Categorias

Livros

Frases, Livros

As melhores frases de “Singular”

Singular é um conto emocionante sobre a vida. Confesso que fiquei muito emocionada, difícil não ficar. Poucas páginas que te faz refletir sobre a maneira como levar a vida e em utilizar seu tempo naquilo que realmente compensa para você. Um livro sobre escolhas, vontades, realizações e sonhos. Sobre quanto tempo se tem até ser tarde demais e viver não for mais possível.

Teddy narra a história que viveu com sua melhor amiga Ayleen, garota que tem um câncer em estado avançado e está desenganada. A relação genuína dos dois faz com que Teddy ajude Ayleen na lista de 37 coisas para fazer antes de morrer. E é assim que a narrativa é construída.

Sinopse: Essa é a história de como Ayleen Pumpkin morreu e, com isso, me ensinou a viver.

FRASES DE “SINGULAR”

“Uma das teorias dela era que em vinte segundos de impulsividade, a qual ela chamava de coragem, você poderia fazer qualquer coisa.”

“O que importa é que agora você está aqui. O que importa é o agora.”

“– É assim que eu gostaria que o mundo fosse por algumas horas, já pensou que incrível seria se tudo aqui fizesse silêncio? As cigarras, os grilos, as pessoas. Todo o mundo em silêncio para ouvir o universo.”

“Nós só cuidamos para que a fundação seja decente e o castelo dure muitos anos.”

“Havia uma tempestade dentro do meu peito e eu não percebi, triste seria a hora em que a represa não suportasse mais segurar tanta água.”

“Mas hoje, a coisa que eu mais me arrependo é de não ter aproveitado o meu tempo com as pessoas que eu amei. Então se você quer algo para fazer por mim, que seja isso. Aproveite seus pais, seus amigos, faça e fale tudo o que quiser.”

“A noite não precisava de estrela nenhuma quando o sorriso de Ayleen conseguiria iluminar todos os cantos do universo.”

“O pôr do sol já havia começado e o céu estava daquele jeito que ela tanto gostava, cheio de cores que não se definem nunca, mesmo que você consiga dizer todos os adjetivos possíveis e cabíveis.”

o jogo
Frases, Livros

As melhores frases de “O Jogo”

Livro #3 da série Amores Improváveis, do gênero New-AdultO jogo é cheio de romance. Confesso que da série de 4 livros, O Jogo é meu favorito. Leia nossa resenha aqui.

Sinopse: Talentoso, inteligente e festeiro, Dean Di Laurentis sempre consegue o que quer. Sexo, notas altas, sexo, reconhecimento, sexo… É sem dúvida um galanteador de primeira, e ainda está para encontrar uma mulher imune ao seu charme descontraído e seu jeito alegre de encarar a vida. Isto é, até ele se envolver com Allie Hayes. Em uma única noite, essa jovem atriz cheia de personalidade virou o mundo de Dean de cabeça para baixo. E agora ela quer que eles sejam apenas amigos? Dean adora um desafio, e não vai medir esforços para convencer essa mulher tão linda quanto teimosa de que uma vez não é suficiente. Mas o que começa como um simples jogo de sedução logo se torna a experiência mais incrível e surpreendente de sua vida. Afinal, quem disse que sexo, amizade e amor não podem andar de mãos dadas?

“É a quarta vez que a gente termina em três anos. Não posso continuar fazendo isso comigo, esse looping doentio de alegria e dor de cotovelo, principalmente quando a pessoa com quem eu deveria construir um futuro está empenhada em me sabotar.”

“E não vai achando que não senti você dar um chute antes de eu desmaiar. Quem faz isso, Summer? Quem chuta um homem que já tá no chão?”

“Não esperava essa química intensa entre nós, mas ela existe e é viciante. E não sei se um dia vou conseguir ignorá-la.”

“Nossa. Não acredito que você me apagou daquele jeito. Sorte a sua que eu te amo, gata. Se fosse qualquer outra garota…”

“Você me ama?!”, exclamo.

Dean para no meio da frase. Por um segundo, parece genuinamente confuso, como se não soubesse do que estou falando. Como se não tivesse percebido o que falou.

“Eu sei como é, a Vida de Dean é só sol e maravilhas…”, é a minha vez de ser sarcástica, “… mas a vida real não é assim. Na vida real, coisas ruins acontecem, e você precisa lidar com elas.”

