A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor.
Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro.
Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.
Bom, para fazer uma resenha de Lola e o Garoto da Casa ao Lado, não tem como deixar de fora Anna e o Beijo Francês, primeiro livro de Stephanie Perkins, que li e me encantei pela história! Por conta deste livro, fui procurar mais sobre esta autora e acabei achando Lola e o Garoto da Casa ao Lado, e se eu disser que me apaixonei por Anna e o Beijo Francês, não tenho outra definição para o que eu senti lendo Lola e o Garoto da Casa ao Lado. O livro é simplesmente espetacular se você gosta de um bom romance clichê.
Lola é uma garota que desde pequena, sempre amou se vestir de forma única, e até mesmo fazer alguns de seus próprios figurinos. Singular de todas as outras pessoas de seu bairro, Lola é uma garota extrovertida, filha de pais homossexuais e estudante do último ano escolar. Lola não podia estar numa fase melhor em sua vida, com um namorado Estrela do Rock, sendo uma filha dedicada e finalizando o Ensino Médio, e tendo também uma lei ao qual segue “nunca usar a mesma roupa mais de uma vez”, tudo na vida de Lola corre perfeitamente bem, até que seu maior medo volta para assombra-la: os gêmeos Bell, Calliope e Cricket Bell.
“E não quero que ele pense que Cricket Bell significa para mim algo que não significa mais. Esse capítulo de minha vida já era.”
Com a volta dos gêmeos, e seus sentimentos mais profundos retornando, Lola vai ter que entender o que está se passando consigo mesma e também procurar o que irá fazer com sua vida, que decisões tomar, que sentimento seguir…
Perkins consegue nos prender do começo ao fim com este livro, um típico romance clichê, cheio de expectativas e decisões a serem seguidas, e também há a aparição de Anna e Étienne, protagonistas de Anna e o Beijo Francês, para matarmos um pouco a saudade desses incríveis, maravilhosos e apaixonantes personagens.
Confiram também a resenha de Anna e o Beijo Francês clicando aqui
“Quem não ama um bom perfume? O perfume imprime o resultado da combinação entre a essência e a nossa pele, e é isto que dá o toque final a cada fragrância, que deixa no ar uma memória sem par de nós, e desperta para cada um diferentes sensações. Perfume de Hotel traz em suas notas as impressões únicas e o aroma de cada lugar na visão da autora, que traduz de maneira deliciosa, leve, bem humorada, e rica em detalhes, os prazeres e descobertas dessa magia que é viajar, para quem gosta de conforto e sofisticação, mas sabe desfrutar dos pequenos prazeres, aprecia os detalhes, e se entrega as emoções de viver e partilhar recordações.
Sinopse bem intrigante, não? Em breve teremos uma resenha exclusiva aqui no Beco Literário! Conheçam também, um pouco mais sobre a autora, Carla Pachêco:
Nascida no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro-RJ, mudou-se para Maceió-AL pouco antes de completar 16 anos. Formada em Medicina, especializou-se no cuidado do paciente crítico e há mais de 10 anos atua como médica Intensivista em Unidades de Terapia Intensiva – UTI/Adulto. Apaixonada também por escrever e viajar, resolveu provar do universo literário e, em sua primeira obra, lança “Perfume De Hotel – Nova Iorque”.
