é lindo e foi completamente renovado para virar o hotel. Ficamos na Suíte Charm, que tinha uma cama enorme e maravilhosa (uma das melhores que já dormi), banheira e de quebra, fui recebido por um bolo de chocolate de surpresa porque era meu aniversário. A suíte também tem uma janela enorme que dá para tirar fotos lindas.

Todos os dias a noite pedimos a carta de vinhos, que tem um valor acessível e em um dos dias, solicitamos também uma tábua de frios para acompanhar. Estava maravilhoso e o café da manhã então, nem se fala! Minha única ressalva é que deveriam organizar melhor os horários do café, já que em um dos dias ficamos sem lugar para sentar.

Onde comer bem em Curitiba

Nós comemos MUITO em Curitiba. Achei o valor da comida de lá bem mais barato que aqui, no estado de São Paulo. Nós não ligamos muito para luxo, então até McDonald’s comemos em um dos dias e gostamos de experimentar os PFs da cidade pelo iFood. Recomendo!

Mercado Municipal de Curitiba & Al Almasor Restaurante

Não tem muitas opções baratas, mas felizmente, encontramos esse restaurante árabe (Al Almasor) no andar de cima que servia um prato feito maravilhoso de filé de frango à parmegiana. Um prato deu para nós dois comermos (e olha que a gente come muito). Gostei porque, além das opções árabes, eles também servem opções brasileiras. O Mercado Municipal também tem lojas ótimas para comprar comidinhas importadas com um valor bem em conta. Comprei um chocolate Toblerone por R$ 8 no box 270, da Adega Brasil.

Confeitaria das Famílias

Foi o primeiro e o último lugar que comemos em Curitiba. Quando chegamos, nosso quarto ainda não estava pronto e por isso, fomos andar nos arredores do hotel. Entramos na Confeitaria das Famílias por acaso e foi lá que comemos um salgado maravilhoso e doces melhores ainda e pagamos MUITO barato. Sério, vale a pena demais. Experimenta tudo o que seu estômago permitir.

Lanchonete Dois Corações

Nos disseram que era a melhor coxinha de Curitiba e eles estavam certíssimos. Não é a toa que tem uma fila imensa, né? Mas não demora e, mesmo se demorasse, valeria muito a pena. A coxinha de frango com catupiry é para comer rezando e agradecendo de tão boa.

Hard Rock Café

Minha pior experiência em Curitiba. Não sei que tipo de expectativas eu estava cultivando para o Hard Rock, mas, logo que chegamos, o local estava muito cheio e sem controle nenhum de segurança para a pandemia. Nos colocaram na fila de espera para sentar, mas a espera estava passando de duas horas e meia e, caso o prazo fosse cumprido, teríamos apenas vinte minutos para sentar, fazer o pedido e comer. Estava impossível de ficar em pé ou de pedir qualquer coisa. Fomos embora.

Ópera Arte – Bar da Ópera de Arame

Gente, que lugar gostoso. A única ressalva aqui é que chegamos faltando meia hora para fechar, então só conseguimos beber um drink e comer uma porção de pastel que estava divina. Queríamos ter chegado antes para sentar no deck e curtir a música ao vivo por mais tempo, então, se você tiver a oportunidade, fique no deck e aproveite!

Vila Strogonoff

Quando não conseguimos comer no Hard Rock, fomos embora e pedimos um delivery de strogonoff com arroz pelo iFood desse lugar. Pensa num strogonoff de frango bom! O preço estava super em conta, conseguimos comer incrivelmente bem (duas pessoas que comem muito) e ainda ficamos felizes porque harmonizou bem com o vinho que pedimos no hotel.

Onde não deixar de ir em Curitiba

Meu roteiro foi baseado em história e cultura, que é tudo o que a gente mais gosta de ver quando visitamos uma cidade. Então, o ônibus turístico (falei mais abaixo) vale mais a pena que ficar pedindo Uber para todos os lados.

Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais

Uma construção super imponente no centro de Curitiba, que conta com algumas estátuas de cera por dentro e é aberta para visitação. Vale a pena ver de perto toda a magnitude arquitetônica.

Memorial de Curitiba

Encontramos por acaso, estava aberto e o segurança nos convidou para conhecer. É um local enorme, aberto, com luz natural e que tem exposições variadas no decorrer do ano. Quando fomos, tinha a “Curitiba: Tempo e Memória”, que contava toda a história da cidade.

Solar do Barão e Gibiteca de Curitiba

Um local simpático para quem gosta de imaginar como era a vida antigamente. Conta com exposição de fotos, quadrinhos e obras de arte, que fazem o passeio valer a pena. Mas, o que mais me impressionou foi o tamanho dos cômodos do solar.

Parque Passeio Público

Arrisco dizer que foi um dos meus passeios preferidos. O parque é um dos mais lindos que já vi, muito bem cuidado, com flores e plantinhas lindas em todos os lugares. Também tem animais resgatados e com ameaça de extinção para conhecermos. Acabei fazendo amizade com uma Arara Azul super simpática.

Jardim Botânico de Curitiba

Para quem é apaixonado por plantas igual a mim, é impossível ir no Jardim Botânico e não querer encher a bolsa de mudas. No dia que fomos, eu estava um pouco resfriado por conta do frio, estava muito cheio e chuviscando, então não conseguimos ver com calma tudo o que queríamos, mas com certeza é um passeio que precisa estar no roteiro.

Bosque do Papa

É um local caminho, arborizado e com muitas flores bonitinhas. Não tem muito o que fazer, mas vale a pena para tomar um ar, fazer uma trilha pequena e tirar umas fotos.

Memorial Ucraniano

Esse é de tirar o fôlego! Tem uma arquitetura incrível e muita história sobre a Ucrânia. Para quem não conhecia, assim como eu, é uma super aula. Quando estávamos lá, tinha uma família ucraniana bastante emocionada.

Museu Oscar Niemeyer

Lindo, lindo e mais lindo ainda. A arquitetura é incrível, daquelas que a gente olha pessoalmente e nem parece que é real. Quando fomos, estava com a exposição dos Gêmeos no olho, que também é linda de se ver. Se você busca um local que mistura arte com cenários para fotos incríveis, esse museu é imprescindível.

