Uma nova semana começa e a Sessão da Tarde está cheia de filmes imperdíveis para quem quer se divertir e recordar clássicos da comédia. Nessa semana, teremos direito a reviver a incrível história de Mudança de Hábito 2 com a aclamada Whoopi Goldberg e também nos deliciar com o marcante drama, baseado na obra de Nicholas Sparks, Querido John que conta no elenco com Amanda Seyfried e Channing Tatum.
Confira as sinopses da semana:
24/10 – Mudança de Hábito 2: Mais Loucuras no Convento (1993)
Deloris Van Cartier (Whoopi Goldberg) agora é uma cantora famosa e retorna a São Francisco para ajudar suas amigas freiras. Sua missão é dar aulas de música para adolescentes rebeldes que estudam em um colégio barra-pesada da vizinhança. Para piorar, o local corre o risco de ser fechado.
25/10 – Querido John (2010)
John Tyree (Channing Tatum) é um jovem soldado que está em casa, licenciado. Um dia ele conhece Savannah Curtis (Amanda Seyfried), uma universitária idealista em férias, por quem se apaixona. Eles iniciam um relacionamento, só que logo John precisará retornar ao trabalho. Dentro de um ano ele terminará o serviço militar, quando poderão enfim ficar juntos. Neste período eles trocam diversas cartas, onde cada um conta o que lhe acontece a cada dia.
26/10 – Revivendo o Amor (2014)
Após ficarem viúvos, Gina (Lacey Chabert) e Michael (Warren Christie) decidem se voluntariar na escola onde seus filhos estudam. Sem se conhecer anteriormente, os dois acham muita coincidência o fato. Gina compartilha a dor de perder alguém que se ama, assim como Michael, o que acaba aproximando as famílias e proporcionando o começo de uma história de amor.
27/10 – Segurança de Shopping (2009)
O chefe de família Paul Blart (Kevin James) trabalha como segurança em um shopping de New Jersey. Acima do peso, ele falhou no exame físico e não pode se tornar policial. Quando um grupo de criminosos ataca o centro comercial, Blart fica preso no local e opera como informante do Departamento de Polícia, além de trabalhar sozinho para deter os bandidos que estão ameaçando reféns.
Não se esqueça, a Sessão da Tarde é exibida de segunda a sexta-feira às 15h05.
A atriz Tessa Thompson confirmou, através do Twitter, que Valquíria, sua personagem em Thor: Ragnarok, é bissexual – e a primeira personagem LGBT do Universo Cinematográfico Marvel.
Thompson fez a revelação em resposta às críticas de que Valquíria estaria sendo representada como “uma típica tomboy assexuada da Marvel”.
She’s bi. And yes, she cares very little about what men think of her. What a joy to play! https://t.co/d0LZKTHCfL
“Ela é bi. E sim, ela se importa muito pouco com o que os homens pensam dela. Que alegria interpretá-la!”, escreveu a atriz.
Em seu terceiro filme solo, Thor está preso do outro lado do universo, sem seu martelo, e se vê numa corrida para retornar até Asgard e impedir o Ragnarok – a destruição de seu lar e o fim da civilização asgardiana – que está nas mãos de uma nova e poderosa ameaça, a terrível Hela. Mas primeiro ele vai enfrentar uma batalha de gladiadores contra o seu ex-aliado e vingador – o incrível Hulk.
No elenco, Chris Hemsworth, Tom Hiddleston e Mark Ruffalo retornam como Thor, Loki e Hulk, respectivamente. Idris Elba e Anthony Hopkins também estão de volta e Tessa Thompson, Cate Blanchett e Jeff Goldblum entram para o time.
Dirigido por Taita Waitiki, Thor: Ragnarok estreia nesta quinta-feira (26/10), no Brasil.
Uma das bandas mais famosas do mundo voltou ao Brasil depois de 6 anos para quatro apresentações, todas elas entre as mais aguardadas do último trimestre. Se trata do U2, que veio pela quarta vez ao país e não se apresentava por aqui desde 2011. As primeiras apresentações ocorreram nos dias 19, 21 e 22 de outubro, e a última deve acontecer esta quarta-feira, dia 25 de outubro. Ingressos para a data ainda estão disponíveis na Stubhub, plataforma de intercâmbio de ingressos.
