O cantor norte-americano Ryan Adams decidiu preparar um CD especial com suas versões para as faixas do álbum “1989”, da Taylor Swift. Durante um programa da rádio Beats 1, a Apple Music, Ryan mostrou como ficou a produção de “Bad Blood”
O álbum em versão mais acústica/folk será lançado na segunda-feira, dia 21 de setembro!
Demi Lovato divulgou seu novo single que também é a faixa título do seu novo álbum, “Confident”. Esse é o segundo single do álbum que já conta com o sucesso “Cool For The Summer”.
A música já havia vazado na internet no mês passado, mas agora a divulgação é oficial e em alta qualidade, através do iTunes e Spotify. Com 13 faixas inéditas, o álbum que já está em pré-venda, chega oficialmente às lojas no dia 16 de outubro.
Lady Gaga lançou o clipe de “Til It Happens To You”, que faz parte da trilha sonora do documentário “The Hunting Ground”. O clipe – todo em preto e branco – trata sobre uma temática muito forte: o estupro em campus universitários. A cantora mostrou no vídeo vários casos de abusos, como o famoso “boa noite Cinderela”.
A música foi co-escrita com Diane Warren para fazer parte do documentário “The Hunting Ground”, que é exibido nos Estados Unidos desde o inicio do ano e fala exatamente sobre isso, o estupro em universidades e como as instituições que deveriam proteger os alunos acabam encobrindo os casos. O documentário também discute a punição para os casos de abuso e como impedir que eles continuem acontecendo.
O single também foi lançado no iTunes e a cantora já avisou que toda a renda gerada com a venda da música será revertida para organizações que ajudam vítimas do abuso sexual.
A editora Scholastic, que foi responsável pela publicação dos livros de Harry Potter nos Estados Unidos, noticiou que o primeiro livro de colorir tem previsão de lançamento oficial para novembro. O livro “Harry Potter: The Official Coloring Book” foi divulgado em pré-venda pelo site da Amazon, por $15,99. A capa mostra Edwiges, Dobby, Bicuço, uma vassora e um kit de bolas de quadribol.
As ilustrações presentes no livro foram feitas pelo britânico Jim Kay, e elogiadas por J.K Rowling:
“Ver as ilustrações de Jim Kay me comoveu profundamente. Eu amo a sua interpretação do mundo de Harry Potter e me sinto honrada e grata por ele ter emprestado o seu talento a esse mundo.”
A sinopse:
Embalado com deslumbrantes peças de arte do arquivo da Warner Bros, esse livro de colorir deluxe dá aos fãs a chance de colorir nos vívidos cenários e amados personagens do mundo mágico de J.K. Rowling. Contendo complexas linhas de desenhos usadas na produção dos filmes de Harry Potter, esse livro de colorir inclui cenas, criaturas e personagens favoritos dos fãs: de Dobby e bebê Norberto até jogos de quadribol e a inesquecível batalha final entre Harry e Lord Voldemort.
Único e interativo, Harry Potter: O Livro Oficial de Colorir é um perfeito item de colecionar para todos os fãs da série blockbuster – seja para aquelas que cresceram com Harry, Rony e Hermione ou para aquelas que estão descobrindo a magia pela primeira vez.
Até o momento não há informações sobre o lançamento no Brasil.
A Vingança de Mara Dyer é o terceiro e último volume da trilogia homônima, escrita por Michelle Hodkin.
Mara Dyer está cada vez mais longe de achar uma solução para os seus problemas. Após o incidente na clínica onde estava para tratar sua “loucura”, a garota se encontra em um local completamente desconhecido e se vê obrigada à achar respostas sobre tudo o que aconteceu em sua vida desde que brincou com um tabuleiro Ouija.
E mais uma trilogia chegou ao fim! Finalizar trilogias, séries, etc é sempre um caminho incerto para mim. Estou exposto a todo tipo de explicações e conclusões de histórias. Às vezes há aqueles finais épicos, que marcam, que chocam, que impressionam. Também há aqueles fechamentos medianos, que faltam explicações e que, num todo, acabam de, certa forma, decepcionando. E há aqueles que são incoerentes, fracos e fáceis de serem esquecidos.