Ópera de Arame

É impressionante como conseguiram construir um teatro lindo, inteiro de arame, no meio do mato. Sério, esse foi o meu pensamento em todo o tempo em que estive lá dentro. Deve ser espetacular ver qualquer coisa apresentada lá mas, no dia que fomos, tiramos algumas fotos, subimos no palco e comemos no Ópera Arte. Já valeu muito! Ah, chegue cedo, porque fecha cedo!

Universidade Livre do Meio Ambiente

Ok, vou dizer mais uma vez que fiquei de queixo caído com esse lugar. A gente não dá nada quando chega, parece só uma trilha traiçoeira e que não acaba nunca. Mas, depois que passa por ela, você chega na universidade em si. Um prédio lindo, feito de madeira, que você vai subindo, subindo, subindo… Tudo isso em meio a umas pedras com um lago no meio cheio de patinhos. Sério, não sei descrever a beleza desse lugar.

Museu Egípcio Rosa Cruz

Eu sou alucinado por qualquer coisa da cultura egípcia e esse museu, MEU DEUS, é espetacular de bom. Quando fui, tinham três exposições: a primeira, acredito que era fixa, e mostrava artefatos e história geral do Egito. A segunda, a melhor, na minha opinião, era uma exposição com artefatos reais do Rei Tut. Sério, eu vi o sarcófago REAL dele e pude até tocar. É emocionante. A terceira, é uma exposição ao céu aberto com esfinges e hieróglifos. Parece que a gente está no Egito mesmo. Esse museu é tão lindo que pretendo fazer um post apenas falando dele depois.

Extra: Passeio no ônibus turístico

No primeiro dia, compramos a passagem do ônibus turístico de dois andares para visitar todos os pontos. Acabou que eu fiquei doente e não usamos quase nada. A mudança brusca de temperatura atacou minha sinusite e fiquei um dia de cama. Se você não ficar doente como eu, vale a pena comprar a passagem e visitar todos os pontos e muitos outros com ele.

Meu roteiro de brechós

Para todo alucinado por brechó, Curitiba é um paraíso. Sério, eu fiquei chocado com a quantidade e a qualidade das roupas dos brechós de lá, sem falar dos preços.

Brechó São Francisco, Brechó Pur Luxe e adjacentes

Ficam numa parte que tem muitos outros brechós do lado e nas ruas próximas. Esses são para garimpar, entre com paciência e vá fundo, talvez você encontre alguma coisa boa. Normalmente não aceitam cartão e cobram taxa para aceitar PIX, então, leve dinheiro.

Balaio de Gato

Achei que era um brechó, mas era uma loja colaborativa feita por mulheres e com artefatos incríveis. Também tinha a parte do brechó, mas a loja em si era bem mais interessante. Compramos um copo dobrável de silicone e um cachepô de crochê para colocar plantinhas.

Brechó Libelula

Esse foi a minha ruína. Um brechó de dois andares, todo organizadinhos e com roupas em perfeito estado. Fiz a festa. Comprei um suéter da Zara em estado de novo por R$ 70, uma outra bermuda, também da Zara por R$ 25 e outras peças incríveis. Deu para renovar bem o guarda-roupas. Ele é um pouco mais gourmet, mais organizado e por isso, os preços são mais elevados, mas vale muito a pena.

Brechó Dig for Fashion

Na mesma pegada do Brechó Libélula, parece uma grande loja, todo organizado e até com música ambiente. Não tem tanta roupa para homem como tem para mulher, mas mesmo assim, fiz a festa com peças novíssimas e bastante baratas, levando em conta que foram lavadas, organizadas e não precisamos de tanto trabalho de garimpo.

Locais pet friendly
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Lugares que todo pet lover tem que conhecer

Quem tem um pet sabe da importância de encontrar locais pet friendly para frequentar junto do seu amigo, não é? Afinal, quem é que resiste àquela carinha de “coitado” que nossos bebês de patas fazem quando vamos sair de casa?

Não é novidade que os animais de estimação vêm conquistando o coração e os lares dos brasileiros. Uma pesquisa feita no ano de 2013 pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – mostra que 44,3% dos domicílios têm ao menos um cão. Nessa época, a população de cachorros nas casas brasileiras já somavam 52,2 milhões – ultrapassando o número de crianças nos lares do Brasil.

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Durante a pandemia, o número de pets cresceu em 30% nos lares do país. E o mercado pet continua aquecido, disparando em crescimento mesmo com um país em crise.

Para atender esse grande público pet lover, os estabelecimentos – como restaurantes, cafeterias, hotéis, lojas – têm tentado se adaptar para atender as mães e pais de pet e se destacarem no mercado.

Eu, particularmente, sou muito apegada aos meus shih tzus: Bolinha, Valentina, Magali e Amaya. Eu priorizo incluí-los em meus passeios e não faço uma viagem sem eles. Ao longo desses anos, visitamos muitos lugares incríveis, que nos receberam com carinho e geraram boas lembranças. Vim trazer aqui para vocês alguns deles – que fomos ou que nossos amigos indicaram – recomendo visitar e aproveitar os momentos ao lado do seu melhor amigo!

Pousadas pet friendly:

Sítio Cad: ilhabela, SP
Pousada Gaia Viva: Igaratá, SP
Pousada Pegada da Onça: Tapiraí, SP
Hotel Itapemar: ilhabela, SP
Hotel Hilton: Copacabana, RJ / Morumbi, SP

Comes e Bebes:

Le Botteghe di Leonardo: SP (dica: tem sorvetes para pets)
Nature Dog House: SP (dogs soltos e diversão garantida)
Paris 6: SP
Pet Caffé: SP
Brado Casa: SP (com cardápio também para pets)
Cervejaria Perro Libre: SP (servem petiscos para pets)

Um local pet friendly é muito mais do que apenas aceitar a presença do seu animal de estimação (ou, como no caso de alguns, “tolerar”). É deixar o ambiente acolhedor e confortável para o tutor e o pet. Você, que tem um filho de patas, já frequentou algum local que se dizia pet friendly, mas os atendentes mal olhavam para sua cara? Ou, onde pets são aceitos apenas ali no cantinho (quase na rua, rs)? Esses são os locais que “toleram” nós e nossos amigos e, acredite, já é um grande avanço. Mas, mesmo assim, não temos que nos submeter a esse tipo de atendimento.

