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Vanessa Lopes: a sombra do signo da sister apertou o botão
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Vanessa Lopes: a sombra do signo da sister apertou o botão

Quem acompanha a casa mais vigiada do País percebe o quanto os participantes estão revelando suas facetas e verdadeiras características. Aqueles traços nebulosos que acabam indo para a conta dos signos são apenas o lado sombra manifestando um desequilíbrio astral.

Comentários sobre a sister e influenciadora Vanessa Lopes, por exemplo, e suas próprias falas justificando ser de Câncer para agir de forma mais emotiva, chorar por tudo dentro do Big Brother Brasil 24, denunciam esse lado do signo e podem ter influenciado a decisão de saída antecipada.

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A astróloga dos famosos Sara Koimbra explica que nem tudo pode ser colocado nessa conta e, na maioria dos casos, quando o lado sombra fica muito em evidência mostra elementos em desequilíbrio e não características fixas. “Todo signo traz influências na personalidade, em como a pessoa se expressa e se comporta diante das situações, mas todo o zodíaco tem seu lado luz e seu lado sombra”, explica.

Segundo a astróloga, é importante que cada um conheça o seu lado sombra e saber identificar quando precisa de ajuda para sair dele e retomar o equilíbrio. “Buscar apoio no signo oposto na roda zodiacal pode trazer características complementares e ser muito positivo”, aconselha a especialista.

Além disso, é importante ressaltar que casos como o de Vanessa Lopes não devem somente ser justificados por posicionamentos astrais. Um acompanhamento médico e psicológico deve ser acionado e levado a sério o mais rápido possível.

Veja as características positivas dos signos e as influências ruins quando estão em seu lado sombra.

Áries

Arianos podem ser exemplo de coragem, iniciativa, independência e ousadia. Chamam a atenção por seu entusiasmo e garra, mas quando estão em desequilíbrio podem despertar o pior. Seu lado sombra pode trazer impaciência, agressividade e teimosia. O ariano neste estado precisa controlar seus nervos e se policiar para escutar mais os outros em uma discussão.

Touro – Deniziane e Marcus Vinicius

Um taurino, quando está em seu lado positivo é visto como paciente, persistente, sensato e determinado. Já em desequilíbrio, pode trazer possessividade e teimosia em excesso, além de inflexibilidade em possíveis embates.

Gêmeos – Yasmin Brunet e Matteus

Pessoas deste signo são sinônimo de sociabilidade e boa comunicação, além de serem curiosos e criativos, muito antenados e de fácil adaptação em todos os ambientes. Seu lado sombra pode trazer falta de foco e superficialidade, além de falta de organização e disciplina no dia a dia.

Câncer – Fernanda, Vanessa Lopes e Leidy Elin

Cancerianos têm fama de sensibilidade e em seu lado positivo são mesmo. Quando está em equilíbrio, é aquele amigo sempre pronto a ajudar, que sente quando alguém está precisando e ouve muito sua intuição, agindo sempre de forma bastante protetora. Em desarmonia, Câncer pode trazer características que precisam de atenção. A pessoa regida por este signo pode ficar insegura e dependente emocionalmente de quem ama. A possessividade também pode surgir em Câncer, além de se tornar muito rancoroso.

Leão – Davi, Giovanna Pitel e Juninho

Leoninos são muito charmosos e confiantes por natureza. Seu lado luz revela esse carisma e os deixa muito generosos. Já seu lado sombra pode trazer uma vaidade e orgulho excessivos, com a ilusão de ser soberano, achando que sua opinião é mais importante, que sua escolha é a única possível ou que é o dono da verdade.

Virgem

Este signo é o símbolo da organização e responsabilidade. Sempre muito cautelosos, os virginianos são bastante racionais na hora de tomar alguma decisão. Seu lado sombra pode trazer uma rigidez e críticas em demasia. É sinal de alerta para o desequilíbrio de Virgem quando começam a ser frios, introspectivos, além de se tornarem extremamente críticos e rígidos com tudo.

Libra – Nizam

Libra é o signo dos diplomatas, sempre muito sensatos, são mediadores e procuram sempre acalmar os ânimos, com toda a gentileza e elegância. Seu desequilíbrio traz influência a indecisão e inconstância, que podem levar à falta de atitude e omissão em situações importantes.