Queria ansiosamente olhar em outra direção, poder me debruçar sobre outras paixões. Queria me encontrar nas minhas viagens para depois me perder nas minhas histórias. E foi exatamente isso que fiz. (Perfume De Hotel – Nova Iorque)
Booktrailer:
Nenhum lugar é igual, e um mesmo lugar pode ser visto e vivido de várias maneiras, isso é o que tanto me fascina. (Perfume De Hotel – Nova Iorque)
The Flash, nova série da CW com data de estreia prevista para 7 de outubro, ganhou um novo teaser inédito, onde vemos algumas cenas do episódio piloto, divulgado como estratégia de marketing há alguns meses. Confiram:
Cassandra Clare, aclamada autora de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais, divulgou em seu Tumblr respondendo a perguntas de fãs, que as cartas de tarô Shadowhunter, desenhadas por Cassandra Jean, provavelmente estarão a venda antes do natal. Veja as cartas aqui, aqui e aqui. Confira também a tradução da postagem da autora:
Oi me chamo Hannah, primeiramente, eu amo seus livros! Eu li cada um deles várias vezes e mal posso esperar por TDA (Os Artifícios das Trevas), mas minha pergunta é: Você e Cassandra Jean sabem quando vão colocar as cartas tarô à venda? Valeu! — smithhann
Oi Cassandra! Primeiramente, eu amo seus livros… Minha pergunta é relacionada às cartas tarô dos Caçadores de Sombras. Queria saber se você pretende vendê-las, se sim, quando? Obrigado! — giuliaherondaleangel
Nós estamos colocando-as para serem fabricadas através do TopatoCo, eles fazem mercadorias para Homestuck e Welcome to Night Vale. Coisas complicadas como as cartas demoram um certo tempo para serem feitas, mas nós aprovamos os acabamentos, etc. Nós esperamos que as cartas estejam prontas para serem vendidas antes do Natal. Enquanto isso, olhe essa carta floral feita pela Cassandra Jean do Gabriel Lightwood, ele está tão atraente!
No último sábado (23), Cassandra Clare – Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais – deu uma entrevista exclusiva a alguns fã sites brasileiros dela, falando sobre suas séries já publicadas, e livros que ainda sairão neste e no próximo ano, confiram:
O segundo dia da Bienal Internacional do Livro de São Paulo foi bastante agitado e um tanto polêmico. Uma parte da equipe do Beco Literário esteve lá, inclusive prometemos cobertura em tempo real no Twitter, o que não deu muito certo e vocês entenderão o porquê. A experiência que relatarei aqui, será aquela que eu tive com meus amigos, pode ser que você concorde ou não, os comentários estão abertos e você pode respeitosamente expor a sua opinião também!
Bom, eu moro no interior de São Paulo, São José dos Campos, para ser mais exato, e a viagem para a capital geralmente leva uma hora e meia/duas horas, levando em consideração o trânsito. Acordei as quatro da manhã, e saí de casa pouco antes das seis. A viagem foi tranquila, sem muito congestionamento, o que foi um milagre, cheguei no Anhembi pouco depois das sete e a fila já saía dos portões em direção a calçada.
Segui para o final dela, rezando para encontrar algum conhecido na metade do caminho, nada. Fiquei lá por uns bons dez minutos, esperando minha prima chegar, de Osasco, até que encontrei com a Beatrice – por quem estou eternamente grato por isso, e por ser a única que, junto comigo, não aplaudiu quando falaram do Will Herondale – e ficamos com ela na fila, depois de negociar com o pessoal ao redor, bom, já estávamos pra dentro dos portões e a frente de umas cem ou duzentas pessoas. Nesse meio tempo, a fila cresceu três quarteirões fora do Anhembi. O negócio estava sério, e agora, já sabia que não conseguiria autografo da Cassandra Clare.
Ah, a fila!
Conforme os portões abriram, antes das dez, o aglomerado de pessoas desordenadas que estavam próximas a entrada enlouqueceu e correu, assim como as pessoas folgadas e ignorantes que não sabiam o que é respeitar o espaço de alguém. Não vou ser hipócrita de dizer que é ridículo cortar fila, já que eu mesmo cortei, de certo modo. Até treta teve, e eu filmei, só não sei onde está agora. Seguimos no sol por um bom tempo, e ao nos aproximarmos da entrada, ainda antes das dez, o caos estava instalado. Pessoas correndo, gritando, entrando. Entrei no meio, e corri para as roletas. Uma vez dentro, disparei em direção a fila da Kiera Cass, afinal nem tentaria mais Cassandra, mesmo com a mulher da organização berrando atrás de mim dizendo que não haviam mais senhas. E realmente, não havia. A fila da Kiera estava enorme. Desistimos, nos reencontramos e fomos para o estande da Novo Século, onde garantimos nossos exemplares de A Arma Escarlate e A Comissão Chapeleira, com a Renata Ventura, que foi extremamente simpática e atenciosa conosco, assim como seu pai, que estava nos fotografando. Pra mim, só esse encontro já valeu a pena todo o evento, que até então estava normal, exceto o fato do nosso atraso na fila, porque estávamos nos recusando a cortar mais uma vez, na entrada, o que foi necessário depois, de qualquer jeito. Enfim, esta é a minha foto com a Renata, ignorem minha cara, eu estava bem nervoso, risos.