De acordo com uma pesquisa recente da empresa, realizada com 400 pessoas no país inteiro, U2 e Coldplay lideram o pódio de bandas mais esperadas pelos brasileiros para o final de 2017, e a turnê dos irlandeses foi a que mais vendeu ingressos neste final de ano por enquanto.
Na plataforma, U2 foi a banda que mais vendeu neste ano em países como México e França, e esteve em segundo lugar no Chile. A fama dos irlandeses, somada à grande expectativa pela vinda deles depois de tanto tempo, fez com que as primeiras levas de ingressos para cada data esgotassem em menos de duas horas.
E continuando o mini Especial de Halloween, a crítica de hoje é de um filme de terror mais leve, que mistura elementos de slasher e comédia: A Babá (The Babysitter), que estreou na última Sexta-Feira 13 (13/10) na Netflix.
Imagem: Netflix
A Babá foi dirigido por McG (As Panteras) e roteirizado por Brian Duffield (Insurgente), e conta a história de Cole(Judah Lewis, uma grata surpresa), um menino de 14 anos, que não tem muitos amigos e sofre bullying dos garotos maiores. Ele só pode contar com duas pessoas na sua vida: sua vizinha Melanie (Emily Alyn Lind, a Amanda Clarke criança em Revenge) e sua babá Bee (Samira Weaving, psicoticamente carismática), por quem ele secretamente tem um crush.
Imagem: Judah Lewis, Samara Weaving, Netflix
Quando os seus pais viajam pelo fim de semana, ele mais uma vez é deixado aos cuidados de Bee, então Cole aproveita essa noite para espiar o que sua babá faz quando ele vai dormir. O plano dá certo, Cole, finge que está dormindo, e fica espiando em um canto da escada sem Bee perceber. Ela está se divertindo em um jogo da garrafa com cinco amigos: Max(Robbie Amell), Sonya(Hana Mae Lee), Alisson (Bella Thorne), John (Andrew Bachelor) e Samuel (Doug Haley).
O que parece mais um plot de filme de comédia besteirol americano, tem uma mudança drástica e sanguinolenta: durante o jogo, Bee assassina cruelmente Samuel, e ela e seus quatro amigos restantes bebem o sangue dele, enquanto Cole observa de cima da escada horrorizado. Bee e seus amigos fazem parte de um culto satânico, onde eles precisam fazer um sacrifício para poder conseguir o que mais desejam. Cole foge para o seu quarto e tenta ligar para a polícia em vão, e é descoberto acordado pela sua babá e seus amigos satanistas. Agora o garoto terá que fazer de tudo para sobreviver, pois ele será caçado e morto para Bee e seu culto completarem o sacrifício.
ATENÇÃO ALGUNS SPOILERS ABAIXO
Imagem: Judah Lewis, Netflix
Ah o terrir! O gênero que combina comédia e terror é um dos meus gêneros preferidos, exatamente por combinar dois gêneros completamente antitéticos, inclusive no meu gosto pessoal, entre si. Eu não sou fã de comédias (especialmente as americanas) e amo terror, tanto que me divirto mais com qualquer filme B de terror do que com piadas em comédias. Porém, o terrir consegue, geralmente unir esses dois elementos de forma tão perfeita que parecem que foram feitos um para o outro!
A Babá não é diferente, conseguindo ser uma comédia de terror de boa qualidade, bem trash, bem absurda, com mortes bizarras que flertam com o gore, e sem se levar a sério em momento algum (ou tão sério quanto um filme desse gênero consegue se levar). O filme também refaz o gênero slasher, que vem embalado em uma espécie de comédia besteirol adolescente, e ainda é um coming of age de um garoto de 14 anos tendo que lidar com a puberdade.
Imagem: Netflix
Cole é um típico garoto de 14 anos, meio nerd e que não tem muitos amigos no colégio. A única pessoa com quem ele sempre fala é Melanie, sua vizinha que também tem 14 anos. Cole também sofre bullying dos garotos maiores, principalmente pelo fato de ainda precisar de uma babá. Porém, esse detalhe não é de todo ruim: sua babá Bee, é uma linda loira, mais velha, tão nerd quanto ele e que sempre está ao seu lado para ajudar (quase uma manic dream pixie girl). A “garota dos sonhos” de qualquer um, principalmente para um moleque que está enfrentando a puberdade. Não a toa, Cole nutre uma paixão platônica por sua babá, e não e´muito bom em esconder isso.