Escorpião – Michel

Escorpianos são famosos por sua sensualidade e magnetismo. Em seu lado luz, costumam fazer bom uso de sua intuição e inteligência sem iguais. Tendem também a se envolver de corpo e alma quando em equilíbrio, sem medo. O lado sombra deste signo pode deixar o escorpiano agressivo e possessivo também. Suas emoções ficam muito intensas e isso pode levar a atitudes vingativas e cheias de rancor.

Sagitário – Vinicius Rodrigues e Isabelle

Sagitário é o signo das boas vibrações do zodíaco. Lida com a vida cheio de bom humor e otimismo, com seu espírito aventureiro e curioso, aberto a mudanças. Quando está em desarmonia, o sagitariano se torna impaciente e pode ferir as pessoas ao redor com o excesso de sinceridade, além disso também é possível notar que se torna mais descuidado e relaxado.

Capricórnio – Wanessa Camargo

Capricornianos são conhecidos por sua disciplina, ambição e objetividade, características de seu lado luz. Quando estão em desequilíbrio podem ser muito pessimistas e rígidos com quem não tem a mesma opinião que eles e, por isso, tendem a se isolar.

Aquário – MC Bin Laden e Lucas Henrique

O lado luz de um aquariano chama a atenção por sua capacidade de ver soluções e caminhos diferentes, ser original em tudo, com muita criatividade e inteligência. Já o lado sombra traz ao aquariano a inconstância de humor, rebeldia e o excesso de distração para realizar qualquer tarefa.

Peixes – Rodriguinho, Giovanna, Raquele e Lucas Luigi

Piscianos quando estão em equilíbrio usam muito sua imaginação. Sempre muito sensíveis, adoram demonstrar os sentimentos e não economizam esforços para isso. Já seu lado sombra revela uma pessoa excessivamente distraída, indecisa e insegura, que se decepciona com facilidade ao se deparar com uma realidade muito diferente do que imaginou.

Audible lança audiolivro “O Pequeno Príncipe” com narração exclusiva do ator Antonio Pitanga
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Audible lança audiolivro “O Pequeno Príncipe” com narração exclusiva do ator Antonio Pitanga

A Audible, uma subsidiária da Amazon.com, Inc. e uma das principais criadoras e distribuidoras de entretenimento em áudio de alta qualidade, lança “O Pequeno Príncipe”, romance de Antoine de Saint-Exupéry escrito em 1943, narrado em português pelo consagrado ator Antonio Pitanga, para cativar os assinantes brasileiros da Audible. O texto, que narra as aventuras do Pequeno Príncipe encontrado por um aviador no deserto do Saara, já foi narrado em diversos idiomas e por astros internacionais, como Richard Gere e Richard E. Grant. Em português, são 2h36 de uma narração surpreendente para ouvir com a família, durante uma caminhada, quando e onde quiser.

O processo de escolha do elenco de narradores brasileiros consiste em uma fusão cuidadosa entre critérios artísticos e técnicos que levam em consideração múltiplos aspectos, incluindo a afinidade do narrador com a história, a autoria ou a temática. Com sua vasta experiência na dramaturgia, Antonio Pitanga proporciona uma narração rica e envolvente, dando vida aos personagens da fábula, que explora temas como a inocência, a amizade, a busca pelo significado da vida e a natureza das relações humanas.

“Antonio Pitanga, assim como a obra O Pequeno Príncipe, dispensa apresentações. Com mais de 60 anos de carreira em diversos meios como cinema, teatro e televisão, desta vez podemos escutar seu talento narrando esta história tão especial e atemporal, reforçando o contínuo compromisso da Audible em enaltecer as vozes que de fato representem a imensa diversidade

cultural e artística do Brasil”, afirma Adriana Alcântara, diretora-geral da Audible no Brasil.

A história do escritor e ilustrador francês Antoine de Saint-Exupéry está ligada às suas experiências como piloto durante a Segunda Guerra Mundial, após a queda de seu avião num deserto. Seus personagens lúdicos são repletos de simbolismos que promovem reflexões acerca de sentimentos como responsabilidade afetiva, solidão, amizade, amor e perda.

