A britânica Cara Delevingne (“Anna Karenina”, “The Face of an Angel”) foi cotada para estrelar a versão cinematográfica de “Cidades de Papel”, baseada no romance best-seller de John Green.
A modelo e atriz dará vida, se as informações se confirmarem, a Margo Roth Spiegelman, a vizinha do protagonista Quentin, interpretado por Nat Wolff. Margo chama o garoto para participar de uma noite de vinganças, mas foge de casa no outro dia. Deixa para trás algumas pistas do que pode ter acontecido com ela e Quentin investigará seu sumiço.
A direção será de Jake Schreier e contará com roteiro de Scott Neustadter e Michael H. Weber, que trabalharam na adaptação “A Culpa é das Estrelas”, do mesmo autor.
Agora os fãs de Game Of Thrones poderão aprender o idioma Dothraki, presente na saga épica “As Crônicas de Gelo e Fogo” de George R. R. Martin, graças a um curso oficial a ser lançado no próximo mês pela editora Living Language.
O Dothraki, língua dos cavaleiros “selvagens” de Essos, tem ganhado bastante fama depois que ‘Khaleesi’ (rainha) entrou para o inglês como sendo um nome feminino. Com isso, a editora Living Language, bastante conhecida no exterior, programou para o mês de outubro o lançamento de um curso de idiomas voltado para o Dothraki.
O curso apresenta três modos diferentes. O “Companion APP”, composto por um aplicativo ($3,99) com jogos e guia de vocabulário simplificado; o “Dothraki” ($19,99) que contém um livro e CD de áudio com guias de pronúncia, notas de cultura, frases básicas, além de um vocabulário com mais de 200 palavras; e por fim, o “Curso Expandido” ($30,00) dividido em cinco módulos diferentes, com mais de 500 palavras e pronúncias e diálogos mais detalhados e amplos dentro do idioma.
O material ainda não está previsto para ser lançado aqui no Brasil, mas a notícia já é uma salvação para os fãs da saga saírem do simples “Khaleesi” para diálogos mais completos.
Saiu, gente! O primeiro trailer de A Esperança – Parte 1, penúltimo filme da franquia Jogos Vorazes, com estreia prevista para 19 de novembro no Brasil, foi finalmente liberado, depois de muito tempo de espera. Segurem a respiração por um minuto e tentem sobreviver ao player abaixo:
E então? Como aguentar a ansiedade, tributos? Comentem a opinião de vocês!
Quem não ama um bom perfume? O perfume imprime o resultado da combinação entre a essência e a nossa pele, e é isto que dá o toque final a cada fragrância, que deixa no ar uma memória sem par de nós, e desperta para cada um diferentes sensações. PERFUME DE HOTEL traz em suas notas as impressões únicas e o aroma de cada lugar na visão da autora, que traduz de maneira deliciosa, leve, bem humorada, e rica em detalhes, os prazeres e descobertas dessa magia que é viajar, para quem gosta de conforto e sofisticação, mas sabe desfrutar dos pequenos prazeres, aprecia os detalhes, e se entrega as emoções de viver e partilhar recordações. Você não vai resistir ao poder do perfume!
Aquele visual me soava tão familiar, me sentia tão parte dali, que era quase um dejá vu; é citando a própria autora com uma de minhas frases preferidas no livro, que inicio esta resenha que tenho certeza que o deixará curioso para experimentar o perfume que ela deixa emanar de suas páginas.
Perfume de Hotel é um livro que me surpreendeu completamente logo em suas primeiras páginas. Sem ser grande ou fantasioso, a autora conseguiu trazer com maestria todo o seu sentimento ao realizar uma viagem para a “Cidade que Nunca Dorme”, Nova Iorque. Nele acompanhamos toda a sua rotina, desde o receber da notícia até o final da viagem, como se você mesmo estivesse vivenciando aquilo.
A narrativa leve que Carla Pachêco apresenta durante todo o livro, te faz conhecedor de uma história sem muitos personagens, além de te fazer embarcar em um tour completo pela cidade, pela qual particularmente sempre fui atraído, onde o leitor, ao mesmo tempo em que conhece novos lugares, conhece o que a autora está sentindo, e de certo modo, compartilha seu sentimento com ela.
Sonhos definitivamente não são feitos apenas para sonhar, mas para realizar.
Sempre fui bastante acostumado a livros fantásticos, e sendo este meu gênero preferido, passava sempre longe das narrativas mais reais, nunca gostei muito delas, porém, em Perfume de Hotel esta figura mudou totalmente para mim, e a autora conseguiu me envolver em sua viagem em cada um de seus relatos, fazendo me sentir como se tivesse realmente vivenciado aquilo com ela e seus acompanhantes.
