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18 dicas para viajar mais em 2018

O novo ano chegou! Se você gosta de viajar, que tal se planejar e viajar mais em 2018? Aqui vão algumas dicas para te ajudar a juntar dinheiro e economizar na hora de viajar!

1. Estabeleça uma meta de economia

A quantidade de gastos que viajar envolve, torna-se um empecilho para  a maioria das pessoas que sonha em viajar. Então, que tal criar uma meta de economia mensal ? Você pode seguir essa tabela, economizando dinheiro em 52 semanas, ou, você pode, simplesmente, recorrer ao famoso e velho cofrinho. O importante é ter uma meta e fazer de tudo para tentar atingi-la.

2. Corte gastos diários

Você já parou para pensar o quanto os seus gastos diários implicam no final do ano? Faça as contas, coloque no papel! Há muitas coisas que gastamos no dia a dia, considerando que são pequenos valores, e que, no fim, poderíamos ter acumulado muito mais dinheiro. Ao deixar de, por exemplo, de gastar almoçando fora durante a semana, pode-se economizar em torno de 4000 reais no fim do ano.

3. Planeje antecipadamente

Para escolher uma data ou destino, leve em consideração o quanto você poderá gastar. Planejar antecipadamente pode te ajudar a economizar muito dinheiro, já que você terá mais tempo de pesquisar destinos, hotéis/hostels e passagens.

4. Pesquise passagens e hotéis na guia anônima

Quando estiver a procura de um melhor preço, abra a guia anônima do google chrome e, só então, faça sua pesquisa. Essa dica é valiosa, porque, uma vez que os sites percebem que você está muito interessado em adquirir alguma passagem, os preços mais baixos deixam de aparecer para você na pesquisa comum. O mesmo vale para hotéis. Então, abra uma aba anônima e comece suas pesquisas.

5. Se utilize de sites que comparam preços

Há diversos sites que comparam preços de vôos, de hostels e passagens de ônibus, se utilize deles! O Skyscanner, por exemplo, compara os preços entre as companhias aéreas, o BuscaÔnibus, das empresas de ônibus e o Booking, entre os hotéis.

6. Considere diferentes meios de viajar

Já pensou em trabalhar em hostels em troca de hospedagem? O serviço WorldPackers permite que você se hospede em hostels em diversos destinos, dentro e fora do Brasil, em troca de algum trabalho local. Além disso, pode-se sempre viajar fazendo algum trabalho voluntário  ou, até, trabalhando em estabelecimentos locais, dependendo do destino.

7. Pesquise os meios de hospedagem

Se você  não viaja porque acha que todos os hotéis estão fora do seu orçamento, considere ir para hostels ou, até, se utilizar de serviços como couchsurfing. Os hostels são locais que abrigam, geralmente, jovens viajantes de todo o mundo e, por isso, costumam ter preços mais acessíveis. As acomodações variam, podendo ter 4 até cerca de 10 pessoas dentro de um quarto, vale a pena pesquisar em sites como o HostelWorld. O CouchSurfing é um serviço que permite que viajantes encontrem um sofá para ficar durante uma pequena estadia.

8. Pesquise as datas mais baratas

Todas as cidades ou países passam pela famosa  “alta temporada”, na qual a quantidade de turistas é maior e, portanto, a maioria dos preços dos hotéis, passagens e pontos turísticos é maior. No Rio de Janeiro, por exemplo, a ida ao Cristo Redentor aumenta de valor durante o verão, indo de R$ 27,00 (baixa temporada) para R$ 40,00 (alta temporada).

9. Procure economizar fazendo em casa

Se você costuma gastar almoçando fora, coma em casa ou faça uma marmita. Se você costuma fazer a unha em manicure, experimente guardar o dinheiro que gastaria e fazer em casa. Quanto mais coisas você fizer sozinho, mais guardará dinheiro. Assim, além de ver a quantidade de gastos desnecessários, você poupa dinheiro para fazer aquela viagem tão sonhada.

10. Faça substituições

No mercado, troque as marcas de costume por mais baratas, procure brechós para comprar suas roupas, vá andando ou evite gastar com transporte público ou particular sempre que for possível.  Se você, por exemplo, deixar de consumir álcool, pode economizar muito dinheiro ao sair de casa.

11. Preste atenção no cambio

Em muitos países, a nossa moeda é desvalorizada, enquanto que em outros,  como na Argentina, ela chega a valer 5x mais. Ao verificar o câmbio de cada país, você já pode ter uma ideia do quão caro é viajar para aquele lugar. Cuidado! Nem sempre um câmbio baixo significa que o país é barato.

12. Procure blogs de viagem

Sempre que quiser ir a alguma cidade, procure em blogs as informações sobre o local. Na maioria das vezes, os blogs contém informações valiosas sobre como economizar durante a viagem, onde comer, onde se hospedar e muitas outras dicas que te ajudarão a viajar de forma mais consciente.

13. Faça aquela limpeza no armário e venda

Muitas vezes, guardamos diversas coisas  e peças de roupas que não usamos. Aproveite para limpar o seu armário de tudo que não é mais útil e venda tudo que estiver em bom estado em lojas ou plataformas online. As lojas online como Enjoei, permitem que se crie uma lojinha com as coisas a serem vendidas.

14. Crie um limite de gastos semanal

Além de manter uma meta de economias,pode ser bom criar um limite de gastos com coisas extras por semana. Assim, todas as vezes em que for comer fora de casa ou comprar alguma coisa, mesmo que seja “baratinha”, você pensará diretamente no seu limite e, possivelmente, não gastará.

15. Faça uso de cupons e compras coletivas

Muitos sites como Cuponeria, Peixe Urbano e Grupon disponibilizam cupons ou realizam o esquema de compras coletivas, o que diminui muito os gastos em muitos restaurantes, bares e, até, serviços.

16. Tente ser criativo para ganhar dinheiro

Se você tem algum hobby  como, por exemplo, cozinhar, faça uso dele para juntar dinheiro. Venda doces, ofereça aulas de música, cole cartazes na faculdade para corrigir os trabalhos dos colegas. Há inúmeras opções na hora de ganhar dinheiro e elas podem te ajudar muito a fazer as pequenas viagens dos feriados ou aquela viagem grande no final do ano.

17. Fuja de destinos óbvios

Há muitas cidades dentro e fora do Brasil que oferecem uma experiência incrível por um preço mais baixo. Pesquise por locais com hospedagem barata  ou com passagens em promoção.

18. Procure pessoas que tenham interesse em viajar

Junte amigos que queiram ir contigo para a praia, por exemplo, e dividam o valor da gasolina e hospedagem em uma casa alugada. As viagens de carro costumam ficar mais baratas quando se juntam mais pessoas e há muitas opções boas de aluguel no Airbnb de casas que recebem várias pessoas por um preço bom. Procure!