Depois disso, fomos explorar os estandes, o local estava cheio, claro, mas tudo dentro dos conformes. Andamos por um bom tempo, e depois seguimos para o almoço, sem paciência para as filas que se formavam do lado de fora dos mesmos, só para entrar! Visitei o estande da Intrínseca, que estava maravilhoso, e apesar dos preços bem altos, consegui descolar uma grande quantidade de brindes que futuramente serão sorteados para vocês! Ah, quase ia me esquecendo: antes disso, passei também na Novo Conceito, que publicará Magisterium de Cassandra Clare e Holly Black no Brasil, e um organizador nos presenteou com alguns bottons, por sermos um dos primeiros a visitá-los. Foi bem legal.
De volta ao almoço: não havia mesas disponíveis, comemos a maior parte do tempo no chão. Filas enormes, preços maiores ainda. Paguei treze reais em um pequeno cone com batata frita e uma latinha de refrigerante. Não valia isso, mas a fome era maior e eles sabem que nós cederemos, certo? Agora, a Bienal já estava caótica, com pessoas deitadas por todo o canto. Já havia visitado o estande da Editora Leya também, e garantido minha foto no Trono de Ferro, de Game Of Thrones. As promoções de lá estão bem legais, e com relação aos brindes, se querem uma dica, tenham cara de pau para pedir. Eles sempre cedem.
Meio dia, eu já estava quebrado, e fui para a Arena Cultural, onde a Cassandra daria uma palestra as duas horas. Fiquei com uns amigos na grade exterior, não conseguimos entrar e sentar, o que foi extremamente desgastante. Fomos prensados e ficamos na mesma posição até por volta de duas e vinte, quando a Cassie finalmente entrou, causando o maior tumulto que eu já vi na vida. Entrou com seu marido, Joshua Lewis, filmando todos que estavam ali, linda como sempre. Derrubamos a grade, mas não ultrapassamos os limites por razões óbvias. Gritamos muito, xingamos, ficamos em êxtase com as respostas e spoilers que a autora nos dava. Ela estava surpresa conosco, a segurança, extremamente falha. Tirei muitas fotos, poucas ficaram boas e aproveitáveis, da distância que a vi, já que não tinha senha, nem acesso a sala de imprensa como alguns fã-sites tiveram e pasmem, alguns até reclamaram dos fãs histéricos que os atrapalharam. Não citarei nomes, mas… Vejam umas fotos que consegui da Cassie:
Não foi perto, utilizei o zoom na maioria delas, mas essa foi a realidade da maioria dos fãs lá presentes. Alguns ainda só acompanharam pelo telão. A desorganização na distribuição das senhas foi tremenda, mas temos como maiores culpados, aqueles que mais uma vez, não sabiam respeitar o espaço alheio e não a própria editora. Mil senhas foram entregues e nós não conseguimos nenhuma delas, mesmo depois. Não posso apontar somente um culpado nesse frisson, mas editora, leitor e organização tiveram grande parcela nisso, dificultando tudo. A Cassie foi extremamente fofa e atenciosa com todos que perguntaram pra ela, e até revelou que o vilão de sua nova série, The Dark Artifices, é alguém que já conhecemos! Teorias?