Para quem, assim como eu, é um grande admirador de Nova York, este livro é uma peça indispensável na estante e, durante a leitura, cheguei a ter a certeza de que quando eu viajar para a “Capital do Mundo”, terei este exemplar comigo, utilizando-o como um guia de viagens diferenciado, que me oferecerá locais para que eu possa compartilhar das mesmas emoções que tive ao ler esse relato maravilhoso da Carla.
Não quero revelar spoilers sobre o enredo, mas separei algumas passagens que gostei muito durante a leitura, e que vocês puderam conferir conforme a resenha ia avançando. No entanto, teve uma passagem em especial que me fez entender perfeitamente a mensagem passada, e me sentir próximo aos sentimentos da autora, senão solidário:
Sou feliz agora, não, não vá embora, não. Vou morrer de saudade…
As circunstâncias em que ela apresentou a música acima, foram totalmente diferentes dos meus motivos para me identificar com a passagem, mas é exatamente essa a mensagem que a autora prega durante toda a sua narrativa: mesmos lugares, podem ter aromas diferentes, dependendo do seu ponto de vista. Esse ensinamento, quase como uma moral de sua fábula verdadeira, é algo que todos devem ter em suas cabeças ao enfrentar todos os desafios do dia-a-dia.
Nenhum lugar é igual, e um mesmo lugar pode ser visto e vivido de várias maneiras, isso é o que tanto me fascina.
O programa Fantástico, da Rede Globo, estreou a nova temporada do quadro Vai fazer o quê, com um evento cotidiano um tanto incomum: um garoto de rua, parado em frente a uma livraria, pedindo um livro para os que passavam por ali.
Um jovem ator interpretou o garoto, e no vídeo vemos que não foi uma tarefa fácil convencer os transeuntes, já imersos em seus próprios mundos, a dar um livro para o menino. Você pode conferir o vídeo no site oficial do programa, clicando aqui.
O cenário foi baseado na crônica Fábula Urbana, escrita por José Resende Jr. Uma história comovente, que se encontra disponível para leitura em seu site oficial e para compra física aqui.
Extremamente comovente, não? O que você faria se algo parecido acontecesse com você? Conte para nós!
Atormentados pelos crimes que cometeu em seu primeiro ano como bruxo, tudo que Hugo mais queria naquele início de 1998 era paz de espírito, para que pudesse ao menos tentar ser uma pessoa melhor. Porém, sua paz é interrompida quando uma comissão truculenta do governo invade o Rio de Janeiro, ameaçando uniformizar todo o comportamento, calar toda a dissensão, e Hugo não é o único com segredos a esconder. Para combater um inimigo inteligente e sedutor como o temido Alto Comissário, no entanto, será necessário muito mais do que apenas magia. Será preciso caráter. Mas o medo paralisa, o poder fascina, e entre lutar por seus amigos, ou lutar por si próprio, Hugo terá de enfrentar uma batalha muito maior do que imaginava. Uma batalha com sua própria consciência.
Aviso: Pode conter spoilers do volume anterior, A Arma Escarlate.
Leia nossa resenha aqui.
Sinceramente, não sei como iniciar ou escrever a resenha desta obra de arte magnânima, mas vou tentar, juro que vou. Mas tenham certeza que, posso escrever um livro enorme falando de A Comissão Chapeleira e ainda assim não conseguirei explicar o que realmente senti lendo este livro.
Depois do sufoco que Hugo Escarlate causou em sua escola de bruxaria do Rio de Janeiro, Nossa Senhora do Korkovado, no ano anterior, tudo o que o garoto queria, era paz. Paz para tentar ser uma nova pessoa, paz para se redimir de todos os seus erros, cujas consequências não só o atingiram, mas também, seus amigos e pessoas próximas.
O garoto agora ganha o próprio dinheiro como aprendiz de varinheiro, mora junto com a mãe e a família de Caimana Ipanema e parece que sua vida finalmente tomará o rumo certo, apesar de ainda estar pagando pelos erros do ano anterior, a começar, pelo roubo de sua varinha escarlate, que a primeira vista, não pareceu uma grande coisa.
O ano é de eleições, e assim como o mundo mequetrefe, o mundo bruxo fica rodeado de propagandas, com muitos candidatos corruptos e mentirosos, como não poderia ser diferente. Só um salva, Átila Antunes, aquele que Viny nutre o mais profundo respeito e admiração e que tem tudo para ganhar as eleições.