O café para viagem que tolera animais, com placa pet friendly

Quando vamos passear, eu opto por levar o quarteto em um carrinho especial para cachorros. Dessa forma, eles ficam mais confortáveis e não fazem as necessidades “por acidente” dentro dos estabelecimentos, além de estarem dentro do meu campo de visão e controle (acredite, isso é importante quando se tem mais de um pet).

Fomos em uma cafeteria, em uma cidade grande do Vale do Paraíba, bem gostosa e arejada. Todo o local para sentar era na área externa, embora dividido em dois ambientes, já que o nome do lugar já dizia “para viagem” e tem a opção de auto atendimento. O quarteto costuma dormir no carrinho ou ficarem quietinhos observando. Não tinha uma alma viva naquele lugar, o que é ótimo para nós!

Primeiramente fomos bem atendidos, colocaram até o nome do Bolinha no copo do café (estilo Starbucks), ofereceram água… Até pensei “Uau, um lugar realmente pet friendly”. Até que chegou uma mulher com duas crianças e olhou feio porque estávamos sentados no único lugar super confortável, com banquinho estilo sofá. Não achando outra opção igual (apenas banquinhos e cadeiras), ela foi reclamar com os funcionários que três pessoas com cachorros estavam ali e ela não. O local, com placa pet friendly e aberto, nos pediu – com muita vergonha – para nos retirarmos. A conduta foi extremamente desrespeitosa e venho deixar aqui o alerta: não é porque o local carrega a placa com o auto título “pet friendly”, que é de fato pet friendly. Entre aceitar os pets e recepcioná-los bem, ainda há um abismo e precisamos ficar atentos a isso.

Hoje, temos uma variedade de locais que aceitam e tratam com respeito o tutor e o pet. Escolham bem o estabelecimento, afinal, os passeios são para gerar bons momentos!

Faça a sua parte

Para que cada vez mais os nossos pets sejam aceitos e recebidos com carinho pelos estabelecimentos, há algumas medidas que podemos adotar. Afinal, é uma via de mão dupla: nós também temos que fazer nossa parte.

O primeiro passo é o adestramento. Antes de sair com seu pet para frequentar esses locais, é importante que ele obedeça aos seus comandos. Por exemplo, um cão que late demais pode sim incomodar os outros clientes, principalmente aqueles que não tem pets.

Antes de entrar no local, leve o seu filho de patas para fazer as necessidades em um local apropriado, principalmente as fezes. De qualquer forma, esteja sempre preparado para imprevistos. Eu gosto de levar saquinhos, álcool em gel e paninhos.

É importante manter seu pet sempre na guia, para a própria segurança dele. Nunca sabemos quando ele pode se assustar e correr, não é? Acontece.

Respeite as regras, e caso você as ache com cara de um local que não é, de fato, pet friendly, não vá. Queremos bons momentos ao lado dos nossos amigos de patas, não aborrecimentos.

Cinco locais no Brasil para se sentir em "Duna"
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Cinco locais no Brasil para se sentir em “Duna”

DUNA, longa dirigido por Denis Villeneuve, acaba de chegar à plataforma da HBO Max, direto do cinema para a sua casa. A história do filme se passa em um império espacial e há uma disputa entre três famílias pelo controle do planeta Arrakis, única fonte de melange – também chamada apenas de “especiaria” -, que movimenta toda a economia desse universo, como uma metáfora de Frank Herbert para a exploração de petróleo.

Arrakis é um planeta repleto de dunas, o que dá o nome à produção adaptada do livro homônimo do americano Frank Herbert, considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica.

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Para entrar no clima de DUNA, selecionamos cinco destinos turísticos no Brasil para você se sentir em Arrakis:

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

As lagoas de água doce entre as dunas formam um cenário único em todo o mundo e é impossível não se emocionar ao chegar no topo da paisagem e ver a imensidão dos Lençóis Maranhenses. Localizados no noroeste do Maranhão e distantes 250km da capital São Luís, os Lençóis Maranhenses atraem turistas em busca do fenômeno único das lagoas interdunares à beira-mar.

Dunas Douradas de Piaçabuçu (AL)

Numa cidadezinha ao sul do estado de Alagoas, há 140 km de Capital, existem as dunas de Piaçabuçu, conhecidas popularmente como Dunas Douradas. Com pelo menos 20km de extensão e com picos de mais de cinquenta metros de altura, as Dunas Douradas encantam os visitantes. Um dos passeios mais procurados é feito a bordo de uma espécie de grande “buggy”, adaptado para acomodar até oito pessoas, incluindo o motorista.

Dunas de Cabo Frio (RJ)

Criado em 1988, o Parque das Dunas de Cabo Frio é uma área de preservação ambiental localizada na estrada que leva ao Arraial do Cabo. Seus morros de areia são basicamente de origem marinha, sendo que alguns, próximos à Praia do Forte, são cobertos de restinga. Dentre estes, destaca-se a Duna Mãe, com 33 metros de altura, de onde os visitantes podem apreciar o pôr do sol ou escorregar pelo tobogã natural.

Dunas do Jalapão (TO)

O intenso dourado toma conta das Dunas do Jalapão ao pôr do sol. A areia ganha nova tonalidade e leva ainda mais beleza ao lugar. Em meio ao cerrado, o fenômeno único ajudou a dar fama ao Parque Estadual do Jalapão. A cada final de tarde, o espetáculo reforça que a beleza local é mesmo inesgotável.

