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Editora Leya levará trono de Game Of Thrones para Bienal

Ontem foi ao ar o último episódio da temporada atual de Game Of Thrones, e até a exibição da próxima, teremos um longo ano sem a série do momento. Para que você não sinta tanta saudade, a Editora Leya vem lançando livros especiais com detalhes das temporadas, que vem com muita coisa que você deixa passar ao assistir aos episódios.

Resultado de imagem para Game Of Thrones: Por Dentro Da Série Da Hbo - Terceira E Quarta Temporada

Os livros são de capa dura e ricos em informações. Em parceria com a Book Partners, os livros da série (e outros também) estarão com 45% de desconto na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Tanto na compra física quanto na online, não sendo cobrado o serviço de entrega para todo o Rio de Janeiro. A promoção de frete grátis para todo RJ também será válida para os mais de 600 mil livros disponíveis no catalogo do portal da Cia. dos Livros, que você pode conferir clicando aqui.

Ah, por falar nisso, uma réplica do trona da série, com mais de 2 metros de altura e cerca de 80kgs estará no stand da editora. Dá para aproveitar as promoções e ainda tirar ótimas fotos.

18ª Bienal Internacional do Livro Rio
31 de agosto a 10 de Setembro de 2017

Horários de Funcionamento
31 de agosto: 13h às 22h
7 de setembro (feriado): 10h às 22h
Durante a semana: 9h às 22h
Finais de semana: 10h às 22h

Local
Riocentro
Av. Salvador Allende, 6555
Barra da Tijuca
22780-160 – Rio de Janeiro – RJ

Ingressos
Inteira: R$ 24,00
Meia-entrada: R$ 12,00

 

Perguntas aleatórias
Perguntas aleatórias
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Vlog: Tag com perguntas aleatórias sobre mim!

Aproveitando que estamos nessa moda de voltar com as tags aqui no Beco Literário, resolvi gravar uma no nosso canal também! Não sei bem o nome dela, então apenas chamei de perguntas aleatórias sobre mim que peguei e respondi. Olha só:

E aí, o que achou? Concorda com algumas das perguntas? Discorda de outras? Quer novas tags aqui no site e no canal? Comenta aí!

E veja também a nossa resenha de Jantar Secreto do Raphael Montes e o maior recebidos da história do Beco Literário. Aproveita e faz essa tag no seu blog ou canal também e manda o link pra gente, queremos ver as suas respostas.

Maisa Silva
Maisa Silva
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Beco na Bienal: Especial Maisa Silva #17

Maisa Silva apareceu na televisão pela primeira vez com três anos de idade. Maisinha, na época, encantou a todos com uma sinceridade cortante e personalidade forte. Ao longo dos anos, pudemos acompanhar o crescimento de Maísa dentro e fora das telinhas. A interação da menina com o patrão Silvio Santos rendeu bons frutos e a carreira de Maísa só cresce cada vez mais forte. Com mais de 2 milhões de seguidores no twitter, Maisa diverte a todos mostrando sua realidade. A cantora, atriz, apresentadora e youtuber passou a se aventurar como escritora desde 2016.

O primeiro livro intitulado “Sinceramente Maisa – Histórias de uma garota nada convencional”, traz um tom intimista e divertido para seus leitores. O livro biográfico abordam vários temas presentes na vida da adolescente como moda, comportamento e bullying. No lado profissional, Maisa fala sobre todas as dificuldades que enfrentou como estrela mirim para consolidar sua carreira.

Em “O diário da Maisa”, a autora aposta em uma abordagem diferente. O livro é totalmente interativo, ele é uma agenda com todos os dias do ano de 2017. Além de espaços para organização, o livro ainda conta com adesivos, poster e frases marcantes do primeiro livro de Maisa. Em seu canal do youtube, a apresentadora faz um tour pelo livro explicando todas as partes e possibilidades.

Apesar de seu grande sucesso em todas as redes sociais, é no twitter que Maisa interage mais com seus fãs. A cantora passa o dia proporcionando tweets divertidos e inspiradores para seus seguidores. A parceria de Maisa com o twitter deu tão certo que agora vai virar livro ! “O Livro de Tweets da +A” Vai ser lançado, esse ano na Bienal do Rio de Janeiro. A obra vai reunir os melhores tweets de Maísa e explicar a situação na qual eles foram feitos.