Ao fim da palestra, fui andar pela bienal, para comprar os livros que até então não tinham saído da minha lista. Desisti logo no primeiro corredor, estava impossível de andar. Era tumulto em todo lugar, empurra-empurra, enfim, totalmente IMPOSSÍVEL de se locomover. Espero que dá próxima, limitem os ingressos, porque vender mais do que o local comporta, é complicado. Também sei que só aprendem com os erros, mas quem pagou por eles, foram nós, fãs, que viemos de longe, acordamos cedo e enfrentamos filas enormes, com pessoas ignorantes e que perdemos a que pode ser nossa única chance de ter um contato real com nossa autora preferida.
As compras!
Mais tarde, fomos em busca de água, o calor estava insuportável e a refrigeração do lugar, uma bosta. Estava em falta. Sim, a água estava em falta e onde tinha, custava mais de cinco reais com filas enormes. Acabamos por pagar mais caro, porque estava impossível. A infraestrutura não comporta autores internacionais em peso, como teve neste sábado, nem de longe. Ah, e não comentei sobre o Harlan Coben, que nunca li nenhum livro, mas estou tentado a ler devido ao seu carinho por todos os fãs, depois que acabou sua sessão, ele desceu e tirou foto com todos que ficaram ali assistindo, tendo senha ou não.
Não assisti a palestra da Kiera Cass, já estava há muito tempo em pé, cansado, e então só a vi pelo telão, rapidamente. Para vocês terem uma ideia da lotação, além de mim, mais quatro pessoas da nossa equipe estava lá. Só me encontrei com duas, a Letícia, que foi comigo, e a Isabelle, e foi bem rápido.
Minha credencial de blogueiro, que só consegui pegar no final do evento
A experiência Bienal foi bem legal, apesar de deixar a desejar em muitos aspectos. O dia foi ótimo, mas quem o fez assim foram as pessoas que estavam comigo, além do encontro com a Renata Ventura, e não o evento em si, como eu esperava que fosse. Não realizamos a cobertura em tempo real no Twitter por uma série de motivos, entre eles, a falta de cobertura das operadoras lá dentro, além do 3G que nem ousava ligar. As redes WIFI disponíveis estavam saturadas com a quantidade de gente usando ao mesmo tempo. Enfim, ocorreu muita roubalheira pelo o que eu soube, mas não comentarei aqui, é desgastante. Mas afinal, o que não há roubalheira em nosso país, né? Espero que dá próxima, melhorem, e muito, a organização do evento, para que seja uma experiência ótima por si só para todos que visitem. E uma dica para as editoras: cobrar o dobro do preço das livrarias só faz a marca de vocês se sujar cada vez mais perante a mídia.
Apesar de todo o sofrimento, o dia ficou marcado para sempre para mim, e sei que também ficou para todos que conseguiram contornar todos os empecilhos com uma boa risada. E a sua experiência, como foi? Conte para nós!
Foto com maior quantidade de gente da equipe que conseguimos: Isa (Escritora e Redatora), Julia (minha prima – sigam ela!), Eu e a Letícia (Colunista da Armada de Potter – que foi parada por várias pessoas por estar com vestes da Sonserina).
