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Confira o primeiro trailer de Tomb Raider: A Origem

A nova adaptação do jogo Tomb Raider ganhou o seu primeiro trailer (20/09)!

Tomb Raider: A Origem vai contar a primeira aventura da icônica Lara Croft, que nesse reboot será interpretada pela ganhadora do Oscar, Alicia Vikander. Nos anos 2000, Lara Croft foi interpretada por Angelina Jolie. Confiram:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=VeML-YWTNYE&w=560&h=315]

 

Imagem: Divulgação

 

Tomb Raider: A Origem adaptará os jogos mais recentes de Lara Croft, que reiniciou a história da personagem. No filme, Lara Croft (Alicia Vikander) é uma herdeira de uma grande fortuna, porém não possui interesse em administrá-la. Após o desaparecimento de seu pai, Richard Croft (Dominic West), Lara parte em busca de respostas, e encontra um vídeo de seu pai, que lhe deixa uma missão: salvar o mundo. Ela então, parte para uma aventura em busca de respostas e cheia de desafios perigosos.

O filme será dirigido por Roar Uthaug (A Onda, Presos no Gelo) e contará também com Daniel Wu (Into The Badlands) como Lu Ren, principal aliado de Lara Croft; e Walton Goggins (Os Oito Odiados) como o vilão Mathias Vogel. O roteiro é de Geneva Robertson-Dworet (Transformers: O Último Cavaleiro), que será a roteirista de Capitã Marvel, o primeiro filme de uma super-heroína da Marvel Studios.

Tomb Raider: A Origem tem estreia marcada para 16 de março de 2018, e a Warner Bros fará a distribuição do filme da MGM.

Crítica: The True Cost (2015)
Crítica: The True Cost (2015)
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Crítica: The True Cost (2015)

Nos últimos meses, tenho tentado me informar mais sobre movimentos que vão contra essa cultura hegemônica atual de consumismo excessivo. Acabei me interessando por dois movimentos: o minimalismo e o lowsumerism (slow consumerism – “consumo lento” em tradução livre).

Muitas das coisas que eu tenho aprendido foram através de canais no YouTube e, principalmente, documentários na Netflix. Descobri um mundo submerso na plataforma que conta com muitos documentários sobre diversos assuntos, e só tenho elogios a todos que assisti até agora.

O documentário que eu gostaria de destacar nesse post é o “The True Cost”, para pessoas que querem começar a entender sobre o assunto, acho que é um bom ponto de partida.

Ele aborda a questão da “moda rápida“, ou “fast fashion” como eles chamam, em que há cerca de 52 coleções diferentes nas lojas por ano, o que nos faz acreditar que precisamos de todas elas para sermos felizes e socialmente aceitos. A obra audiovisual mostra como isso afeta a vida de milhares de pessoas, principalmente asiáticas, que trabalham de forma exaustiva diariamente por apenas 2 dólares para produzi-las.

Sabe todas aquelas roupas super baratas que você comprou em lugares como Forever 21, H&M, Zara, e muitas outras? Elas foram produzidas por essas pessoas que, literalmente, dão seu sangue por apenas 2 dólares ao dia. Elas são atingidas de formas inimagináveis, tudo por peças de roupas mais baratas e, muitas vezes, de qualidade questionável que acabam durando pouquíssimo tempo. Quando foi que paramos de prezar pela qualidade para nos gabarmos com quantidade?

Cada peça de roupa que simplesmente descartamos, demora mais de um século para se decompor, causando uma poluição ambiental enorme. O documentário enfatiza como somos responsáveis por cada peça que possuímos até mesmo depois de descartá-las, pois nós as escolhemos, e elas só foram produzidas porque pessoas como nós possivelmente as comprariam. Então, não descarte suas roupas, tente consertá-las, doa-las, vendê-las.

Depois de assistir esse e outros documentários, que pretendo comentar aqui também em outros posts, mudei muito meu pensamento sobre esse consumismo desenfreado. Sobre como crescemos acreditando que uma nova compra vai nos deixar mais felizes, mas, desde que comecei a pesquisar mais sobre o tema, o inverso tem acontecido: cada vez que eu vou ao shopping e não faço nenhuma compra, me sinto mais confortável comigo mesma. Sou capaz de olhar para peças de roupas e claramente pensar que não preciso delas, porque realmente não preciso.