Bem, quem acompanha o site sabe o quanto eu fiquei maravilhado com A Desconstrução de Mara Dyer e logo depois, uma faísca de decepção veio com A Evolução de Mara Dyer. Eu não sabia o que esperar de A Vingança de Mara Dyer e, gente, odeio informar isso mas, não consegui gostar. Juro para vocês. A saga começou de uma maneira tão brilhante e tão empolgante mas com o decorrer das continuações, o leitor que estava submergido na loucura que é a história de Mara, foi emergindo e caindo na dura e cruel realidade que foi Evolução e Vingança de Mara Dyer. O que foi realmente triste pois, quando a trama chegou à superfície, caiu na mesmice.
Enquanto no primeiro e até metade do segundo livro, éramos levados a pensar que o que circundava a vida de Mara, era algo paranormal, mas quem leu Evolução de Mara Dyer, sabe que os rumos que a história tomou foram completamente sem sentido, aliás divergiram do que foi passado no primeiro volume… Mas fazer o que né?
Passada a decepção com os caminhos que a trama tomou, os personagens ainda continuam tão misteriosos e apaixonantes. Mara, agora, além de ter toda uma loucura dentro de si, agora tem raiva, o que a deixa ainda mais fascinante. A garota é daquelas que vai lá e coloca a cara à tapa e isso é admirável! Já sobre o resto do elenco, não posso falar, mas esperem muita surpresas e preparem o coração. É apenas o que posso dizer.
Mesmo eu não tendo gostado das explicações e dos rumos que Hodkin decidiu utilizar, uma coisa que preciso ressaltar de A Vingança de Mara Dyer são as páginas finais. Que páginas foram essas, hein? Eu estava para me derreter de paixão. Cada frase que eu lia, eu ficava AAAAAAAAAA. Só vocês lendo para ver!
Enfim, eu não irei me prolongar mais. Apesar dos pesares, eu recomendo a trilogia. É intensa, intrigante e sufocante. Porém, não tenham muitas expectativas com as sequências.
Amor, corre. Corre rápido, chama ajuda. Corre, mesmo. As crianças não estão bem. Já pensam sozinhas, já discordam das minhas ideias. Achava que você era meu melhor amigo. Corre, por favor. As crianças não estão bem, não.
Vem pra casa, por favor. Acho que tem algo fora do lugar aqui. Acho que eu também não estou muito bem, não. Tá tudo bem confuso por aqui.
Em julho éramos fogos de artifício que se apagaram de maneira precoce. Ainda éramos, até você sair pela porta da frente… E nunca mais voltar, nem mesmo ao meu chamado de que as crianças não estão bem. Desculpa, tive um pesadelo. Arrumei a cama, então. Poli a maçaneta da porta que você saiu. Arrumei a cama de novo. As crianças não estão bem.
Você achava fofo o meu transtorno, quando disse que precisava escovar os dentes antes de te beijar pela manhã. Ou passar álcool gel na minha mão antes de segurar na tua. Ou ainda, quando levantei quatorze vezes da cama para checar se a porta estava trancada. Era fofa a minha preocupação com a sua proteção, não era?
Não sei quando a fofura passou a te amedrontar. Você disse que eu te sufocava, não. Não, não, não. Não era sufoco as minhas sete mensagens de bom dia. Juro que não. Só queria continuar minha proteção, então sempre checava se a porta estava mesmo trancada e se os dois certinhos indicavam mensagem recebida.
Mas então, os certos não surgiram mais. Tudo ficou mal, amor. As crianças não estão bem. Os certos não estão mais ficando azuis quando te mando bom dia. Mas a porta? Nunca mais conferi para ver se estava trancada na esperança de que um dia você voltasse.
Foi divulgado há pouco tempo, o primeiro teaser de A Série Divergente: Convergente, penúltimo filme da adaptação da série de livros de Veronica Roth, Divergente. Confira:
Os capítulos finais da Série Divergente, que seriam chamados Convergente – Parte 1 e Convergente – Parte 2 ganharam novos nomes! O penúltimo capítulo da saga será nomeado “Convergente” e o último “Ascendente“. Saiba mais clicando aqui. Leia nossa resenha de Convergente aqui.
