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Livro que inspirou filme "O Amor Mandou Mensagem" tem narrativa cativante e fala de perdas e superações
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Livro que inspirou filme “O Amor Mandou Mensagem” tem narrativa cativante e fala de perdas e superações

Cercado de expectativas, o filme O Amor Mandou Mensagem, adaptação do livro da alemã Sofie Cramer SMS Para Você (Editora Jangada), já tem data de estreia no Brasil: 11 de maio. Esta nova versão para o audiovisual contará com Priyanka Chopra Jonas no papel de Mira Ray (no livro, Clara) e Sam Heughan, que viverá o jornalista Rob Burns (no livro, Sven). Como cereja do bolo, teremos a cantora Celine Dion em sua estreia no cinema e, claro, assinando a trilha sonora.

Em SMS Para Você, livro que já ganhou uma aclamada adaptação na Alemanha em 2016 (SMS für Dich), Clara se vê arrasada após a morte trágica de seu namorado Ben, pouco depois de ter sido pedida em casamento. Para driblar a saudade, passa a enviar diariamente uma mensagem para o celular de seu falecido noivo.

O que ela não sabe, entretanto, é que o número do celular de Ben já havia sido transferido para outra pessoa, o jovem jornalista Sven, editor de economia numa fase de baixa criatividade profissional e ainda um pouco abalado pelo final de seu último relacionamento. Movido pela curiosidade e por uma inesperada conexão, Sven embarca numa apaixonada missão para descobrir a verdadeira identidade da misteriosa remetente. Entre alegrias e decepções, segundas chances, perdas, superações e novos amores, esta história de amor cativa o leitor, de forma delicada.

Na nova versão audiovisual, a adição de Celine Dion, que interpreta a si mesma, dá um tempero extra para a história. Em O Amor Mandou Mensagem (Love Again no original), a artista será entrevistada pelo jornalista e protagonista do filme e, de quebra, tentará ajudá-lo a se aproximar de Mira.

SMS Para Você é uma obra que toca em muitas questões do cotidiano, sem amenizar a realidade e exalta também o poder das amizades e da empatia. Um livro que toca em muitas questões do cotidiano, sem amenizar a realidade e exalta também o poder das amizades e da empatia. E quem compra o livro enquanto o filme estiver em cartaz, ganhará um ingresso para conferir essa incrível adaptação para as telonas (sujeito a disponibilidade no ato da compra e condições de uso marcadas no ingresso).

Trecho do Livro:

Como em transe, Clara abre os olhos, hesitante. E desperta bruscamente.

No mesmo instante, se sente estranha, como se tivesse ficado presa em um tempo desconhecido.

De repente, a crua realidade volta a se manifestar: Ben não está presente.

Ben nunca mais estará presente.

Deve ter sido um sonho. Fazia tempo que Clara não sonhava. Tampouco sorri há exatos dois meses e cinco dias, mesmo tendo tentado fazê-lo algumas vezes, até para evitar que sua mãe continuasse a consolá-la com suas extenuantes ladainhas. Se voltasse a ser a antiga Clara, talvez sua mãe a abandonasse à própria sorte.

Abandonada à própria sorte…

É exatamente assim que se sente desde que Ben morreu, ao cair da sacada naquele dia de janeiro.

Vício é escolha? Em livro, psicóloga usa ciência para desbancar mitos sobre adicção
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Vício é escolha? Em livro, psicóloga usa ciência para desbancar mitos sobre adicção

Ao contrário do que muitos pensam, o vício não é escolha ou resultado de falha moral. Todos, em maior ou menor escala, estamos suscetíveis a desenvolver comportamentos de dependência: o que contribui para isso, assim como as possibilidades de tratamento e os contextos social e político da adicção são explorados no livro A Psicologia do Vício, lançado pela Editora Blucher no Brasil.

Originalmente publicado em inglês (Routledge, 2018), o livro faz parte da coleção A Psicologia de Tudo, que explica temas diversos de forma clara e acessível. Além de reunir as principais concepções científicas acerca do tema, a obra reflete a experiência da autora, Jenny Svanberg, como psicóloga clínica focada em tratamentos para adicção na Escócia.

Lá, lidou com as dificuldades do tratamento, que vão além das teorias registradas em livros acadêmicos. O que aprendeu na prática foi registrado na obra. “Quando você trabalha com pessoas tentando se recuperar de vícios, você rapidamente aprende que a raiz de muitos comportamentos viciantes está no trauma e na perda”, relata Svanberg.