Imagem: Bella Thorne, Netflix
Após Melanie dizer que geralmente as babás trazem namorados para a casa da criança que está cuidando, enquanto essa dorme; Cole resolve espiar Bee, e a pega em uma festinha com cinco amigos com direito a jogo da garrafa. Quase o início de um filme de comédia besteirol, até que Bee mata um de seus amigos e ela e o restante bebem o sangue do corpo. Cole vê tudo, escondido na escada, horrorizado, e corre para o seu quarto para ligar para polícia. Em vão, já que Bee e seus amigos satanistas percebem que o garoto estava acordado e é a única testemunha do crime, e resolvem matá-lo para completar o sacrifício. Cole terá que fazer de tudo para sobreviver e ter coragem para enfrentar os seus maiores medos.
Imagem: Judah Lewis, Netflix
O filme é slasher, porém traz uma leve subversão do gênero: o grupo de jovens satanistas são estereótipos dos jovens de filmes de terror (líder de torcida, atleta bonitão, a loira gostosa, o único cara negro, a garota estranha e misteriosa) que geralmente é quem são caçados por um assassino sanguinário; mas em A Babá eles são os assassinos, e o próprio filme faz uma piada com isso dizendo que eles são jovens e bonitos demais para fazerem um sacrifício satânico.
A final girl aqui, também sofre uma repaginada: em vez de uma garota virgem, temos um garoto virgem, que será o final boy que terá que lutar para sobreviver. Inclusive, o clichê da final girl conseguir enfrentar de igual para igual o seu algoz é potencializado ao máximo aqui: em uma espécie de Esqueceram de Mim retorcido (uma referência clara do filme), Cole consegue eliminar os seus algozes um por um, uma morte mais bizarra e trash que a outra.
Imagem: Netflix
Judah Lewis é uma grata surpresa, o ator está muito bem e nos faz importar com o personagem, e suas expressões são ótimas e condizentes com as situações que enfrenta. Samara Weaving é outro destaque, sendo super carismática e psicótica na dosagem certa. As piadas são ótimas, principalmente as do Andrew Bachelor (seu personagem deveria viver mais) e surpreendentemente Bella Thorne, que tem um bom time para comédia.
Imagem: Bella Thorne, Netflix
McG e Brian Duffieldconseguiram fazer uma comédia terror com claras referências aos filmes dos anos 80 misturado com referências da cultura pop atual de forma divertida e que não se leva tão a sério. A Babánão tem medo e nem vergonha de ser trash até a raiz, não negando em momento algum que se trata de um filme “ruim” e por isso é tão bom e divertido.
A Babá (The Babysitter) já está disponível na Netflix.
Ontem (20/10) estreou 1922, filme de terror psicológico, e que é mais uma adaptação de Stephen King feita pela Netflix; e que está fazendo parte do Especial de Halloween do Beco Literário. O longa é uma adaptação do conto homônimo de King — conto esse que faz parte do livro Escuridão Total Sem Estrelas, lançado aqui no Brasil em 2015 pela Suma de Letras — e de todo o livro, considerado pelos fãs o mais pesado e macabro. 1922 é dirigido e roteirizado por Zak Hilditch (As Horas Finais), que foi muito elogiado pelo próprio Mestre do Terror.
Imagem: Thomas Jane, Netflix
1922 é ambientado no ano que dá nome ao longa, e segue a história da família James, composta pelo patriarca Wilfred James (Thomas Jane, em uma de suas melhores performances), sua mulher Arlette James (Molly Parker), e seu único filho Henry James (Dylan Schmid ), que moram em uma fazenda no Nebraska. Wilfred como um típico fazendeiro e patriarca de uma família de 1922 há apenas duas coisas que ele mais se importa: suas terras e seu filho varão, que herdará as suas terras.
No entanto, sua esposa Arlette nunca gostou de morar em uma fazenda, e seu sonho é morar na cidade grande, e abrir uma butique de roupas. Esse sonho se torna possível, quando ela herda um pedaço de terra próximo a ferrovia, e decide vendê-lo, para ter o dinheiro necessário para se mudar para a cidade. Wilfred prontamente não concorda com a decisão, e mesmo com vários argumentos da esposa, não quer vender as terras e morar na cidade. Mas, como bem pontua Arlette, as terras eram dela, então a decisão de vender era dela. Ela venderia as terras, e se mudaria para a cidade grande com o filho, com ou sem o marido, e restava Wilfred aceitar ir com ela ou não.
