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SUS em Foco: como Ana e Helena Petta estão ajudando a mudar a percepção da saúde pública no Brasil
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SUS em Foco: como Ana e Helena Petta estão ajudando a mudar a percepção da saúde pública no Brasil

“As equipes das Unidades Básicas de Saúde de todo país cuidaram e vacinaram as pessoas, apesar de enormes dificuldades. Essa temporada é uma homenagem a elas”, Ana Petta.

Ana Petta é atriz, cineasta, mãe da Maria e do Pedro. Uma mulher criadora que observa atentamente o mundo ao seu redor e tem o poder de transformar essas observações em narrativas impactantes. 

Com formação em artes cênicas na USP e uma sólida experiência em companhias de teatro em São Paulo, Ana trilhou um caminho no qual a colaboração e o trabalho coletivo moldaram sua visão criativa. Essa experiência teatral intensiva, onde os atores também são os autores das obras, serviu como um alicerce sólido para seu futuro trabalho no audiovisual. 

Foi durante uma conversa com sua irmã, Helena Petta (médica infectologista e cineasta), que surgiu a ideia de preencher uma lacuna na televisão brasileira: a ausência de uma série médica. Assumindo o desafio aparentemente impossível, elas decidiram ambientar a série em uma Unidade Básica de Saúde (UBS*), construindo um projeto que acabou por se tornar a série “Unidade Básica”. Uma UBS, no contexto brasileiro, é uma unidade de atendimento médico de nível primário, que oferece cuidados médicos e de saúde essenciais para a população local em uma determinada área geográfica. Elas desempenham um papel crítico na promoção da saúde e na prevenção de doenças. 

Em 2016, a primeira temporada foi lançada e, para surpresa delas, a série ressoou profundamente com os profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS**), o sistema público de saúde do Brasil. Esse engajamento, moldado pela identificação com o contexto do SUS e uma conexão genuína, destacou a importância da narrativa e revelou uma insatisfação em relação à representação da saúde na mídia.

Naquela época, a visão predominante no Brasil sobre o SUS estava longe de ser positiva, mas Ana e Helena tinham um objetivo claro: discutir e celebrar o SUS, apesar de seus desafios, e reconhecer a dedicação inabalável dos profissionais de saúde que sustentam o sistema nas UBS. A série “Unidade Básica” trouxe uma perspectiva ampla sobre a saúde, e seu impacto foi tão profundo que inspirou uma mudança nas aspirações de muitos estudantes de medicina, direcionando-os para a medicina de família e comunidade. A série abordou temas cruciais para as mulheres, como a saúde feminina, e sendo criada por mulheres como Ana e Helena, isso ressoou ainda mais com o público. Além de criadora da série, Ana também desempenha seu papel como atriz ao interpretar a Dra. Laura: uma profissional altamente competente, comprometida com o bem-estar dos pacientes e profundamente envolvida em seu trabalho, que vai se transformando a cada temporada. Seu trabalho como atriz, diretora e produtora reflete sua habilidade de dar voz a histórias autênticas e emocionantes, contribuindo para uma representação diversificada e inspiradora na mídia.

Retratando a pandemia de Covid-19 no Brasil

Parte desse talento inegável de Ana e Helena podem ser vividamente apreciados em seus projetos mais recentes, como o documentário “Quando Falta o Ar” (criado também pelas irmãs) que não apenas venceu o prestigiado festival É Tudo Verdade, mas também foi pré-selecionado para o Oscar, é um exemplo claro de seu compromisso em contar histórias autênticas e urgentes. 

Com este filme, Ana, Helena e sua equipe deram voz aos profissionais de saúde e aos desafios enfrentados durante a pandemia de Covid-19, proporcionando uma janela emocional para um momento crítico da história. 

Além disso, a série brasileira Unidade Básica, cuja terceira temporada acaba de estrear no canal Universal TV, é outra prova da habilidade das irmãs em abordar narrativas complexas e sensíveis, mergulhando profundamente nas vidas dos profissionais de saúde e dos pacientes. 

“Quando a pandemia iniciou comecei a conversar com colegas da linha de frente e as histórias eram muito chocantes. Isto fez com que produzíssemos o documentário Quando falta o Ar, e também muito deste material foi para o roteiro desta terceira temporada, que é toda baseada em casos reais”, explica Helena. A partir dessa vivência, foi criado o roteiro da nova temporada, que é assinado por ela, Cannito e Marcos Takeda.

A terceira temporada da série “Unidade Básica” promete ser um mergulho profundo e impactante na realidade do sistema de saúde brasileiro durante a pandemia de COVID-19. 

“Procuramos reproduzir nesta nova temporada como a crise sanitária afetou a atenção primária de saúde e impactou a vida dos profissionais e da população atendida pelo SUS. Mostramos o quão difícil foi o trabalho desses profissionais no começo da pandemia, como enfrentaram as adversidades como verdadeiros guerreiros para defender a população de suas comunidades”, explica Ana Petta

Com a narrativa agora centrada no contexto da crise de saúde global, a série nos levará a acompanhar de perto os profissionais de saúde da UBS enquanto enfrentam desafios sem precedentes, colocando em evidência suas lutas heróicas e a dedicação incansável em meio a uma situação crítica. Ao abordar a pandemia, a série não apenas oferece uma perspectiva sensível sobre as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores de saúde, mas também joga luz sobre a resiliência e a humanidade que emergem em tempos de crise. 