Se esse post conseguir fazer pelo menos uma pessoa assistir ao documentário e se interessar pelo assunto, acho que já vou ter conseguindo melhorar, um pouquinho que seja, o mundo. Vamos tentar pensar mais antes de consumir, não só pelo nosso próprio bolso, mas pela qualidade de vida de outras pessoas e gerações, além do meio ambiente. A sensação de estar se libertando desse ciclo vicioso do consumo é muito boa, eu recomendo.

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Sessão da tarde: Programe-se para assistir os filmes da semana!

Os filmes da Sessão da Tarde dessa semana estão incríveis! Prepare-se, porque nessa quarta-feira (20) teremos um grande clássico da comédia romântica, que rende risadas todas as vezes que assistimos, não importando quantas mil vezes já tenhamos visto. Além disso, teremos outros longas com muita diversão, fantasia e aventura, para deixar sua tarde muito mais gostosa. Confira as sinopses dos filmes exibidos de 20/09 – 22/09:

20/09 – De Repente 30 (2004)
Jenna Rink (Christa B. Allen) é uma garota que está descontente com sua própria idade, já que seus colegas mais populares da escola não lhe dão atenção, seus pais ficam sempre no seu pé e o garoto por quem está apaixonada nem sabe que ela existe. A única amizade que Jenna possui é Matt Flamhaff (Sean Marquette), seu vizinho. Para tentar reverter a situação Jenna decide por ter uma grande festa para o seu 13º aniversário, convidando todos os adolescentes que conhece. Porém o que deveria ser sua consagração se transforma num grande desastre, após Jenna ser trancada em um armário devido a uma brincadeira e ser completamente esquecida pelos demais presentes na festa. Triste, Jenna faz um pedido: virar adulta de repente, para ter a vida com que sempre sonhou. O pedido milagrosamente se torna realidade e, no dia seguinte, Jenna (Jennifer Garner) desperta em 2004 e com 30 anos de idade. De início Jenna fica assustada com as novidades de sua vida, mas aos poucos fica cada vez mais encantada por ter se tornado tudo aquilo que sempre sonhou ser. Porém, quando tenta reencontrar Matt (Mark Ruffalo), Jenna descobre que perdeu contato com ele há vários anos e que agora ele está prestes a se casar.

21/09 – O Jogo do Amor (2004)
Ryan Banks é um astro de cinema, mas o seu comportamento está levando-o a decadência. Para deixar de ser visto como um garoto rebelde, Todd Doherly, seu melhor amigo, sugere que ele participe de um programa de TV no qual o público vai escolher a sua noiva. É assim que ele se envolve com Charlie Morton e os dois se tornam o casal do momento. Pelo menos até Todd se apaixonar pela “garota dos sonhos” do amigo.

22/09 – O Medalhão (2003)
Está escrito que no 4º mês do Ano da Serpente uma criança será escolhida para unir as duas metades do medalhão sagrado em um só e, ao seu toque, o medalhão será dotado de extraordinários poderes sobrenaturais. Isto está prestes a acontecer em Hong Kong. O detetive da polícia Eddie Yang (Jackie Chan) fica sabendo que estrangeiros rumam para o Templo Kwun Yum, assim avisa Arthur Watson (Lee Evans), que comanda uma equipe da Interpol. Por sentir uma certa inveja de Yang, Watson não permite que ele atue na operação. O diabólico Snakehead (Julian Sands) invade o templo e quer pegar o medalhão para si, mas antes precisa esperar que Jai (Alex Bao), o escolhido, complete um ritual. A Interpol entra no templo desordenadamente, o que dá chance de Snakehead e seus capangas de fugirem. Jai só fica ileso pois Yang entrou no templo por contra própria. Watson e Yang não entenderam por qual razão o templo foi invadido por Snakehead, que irritado ordena que seqüestrem Jai e o levem para Dublin, na Irlanda. Yang nem pensa que em Dublin, juntamente com Watson e Nicole James (Claire Forlani), uma agente da Interpol com quem está envolvido, ele viverá a mais fantástica aventura da sua vida.