Maisa estará na Bienal nos dias 2 e 3 de agosto. No dia 2 ela estará na Arena #Sem Filtro para um bate-papo com seus fãs e uma sessão de autógrafos às 15h30. Já no dia 3, ela estará no estande da livraria Saraiva para uma sessão de autógrafos das 11h às 13h.

Bienal
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Beco na Bienal: Quais são as diferenças da Bienal do Rio e da Bienal de SP? #16

Quando falamos em Bienal, já começamos a surtar e a morrer de ansiedade na mesma hora. Fazemos os maiores sacrifícios, quebramos os cofrinhos e vamos com a cara e a coragem garimpar promoções. Os paulistas, anseiam pela Bienal em São Paulo e até se matam em um ônibus de 8h de viagem para chegar no Rio. Os cariocas, contam nos dedos os dias pela Bienal na terra do Cristo. Mas, você sabe quais são as maiores diferenças entre as bienais? Nós, que já somos peritos em ambas, te contamos tudo baseado em nossas experiências.

1. A organização do evento
A Bienal de São Paulo, apesar de mais antiga, é organizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), uma entidade sem fins lucrativos que visa promover o mercado editorial brasileiro e cultivar o hábito da leitura. A CBL também é responsável pelo Plano Jabuti de Literatura. Ela começou em 1951, como uma simples feira do livro e em 1961, se organizou como Bienal. No entanto, somente a partir de 1970 que começou a ganhar o formato que conhecemos no dia de hoje.

A Bienal do Rio é organizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro, em parceria com o Ministério da Cultura e com a Secretaria Municipal de Cultura. Começou há 36 anos atrás, nos salões do hotel Copacabana Palace, em 1983, e aos poucos, foi se transformando no maior e mais importante acontecimento editorial de todo o país.

2. O tamanho dos locais
A Bienal de São Paulo geralmente acontece no Parque de Exposições do Anhembi, que tem cerca de 74,5mil m², os estantes das editoras são um pouco mais enxutos e a Bienal acaba por não utilizar todo o espaço para exposição. O Riocentro, onde acontece a Bienal do Rio, tem cerca de 500 mil m² e seu espaço é dividido em cinco pavilhões, onde três são usados inteiramente para a Bienal! Se você já cansa na de SP, se prepara para andar muito na do RJ!

3. Os estandes
A maioria das editoras que nós amamos, tem sede no Rio de Janeiro. Sendo assim, fica muito mais fácil carregar infraestrutura, material de exposição e o gasto é consequentemente menor com os funcionários, que já moram no Rio. Por isso, elas acabam por produzirem espaços de exposição muito maiores que em São Paulo, e com mais variedades de livros. (Isso também explica o item anterior, onde em SP, apenas uma parte do pavilhão é usada, enquanto no Rio, ele é usado quase por inteiro).

4. As promoções
Sabe nos últimos dias de bienal quando dá a louca nas editoras e tudo entra em promoção? Então, elas são melhores na Bienal de São Paulo. Como a maioria das editoras são do Rio, o gasto de logística reversa, isto é, mandar de volta para o Rio todos os livros que estão em SP pode ser muito grande com o que sobrou, muitas vezes elas optam por vender a um preço bem mais baixo. E nós amamos. (Pode pechinchar, viu?) – E claro que também existem muitas editoras de SP, na Bienal do Rio. Por via das dúvidas, vale a pena pesquisar onde fica a sede de cada uma das suas preferidas e chegar com a língua afiada nos argumentos.

5. As parcerias
A Bienal de São Paulo, sendo organizada pela CBL e não diretamente pelo governo, tem uma abertura maior para fazer parcerias com blogueiros, youtubers, e pessoas do gênero. O Beco Literário mesmo participou da organização do ano passado, e isso pode render um evento que tem mais a sua cara, porque nós pensamos justamente no que gostaríamos de ver, e por isso, vocês também gostariam de ver. É tudo pensado com muito cuidado e consequentemente, podem vir mais autores que gostamos.