Esta temporada promete ser uma exploração poderosa e comovente do papel crucial desempenhado pelas UBSs na linha de frente da batalha contra a COVID-19 no Brasil. Os novos episódios trazem o Dr. Paulo (Caco Ciocler) volta à UBS Cecília Donnangelo depois de uma licença forçada ao final da segunda temporada. Agora, ele precisará encarar os desafios do contexto pandêmico ao mesmo tempo em que lida com seu conturbado relacionamento com a Dra. Laura, que  está ainda mais mergulhada no trabalho.

“É uma honra representar e contar, na ficção, a história dos profissionais do SUS, que estiveram na linha de frente durante a pandemia. As equipes das Unidades Básicas de Saúde de todo país  cuidaram e vacinaram as pessoas, apesar de enormes dificuldades. Essa temporada é uma homenagem a elas”, conclui Ana.

Através de sua notável capacidade de transformar observações em narrativas impactantes, Ana Petta e sua colaboração criativa com sua irmã, Helena Petta, estão moldando não apenas a maneira como os brasileiros veem a saúde e o SUS, mas também inspirando futuras gerações a fazer a diferença na área médica e na representação feminina na indústria do entretenimento. Suas realizações exemplificam a capacidade do audiovisual de provocar reflexões significativas e mudanças reais na sociedade. 

O elenco também conta com Carlota Joaquina (de 3%) como a enfermeira Beth; e Vinicius de Oliveira (de Central do Brasil) como o agente de saúde Malaquias. Outros três personagens serão apresentados: Dr. Mariano (Marat Descartes, de Rotas do Ódio), o novo gerente da unidade, enviado pela Secretaria de Saúde; Dr. Waldir (Rodrigo dos Santos, de Onde Está Meu Coração?), médico que trabalha no SAMU e vai para a UBS buscar os pacientes em estado grave; e Gabi (Fernanda Marques, de Um Lugar ao Sol), estagiária hipocondríaca que integra a equipe da UBS.

A direção geral da série é de Suzy Milstein, que também dirige alguns episódios, assim como Ciocler e Cannito. A produção é de Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis.

A terceira temporada de Unidade Básica é uma produção Gullane, em coprodução com NBCUniversal International Distribution, com patrocínio NBCUniversal International Networks, Inspirali, UniEduK, Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e apoio da Agência Nacional do Cinema, ANCINE.


*No contexto brasileiro, UBS é a sigla para “Unidade Básica de Saúde”. Trata-se de uma parte fundamental do sistema de saúde pública do Brasil, conhecido como Sistema Único de Saúde (SUS). É um componente vital do sistema de saúde pública do Brasil, visando tornar os serviços de saúde acessíveis a todos os cidadãos, independentemente de sua renda ou condição social.

**O SUS é a sigla para “Sistema Único de Saúde” e é o sistema público de saúde do Brasil. É um dos maiores sistemas de saúde pública do mundo e desempenha um papel fundamental na prestação de serviços de saúde para a população brasileira.

Veja o teaser de "João Sem Deus - A Queda de Abadiânia", com Bianca Comparato, Karine Teles e Marco Nanini
Mariana Caldas
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Veja o teaser de “João Sem Deus – A Queda de Abadiânia”

A série “João Sem Deus – A Queda de Abadiânia”, que tem sua premiére mundial no dia 5 de outubro no IberSeries & Platino Indústria, um dos maiores encontros da indústria audiovisual ibero-americana, acaba de ganhar um teaser com imagens inéditas, veja:

O projeto tem pré-estreia no dia 9 de outubro em sessão no Festival do Rio e estreia dia 13 no Canal Brasil. Primeira série de coprodução internacional independente no Brasil e em Portugal, de Ventre Studio, Canal Brasil, Coral Europa e TVI, a obra é dirigida por Marina Person e conta com o ator Marco Nanini no papel de João de Deus e um grande elenco: Bianca Comparato, Karine Teles, Antonio Saboia e as atrizes portuguesas Ana Sofia Martins e Dalila Carmo. Os três episódios ficam disponíveis no Globoplay + Canais a partir da estreia.

A série ficcional inspirada em eventos reais conta a história de duas irmãs que chegaram a Abadiânia 17 anos antes da prisão de João de Deus. Uma delas sai do país após os abusos sofridos, enquanto a outra se torna uma fiel funcionária do médium, afirmando que vivenciou o milagre da cura da irmã. A trama se desenrola durante o reencontro das duas irmãs, que culmina em um surpreendente plot twist.

“As três protagonistas na nossa série representam as mulheres reais que começaram o escândalo: Carmem representa a fé nos poderes de cura de João de Deus, Cecília representa as vítimas de abuso e Ariane (filha da Carmem) faz o papel de uma menina que só percebe que foi abusada após a fala de outras mulheres”, explica a diretora Marina Person.