Não se esqueça, a Sessão da Tarde é exibida de segunda a sexta-feira às 15h05.

The Handmaid’s Tale — “Faithful” — Episode 105 — Serena Joy makes Offred a surprising proposition. Offred remembers the unconventional beginnings of her relationship with her husband. Janine (Madeline Brewer), left and Offred (Elisabeth Moss), right, shown. (Photo by: George Kraychyk/Hulu)
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Conheça os vencedores do Emmy Awards 2017

A noite foi das mulheres na cerimônia do Emmy Awards, que aconteceu ontem (17), em Los Angeles. Com cinco prêmios cada, entre as categorias principais, The Handsmaid’s Tale e Big Little Lies, duas produções com personagens femininas marcantes em suas tramas, foram os destaques da noite.

Nas categorias de drama, além do prêmio para Elisabeth Moss como melhor atriz, The Handmaid’s Tale ainda venceu melhor série, direção, roteiro e atriz coadjuvante para Ann Dowd. Big Little Lies levou os prêmios de melhor atriz para Nicole Kidman, atriz coadjuvante para Laura Dern, ator coadjuvante para Alexander Skarsgard, direção e melhor minissérie.

Equipe de “The Handmaid’s Tale” (Frederic J. Brown/AFP)

Equipe de “Big Little Lies” (Mario Anzuoni/Reuters)

Black Mirror: San Junipero  foi escolhido o melhor filme para TV e o prêmio de melhor série de comédia do ano foi para Veep. A lista completa de vencedores, incluindo categorias técnicas, está no site oficial do Emmy Awards (em inglês).

Confira abaixo a lista com os vencedores nas principais categorias.

MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA
  • The Handmaid’s Tale
MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
  • Veep
MELHOR MINISSÉRIE
  • Big Little Lies
MELHOR FILME FEITO PARA TV
  • Black Mirror: San Junipero
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • Elisabeth Moss (The Handmaid’s Tale)
MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • Sterling K. Brown (This Is Us)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • Ann Dowd (The Handmaid’s Tale)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • John Lithgow (The Crown)
MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • Alexis Bledel (The Handmaid’s Tale)
MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • Gerald McRaney (This Is Us)
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • Reed Morano (episódio “Offred (Pilot)” – The Handmaid’s Tale)
MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DRAMÁTICA
  • Bruce Miller (episódio “Offred (Pilot)” – The Handmaid’s Tale)
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE CÔMICA
  • Julia Louis-Dreyfus (Veep)
MELHOR ATOR EM SÉRIE CÔMICA
  • Donald Glover (Atlanta)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE CÔMICA
  • Kate McKinner (Saturday Night Live)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE CÔMICA
  • Alec Baldwin (Saturday Night Live)
MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE CÔMICA
  • Melissa McCarthy (Saturday Night Live)
MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE CÔMICA
  • Lin-Manuel Miranda (Saturday Night Live)
MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE CÔMICA
  • Donald Glover (episódio “B.A.N.” – Atlanta
MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE CÔMICA
  • Aziz Ansari e Lena Waithe (episódio “Thanksgiving” – Master of None)
MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
  • Nicole Kidman (Big Little Lies)
MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
  • Riz Ahmed (The Night Of)
MELHR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
  • Laura Dern (Big Little Lies)
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
  • Alexander Skarsgard (Big Little Lies)
MELHOR ROTEIRO EM MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
  • Charlie Brooker (Black Mirror: San Junipero)
MELHOR DIREÇÃO EM MINISSÉRIE OU FILME FEITO PARA TV
  • Jean-Marc Vallée (Big Little Lies)
MELHOR ANIMAÇÃO
  • Bob’s Burgers
MELHOR DUBLAGEM
  • Seth MacFarlane (Family Guy)
MELHOR TALK SHOW E VARIEDADES
  • Last Week Tonight with John Oliver
MELHOR PROGRAMA DE ESQUETE E VARIEDADES
  • Saturday Night Live
MELHOR ESPECIAL DE VARIEDADES
  • Carpool Karaoke Primetime Special 2017
MELHOR REALITY SHOW ROTEIRIZADO
  • Shark Tank
MELHOR REALITY SHOW SEM ROTEIRO
  • Born This Way
MELHOR PROGRAMA DE COMPETIÇÃO
  • The Voice
MELHOR APRESENTADOR DE REALITY SHOW OU PROGRAMA DE COMPETIÇÃO
  • RuPaul Charles (RuPaul’s Drag Race)
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Claire Foy será a nova Lisbeth Salander em “A Garota na Teia de Aranha”