 

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Lugares incríveis para você passar o ano novo - Beco Literário
Lugares incríveis para você passar o ano novo – Beco Literário
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5 lugares incríveis para passar a virada do ano

Adeus ano velho, feliz Ano Novo! Não importa a cor do look escolhido, o principal nesse momento é estar perto de quem se ama e celebrar com fogos, champanhe e tudo que tem direito. A verdade é que 2018 está batendo à porta e a escolha do local para se despedir do passado e dar boas-vindas àquilo tudo que está por vir é superimportante. Por isso, a ViajaNet fez um roteiro de dicas em diversas cidades. Confira:

São Paulo (SP)

Desistiu de viajar e ficou em São Paulo? Apesar de cheio, um dos lugares mais bonitos para se estar durante a contagem regressiva é a Avenida Paulista. Além do tradicional Show da Virada que leva artistas da atualidade em apresentações gratuitas ao decorrer do evento, há ainda a tão esperada queima de fogos. Durante essa noite, o policiamento é reforçado, então a segurança é garantida.

Alter do Chão (PA)

Localizado no município de Santarém, Alter do Chão é um vilarejo paraense conhecido por sua hospitalidade e já foi considerado pelo jornal britânico The Guardian como a melhor praia brasileira. O “Vai Tapajós” marca as festividades da época, com muito carimbó e comidas típicas. O destaque fica para a “Karua Ara Pyau”, que acontece em uma baía secreta próxima ao Rio Tapajós.

Rio de Janeiro (RJ)

Ao longo dos quatro quilômetros de orla da praia de Copacabana, aproximadamente 2 milhões de pessoas se reúnem todos os anos para passar o Réveillon na Cidade Maravilhosa. A queima de fogos tem duração de 12 minutos e os explosivos que pintam o céu são espalhados por 12 balsas que ficam no mar, deixando tudo mais bonito e seguro. A organização sempre disponibiliza um palco onde se apresentam bandas famosas e DJs para deixar a ocasião animadíssima.

São Miguel dos Milagres (AL)

As comemorações nesse pedacinho do paraíso começam cedo. Com início no dia 27 de dezembro, a festa nomeada como Réveillon dos Milagres se estende até a Virada. A 99 quilômetros de Maceió, é um destino para renovar as energias e entrar no novo ciclo com o pé direito. A vila de pescadores abriga diversos restaurantes de peso: não deixe de visitar o Polvo no Coco e se deliciar com as sobremesas do estabelecimento que fica na Praia do Marceneiro.

Guarapari (ES)

Se as mais de 30 praias paradisíacas de Guarapari não fizeram você arrumar as malas e embarcar para o Espírito Santo, com certeza, o Réveillon Privilège será o suficiente para querer fazer uma visita aos capixabas. A party deste ano acontece no Thale Beach, à beira-mar da Praia de Peracanga e tem pacotes open bar e food. Aproveite também para se maravilhar com as belezas naturais da Área Preta e de Castanheiras.

6 dicas para quem pretende fazer intercâmbio
6 dicas para quem pretende fazer intercâmbio
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6 dicas para quem pretende fazer intercâmbio

Pensando em começar 2018 bem e fazer intercâmbio ou só uma viagem para outro país? Então se liga nessas dicas que elas serão bem úteis para você, seja sozinho ou acompanhado de amigos e familiares:

Vá sozinho se quiser ser independente

Eu sou bastante tímida, então, se tenho que pedir informação ou falar com alguém que eu não conheço, eu peço pra alguém fazer isso por mim. Como eu fui sozinha para o intercâmbio, eu não tinha ninguém em quem me “escorar”, tive que simplesmente enfrentar minha vergonha e ser independente, caso contrário, ninguém faria aquilo por mim.

No início, foi bastante assustador e solitário. Eu não conhecia nenhuma das pessoas que fazia parte do meu grupo, então passei os três primeiros dias me sentindo sozinha e com muita saudade de casa, mas conforme fui me familiarizando com todo mundo, fui vendo o quanto eu tinha me tornado mais independente por estar sozinha.

Nem tudo é um mar de rosas

Antes de ir, vi vários vídeos no YouTube e li vários textos sobre intercâmbio. O problema é que eu achava que tudo seria lindo e maravilhoso do início ao fim, não pensei que nada de ruim ou desconfortável pudesse acontecer. Fui ingênua demais, não fui preparada o suficiente, tive que me preparar enquanto estava lá, e isso foi difícil.

Sempre sonhei em fazer intercâmbio, mas nunca tinha parado pra pensar como seria estar sozinha lá. Só pensei nos passeios e nos lugares novos que ia conhecer. Não pensei em me sentir um pouco deslocada, em ter que estar disposta a enfrentar diversas situações que nem sempre te deixam tão a vontade.

Viver duas semanas na casa de estranhos é, no mínimo, estranho. Você tem que dispor algumas horas do seu dia para conversar com eles, viver de acordo com as regras deles, comer a comida deles, usar o banheiro deles!

Minha hostfamily foi ótima, mas ainda assim é algo esquisito viver na casa de alguém que você não conhece.

Todas as pessoas que eu conheci foram super receptivas e educadas, não tive nenhum problema com isso, mas algumas pessoas passam por situações desconfortáveis por estarem em uma cultura tão diferente da sua. Esteja sempre aberto para novas situações e lembre-se que nem tudo vai ser como você quer, você é o visitante ali.

O frio não é tão maravilhoso assim

Sério! Desde muito pequena lembro de dizer que meu sonho era ver neve e que eu gostaria de morar em um lugar muito frio, meu Deus, eu era louca!

Eu não gosto de calor, o verão me irrita, e eu sou carioca, então imaginem meu desespero. Esse intercâmbio no inverno da Europa era tudo que eu mais queria que chegasse enquanto eu sofria no calor daqui.

Cheguei lá e achei incrível. Era um frio ótimo, as casas eram aquecidas então nada do problema de tomar banho no frio, dentro de casa ainda estava quentinho.

(Ah! Não cometam o mesmo erro que eu, no primeiro dia em que saí de casa fui burra o suficiente para ser enganada pelo aquecedor da casa, achei que “não estava tão frio assim” já que em casa estava uma temperatura ótima, conclusão: congelei o dia todinho.)

Mas o problema do frio, pra mim, foi o quanto ele é deprimente. Aqui no Brasil, em geral, quando está frio o céu continua azulzinho, já lá eu peguei basicamente três semanas de céu cinza. Da pra contar nos dedos de uma mão quantos dias o céu ficou azul. E isso realmente é muito deprimente. Fora que o dia só ficava claro às 8 e às 16 já começava a escurecer. Era bizarro.

Música ajuda muito!

Nada de novo nessa afirmação, né? Na primeira semana, foi tudo muito corrido, eu ainda estava me acostumando ao ritmo da casa e da excursão então acabei não ouvindo muita música, estava o tempo todo cansada de tanto andar durante o dia e chegava em casa querendo dormir.