Nanini é o antagonista da trama: “O convite para participar de ‘João Sem Deus’ me fez mergulhar na história que inspira a série, que conta com um roteiro excelente, uma diretora muito talentosa e um grupo de atores que admiro”, diz o ator.

A atriz Karine Teles interpreta Cecília, a irmã que sofre abuso sexual: “Precisamos falar sobre abuso de poder, mentiras e ganância, mais do que nunca. Essa história é próxima da gente aqui no Brasil, mas é tristemente universal. Aceitei participar desse projeto delicado e difícil porque acredito no poder restaurador da arte. Espero que chegue nas pessoas e provoque reflexões em cada um de nós”.

Já Bianca Comparato vive a protagonista Carmem, a irmã que acredita nos poderes do médium: “O que me atraiu nesse projeto foi a abordagem para contar a história da queda de João de Deus, mas pela perspectiva feminina. Até o começo da série, a minha personagem, Carmem, está cega em relação aos relatos de abusos, mas, aos poucos, vai entendendo o monstro que está ao seu lado. Ela chega a se perguntar a quem ela foi devota por todo esse tempo, a Deus ou ao Diabo? É sobre essa dúvida de Carmem e sua dificuldade de aceitar que ela não ajudou mulheres abusadas. A obra é um thriller eletrizante e sem dúvida é uma grande personagem”.

O ator Antonio Saboia também compõe o elenco, na pele de Lindinho, braço direito de João de Deus: “O projeto me seduziu por ter um roteiro forte sobre a escuridão dos nossos falsos profetas. É um privilégio poder trabalhar com Marina Person, Paula Cosenza, Marco Nanini, Karine Teles, Bianca Comparato e tantos outros talentos. Lindinho é um papel totalmente diferente do que já fiz antes e um desafio e tanto”.

A produção de “João Sem Deus – A Queda de Abadiânia” tem a predominância feminina na equipe, principalmente nas posições de liderança, nas quais as decisões criativas e executivas são tomadas por mulheres. O projeto também possui o acompanhamento da Bem Querer Mulher, iniciativa de acolhimento integral a mulheres que sofrem violência no Brasil, para a leitura sensível dos roteiros e apoio presencial no set durante as filmagens das cenas mais delicadas.

“Sou sobrevivente de abuso sexual, então esse tema me toca muito. Tivemos um cuidado e sensibilidade enormes na sala de roteiro por se tratar de vidas reais dessas mulheres, traumas que ainda não cicatrizaram para elas. Um desafio grande foi ter empatia com as mulheres que estavam ao lado do João, trabalhando dentro da Casa. Mas sempre acreditamos que o ponto de vista delas merecia ser contado e honrado. Elas também foram vítimas em muitos níveis”, pontua Patricia Corso, roteirista e cocriadora da série.

“A trama nunca é contada sob o ponto de vista do abusador, mas das sobreviventes que enfrentaram a rede de proteção e o silenciamento que permitiu que esses abusos continuassem por tanto tempo. É uma história, infelizmente, ainda muito relevante no Brasil – tanto pela perigosa associação entre fé e política, quanto pela cada vez mais frequente utilização de discursos morais e religiosos para acobertar estupros, misoginia, usurpação financeira e exploração sexual”, afirma Leo Moreira, roteirista e cocriador da série.

“João Sem Deus – A Queda de Abadiânia” foi gravada em Portugal e no Brasil e o set teve apoio da ONG Cinema Verde. Essa é uma iniciativa que visa reduzir o impacto ambiental causado pelas produções audiovisuais. As vendas internacionais são lideradas pela Onza Distribution e começaram em outubro, na MIPCOM.

Paramount+ anuncia novo documentário Milli Vanilli, com estreia em 24 de outubro
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Paramount+ anuncia novo documentário Milli Vanilli, com estreia em 24 de outubro

O Paramount+ anunciou que o novo documentário MILLI VANILLI, cuja estreia mundial aconteceu no Tribeca Film Festival 2023, estreará exclusivamente na plataforma no dia 25 de outubro, quarta-feira.

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Produzido pela MRC e Keep on Running Pictures, MILLI VANILLI conta a história de Robert “Rob” Pilatus e Fabrice “Fab” Morvan, que se tornaram amigos rapidamente durante a juventude na Alemanha. Rob veio de uma família disfuncional e Fab escapou de um lar abusivo, ambos compartilham uma educação semelhante e o mesmo objetivo: tornar-se superestrelas. Em poucos anos, seus sonhos se tornaram realidade.

Em 1989, seu primeiro álbum ganhou seis vezes disco de platina nos Estados Unidos, e seu maior sucesso, “Girl You Know It’s True”, vendeu mais de 30 milhões de singles em todo o mundo. Rob e Fab, mais conhecidos como “Milli Vanilli”, se tornaram a dupla pop mais famosa do mundo em 1990 e ganharam o prêmio de Melhor Artista Revelação no GRAMMY Awards. No entanto, a sua ascensão ao sucesso custou-lhes um preço devastador que acabou por levá-los à ruína.