Dunas da Praia do Siriú (SC)

Integrante do Parque Nacional da Serra do Tabuleiro, a Praia do Siriú é um atrativo turístico de Garopaba, Santa Catarina. As dunas de areias branquinhas são o ponto alto do local e super indicadas para a prática do sandboard. Tomar um banho na Lagoa do Siriú após aproveitar as dunas de areia é um dos principais atrativos.

Países que cada signo precisa visitar de acordo com a personalidade
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Países que cada signo precisa visitar de acordo com a personalidade

Em meio a tantas opções, pode ficar difícil saber por onde começar a desbravar o mundo e uma forma de facilitar isso é entender quais desses lugares compartilham características com o seu signo.

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Assim como cada signo é único, os países também possuem uma cultura individual, uma história individual e a sua própria energia. Quanto mais você souber sobre o destino que escolher, melhor! Afinal, além de estar mais preparado para conhecer o lugar, tem mais chances de que ele seja compatível com a sua personalidade. Para que isso seja mais fácil, a Vic Costa, astróloga do Astrocentro, trouxe algumas indicações para cada signo. Confira:

Áries

Como os arianos são aventureiros, corajosos e cheios de energia, o destino deve conter atrativos que vão satisfazer esse lado mais audacioso dos arianos. Outra característica comum deste signo é o gosto pela natureza e, consequentemente, por desbravar lugares novos. Por isso, o Chile, que já foi considerado o país mais aventureiro e combina com quem gosta de adrenalina. Além disso, as paisagens chilenas são de tirar o fôlego e vão surpreender os nativos de Áries.

Touro

Os taurinos são regidos por Vênus e, por isso, têm uma ligação com a estética, com o luxo e com o belo. O conforto e a comodidade são essenciais para esses nativos, que também gostam de desfrutar de outros prazeres, principalmente os relacionados à alimentação! Por tudo isso, o taurino pode se dar muito bem na Itália. Além da beleza natural do lugar ser encantadora, a tranquilidade e as atividades culturais combinam com as energias de Touro.

Gêmeos

O geminiano possui um espírito jovial e é muito comunicativo, além de adorar conhecer lugares e pessoas novas! O tédio não pode ser parte da viagem desses nativos. Conhecer culturas exóticas e diversas é a cara de Gêmeos, que é caracterizado pela sua duplicidades. Por isso, a Tunísia, que se situa entre o Ocidente e o Oriente, pode ser um país em que os geminianos vão se sentir bem. Além de ter uma localização interessante no mapa, a Tunísia é um lugar cosmopolita, acolhedor e possui paisagens lindas.

Câncer

Os cancerianos são conhecidos pela sua sensibilidade e também são muito ligados ao passado. Por isso, gostam de lugares que tenham história, que sejam acolhedores e intimistas. Comer bem também é uma das prioridades para esse nativo na hora de escolher o destino da viagem. Por isso, a Áustria, que é conhecida por despertar a paixão, pode ser muito agradável para os nativos de Câncer. Além disso, esse país também é famoso pela sua produção de chocolate.

Leão

Os leoninos são muitos alegres, comunicativos e adoram atenção. Eles precisam se sentir bem recebidos e também prezam por lugares luxuosos. A Coréia do Sul pode ser um destino muito bom para esses nativos, por ser uma cidade bem diferenciada, repleta de templos tradicionais misturados com modernos arranha-céus. O ritmo acelerado e vibrante do local também combina muito com os leoninos, que não gostam de ficar parados e adoram uma festa!

Virgem

Os virginianos podem não ser muito adeptos a lugares barulhentos e superlotados, preferindo passeios ligados à natureza ou à cultura. Esses nativos adoram conhecer sobre a história do lugar e vão adorar os destinos que forem repletos de museus e atividades culturais. Por isso, a Alemanha, que é conhecida pelo senso de ordem e pela disciplina, além de suas paisagens e sua história, é um destino que agrada os virginianos.

Libra

Os librianos são sensíveis e românticos, além de possuírem um senso artístico aguçado. Eles gostam de se sentir acomodados, comer em bons restaurantes, fazer compras e se vestir bem. Uma viagem para contemplar artes, conhecer museus e teatro é muito atrativa para esses nativos. Por isso, a Holanda, que abriga o museu de Van Gogh, é um destino que esses nativos vão aproveitar muito.

Escorpião

Para os escorpianos, que são intensos e estão em um processo constante de transformação de si mesmos, as viagens são experiências muito marcantes. Eles gostam de destinos que mexam com a emoção e que vão garantir que a pessoa que voltar de lá não seja a mesma que foi. A Noruega é um país que vai agradar esses nativos, por ser um lugar com magníficas histórias antigas e povos desbravadores, o que aguça a curiosidade dos escorpianos, que adoram mistérios do passado. Esse país também tem paisagens exuberantes.

Sagitário

Os sagitarianos são viajantes por natureza, movidos por sua curiosidade de estudar e conhecer coisas novas. Eles também são pessoas otimistas e divertidas, que gostam de estar sempre fazendo algo diferente. A argentina combina com o espírito aventureiro e animado desses nativos, e também possui muitos mercados, lojas e bares para que os sagitarianos possam se divertir.

Capricórnio

Os capricornianos são conhecidos por sua postura mais séria e racional. Por isso, para agradá-los é preciso pensar em classe, economia e muito conhecimento. Por isso, o Reino Unido é um destino quase perfeito para eles, porque até mesmo o jeito fechado do nativo desse signo combina com o jeito inglês. É um país em que as pessoas são educadas, tradicionalistas e decididas, o que encanta os capricornianos.

Aquário

Os nativos de Aquário gostam de tudo que é fora do convencional e, por isso, buscam destinos exóticos, modernos e que proporcionem o sentimento de liberdade (porque eles odeiam se sentir presos!). Além disso, esses nativos também prezam pelas noções de fraternidade e igualdade, que podem ser encontradas na Suécia, país que vai fazer com que esses nativos fiquem encantados.

Peixes

Os nativos de Peixes são sensíveis e adoram se sentir acolhidos, além de se preocuparem muito com a sua espiritualidade. Por isso, destinos que proporcionem vivências com muito misticismo, história e peso emocional são perfeitos para esses nativos. Portugal, por ser o país colonizador do Brasil, ser repleto de história religiosa e possuir paisagens apaixonantes, é um destino que os piscianos vão adorar!