Diversos fatores contribuem à adicção, incluindo estados de vulnerabilidade e repetição de escolhas que, gradualmente, se tornam hábitos. Os hábitos são fundamentais à satisfação de necessidades emocionais, como de pertencimento, de segurança e de alívio da dor. O vício engana o cérebro, de forma que certos costumes se tornam profundamente enraizados e supervalorizados, assimilados como essenciais à sobrevivência.

Escolher tomar uma cerveja à noite pode provocar arrependimento pela manhã, mas por si só, não caracteriza um vício. No caso da adicção, o comportamento progressivamente cria uma trilha obrigatória no cérebro, até o ponto em que, mesmo que se deseje, não se consegue parar. “Embora as pessoas possam optar pelo uso, ninguém escolhe ficar viciado — ajuda, empatia e apoio são ferramentas mais eficazes para reduzir o vício do que a criminalização e o preconceito”, diz Svanberg.

O papel da compaixão — Para a autora, a compaixão deve estar no centro do tratamento para a adicção. Controlar comportamentos de dependência envolve não só tratar sintomas, mas adquirir consciência de impulsos, reconhecer as necessidades que o comportamento busca suprir e buscar alternativas mais seguras e saudáveis, processo que é afetado pelo preconceito.

“O preconceito aumenta sentimentos de vergonha em pessoas que podem estar lutando contra o uso de drogas ou álcool, tornando-as menos propensas a buscar ajuda e apoio nos estágios iniciais, quando isso pode ser mais útil. Ele nos cega para as coisas que poderiam ter contribuído para que alguém se tornasse viciado, como pobreza, trauma ou privação social”, explica Svanberg.

Para a pesquisadora, é necessário livrar-se do estigma que exclui e isola os afetados e impede a criação de um clima de cura e suporte, que envolve a conexão e a aceitação social: “Eu desafiaria qualquer um a realmente escutar as histórias daqueles que se tornaram viciados. Quando você entende como eles chegaram lá, é mais difícil estereotipar as pessoas e acreditar no estigma.”

Svanberg também ressalta a importância da legalização e da regulamentação de drogas neste processo, recomendada por profissionais de saúde e da lei: “Sabemos que a proibição não funciona, porque cria um mercado negro regulado pela violência e garante a disponibilidade de substâncias mais fortes e sujas nas ruas. Isto cria mais danos sociais e de saúde.”

A autora defende trazer o vício para a política de saúde pública em vez da política de justiça criminal. “Quando o vício é entendido e tratado como uma questão de saúde física e mental, podemos criar um clima mais encorajador de cura e apoio. Nesse tipo de clima, todos nós nos beneficiamos”, conclui Svanberg.

Rafa Brites narra 'Síndrome da Impostora’ Foto: Divulgação/Helder Fruteira
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Rafa Brites dá voz ao livro ‘Síndrome da Impostora’

O livro ‘Síndrome da Impostora’, escrito pela apresentadora Rafa Brites e publicado pelo selo Academia da Editora Planeta, acaba de ganhar uma versão em audiobook. Disponível no aplicativo Skeelo, o audiolivro mantém uma das características mais marcantes da obra: o tom de conversa. Agora, literalmente com voz, os leitores podem acompanhar os relatos pessoais da autora sobre perfeccionismo e baixa autoestima.

+ Como descobrir se tenho “Síndrome do Impostor”?

A obra fala muito bem sobre a sensação comum, principalmente entre as mulheres, de não se ver boa o suficiente ou de se sentir uma fraude. Rafa detalha esses sentimentos e aponta como a síndrome pode realmente afetar a vida das pessoas. O livro ainda traz dois pontos curiosos, sendo um deles a citação da ex-primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que sofria com a síndrome, e o outro relacionado ao que a autora chama de Sociedade Secreta de Impostoras Anônimas, já que mesmo sendo comum, muitas pessoas não expressam esse sentimento.

A escritora lembra que a proposta da obra é de trazer reflexões a partir de situações que aconteceram com ela ao longo da vida e da carreira e o audiobook reforça ainda mais a linguagem adotada por ela na escrita. “Parecia que eu estava conversando comigo. E foi assim que eu escrevi mesmo, em tom de conversa. Agora que gravei falando, senti isso mais forte ainda. Foi uma bela conversa”, relata ela.