Na minha casa, tenho muito hábito de ouvir música, o tempo todo, fazendo qualquer coisa. E um dia lá eu estava bem triste, com saudade de casa, estava no meio do SISU e tudo estava dando errado com relação a isso, até que resolvi ouvir música. Gente, música faz toda a diferença quando você está em um lugar desconhecido com pessoas desconhecidas, a partir desse dia comecei a ouvir música em todo tempo livre que eu tinha: no ônibus, quando chegava em casa e ia arrumar as minhas coisas, sempre que dava eu estava de fone.

Sono, você vai ter muito

O grande problema de querer dormir mas também querer aproveitar o dia ao máximo. Nas primeiras semanas, eu tinha aula, então tinha que acordar às 7, acabava indo dormir cedo porque estava morta de cansaço e teria que acordar cedo no dia seguinte.

Mas durante a terceira semana, minha rotina de sono virou uma loucura. Dormir? O que é isso? Nessa semana, a gente foi a vários países em uma sucessão de hotéis louca. A gente chegava no hotel uma hora da manhã e tinha que acordar às 6 para sair. Eu parecia um zumbi. A técnica era tentar deixar tudo agilizado o máximo possível no quarto (nada de bagunça) pra quando chegasse tarde não perder tempo arrumando nada e ter mais tempo de sono. Também vivemos a base de cochilos em qualquer trajeto de 5 minutos no ônibus.

Por último, comida

Eu sou chata pra comer, muito mesmo. Já fui pensando nisso, como ia ficar na casa de estranhos, comendo a comida deles, não queria ser chata. Queria estar disposta a prova coisas novas, por mais que não gostasse.

No primeiro dia, minha hostmom já perguntou o que a gente não gostava de comer (eu dividia o quarto com outra menina), eu tenho uma lista enorme de coisas que eu não gosto de comer, mas só respondi que não gostava de peixe. Eu sabia que os ingleses comiam muito peixe e isso era uma coisa que eu realmente não gostava, já tinha comido mais de uma vez e não gostava.

Ela não fez peixe nenhum dia, mas fez várias comidas que às vezes eu nem sabia o que eram. E basicamente todas eram boas! Ficar aberta as opções e aceitar o que ela fazia sem frescura foi a melhor coisa que eu fiz. Só teve uma coisa, que eu até hoje não sei bem o que era, que eu não gostei. Fora isso, comi várias coisas diferentes que amei, se fosse em outra situação, eu nem provaria, o que é ridículo.

Agora com relação a quanto eles comem. Eles comem muito! No início, eu não aguentava tudo que colocavam pra mim, e largava comida cheia de vergonha, mas realmente não cabia mais. Conforme os dias foram passando, eu fui me forçando a comer cada vez mais para não ter que jogar comida fora, o que funcionou, mas me proporcionou uns quilos a mais, e não perdi tudo até hoje, além de comer mais do que eu costumava comer, até hoje também.

Mas, a maior dica de todas é: vá disposto a aprender, a mudar, a experimentar. Gaste seu dinheiro com experiências, não só com coisas. Coma comidas maravilhosas e diferentes, faça passeios legais, não perca tanto tempo em lojas, isso você pode fazer no Brasil.

Várias pessoas que eu conheço falam até hoje o quanto aquela viagem me mudou, eu voltei menos inibida, mais falante, mais disposta a tentar coisas novas, menos fresca para comer… tudo isso porque eu fui disposta a mudar.

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Intercâmbio Vancouver: o que você precisa saber

O Canadá é um dos países mais escolhidos pelos intercambistas  brasileiros e Vancouver é, de longe, uma das cidades mais incríveis para jovens de todos os estilos e idades. Tive a oportunidade de passar 4 meses no país em 2016 e posso dizer que não teria escolhido outro local.

Um dos atrativos principais de quem escolhe passar um tempo no Canadá é o valor do dólar canadense, geralmente mais barato do que o americano, mas o país tem muitos atributos que fazem toda a experiência valer a pena. Para começar, os próprios cidadãos são conhecidos pela educação e cordialidade – lá, até os ônibus pedem desculpas nos letreiros quando se esgota a sua capacidade de passageiros. A tendência do canadense de pedir desculpas por tudo tornou-se uma brincadeira conhecida mundialmente, mas  não é a toa que ela existe. Eles são realmente bastante educados.

canadianencyclopedia

A cidade de Vancouver, em especial, tem uma grande parte da população composta por estrangeiros, o que faz com que seja um local diversificado em atrações, serviços e escolas de línguas. A cidade nunca para e você nunca ficará entediado. Há passeios para todos os gostos, desde enormes parques –  como o Stanley Park que tem mais de 27 quilômetros de trilhas e 4 mil km de extensão – praias e ruas cheias de restaurantes e bares.

 E a comida?

Por onde você for, encontrará diversos restaurantes orientais, já que eles representam uma grande parte da população, e, também, muitos locais que servem o famoso poutine: um prato tipicamente canadense composto de batata frita, molho e pedaços de queijo. Além disso, encontra-se comidas comuns as dos Estados Unidos, como hambúrgueres, pizzas e bastante junk food. Os hábitos alimentares são menos saudáveis quando comparados aos dos brasileiros, mas é possível encontrar legumes e frutas nos mercados.

foodiefair – Granville Island Market

Sendo um país com tantos intercambistas e imigrantes brasileiros, é claro que há  restaurantes com comida típica do Brasil, os mais famosos são o Rio Steakhouse e o Boteco Brasil. Em Vancouver, há um mercado asiático (T&T supermarket) que vende arroz e até pão de queijo assado e você pode sempre procurar comidas diferentes no mercado gastronômico da Granville Island.

Onde estudar:

Vancouver é uma cidade com uma variedade bem grande de escolas de inglês. Caso seja esse seu foco, não vão faltar opções de diversos preços e estilos. Eu estudei na escola ILSC Vancouver que trás uma proposta um pouco diferenciada no sentido de que ela não oferece apenas aulas de gramática e língua. Logo que você chega, faz um teste de inglês e participa de uma entrevista e, a partir do resultado, é colocado em um certo nível  que varia de B1 (basic 1) até A2 (advanced 2).

Os alunos podem escolher suas aulas  e montar sua grade de acordo com o nível requerido para entrar na matéria. São oferecidos diversos assuntos como Journalism, Bussiness Presentation Skills, Advertising and Design, Media and Marketing e etc. De acordo com as aulas escolhidas, você pode sair com certificados  dos assuntos. Pela minha experiência, posso dizer que a escola oferece um aprendizado que vai além das aulas comuns de inglês. Aprendi, entre outras coisas, a usar o photoshop, a escrever notícias e colunas para um jornal e tive aulas de debates com alunos de diversos países.