Toda a minha vida, sempre fui nas bienais do livro de São Paulo (leia minha última experiência aqui). Jamais havia ido ao Rio de Janeiro, sequer. Então, alguns dias antes do evento, surgiu a oportunidade de ir. Fui, sem nem conseguir uma credencial de blogueiro como sempre faço em SP. Comprei meu ingresso, e entrei normalmente, como não fazia há séculos. É engraçado como a gente se acostuma com a vida boa de ter credencial e não enfrentar fila embaixo de chuva. Mas é bom voltar a ser fanboy.
Moro em São José dos Campos, interior de São Paulo. Fui para o Rio de Janeiro de carro. Saí daqui as quatro da manhã, e cheguei no local as nove e meia. Antes disso, não havia dormido uma hora sequer. Fui para a casa da minha amiga Mariana lá pelas nove, porque sairíamos de lá. E você sabe o que acontece quando vamos dormir em casas de amigos, não é? Sempre tem mais um vídeo para mostrar no Youtube, mais um episódio de seriado, mais um assunto para colocar em dia… Não dormimos e embarcamos virados, mesmo, com nossas mochilas cheias de lanche. Era a primeira vez das minhas amigas em bienal, e eu recomendei que levássemos comida, porque comprar lá é bem caro.
Derrotados na van, mas comendo muito pão com patê.
Dormimos quase que a viagem toda nas posições mais tortas possíveis. Um em cima do outro, com malas, mochilas, equipamentos… Mal cabíamos dentro do veículo. Mas chegamos bem no Rio, onde o tempo estava fechado, com uma garoa fina. Entramos na fila quilométrica. Confesso que senti falta, e muita, da minha credencial nessa hora. Desculpem-me, mas jamais gostei de filas grandes e esperas infinitas. Mas foi legal, porque logo na fila, conheci vários leitores do site, distribuí muitos marcadores e filmei os Jogos Vorazes que foi a entrada. Que caótico!
Entramos e tudo o que eu conseguia pensar era: UAU! Três pavilhões de evento, três vezes maior que a Bienal de São Paulo. Talvez estivesse mais lotada, apesar de não parecer. O espaço é realmente enorme e aconchegante. Já garantimos nosso mapa e fomos até o pavilhão azul, onde estava a alma do evento. Tão vazio, tão cheiroso, dava até desespero! Mesmo sem credencial, fomos os primeiros a entrar.
Ah, a fila! Mirella, eu e Mariana, da esquerda para a direita.
O primeiro estande que fomos, como mostrei no daily vlog que deixarei incorporado no final do texto, foi o da Intrínseca porque como eu disse, geralmente é o mais lotado depois de algumas horas. Faz até fila pra entrar depois, e geralmente não conseguimos comprar nada ou já está tudo esgotado pelo dia. Éramos os únicos nele, parecia até um sonho. Pegamos muitos marcadores, dos mais variados livros, deixei vários marcadores do site e finalmente adquiri meus exemplares de Não se apega, não e Não se iluda, não da Isabela Freitas. Mirella e eu surtamos de uma maneira jamais vista anteriormente porque estava muito barato. Ela pagou cerca de cinco reais no exemplar de Círculo (veja a resenha aqui e a entrevista com os autores aqui!), e eu paguei mais de quarenta, no mesmo livro há algum tempo pela internet.
O estande da Intrínseca, ô coisa linda e cheirosa!