MILLI VANILLI é dirigido e produzido por Luke Korem e produzido por Bradley Jackson, MRC e Keep On Running Pictures em colaboração com a MTV Entertainment Studios. Hanif Abdurraqib e Kim Marlowe que atuam como produtores executivos.

Prime Video Divulga Trailer de A Menina que Matou os Pais - A Confissão
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Prime Video Divulga Trailer de A Menina que Matou os Pais – A Confissão

O Prime Video divulga hoje o trailer oficial de A Menina que Matou os Pais – A Confissão. O filme chega ao serviço de streaming no dia 27 de outubro e será a mais nova adição à assinatura Prime. Membros Prime no Brasil desfrutam de economia, conveniência e entretenimento, tudo em uma única assinatura.

Em 2002, o casal Suzane von Richthofen (Carla Diaz) e Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt) chocou o Brasil quando se declarou culpado pela morte de Manfred e Marísia von Richthofen, pais de Suzane. O trailer de A Menina que Matou os Pais – A Confissão adianta para o público parte dos depoimentos de Suzane, Daniel e Cristian Cravinhos (Allan Souza Lima) – o irmão de Daniel – e o que eles fizeram nos dias que sucederam o crime brutal até o momento em que foram presos. A investigação é liderada pela Delegada Helena, papel de Bárbara Colen.

O novo drama de true crime complementa os filmes lançados em 2021 pelo Prime Video: A Menina Que Matou os Pais, inspirado no depoimento de Daniel à polícia, e O Menino Que Matou Meus Pais, que baseia-se no de Suzane. Com direção de Mauricio Eça, o filme parte de informações do livro “Casos de Família – Arquivos Richthofen”, de Ilana Casoy, que escreveu o roteiro junto com Raphael Montes. O elenco conta ainda com Kauan Ceglio, Arthur Kohl, Che Moais, Adriano Bolshi, Augusto Madeira, Débora Duboc, Daniel Alvim e Gabi Lopes, entre outros. A produção é da Santa Rita Filmes em coprodução com a Galeria Distribuidora e o Grupo Telefilms. Os produtores executivos são Deborah Nikaido e Marcelo Braga, que também é coprodutor junto de Gabriel Gurman, Ricardo Costianovsky e Tomás Darcyl.

Investigação criminal conduz a trama de DNA do Crime
Guilherme Leporace e Alisson Louback
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Investigação criminal conduz a trama de DNA do Crime

Sangue, saliva e outros rastros genéticos em meio a fuzis, metralhadoras e explosivos. O teaser e as primeiras imagens de cena de DNA do Crime, a primeira série brasileira de ação policial da Netflix, vão direto ao ponto para mostrar que vem muito tiro, porrada e bomba nesta superprodução nacional, inspirada em crimes reais.

+ Resenha: A Clínica – A farsa e os crimes de Roger Abdelmassih, Vicente Vilardaga

Os fãs do gênero, em especial os aficionados por ação e investigação criminal, vão ter motivos de sobra para perder o fôlego em sequências de perseguição e tiroteio, mas também para acompanhar, nos detalhes, o trabalho de campo e a inteligência da Polícia Federal de forma sem precedentes no Brasil.

Produzida pela Paranoïd, DNA do Crime tem criação e direção geral de Heitor Dhalia, produção de Manoel Rangel e Egisto Betti e, no elenco, Maeve Jinkings, Rômulo Braga, Thomás Aquino e Pedro Caetano, entre outros.

Sobre a Paranoïd
A Paranoïd é uma produtora audiovisual independente brasileira conhecida por audaciosos projetos de cinema, TV, streaming e publicidade. A Paranoïd se dedica à entrega de conteúdo criativo e de alta qualidade de imagem, atuando em todas as etapas, desde a criação ao lançamento, de séries e longas, ficcionais e não ficcionais, com as principais plataformas, programadores, canais, distribuidoras e colaboradores do mercado audiovisual.

Prime Video Anuncia o Começo da Produção do Filme Original Amazon Missão Porto Seguro
Juliana Cerdeira
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Prime Video anuncia o começo da produção do filme Missão Porto Seguro

O Prime Video anuncia hoje o começo da produção do filme Original Amazon Missão Porto Seguro, dirigido por Cris D’Amato. O filme tem Giovanna Lancellotti, Igor Jansen, Sophia Valverde, e Miguel Falabella no elenco e será gravado em São Paulo e Porto Seguro.

O filme conta a história de Denise (Giovanna Lancellotti), uma policial desajeitada de 30 anos que se infiltra em uma viagem de formatura de colégio em busca de informações que a ajudem a desmantelar uma organização criminosa. Depois de ser afastada da operação pelo delegado responsável, que é seu próprio pai (Miguel Falabella), Denise decide arriscar seu emprego e embarcar para Porto Seguro, Bahia, onde vai se passar por uma adolescente para conseguir informações privilegiadas. Careta e cheia de amarras sociais, ela terá a ajuda de uma aliada improvável, Babi (Ademara), que tem a mesma idade dela, mas, no fundo, nunca cresceu. Ao mesmo tempo que aprofunda a investigação, Denise vive uma adolescência tardia cheia de emoções.