Universidades e Colleges e Community Colleges:

Se sua vontade é aprender algo novo e se especializar em alguma área da sua carreira, então pode ir para algum dos diversos Colleges que existem na cidade. Para entrar neles, é necessário um nível de inglês mais avançado, pois as aulas ministradas com carga e conteúdo similar à de uma faculdade, além disso, é necessário cumprir os pré requisitos específicos do curso no qual você quer entrar. Colleges são voltados para o mercado de trabalho, quase como um ensino profissionalizante técnico. Ele dura de 8 meses até um pouco mais de 1 ano e os estudantes podem receber um visto de trabalho. Quem cursa sai com um certificado na área estudada.

sfu.ca

É importante dizer que há Colleges públicos e privados. Infelizmente, todos são pagos, mas há diferenças  para quem quer se aplicar para permanecer no país ou até ingressar em alguma universidade posteriormente. A diferença entre Colleges e Universidade é o tempo e o tipo de curso. Em uma universidade você cursa um Bacharelado em alguma área específica, com duração de, no mínimo, três anos e o processo de ingresso é um pouco mais extenso.

Entre os principais Colleges temos: Lagara College, Vancouver Community College, BCIT (British Columbia Institute of Technology)
As principais universidades são: British Columbia (UBC), Simon Fraser e Capilano University.
A maioria possui cursos livres que podem ser feitos independentemente de ser matriculado na universidade ou não.

Cidade dos filmes:

Vancouver é um ótimo destino para quem se interessa por cinema. Muitos filmes e séries como The Flash, Deadpool, 50 tons de Cinza e Desventuras em Série (Netflix) foram e são rodados na cidade, é muito comum encontrar uma equipe de gravação ao caminhar pelas ruas. As escolas de cinema, por isso, são muito renomadas e recebem muitos estudantes de todas as partes do mundo! A Vancouver Film School  é uma das mais famosas e fica no coração da cidade.

ochaplin – Cena gravada no centro de Vancouver

Então, se  você pensa em fazer intercâmbio, Vancouver pode ser uma ótima opção! A cidade agrada a todos os gostos e vai te fazer sentir como se estivesse em casa.

 

 

Mundi: Saiba escolher seu hotel na Disneyland Paris
Mundi: Saiba escolher seu hotel na Disneyland Paris
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Mundi: Saiba escolher seu hotel na Disneyland Paris

Em 2016, fiz um intercâmbio de três semanas na Europa. Na última semana, fizemos um “mini tour” pelo continente, passando por países como França, Bélgica, Alemanha e Holanda.

Minha maior ansiedade era para a chegada dos últimos três dias de viagem: chegaríamos em Paris e passaríamos esses três dias hospedados em um hotel da Disney! A combinação perfeita para uma pessoa com 18 anos e alma de criança. Por sinal, já falei sobre o complexo de parques da Disneyland Paris em outro post aqui no site.

Não sabia como seriam nenhum dos hotéis em que ficaríamos hospedados, fechei um pacote que já incluía estadia, e só aceitei o que foi decidido previamente. Ficamos hospedados em hotéis incríveis ao longo dessa semana. Alguns são como borrões na minha mente, às vezes acordávamos em um hotel e à noite já dormíamos em outro. Era tudo bem corrido.

Parecia que o padrão dos hotéis só aumentava, então a expectativa pro padrão Disney já estava quase na lua. E que decepção foi abrir a porta daquele quarto. Sério!

O quarto era apertado, mal iluminado (não tinha uma lâmpada no teto, só uns 3 abajures que mal iluminavam alguma coisa) e não tinha uma única decoração de qualquer personagem da Disney que fosse. O Algonquin’s Explorers Hotel era temático de piratas, não me perguntem o motivo, mas não havia nenhum personagem da Disney, nem unzinho sequer. Decepcionante.

O café da manhã também foi com certeza o mais fraco de todos. A variedade era mínima, e não tinha ovo mexido. Como pode um café da manhã de hotel sem ovo mexido? O Wi-Fi era bem precário, principalmente nos quartos, e o 3G, que era ótimo em todos os lugares, pegava muito mal lá.

Apesar dos apesares, a estrutura do hotel era ótima, só os quartos que não eram dos melhores. E a minha parte favorita: eles tinham uma lanchonete que vendia uma pizza maravilhosa! Toda noite, eu e as duas meninas que dividiam quarto comigo pedíamos duas pizzas (elas eram pequenas) e dividíamos o preço. Não lembro ao certo quanto dava para cada uma, mas lembro que era um pouco caro. Aceitávamos porque já estávamos no final da viagem e tínhamos economizado bastante desde o início para quando chegássemos na Disney, e também porque, na maioria das vezes, não dava mesmo tempo de comer na rua, então comer no hotel era a opção que sobrava.

Mais pro final, descobrimos o porquê do hotel realmente não ser tão incrível. A Disneyland Paris tem um complexo de hotéis com os mais diversos tipos de hotéis, dos mais caros, luxuosos e perto dos parques possível; ao nosso. O nosso provavelmente era o último ou penúltimo na hierarquia dos hotéis, o que no início me deixou frustrada, já que tinha tantas expectativas, mas depois nem liguei, afinal a viagem estava sendo incrível e os parques em si não decepcionaram em nada!

Então, fica a dica pra quem vai viajar para lá e quer dicas de hotéis. Se você faz questão de ficar em um hotel da Disney, veja a hierarquia, ela é real. E se você também pretende aproveitar Paris, não recomendo que fique no hotel em que ficamos. Ele era bem longe da cidade, cerca de 40 à 50 minutos de distância. Acho que nem ficava exatamente em Paris. Nós tínhamos um ônibus para toda a excursão, então não era tão ruim, era até um momento para botar o sono em dia, mas realmente é cansativo ir e voltar para a cidade todo dia. Então se programe, talvez seja melhor ficar em um hotel em Paris, e uns dois dias em um hotel da Disney para aproveitar os parques com mais calma e mais proximidade.

Hopi Hari voltou!
Hopi Hari voltou!
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Hopi Hari está mais vivo que nunca, e nós te provamos isso!

O Hopi Hari é o queridinho entre os parques de diversão no Brasil, principalmente no estado de São Paulo. Inaugurado em 1999, o país mais divertido do mundo completa agora 18 anos de existência, e assim como qualquer adolescente, passou por vários altos e baixos.

Há algum tempo, o parque esteve bem presente na mídia, que assassinou o local, com informações sobre falências, dívidas e acidentes fatais. E de fato, a crise aconteceu. No passado.

Enquanto cursei o ensino fundamental, meu colégio fazia excursões ao Hopi Hari anualmente, as quais eu chorava para que minha mãe me deixasse ir. Nunca deixou, mas minha tia me levou uma vez, nove anos atrás, em 2008. Foi mágico e eu aproveitei todos os brinquedos “mais básicos”, porque sempre fui muito medroso. Nada das montanhas russas. Mas desde então, a memória estava fresca na minha cabeça, daquele dia ensolarado em que eu estive feliz como poucas vezes na minha vida inteira.