6. Os anos
As Bienais de SP sempre acontecem nos anos pares, enquanto as do Rio, sempre acontecem em anos ímpares. Sendo assim, todos os anos nós temos bienal! E isso é demais, porque é quase impossível esperar dois anos inteiros para encontrar os amigos, né?

7. Localização
A Bienal de São Paulo é feita no Anhembi, como falamos. O complexo do Anhembi, recebe shows periodicamente e fica muito próximo da rodoviária, contando inclusive, com um hotel lá dentro, o que é bastante cômodo para quem vai para ficar por vários dias. Os gastos com transporte podem ser um pouco menores, porque além de ter tudo lá dentro, o iFood tem ótimas opções por ali. Já o Riocentro, é um espaço apenas para o evento, e por isso, você pode precisar se deslocar para os hotéis que existem ali por perto, na Barra da Tijuca, que é um bairro nobre e pode ter preços um pouco elevados.

8. Lotação
A Bienal do Rio é quase três vezes maior em espaço que a de SP, então, VAI ESTAR MUITO LOTADO. O ideal é você ir de tênis e preparado, porque os espaços para descanso são 3x mais concorridos e as mesas para alimentação então, nem se fala.

9. Encontrar autores andando por aí
Na Bienal do Rio, as possibilidades são maiores! O lugar é imenso, muitas editoras fazem verdadeiras arenas dentro dos seus estantes e acabam por levar os autores para autografarem lá mesmo. Só que ele não chega voando, né? Então, as chances de você ver seu autor andando por aí antes da sessão de autógrafo no estande da editora, é infinitamente maior que na Bienal de SP, onde existem os espaços específicos para autógrafo com rotas de entrada e fuga muito bem escondidas. Eu mesmo encontrei a Julia Quinn andando pelo evento na última Bienal do Rio!

9. Conhecer outros blogueiros, amigos, youtubers…
Assim como as editoras, existem pessoas que são de SP e outras que são do RJ. Então, o legal de ir nos dois eventos é que você encontra com todo mundo! Existem inclusive muitos eventos que são feitos exclusivamente para esse fim. E ah, só mais uma dica: quando te oferecerem um mapa na Bienal do Rio, pegue! Se perder lá dentro é muito fácil.

E então, vocês conseguem lembrar de mais alguma diferença entre as duas bienais? Comenta aí pra gente!

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Beco na Bienal: Especial Raphael Montes #15

Raphael Montes é um dos autores favoritos de toda a equipe do Beco Literário. E é muito claro o motivo de tanta adoração. Com três romances publicados, contos e uma coluna no Jornal O Globo, Raphael é o autor nacional mais promissor em muito tempo.

Nascido no Rio de Janeiro em setembro de 1990, venceu o Prêmio Benvirá de Literatura 2010, com apenas 20 anos. Na ocasião, teve o seu primeiro sucesso publicado pelo selo da Editora Saraiva. O livro Suicidas tirou o folego dos leitores que acompanhavam ao decorrer dos capítulos em um ritmo eletrizante a participação de jovens da elite carioca em um jogo de roleta-russa, o que os levou a tal situação e o desespero de suas famílias ao acompanhar a investigação policial após o ocorrido. Tudo isso em capítulos alternados que prendem a atenção de um modo pouco visto por aí. Não é à toa que a demanda pelo livro continua alta mesmo após 7 anos de sua primeira publicação.  Por isso, foi lançado neste mês de agosto uma nova versão deste best-seller, pela Editora Companhia das Letras.

Em 2014 chegou nas livrarias o sucesso Dias Perfeitos, que conta a história de ‘amor forçado’ entre Clarissa e Théo. O livro pode ser encontrado em 22 países e foi escolhido como “Livro do Mês” da Amazon americana, sendo aclamado mundialmente. O livro rendeu inclusive uma peça de teatro que estava com temporada em São Paulo há poucas semanas.

Raphael Montes é capaz de aliar a atmosfera de suspense de um filme de Alfred Hitchcock ao humor negro de Quentin Tarantino. – The Guardian

Apenas 1 ano depois foi lançado O Vilarejo, um livro de contos interligados que renderam a Raphael uma comparação (muito justa) com Stephen King. O ‘romance fix up terror’ como ele mesmo define era apenas uma amostra do que estava por vir.