Ok, todo mundo sabe que só pegamos mapas caso algo dê ruim. Ninguém realmente pega um mapa e o segue à risca com um itinerário pronto. Então saímos meio sem rumo, procurando o próximo estande legal para se visitar. Chegamos no compartilhado da Arqueiro com a Sextante. Estávamos hanging around quando de repente eu pego o braço da Mariana e tudo o que eu sei dizer é “Julia Quinn!”. Ela me olha meio qual a sua doença? Eu só aponto para o crachá da gringa do meu lado e para a pilha de livros na frente dela. A autora estava do meu lado, e então, tudo foi um borrão. Tudo o que eu lembro é de dizer “Can we take a picture?” e dela respondendo da maneira mais amável possível “Sure”. Eu estava tremendo bastante e por isso, a moça da editora se ofereceu para tirar. Lembro-me também de ter dado um marcador e falado algo do tipo “Please, visit my website.” porque nem pra pedir um autógrafo eu servi. Ok, a gente supera com o tempo.
Julia Quinn e eu (tremendo muito!) no estante da Arqueiro
Só sei que demorei um pouco para superar o fato de que eu havia acabado de conhecer Julia Quinn. Fui então até o caixa com os livros dela na mão e paguei. Ainda não sei porque não pedi pra ela autografar. Os livros estavam na mão e ela do meu lado. Só precisava falar “Write something in here, please!”. Mas não foi dessa vez, mesmo.
Não me lembro muito da ordem dos estantes que seguimos além disso. A bienal foi lotando aos poucos, mas nada tão insuportável como chegou a ser em São Paulo, porque lá, muitas vezes eu cheguei a me sentir realmente mal. No Rio, além de ter uma organização parecida, apesar de levemente melhor, a lotação é totalmente suportável. Não colocam mais pessoas que o suportável. Lotou sim, bastante, peguei filas enormes, mas era totalmente compreensível e frequentável. Nada muito absurdo.
Como se não bastasse o grande tiro que levei na cara ao encontrar com Julia Quinn, encontro – de longe – com o grande mito Maurício de Souza. Ok, não dava pra perder a oportunidade de me aproximar do mestre. Não consegui uma foto com ele, nem um autógrafo porque não deixaram, mas cheguei na multidão igual um cortador de gramas, câmera em mãos e sou jornalista, licença por favor! E as pessoas acreditaram.
Obrigado, ser que colocou o cotovelo no canto da minha foto!
Bom, foi incrível “conhecer” Maurício de Souza, mesmo que de maneira indireta. Ele fez parte da minha infância, assim como de muita gente que acompanha o site, tenho certeza. Gostaria de ter dado o marcador pra ele, mas estavam realmente com uma marcação muito cerrada com relação a quem se aproximava dele. E minha cota de sorte do século acabou naquele encontro com a Julia Quinn, né?
Estava rolando também, uma pequena homenagem comemorando os oitenta anos do criador da Turma da Mônica, com um mural de post its de recados de fãs, e uma exposição exclusiva com ilustrações lindas de todos os personagens do autor. Veja no slideshow abaixo todos os registros que fiz dessa seção (que ocupava uma grande parte do terceiro pavilhão):
Nessa altura, já tínhamos comprado pelo menos uns cinco livros cada um e estávamos todos com os braços cortados de tanto carregar sacola. Mas é uma dor boa, afinal, a ansiedade pra chegar em casa e ver os novos filhos é cada vez maior né? Seguimos então para o estande da Novo Século, onde conversamos com mais alguns autores, distribuímos mais marcadores, conversei com vários membros da Armada Escarlate e claro, tirei uma foto nova com a Renata Ventura, uma das minhas escritoras preferidas e ambos de chapéu coco:
Grande Renata! Sempre uma honra trocar mesmo que poucas palavras com ela…
Fiquei o dia todo na Bienal, mas são tantos lugares para visitar, tantos estandes para ver, tanta gente pra conhecer, que o dia acaba por passar muito rápido. O legal foi que conheci muitos leitores do site, tirei foto com vários deles (se você tem alguma inclusive, me manda!) e quando foi umas duas da tarde, não aguentávamos mais. Então sentamos em um canto e dormimos, literalmente. Sei que amarrei minha câmera, mochila e abracei meus livros e dormi ali no chão mesmo. Micão total, mas o que não faz o cansaço, não é mesmo?