Após um prólogo assustador, a primeira parte do livro se baseia nessa introdução a nova vida do Hugo e como seus amigos se adaptaram a ela, mostrando também, seu retorno a escola e uma série de acontecimentos que desencadeiam o resto do enredo deste livro. Não dá para eu me estender muito falando sobre estas pequenas histórias sem contar um spoiler porém, devo confessar que um fato em particular deste início me surpreendeu bastante e me fez pensar, será a Renata uma vidente? Afinal, algo idêntico havia acabado de acontecer no mundo azêmola… E o livro já estava escrito faz um bom tempo. Bom, aqueles que leram, saberão do que estou falando e aqueles que não, corram para a livraria mais próxima ou, lidem com a curiosidade. Ela não vai te deixar dormir, não vai te deixar pensar…
Com o fim das eleições inicia-se uma reforma no mundo bruxo, começando pela educação. Uma misteriosa comissão de controle chega à escola, liderada por um homem um tanto misterioso, que até então chamarei de Adriano para manter a devida identidade do ilustríssimo senhor preservada. Ele, extremamente misterioso, tira suspiros de qualquer pessoa por sua aura de extrema sofisticação, como se nada o abalasse. Ironicamente, Viny apelida este grupo de homens vestidos de preto e chapéu coco de A Comissão Chapeleira, sem saber então, do duro futuro que os aguardaria a partir de então.
Agora tem outro livro fotogênico para acompanhar o primeiro! Coloquei até uma baianinha ali, para ilustrar a Cidade Média, terra dos Caramurus, escola de magia da Bahia que nos é apresentada nesse segundo volume.
Ao ler os comentários da contracapa do livro, já aguardava por uma história um tanto sofrida, fato que se comprovou durante a segunda parte do livro, que me prendeu de maneira sobrenatural e me arrancou as mais variadas emoções. Como leitor, me senti dentro da história, um pixie que estava ao meio de toda a truculência que o enredo me apresentou. Não existiam palavras na minha frente e sim, os cenários mágicos que a autora descreveu de maneira tão majestosa. O jeito que a Renata descreve, conjugado com o fato da história se passar em território brasileiro, te faz entrar nas páginas do livro de uma maneira inexplicável, e conhecer seus personagens como se eles fossem seus melhores amigos, como se você fosse a pessoa que os criou. É um laço forte que conquistamos com eles, que os torna reais. Tão reais como você, lendo esta resenha e eu, tentando colocar em palavras o que senti ao ler esta história fantástica.
Mas as surpresas não param por aí. A Comissão Chapeleira, não é um simples órgão do governo, que propõe uma simples ordem no país. É uma organização corrupta e doentia, que traz para dentro do mundo bruxo, a realidade mequetrefe dos anos ditatoriais, mesclado com o advento mágico, o que torna aquilo que já conhecemos um tanto pior de ser lido, e vivenciado. Eu, como grande curioso, conheço bastante (através de pesquisas e histórias) a subjugação do Brasil aos anos ditatoriais, que até então pareciam algo bem distante, alheio a realidade, fato que mudou durante a leitura da obra de Renata Ventura, que fez uma mistura espetacular com toda a criatividade possível, e trouxe até mim, aquilo que antes estava distante, e isso é incrível. A capacidade da autora de produzir magia com palavras combinadas. Uma aura mágica emana de A Comissão Chapeleira.
Bom, finalmente chegamos a terceira e última parte do livro, que me fez parar de lê-lo inúmeras vezes, sem forças para continuar e acreditar naquilo que estava se desdobrando a minha frente. Devo ter lido cada frase no mínimo umas duas vezes, meu cérebro não processava, é inacreditável… Muitos livros são capazes de despertar emoções nos leitores, e sabemos que existem aqueles mais propensos a elas, e os menos propensos. Claro que a maioria dos livros me faz rir, me deixa angustiado mas A Comissão Chapeleira me fez chegar ao extremo. Fechei o livro inúmeras vezes, só para retomá-lo no segundo seguinte. Nunca fiquei tão aflito, com o rumo que meus personagens preferidos tomaram, em especial o Capí, que me deixou mais angustiado que qualquer coisa nesse mundo.
Quanto mais me aproximava do fim, mais minha aflição para saber mais aumentava, assim como o meu medo. O livro dá medo. Não tenho palavras suficientes para comentar sobre esta terceira parte em especial. Enquanto eu lia, ficava aflito para comentar com alguém o que eu tinha acabado de presenciar, para tornar aquilo real, mas não havia ninguém por perto! Mandei mensagens para vários amigos, comentando sobre o livro, mas ninguém entendia o porquê da minha aflição e como eu poderia ficar daquele jeito por um simples livro. Mas garanto uma coisa para você que leu até aqui: A Comissão Chapeleira não é um simples livro. É um portal para uma realidade alternativa, um livro transformador. Você pode achar exagero meus elogios a ele nesta resenha mas, antes de julgar, peço que o leia e volte para discuti-lo. Não se arrependerá, tenho certeza.