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Confira seis dicas de como escolher a mala ideal

A primeira viagem ensina muito sobre como preparar a mala, o que é imprescindível e o que realmente deve ser deixado para trás. E com o período das férias de fim de ano chegando, muitas vezes escolher a mala ideal pode ser uma tarefa desafiadora quando o assunto é o tipo de bagagem. E para ajudar os viajantes de primeira e de inúmeras viagens, Gisela Bizetto, designer de produtos da Sestini, uma das principais empresas no segmento de malas, mochilas e acessórios do país, listou seis dicas para não deixar nenhuma dúvida no ar. Confira:

  1. Conforto e segurança: Esses são atributos indispensáveis na hora de escolher uma mala. Opções com rodinhas 360º graus, por exemplo, garantem facilidade na locomoção. Para maior segurança, escolher malas com um cadeado TSA é fundamental, pois caso a bagagem necessite ser inspecionada ela não será danificada.
  2. Organização: Para que cada coisa permaneça em seu lugar, bolsos e divisórias são grandes aliados na hora de viajar. Outra dica é optar por mala expansiva, ela garante aquele espaço extra caso seja necessário. Além das malas de viagem, as mochilas com compartimentos para aparelhos eletrônicos são uma vantagem para o caso de viagens profissionais, pois auxiliam no transporte e proteção dos equipamentos de trabalho.
  3. Tamanho: A melhor escolha envolve saber quanto tempo irá durar o passeio e quais as regras de transporte, sobretudo se for realizada de avião. Se for uma viagem de final de semana, por exemplo, normalmente pode optar por uma mala de bordo, em que cabe tudo o que é necessário. Se for ficar hospedado por uma semana, o ideal é levar uma mala média (tamanho M). Evite levar uma mala muito grande e vazia, nestes casos, além de ocupar muito espaço, as roupas tendem a chegar amassadas devido ao constante movimento durante o trajeto.
  4. Mala soft ou rígida? Os dois modelos são ótimas opções, mas a escolha vai depender muito da preferência do usuário. A mala soft tem abertura frontal e flexibilidade, o que garante que aquela peça extra seja colocada dentro da mala com facilidade. Além disso, costumam ser super leves e, geralmente, acompanham diversos bolsos, ideais para colocar aquele livro ou casaco que está na mão logo antes de embarcar. A mala rígida permite maior organização dos pertences, além de protegê-los. É de mais fácil visualização dos objetos devido à sua abertura e garante que as peças não amassem com tanta facilidade. São pouco maleáveis, porém são super fáceis de limpar.
  5. Identificação: Parece ser algo óbvio, mas muitos acabam esquecendo de deixar a mala devidamente identificada, sobretudo se for de cores mais sóbrias e padrão, facilmente confundida com outras. A identificação evita que a mala seja extraviada caso alguém a pegue por engano na esteira. Se não gostar de malas com cores mais chamativas para se diferenciar, etiqueta de identificação são acessórios indispensáveis.
  6. Garantia: Por fim, vale se certificar dessa segurança no momento de adquirir um produto, pois caso tenha algum problema de fabricação, o consumidor não será prejudicado. Isso pode incluir falhas na cor ou estampa, perda de componentes, desalinhamento da estrutura, falhas na costura e problemas no tecido.
Parque das Águas de São Lourenço
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Você conhece o Parque das Águas de São Lourenço?

A cidade de São Lourenço, no sul de Minas Gerais, é um dos principais destinos da região turística conhecida como Circuito das Águas, localizado na Serra da Mantiqueira, pertinho da divisa com o estado de São Paulo. Recentemente, fiz uma viagem de um único dia para a cidade (com vontade de ficar mais, óbvio) para conhecer o famoso Parque das Águas.

Parque das Águas de São Lourenço possui mais de 400 mil metros quadrados e nele, é possível encontrar áreas verdes, passeios de pedalinho, barco, jardins e as inigualáveis fontes de águas minerais, que possuem propriedades terapêuticas e medicinais. A entrada comum do parque, quando fui, em agosto de 2021, estava custando R$ 12, com a possibilidade de pagar a meia entrada de R$ 6 (maiores de 60 anos, estudantes e moradores de São Lourenço). Consegui pagar a meia apresentando o boleto da minha pós-graduação.

O parque, apesar de enorme e com muitas atrações, inclusive apresentações e música ao vivo, ganha destaque pelas suas fontes com águas um tanto quanto inusitadas. Fiz todo o caminho e experimentei um gole de cada fonte para contar o que achei pra vocês.

Fonte Vichy

Foi a primeira que experimentei dentro do Parque das Águas. Segundo os dizeres, tem propriedades que trazem benefícios medicinais para quem sofre de problemas gástricos e renais. Além disso, ela está presente em apenas dois lugares do mundo: em São Lourenço e em Vichy, na França. A água é um pouco gasosa e tem o gosto esquisito, meio ferroso. Mas, vale a pena experimentar.

Fonte Oriente

Essa é indicada como diurética e desintoxicante. É gasosa e bem mais agradável, em questão de gosto, com relação a Fonte Vichy. Se me lembro bem, essa foi a que mais bebi (dois goles). Também é gasosa, mas nada tão forte.

Fontes Primavera e Ferruginosa

São duas fontes com altos teores de ferro e dizem que auxilia em problemas de anorexia e anemia. O sabor dessas duas fontes é bem parecido e também, bem forte. Acho que são ainda mais fortes que da fonte Vichy. Segundo informações, elas também ajudam na disposição e no cansaço.

Fonte Carbogasosa

Essa foi a minha preferida. Com níveis altos de lítio, essa fonte auxilia no tratamento da depressão, estresse e pressão alta. Nem preciso dizer que quase tomei um barril e ainda queria trazer embora, né? O gosto é bem agradável também. Nessa altura do campeonato, eu já estava achando que a gente gostava de tomar as águas com as propriedades que precisávamos.