Acordamos uma hora e meia depois, aproximadamente e fomos até o estande da Novo Conceito para a sessão de autógrafos do Pedro Chagas Freitas, autor de Prometo Falhar. Mas antes, deixei minha amiga na fila um pouco para conhecer Renan Carvalho, autor de Supernova: O Encantador de Flechas. E o que seria de mim sem um pequeno mico perante meus autores preferidos? No emaranhado de sacolas, mochila, câmera, acabei por tropeçar e cair antes de pegar o autógrafo. Obrigado. Eis a foto:
Vamos tirar uma foto sorrindo, fingindo que o leitor não pagou micão perto do autor preferido… (logo tem resenha!)
Feito isso, voltei então para a fila do Pedro Chagas, que não estava tão grande, apesar de que odeio esperar. Enquanto isso, fui ver como estava a vida nas redes sociais, fazer uma pequena cobertura no Twitter e coisas assim. Eis que chega uma avalanche de mensagens no meu celular assim que ligo o 3G. “Isabela Freitas postou sua foto.” Fiquei totalmente sem entender o que estava acontecendo, achei que todos estavam enlouquecidos, mas só para confirmar, abri o Instagram. E isso tinha acontecido:
Uma foto publicada por Isabela Freitas (@isabelaafreitas) em
O quão legal é uma das suas autoras preferidas postar sua foto no Instagram? E há quem tenha dito que eu estava pagando o maior mico da minha vida ao tirar essa foto. Ok, né. Mas quem está no Insta da Isa mesmo? Ah tá!
Chegou minha vez de ser atendido pelo autor de Prometo Falhar, e olha, sem palavras. Além de escrever uma dedicatória especial para cada leitor, ele ainda bate um papo com cada um deles. E foi nessa que ele disse que gostaria de ler meu livro que lançarei em breve, e para eu nunca desistir dos meus sonhos. Engraçado porque, era justamente o que eu precisava ouvir no momento. Essas coisas acontecem né?
“Você é um sonhador, como eu? Continue assim.”
Saímos todos realizados da Bienal. Com muitos livros que nem sabíamos como levaríamos embora, alguns autógrafos e com certeza, ótimas lembranças. Arrisco dizer que gostei mais dessa do que a do ano passado, em São Paulo. Tanto no quesito organização, quando no quesito preço, presenças ilustres, infraestrutura… Tudo magnífico! Parabéns para a organização. Se na última postagem de experiência eu falei mal dela, deixo aqui meus mais sinceros elogios.
E você, o que achou da Bienal do Livro do Rio de Janeiro? Conta pra gente nos comentários!
Veja também, o daily vlog que gravei enquanto estava lá:
E o vídeo especial mostrando tudo o que comprei e ainda dando breves comentários sobre o que escrevi acima:
A adaptação cinematográfica do romance sci-fi de Rick Yancey, A 5ª Onda, teve seu segundo trailer divulgado recentemente. Confira, junto com o primeiro:
Na trama, a Terra começa a sofrer uma série de ataques alienígenas. Na primeira onda de ataques, um pulso eletromagnético retira a eletricidade do planeta. Na segunda onda, um tsnunami gigantesco mata 40% da população. Na terceira onda, os pássaros passam a transmitir um vírus que mata 97% das pessoas que resistiram aos ataques anteriores. Na quarta onda, a adolescente Cassie Sullivan (Chloë Grace Moretz) vai ter que descobrir em quem pode confiar.
Maggie Siff, Liev Schreiber, Ron Livingston, Maika Monroe e Nick Robinson completam o elenco. A direção é de J. Blakeson (O Abismo do Medo) e o roteiro de Susannah Grant.
O longa chega aos cinemas nacionais no dia 4 de fevereiro de 2016.
Além do sucesso no cinema, Ansel Elgort também tem grande reconhecimento dentro das baladas. O garoto, também conhecido como Dj Ansolo, assinou contrato com a “Island Records” – gravadora de grandes nomes como Nick Jonas e Shawn Mendes.
Ansel disse em uma entrevista à Rolling Stone que já tinha divulgado seu material para muitas gravadoras antes de finalmente assinar com a Island.
Seu primeiro single “To Life” tem data de lançamento para 18 de setembro.