No final do ano passado fomos agraciados com o lançamento de “Jantar Secreto”. O romance reflete bem a angústia de muitos jovens que experimentam o amargo gosto do fracasso aos 25 anos. No Brasil, a maior taxa de desempregados está nessa faixa etária. Mas isso é apenas um mero detalhe nesta história que envolve romance com prostitutas, mudanças de vida e acredite, canibalismo. Inclusive temos uma resenha bem completa, que você pode ler clicando aqui.

Raphael Montes está entre os mais brilhantes ficcionistas jovens que conheço. Ele vai certamente redefinir a literatura policial brasileira e surgir como uma figura da cena literária mundial. – Scott Turow

Montes apresenta na TV Brasil o programa Trilha de Letras, espaço onde proporciona um bate-papo com outros autores, booktubers e jornalistas. O programa vai ao ar todas as quintas-feiras ás 21:30.

No dia 2 de setembro, Raphael estará distribuindo autógrafos na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Será ás 18:00 no stand da Saraiva. No dia 5 de setembro, ás 17:30 terá sessão em São Paulo, na Loja Saraiva do Shopping Eldorado.

Se você ainda não conhece as histórias, aproveite! A Amazon está com os títulos do autor com desconto este mês, é só clicar aqui e aproveitar!

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Beco na Bienal: Especial Girls in the house #14

Você já deve estar acompanhando a nossa série de postagens sobre a Bienal do Livro 2017 que irá acontecer no Rio de Janeiro, não é mesmo? Nós separamos os assuntos mais interessantes desse mundo maravilhoso da literatura para deixá-los um pouco mais ansiosos para o evento desse ano.

2017 está sendo um ano de adoráveis surpresas para o entretenimento, com certeza, uma delas é a websérie “Girls in the house” criada, produzida, editada, dublada pelo seu curioso criador “Raony Phillips”, um carioca de criatividade ímpar.

O seriado que conta a história de quatro meninas, que trabalham na Pensão da Tia Ruiva já contabiliza mais de 100 milhões de visualizações no youtube, com direito até a criação de um spin off chamado “Disk Duny” com a personagem de maior destaque do seriado, Duny, é claro.

A série é inteiramente produzida com o jogo “Sims”, sendo esse um dos grandes atrativos do seriado, que acompanha um texto super ágil, dezenas de bordões e uma comédia onde é impossível não rir. Afinal, os núcleos do seriado são todos singulares e acompanham diversos personagens exóticos. Um dos personagens secundários da trama que ganhou grande repercussão no início da série é Irene, uma cabeleireira que ficou conhecida por literalmente raspar os cabelos de suas clientes, dando origem ao bordão popular “Eu tive Irene” fazendo referência ao cabelo das pessoas.

Depois do grande sucesso no Youtube, a “Simsérie” chegou a tv a cabo, através do canal TNT, que passou a exibir vídeos da personagem Duny interagindo com celebridades do universo pop envolvidas com grandes premiações. E finalmente chegou o momento em que o Youtube e a televisão ficaram pequenos demais para o sucesso GITH (sigla usada pelos fãs), pois a Editora Intrínseca anunciou que fechou um contrato com Raony Phillips para a criação do livro “Meu livro. Eu que escrevi.” que é narrado pela personagem “Duny”. Vamos conhecer mais do livro?

Duny (lê-se Dani) é uma celebridade de alcance mundial, alçada ao estrelato por seu imenso talento, inteligência, classe e beleza incomparáveis. Ou, pelo menos, era isso o que ela esperava da vida – que, no caso de Duny, se resume basicamente a um loop infinito de lacres, barracos e baixarias cometidos em busca da fama. Meu livro. Eu que escrevi é o maior deles.

Conhecida dos fãs principalmente por trabalhar e morar na Pensão da Tia Ruiva e ser uma das estrelas da websérie Girls in the House, Duny hoje comanda também o reality show investigativo Disk Duny e é comentarista on-line de premiações como o Oscar e o Grammy para uma grande rede de TV, mas ela já passou por muita coisa nessa vida: da humilhação pública de fazer agachamentos em trajes sumários num programa de auditório a fingir que suporta crianças só para ser babá da filha de uma artista famosíssima e ficar um tantinho mais perto dos maiores nomes da música pop.