Rafa ainda lembra que mesmo se conhecendo e percebendo esse processo, a síndrome insiste e é preciso buscar técnicas para lidar com ela. “Como eu falo no livro, a Síndrome da Impostora é uma sensação interna com reflexo de um cenário externo. Então, enquanto os problemas forem estruturais, dificilmente uma mulher não vai se deparar com essa sensação na vida. Mas sim, existem várias técnicas para não deixarmos ela nos empacar”.

Atualmente, Rafa Brites, que é formada em administração de empresas e pós-graduada em neurociência e comportamento, desenvolve o projeto Transformando Sonhos em Realidade com foco em atividades motivacionais, de liderança e desenvolvimento pessoal direcionado às mulheres.

Big Brother: como George Orwell influenciou o reality show
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Big Brother: como George Orwell influenciou o reality show

O famoso reality show “Big Brother” se popularizou não só no Brasil, mas também em vários outros países ao redor do mundo. Esse fenômeno televisivo vigia seus participantes 24 horas por dia e transmite as imagens gravadas ao vivo para todo o país. O verdadeiro Big Brother – ou Grande Irmão – porém, teve sua origem na literatura! Ele é apresentado pela primeira vez no livro 1984, escrito pelo jornalista britânico George Orwell, que  apresenta o slogan: “O Grande Irmão está de olho em você”.

+ Resenha: 1984, George Orwell

Nesse romance de ficção científica, o Grande Irmão é o líder supremo da fictícia Oceania, que controla toda a população. Na narrativa, todos os lugares, sejam eles públicos ou privados, estão ligados a uma espécie de câmera projetada pelo governo capaz de monitorar, gravar e espionar a intimidade da sociedade — assim como acontece na casa vigiada do Big Brother Brasil. Publicado em 1949, pouco antes da morte do autor, 1984 é considerado um drama distópico que cristalizou a mítica do Grande Irmão, além de refletir uma crítica ao totalitarismo, uma vez que os moradores não poderiam, de forma alguma, contestar o sistema criado pelo regime.

“Nesses momentos, seu ódio secreto contra o Grande Irmão se convertia em adoração, e o Grande Irmão parecia se agigantar, invencível e destemido protetor, como um rochedo contra as hordas da Ásia, e Goldstein, apesar de seu isolamento, de seu desamparo e da dúvida que pairava sobre a própria existência, parecia um feiticeiro sinistro, capaz de, apenas com o poder da própria voz, arruinar toda a estrutura da civilização.” (Livro 1984, p. 18)

Este clássico atemporal de Orwell ganhou, em janeiro de 2021, uma edição especial pelo selo Via Leitura, da Editora Edipro, com tradução direta do original assinada por Alexandre Barbosa de Souza, tradutor e editor com passagem por algumas das maiores editoras do país. A edição também conta com apêndice “Os princípios da novilíngua”, também escrito pelo autor, e evidência que 1984 continua sendo uma leitura atual, precisa e afiada. A capa e os brindes da edição foram desenvolvidas pelo artista plástico Carlo Giovanni. Brasileiro radicado em Portugal, Carlo cria ilustrações tridimensionais com recortes em papel, desenvolvendo projetos gráficos nas Américas e na Europa.

Paulistana de 20 anos transforma solidão da pandemia em livro de poesias sobre amor-próprio e superação
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Paulistana de 20 anos transforma solidão da pandemia em livro de poesias sobre amor-próprio e superação

A pandemia foi um período que marcou redescobertas para milhares de pessoas, seja sobre uma nova autopercepção, a noção do que realmente é prioridade, a verdadeira vocação, paixões escondidas, a força de superação e o renascimento do amor-próprio. Com todos estes temas se misturando, a escritora Louise Ramas, de 20 anos, lança seu primeiro livro de poesias, Só dou flores aos vivos que não tem pressa.

A obra de poesias compila textos escritos pela universitária durante a pandemia, certamente um dos períodos mais desafiadores de parte da população mundial. De acordo com ela, escrever nestes tempos foi uma forma de lidar com sentimentos e angústias e principalmente canalizar a energia em uma produção artística.

+ Carpir ramas é pesado. Pagam pouco por muito trabalho…

E apesar de muito jovem, Louise carrega várias experiências de vida. Na carreira acadêmica, por exemplo, chegou a fazer um curso na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, tendo inclusive a oportunidade de visitar a Assembleia Geral.