A Revista Atrevida postou há pouco um vídeo da Cassandra Clare – Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais -, que está no Brasil para participar da Bienal do Livro de São Paulo, falando um oi para todos os leitores brasileiros! Confiram:
Verão, Harry Potter, agora com 14 anos, sente sua cicatriz arder durante um sonho bastante real com Lord Voldemort, o qual não consegue esquecer; três dias depois, já em companhia da família Weasley, com quem foi passar o restante das férias, na final da Copa Mundial de Quadribol, os Comensais da Morte, seguidores de Você-Sabe-Quem, reaparecem e alguém conjura a Marca Negra – o sinal de Lord Voldemort – projetando-a no céu pela primeira vez em 13 anos, causando pânico na comunidade mágica. Será que o terrível bruxo está voltando? Tudo indica que sim…
O ano letivo já começa agitado. Harry volta para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts para cursar a quarta série. Acontecimentos inesperados – como, por exemplo, a presença de um novo professor de Defesa contra as Artes das Trevas e um evento extraordinário promovido na escola – alvoroçam os ânimos dos estudantes. Para surpresa de todos não haverá a tradicional Copa Anual de Quadribol entre Casas. Será substituída pelo Torneio Tribuxo, uma competição amistosa entre as três maiores escolas européias de bruxaria — Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang — que não se realizava havia um século. A competição é dividida em tarefas, cuja finalidade é testar a coragem, o poder de dedução, a perícia em magia e a capacidade de enfrentar o perigo dos campeões. Liderados pelo professor Dumbledore, os alunos de Hogwarts terão de demonstrar todas as habilidade mágicas e não-mágicas que vêm adquirindo ao longo de suas vidas.
Apesar de alunos menores de 17 anos não poderem se inscrever no Torneio, inexplicavelmente Harry é escolhido pelo Cálice de Fogo, um grande copo de madeira toscamente talhado cheio até a borda com chamas branco-azuladas, para competir como um dos campeões de Hogwarts. Tendo a seu lado os fiéis amigos Rony Weasley, Hermione Granger e agora também o seu padrinho, o bruxo Sirius Black, que fugiu de Azkaban no ano anterior, o menino feiticeiro tentará escapar mais uma vez das armadilhas de Lord Voldemort.
Além de todos os desafios, há feitiços a serem aprendidos, poções a serem preparadas e aulas de Adivinhação, entre outras, a serem assistidas, Harry terá que lidar ainda com os problemas comuns da adolescência: amor, amizade, aceitação e rejeição.
Harry Potter é o tipo de livro que fascina, encanta, surpreende e prende a atenção até o último segundo. Uma série recomendada para todas as idades.
Harry Potter e o Cálice de Fogo é o grande divisor de águas da série Harry Potter: Voldemort, que antes só fazia aparições onipresentes ou enfraquecidas, renasce através de uma magia negra desconhecida e volta para se vingar daquele cuja maldição ricocheteou o atingindo. Li o livro bem depois do filme e confesso que fiquei totalmente impressionado com a profundidade em que a história toma no papel, em contrapartida ao filme.
Durante um sonho com o Lorde das Trevas e seus seguidores, Harry, agora com catorze anos, sente sua cicatriz arder de maneira incomum, o que não esquece durante todo o resto do verão, que passa com a família Weasley, com quem vai até a Copa Mundial de Quadribol. É uma cena um tanto engraçada quando a senhora Weasley envia uma carta trouxa aos tios de Harry, com selos por todo o envelope, já que ela não sabia se a carta chegaria ou não, e por isso, resolveu se precaver.
Não faça perguntas e não te direi mentiras.
Através da rede de Flu, grande parte dos Weasley se materializa na desativada lareira dos Dursley, causando uma bagunça enorme e, como não poderia ser diferente, o desgosto dos tios trouxas de Harry. Fred e Jorge chegam até a dar um de seus polêmicos doces para Duda, que sente a língua inchando em proporções quilométricas.
É neste livro que nos deparamos mais uma vez com Cedrico Diggory, que acompanha os Weasley, Harry e Hermione, na Copa Mundial de Quadribol, um evento lendário, onde vários times jogam entre si, como a Copa do Mundo, dos trouxas.
Durante o evento, as coisas ruins já começam a acontecer: a Marca Negra é conjurada após três anos de surdina, seria isto um sinal de que Lord Voldemort estaria voltando? Alguns Comensais da Morte passam a se exibir no acampamento, incendiando tudo o que há pela frente, também…
Se estes já não são sinais de que Harry e seus amigos não teriam um ano calmo e normal, Hogwarts é escolhida para sediar o Torneio Tribruxo, um jogo entre escolas de magia, cujo campeão teria a glória eterna, mas só maiores de dezessete anos poderiam se inscrever. (Saiba mais sobre o torneio em nossa coluna, Armada de Potter, clicando aqui).