“É gratificante poder filmar em lugares fora do Rio e São Paulo, algo que reforça o comprometimento do Prime Video em trazer diversidade para seu catálogo, além de mostrar a riqueza do nosso país para o mundo. Missão Porto Seguro é um filme de ação divertido em que esperamos que nossos clientes tenham uma ótima experiência assistindo.” diz Malu Miranda, Head de Conteúdo Original para o Brasil do Amazon Studios.

O elenco conta ainda com Antonio Tabet, Sophia Valverde, Igor Jansen, Letícia Pedro, Raphael Vicente, Estevam Nabote, Mariana Xavier, Érico Brás e Marcelo Médici; e terá a participação especial de Sheila Mello e Scheila Carvalho. O filme é produzido pela Glaz Entretenimento. O roteiro é de Denis Nielsen, Nathalia Cruz, Cris Werson, Vitor Brandt e Leandro Soares.

Após a estreia de Dom S2, Soltos em Salvador, Caravana das Drags, Negociador, da franquia de filmes Um Ano Inesquecível e Cangaço Novo, o anúncio do novo projeto mostra o foco do Prime Video em oferecer conteúdo local diversificado aos membros Prime em todo o mundo. O filme Missão Porto Seguro se juntará a milhares de programas de TV e filmes no catálogo do Prime Video, incluindo outras produções brasileiras Originais Amazon, produções premiadas e séries globais Originais Amazon aclamadas pela crítica, como O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, A Roda do Tempo, Jack Ryan de Tom Clancy, Good Omens e The Boys; além de filmes globais Originais Amazon, como o vencedor do Oscar The Sound of Metal, Um Príncipe em Nova York 2, Sem Remorso e A Guerra do Amanhã.

Os membros Prime poderão assistir à Missão Porto Seguro em qualquer lugar e a qualquer momento pelo aplicativo Prime Video para smart TVs, dispositivos móveis, Fire TV, Fire TV stick, tablets Fire, Apple TV e transmissão on-line. No aplicativo Prime Video, os membros Prime podem baixar filmes ou episódios em seus dispositivos móveis e tablets e assistir em qualquer lugar offline. O Prime Video está disponível no Brasil sem custo adicional na assinatura Prime por apenas R$14,99 por mês ou R$119 por ano. Novos clientes podem saber mais no site e se inscrever para um teste gratuito de 30 dias.

After - Saiba tudo sobre a franquia que é sucesso mundial
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After – Saiba tudo sobre a franquia que é sucesso mundial

Para um casal que já passou por tudo, resta apenas uma pergunta: essa relação resistirá? AFTER – PARA SEMPRE (After Everything) já está em cartaz nas telonas para mostrar o aguardado desfecho da história de amor de Tessa e Hardin.

AFTER – PARA SEMPRE é o último filme da franquia que conquistou o público com muita paixão, intensidade e drama. Saiba mais sobre a franquia:

+ Resenha: After, Anna Todd

O primeiro filme chegou aos cinemas em 2019 e fez todos se apaixonarem pelo casal formado por Tessa Young (Josephine Langford) e Hardin (Hero Fiennes Tiffin). O filme mostrou a entrada de Tessa na faculdade, onde ela conheceu o mundo das festas e o rebelde Hardin. Aos poucos os dois se aproximaram, e se iniciou uma ardente paixão.

Em AFTER – DEPOIS DA VERDADE, Tessa tentou esquecer Hardin, mas descobriu que alguns amores não podem ser superados. Sabendo que cometeu o pior erro de sua vida ao ter magoado a jovem, Hardin fez de tudo para reconquistar seu grande amor.

No terceiro filme, AFTER – DEPOIS DO DESENCONTRO, o casal lidou com dilemas ainda mais complexos. Tessa tomou uma decisão importante, e algumas revelações sobre sua família e o passado de Hardin ameaçaram seus planos e o relacionamento intenso do casal.

Já no quarto filme, AFTER – DEPOIS DA PROMESSA, o casal “Hessa” não era mais o mesmo. Detalhes do passado de Hardin vieram à tona e o rapaz ficou mais sombrio e distante de Tessa, que decidiu se afastar. Depois de um tempo separados, eles se reencontram e tiveram que escolher entre reacender o relacionamento ou continuar repetindo os mesmos erros do passado.

Já nos cinemas, AFTER – PARA SEMPRE, o quinto filme da franquia estrelada por Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin, é a última oportunidade para assistir After nas telonas. Para informações sobre ingressos, acesse o site do seu cinema favorito ou clique aqui: https://afterparasempre.com.br.

AFTER – PARA SEMPRE conta com apoio de acessibilidade para todos os públicos. Por meio do aplicativo MovieReading, a partir da estreia estarão disponíveis recursos de audiodescrição, legendas descritivas e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.