“Poucas coisas neste mundo me fazem me borrar de medo, mas a namorada de Garrett definitivamente está entre os três primeiros itens da lista.”

“Queria poder dizer que este pequeno momento de perversão a três é uma experiência nova para mim, ou que o rótulo de pegador que meus colegas de time me deram é um exagero. Mas a experiência não é novidade e o rótulo é bem preciso.”

“Claro que é uma honra ser o objeto de toda essa energia sexual inebriante. Que mulher não gosta de se sentir desejável? Mas eu seria uma idiota de acreditar, mesmo por um segundo, que sou a única mulher para quem Dean Di Laurentis lança esse olhar lascivo.”

“Por favor, gata, eu me comportei tão bem… Esperei uma semana inteira por isso. Não mereço uma recompensa pela paciência?”

“Squish. É o barulho do meu coração explodindo. Porque está tão cheio de amor que não consegue mais se conter.”

“Ninguém deveria ser o mundo inteiro de ninguém. Isso não é saudável. Se a sua vida inteira for centra numa coisa – numa pessoa – o que vai acontecer quando essa pessoa for embora? Absolutamente nada”.

Resenhas

Resenha: Tudo nela brilha e queima, Ryane Leão

Sinopse: Estreia em livro de Ryane Leão, criadora da página onde jazz meu coração, com mais de 150 mil seguidores nas redes Livro de estreia de Ryane Leão, mulher negra, poeta e professora, criadora do projeto onde jazz meu coração, com mais de 150 mil seguidores nas redes. ‘a poesia é minha chance de ser eu mesma diante de um mundo que tanto me silencia. é minha vez de ser crua. minha arma de combate. nossa voz ecoada. nossa dor transformada. nela eu falo sobre amor, desapego, rotina, as cidades que nos atravessam, os socos no estômago que a vida dá, o coração desenfreado, a pulsação que guia as estradas, os recomeços, os dias, as noites, as madrugadas, os fins, os jeitos que a gente dá, as transições, os discos, os tropeços, as partidas, as contrapartidas, os pés firmes que insistem em voar, e tudo isso que é maluco e lindo e nos faz ser quem somos.’

Tudo nela brilha e queima retrata por meio de poemas temas sobre o universo feminino, ressaltando os amores, sabores, encontros, desencontros e relações abusivas. Um livro de empoderamento, cada verso toca de maneira intensa e você não sairá ileso a nenhum deles, isso torna a leitura um pouco pesada, mas necessária.

“só há revolução
quando há amor
por nós mesmas”

Apesar disso, o livro é sem complexidade de entendimento, são frases e pequenos textos que você devora em poucas horas. Quando começa, dificilmente conseguirá parar!

Estava para lê-lo há tempos. Primeiro porque amo poemas, inclusive foi através desse gênero que me apaixonei pelo universo literário. Segundo porque sou fã da escritora, Ryane Leão, uma mulher forte e admirável que escreve para fortalecer e empoderar outras mulheres. Além da questão da representatividade negra, alguns dos seus escritos abordam a força da mulher negra.

“você até sugeriu que eu usasse
um prendedor de roupas no rosto
ou que eu guardasse dinheiro pras plásticas que apagariam todos os meus traços de mulher negra
uma lembrança tão agressiva
que me apavora

e tem gente que me pergunta se foi fácil romper silêncios”

É um livro incrível, de uma escritora incrível. Eu super recomendo para aqueles que gostam e aos que não se aventuraram ainda com o gênero. Para aqueles que não tem muita afinidade, convido a começar por Tudo nela brilha e queima , se encantar e querer mais.

Vou terminar com um dos meus poemas favoritos, mostra a força feminina. Ser forte nunca foi uma opção, nascemos assim e vamos descobrindo a intensidade ao longo da nossa jornada.

“olhe todas as que vieram
antes de nós
não há segredo
a potência de ser mulher
atravessa suas veias

somos fortalezas”

Encontre em: Amazon.

Frases, Livros

As melhores frases de “Deu match”

Deu match faz alusão a ferramenta de um dos aplicativos mais famosos de relacionamento, o Tinder, a história da personagem principal acontece por meio dele. Um livro de menos de 100 páginas com linguagem envolvente e divertida.