A jovem escritora também tem uma veia empreendedora aguçada desde muito cedo.  Louise participou, em 3 oportunidades, do Dell Women’s Entrepreneur Network (DWEN), evento sobre a rede de capacitação de mulheres empreendedoras da Dell. Na edição 2017 do DWEN, realizada em São Francisco (EUA), quando tinha apenas 16 anos, participou com garotas de diversos países do programa “Girl’s Track”, voltado para jovens entre 12 e 18 anos e teve o projeto do seu grupo escolhido para uma apresentação de um plano de negócios para todas as empreendedoras presentes no evento.

Na vida artística, Louise escreve pensamentos, poesias e poemas desde a adolescência. Além de servir como uma espécie de válvula de escape para os desafios do dia a dia, a entrada neste universo foi uma homenagem ao pai.

“Ele também escrevia poesia quando tinha a minha idade, mas acabou perdendo todos os textos em uma enchente. Por causa disso, meu início no mundo literário está sendo uma realização de sonho para ele também, que junto da minha mãe e meus familiares me apoiaram em todo o processo”, ressalta Louise.

Concepção das poesias

Em tempos de pandemia, tirar um novo projeto da gaveta e colocá-lo no mundo pode ser uma tarefa complicada. Louise confessa ter passado por essa dificuldade. Ela conta que há um bom tempo nutre esse sonho de escrever, mas que o medo da rejeição fez com que a missão ficasse guardada por um bom tempo.

“No final das contas, se nós não fizermos aquilo que sonhamos, ninguém fará pela gente. Eu entendi que aquilo que eu estava produzindo poderia impactar as pessoas. A partir disso dei conta de como seria gratificante receber a notícia de que alguém se identificou com as minhas palavras”.

O projeto Só dou flores aos vivos que não tem pressa durou cerca de 1 ano, contando desde os rascunhos iniciais até a edição final do livro. Assim como toda obra em andamento, ele passou por alterações ao longo do caminho até tomar a forma atual.

No processo, a jovem teve mentoria de Luna Vitrolira. A artista da música e do texto é autora de Aquenda: o amor às vezes é isso, livro finalista do Prêmio Jabuti 2019, e do álbum homônimo, lançado em 2021.

Louise, que tem o sonho de se tornar uma escritora profissional, comenta que o trabalho com Luna foi essencial para transformar o compilado de poesias em uma obra coesa com início, meio e fim. Além disso, o processo fez com que o livro ganhasse uma protagonista, que passa por uma jornada particular de dificuldade até o ápice da superação.

Inspirações

Entre as inspirações da jovem autora estão poetas como a portuguesa Matilde Campilho e a norte-americana Sylvia Plath. Ela diz que além de se identificar com as obras das escritoras, considera que suas temáticas a estimularam a enxergar o mundo de maneira diferente. A brasileira Natália Parreiras Rubra e O livro que não escrevi foi outra fonte de criatividade para a jovem, que se considera feminista desde muito cedo.

Apesar de ter a obra destes artistas na cabeça, ela afirma que Só dou flores aos vivos que não tem pressa carrega um tom bastante autoral, possuindo linguagem e vozes próprias.

“O livro vem de uma perspectiva feminina, mas não é só para mulheres. Todo mundo passa, ou passou, por relacionamentos pesados e merece encontrar de novo o amor. E apesar de carregar algumas experiências que eu passei, a personagem central não sou eu. Qualquer pessoa consegue se identificar com o que está escrito ali”, argumenta.

Louise faz questão de ressaltar também que o chileno Pablo Neruda é outra inspiração. O poeta vencedor do Nobel de literatura de 1971 é referenciado principalmente por obras como Cem sonetos de amor.

“A poesia é sempre bastante pessoal, então escrever esses textos é uma forma de verbalizar sentimentos que muitas vezes não estão claros nem para nós mesmos. No meu caso, eu me inspirei muito em todos esses autores e comecei a escrever como se fosse uma terapia”.

O amor tem saída

O livro tem 25 poesias com versos e estrofes que mostram várias facetas do amor, entre elas a perda e  reconquista. Ao final de tudo, a temática central é o amor-próprio.