A Audible conta com um acervo de 600 mil títulos no Brasil, sendo 100 mil obras disponíveis de forma ilimitada aos assinantes. A empresa oferece 30 dias gratuitos (ou 3 meses para os membros da Amazon Prime) aos interessados em testar o serviço agora disponível em Português. Após esse período, a assinatura é renovada automaticamente pelo valor mensal de R$19,90 e pode ser cancelada a qualquer momento.

Cortella e Rossandro Klinjey juntos em novo livro
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Cortella e Rossandro Klinjey juntos em novo livro

Saber nomear e entender a própria dor é fundamental para conseguirmos organizar nossos sentimentos e escolher o rumo que queremos seguir. Em As quatro estações da alma: Da angústia à esperança (7 Mares, 160 pp., R$ 59,90), o filósofo Mario Sergio Cortella e o psicólogo Rossandro Klinjey – unindo seus conhecimentos e suas vivências –, falam sobre os desertos que atravessamos no inverno da alma e a importância de acolhermos as angústias que nos afligem e lidarmos com elas.

+ Resenha: Por que Fazemos o que Fazemos?, Mario S. Cortella

Para os autores, é muito importante que possamos olhar para dentro de nós mesmos e enfrentar – por que não contemplar? – aqueles momentos em que tudo parece mais difícil. “Quando nos conformamos com algo, assimilamos aquela forma. Ficamos conformados. E, conformados, perdemos nossa identidade e nossa capacidade ativa”, afirma Cortella. “Não pular etapas da vida, não fugir da dor, mas enfrentá-la e aceitá-la é o que nos permite crescer e evoluir. Cada etapa, cada dor enfrentada é uma oportunidade para amadurecer e se transformar”, ressalta Rossandro. 

Apesar de vivermos um momento de muitas informações, dados e tecnologias, o futuro continua sendo uma incerteza. Isso acaba gerando “uma angústia coletiva, um sentimento de estar à deriva em um oceano de possibilidades desconhecidas”, pontua Rossandro. Segundo o autor, “é assim que a ansiedade e o medo frequentemente nos retêm, fazendo-nos temer o fracasso e a incerteza do desconhecido. Em vez de nos lançarmos em novas experiências, optamos pela hesitação ou pela comodidade dos caminhos já trilhados”.

O livro traz também uma reflexão sobre as redes sociais, que querem ditar uma vida de festa e eterna felicidade. Os autores lembram que existe uma diferença entre ilusão e mentira, pois a dor também existe, e é necessário reconhecê-la para não sermos por ela dominados e não perdermos nossa capacidade de ter esperança. “Seja mesmo como estação do ano, seja como símbolo, há momentos invernais que não são momentos infernais. Isto é, o inverno como percepção de algum recolhimento, de um voltar-se um pouco mais para dentro, ele não é negativo à medida que favorece o autoconhecimento, a reflexão”, finaliza Cortella.

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Em livro de estreia pela Patuá, Andressa Monteiro mergulha na relação entre corpo e natureza
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Em livro de estreia pela Patuá, Andressa Monteiro mergulha na relação entre corpo e natureza

Andressa Monteiro escreve desde os 15 anos, quando descobriu o amor pela poesia ao ler Manoel de Barros. Durante a pandemia, a autora selecionou poemas escritos em diferentes momentos de sua vida para construir uma coletânea de mais de 80 textos, que estão reunidos em “Velho mundo e outros poemas, lançado pela Editora Patuá.

Resenha: Tudo nela brilha e queima, Ryane Leão

O livro aborda temas, como natureza, desejos, afetos, perdas, tempo e espaço. Andressa Monteiro, formada em Jornalismo, trabalhou essas temáticas de uma perspectiva acadêmica durante o mestrado em Comunicação Social, e agora os aborda da perspectiva literária, em uma poesia descritiva e imagética que, de dentro do gênero da poesia, dialoga com a prosa poética. 

“São temas que andam comigo desde que me entendo como poeta. Por serem temas abrangentes, consigo um leque maior de possibilidades de criação. Para mim, espaço e tempo estão interligados e, a partir deles, consigo pensar em minhas formas de ser e de sentir no mundo, principalmente dentro da natureza”, diz.

Nos poemas de Andressa Monteiro mergulhamos em um mundo poético no qual autoras clássicas da literatura brasileira, como Clarice Lispector, e autoras contemporâneas que têm conquistado importante espaço na literatura nacional, como Mar Becker, aparecem como inspirações interlocutoras. 