A narrativa conta a história de Lia, uma mulher bissexual de 31 anos. Após pouco mais de quatro anos de um relacionamento, Lia se sente desacreditada no amor, situação que a fez ficar mais de um ano sem se envolver com ninguém. Mas um belo dia Lia acorda decidida a mudar a forma em se relacionar, ou seja, buscar mais razão que seguir o coração. Para tanto, baixa o Tinder e ao conversar com sua melhor amiga Wanessa, combinam uma aposta: Lia teria que se relacionar casualmente com alguém em menos de um mês.

Sinopse: Lia é uma mulher de 31 anos, bissexual e desiludida com o amor. Apesar da romântica que sempre foi, decide se tornar uma mulher mais desprendida da vida sentimental para agarrar-se com a carnal. Uma aposta com sua melhor amiga surge, fazendo-a resolver a se aventurar em um famoso aplicativo de encontros, a forma mais fácil para conseguir adentrar no mundo do sexo casual. Porém, após dar match com Júlia, Lia perceberá que, às vezes, pegar uma direção oposta nem sempre te leva para longe do que se quer fugir.

FRASES DE “DEU MATCH”

“Passei tanto tempo sem saber se eu amava ou odiava, se eu acreditava ou fingia acreditar, se eu queria ser pra sempre ou que tudo simplesmente tivesse um fim. É como se eu estivesse fazendo “um limpa” na minha casa e finalmente tivesse notado o quanto ela está cheia.”

“Então, coração, faça o que de melhor você sabe e me mantenha viva, porque a partir de agora, essa será sua única serventia. Melhor parar de falar. Não vou mais te dar ouvidos.”

“Quando queremos seguir em frente, precisamos deixar algumas coisas para trás.”

“É como se nos conhecêssemos há anos e não um dia.”

“Acho que me transformei em alguém medroso demais, depois de cair de cara no chão tantas vezes, ao me jogar sem pensar no meu mar de sentimentos e, percebendo tardiamente que ele estava seco, pela ausência dos sentimentos da outra parte envolvida.”

“— É que prefiro sentir, a racionalizar as coisas. Sempre vou seguir o que sinto, mesmo que seja dor, é melhor do que o oco, o indiferente, insosso.”

“Nem todas as pessoas são iguais. Não direcione à mim os medos causados por outras pessoas, não é justo comigo.”

“Então, eu só te faço um pedido: por favor, seja honesta comigo, okay? Me conte a verdade sempre, não importa quão feia ela seja ou o quanto ela vá me magoar.”

Frases, Livros

As melhores frases de “Heart Bones”

Heart Bones foi lançado dia 19 de agosto de 2020 sua edição original em inglês pela Amazon.

Nessa nova obra da Colleen Hoover temos Beyah Grimm, uma menina que desde muito jovem teve que virar adulta. Ela tem 19 anos e já passou por tudo na vida, desde fome a abuso de vários tipos.

Leia nossa resenha completa do livro aqui e veja as melhores frases abaixo:

“A coisa mais legal que minha mãe já fez por mim foi morrer.”

“Eu me pergunto que tipo de educação é pior para um humano. Do tipo que você é protegido e amado a ponto de não saber como o mundo pode ser cruel até que seja tarde demais para adquirir as habilidades de enfrentamento necessárias ou o tipo de casa em que cresci. A versão mais feia de uma família onde enfrentar é a única coisa que você aprende.”

“O lar ainda parece um lugar mítico que estive procurando por toda a minha vida.”

“Às vezes eu acredito que as personalidades são moldadas mais pelo dano do que pela bondade. A bondade não penetra tão profundamente em sua pele quanto o dano. O dano mancha tanto sua alma que você não pode limpá-lo. Ele fica lá para sempre, e eu sinto que as pessoas podem ver todos os meus danos apenas olhando para mim.”

“Não se preocupe. Corações não têm ossos. Eles não podem realmente quebrar.”

“Se não há nada dentro de um coração que possa se quebrar, por que parece que o meu vai se partir ao meio quando chegar a hora de me mudar no próximo mês? Seu coração não se sente assim?’

“Os olhos de Samson percorrem meu rosto por um momento. “Sim”, ele sussurra. ‘Sim. Talvez nós dois tenhamos crescido ossos no coração.”

“Eu me pergunto que tipo de educação é pior para um humano. Do tipo que você é protegido e amado a ponto de não saber como o mundo pode ser cruel até que seja tarde demais para adquirir as habilidades de enfrentamento necessárias ou o tipo de casa em que cresci. A versão mais feia de uma família onde enfrentar é a única coisa que você aprende.”