“Eu queria que as pessoas entendessem que vai ficar tudo bem. Às vezes a gente está numa situação difícil e achamos que não tem saída. Mas as coisas aos poucos vão se encaixando e melhorando. Depois de um relacionamento complicado, chega o momento em que nós nos apaixonamos por nós mesmos novamente”.

A autodescoberta da personagem central vem acompanhada com a percepção de que o “amor tem saída”, argumenta a própria escritora.

E mesmo não sendo uma obra biográfica, já que Louise explica que não é a protagonista, o livro tem toques pessoais e uma homenagem familiar bastante especial. Uma das poesias é dedicada diretamente à avó paterna da escritora.

“A escrita e publicação do livro estão sendo experiências muito fortes e marcantes para mim. Tudo tem um significado muito poderoso particularmente e na ideia central. Eu quero passar ao leitor a ideia da beleza da redescoberta de si mesmo e que ele precisa se apaixonar completamente pelo que é e pelo seu próprio processo. Quero que ele saiba, principalmente neste momento difícil que atravessamos, que é possível estar bem consigo mesmo”, finaliza a jovem escritora.

Livro que mostra a presença da ciência no cotidiano conquista prêmio Jabuti
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Livro que mostra a presença da ciência no cotidiano conquista prêmio Jabuti

O livro ‘Ciência no cotidiano: Viva a razão. Abaixo a ignorância!’, escrito pela bióloga Natália Pasternak e pelo jornalista Carlos Orsi, conquistou o Prêmio Jabuti na categoria “Não Ficção – Ciências”. A obra, publicada pela editora Contexto e disponível em ebook no aplicativo Skeelo, mostra de forma clara como a ciência está presente no cotidiano das pessoas e como ela é cada vez mais importante para o desenvolvimento da humanidade.

+ Resenha: O Sol também é uma estrela, Nicola Yoon

Apesar da palavra ciência, o livro não traz textos técnicos e cada capítulo pode ser considerado uma tradução da realidade de pesquisas e estudos para a rotina mais comum das pessoas. A obra aborda assuntos como energia, bactérias, vacinas, genética e alimentação, higiene e saneamento básico e até sobre o uso de satélites. Tudo isso abundantemente utilizado pela sociedade e cada vez mais necessário para uma vida segura e tecnológica.

Um dos principais objetivos da obra é revelar como a ciência está em tudo o que se conhece e se usa hoje. “O livro mostra ao leitor que o cotidiano é permeado por ciência, e sem que a gente perceba, participa das nossas decisões do dia a dia. Observando isso, as pessoas passam a valorizar mais as pequenas coisas do cotidiano que tornam possível o estilo de vida moderno e tecnológico que desfrutamos hoje”, explica Natália Pasternak.

A conquista do principal prêmio literário no Brasil, o Jabuti, é o reconhecimento do objetivo alcançado pelos autores. “Ficamos muito contentes e honrados de ter nosso trabalho reconhecido com o maior prêmio da indústria do livro do Brasil”, comenta a autora.

Serial killer aterroriza Rio de Janeiro em novo suspense brutal de Vanessa Guimarães
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Serial killer aterroriza Rio de Janeiro em novo suspense brutal de Vanessa Guimarães

A cidade do Rio de Janeiro é cenário de crimes cruéis em “Os Outros”, novo suspense brutal escrito pela premiada Vanessa Guimarães. Lançado em 2021 pelo Grupo Editorial Coerência, o título traz a detetive renomada Joanna Guivel para mais um caso, mas desta vez envolvendo um serial killer que deixa marcas simbólicas e enigmáticas nos restos mortais de suas vítimas.

+ Resenha: Em Janeiro, Caio Bersot

Corpos multilados com supostas mensagens, são encontrados às margens de lagoas da cidade do Rio de Janeiro. A situação intriga a população e Joanna Guivel sente-se seduzida a solucionar esse mistério, mas sua vida vira de cabeça para baixo quando Sarah, sua sobrinha, desaparece em meio ao caos.

Motivada a deter o assassino e preocupada com as ameaças veladas à sua família, a detetive inicia uma jornada que requer bastante cuidado e passos cautelosos. Desta vez, o que lhe desafia é uma mente doentia e ela precisará de discernimento e perspicácia para digerir a verdade por trás de todos esses crimes.