Depois disso, as notícias sobre o parque foram ladeira abaixo, e eu, como fã, estava cada vez mais triste com o rumo em que aquele local, que me proporcionou tantos momentos incríveis, estava tomando. Estaria meu Hopi Hari morto, afinal?

2017 chegou e com ele, a nova gestão. Depois de algum tempo fechado, passei a acompanhar as redes sociais cada brinquedo voltando à vida, e cada pedacinho tomando cor. Mas e o medo? Confesso que meu desejo de voltar era cada vez maior, mas tem sempre aquela vozinha na cabeça que diz “mas será que tá tão bom mesmo?” Como jornalista, somos ensinados a desconfiar sempre da publicidade.

Foi então que surgiu o convite, esse mês, para eu conhecer o novo Hopi Hari, na nova gestão e com -pasme- 90% dos brinquedos funcionando. Sem pensar duas vezes, fui. Cheguei no horário de abertura, e já fui surpreendido por um número de acrobatas, super animados que me desejavam um bom raiá. A alegria é com certeza contagiante desde o segundo em que você pisa no parque, com a fachada revitalizada, em cores incríveis. Tudo está muito colorido por lá.

Fotos: André Daniel / Beco Literário

Fomos recebidos pela Victória Xavier, embaixadora do Hopi Hari, que nos convidou para um rápido café da manhã, para contar as novidades do parque antes que fossemos curtir o dia: 90% das atrações estão em funcionamento, o que significa que só três estão paradas (mas já com previsão de volta), limitação diária de 5 mil pessoas (na gestão antiga, passava de 20 mil), e com grades de espetáculos de hora em hora. Impossível perder.

Minha primeira atração foi o Rio Bravo, de longe meu brinquedo preferido, que nos seus dias finais, era cobrado a parte e passou dois anos seco. Logo de cara, me espantei: não tinha fila, mesmo. Esperei 5 minutos até entrar no bote. No passado, já passei mais de três horas. E está mais bravo do que nunca, com novos botes, as duchas escondidas embaixo das pontes e um percurso super divertido. Impossível não ficar super feliz com a volta dele. Sim, meu rio bravo está vivo, mores!

Em seguida, fui no queridinho Katapul, a montanha-russa que dá um loop e é lançada em 100 km/h em menos de 30 segundos. Nunca na minha vida eu tive coragem de ir, mas missão dada de experimentar todos os brinquedos para contar para vocês, é missão cumprida. Mais uma vez, não enfrentei filas, e a atenção dos fiscais é redobrada. Meus cintos foram checados pelo menos duas vezes antes do lançamento. E claro, tem um monitor que fala no microfone para animar o pessoal antes da partida. Só sei que minha alma saiu do corpo e voltou, em menos de 30 segundos. Para quem não gostava e morria de medo, fui duas vezes.

Sobre a segurança, é algo que realmente está louvável no parque. Até no carrinho de bate-bate, que eu julgo não oferecer tantos riscos quanto a Katapul, passaram três monitores checando os cintos de segurança de cada uma das pessoas. Parece um novo parque, dentro do mesmo, que já conquistou os nossos corações.

Depois de uma reforma completa, incluindo pinturas, manutenções, repaginação de áreas, placas, vias de acesso melhoradas, os eventos estão mais frequentes também. Atualmente, acontece o Celebration Party, que hoje (26) contou com um show do Guimê e inauguração da segunda maior árvore de Natal do Brasil, com 74 metros de altura, equivalente à 25 andares, no aposentado elevador, que deverá voltar totalmente reformulado no segundo semestre do ano que vem, segundo informações do presidente José David, que faz questão de receber cada um dos visitantes com um aperto de mão saudoso na entrada do parque. Acreditando com um brilho nos olhos que é difícil de se ver no mundo, ele conversou conosco sobre o futuro do parque, investimentos e planos. O Hopi Hari, com certeza, está em boas mãos.

Fotos: André Daniel / Beco Literário

Também fui pela primeira vez na Montezum, a famosa montanha-russa de madeira, que antigamente era responsável por ocupar quase 5 horas do seu dia, só pela fila. Me impressionei de ficar nela por cronometrados 4 minutos. A segurança foi redobrada também, mas acho que ainda não me recuperei dela. Que adrenalina, viu? Tem que ter muita coragem.

Outro ponto que me impressionou bastante, foram as opções de alimentação do parque, com combos de lanches deliciosos e com um preço justo, opções de pastéis, cachorro quente, pipoca… Valeu por estragar meu regime, Hopi. Além disso, a limpeza do parque está padrão Disney. Não tem um papel sequer no chão, um lixeira lotada ou algo que fuja da perfeição. Cheguei a esquecer que estava no Brasil, sinceramente. Nesse quesito, a única coisa que me deixou um pouco incomodado foram os banheiros, que não estavam tão limpos quanto o resto do parque.

Foi instaurada também, a moeda própria do parque. Você paga – somente em dinheiro -, para recarregar um cartão específico do Hopi Hari, e pode usar ele nas propriedades para comprar o que desejar. Caso você utilize cartão de crédito ou débito comum, não é necessário utilizar o cartão do parque. Mas, quando fui comprar um sorvete, os sistemas de cartão estavam fora do ar. Eu, que desobedeci minha mãe e ando sempre com cartão e sem dinheiro físico, não consegui comprar, porque não dava para recarregar o cartão do parque com meu próprio cartão. Mas tenho certeza que isso vai melhorar logo, logo.

Estar de volta do Hopi Hari, nove anos depois, foi uma experiência mágica. A experiência da minha infância se manteve intacta em todos os aspectos, me senti feliz o tempo todo – a alegria dos habitaris é contagiante -, e você percebe em cada detalhe, o empenho para que tudo dê certo. Sério, vale a visita, o valor do ingresso vale a pena, e eu te juro que você vai se surpreender, assim como eu. E olha que eu prometi me manter neutro durante toda a experiência para relatar para vocês. Coloque o Hopi Hari novamente nas suas opções de passeios e veja como o parque está diferente, mais jovem, colorido, cheio de alegria e atrações para todas as idades.

Eu já estou programando minha próxima visita com meus amigos, porque o pais mais divertido do mundo está mais vivo do que nunca, e vai te surpreender. Dê essa chance! E se você tiver alguma pergunta sobre o parque que eu não respondi nessa postagem, fico aberto para responder (o que eu souber) aqui nos comentários, tá? Partiu Hopi Hari, então? #HopiHariVoltou

PS.: Durante toda a semana, vou postar no meu Instagram as fotos que fizemos lá, contando detalhadamente a experiência. Fica de olho! E um obrigado especial a equipe do Hopi Hari, por ter recebido a gente tão bem, ao pessoal da FB Imprensa, Economia SA e Viajar SA, que nos levou! <3

Hoje o pessoal do @hopiharioficial me chamou pra conhecer o parque reaberto com a nova gestão e 90% dos brinquedos funcionando! A última vez que eu tinha ido foi há 9 anos, antes de toda a crise que deu. Depois disso, sempre queria ter voltado mas nunca havia feito por conta do que falavam. Hoje voltei, e sério: TÁ DEMAIS!!!!! Fui na Montezum pela primeira vez (quase morri), e o melhor de tudo foi ver que meu rio bravo tá vivo!!! Melhor brinquedo ever. Durante a semana vou postar mais fotos mostrando toda a minha experiência lá, mas já adianto: VALE A PENA. Hopi Hari tá vivo e maravilhoso como nunca esteve, mores. ❤️❤️ E na foto sou eu, pós Rio Bravo. #HopiHariVoltou #VemProHopiHari #18AnosHopiHari

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Mundi: Conheça a Disneyland Paris!
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Mundi: Conheça a Disneyland Paris!