Porém, há uma escuridão em cada ser humano, e como Wilfred bem pontua em sua narração, há um Wilfred calculista e perverso dentro do fazendeiro; e influenciando o seu filho— que também não deseja abandonar sua vida na fazenda — decidem matar Arlette. No entanto, essa decisão se mostrará uma das piores decisões de suas vidas, já que a partir de então tudo na vida de pai e filho começará a ruir, assim como o corpo de sua esposa e mãe sendo decomposto e comido por ratos.
ATENÇÃO ALGUNS SPOILERS ABAIXO
Imagem: Molly Parker, Netflix
A culpa e como ela pode enlouquecer um ser humano sempre foi um dos temas mais explorados pelo Gênio do Terror, Edgar Allan Poe (e com toda certeza o meu escritor preferido), um dos seus contos mais famosos, O Coração Delator (The Tell-Tale Heart), trata justamente disso: um homem após matar um velho para quem trabalhava e escondê-lo embaixo do assoalho, passa a ouvir o som dos batimentos cardíacos do velho morto, justamente quando a polícia vai interroga-lo. Só ele pode ouvir o som, e é tão enlouquecedor que ele acaba de entregando para a polícia.
Outro tema muito explorado por Poe, é a escuridão que cada ser humano tem dentro de si, que o faz cometer atos terríveis; Poe vai chamar esse lado perverso do ser humano de Demônio da Perversidade em um conto/artigo teórico maravilhoso. Stephen King utilizou esses dois temas do terror em 1922, com Wilfred sendo “tentado” por um “demônio interior e perverso” em que a única solução que ele via para aquela situação era o assassinato da esposa. O Wilfred calculista e perverso que existia dentro do fazendeiro criou uma trama de uma lógica perversa para seu filho Henry compactuar do mesmo pensamento, onde matar a mãe seria um mal necessário, algo que até Deus os perdoaria. Feito o ato eles teriam que lidar com o peso da culpa.
Mas antes, deve-se cobrir os rastros do crime. Então pai e filho escondem o corpo da mãe em um poço, assim como roupas e joias, para simular para a polícia que Arlette fugiu. Era 1922 afinal, e dizer que a esposa fugiu, evitaria muitas perguntas da polícia, até mesmo para preservar a “honra” do marido abandonado, mesmo que muito da história não batesse. Wilfred e Henry seguem com suas vidas, trabalhando na fazenda, Henry cada vez mais sério com sua namorada Shannon (Kaitlyn Bernard); mas ambos não conseguem esquecer o que fizeram. Henry fica cada vez mais irritado e distante, e começa a perder a noção do certo e errado, já Wilfred não consegue esquecer a última imagem que tem da mulher: morta no poço e sendo comida por ratos. Ratos esses que parecem estar infestando a casa.
Tudo começa dá errado para os dois. Henry engravida a namorada e eles fogem, virando criminosos, a casa começa a cair em ruinas, com ratos roendo tudo nela, e a casa começa a cair aos pedaços. E Wilfred começa a ser assombrado pela sua esposa morta. Será que o espírito dela veio atormentá-lo? Ou Wilfred está enlouquecendo com a culpa? A sua vida parece estar em ruínas, e como uma praga divina, os ratos estão por toda parte, atormentando Wilfred, cada vez mais sendo consumido pela culpa.
1922 é um bom filme de terror psicológico, com uma ótima atuação de Thomas Jane, que realmente se entregou ao personagem. Toda a caracterização do personagem o fez ficar completamente irreconhecível de outros trabalhos do ator, como o seu Frank Castle, em o Justiceiro de 2004. Molly Parker aparece pouco, porém faz um ótimo trabalho. A única falha no quesito atuação é Dylan Schmid, que não consegue acompanhar a atuação de Thomas Jane, nos entregando uma atuação fraca e sem muitas expressões.