Conforme conta a autora na sinopse do livro, a escolha pelo título da obra, que faz menção ao poema “Velho mundo”, busca demarcar não só mundos que foram deixados para trás a partir da elaboração, através da escrita, da necessidade de se desvincular de certos espaços e pessoas, mas também mundo novos que se abrem a partir desse ponto de virada no qual Andressa, por meio de seus poemas, constrói para si.

Sobre seu processo criativo, Andressa acredita que a escrita é um hábito, portanto escreve todos os dias – mesmo que aquilo que escreva venha a ser descartado. Ela pensa que esta é uma prática que permite criar um corpo de trabalho constante e consistente. A autora, que tem o hábito de escrever no bloco de notas do celular observando o mundo pela janela ou no escuro silencioso do quarto antes de dormir, pontua que não necessariamente é preciso ter uma meta, mas sim dar liberdade ao processo: “Em um mesmo dia, posso escrever três poemas inteiros, um verso, duas palavras ou revisar um poema e que estava ‘descansando’ há meses no dia.”

Ela também ressalta a importância do diálogo entre linguagens artísticas distintas para o processo criativo ao relatar que filmes e músicas, além de livros, são importantes fontes de inspiração para seu trabalho de escrita. Não à toa, além de escritora é também pintora e fotógrafa. Em sua obra, essa mescla de gêneros artísticos comparece na composição de múltiplos sentidos: ver, ouvir, sentir, tudo se atravessa para a compor cenas nas quais leitoras e leitores são convidados(as) a imaginar novos usos para seus sentidos, como no poema “I.”:

som das marés
o poema mais longo que já percebi

Sobre as perspectivas futuras de novas publicações, Andressa conta que já está preparando um novo livro, reunindo outros poemas que criou durante a vida e escrevendo novos: “Quero que esta nova obra seja mais robusta e que fale com outros temas sobre os quais ando interessada ultimamente. Mas as temáticas que me acompanham permanecem: natureza, desejos, afetos, tempo e espaço”, relata.

A BRUXA DOS MORTOS: BAGHEAD chega aos cinemas dia 8 de fevereiro
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Estreias, Filmes

A BRUXA DOS MORTOS: BAGHEAD chega aos cinemas dia 8 de fevereiro

Os fãs de terror terão no início de 2024 uma ótima opção para apreciar o gênero nos cinemas. Com direção do estreante em longa-metragem Alberto Corredor, A BRUXA DOS MORTOS: BAGHEAD acaba de ter a sua data de lançamento confirmada: 8 de fevereiro, com distribuição da Imagem Filmes.

Escrito por Bryce McGuire e Christina Pamies, A BRUXA DOS MORTOS: BAGHEAD acompanha a história de Iris (Freya Allan, de “The Witcher”), uma jovem que, após o falecimento de seu pai, herda um antigo bar e descobre que o local abriga uma entidade capaz de incorporar os mortos. O terror abrange todos aqueles pensamentos sobre “o que está além” e a ideia mais obscura de que alguém pode ser capaz de se comunicar com os mortos em busca de respostas para perguntas que deixaram para trás.

+ Crítica: It – A Coisa (2017)

Do mesmo produtor de “It: A Coisa” e “Noites Brutais”, A BRUXA DOS MORTOS: BAGHEAD busca referências em outros clássicos do gênero, como “O Babadook” e “Hereditário”, ao inserir temas recorrentes enquanto proporciona um entretenimento eletrizante repleto de cenas de suspense e bons sustos. “Tenho um grande interesse no tema do luto. Acredito que é algo que se conecta a todo ser humano, pois, em algum momento, todos passamos por esse processo de perda e de saudade de coisas que estavam em nossas vidas e que nunca mais teremos. É um tema universal que todos compreendem. Foi isso que me atraiu a fazer um longa-metragem sobre o assunto“, explica o diretor Alberto Corredor.

O longa conta ainda com outros grandes nomes no elenco, como Jeremy Irvine (“Mamma Mia!”), Ruby Barker (“Bridgerton”), Peter Mullan (“O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”), Julika Jenkins (“Dark”), Saffron Burrows (“Você”), Svenja Jung (“A Imperatriz”), Anne Müller (“Dogs of Berlin”) e Ned Dennehy (“Peaky Blinders”).