Misteriosamente, o Cálice de Fogo, o artigo contratual mágico que escolhe os campeões do torneio, cospe um pergaminho com um quarto campeão, pela primeira vez na história: Harry Potter. Mas Harry tem apenas catorze anos, não poderia nem chegar perto do Cálice…
Se você quer saber como um homem é, veja como ele trata os inferiores, e não os seus iguais.
A grande pegada deste quarto livro, comparando a adaptação cinematográfica, é que não fica tudo em torno do Torneio Tribruxo. São grandes os prazos entre as tarefas, e por isso nos vemos focados também na rotina dos garotos em Hogwarts, trazendo a competição como apenas mais um evento pelo qual eles tem que passar. Totalmente cativante, assim como todos os livros de Rowling, com escrita e enredo impecáveis e um final capaz de arrepiar cada fio de cabelo do corpo, que nos deixa sedentos pela continuação. Faltam palavras para descrever a genialidade de Joanne, assim como para explicar a maneira pela qual seus fatos se desenrolam e entrelaçam.
Harry Potter é, definitivamente, um livro que todos devem ter em suas estantes, não importa a idade. As lições que seus personagens, mais que reais, nos passam são extremamente valiosas e que nos cativam e se prendem a nós até o fim de nossas vidas. Cinco estrelas talvez não sejam suficientes para qualificar tal obra prima.
Foi divulgado recentemente pela editora americana de Rick Riordan – Percy Jackson -, o primeiro capítulo de O Sangue do Olimpo, desfecho da série spin-off de Percy Jackson, Heróis do Olimpo.
O livro está previsto para ser lançado em 07 de Outubro e você pode conferir o primeiro capítulo em inglês, clicando aqui. Em breve teremos a tradução, então fiquem ligados no site!
No desfecho da série Os Heróis do Olimpo, os tripulantes gregos e romanos do Argo II têm feito progresso em suas constantes missões, mas ainda não estão nem perto de vencer a sanguinária Mãe Terra, Gaia. Os gigantes estão de volta — mais fortes do que nunca —, e os semideuses precisam impedi-los antes da Festa de Spes, momento em que Gaia planeja despertar, derramando o sangue do Olimpo. Para piorar, visões frequentes da terrível batalha no Acampamento Meio-Sangue assombram os sete semideuses. A legião romance do Acampamento Júpiter, comandada por Octavian, está se aproximando das fronteiras do acampamento grego. Por mais que seja tentador usar a Atena Partenos como arma secreta contra os gigantes, eles sabem que a estátua é necessária em Long Island, onde talvez consiga impedir uma guerra entre os acampamentos. A Atena Partenos irá para o oeste, enquanto o Argo II segue para o leste. Os deuses, ainda sofrendo com a dupla personalidade, não podem ajudar. Como os jovens conseguirão vencer sozinhos um exército de gigantes? A viagem para Atenas é perigosa, mas não há outra opção. Elas já sacrificaram muito para chegar onde estão. E se Gaia despertar, será o fim.