O complexo da franquia Disney se encontra em um distrito a cerca de 40km de Paris e é dividido em dois parques: Disneyland Park e Walt Disney Studios. Bem diferente do complexo de Orlando, a Disneyland Paris (antiga Eurodisney) é formada por parques consideravelmente menores e próximos um do outro. Dessa forma, os dois podem ser visitados, sem correria, em apenas um dia. O complexo também é o segundo mais visitado da Disney.

Assim que você entra no maravilhoso mundo de Disney, você está no Disney Village, uma área bem característica da franquia, com muitas lojas, das marcas mais variadas, restaurantes diversos e áreas de recreação.

O Walt Disney Studios é o menor parque e conta com algumas das atrações mais eletrizantes, como a Rock ‘n’ Roller Coaster starring Aerosmith, uma montanha russa totalmente coberta, com jogos de luzes, uma série de loopings e uma velocidade absurda, tudo ao som da banda de rock Aerosmith; e a The Twilight Zone Tower of Terror, um brinquedo que imita um hotel antigo e mal assombrado no qual você faz um pequeno passeio até chegar na atração em si: a réplica de um elevador com defeito que despenca do décimo terceiro andar do prédio. Isso, com certeza, vai fazer seu estômago revirar!

Mas não é só de adrenalina que é formada a Disney, já que nesse mesmo parque também temos atrações temáticas de filmes famosos como Toy Story, Ratatouille, Aladin e Procurando Nemo, brinquedos bem mais tranquilos e atrativos, principalmente para os pequenos. O Walt Disney Studios também conta com muitas lojas e restaurantes de ótima qualidade, onde você pode descansar e se reabastecer depois de tantas emoções.

Mundi: Conheça a Disneyland Paris!

Foto: Acervo Pessoal

Já o Disneyland Park é um parque maior (dá até para se perder um pouco nele) e mais diversificado. É lá que encontramos o castelo da princesa Aurora (Bela Adormecida), que é o principal ponto do parque, assim como é em Orlando o castelo da Cinderela, no Magic Kingdom.

O parque é dividido em cinco áreas de atração diferentes, cada uma com sua própria temática: Main Street USA, Frontierland, Adventureland, Fantasyland e Discoveryland. Lá encontramos montanhas russas radicais como a do Indiana Jones e a Space Mountain: mission 2, e brinquedos mais tranquilos e relaxantes como os carrinhos da Autopia. Também há diversos brinquedos temáticos de clássicos da Disney e muitas lojas e restaurantes. Além disso tudo, também é nesse parque que ocorre diariamente a famosa Disney Parade, o desfile pelas ruas do parque com diversos personagens que promete emocionar não só as crianças como também os adultos.

O passeio vale muito a pena, não só na companhia dos menores, mas também para adultos que ainda tem a sua criança interior bem viva. Acredito que é quase impossível tentar não fazer comparações com outros parques da franquia, mas cada um tem seu próprio charme e merece ser visitado por motivos e atrações diferenciadas.

Evento "A Celebration of Harry Potter" retorna ao Universal Orlando Resort
Evento “A Celebration of Harry Potter” retorna ao Universal Orlando Resort
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Evento “A Celebration of Harry Potter” retorna ao Universal Orlando Resort

Hoje, o Universal Orlando e o Resort e a Warner Bros. anunciaram o retorno de “A Celebration of Harry Potter”, de 26 a 28 de janeiro de 2018. Este incrível evento para fãs só pode ser vivenciado no Universal Orlando Resort e apresentará diversas experiências interativas e envolventes que permitirão aos visitantes celebrar o amor que sentem pelas histórias do Mundo Mágico de J.K. Rowling.

Pela primeira vez na história do evento, Stanislav Ianevski (Viktor Krum) participará do evento especial e das festividades durante todo o fim de semana, junto com a volta de James e Oliver Phelps (Fred e George Weasley), favoritos dos fãs. Mais estrelas serão anunciadas posteriormente.

Durante os 3 dias de festa,os visitantes também terão a oportunidade de:

  • Participar de sessões de perguntas e respostas com estrelas selecionadas do filme (a programação completa de estrelas será anunciada em uma data posterior)

  • Vivenciar e participar de atividades e exposições únicas e interativas do Mundo Mágico de J.K. Rowling na Harry Potter Expo

  • Desfrutar de painéis e demonstrações especiais que permitirão aos fãs ver de perto os “Bastidores”

  • Visitar o The Wizarding World of Harry Potter – Hogsmeade no Universal’s Islands of Adventure e o The Wizarding World of Harry Potter – Diagon Alley no parque Universal Studios Florida. Além disse, usar o Hogwarts Express para se deslocar entre as duas áreas com um ingresso park-to-park

  • E muito mais!

O acesso à Celebration of Harry Potter está incluso no ingresso regular aos parques. O ingresso 3-Park Explorer inclui 14 dias de acesso ilimitado aos parques Universal Studios Florida, Islands of Adventure e Volcano Bay por US$ 279.99 para adultos e US$ 269.99 para crianças.

E aí, partiu? 😛

Dia das Crianças: confira as atrações dos museus, bibliotecas, Fábricas de Cultura e Oficinas Culturais
Dia das Crianças: confira as atrações dos museus, bibliotecas, Fábricas de Cultura e Oficinas Culturais
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Dia das Crianças: confira as atrações dos museus, bibliotecas, Fábricas de Cultura e Oficinas Culturais

Para celebrar o Dia das Crianças (12 de outubro), as instituições da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo prepararam atividades especiais para a criançada e toda a família. Contação de histórias, oficinas de fotografia e de minibarista, feira de troca de livros e brinquedos e visitas temáticas em exposições estão entre as atrações. Confira os destaques na capital, interior e litoral:

Bibliotecas

Na Biblioteca de São Paulo as atrações começam às 11h30, no dia 12, quinta-feira. A “Brincadeira de Cordel” reunirá três atores que vão simular um varal de cordel e interagir com os visitantes por meio instrumentos musicais. Às 16h00, o grupo Furunfunfum apresenta o espetáculo “Os Três Porquinhos”. Com manipulação de bonecos, a peça é fiel ao enredo tradicional e convida o público a interagir com os personagens e canções em busca do Lobo Mau.