Se valeu a pena? Para Duny, ainda vamos saber. Mas, para quem lê essa autobiografia recheada do início ao fim com o melhor da ironia (ou grosseria) moderna e total ausência de preciosismo vernacular, vale cada página.

O livro foi lançado em agosto deste ano e já é um grande sucesso de vendas. Agora, para completar o seu lançamento, o autor Raony Phillips estará presente na Bienal do Livro 2017 no Rio de Janeiro no dia 09 de setembro às 15h para participar da ARENA #SEMFILTRO que é um espaço dedicado para todas as idades debaterem diversos assuntos. Programe-se para garantir um dos 400 lugares, pois o acesso à Arena #SemFiltro é feito através de pulseiras distribuídas no dia de cada apresentação, em horário a ser divulgado na Central de Senhas da Bienal Rio.

Origem, Dan Brown
Origem, Dan Brown
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‘Origem’, novo livro de Dan Brown, será lançado em outubro

Origem, o quinto livro protagonizado por Robert Langdon será lançado em outubro pela editora Arqueiro. Nesse novo volume, o protagonista passará pelas cidades espanholas Barcelona, Bilbao, Madri e Sevilha.

 Dan Brown é conhecido pelos sucessos Anjos e Demônios (2000), O Código Da Vinci (2003), O Símbolo Perdido(2009) e Inferno (2013). Langdon conhecerá o  Mosteiro de Montserrat, a Casa Milà e A Sagrada Família, em Barcelona. Em Bilbao, ele passará pelo Museu Guggenheim, o Palácio Real em Madri e a Catedral de Sevilha. Dan Brown sempre utiliza os cenários de seus livros como peça chave para o entendimento da história.

Em uma entrevista, Brown afirma que escolheu a Espanha como cenário porque foi o primeiro país que ele visitou. Além disso, para ele, o país apesar de possuir uma rica tradição não deixa de mirar no futuro.

De acordo com ele, Langdon assistirá um anúncio no Museu Guggenheim em Bilbao que mudará os rumos da ciência para sempre.

O romance “Origem” tem estreia marcada para o dia 5 de outubro.

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RESENHA: Caçadores de Bruxas, Vol. 1, Dragões de Éter, Raphael Draccon

Já faz um tempo que eu comprei o box com os três volumes da série Dragões de Éter em uma promoção do Submarino, e até levei o primeiro para o Raphael Draccon autografar em uma de suas ilustres aparições ao lado da Carolina Munhóz, mas confesso que o tamanho dos livros me enchia de preguiça. Eu não conseguia mais nem olhar para a minha estante, que eles estavam lá me acusando, jogando a vergonha na minha cara. Até que, um dia, respirei fundo, peguei o primeiro volume, Caçadores de bruxas, e comecei a ler.

Tenho um misto de emoções com relação a esse livro e o jeito diferente que o Draccon tem de escrever que, até então, era novo para mim. Demorei um pouco para me adaptar ao estilo de capítulos dele. É, literalmente, como se você estivesse assistindo um filme, muda quadro a quadro e você se vê transportado de um lado para o outro na história, então, dá um pouco de tontura no início. O narrador não é, simplesmente, um narrador, é um personagem da história que, tecnicamente, não está na história, é mais como se alguém estivesse te contando a história, não da forma impessoal como estamos acostumados a ler uma narração em terceira pessoa. O tamanho do livro e as letras minúsculas também assustam, mas, depois que você se adapta a tudo isso, vem a história…