Fontes Sulfurosas

Não dei sorte! 🙁 Por ainda estar na pandemia quando fui, as fontes sulfurosas estavam fechadas. Dizem que elas emitem gases que ajudam nos problemas respiratórios (eu estava bem esperançoso), mas fica o pretexto para eu voltar lá quando tudo se normalizar.

Fonte Magnesiana

Rica em magnésio, é indicada para problemas de fígado e no trato digestivo. O gosto é quase tão desagradável quanto das primeiras, mas ainda sim vale a pena experimentar. Ah, leve seu copo ou garrafinha quando for ao Parque das Águas. 

Fonte Alcalina

Por onde encerrei o meu percurso, essa fonte também auxilia em úlceras e cálculos renais. De todas as fontes, essa é a que tem o gosto mais agradável e mais “próximo” do normal. Gostei bastante e até trouxe um pouquinho dela embora.

O passeio pelo Parque das Águas de São Lourenço é rápido e não deve ocupar mais que um período do seu dia. Deu para experimentar todas as águas, caminhar, tirar fotos, sentar, aproveitar a paisagem… Não andei de pedalinho e não procurei saber de outras atrações, mas vi que tem ótimas opções de alimentação e entretenimento para passar o dia lá dentro.

Um ponto que eu amei e que vale destaque é o Pilar de Energia, que segundo as informações, é um dos únicos do mundo que capta energia do cosmo para o planeta Terra. Obviamente, abracei, meditei e fiz tudo o que tinha direito por perto. É bem tranquilo.

Saiba o que mais fazer em São Lourenço no guia da cidade, clicando aqui.

intercâmbio
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Intercâmbio com amigos: Uma boa ideia ou uma grande furada?

Viajar é uma experiência incrível. Você tem a oportunidade de conhecer novos lugares, novas pessoas, idiomas diferentes, enfim! Muitas coisas que certamente irão te fazer crescer e desfrutar dos momentos da vida de um modo muito especial. E se fazer um intercâmbio por si só, já é uma experiência sensacional, imagina fazer um intercâmbio junto com um amigo compartilhando alegrias, medos, inseguranças e claro, todos os momentos únicos e especiais de estar em um país desconhecido e completamente novo.

É fato que muitos intercambistas sentem falta da família e dos amigos quando viajam e realmente, estar em um lugar completamente diferente, com pessoas com culturas e hábitos distintos acaba se tornando um baita desafio. “Realizar um intercâmbio, apesar de ser maravilhoso, acaba gerando ansiedade, preocupação e até medo. Porém, isso é normal, afinal, morar em outro país completamente diferente do seu, não é só um mar de rosas” – explica à empresária, especialista em intercâmbio Arleth Bandera. “Por isso, estar com um amigo num momento como este, pode sim deixar o processo de adaptação mais leve” – resume a CEO da Eagle Intercâmbio, agência sediada no Vale do Silício (Califórnia).

Além disso, a grande vantagem de viajar com um amigo é a possibilidade de dividir os gastos. Nesse sentido, todo mundo economiza. “Se todos se organizarem bem, será possível criar um planejamento financeiro e fazer passeios que podem ser inesquecíveis, dividindo alimentação, transporte” – pontua. Outra vantagem, de acordo com a executiva é que ao lado de um amigo é possível amenizar os momentos de saudade, e ter alguém para desabafar em qualquer circunstância é sempre algo bom. Outra vantagem é ter alguém que fale o mesmo idioma que você por perto, o que pode gerar um sentimento de maior confiança.

Mas, nem tudo são flores! É claro que dividir experiência com alguém é fantástico, mas se o seu objetivo é focar nos estudos, talvez esse não seja o momento ideal para viajar ao lado de um amigo, de acordo com a especialista. “Se o seu objetivo é aprender um novo idioma, por exemplo, não é uma boa ideia estar ao lado de alguém falando português a todo momento, isso pode te deixar preguiçoso. Além disso, uma das principais vantagens do intercâmbio é o contato com a cultura nativa. Seja na hora de praticar a língua ou assistir aquele jogo típico da região. Quanto mais tempo você passa com o amigo brasuca, menos contato você tem com a verdadeira cultura local” – aponta.

E, ainda segundo Arleth Bandera, viver os perrengues também faz parte da vida e do processo de evolução. “O intercâmbio nos proporciona autoconhecimento. Aquele momento de pânico perdido no metrô, ou aquela tarde que você passou sentindo falta da família… tudo isso te trará boas reflexões alguns meses depois, que talvez você não teria aprendido se estivesse com um amigo a tira colo” – destaca.  Além do aprendizado, uma das melhores coisas que você leva para a sua temporada de estudos na gringa são os novos amigos e talvez, o amigão das antigas pode dar uma empacada na hora de socializar.

O fato é que, não existe certo e errado em decidir viajar sozinho ou acompanhado, mas é importante saber que viajar junto é quase como um casamento temporário, é preciso acordo e compromisso para funcionar. Por isso, se você for realizar um intercâmbio em dupla, Arleth te desafia a fazer você mesmo às seguintes perguntas: “Eu gostaria de morar com esse amigo?” “O que eu espero dessa viagem?” “O que o meu amigo espera?” “Nós gostamos dos mesmos programas? Temos uma rotina parecida?” “Será que passar o tempo todo com um conhecido não impedirá que eu aproveite ao máximo a cultura local” e só depois destas respostas, decidir em seguir com ele ou em carreira solo.

O essencial, como tudo na vida, é o diálogo entre os envolvidos. “Se você e seu amigo estiverem na mesma página, com certeza a viagem vai aproximar muito vocês e vocês terão – além de fotos lindas – histórias ótimas para contar, se não, quando você voltar, terá muito assunto para colocar em dia com ele” – finaliza Arleth Bandera.

proficiência
Pretty learner writing test or making notes
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Nova modalidade de exame de proficiência em inglês é mais acessível para quem deseja estudar no exterior

Estudar fora do Brasil exige alguns detalhes que devem ser levados em consideração, desde o país escolhido até o estilo de vida desejado, mas as especificidades técnicas também são fundamentais. Para estudar em países que utilizam a língua inglesa como o principal idioma, é necessário realizar testes de proficiência para garantir o entendimento das aulas e também no dia a dia.