A atriz britânica, Claire Foy, conhecida por ser a Rainha Elizabeth II na série The Crown, e ganhadora do Globo de Ouro e do SAG pelo papel; foi escolhida para interpretar Lisbeth Salander no novo filme da série Millenium.

O novo filme será baseado no quarto livro da série de livros, A Garota na Teia de Aranha, escrito postumamente à morte do autor Stieg Larsson, por David Lagercrantz. O filme será uma espécie de reboot/continuação da franquia, sendo independente dos outros filmes anteriores, e tem estreia marcada para 19 de outubro de 2018 nos EUA.

Imagem: Noomi Rapace, Divulgação

Lisbeth Salander foi interpretada por Noomi Rapace na trilogia sueca (Os Homens que Não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e a Rainha do Castelo de Ar) em 2009, que depois virou uma minissérie em 2010 que ganhou o Emmy Internacional. Em 2011, foi interpretada por Rooney Mara, na adaptação hollywoodiana de Os Homens que Não Amavam as Mulheres, dirigida por David Fincher; que rendeu uma indicação ao Oscar para a atriz.

Imagem: Rooney Mara, Divulgação

 

A Garota na Teia de Aranha, será dirigido por Fede Alvarez (O Homem nas Trevas), que também escreverá o roteiro em parceria com Steven Knight (Aliados) e Jay Basu (Metal Gear Solid). Claire Foy, por enquanto, é a única confirmada no elenco.

Ansiosos para ver como Claire Foy ficará como Lisbeth Salander?! O que acharam da escolha? Já estamos ansiosos para vê-la toda punk, de moicano e tatuagem de dragão nas costas!

 

FONTE

Bingo - O rei das manhãs
Bingo – O rei das manhãs
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“Bingo – O Rei das Manhãs” vai representar o Brasil em importante premiação

Depois de ser selecionado para concorrer a uma vaga na candidatura de filme que irá representar o Brasil no Oscar, o filme “Bingo – O Rei das Manhãs” foi escolhido por uma comissão da Agência Nacional de Cinema (Ancine) para ser o filme brasileiro a concorrer ao importante Prêmio Goya, classificado como o “Oscar do cinema espanhol”.

O Longa-metragem estrelado por Vladimir Brichta e dirigido por Daniel Rezende foi inscrito para concorrer como prêmio de melhor filme ibero-americano. A indicação reflete o sucesso das críticas e os mais de 180 mil ingressos vendidos no cinema na trama que conta a história de Arlindo Barreto e sua vivência como intérprete do Palhaço Bozo no programa dedicado ao personagem no SBT na década de 1980.

Nesse ano foram 23 filmes brasileiros inscritos, entre eles: Como Nossos Pais, de Laís Bodanzky; Elis, de Hugo Prata; e O Filme da Minha Vida, de Selton Mello.

O Prêmio Goya é uma celebração realizada pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha há 30 anos. Ano passado o representante nacional escolhido pela ANCINE foi “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro.

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Sessão da tarde: Programe-se para assistir os filmes da semana!

Antes tarde do que nunca, separamos os filmes que serão exibidos na Sessão da Tarde nessa semana de 13/09 – 15/09. Prepare-se teremos de incríveis clássicos dos anos 90 a comédias besteirol que marcaram época. Afinal, sempre vale a pena ver de novo essas incríveis aventuras e lembrar o quanto Hilary Duff é especialista em comédias leves e que valem nossa audiência dos dias de semana a tarde.