“- Você pode preencher sua vida com coisas boas, mas coisas boas não preenchem os buracos em sua alma.’

– O que preenche os buracos em uma alma?

Os olhos de Samson percorrem meu rosto por alguns segundos. ‘Pedaços da alma de outra pessoa.”

“Eu me pergunto que tipo de educação é pior para um humano. Do tipo que você é protegido e amado a ponto de não saber como o mundo pode ser cruel até que seja tarde demais para adquirir as habilidades de enfrentamento necessárias ou o tipo de casa em que cresci. A versão mais feia de uma família onde enfrentar é a única coisa que você aprende.”

“Acho que quando você é a pior das pessoas, encontrar o pior nos outros se torna uma espécie de tática de sobrevivência. Você se concentra fortemente na escuridão das pessoas na esperança de mascarar a verdadeira sombra de sua própria escuridão.”

“Se não há nada dentro de um coração que possa se quebrar, por que parece que o meu vai se partir ao meio quando chegar a hora de me mudar no próximo mês? Seu coração não se sente assim?

Os olhos de Samson percorrem meu rosto por um momento. “Sim”, ele sussurra. “Sim. Talvez nós dois tenhamos crescido ossos no coração.”

Resenha: O menino do dedo verde, Maurice Druon
Beco Literário
Livros, Resenhas

Resenha: O menino do dedo verde, Maurice Druon

O livro O menino do dedo verde, escrito por Maurice Druon, é um clássico da literatura infanto juvenil. Mas aconselho para todas as idades. Uma leitura leve e rápida com simbolismos e situações reflexivas que nos ensina a ver o mundo com mais esperança e ver situações alternativas.

+ Resenha: Dom Casmurro, Machado de Assis

O menino do dedo verde é Tistu, um menino que mora na cidade de Mirapólvara com os seus pais: Sr. Papai e Dona Mamãe. E cujo pai é dono de uma fábrica de canhões e consequentemente Tistu herdaria a direção da fábrica quando crescesse.

Canhão não é como guarda-chuva, que ninguém quer comprar quando faz sol. Ou como chapéu de palha, que fica na vitrina quando chove. Canhão sempre se vende, seja qual for o tempo!

Aos oito anos, Tistu foi mandado para a escola, porém não conseguia se concentrar e dormia todas as vezes durante a aula, devido isso foi expulso da escola.

“Prezado Senhor, o seu filho não é como todo mundo. Não é possível conservá-lo na escola.”

A partir disso, Tistu foi posto em um novo sistema de educação. A primeira lição foi no jardim com o jardineiro Bigode, ali descobriu o polegar verde.

O polegar verde é invisível. A coisa se passa por dentro da pele: é o que se chama um talento oculto.

A segunda lição foi de ordem com o Sr. Trovões por meio de uma visita a cadeia da cidade. Dessa vez, O menino do dedo verde notou que os prisioneiros pareciam infelizes e teve uma ideia:

E se a gente fizesse nascer flores para eles? A ordem ficaria menos feia e os prisioneiros talvez se tornassem mais comportados. Bem que eu podia usar meu polegar verde!

Depois teve lições na favela, no hospital e também na fábrica de canhões do Sr. Papai quando houve um conflito entre os Voulás e Vaitimboras. E adivinhem quem deu um jeito de usar o dedo verde e deixar as situações melhores? Tistu. No final há uma descoberta sobre Tistu que quase me fez chorar.

As histórias nunca param onde a gente imagina.

Li esse livro pela primeira vez há anos atrás e confesso que sem esperar muito, acabei me surpreendendo. Motivo que me fez relê-lo porque é um livro que vale muito a pena.

Sinopse de O Menino do Dedo Verde: Tistou não é uma criança como as outras. Ele os empurra seus polegares verdes para dentro da terra e coisas mágicas acontecem! Encantador e sensível como O pequeno principeO menino do dedo verde é um clássico da literatura francesa para crianças grandes e pequenas. 

Era uma vez Tistu…Um menino diferente de todo mundo. Com uma vidinha inteiramente sua, o pequeno de olhos azuis e cabelos loiros, deixava impressões digitais que suscitavam o reverdecimento e a alegria. As proezas de seu dedo verde eram originais e um segredo entre ele e o velho jardineiro, Bigode, para quem seu polegar era invisível e seu talento, oculto, um dom do céu.