“Este é um livro para quem gosta de histórias frenéticas e eletrizantes, com cenas que podem revirar o estômago dos leitores”Vanessa Guimarães informa que em meio a  tanta brutalidade o livro nos faz repensar até onde podemos ir por amor. “A obra é composta por várias camadas, e o leitor sentirá cada uma delas por meio das diferentes perspectivas que compõem a narrativa do título”, conclui.

Vanessa Guimarães estreou há 2 anos na literatura e já marcou sua trajetória vencendo o Coerência Choice Awards 2020 como Melhor Suspense com “Beijo de Borboleta”, seu primeiro livro. Já na edição passada com “Os Outros” garantiu o prêmio de Melhor Autor 2021.

Os exemplares estão à venda nas principais livrarias do Brasil e disponíveis na Amazon na versão física e e-Book no Kindle Unlimited.

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O início de um novo ano é um bom momento para começar a escrita de um livro

Todo final de ano traz consigo a vontade de iniciar algo novo, seja no âmbito pessoal ou profissional. Por isso, trata-se de uma época favorável para tirar do papel as ideias que estavam há tempos guardadas e colocá-las em prática. Com a escrita de um livro, não é diferente.

Eduardo Villela, book advisor e profissional com mais de 16 anos de experiência no mercado editorial, explica que, “o início do ano é ótimo porque é um momento em que as pessoas realmente pretendem colocar em prática os principais projetos que planejaram para si. E escrever um livro é sonho importante para muitas pessoas. Se o autor começar a trabalhar na escrita de seu livro já em janeiro, são boas as chances de ele já ter o conteúdo da obra pronto ainda no primeiro semestre, o que torna viável que ela seja publicada no segundo semestre”, diz.

+ Sobre a escrita e sobre a música

“Para começar bem a escrita de seu livro, primeiro cuide bem de seu espaço de escrita” destaca o especialista. Confira suas sugestões a seguir:

  • Escolha um ambiente onde você possa ficar isolado – É muito fácil se distrair com objetos e ruídos ao seu redor, como TV, barulhos diversos da rua etc. Por isso, se possível, escolha um local em que você possa ficar sozinho e que te permita ficar relaxado e focado. Mantenha distantes todos os itens e dispositivos eletrônicos não relacionados ao trabalho;
  • Mantenha organização – É importante que o ambiente esteja organizado. Um lugar bagunçado ou uma mesa lotada de papéis, documentos e outros objetos desnecessários gera caos e desorganização no pensamento do autor no momento de escrita. Uma mesa desordenada tira a atenção de seu trabalho. Um espaço de trabalho bagunçado desorganiza a mente e drena energia, o que afeta na qualidade de escrita;
  • Busque conforto – Um espaço de trabalho desconfortável também impacta na produtividade de quem escreve. Se possível, certifique-se de que tudo o que você tem em seu espaço de escrita inspire sentimentos positivos e aumente seu conforto. Contudo, não exagere! O ideal é não ser tão confortável a ponto de relaxar muito o corpo e a mente;
  • Tenha tudo o que você precisa por perto – O ambiente precisa ter o que você precisa para escrever. Além de ferramentas básicas como canetas, lápis e algumas folhas, alguns escritores, por exemplo, gostam de manter um caderno ao lado do notebook para anotações ou deixam algumas revistas e livros na mesa para pesquisas e consultas;
  • Preste atenção à ergonomia – Ficar sentado por muito tempo de forma inadequada pode prejudicar sua coluna. E, como escritor, você passará muito tempo sentado. É importante, então, investir em uma cadeira de escritório confortável para o adequado apoio das costas. A postura é muito importante na hora da escrita, pois desconfortos no corpo podem atrapalhar o raciocínio;
  • Hidrate-se e alimente-se – Ao entrar em estado de fluxo e trabalhar por horas seguidas, o autor geralmente não percebe o tempo passar. Escrever é uma atividade intelectual na qual o cérebro gasta bastante energia, por isso é fundamental fazer algumas pausas para se hidratar e alimentar-se.

Outro ponto importante: quando se trata da escrita do primeiro livro, principalmente, o escritor precisa entender qual tema ele pretende tratar. “É muito comum pessoas que querem escrever seu primeiro livro de não ficção ficarem em dúvida sobre qual tema escolher. Assim, trago algumas sugestões servem como um guia útil para começar essa jornada”, complementa.