13/09 – Edward Mãos de Tesoura (1990)
Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora da Avon que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor (Vincent Price) que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos, mas ele dá vazão à sua solidão interior ao podar a vegetação em forma de figuras ou esculpir lindas imagens no gelo. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

14/09 – Na Trilha da Fama (2004)
Terri Fletcher (Hilary Duff) é uma jovem que nasceu e cresceu em uma cidade do interior dos Estados Unidos. Ela jamais visitou uma cidade maior, até decidir passar as férias de verão em uma escola de artes de Los Angeles. Ela usa então a nova experiência para amadurecer e conquistar o sonho de se tornar uma grande artista.

15/09 – Vovó… Zona 2 (2006)
Após prender um famoso ladrão de bancos, o detetive do FBI Malcolm Turner (Martin Lawrence) precisa mais uma vez se disfarçar como uma senhora idosa. Desta vez Malcolm precisa encontrar o suspeito de espalhar um vírus de computador letal, que pode permitir que inimigos do governo tenham acesso a arquivos confidenciais. Em meio às investigações ele se disfarça para trabalhar como babá na casa do criador do vírus, Tom Fuller (Mark Moses), enfrentando problemas com os filhos dele.

Não se esqueça, a Sessão da Tarde é exibida de segunda a sexta-feira às 15h05.

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“Star Wars: Episódio IX” será dirigido por J.J. Abrams

Os fãs de Star Wars já podem respirar aliviados. A Lucasfilm confirmou que J.J. Abrams irá escrever e dirigir Star Wars: Episódio IX. Responsável por O Despertar da Força (2015), o cineasta retorna a “galáxia muito, muito distante” após Colin Trevorrow (Jurassic World), deixar o projeto por diferenças criativas com o estúdio. Em comunicado oficial, Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm afirmou:

“Com O Despertar da Força, J.J. entregou tudo o que esperamos, e estou muito empolgada que ele está retornando para fechar a trilogia”

J.J. Abrams (divulgação)

Além de Abrams, Chris Terrio (Batman vs. Superman: A Origem da Justiça) também irá trabalhar no roteiro do filme. Programado para estrear em 2019, o Episódio IX segue os eventos de Star Wars: Os Últimos Jedi, que chega aos cinemas em 14 de dezembro desse ano.

It A Coisa
It A Coisa
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Crítica: It – A Coisa (2017)

Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado “Losers Club” – o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do “Losers Club” acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

Antes de assistir ao filme, fiquei num dilema sobre ir e não ir. Não ir porque não gosto de filmes de terror. “Ah mas Gabu, nem é de terror”, disseram. Então resolvi ir ver e tirar minhas próprias conclusões antes de ficar nesse “é terror” ou “não é terror”. Não li o livro e nem conhecia a história antes. Não vi o primeiro filme, também. Fui sem saber de nada e minha opinião aqui é baseada unicamente no que tive de impressão nesse longa em específico.

“It: A Coisa”, ou só “It”, começa com uma atmosfera maligna, talvez ocasionada pelas cenas iniciais em chuva, com tempo cinza e com crianças, uma delas, adoecida, montando um barquinho de papel para o irmão menor brincar na chuva. Nisso, já vemos aquela fórmula dos filmes de terror: casa americana antiga, vazia e com porão escuro que esconde alguma coisa que ainda não enxergamos mas que a qualquer momento vai pular na sua tela para dar um susto. Não deu, então seguimos com a trama, até que Georgie, o garotinho sai para brincar com seu barco de papel na rua.

Seguindo o barco, ele acaba por cair em um bueiro. Nele, Georgie tem seu primeiro contato com Pennywise, um palhaço maligno que acaba por comer seu braço e logo em seguida, o arrastar para dentro do bueiro. Sem rodeios mesmo, de maneira rápida e chocante. Mas o terror sangrento mesmo, começa e acaba aí, porque depois a trama decai até ficar negativa.