O menino do dedo verde encanta gerações de leitores no Brasil e no mundo, há pelo menos cinco décadas, com a mensagem de esperança do menino que transforma tudo o que toca. A mágica história de Tistu, garoto com raro poder de semear o bem por onde passa, é uma aventura fantástica com final singelo e extraordinário.

Resenhas

Resenha: O vermelho mais vibrante, Mithiele Rodrigues

Sinopse: Red não é uma garota normal, já passou por muita coisa nessa vida e simplesmente não lhe restou ninguém. Hian é um irlandês que conseguiu ganhar status e fama, mas tudo lhe parece falso, até encontrar Red, mas a mulher não quer toda atenção do mundo para si. Será que o amor é capaz de vencer todas as barreiras ou seria isso apenas uma fantasia da ficção?

A temporada de romances clichês está aberta e o romance da vez é O vermelho mais vibrante da escritora Mithiele Rodrigues.

O vermelho mais vibrante começa com uma reflexão a respeito dos amores dos contos de fadas, será se eles realmente podem se encaixar na vida real? É tão fácil assim encontrar uma pessoa na sua vida que te faça crer que aquela é a pessoa certa? Como saber pelo simples encontro que são perfeitos um para o outro?

“Na vida real há os empecilhos, e as pessoas que são muito ruins. Não do tipo de bruxas das histórias, mas algo pior. Pessoas que fazem de tudo para acabar com o romance dos protagonistas. Mas será que na vida real eles ficam juntos?”

E é justamente isso que acontece na história de Redherine Backer e Hian Foley, um encontro por acaso foi o bastante para o romance deles começar e ainda a certeza de que não importa os acontecimentos, o destino sempre os uniria novamente.

“Se eu já acreditava em destino, agora passo a amá-lo.”

Redherine divide seu tempo numa rotina cansativa como médica em um hospital que seus pais trabalhavam antes de falecerem ainda quando Red era criança, sempre foi muito próxima da avó e carrega as marcas de um abuso cometido pelo tio. Inclusive esse fantasma do passado volta para assombrar a vida de Red e quase que tudo acaba em tragédia.

“Certos hábitos nunca mudam, certas vontades nunca passam.”

Já Hian estrela as telas da TV como ator, convivendo com muitas pessoas que agem por interesse e benefício próprio, como se não existisse de fato um mundo real, fosse somente encenação.

Paralelas a história principal de Red e Hian, a narrativa realça as relações humanas como um todo, amorosas e também de amizade, a falta de empatia diante das diferenças, o preconceito que os casais homossexuais passam, o abuso infantil, as questões de confiança.

“Cada pessoa tem o direito da escolha. Em vez de criticar essas pessoas, as conheça. Seja amigo de uma pessoa homo, são apenas pessoas, uma escolha não muda a essência de ninguém.”

Fiquei com medo de terminar o livro e não ser o final que eu imaginei para os dois, porque um casal que enfrenta meses separados e voltam com o mesmo amor do passado merece o melhor.

Livros, Resenhas

Resenha: Heart Bones, Colleen Hoover

Sinopse: Vida e um sobrenome sombrio são as únicas duas coisas que os pais de Beyah Grim já lhe deram. Depois de traçar seu caminho sozinha, Beyah está no caminho certo para coisas maiores e melhores, graças a ninguém além de si mesma. Com apenas dois curtos meses separando-a do futuro que ela construiu e do passado que ela deseja desesperadamente deixar para trás, uma morte inesperada deixa Beyah sem nenhum lugar para ir durante esse período. Forçada a chegar até seu último recurso, Beyah tem que passar o resto de seu verão em uma península no Texas com um pai que ela mal conhece. O plano de Beyah é manter a cabeça baixa e deixar o verão passar sem problemas, mas seu novo vizinho Samson joga uma chave nesse plano.
Samson e Beyah não têm nada em comum na superfície.
Ela vem de uma vida de pobreza e abandono; ele vem de uma família rica e privilegiada. Mas uma coisa que eles têm em comum é que ambos são atraídos por coisas tristes. O que significa que eles são atraídos um pelo outro. Com uma conexão quase imediata muito intensa para eles continuarem negando, Beyah e Samson concordam em ficar numa rasa aventura de verão. O que Beyah não percebe é que uma correnteza está chegando e está prestes a arrastar seu coração para o mar.

Heart Bones foi lançado dia 19 de agosto de 2020 sua edição original em inglês pela Amazon.