Como postamos anteriormente, novas capas de Harry Potter serão lançadas pela editora Bloomsbury no Reino Unido a partir de setembro deste ano, para uma nova geração de leitores, segundo a autora, J.K. Rowling. Até então, só havíamos visto a capa de A Pedra Filosofal, e agora foram liberadas as outras, que estão maravilhosas! Confiram clicando nas miniaturas abaixo:
Mas as novidades não param por aí! Além de novas capas, teremos conteúdos extras, vindos diretamente do Pottermore, e cada livro apresentará um mapa de Hogwarts e suas proximidades. Vejam as fotos abaixo:
O pessoal do site Potterish, oficial no Brasil, fez as traduções das páginas do Pottermore, confiram abaixo:
Conteúdo do Pottermore – Livro 1 (tradução):
Você sabia…O fantasma da Lufa-Lufa, Frei Gorducho, foi executado após freis mais velhos suspeitarem de sua habilidade de curar varíola cutucando plebeus com um galho.Todo ano, o Hospital St. Mungus para Doenças e Acidentes Mágicos trata ao menos um ferimento causado por pó de flu caseiro. Antes de se tornar professora, Minerva McGonagall trabalhava no Ministério da Magia, no Departamento de Execução de Leis Mágicas. Draco teve muitos sobrenomes antes de J.K. Rowling se decidir por ‘Malfoy’. Várias vezes nos rascunhos iniciais, o sobrenome dele era Smart, Spinks ou Spurgen.Nome: Draco Malfoy Aniversário: 5 de junho Varinha: espinheiro e pêlo de unicórnio, 25.4 cm, razoavelmente flexível Casa de Hogwarts: Sonserina Parentesco: Mãe bruxa, pai bruxo Família: Lúcio Malfoy (pai), Narcisa Malfoy (mãe), Belatriz Lestrange (tia), Andrômeda Tonks (tia)
Conteúdo do Pottermore – Livro 2 (tradução):
Você sabia…Vários alunos de Hogwarts causaram confusão em King’s Cross ao derrubar por toda a estação trouxa malas cheias de baços de tritão ou livros mordedores. Pirraça o poltergeist causou uma evacuação de três dias em Hogwarts em 1976 após escapar de uma armadilha, feita para ele, que continha várias armas perigosas. A única exceção para a geral aversão mágica a trouxas é o carro. Até o Ministro da Magia possui um, modificado com vários feitiços úteis.
Conteúdo do Pottermore – Livro 3 (tradução):
Você sabia…Muitos bruxos ficaram infelizes com a invenção do Nôitibus Andante por ser inspirado em um transporte trouxa, e se recusaram a usá-lo quando ele entrou em circulação. Diretores e diretoras de Hogwarts podem ensinar seu quadro mágico a agir e se comportar exatamente como eles mesmos. O encontro mais famoso de Sir Cadogan foi com o Wyvern de Wye, uma criatura semelhante a um dragão, que ele matou acidentalmente com sua varinha quebrada.
Conteúdo do Pottermore – Livro 4 (tradução):
Você sabia…Antes do Expresso Hogwarts, alguns jovens bruxos e bruxas faziam sua viagem a Hogwarts em vassouras e carruagens encantadas.Há outras plataformas fracionadas na Estação King’s Cross (tente a sete e meio para uma viagem para vilas inteiramente bruxas na Europa).Levou cinco minutos e meio para o Chapéu Seletor decidir entre colocar Minerva McGonagall na Grifinória ou na Corvinal.
Conteúdo do Pottermore – Livro 5 (tradução):
Você sabia…Apenas uma pessoa não-mágica conseguiu chegar até o Chapéu Seletor de Hogwarts antes de ser descoberta como aborto.Das 11 escolas de magia no mundo, a escola africana Uagadou é a única que seleciona pupilos por Sonho Mensageiro, deixando uma moeda na mão da criança enquanto ela dorme. A final da Copa Mundial de Quadribol de 1809 se tornou uma batalha de humanos contra árvores quando um dos jogadores conseguiu azarar uma floresta inteira para atacar o estádio.Nome do feitiço: Azaração das Pernas-Bambas Encantamento: Locomotor Wibbly Efeito: Faz as pernas de seu oponente bambearem incontrolavelmente
Nome do feitiço: Azaração do Resfriado Encantamento: Mucus Ad Nauseam Efeito: Faz o nariz de seu oponente escorrer
Nome do feitiço: Feitiço do Corpo Preso Encantamento: Petrificus Totalus Efeito: Paralisa seu oponente
Traduzido por: Marina Anderi (Potterish) em 20/08/2014
No final do sétimo livro, As Relíquias da Morte, é apresentada uma biografia estendida de J.K. Rowling com algumas curiosidades sobre a autora, veja as fotos:
Joanne Rowling – A garota que cresceu para escrever Harry Potter
Joanne Rowling nasceu em 31 de julho de 1965. Dianne, sua irmã mais nova, nasceu quase dois anos depois e a memória mais longíngua da infância que Joanne tem, é da chegada de Dianne. Ela, sua irmã e seus pais viveram em Winterbourne, Gloucestershire até que Joanne tinha nove anos, quando a família se mudou para Tutshill, perto de Chepstow.