Entre as provas está o TOEFL, sigla traduzida como Teste de Inglês como Língua Estrangeira, que atesta se uma pessoa consegue entender e se comunicar por meio do idioma plenamente. No entanto, a ETS, organização responsável pela regularização dessas provas, lançou recentemente uma nova modalidade, chamada de TOEFL®Essentials™, que possui algumas diferenças da original.

Fabrício Vargas, fundador da Uniway Education Group, escola de inglês especializada nos exames de proficiência, relata que a nova modalidade tem muitos atrativos por ser uma prova mais completa e com valor mais baixo. “Diferente do TOEFL, o Essentials possui maior abrangência do idioma, indo além do necessário nas universidades, mas considerando também o inglês geral”, conta.

O TOEFL®Essentials™ possui algumas diferenças dos outros exames, a primeira delas é que ele é mais curto, com o tempo máximo de 90 minutos. Ele também leva em consideração e apresenta diferentes sotaques e situações do dia a dia, propondo um caráter global. A prova é dividida em quatro seções, sendo elas: audição, leitura, escrita e fala e, além disso, é necessário finalizá-la com uma declaração pessoal em vídeo.

Segundo Fabrício, o valor do teste também é inferior aos demais. “Enquanto o preço do TOEFL IBT é de aproximadamente US$245, o Essentials terá o valor máximo de US$120, o que é um grande atrativo para as pessoas que desejam estudar fora”, ele ressalta. No entanto, é importante verificar quais instituições de ensino irão aceitar a nova modalidade do exame, considerando o recente lançamento. As inscrições para o Essentials serão abertas no dia 17 de junho e os exames iniciados no dia 21 de agosto.ing

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Roteiro: O que fazer em Paraty além da FLIP

Hoje, dia 29, era o dia marcado para começar a Flip – Festa Literária Internacional de Paraty, mas devido a pandemia pela COVID-19, os planos tiveram que ser adiados. Visando acalmar um pouco o nosso coração apaixonado pela Flip, escrevi esse roteiro para você aproveitar Paraty em sua totalidade assim que as coisas se normalizarem.

Sem badalação noturna mas muito festiva, Paraty é dona de um dos meus belos conjuntos arquitetônicos do Brasil. Fundada em meados do século XVII (17), em torno da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, sua padroeira, preserva até hoje as construções das épocas do ouro e da cana de açúcar, tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Localizada no litoral sul do Rio de Janeiro e a 237 km da capital, tem como principais características a simpatia, o bom atendimento e a hospitalidade a todos os turistas que por lá passam. Historicamente falando, Paraty tem tudo para ser um destino LGBT-friendly: a cidade já teve um prefeito gay e vemos casais LGBTQ+ andando de mãos dadas livremente pelas ruas com direito a sorriso de aprovação dos moradores.

Visitei Paraty em duas épocas distintas do ano: em Julho, durante a Flip – Festa Literária Internacional de Paraty -, e em Setembro, durante a festa de Nossa Senhora dos Remédios e nesse roteiro, você vai ver um pouquinho do melhor dos dois mundos e o que você precisa aproveitar na sua ida, não importa quando seja, afinal, tem festa o ano inteiro.

O que você precisa ver no Centro Histórico de Paraty (e próximo dele)

O Centro Histórico de Paraty é o meu lugar preferido. Tem muita coisa pra ver e você pode passar despercebido por várias se não ficar muito atento. Não se entra de carro, é protegido por correntes imensas e você precisa desbravar a pé.

Igreja da Matriz – Nossa Senhora dos Remédios

Localizada na Praça Monsenhor Hélio Pires, também conhecida como Praça da Matriz, o núcleo mais antigo da cidade. A Igreja da Matriz abre para visitação de segunda a sexta das 9h às 12h e das 13h às 17h30. Aos sábados, das 8h às 12h e de 13h às 16h. É cobrada uma taxa no valor de R$3,00 por pessoa. Não é permitida a entrada com trajes de banho, filmar e fotografar.

Museu de Arte Sacra de Paraty

Funciona na Igreja de Santa Rita e possui um acervo de peças de barro, madeira e metal desde o século XVII (17), todas encontradas em Paraty. Muitas das peças expostas no Museu podem ser vistas pelas ruas do Centro Histórico em festas como Semana Santa, Festa do Divino, Corpus Christi e outras. Aberto de terça a domingo, das 9h às 12h e das 14h às 17h. É cobrada uma taxa de R$ 4,00 por pessoa, exceto às terças, que tem entrada gratuita.

Casa da Cultura de Paraty

Localizada próxima à praça da Matriz, tem como objetivo preservar e valorizar o patrimônio cultural de Paraty. Tem exposições que se renovam periodicamente, visando fomentar à criação, produção e difusão de todas as manifestações artísticas da cidade. Aberta de terça a sábado, das 12h às 21h, e aos domingos das 16h às 20h. A entrada é gratuita.

Livraria de Paraty

Local aconchegante, misto de livraria com café, possui um grande acervo de livros sobre Paraty e a cultura brasileira, inclusive em outros idiomas. Funciona todos os dias das 9h às 21h na esquina da Rua Samuel Costa com a Rua Dona Geralda, no Centro Histórico.

Igreja de Nossa Senhora das Dores

Também conhecida como “Capelinha”, é localizada na Rua Fresca, também no Centro Histórico, rodeada por uma pequena praça, onde os adolescentes de Paraty costumam se reunir à noite. Em datas especiais, ganha iluminação diferenciada. Abre aos sábados das 13h30 às 18h e não tem taxa de visitação.

Museu Forte Defensor Perpétuo

Localizado no Pontal, próximo ao Centro Histórico, é o único Forte que ainda existe em Paraty. É possível chegar nele através de uma trilha super agradável, e no alto, consegue-se uma belíssima vista de Paraty e sua Baía. Funciona de terça a domingo, das 9h às 12h e depois das 13h às 17h. Não tem taxa de visitação.