Nessa nova obra da Colleen Hoover temos Beyah Grimm, uma menina que desde muito jovem teve que virar adulta. Ela tem 19 anos e já passou por tudo na vida, desde fome a abuso de vários tipos.

Filha de uma ficada de uma noite, com uma mãe viciada em metanfetamina e um pai que mora em outro estado e só a vê uma vez ao ano.

Sua infância não foi fácil. Com uma māe ausente ela teve que aprender a se virar sozinha desde muito nova. Vive uma vida infeliz, mas mesmo assim é tão forte que conseguiu conquistar várias coisas por si mesma, como uma bolsa integral para a faculdade Penn State na Pensilvânia por jogar vôlei muito bem.

Só que nesse verão antes de ir para a faculdade acontece uma tragédia (?). Na verdade foi sua porta de saída para uma vida melhor.

“A coisa mais legal que minha mãe já fez por mim foi morrer.”

Quando sua mãe morre de uma overdose e ela a encontra no sofá do trailer que vivem e na mesma noite o dono do trailer comunicar que o aluguel está atrasado e ela tem que se mudar, Beyah se vê obrigada a ligar para seu pai que mora em Washington.

“Eu me pergunto que tipo de educação é pior para um humano. Do tipo que você é protegido e amado a ponto de não saber como o mundo pode ser cruel até que seja tarde demais para adquirir as habilidades de enfrentamento necessárias ou o tipo de casa em que cresci. A versão mais feia de uma família onde enfrentar é a única coisa que você aprende.”

Imediatamente o pai compra sua passagem de avião para perto dele. Mas ele não mora mais em Washington e sim no Texas. Ele também está casado e tem uma enteada, Sara.

Porém ela não contou para ele que sua mãe faleceu. Também não contou que passou na faculdade… Vários segredos são mantidos porque acredita ser questão de sobrevivência.

Bom, seu pai mora em Huston no Texas e tem uma casa de praia numa cidade próxima, e é aí que sua vida começa a mudar.
Quando Beyah conhece o amigo de sua irmã postiça e também seu vizinho, Samson.

“O lar ainda parece um lugar mítico que estive procurando por toda a minha vida.”

Samson é um garoto misterioso, rico, e eles tem um começo complicado, quando ela o pega tirando fotos sua na balsa indo para a casa de praia, até então ela não o conhece.

“Às vezes eu acredito que as personalidades são moldadas mais pelo dano do que pela bondade. A bondade não penetra tão profundamente em sua pele quanto o dano. O dano mancha tanto sua alma que você não pode limpá-lo. Ele fica lá para sempre, e eu sinto que as pessoas podem ver todos os meus danos apenas olhando para mim.”

Samson e Beyah são duas pessoas danificadas, por assim dizer, e lidam com seus próprios demônios.

Juntos, vão aprender a se abrir para outra pessoa e a lidar juntos com coisas que não se podem mudar, mas um pode estar lá para o outro para segurá-lo se precisar.

“Não se preocupe. Corações não têm ossos. Eles não podem realmente quebrar.”
“Se não há nada dentro de um coração que possa se quebrar, por que parece que o meu vai se partir ao meio quando chegar a hora de me mudar no próximo mês? Seu coração não se sente assim?’
Os olhos de Samson percorrem meu rosto por um momento. “Sim”, ele sussurra. ‘Sim. Talvez nós dois tenhamos crescido ossos no coração.”

O livro é maravilhoso. Tanto Beyah quanto Samson guardam segredos e juntos vão se descobrindo um no outro, porque ao final são mais parecidos do que se pode imaginar.

Outra coisa linda no livro é o desenvolvimento de Beyah, que é uma personagem com ódio do mundo pelos motivos do que viveu até agora.

“Eu me pergunto que tipo de educação é pior para um humano. Do tipo que você é protegido e amado a ponto de não saber como o mundo pode ser cruel até que seja tarde demais para adquirir as habilidades de enfrentamento necessárias ou o tipo de casa em que cresci. A versão mais feia de uma família onde enfrentar é a única coisa que você aprende.”

Porém no Texas ela aprende com o tempo a confiar na família, sim, família. Algo que ela jamais achou que teria. No meio de todo o caos de sua vida ela encontra em Sara uma irmã e melhor amiga e também encontra em seu pai o significado da palavra pai.

O livro traz uma mensagem que mesmo que você seja danificado, você pode encontrar amor. Você só tem que se permitir sentir.