E eu, que havia sofrido com o conflito na Lapa durante A Arma Escarlate, mal sabia que o que me esperava nessa sequência seria mais arrasador em proporções inimagináveis. Dito isso, só me resta confirmar o que já é alertado na contracapa: encomende um coração a mais, ou até dois, e ainda não serão suficientes. Se ainda não era minha série preferida, acabou de se tornar e, ainda estamos no segundo livro. O que será que nos aguarda nos próximos volumes? Mal posso esperar para saber, porém, preciso de um tempo para me recuperar dessa surra literária que a narrativa inigualável de Renata Ventura me deu.
Quantas estrelinhas eu dou para o livro? Acho melhor você clicar aqui.
Aviso: Dei um aviso parecido ao final da minha resenha de “A Arma Escarlate”, dizendo que este causa dependência mas, este segundo livro causa ainda mais! A escrita da autora evoluiu em escalas gigantescas, o que nos fez amadurecer junto com os personagens. Antes de finalizar porém, quero reforçar que este livro é extremamente raro. Não me lembro da última vez que me senti tão ativo dentro de uma história, como me senti nesta. PS: Shippo Nádia e Índio <3
Renata Ventura assinando meu livro na Bienal de São Paulo <3
Famoso por “Watchmen” e “V de Vingança”, o quadrinista Alan Moore terminou seu segundo romance que, pasmem, tem mais de 1 milhão de palavras! Isso equivale, segundo o site “The Verge”, a três livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, de George R. R. Martin; ou dois de “O Senhor dos Anéis”, de J. R. R. Tolkien.
Seu primeiro romance, “A Voz do Fogo”, saiu em 1996. Desde 2006, Moore trabalhava em “Jerusalem”, espécie de continuação de seu primeiro livro em prosa, que retrata sua cidade natal Northampton, na Inglaterra. Agora, o romance enfoca apenas quatro quadras da região.
Ainda não há previsão de publicação, já que o material – gigantesco – deve ser revisado e editado antes de chegar às livrarias.
A Editora Nova Fronteira, do Grupo Ediouro, lança neste mês uma história inédita com o detetive Hercule Poirot. “Os Crimes do Monograma” (Nova Fronteira, 288 páginas, 29,90 reais), da britânica Sophie Hannah, chegou na última segunda-feira às livrarias, e conta a história de uma mulher que procura Poirot dizendo que está prestes a ser assassinada e de outras três mortes que aconteceram em um hotel de luxo. A narração fica por conta de seu parceiro, o policial Edward Catchpool, que traz um pouco de humor para a trama, contrapondo-se ao comportamento excêntrico de Poirot.
Outra novidade são os dois boxes com novas edições de famosas histórias de Agatha Christie, a rainha do crime. Um box traz reedições de “Assassinato no Expresso do Oriente”, “Morte no Nilo” e “Um Corpo na Biblioteca”; enquanto o segundo tem três outros sucessos: “Os Elefantes não Esquecem”, “A Mansão Hollow” e “Morte na Mesopotâmia”.
Poirot não aparecia desde o último livro de Agatha, “Cai o Pano”, onde é morto. Sophie Hannah foi escolhida após apresentar para a editora uma história que não se passava no século XXI. Ao mesmo tempo, a família de Christie procurava uma forma de atrair mais leitores para a grande obra de Agatha.
Conseguiram, “Os Crimes” é um dos livros mais aguardados deste ano e tem tudo para se tornar mais uma grande história de mistérios envolvendo nosso querido Poirot.
Fonte: Editora Nova Fronteira e Folha de S. Paulo Créditos da Imagem: Reprodução (Spy Hollywood)
A espera está chegando ao fim! Após o primeiro pôster com a Katniss ser liberado, a Lionsgate – produtora dos filmes da franquia – divulgou um novo teaser de A Esperança – Parte 1, iniciando então uma contagem regressiva para o trailer oficial, que deve sair no dia 15 de setembro (na segunda!). Confira o teaser:
Confira também o pôster divulgado em alta qualidade clicando na miniatura abaixo. O filme tem estreia prevista para 20 de novembro no Brasil.
A espera acabou, tributos! Vazou na internet há pouco, o primeiro pôster oficial de A Esperança – Parte 1, com estreia prevista para 20 de novembro no Brasil, um dia antes da estreia no resto do mundo. Nele, vemos Katniss Everdeen, a garota em chamas, vestida como rebelde e com as asas do tordo ilustrando suas ações atrás. Sem mais delongas, confira-o abaixo:
Ainda não o temos em alta qualidade, mas fiquem ligados no Beco Literário porque postaremos assim que sair! Ansiosos para a primeira parte do desfecho dessa trilogia magnânima? Leia nossa resenha dos livros, clicando aqui.