Imagem: Thomas Jane, Netflix
O ritmo do filme também é um problema, sendo arrastado em alguns momentos, mas Zak Hilditch consegue entregar um bom filme de terror psicológico, com uma atmosfera sufocante, cada vez mais que a culpa vai consumindo Wilfred James e sua adorada fazenda e filho. No entanto, das duas adaptações de Stephen King da Netflix,Jogo Perigoso ainda segue como o meu favorito.
Não estou aqui de forma alguma para falar mal da Netflix ou de quem faz maratonas. Acho que a Netflix foi uma das melhores invenções do ser humano e maratonar séries é meu esporte favorito. Faltei aula e ainda acordei às 6 da manhã para ver “Gilmore Girls: A Year in the Life” em novembro do ano passado. Só não faltei aula para maratonar “13 Reasons Why” porque realmente não dava, mas, ainda assim, acabei a série no dia seguinte e fui no trem pra faculdade assistindo aos episódios baixados. Obrigada por essa tecnologia, Netflix!
Porém, tem me chamado muito a atenção como maratonar séries foi algo que cresceu. Pessoas que nem ligavam tanto para séries agora assistem a todos os episódios 24 horas depois da Netflix liberar a temporada. Séries são assuntos nos mais variados lugares. Eu curso Comunicação na faculdade, então séries são assunto inclusive de aulas.
Mas, em algum lugar no meio do caminho, parece que assistir série deixou de ser só entretenimento e passou a ser um pouco obrigação. A maioria das pessoas não assiste mais no seu próprio ritmo, elas assistem correndo para serem as primeiras, para fazerem parte dos assuntos, para não pegarem spoilers, para se vangloriarem! Qual o sentido?
Às vezes me pego assistindo séries que nem gosto tanto só porque todos assistem e comentam. Larguei 4 séries ano passado quando vi que tinha se tornado uma obrigação assisti-las.
Você é julgado por só assistir séries que são canceladas na primeira temporada, ou só as que são “modinha”, ou só séries desconhecidas. Nunca é o suficiente.
Além disso tudo, até que ponto é saudável largar a sua vida para assistir uma série? Não me arrependo de ter faltado aula para assistir Gilmore Girls, mas isso foi algo pontual. Há pessoas que cancelam compromissos ou não os marcam para aquela data, dizem que estão doentes no trabalho, as mais diversas desculpas para verem uma série antes de todo mundo.
Os conteúdos “On demand” e as plataformas de streaming vieram, teoricamente, para nos livrar da escravidão de depender da programação da televisão. Agora nós assistimos o que quisermos quando quisermos. Mas acho que erramos em algum lugar e acabamos nos tornando escravos disso também.
Todos estão muito ansiosos para conhecer quais são todas as participantes da terceira temporada de “RuPaul’s Drag Race: All Stars” e torcer novamente para as preferidas que não ganharam em suas participações originais na “Drag Race”.
Essa nova temporada do reality mal começou e já há fortes indícios que Trixie Mattel, participante da 7ª temporada de RuPaul’s Drag Race, é a grande ganhadora dá competição e quem deixou isso escapar foi a própria.
Durante uma entrevista, postada pela Reddit, Mattel foi questionada sobre a ganhadora da nova temporada de “All Stars” e acabou se complicando em sua resposta, veja:
“Quando eu ganhei o All St…Quando ela ganhou o All Stars” o entrevistador que imediatamente percebeu o possível deslize da drag a questiona sobre sua resposta falando “Você acaba de dizer que ganhou o All Stars 3?”, por fim, Trixie rebate e se refere a possibilidade de todas as participantes em geral dizendo “não, quando ELA ganhou”.
Confira o aúdio:
Trixie Mattel foi a quarta eliminada da 7ª temporada de RuPaul’s Drag Race, mas retornou ao jogo em um desafio na metade da competição que dava oportunidade para uma eliminada conquistar uma vaga de volta na corrida. Nessa prova, fez dupla com Pearl, uma das finalistas do reality, que a ajudou a retornar ao programa. Mas a diva injustiçada não teve sorte, bastou dois episódios para ser eliminada novamente e conquistar o 6º Lugar na competição.
Agora, fica a dúvida, Trixie Mattel ganhou o All Stars 3 ou ouviu da RuPaul o temido Sashay Away?
Nessa sexta (20/10) a cantora Taylor Swift lançou o terceiro single do seu mais novo álbum, Reputation: Gorgeous.