Exibido no Festival de Cannes, NOSTALGIA chega aos cinemas
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Exibido no Festival de Cannes, NOSTALGIA chega aos cinemas dia 5 de outubro

Exibido no Festival de Cannes e indicado em nove categorias no prêmio da Academia Italiana de Cinema, o David di Donatello, – entre elas, Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator – NOSTALGIA é um longa sobre o passado pelo olhar do presente, as transformações e mudanças pelas quais passaram tanto Nápoles quanto seu protagonista, Pierfrancesco Favino (“O Traidor”), quando retorna à sua cidade. É nesse tom que se desenvolve o filme dirigido por Mario Martone, que chega aos cinemas do Brasil no próximo dia 5 de outubro, com distribuição da Pandora Filmes.

Favino interpreta Felice Lasco, um homem que volta à sua cidade natal, depois de quatro décadas e a encontra totalmente transformada, quase irreconhecível. Mas será que só a cidade mudou ou ele também? Com roteiro assinado por Martone e Ippolita Di Majo, o longa é inspirado no livro homônimo de Ermanno Rea.

Martoni, que era amigo de Abbas Kiarostami, falou em entrevista que acredita que o mestre iraniano iria gostar do filme, pois teve o cinema do Irã como inspiração. “Gosto do cinema iraniano por vários motivos. Os filmes dos diretores iranianos são rodados na rua, você vê pessoas reais, e aí eles têm força para ainda serem contos morais, NOSTALGIA é um pouco disso também, e isso não é mais comum”, comenta o cineasta.

Nascido em Roma, Favino, por sua vez, conta que o maior desafio para o papel foi aprender o dialeto napolitano. “Na Itália, há um enorme respeito pela língua napolitana. Todos os nossos dramaturgos vêm de Nápoles. E há uma história incrível de atores napolitanos que sempre admirei. E eu estava cercado por napolitanos, então não só tive que aprender, mas também temi o julgamento deles.” Além disso, ele também aprendeu um pouco de árabe para o filme, pois seu personagem vive no Oriente Médio.

O diretor explica que busca em NOSTALGIA algo muito próximo da atualidade, deixando o longa aberto aos acontecimentos durante a filmagem. “Fiquei fascinado com a ideia de fazer um filme não dentro de uma cidade, mas dentro de um bairro, como se fosse um tabuleiro de xadrez, e por isso todas as ruas, casas e indivíduos que aparecem no filme são exclusivamente do Rione Sanità, um bairro napolitano separado do mar.”

Para conseguir a naturalidade e desbravar o bairro, ele conta que convidou elenco e equipe a andar pelas ruas, a se perder naquele lugar, como um labirinto, e, só assim, começar a entender o que realmente é aquele lugar. “Com a câmara nos ombros, começamos a caminhar pelas ruas, na nossa interpretação do cinema da realidade. Encontro após encontro, vida após vida, história após história, acabamos filmando a última cena nos perguntando qual seria o seu significado, e não conseguimos encontrá-la. Talvez não haja sentido, talvez nunca tenha havido. Existe o labirinto e existe a nostalgia, que é o destino de muitos, e talvez de todos nós.”

Desde sua exibição em Cannes, o filme tem sido muito bem recebido, tendo diversas críticas elogiosas. “O filme lindamente filmado e soberbamente composto de Mario Martone oscila à beira de algo especial”, diz Peter Bradshaw, no jornal The Guardian. “Com o queixo sempre contraído e a testa sempre franzida, o estoicamente carismático Favino é a âncora humana certa para este projeto: simpático de uma forma forte e silenciosa, mas igualmente capaz de se fundir nos quadros movimentados e sombrios da agitação urbana do filme”, escreve Guy Lodge, na Variety.

Mostra de Cinema Chinês exibe programação gratuita on-line e presencial
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Mostra de Cinema Chinês exibe programação gratuita on-line e presencial

A Mostra de Cinema Chinês apresenta dois recortes diferentes da produção cinematográfica do país, com filmes longas-metragens de grandes mestres do cinema chinês, muitos deles ainda pouco vistos aqui. A programação é gratuita, com patrocínio da CPFL Energia e é realizada pela Brazucah Produções, em parceria com o Instituto CPFL e Instituto Confúcio.

Mostra on-line tem acesso livre disponível até dia 31 de outubro. Já a presencial, para quem estiver na região de Campina, acontece de 18 a 29 de setembro, na Sala Umuarama do Instituto CPFL.

A curadoria selecionou obras clássicas e contemporâneas, uma oportunidade de acesso a produções pouco disponíveis e de longas-metragens que ainda não tinham tradução no Brasil. Além de oferecer acessibilidade para todo país, com filmes que poderão ser vistos on-line, inclusive em regiões onde não há salas de cinema.

Mostra on-line

A programação em ambiente on-line exibe um resgate histórico, com cinco obras clássicas e icônicas dos primórdios da cinematografia chinesa.