Joanne cresceu rodeada por livros, assim como seus pais, que adoravam ler – ela diz, “Eu vivia por livros… Eu era basicamente uma devoradora de livros comum, com sardas e óculos National Health”. Desde cedo, Joanne quis ser uma escritora. Ela escreveu seu primeiro livro aos seis anos – a história de um coelho, chamado Coelho. Então, quando ela estava com onze anos, ela escreveu uma novela sobre sete diamantes amaldiçoados e as pessoas que os tinham.
Joanne estudou na Wyedean Comprehensive School e então foi estudar Francês e Clássicos na University of Exeter. Seus estudos de Clássicos seriam muito úteis mais tarde, quando ela pensava nos feitiços de Harry Potter, alguns deles são baseados em Latim!
“Nunca cutuque um dragão adormecido”, o lema em Latim da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
J.K. Rowling teve a primeira ideia para Harry Potter enquanto estava em um trem, viajando de Manchester para King’s Cross de Londres, em 1990. Durante os próximos cinco anos, ela planejou todos os sete livros da série. Ela escreveu a maioria a mão e acumulou muitas notas, que depois ficaram preservadas em restos de papéis.
Ela chegou em Edinburgh em 1993 com três capítulos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” em sua mala. A essa altura, ela tinha uma filha, Jessica, mas continuou escrevendo em cada momento livre que tinha. Quando Joanne finalizou o manuscrito, enviou os três primeiros capítulos a inúmeros agentes literários, e um deles respondeu pedindo para ler o resto. Ela diz que foi “a melhor carta que já recebeu em sua vida”.
Depois de finalizar o primeiro livro, enquanto trabalhava como professora, Harry Potter foi aceito para ser publicado pela Bloomsbury. “Harry Potter e a Pedra Filosofal” se tornou um best-seller de publicação rapidamente em 1997. Conforme o livro ia sendo traduzido para outras linguagens, Harry Potter começou a se espalhar pelo mundo – e J.K. Rowling passou a receber milhares de cartas de fãs.
Os livros de Harry Potter quebraram muitos recordes. Em 2007, “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, se tornou o livro que viria a ser best-seller em menor espaço de tempo, vendendo 2.65 milhões de cópias nas primeiras 24 horas, só no Reino Unido. A série Harry Potter é agora publicada em 77 línguas, e mais de 450 milhões de cópias já foram vendidas ao redor do mundo.
Arquivos de fatos de J.K. Rowling
– Pets da infância: dois cachorros, dois porquinhos da índia e vários peixes dourados.
– Matéria favorita da escola: Inglês
– Coleciona: Nomes interessantes e bobos que encontra em vários lugares, até em lápides!
– Heroína literária: Jo March, de “Little Women”. Ela diz, “É difícil descrever o que ela significa sem me estender, imagine uma garota chamada Jo, com um temperamento quente e uma ambição enorme em se tornar escritora”.
– Leituras favoritas da infância: “The Little White Horse”, de Elizabeth Goudge
“The Treasure Seekers”, por E. Nesbit
“Manxmouse”, por Paul Gallico
“Little Women”, de Louisa May Alcott
“Black Beauty”, por Anna Sewell
– Medos: Aranhas e espaços confinados
Traduzido e adaptado pelo Beco Literário, dê os créditos!
Confira também algumas páginas aleatórias dos livros, que mostram como ficou a nova diagramação de certos trechos:
A Editora Rocco ainda não pronunciou sobre possíveis publicações no Brasil. Fiquem ligados no Beco Literário para novas informações que devem sair em breve!