Fenômeno de público e crítica, "Elis, A Musical" chega a Belo Horizonte para celebrar dez anos de sucesso
Caio Gallucci
Cultura, Teatro & Exposições

Fenômeno de público e crítica, “Elis, A Musical” chega a Belo Horizonte para celebrar dez anos de sucesso

Elis, A Musical’ tem uma trajetória de sucesso surpreendente. Desde a estreia, em 2013, o espetáculo alcançou incríveis 360 apresentações, teve público de 325 mil espectadoresem diversas cidades brasileiras e esteve em todos os principais prêmios da cena teatral. Para celebrar este marco, a produtora Aventura planejou uma temporada especial em que festeja uma década de sucesso, em uma versão atualizada do musical, com novidades no elenco, nos figurinos e na cenografia.

Coluna Especial: Viva Elis Vive

Após passar por Rio de Janeiro e São Paulo, o espetáculo desembarca em Belo Horizonte para três sessões no Sesc Palladium, dias 2 e 3 de fevereiro. A direção permanece com a assinatura de Dennis Carvalho e Laila Garin segue com sua premiada atuação no papel da icônica cantora gaúcha, que a fez despontar nacionalmente.

Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Grupo Bradesco Seguros, patrocinado pela Riachuelo, Livelo e Alelo, com apoio da Eurofarma, ‘Elis, A Musical’ repassa a vida e a obra de Elis Regina através de cenas que recriam momentos e canções que se tornaram marcantes em sua voz. Ao longo de mais de 50 números, o público poderá se reencontrar com clássicos como ‘Fascinação’, ‘O Bêbado e o Equilibrista’, ‘Alô, Alô, Marciano’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Madalena’, entre muitos outros.

Assinado por Nelson Motta e Patrícia Andrade, o texto reconta episódios da curta e turbulenta vida de Elis, como o início da carreira, o tumultuado relacionamento com Ronaldo Bôscoli (Flavio Tolezani), a gravação do mítico disco com Tom Jobim (Santiago Villalba), o casamento com César Camargo Mariano (Claudio Lins) e a maternidade, tendo toda a história do Brasil dos anos 50, 60 e 70 como pano de fundo. A atriz Lílian Menezes alterna o papel de Elis Regina com Laila, assim como já acontecia na temporada 2013.

Entre os muitos troféus que ‘Elis, A Musical’ recebeu, estão os prêmios Shell (Atriz), Cesgranrio (Direção Musical e Atriz), APTR (Produção), APCA (Atriz), Bibi Ferreira (Coreografia, Cenografia e Atriz), Reverência (Atriz), Cenym (Figurino) e Quem (Atriz).

Chega ao Paramount+ o sucesso de bilheteria Transformers: O Despertar das Feras
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Atualizações

Chega ao Paramount+ o sucesso de bilheteria Transformers: O Despertar das Feras

O Paramount+ acaba de anunciar o lançamento do filme de ação e ficção científica TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS, baseado nos icônicos bonecos de ação Transformers™ da Hasbro, que estará disponível exclusivamente no serviço de streaming a partir de quinta-feira, 18 de janeiro.

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TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS, é o sétimo filme da bem-sucedida franquia de filmes da Paramount Pictures, sua estreia ficou em primeiro lugar de bilheteria nos Estados Unidos e arrecadou mais de US$420 milhões em todo o mundo. Este filme traz consigo a ação e o espetáculo que tem cativado cinéfilos de todo o mundo, levando o público em uma aventura nos anos 90 com os Autobots e apresentando uma nova série de Transformers, os Maximals, para se juntar a eles como aliados na batalha pela Terra.

A Paramount Pictures e a Skydance apresentam, em associação com a Hasbro e a New Republic Pictures, TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS, estrelado por Anthony Ramos, Dominique Fishback, Luna Lauren Velez, Dean Scott Vazquez e Tobe Nwigwe, e um elenco de dubladores de estrelas, incluindo Peter Cullen, Ron Perlman, Peter Dinklage, Michelle Yeoh, Liza Koshy, John DiMaggio, David Sobolov, Michaela Jaé Rodriguez, Pete Davidson, Colman Domingo, Cristo Fernández e Tongayi Chirisa.

TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS é uma produção de Don Murphy/Tom DeSanto/Bonaventura Pictures/Bay Films, dirigida por Steven Caple Jr., com história de Joby Harold e roteiro de Joby Harold, Darnell Metayer, Josh Peters, Erich Hoeber e Jon Hoeber. Produzido por Lorenzo di Bonaventura, p.g.a., Tom DeSanto e Don Murphy, Michael Bay, Mark Vahradian, p.g.a. e Duncan Henderson, e produção executiva de Steven Spielberg, Brian Goldner, David Ellison, Dana Goldberg, Don Granger, Brian Oliver, Bradley J Fischer e Valerii An.

Noitão do Reag Belas Artes apresenta "Segredos de Um Escândalo"
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Noitão do Reag Belas Artes apresenta “Segredos de Um Escândalo”

No dia 19 de janeiro, a partir das 23h40, o agora Reag Belas Artes, promove o primeiro Noitão do ano, com o tema Escândalos! Em parceria com a Diamond Filmes, o público vai conferir durante a madrugada um forte concorrente da award season: Segredos de Um Escândalo (May December), de Todd Haynes, com as premiadas Natalie Portman e Julianne Moore. Na trama, Gracie é uma mulher discreta que começa a namorar seu aluno Joe quando ele tinha apenas 13 anos e estava na sétima série. Apesar do escândalo e da péssima repercussão que o fato teve na sociedade, os dois se casam anos mais tarde e vivem uma vida tranquila. Tudo muda, no entanto, quando a atriz Elizabeth Berry, surge em suas vidas para estudar Gracie para um papel no cinema.

+ uma carta para uma ex

Outro longa que irá compor esse Noitão escandaloso, é o filme Infâmia (The Children’s Hour), de 1961, com Audrey Hepburn. O filme, assim como Segredos de Um Escândalo, também foi inspirado em uma história real, que ocorreu no século XIX. A trama acompanha a história de duas professoras que têm suas vidas devastadas quando, depois de punir uma aluna por disciplina, são acusadas de lesbianismo pela avó dessa aluna, o que faz toda a comunidade se voltar contra as professoras. Um verdadeiro escândalo para a época!

E quem curte mesmo a madrugada, vai ficar para um filme surpresa que vai dar o que falar!

Confira a programação e a grade de horários

Sala 1 – Escândalo
Segredos de um Escândalo – Início às 23h40
Intervalo – 01h37
Infâmia – 02h05
Intervalo – 03h50
Filme surpresa – 04h15
Encerramento – 05h47

 

Fichas técnicas

Segredos de um Escândalo
2023, 117 min, EUA, drama, inglês (legendado)
Direção: Todd Haynes
Elenco: Natalie Portman, Julianne Moore, Charles Melton
Sinopse: Vinte anos após seu romance midiático virar assunto da nação, um casal é colocado sob pressão quando uma atriz viaja até seu lar para se preparar para um filme sobre o passado deles.

Infâmia
1961, 105 min, EUA, drama, inglês (legendado)
Direção: William Wyler
Elenco: Audrey Hepburn, Shirley MacLaine, Miriam Hopkins
Sinopse: As amigas Martha e Karen administram juntas um internato. Ao ser repreendida por uma mentira, uma estudante problemática tenta virar o jogo ao dizer para a avó que as duas têm um romance secreto. Quando o boato se espalha, a vida das educadoras vira de cabeça para baixo para sempre.

Best-seller do The New York Times, a obra "Uma centelha na escuridão" chega às livrarias brasileiras
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Best-seller do The New York Times, a obra “Uma centelha na escuridão” chega às livrarias brasileiras

Best-seller do The New York Times e finalista de diversos prêmios como Goodreads Choice Best Debut e Goodreads Choice Best Mystery & Thriller, a obra Uma centelha na escuridão chega às livrarias brasileiras. Publicado pela Editora Planeta, o livro de estreia da autora Stacy Willingham narra a história de Chloe, uma jovem psicóloga que vivência, vinte anos depois, um dos maiores traumas que enfrentou na infância. O thriller foi publicado primeiramente em uma edição exclusiva para o clube TAG inéditos e será adaptado, ainda sem previsão, para uma série da HBO Max.