“- Você pode preencher sua vida com coisas boas, mas coisas boas não preenchem os buracos em sua alma.’
– O que preenche os buracos em uma alma?
Os olhos de Samson percorrem meu rosto por alguns segundos. ‘Pedaços da alma de outra pessoa.”

Traz uma jornada de confiança, amor, família e desenvolvimento pessoal.

Colleen Hoover mais uma vez conseguiu escrever um livro que vai ficar comigo na cabeça por dias, semanas, meses… Igual a todos os anteriores.

Heart Bones merece toda uma galáxia de estrelas.

Livros, Resenhas

Resenha: O JOGO, ELLE KENNEDY

Sinopse: Talentoso, inteligente e festeiro, Dean Di Laurentis sempre consegue o que quer. Sexo, notas altas, sexo, reconhecimento, sexo… É sem dúvida um galanteador de primeira, e ainda está para encontrar uma mulher imune ao seu charme descontraído e seu jeito alegre de encarar a vida. Isto é, até ele se envolver com Allie Hayes. Em uma única noite, essa jovem atriz cheia de personalidade virou o mundo de Dean de cabeça para baixo. E agora ela quer que eles sejam apenas amigos? Dean adora um desafio, e não vai medir esforços para convencer essa mulher tão linda quanto teimosa de que uma vez não é suficiente. Mas o que começa como um simples jogo de sedução logo se torna a experiência mais incrível e surpreendente de sua vida. Afinal, quem disse que sexo, amizade e amor não podem andar de mãos dadas?

Livro #3 da série Amores Improváveis, do gênero New-Adult, O jogo é cheio de romance. Confesso que da série de 4 livros, O Jogo é meu favorito.

Nele vamos ver a estória de amor de Dean Di Laurentis com Allie Hayes.

Dean como já conhecemos também é do time de hóquei na Briar e mora em uma república com seus amigos de time Tucker, Logan e Garrett, que já conhecemos do livro O Acordo, com resenha aqui.

Enquanto Allie divide o dormitório com Hannah, que também é sua melhor amiga.

A trama começa quando Allie termina com o namorado de longa data e quer se esconder dele, logo ela pede ajuda a amiga Hannah, só que está saiu para um fim de semana romântico com Garrett. Então ele sugere que ela fique em sua casa para o caso de o ex namorado aparecer no dormitório. E é aí que tudo começa.

Dean DiLaurentis mora nessa casa e está lá essa noite sozinho com a menina que está sofrendo pelo término.

“É a quarta vez que a gente termina em três anos. Não posso continuar fazendo isso comigo, esse looping doentio de alegria e dor de cotovelo, principalmente quando a pessoa com quem eu deveria construir um futuro está empenhada em me sabotar.”

Dean nos dois primeiros livros é descrito como o pegador e etc, e confesso que era bem secundário e jogado de lado em O Acordo e O Erro. O que não estavam errados, porque ele é mesmo o playboy que fica com todas as garotas da Briar.

“Queria poder dizer que este pequeno momento de perversão a três é uma experiência nova para mim, ou que o rótulo de pegador que meus colegas de time me deram é um exagero. Mas a experiência não é novidade e o rótulo é bem preciso.”

Mas em O Jogo que é sua estória, ele é apaixonante. Percebemos que é um menino que vai se transformando em homem e que tem um coração gigantesco.

Filho de pais milionários que o amam e uma irmãos que se dão bem, ou seja, ele é super mimado e tem tudo. Mas não é um idiota por isso.

“Ele continua sendo um cara com um ego do tamanho do mundo, ele é rico, faz o que quer, mas sua generosidade transborda.”

Allie, por sua vez, é uma jovem aspirante a atriz que é cheia de vida e entusiasmo, que termina com seu namorado porque quer o futuro e a carreira que ela escolheu.

Bom, como todo livro precisa de uma trama além do puro romance, a dessa narrativa são os problemas com drogas e bebidas. Não é uma grande questão que tudo gira em torno disso, mas ela é apresentada e tratada.

“Eu sei como é, a Vida de Dean é só sol e maravilhas…”, é a minha vez de ser sarcástica, “… mas a vida real não é assim. Na vida real, coisas ruins acontecem, e você precisa lidar com elas.”

O romance entre Dean e Allie é improvável e mesmo assim acontece, e é tão fofinho! Ela precisava de um novo começo e ele também. E o recomeço dos dois era para acontecer junto.