No mesmo dia, a Biblioteca Parque Villa-Lobos recebe na Oca, a partir das 13h30, a oficina “Despertar do Poeta”, que convidará as crianças a construírem juntas poemas e adivinhas. Às 16h00, a Cia. Truks apresenta o teatro de bonecos “A Bruxinha”. O espetáculo conta a história da consagrada personagem da autora Eva Furnari que, com muita simplicidade e momentos de poesia, cativa e encanta a todos com suas pequenas manias, gestos e jeitos. Todas as atividades são gratuitas e não é necessário se inscrever.

Museu da Imigração

No Dia das Crianças o Museu oferece, em parceria com a Organização dos Haitianos que Vivem no Brasil (OHVB), atrações para crianças refugiadas e brasileiras em situação de vulnerabilidade social. Além de aproveitarem as brincadeiras e jogos, as crianças receberão atendimento médico e odontológico prestado por profissionais voluntários. Por fim, os pequenos do Centro de Acolhida para Imigrantes II serão presenteados com brinquedos recebidos pela campanha de doação realizada pela OHVB.

Às 16h00, o grupo Aula Mágica apresentará o espetáculo teatral “Navegar é preciso”. Inspirada nas grandes navegações portuguesas do século XV, a peça narra uma aventura construída a partir de fatos históricos reais que mudaram o mundo. A atividade é gratuita e indicada para maiores de 6 anos.

Museu Afro Brasil

No sábado, dia 14, às 11h00, haverá uma contação de histórias especial. “Aos pés do Baobá” apresenta narrativas africanas ou afro-brasileiras, seguidas de um bate-papo conduzido por integrantes do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil. A entrada é gratuita e para participar é preciso se inscrever pelo site www.museuafrobrasil.org.br.

Museu Catavento

No dia 12, o Museu Catavento reabre a “Sala do Olfato” com a inauguração da exposição “O Mundo do Perfume”. Repleta de recursos digitais, a sala apresenta de forma divertida uma trajetória curiosa pelo universo científico do olfato e das fragrâncias.

No mesmo dia, a equipe de fotógrafos do Projeto Cidade Invertida oferecerá oficinas de fotografia de câmara escura aos visitantes do Museu, dentro de um trailer especialmente adaptado. Além disso, crianças e adultos poderão aproveitar a Sala Dinos do Brasil, que permite aos visitantes fazer um passeio pela era mesozóica e conhecer os dinossauros que habitaram o território brasileiro por meio de óculos de realidade virtual. A exibição dura 32 minutos e as sessões são realizadas às 10h00, 11h00, 12h00, 13h00, 14h00, 15h00 e 16h00. Para participar, é necessário retirar senha na bilheteria.

De 10 a 15 de outubro, as experiências desenvolvidas para a Seção “Laboratório de Química” do Museu serão apresentadas em forma de espetáculo teatral. Serão quatro sessões diárias de 30 minutos: de terça a sexta, às 10h00, 12h10, 13h45 e 15h55, e no sábado e domingo, às 10h30, 12h00, 13h30 e 15h00.

Casa das Rosas

No dia 12, às 15h00, haverá visita temática “De Mapa na Mão e Tempo na Cabeça”. Durante o passeio, crianças e familiares irão percorrer o museu em busca de pistas sobre o uso da casa literária ao longo do tempo. A atividade é gratuita e para participar é preciso enviar e-mail para [email protected] ou se inscrever presencialmente na recepção do Museu.

Museu do Futebol

Na quinta-feira (12), às 11h00, o escritor Pedro Bandeira estará na Sala Grande Área para uma contação de histórias divertidas sobre futebol. No domingo, dia 15, às 11h00, a educadora Mirela Esteles, apresentará “Maria Viola com quem está a bola?”, com músicas e brincadeiras tradicionais. Para bebês e crianças de até três anos, o Espaço Dente de Leite, funcionará durante todo o feriado, das 10h30 às 17h00, com jogos e brincadeiras.

Museu da Casa Brasileira

Com entrada gratuita na quinta-feira (12), a programação começa com o espetáculo “Aquarela Brasileira – Uma viagem pelas cores do Brasil”, às 11h00 e às 14h00. O show é uma homenagem à música popular brasileira. Serão interpretadas canções de Chico Buarque, Milton Nascimento, Luiz Gonzaga, Ivan Lins, Toquinho e Vinicius.

Também no feriado, das 12h30 às 15h30, o espaço promoverá a Feira de Troca de Brinquedos. O objetivo é fomentar a reflexão sobre o consumismo na infância e estimular as crianças a interagirem a partir da troca de brinquedos que não usam mais. Para participar, os pequenos devem estar acompanhados de um responsável e o brinquedo deve estar limpo e em boas condições. Os visitantes poderão aproveitar também os food trucks que estarão disponíveis no jardim do Museu.

Pinacoteca

A Pinacoteca terá entrada gratuita em todos os dias do feriado, entre 12 e 15 de outubro. O público pode aproveitar o período para conhecer a mostra “No subúrbio da modernidade – Di Cavalcanti 120 anos”, em homenagem aos 120 anos do nascimento do artista. A exposição conta com mais de 200 obras, desenvolvidas ao longo de quase seis décadas de carreira do pintor, e também destaca aspectos menos conhecidos de sua trajetória, como as ilustrações e charges para revistas, livros e capas de discos. Detalhes da programação estão disponíveis no site http://pinacoteca.org.br/.

Oficina Cultural Oswald de Andrade

No feriado,das 15h00 às 18h00, o espaço promove uma feira de troca de livros infantis. Para participar, basta trazer livros de quaisquer gêneros literários – romance, conto, crônica, poesia, biografia, quadrinhos etc – e trocá-los na base de um por um. A única recomendação é que os livros não sejam didáticos ou técnicos e estejam em bom estado de conservação.

No mesmo dia, a partir das 10h00, serão realizadas sessões da atividade “Jogo de Pintar”, uma prática de pintura com guache natural sobre papel cartolina, na posição vertical, sob os conceitos do pesquisador e criador Arno Stern. A ideia é que a pintura seja espontânea, no intuito de resgatar a expressão por meio da investigação individual e do compartilhar.

Fábricas de Cultura

No dia 12, a unidade de Sapopemba terá o “Festival da Criança”, com atividades das 10h00 às 17h00. A criançada vai curtir contações de história, bandas musicais, palhaços, brinquedoteca, brinquedos infláveis e espetáculo teatral com o Grupo Esparrama. Já em Cidade Tiradentes, às 10h30, serão realizados jogos temáticos para resgatar brincadeiras infantis. Às 11h00, no Itaim Paulista, será feita a leitura mediada no livro “Eu vi!”, de Fernando Vilela, para promover uma reflexão sobre a imaginação. Em parceria com o grupo de teatro A Legião, a Fábrica da Vila Curuçá oferece uma intervenção artística com pinturas faciais, às 15h00.