Nova Éter, um mundo idealizado por um Criador e mantido por semideuses, simplesmente, por acreditarem nele. Neste mundo, há vários reinos regidos por Arzallum, o reino principal e onde acontece a maior parte da história. Depois que você passa por todos os obstáculos de adaptação com a leitura, simplesmente, se apaixona por esse lugar e por seus moradores. Ah, sim, os personagens… João e Maria, Chapeuzinho Vermelho, Capitão Gancho… São nomes conhecidos para você? Pois é, Draccon nos traz velhos conhecidos de nossa infância de uma forma totalmente nova e fascinante. Esses personagens por si só já tão ilustres co-existem em um mesmo mundo, tendo suas histórias entrelaçadas de um jeito totalmente novo. Raphael Draccon conseguiu fazer a melhor releitura de contos de fadas que eu já vi de um jeito que nem parece uma releitura já que ele traz uma história nova, motivos novos, motivações novas, tudo novo. Já imaginou um mundo onde todos os seus personagens preferidos vivem, interagem, se relacionam e tem várias aventuras das quais você nunca tinha ouvido falar? Desnecessário dizer como esse mundo é mágico e cheio de mistérios, né? Pois é, assim é Nova Éter.

Para quem quis morrer ao ler as primeiras duzentas páginas e ver que ainda estava na metade do livro, estou devorando o segundo volume como se não houvesse amanhã. Agora, venha comigo até Nova Éter para ver com seus próprios olhos o que eu estou tentando te dizer. Prontos? E um… Dois… Três.

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BECO NA BIENAL: ESPECIAL CAROLINA MUNHÓZ E RAPHAEL DRACCON #13

A Bienal do livro do Rio 2017 está chegando recheada de autores nacionais e internacionais. Com isso, o Beco resolveu fazer alguns especiais para que você conheça melhor os autores mais comentados e até descubra algo sobre o seu ídolo que ainda não sabia. Os escolhidos de hoje são a fada Carolina Munhóz e o ranger Raphael Draccon.

Carolina Munhóz tem 28 anos, é jornalista, roteirista e romancista, eleita “melhor escritora” pelo Prêmio Jovem Brasileiro e “best author” pelo Vox Populi do prêmio norte-americano Shorty Awards. A autora teve um de seus últimos livros eleito como “melhor livro de 2014” pela Revista Atrevida e outro eleito como “melhor livro de 2015” pela Revista Capricho.

Suas aventuras chamaram a atenção de meios de comunicação como Estadão, O Globo e Disney Channel. Foi capa do jornal Folha de S. Paulo, sendo destacada como referência na literatura fantástica e eleita pela Revista Época como uma candidata a seguir os passos de autoras best-sellers internacionais.

Citada por Paulo Coelho na polêmica de Frankfurt, é integrante do Potterish (um dos maiores sites de Harry Potter do mundo) e do RapaduraCast. Em 2015 foi contratada como roteirista pela Rede Globo. Com mais de 250 fã-clubes e 90 mil seguidores nas redes sociais, atingiu quatro vezes o Trend Topics do twitter brasileiro e se divide entre escrever e conversar com seus leitores. Atualmente reside em Los Angeles na Califórnia, onde também trabalha com roteirista em duas séries televisivas.

É autora de “A Fada”, “O Inverno das Fadas”, “Feérica”, “Por um toque de Ouro”, “Por um toque de Sorte” e “Por um toque de Magia”. Também é co-autora de “O Reino das Vozes Que Não se Calam”, “O Mundo das Vozes Silenciadas” e “O Reino Secreto – Livro de Colorir” em parceria com a atriz Sophia Abrahão, ficando por nove meses na lista de autores nacionais mais vendidos do PublishNews.

Formada em Jornalismo pela UNIP, Carolina Munhóz tem como inspiração J.K. Rowling, Paulo Coelho e o marido Raphael Draccon, que também é escritor. Por falar nele, Raphael Draccon nasceu no Rio de Janeiro, em 1981, e começou a carreira profissional aos 16 anos como digitador e redator de dois jornais de bairro. Aos 19 anos ingressou na faculdade de cinema, onde se dedicou na especialização da escrita cinematográfica. Aos 20 anos recebeu um Prêmio de Mérito da American Screenwriter Association (ASA) por seu primeiro roteiro de longa-metragem, escrito durante o 1º período de faculdade, o drama sobrenatural “In Your Hands”. A partir dos 21 se tornou ao longo desse tempo roteirista, avaliador de roteiros e script doctor de diversas produtoras.