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Chloe Davis tinha apenas 12 anos quando descobriu que o pai era um serial killer. Ele assassinou seis jovens na pacata cidade que viviam na Luisiana. Depois da prisão dele, o caso ganhou notoriedade rápido e a família foi destruída: o irmão tornou-se possesivo e a mãe adoeceu. Vinte anos depois, Chloe é uma psicóloga respeitada, noiva de um homem amoroso, mas que vive a base de calmantes para apaziguar os temores que ainda rondavam a mente. Quando os crimes do pai completam duas décadas, uma garota que conhece desaparece. De repente, o presente e o passado se misturam e a mente de Chloe começa a pregar peças.

A escrita fluida transporta leitores e leitoras para a mente fragilizada da protagonista. Há momentos tensos – característicos de thrillers psicológicos – em que surgem dúvidas sobre o que é real e o que é paranoia criada por uma sobrevivente de um trauma. A autora consegue criar um ambiente em que paira a desconfiança entre os personagens e expõe, de forma fidedigna, a aflição constante que a protagonista enfrenta. Além disso, Willingham explora assuntos urgentes, como o uso de medicamentos de modo desenfreado e a necessidade de tratar traumas.

Traduzido para mais de trinta idiomas, a obra Uma centelha na escuridão reúne o primordial de um thriller psicológico. Com um plot twist instigante, uma jornada conflituosa e altas doses de adrenalina, Stacy Willingham entrega um prato cheio para os amantes do gênero. “Uma história inteligente e emocionante, repleta de reviravoltas surpreendentes que vão deixá-lo grudado na cadeira, virando as páginas até altas horas da noite.”, escreveu Karin Slaughter, escritora best-seller norte americana.

Vencedora do Prêmio Kindle reconstrói memória negra da família
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Vencedora do Prêmio Kindle reconstrói memória negra da família

Com a ancestralidade africana negada, Adriana Vieira Lomar por muito tempo tentou descobrir a identidade da trisavó, uma negra alforriada. Rastros de sua existência nem sequer foram encontrados no cartório, entre os documentos dos familiares que deixou em vida. Incomodada com essa falta de informações, a autora decidiu dar à mulher um nome: Ébano, em referência à árvore cuja madeira preta é considerada valiosa – tudo isso em lançamento pelo Prêmio Kindle de Literatura.

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Mas ter somente uma palavra não foi suficiente. A escritora sentiu a necessidade de construir uma história para a trisavó e, por isso, escreveu Ébano sobre os canaviais. Vencedor do Prêmio Kindle de Literatura em 2022 e agora publicado em edição impressa pela editora José Olympio, o livro levanta reflexões sobre as múltiplas vivências em uma sociedade brasileira construída com base em estruturas preconceituosas.

A obra, composta por capítulos curtos, conta a trajetória de uma mesma família em dois períodos históricos distintos. No século XIX, os leitores conhecem a vida de José, um jovem imigrante português que se apaixona por Ébano, uma negra liberta da escravidão. Apesar de se amarem, os dois precisam se separar para que o filho do casal se torne um senhor de engenho. Já na contemporaneidade, a escritora apresenta Maria Antonieta, uma mulher racista e repleta de privilégios que nunca se incomodou em saber sobre seus antepassados.

A sinhá e o senhor foram ao cartório acompanhados de Ébano. Assinada a alforria, o lugar escolhido por Ébano para comemorar a nova conquista foi a sala de aula. Lá, tendo sinhá Anita como ouvinte, deu uma aula de literatura e apresentou textos infantis para os alunos. A turma já estava alfabetizada (Ébano sobre os canaviais, pg. 123)

Ainda há outros arcos narrativos importantes, como o de Anita. Sinhá, ela luta para melhorar as condições de vida das pessoas escravizadas. Por vezes escondida do marido, toma decisões para diminuir a violência contra os escravos. Entretanto, presa a uma relação pautada pela dominação masculina, precisa se submeter à realidade para sobreviver.

Com este livro, Adriana Vieira Lomar busca criticar o processo de apagamento histórico vivido pela população afro-brasileira, como também explicitar as consequências do patriarcado e do capitalismo. A escritora afirma: “Sabemos que historicamente é assim, mas ninguém questiona isso. Quis trazer análises sobre a sociedade capitalista, o racismo, o colorismo e o machismo por meio da ficção. Imortalizei Ébano pela ausência de memória da minha trisavó que desconheço o nome. Tornei-a uma heroína através da ficção”.