  • É importante a escolha de um tema que você conheça bem e tenha pleno domínio. Só assim você estará em condições de produzir um conteúdo que possa ser aplicado pelos leitores em seu dia a dia e ser útil na vida deles;
  • Outra boa maneira de encontrar seu tema é observar em quais assuntos as pessoas ao seu redor (clientes, parceiros de negócios, amigos etc.) te consideram referência. Você costuma ser consultado sobre o quê? É considerado expert em algo? Para quais temas as pessoas te procuram quando estão com alguma dificuldade, querem se aprofundar ou desejam aproveitar determinada oportunidade?
  • Por fim, observe assuntos pelos quais você tem paixão. São aqueles sobre os quais você pensa todos os dias, que está sempre imerso e buscando saber mais e mais. Pode ser algum hobby ou mesmo alguma atividade específica dentro de sua atuação profissional.

“Saber com precisão quem serão os leitores de seu livro é outro item fundamental para quem está começando”, observa o book advisor. Os leitores só se interessarão por um livro se ele atender suas necessidades. Tais necessidades podem ser diversas: compreender um tema por alguma razão específica; busca de ferramentas, técnicas e metodologias para solução de problemas; informações que ajudem na realização de algum sonho; dentre outras. “Um dos maiores objetivos de quem deseja lançar seu livro é que ele seja lido pelo maior número possível de pessoas. Para que isso aconteça, o autor deve escrever seu livro tendo em mente as características e a realidade dos leitores, ou seja, pensar como a obra vai contribuir para melhorar a vida deles e levar isso para o conteúdo” explica Villela. Por fim, Villela recomenda que o autor busque assessoria especializada para construir seu livro. “Escrever não é uma tarefa fácil, por isso é importante contar com o auxílio de um especialista.

Livro de ficção levanta reflexões sobre as consequências de desistir de si mesmo
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Livro de ficção levanta reflexões sobre as consequências de desistir de si mesmo

“A História Esquecida da Hospedaria na Estrada”, de C. A. Saltoris, ganha nova edição pelo Grupo Editorial Coerência

Com palestra marcante no TED, a mulher que dá vida à artista C. A. Saltoris se destaca por dominar um assunto muito presente em nossa sociedade. Desistir dos próprios sonhos vem sendo uma atitude comum entre a população brasileira, e em seu romance “A História Esquecida na Hospedaria da Estrada”, a autora narra um romance gótico que levanta reflexões sobre as consequências desse hábito, a qual vem sendo uma opção recorrente entre as pessoas.

Com nova edição prevista para ser lançada em novembro pelo Grupo Editorial Coerência, o livro de ficção gira em torno da aventura de Matthew Roberts, que ao partir para visitar o irmão doente, se hospeda em um misterioso hotel. Lá, ele perde as memórias e o tempo passa mais rápido do que o protagonista percebe, desvendando os perigosos contos de fadas da morte sobre criaturas, Sonhos Mortos e um amor impossível…

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“No decorrer da escrita, notei que como estava esquecendo de quem quis ser um dia”C. A. Saltoris percebeu que sonhos deixados para trás não se realizam, e voltou a trabalhar na história, frisando que é um caminho doloroso e que requer coragem, mas que no final vale muito a pena.

Enquanto o lançamento do livro de ficção não chega, C. A. Saltoris faz cosplay de Limunê, protagonista da história, para ler alguns capítulos da história por meio de vídeos no Youtube. O primeiro capítulo já está liberado.

Indicado ao Coerência Choice Awards 2021 na categoria Melhor Terror, a artista se sente bastante lisonjeada em ser indicada na premiação. “Uma história de amor, assassinatos, amizade e perda”, a obra está nas etapas finais de editoração e a pré-venda dos exemplares será iniciada em breve.

Palestra no TED: https://youtu.be/I1A5ncJv26o
Primeiro capítulo do livro: https://youtu.be/i55R30qefTI

Sobre a autora: C.A. Saltoris é uma premiada autora brasileira cosplayer de Fantasia, e o pseudônimo de Ariane de Melo: Uma mãe residente na Alemanha, jornalista, ex-atriz e diretora teatral, empresária em série e fundadora da Empresa de Gestão, Coaching & Entretenimento Ariadnefaden UG. Ariane deu uma palestra no TED sobre Sonhos Mortos, baseada no sistema que criou para oradores baseado em um de seus romances de Fantasia – e ela não gosta de ver seu nome de nascimento impresso em livros; isso é coisa de Saltoris.