Praias e escunas

Não sou muito fã de praias no geral, mas as de Paraty me deixaram surpreso. Bem conservadas e extremamente limpas, vão te encantar desde a primeira vista.

Cais de Paraty

É aqui que você escolhe e embarca para os passeios de escuna. Tem muitas opções, por isso é importante pesquisar todas antes de fazer sua escolha. Pechinchar e pedir um desconto também é uma ótima opção, principalmente se você estiver em grupo ou próximo ao horário de partida, que geralmente é por volta das 11h. Fui na escuna da Maninha, em setembro de 2018, e paguei R$ 50 para duas pessoas, em um domingo.

Praia do Pontal

Uma das praias mais movimentadas da cidade, por estar praticamente ao lado do Centro Histórico. Tem um calçadão, bares, quiosques… É parada certa. Não é muito bom para entrar na água, mas é ótima para relaxar após o passeio de escuna. É também próxima ao Forte Defensor Perpétuo.

Praia de São Gonçalo

Localizada entre Paraty e Ubatuba, na rodovia Rio-Santos. Muito tranquila, limpa e perfeita para se passar o dia, no entanto, é um pouco longe do Centro Histórico e com acesso complicado sem carro. Há algumas linhas de ônibus específicas para o local e você também pode tentar a sorte pedindo um Uber. Para chegar à praia, é preciso atravessar um pequeno riacho. Se a maré estiver alta, a água chega à altura da cintura, senão fica à altura da canela. Mas alguns moradores oferecem a opção de travessia por canoa, cobrando um pequeno valor.

Ilha da Bexiga

A primeira parada do passeio de escuna. Seu nome vem do século XX (20), quando as vítimas de varíola (chamadas de “bexigas” na época) eram ali mantidas em quarentena. Hoje em dia, sedia o projeto Escola do Mar, do navegador Amyr Klink, que forma crianças carentes da região em velejadores. Por ser uma propriedade privada, não podemos desembarcar na ilha, mas se der sorte, vai poder ver a Paratii 2, embarcação de alumínio com mais de 28m de comprimento de Klink.

Praia de Jurumirim

Também de propriedade de Amyr Klink, foi a segunda parada da escuna, e nessa podemos desembarcar apenas em um pequeno pedaço da orla, já que além desta, tem uma mata densa e algumas ruínas, interditadas por uma cerca. Com águas extremamente limpas, foi dali que o navegador partiu para sua viagem à Antártica.

Praia Vermelha

Essa praia é LINDA! Tem uma vegetação fechada que impressiona tanto quanto suas areias vermelhas. Também foi uma das paradas da escuna, e oferece alguns bares com mesas e cadeiras à beira-mar. De um lado, há a infraestrutura e do outro, apenas natureza. Ideal para ver estrelas do mar e caranguejos. O acesso acontece apenas de barco, mas vale muito a pena.

Lagoa Azul e Ilha do Mantimento

Não é exatamente uma praia, mas é um ponto de parada bem popular entre as escunas de Paraty. O local, cercado por rochas e mata verde, é uma grande piscina natural, repleta de vida marinha. Podemos alimentar os peixes e vê-los bem próximos da superfície. Ainda é possível mergulhar e se der sorte, ver um mico leão-dourado na mata acenando para você.

Para comer e beber bem

Conhecida por suas cachaçarias enormes, Paraty também oferece ótimas opções para quem não abre mão de uma boa comida (como eu).

Bar e Tabacaria Cana da Praça

Localizado bem ao lado da Igreja da Matriz, o Cana da Praça é passagem obrigatória se você gosta de uma boa caipirinha de cachaça. Com sua promoção de dois copos por R$ 15, você ainda consegue dividir com alguém, porque é bem forte, mas igualmente deliciosa.

Paraty 33

Esse é para você que não abre mão de uma boa balada durante a noite. Com música ao vivo, o Paraty 33 tem atrações para os mais variados públicos, dependendo do dia. Também é um restaurante, então há a garantia de se comer e beber bem.

 

Pizzaria Manjerona

Localizada próxima ao Centro Histórico (dá pra ir a pé), a Pizzaria Manjerona tem um cardápio bem variado com pizzas acessíveis que servem até quatro pessoas tranquilamente. Vale a pena dar uma passada se você quer uma noite mais tranquila em Paraty.

Restaurante do Ditinho

Sediado na orla da Praia do Pontal, o Restaurante do Ditinho é uma boa pedida se você quer ficar sentado à beira-mar curtindo a vista enquanto come uma boa comida. Possui opções acessíveis em pratos individuais ou conjuntos.

Dicas extras para você ter uma experiência completa em Paraty

Para você ter uma experiência completa em Paraty, ainda há algumas dicas que você não pode deixar de seguir e que para mim, são de lei.

Flip – Festa Literária Internacional de Paraty

A Flip acontece anualmente em Paraty e é um dos maiores eventos culturais do Brasil. As casas do Centro Histórico se transformam em casas temáticas de editoras, autores e projetos literários e você fica louco querendo ir em todas. É uma época bastante movimentada em Paraty, por isso, é aconselhável se planejar bem antes. Também é possível encontrar várias pessoas famosas andando nas ruas, bem ao seu lado.

Caipifruta

Não importa a época do ano, não deixe de experimentar a tradicional Caipifruta de Paraty, que geralmente é vendida em bancas nas ruas, durante a noite. Você escolhe a fruta, a bebida e a mágica acontece. O valor é um pouco elevado, R$ 15 por um copo de 500 mL, mas o sabor vale cada centavo.

Gabriela e Jorge Amado

Antes de ir embora, visite uma cachaçaria e leve sua garrafa de Gabriela Cravo e Canela pra casa. A cachaça Paraitiana é símbolo da cidade e rende drinks ótimos, como o Jorge Amado, cuja receita você provavelmente receberá em um papelzinho junto com a sua garrafa.

PARA ENTENDER:

– LGBT-Friendly: Termo usado para se referir a lugares ou instituições que criam um ambiente agradável para pessoas LGBTQ+.