Celebrando o aniversário de 100 anos do cineasta Xie Jin – considerado um dos maiores cineastas e diretores da história do cinema chinês, duas de suas obras iniciais serão, pela primeira vez, traduzidas para o português: “Jogadora de Basquete nº 5”, filme que lhe deu projeção nacional e “Grande Li, Pequeno Li e Velho Li”, comédia reverenciada pelos chineses até os dias atuais.

Outros três clássicos da 1ª e 2ª geração do cinema chinês, também pela primeira vez legendados para a língua portuguesa, completam a programação: o épico “A Longa Estrada”, de Sun Yu, a comédia genial “Viva a Senhora!”, de Sang Hu, e o pioneiro do terror Chinês “Sons na Meia-noite”, de Ma-Xu Weibang.

Os filmes que compõem a programação on-line estarão disponíveis em www.mostradecinemachines.com.br. A Mostra on-line tem acesso livre e proporciona alcance nacional ao público interessado.

Mostra em Campinas

A Mostra presencial acontece no Instituto CPFL, na Sala Umuarama. Nela, a programação traz outro ponto de vista do cinema Chinês, exibindo oito filmes da chamada 5ª geração de cineastas, do final dos anos 90 e meados de 2000, alguns destes já conhecidos e renomados. Obras que merecem serem vistas ou revistas sob uma nova perspectiva.

Destaque para o “Herói”, “Clã Das Adagas Voadoras” e “Nenhum a Menos”, de Zhang Yimou – talvez o cineasta chinês mais conhecido da última década. Também as obras-primas “Sons da Alma”, de Chen Kaige e “Carteiro nas Montanhas”, de Hou Jianqi. Além do premiado “Minha doce amarga Taiwan”, de Zheng Dongtian, “Meu 1919”, de Huang Jianzhong e “A ferrovia nas nuvens”, de Feng Xiaoning, sobre a desafiadora construção da ferrovia que liga Pequim ao Tibet.

A programação completa pode ser consultada pelo público também pelo site e todos os filmes nas sessões presenciais terão intérprete em libras.

Curadoria

A curadoria da Mostra de Cinema Chinês é assinada por Alê Amazônia e Lucas Chen, dois brasileiros da área cultural com forte relação com a cultura chinesa.

Alê é produtor cultural, músico e escritor, morou na China por 8 anos onde atuou especialmente na música e cinema. Também é responsável por um projeto de intercâmbio cultural entre Brasil e China, focado em residências artísticas e co-produções entre artistas brasileiros e chineses.

Lucas Chen é conselheiro do Centro Popular de Cultura da União Municipal de Estudantes Secundaristas de São Paulo (CPC-UMES), coordenador da Mostra de Cinema Chinês em São Paulo – Chinaflix e do Podcast Chinacast.

A Mostra de Cinema Chinês é viabilizada por meio do ProAC, com patrocínio da CPFL Energia, em parceria com o Instituto CPFL e apoio do Instituto Confúcio, realização Brazucah Produções, Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e Governo do Estado de São Paulo.

UM POUCO DE MIM, UM POUCO DE NÓS será exibido no Museu da Imigração (16/9)
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UM POUCO DE MIM, UM POUCO DE NÓS será exibido no Museu da Imigração (16/9)

O que o passado tem a nos dizer e alertar sobre o presente? Como a história pode nos ensinar a não repetir os erros e horrores das outras gerações? Perguntas como essas são instigadas pelo documentário UM POUCO DE MIM, UM POUCO DE NÓS, que receberá neste sábado, 16 de setembro, uma exibição gratuita às 15h no Museu da Imigração. O diretor André Bushatsky estará presente para diálogo com a plateia. A produção é assinada pela Bushatsky Filmes, com distribuição da própria Bushatsky Filmes em parceria com a Prisma. Em São Paulo, a obra seguirá em cartaz amanhã, quinta-feira, 14 de setembro, no Espaço Itaú de Cinema – Augusta, em sessões diárias às 13h30, na sala 2.

O longa começa com uma judia alemã que fugiu ao primeiro sinal de que algo de muito errado estava por vir. E segue para histórias de quem se escondeu na floresta, fugiu para outro país, debaixo do subsolo, em um cômodo. Encontramos aqueles que contaram com uma mão amiga, que arriscaram vida e família ajudando os perseguidos pelo regime e os Partisans, guerrilheiros prontos para sabotar o exército alemão. Há os que foram para o campo de concentração e tiveram a sorte de sobreviver, mas, mesmo assim, tiveram que se reerguer em outro país, sem dinheiro, sem ajuda, com outra língua e cultura. O filme conta com depoimentos dos jornalistas Pedro Bial e Caio Blinder, do filósofo Mário Sérgio Cortella e da economista e professora Claudia Costin.

A partir dessa narrativa traçada por depoimentos de sobreviventes que se radicaram no Brasil, o documentário medita também sobre o nosso presente, seja na questão do surgimento de líderes extremistas quanto na situação de refugiados e imigrantes na atualidade, e sobre o mundo que queremos construir.

“Falamos a respeito dos sobreviventes de uma Europa dos anos 1930/40, cheia de autocratas e ditadores, ao mesmo tempo que dialoga com repressões que assolaram o mundo nos anos seguintes e chega até hoje, com o crescimento dos extremistas. Parece que não nos cansamos de ver tragédia. Povos sendo dizimados, refugiados atravessando os mares numa jangada”, explica o diretor.