A unidade do Jardim São Luis vai realizar a “Festa das Crianças”, das 12h00 às 17h00, com apresentações musicais de grupos da região e do DJ Scooby, que tocará músicas infantis populares durante a programação. De 10 a 14 de outubro, das 10h00 às 17h00, a Fábrica de Cultura Jaçanã oferece brincadeiras regionais, jogos em grupo, oficinas de invenções e engenhocas e muito mais. Confira a programação completa das Fábricas no site www.fabricasdecultura.sp.gov.br.

Teatro Sérgio Cardoso

De 12 a 15 de outubro, às 15h00, o público poderá conferir a peça “Scaratuja”, voltada para bebês. A dupla de atores Aline Volpi e Vladimir Camargo utiliza a linguagem não verbal, músicas e objetos para explorar um novo e estimulante universo. Toda a ação é realizada sobre um tapete que, ao final, torna-se uma área de descobertas para os bebês, que junto de um de seus responsáveis, sentam-se no meio do cenário, enquanto os outros adultos sentam-se atrás e acompanham todo o desenvolvimento do trabalho. A entrada é gratuita.

MUSEUS DO INTERIOR

Museu do Café (Santos)

O espaço promoverá a Oficina Minibarista no dia 12, às 14h00. Durante a atividade, crianças de cinco a dez anos irão aprender como preparar a bebida de forma didática e a fazer desenhos com chocolate em pó ou em calda. No Salão do Pregão, às 16h00, uma peça de teatro contará a história de uma mulher que trabalha nas fazendas de café e descobre os diferentes tipos de grãos e seus sabores.

Já no sábado (14), os pequenos a partir de quatro anos e suas famílias poderão assistir ao teatro de fantoches promovido pelo Núcleo Educativo, às 15h00. Na sequência, às 16h00, o Salão do Pregão será palco de uma apresentação de ballet e coral infantil do Projeto TAVMA – Oficina do Futuro, em parceria com o Grupo VOZES, do Sindicato dos Bancários de Santos e Região.

Em todas as atividades, as crianças devem estar acompanhadas de um responsável. Para participar, é necessário se inscrever pelo e-mail [email protected].

Museu Casa de Portinari (Brodowski)

No sábado (14), às 09h00 e às 14h00, a atividade “É gostoso ser criança”, traz brincadeiras relacionadas à produção plástica e poética de Portinari, que tem a infância como tema recorrente. Os visitantes poderão aproveitar também o “Família Legal” com jogos de perguntas e respostas, quebra-cabeça, jogo da memória e outras atividades divertidas.

Museu Felícia Leirner (Campos do Jordão)

No Dia das Crianças, a partir das 10h00, o museu recebe a atividade “Família no Museu: Estação de Jogos Culturais”, uma série de jogos interativos com temas relacionados a cultura que possibilitam o aprendizado por meio da diversão. Às 15h00, será apresentado o espetáculo infantil “Cartomante de Papel”, em que uma cartomante e um mago convidam as crianças para embarcar em uma aventura mágica, com contos, cantos e paisagens sonoras que compõem quatro diferentes histórias com mensagens dos elementos da natureza.

Na sexta-feira (13), às 15h00, o público poderá conhecer os bastidores de um espetáculo de dança no “Ensaio Aberto: Alice no País das Maravilhas”, dos alunos da Fundação Lia Maria Aguiar. No sábado, 14, às 10h00 e às 15h00, as famílias terão a oportunidade de conhecer o jogo educativo Tangram, e em seguida poderão se divertir e estimular a criatividade montando figuras a partir da leitura e interpretação das esculturas e da paisagem presente no Museu e no auditório.

Além disso, quem quiser participar da campanha #SejaSolidário poderá contribuir com a doação de brinquedos, que serão destinados a instituições de caridade do município.

Museu Índia Vanuíre (Tupã)

Nos dias 14 e 15, das 9h00 às 16h00, o espaço terá oficinas culturais que incluem atividades lúdicas e reflexivas como forma de integrar as famílias e o Museu, relacionadas à exposição temporária “O Café e a História de Tupã”. Ao final, os participantes serão convidados a confeccionar um chaveiro em formato de bule de café. Também no dia 14, às 15h00, o público poderá participar de um passeio cultural, realizado em um trenzinho, que irá percorrer marcos importantes da formação e desenvolvimento da cidade. Serão disponibilizados áudios com informações sobre o trajeto, com o objetivo de valorizar os monumentos históricos de Tupã e destacar a importância de preservá-los para as gerações futuras.

Colunas, Lugares, Música

Música do Mundo: Morat

O Folk latino é algo que vem acontecendo lentamente. Quem acompanhou o programa Superstar na Globo ano passado viu a banda paulista Pagan John, nosso representante do gênero. Lá na Colômbia, quem faz sucesso é a banda bogotana Morat, que mistura a pronúncia marcada mas também suave do espanhol colombiano com os ritmos simples e melodiosos do Folk, além de injeção de um certo estilo local. Após “Mi Nuevo Vicio”, inicialmente cantada com Paulina Rubio, a banda ganhou certo reconhecimento e lançou seu primeiro álbum (Sobre El Amor Y Sus Efectos Secundarios) em 2016. O álbum foi bastante premiado, e conferiu a banda o álbum de platina e primeiro lugar nos Top Charts no México e na Espanha.

Se interessou? Vem escutar algumas das melhores músicas da banda:

Sobre El Amor Y Sus Efectos Secundarios

  • Cómo Te Atreves
    Indico começar por essa porque, além de ser uma das faixas mais populares da banda, já mostra o folk logo de início. É o “especial do chefe” da banda.
  • Aprender A Quererte
    Toda sobre se dedicar-se a uma pessoa, essa faixa é linda e tem a vantagem do refrão fácil, que dá pra cantar e tirar da cabeça (porque vai grudar, acredite).
  • En Un Sólo Dia
    Se você gosta de sertanejo, essa faixa é pra você. A influência dos ritmos latinos aqui predominou sobre o folk em si.
  • Ladrona
    A melodia mais romântica, com bastante piano e a uma dolorosa carga emotiva.
  • Yó Mas Te Adoro
    Essa tem uma história legal por trás: quem escreveu a música foi o pai de um dos integrantes do Morat, há 25 anos. Eles resolveram então dar um arranjo no estilo retrô e lançar a música, que por sinal, tem um clipe que vale a pena conferir.
  • Eres Tú
    Um dos melhores exemplos de como Morat consegue balancear bem os elementos necessários pra compor um bom folk latino, que aqui ainda recebe uma pincelada de rock com os power chords de uma guitarra.
  • Del Estadio Al Cielo
    Uma das músicas mais chicletes, que aproveitou bem a catchiness do folk combinada com uma batida quase reggaeton.
  • Amor Com Hielo
    Uma base mais rock, regada ao dedilhado de um banjo. Lembra algumas bandas de pop-rock brasileiras.

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