Aos 22, escreveu o primeiro romance da série de literatura fantástica: “Dragões de Éter”, ainda durante os tempos de faculdade, e foi finalista na categoria “Melhor Videoclipe”, com a cantora pop Cláudia Leitte, nos Prêmio Multishow e Meus Prêmios Nick, dos canais Multishow e Nickelodeon. Aos 25 anos tornou-se o autor mais jovem a assinar com a editora espanhola Planeta do Brasil, permanecendo por 6 meses entre seus autores mais vendidos. Dois anos depois, tornou-se parte dos planos de entrada da holding editorial portuguesa Leya no Brasil, hoje a maior em língua portuguesa do mundo.

Escreveu a coluna “Cavernas & Dragões” no “Sedentário & Hiperativo”, indicado ao VMB da MTV com mais de 2 milhões de acessos únicos por mês, e se tornou membro do maior podcasts sobre cinema da internet brasileira: o Rapaduracast. Foi responsável pela indicação da obra de George R.R. Martin, “Crônicas de Gelo & Fogo”, para a editora Leya BR e estreou no mercado literário português com o livro “Espíritos de Gelo“, pela editora GaiLivros, lançado posteriormente no Brasil pelo selo Leya BR.

A série de literatura fantástica “Dragões de Éter” atingiu a marca dos 200 mil exemplares no Brasil e o box da trilogia o 1º lugar do portal de vendas Submarino. O box da série permaneceu por um ano como o livro mais desejado do site e por cinco anos como o livro nacional mais vendido.

Aos 30 anos tornou-se coordenador editorial de um dos braços editoriais da holding Leya BR, a editora Casa da Palavra, atuando como editor de literatura fantástica do selo Fantasy – Casa da Palavra. Aos 31 lançou a obra “Fios de Prata – Reconstruindo Sandman” e participou de uma tour literária com a escritora americana Alyson Noël no Brasil. Citado por Paulo Coelho na época da recusa do escritor à Feira de Frankfurt 2013, e por Walcyr Carrasco na novela das oito “Amor à Vida”, assinou contrato para estrear o selo de literatura fantástica nacional da editora Rocco em 2014.

Em 2015 entrou para o time de autores roteiristas da Rede Globo de Televisão. Atualmente foi considerado pelo Governo dos EUA um “alien of extraordinary abilities”, recebendo um green card e mudando-se com sua esposa Carolina Munhóz para a Califórnia. Seus livros são: Série Dragões de Éter (Caçadores de Bruxas, Coração de Neve e Círculos de Chuva), Espíritos de Gelo, Fios de Prata – Reconstruindo Sandman e a Série Legado Ranger (Cemitérios de Dragões, Cidades de Dragões e Mundos de Dragões).

Casal talentoso, não acham? Os dois vão estar na Bienal do Livro Rio 2017 nos dias 09 e 10/09, não esqueçam de conferir a programação certinho no site da Bienal. http://bienaldolivro.com.br

Fontes: http://www.carolinamunhoz.com e http://www.raphaeldraccon.com

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Beco na Bienal: Especial Mauricio de Sousa #12

 Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. Os quadrinhos da Turma da Mônica fizeram parte e ainda fazem, da infância de muitas crianças — provavelmente foi a primeira experiência de leitura que muitas tiveram. Não só crianças, mas também adolescentes e, porque não, adultos. E as aventuras do pessoal do Limoeiro que fazem parte do nosso imaginário popular, só existem graças à Mauricio de Sousa.

Nascido em Santa Isabel (São Paulo) em 1935, passou a maior parte da infância e da juventude em Mogi das Cruzes, onde desenhava e rabiscava nos cadernos escolares, e posteriormente ilustrava pôsteres e cartazes para os comerciantes da região. Foi criado cercado por arte, já que seu pai, Antônio Maurício de Sousa, era poeta, além de compositor e pintor; sua mãe, Petronilha Araújo de Sousa, poetisa. Seu pai também tinha uma barbearia com uma gráfica subversiva nos fundos, porém foi destruída pelas autoridades do Estado Novo, em 1940.