Colocando-se também em primeira pessoa no documentário, Bushatsky se apresenta como investigador sobre as dinâmicas pessoais e as questões políticas que levaram à ascensão do nazismo na Alemanha do século XX e o extremismo contemporâneo, e, dessa forma, questiona o passado para tentar iluminar o presente.

“O filme nasceu da vontade de saber mais sobre as minhas origens. Explorar os caminhos que me fizeram chegar aqui. Meus avós maternos fugiram da Áustria. Minha avó Erika, morou em um gueto na China, meu avô Erich fugiu por diversos países até que conseguiu vir para o Brasil. Meu avô conseguiu o visto devido ao embaixador Luiz Martins de Souza Dantas.”

Nas entrevistas, Bushatsky se deparou com histórias fortes, aquelas que tanto vemos em filmes e livros sobre o Holocausto, mas que estavam sendo contadas ali, na frente de sua câmera, pelas pessoas que as vivenciaram. “Tinha emoção, lágrimas, mas todos fizeram questão de contar, falar e passar para a frente a mensagem de que se aconteceu uma vez, pode acontecer de novo e essa memória não pode ser esquecida jamais”, relata o cineasta.

Essa proximidade com as pessoas entrevistadas surgiu por conta daquilo que o documentarista define como “um processo artesanal”. “Reunia a equipe, geralmente aos finais de semana, e fazíamos uma ou duas diárias de filmagem. Visitávamos os personagens, com calma, dando tempo para a conversa acontecer e a emoção falar. Aí passava um tempo, fazíamos mais uma entrevista até que conseguimos todo material. No paralelo, começamos a montagem do filme. São histórias muito fortes que precisam decantar antes de serem contadas.”

Ele confessa que, por meio do filme, confirmou “a tremenda e inigualável perseverança e resiliência dos sobreviventes. A vontade de viver perante a tragédia. E que, sim, estavam diante do horror.”

 

Serviço
UM POUCO DE MIM, UM POUCO DE NÓS

Sessão gratuita com a presença do diretor André Bushatsky
Sábado, 16 de setembro, às 15h
Museu da Imigração
Rua Visconde de Parnaíba, 1.316, Mooca – São Paulo/SP
Retirada de ingresso diretamente na bilheteria
Sessão sujeita à lotação da sala

 

Sinopse
Em “Um pouco de mim, um pouco de nós”, o diretor André Bushatsky revisita a Segunda Guerra Mundial pelos depoimentos de sobreviventes do Holocausto que conseguiram escapar do pesadelo nazista e reconstruíram suas vidas no Brasil. E com a ajuda de jornalistas e estudiosos, procura esclarecer porque a História tem o pendor para a repetição e o que podemos fazer em sociedade para garantir que os mesmos erros não se repitam.

 

Ficha Técnica
Produção:
Bushatsky Filmes
Direção e Roteiro: André Bushatsky
Produção Executiva: André Bushatsky e Pedro Alves
Direção de Produção: Renato Sacerdote
Direção de Fotografia: Alan Fabio Gomes
Montagem: Heloisa Kato e Jonathan Mendonça
Assistente de Fotografia: Murilo Perches
Pesquisa: Sarita Sarue
Assistente de Produção: Thais Bugelli
Som Direto: Douglas Gonçalves
Trilha Original: Tami Belfer
Edição de Som e Mixagem: Eric Ribeiro Christani, A3pS
Stills e Making of: LH Simonetti
Design: Índio San
Gênero: documentário
País: Brasil
Ano: 2023
Duração: 72 minutos
Classificação Indicativa: 12 anos

 

Sobre André Bushatsky
André Bushatsky, cineasta e roteirista, tem no seu repertório direções para programas de televisão, publicidade e conteúdo, roteiros para a animação “Peixonauta”, da Discovery Kids, a websérie “Mãe, Manhê”, além da animação “Miss Dollar”, baseada em um conto de Machado de Assis e premiada 12º Festival Internacional de Cinema Infantil, FICI, os curtas “Roid” e “O Método Holandês”, o média-metragem “Tão Perto, Tão Longe” e o longa-metragem “A História do Homem Henry Sobel”. O filme abriu o 18 ̊ Festiva de Cinema Judaico de São Paulo. Escreveu o livro “Moridea”, editado pela Patuá. Lançou, em abril de 2022, a série documental “Animais sem Lar” e, em junho, o longa-metragem documental “Brasileiríssima” sobre o impacto social e cultural da telenovela, coproduzido pela Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil. Em setembro de 2022, lançou o longa-metragem de ficção “No Outro Encontro Você” e, em outubro, o filme “Domingo à Noite”, com Marieta Severo e Zécarlos Machado, estreou no Festival do Rio, na categoria Novos Rumos – Hors Concours. A produção participou do Festival de Boston e Marieta Severo ganhou o prêmio de melhor atriz no Madrid Film Awards (MADFA).