Taylor anunciou a nova música na noite de quinta-feira (19/10), pegando os fãs de surpresa e os deixando ansiosos. A cantora liberou Gorgeous na madrugada, tanto nas plataformas de streaming, como o Spotfy, quanto no Youtube, com o lyric video oficial da música; se tornando entre os assuntos mais comentados das redes sociais desde então.
Na música Taylor Swift canta sobre um crush platônico que é “tão lindo que dói “(quem nunca?!), por quem ela está completamente fascinada. Gorgeous também tem resquícios da velha Taylor, com uma pegada mais leve que …Ready For It?e Look What You Made Me Do, seus singles já lançados da nova era.
Reputation é o sexto álbum de Tayor Swift e tem lançamento marcado para 10 de novembro.
Gostaram de Gorgeous, que já chegou todo hinário e quase matando a gente do coração? Vem, Reputation!
A banda Evanescence lançou o clipe (19/10) da música Imperfection, single do novo álbum Synthesis, o primeiro desde 2011.
Imagem: Divulgação
Em uma entrevista para o NME, a vocalista do Evanescence, Amy Lee falou sobre Imperfection, que é uma das músicas mais importantes e impactantes do novo álbum, e que fala de temas difíceis como suicídio e depressão:
Para mim, esta é a canção mais importante do álbum (…) ela é para todas as pessoas que perdemos, todas as pessoas que podemos perder, sobre o suicídio e depressão.
Estou cantado da perspectiva da pessoa deixada para trás, a pessoa na sala de espera. É um pedido para você lutar pela sua vida, ficar. Não ceda ao medo – eu tenho que falar isso para mim mesma todos os dias. Ninguém é perfeito. Nós somos todos imperfeitos, e precisamente são essas imperfeições que nos fazem quem nós somos, e temos que aceitá-las porque há muito beleza nessas diferenças
Imagem: Vagalume
Confiram o emocionante clipe de Imperfection abaixo:
Synthesis reunirá os grandes hits de Evanescencerepaginados e novas músicas, todos com elementos de música eletrônica e música orquestral, e tem lançamento marcado para 10 de novembro.
Na manhã desta sexta-feira (20), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou às 10h (segundo o horário de Brasília) o local de prova do Enem 2017 e o Cartão de Confirmação dos participantes.
A partir de agora, é possível saber em qual instituição de ensino você fará o Enem. Quer saber como descobrir isso? É muito fácil!
Veja seu local de prova no Enem 2017
Para ter acesso ao local e a sala que você fará a prova, é preciso acessar a página do participante ou o aplicativo do Enem 2017 com os seguintes dados em mãos:
CPF;
Senha cadastrada no ato de inscrição do Enem.
Para encontrar a página de participante, é só clicar na imagem abaixo:
College: Veja seu local de prova no Enem 2017
Cartão de confirmação do Enem 2017
Além do local de prova, na página do participante também será possível consultar o seu Cartão de Confirmação da prova. Nele, estão as seguintes informações:
Número de inscrição;
Data da prova;
Horário;
Local (instituição e sala) em que o candidato fará a prova.
Como recuperar a senha da Página do Participante do Enem 2017?
Caso você tenha esquecido a senha ou o email que você cadastrou, não tem problema. O Inep divulgou como recuperá-la. Confira o passo-a-passo:
Forneça seu CPF, responda ao desafio das figuras e clique no link “Esqueci minha senha”.
Uma nova tela mostrará seu CPF e alguns caracteres do e-mail cadastrado na inscrição para sua conferência. Responda novamente ao desafio das figuras e clique em “Enviar nova senha por e-mail”. Uma nova senha será enviada para o e-mail cadastrado.
Forneça seu CPF, responda ao desafio das figuras e clique no link “Esqueci minha senha”.
Uma nova tela mostrará seu CPF e alguns caracteres do e-mail cadastrado na inscrição para sua conferência.
Se você não se lembra ou não tem acesso ao e-mail revelado, responda novamente ao desafio das figuras e clique no link “Não tenho acesso a este e-mail”.
Uma nova tela mostrará seu CPF e alguns caracteres do celular cadastrado na inscrição para sua conferência.
Responda novamente ao desafio das figuras e clique em “Enviar nova senha por SMS”. Uma nova senha será enviada para o telefone cadastrado.
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