Senti falta das consequências do sumiço do Georgie, o corte temporal foi um tanto brusco e pulou para outra cena onde já somos introduzidos as crianças principais da história, e em seus dramas pessoais, também mal desenvolvidos. Me parece que pegaram a fórmula “Stranger Things” de fazer sucesso e adaptaram para uma história creepy do Stephen King. Os personagens são cativantes, a história interessante, mas o argumento, aliado ao roteiro – que apesar de bom, não me pareceu conjugado com o argumento -, só vai caindo do terror comum para um filme de suspense que joga coisas na tela para te fazer pular da cadeira, sem nenhuma razão aparente.

Claro, que no meio dos sustos, das mortes, esgoto e sangue, a fórmula hollywoodiana se faz presente através de um romance desnecessário entre as crianças, que agora beiram a pré-adolescência e de repente se descobrem apaixonadas. Pareceu um filme de princesas da Disney em que “só o beijo do amor verdadeiro é capaz de salvar a donzela do perigo”, de flutuar para sempre na fossa de Pennywise.

São tratados assuntos importantes, como a hipocondria e o abuso infantil, mas também jogados sem nenhum contexto, detalhamento e correlação com outros fatos da trama. A gente entente que It se apresenta como seu maior medo, mas a falta de desenvolvimento psicológico das personagens me deixou um pouco incomodado, ficando somente na superficialidade tênue do “vou gritar quando aparecer na minha frente”. Sério, não senti aprofundamento apesar de ter me apegado as personagens, ainda que bem de leve. Não sou muito fã de protagonistas crianças.

Ainda me pareceu um pouco Harry Potter – mas sem a ânsia de querer saber o que acontece, é previsível ao extremo -, com a jornada do herói bastante presente do início ao fim, exceto que, como já citei, ao invés de avançar para o ápice, ela já começa nele e cai para o final insosso onde os mocinhos vencem o vilão com uma barra de metal – mesmo ele sendo um ser demoníaco de outro planeta capaz de te matar com uma só mordida.

“Ah Gabu, mas você não entendeu o contexto do filme”, talvez você tenha razão. Mas não é trabalho de uma obra cinematográfica cativar não só aqueles que já são fãs de longa data mas também quem nunca ouviu falar sobre? Fica aí o questionamento e também a minha decepção por perder algumas horas com um filme que começa e termina basicamente no mesmo lugar com fatos previsíveis misturados com cenas desconexas que apenas te dão aquele sustinho para que você saia da sala se sentindo “caramba, que filme de medo, hein?”.

Pennywise, volte daqui 27 anos. Não foi dessa vez que você me conquistou com sua previsibilidade. Not today, satan, not today.

patty jenkins capa
patty jenkins capa
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Patty Jenkins vai dirigir a sequência de “Mulher-Maravilha”

O site Variety confirmou nesta segunda (11) aquilo que todos já esperavam: Patty Jenkins fechou contrato para dirigir a sequência de Mulher-Maravilha. O sucesso alcançado pelo primeiro filme – que arrecadou mais de US$ 816 milhões – foi fundamental para a permanência de Jenkins no cargo. Havia sido divulgado anteriormente que ela e Geoff Johns, presidente da DC Comics, já estariam trabalhando no roteiro do próximo longa.

Lançado em junho deste ano, Mulher-Maravilha se tornou o maior blockbuster já dirigido por uma mulher. Além disso, o filme fez história ao conseguir atrair um público 50% feminino nos EUA. Geralmente, filmes de heróis têm mais de 60% dos ingressos vendidos para homens.

Patty Jenkins e Gal Gadot (divulgação)

Rumores indicam que o contrato assinado torna Jenkins a diretora mais bem paga da história. O valor não foi divulgado, mas estima-se que seja algo entre US$ 8 e US$ 10 milhões, além da participação nos lucros de bilheteria. Vale ressaltar que Zack Snyder recebeu US$ 10 milhões para dirigir Batman vs. Superman: A Origem da Justiça (2016).

Ainda não há uma sinopse oficial, mas, segundo o site The Wrap, a continuação de Mulher-Maravilha deve se passar durante os anos 1980, em plena Guerra Fria. Gal Gadot também deve retornar como Diana Prince, e novo filme está previsto para dezembro de 2019. Mas antes disso, a heroína vai lutar ao lado de outros heróis da DC em Liga da Justiça, que estreia em 16 de novembro.