“Não esperava essa química intensa entre nós, mas ela existe e é viciante. E não sei se um dia vou conseguir ignorá-la.”

O destino uniu os dois e juntos vão aprender sobre o amor. Seja ele de qual forma for, amor pela vida, pelos amigos, pela profissão, pelo futuro, pelo que querem ser e por quem querem estar. E nisso o amor um pelo outro, que é bem mais que apenas um jogo.

“Quero estar com você porque parece ser certo”

Personagens que são extremamente importantes para moldar o caráter de Dean e Allie são os pais e irmã do garoto e o pai de Allie. Bem representados e de uma compaixão sem fim, sem contar que proporcionam cenas bem engraçadas.

Também temos um gostinho de ver um pouco dos casais dos dois primeiros livros.

Esse foi o livro que eu mais gostei. Sem brincadeira, eu cheguei a chorar de rir em algumas cenas!!! É leve e gostoso, uma leitura rápida e envolvente.

“Nossa. Não acredito que você me apagou daquele jeito. Sorte a sua que eu te amo, gata. Se fosse qualquer outra garota…”

“Você me ama?!”, exclamo.

Dean para no meio da frase. Por um segundo, parece genuinamente confuso, como se não soubesse do que estou falando. Como se não tivesse percebido o que falou.

O jogo é um romance com comédia e muito amor que envolve o leitor do começo ao fim, super recomendo.

Resenhas

Resenha: Um trono para irmãs, Morgan Rice

Sinopse: Sophia, 17, e a sua irmã mais nova Kate, 15, estão desesperadas para sair do seu orfanato horrível. Órfãs, indesejadas e mal-amadas, elas, ainda assim, sonham em chegar à maioridade noutro lugar, em encontrar uma vida melhor, mesmo se isso significar viver nas ruas da cidade brutal de Ashton. Sophia e Kate, também melhores amigas, apoiam-se uma à outra – e, ainda assim, querem coisas diferentes da vida. Sophia, uma romântica, mais elegante, sonha em entrar para a corte e encontrar um nobre por quem se apaixonar. Kate, uma lutadora, sonha em dominar a espada, em combater dragões, e em se tornar uma guerreira. Ambas estão unidas, porém, pelo seu poder secreto e paranormal de ler as mentes dos outros, a sua única graça de salvação num mundo que parece inclinado a destruí-las. À medida que cada uma delas embarca numa missão e se aventura à sua própria maneira, elas lutam por sobreviver. Confrontadas com escolhas que nenhuma delas podia imaginar, as suas escolhas podem impulsioná-las para o maior poder – ou mergulhá-las para as profundezas.

A trilogia escrita por Morgan Rice apresenta, respectivamente, os livros: Um trono para irmãs, Uma corte para ladras e Uma canção para órfãs. Falaremos aqui do primeiro deles.

São 27 capítulos narrados de maneira intercalada pelas irmãs órfãs Sophia, 17 anos, e Kate, 15 anos, que fogem do orfanato em que moravam em Ashton, a Casa dos Não Reclamados. Nele viviam sob condições deploráveis, um ambiente de medo e violência.

A realidade tinha sido dor, violência e medo. Tinha sido um lugar onde todos os dias lhe tinham dito que ela era menos do que os outros, e que ela deveria estar agradecida apenas pela oportunidade de lhe o dizerem.

Sem nenhum outro lugar para irem, nas ruas passaram por diversas dificuldades, apesar do poder de ler mentes que ambas as irmãs possuíam. Ashton era um lugar perigoso durante o dia e pior a noite, ainda mais tratando-se de duas fugitivas.

Movidas por sonhos diferentes, resolveram se separar. Enquanto Kate queria aprender a lutar, Sophia entraria na corte na tentativa de casar-se com um nobre.

Mas cada uma de nós precisa tentar o seu próprio caminho, pelo menos por um tempo.

Diante das novas realidades, cada uma seguiu sua vida. O livro nos mostra com bastante precisão o que as duas irmãs órfãs enfrentaram, você sente a dor, o sofrimento, a valentia e a coragem delas, e torce para que tenham um “final feliz”. Porém, quando o “final feliz” está próximo acontecem muitas reviravoltas. O que custava Morgan Rice fazer dar certo para Sophia e Kate?

Espero que no segundo livro, Uma corte para ladras, e no último, Uma canção para órfãs, as coisas sejam mais fáceis para as duas.