Se mudou para São Paulo, com 19 anos, e trabalhou durante cinco anos no jornal Folha da Manhã. Queria a vaga de Ilustrador, porém não conseguiu, e ficou com a vaga de redator e posteriormente, repórter policial. Enquanto ainda trabalhava como repórter policial, criou em 1959 sua primeira tira, com os personagens Bidu e Franjinha, publicada semanalmente no jornal Folha da Tarde.  Nos anos seguintes foi criando vários personagens, como Cebolinha, Penadinho, Horácio e Chico Bento; mas foi em 1970 que lançou a primeira revista da Mônica, pela Editora Abril, com uma tiragem de 200 mil exemplares. Os personagens são, a maioria, inspirada em crianças reais. Mônica e Magali são inspiradas em duas de suas filhas, homônimas das personagens. Maria Cebolinha é inspirada em sua outra filha, Mariângela, e Cebolinha e Cascão são inspirados em dois garotos de sua infância, apelidados com os nomes dos personagens por seu pai.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=mvbMv-8lo5A&w=560&h=315]

Passou pela Editora Globo, até se estabelecer na Editora Panini, em 2006. Em 2007, Mônica foi homenageada e recebeu o título de “Embaixadora da UNICEF”, se tornando a primeira personagem de histórias infantis a receber esse título. Nessa mesma cerimônia, Mauricio foi homenageado como “Escritor para Crianças da UNICEF”. Além disso, Mônica se tornou, em 2008 a “Embaixadora do Turismo Brasileiro”.

Com a publicação da Turma da Mônica Jovem, Mauricio resolveu alcançar uma nova parcela de seu público, os adolescentes; trazendo nossos personagens tão queridos mais crescidos e cheios de referências da cultura pop. Em seu lançamento, em 2008, vendeu mais de um milhão e meio de exemplares, sendo sucesso garantido até hoje.

Mauricio de Sousa — que é membro da Academia Paulista de Letras — ´tem suas publicações conhecidas em cerca de 50 países, chegando a ter 1 bilhão de revistas publicadas. Além dos famosos quadrinhos, possui livros ilustrados, álbum de figurinhas, CDs, desenhos para TV e livros em braile. Além, é claro, de produtos licenciados, como jogos, brinquedos e roupas.

E os lançamentos relacionados à Mauricio de Sousa e sua Turma da Mônica não irão parar tão cedo! Além dos filmes em Live Action anunciados na Comic-Com Experience 2016, Maurício de Sousa estará na Bienal do Livro 2017, no Rio de Janeiro, onde além dos novos lançamentos também apresentará três palestras e realizará uma sessão de autógrafos.

Na Bienal do Livro 2017 terá o lançamento da sua autobiografia Mauricio- A História que Não está no Gibi, pela Editora Sextante; do livro Vamos Pensar um Pouco? Lições Ilustradas com a Turma da Mônica, livro em parceria com Mario Sergio Cortella, lançado pela Editora Cortez; além do livro de contos Turma da Mônica Jovem: Uma Viagem Inesperada que conta com as autoras Babi Dewet, Melina Souza, Carol Christo e Pam Golçalves, e vai ser lançado pela Editora Nemo.

Confiram abaixo a programação dos lançamentos de Mauricio de Sousa e a Turma da Mônica:

PROGRAMAÇÃO

SÁBADO, 2/9, 17h30

Bate-papo com Mauricio de Sousa e Mario Sergio Cortella sobre o livro “Vamos Pensar um Pouco? Lições Ilustradas com a Turma da Mônica ” – Editora Cortez. Autógrafos para 50 senhas.

Imagem: Editora Cortez

DOMINGO, 3/9, 17h

Bate-papo sobre a Biografia ” A História que Não está no Gibi ” – Editora Sextante. Autógrafos para 50 senhas.

Imagem: Editora Sextante

DOMINGO, 10/9, 18h

Bate-papo sobre o livro ” Uma Viagem Inesperada ” entre Mauricio de Sousa, Marina Sousa e as quatro autoras (Babi Dewet, Melina Souza, Carol Christo e Pam Gonçalves) – Editora Nemo. Autógrafos para 50 senhas.

Imagem: Editora Nemo

 

Confiram aqui todos os autores confirmados na Bienal do Livro 2017 até o momento. E vocês, vão nos painéis do Mauricio de Sousa?

Fontes: [1], [2], [3]