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Sessão da Tarde: Programe-se para assistir os filmes da semana!

Cheirinho de final de ano no ar e a tendência é a cada semana os filmes da Sessão da Tarde ficarem mais especiais. Nessa semana, teremos títulos recentes que emplacaram histórias que garantiram boas risadas e muita aventura para quem já teve a oportunidade de assisti-los e é claro que também teremos filmes clássicos que nós amamos quando são exibidos.

Confira as sinopses da semana:

28/11 – Decisões Extremas (2010)

O casal John (Brendan Fraser) e Aileen (Keri Russell) tem dois filhos com a doença de Pompe, uma anomalia genética que mata mais antes do décimo aniversário da criança. John então decide entrar em contato com Robert Stonehill (Harrison Ford), um pesquisador em Nebraska que fez uma pesquisa inovadora para um tratamento enzimático.

29/11 – Um Amor De Estimação (2014)
Um solteirão aposentado se apaixona por sua vizinha, apesar de ela só ter olhos para sua tartaruga de estimação.

30/11 – O Namorado Da Minha Namorada (2016)

A garçonete Jesse decide se apresentar para Ethan, um escritor que é cliente do local onde ela trabalha. Ela encontra alguém por quem finalmente consegue se apaixonar, porém, acaba conhecendo Troy, um homem rico que trabalha no ramo de publicidade. Ela se apaixona pelos dois.

31/11 – Bater Ou Correr Em Londres (2003)

Chong larga a sua honrada vida de xerife, depois de receber a noticia que seu pai fora assassinado misteriosamente. Prometendo vingança, reencontra seu parceiro de outras historias, Roy. As pistas levam os heróis da América para Londres e os dois acabam envolvidos numa intriga que eliminaria a família.

Não se esqueça, a Sessão da Tarde é exibida de segunda a sexta-feira às 15h05.

Netflix: Confira as novidades de Dezembro - Beco Literário
Netflix: Confira as novidades de Dezembro – Beco Literário
Atualizações, Filmes

Novidades Netflix em dezembro

Dezembro já está logo aí! E, com ele, muitas coisas novas chegarão no Netflix! É tempo de estreia de várias séries, como a aclamada The Crown que volta em dezembro para sua segunda temporada e Dark, a nova série de terror original Netflix. Confira abaixo a lista das séries e alguns filmes que virão no próximo mês e já comece a planejar a maratona!

1 DEZEMBRO: Dark, 1ª Temporada
       Easy, 2ª Temporada
       Último Caçador das Bruxas
       Scandal, 6ª Temporada

2 DEZEMBRO: Vikings, 4ª Temporada
6 DEZEMBRO: Trolls
8 DEZEMBRO: The Crown, 2ª Temporada

https://www.youtube.com/watch?v=9XLCbQR_Xk8

11 DEZEMBRO: Colina Escalarte
        Ash vs Evil Dead
15 DEZEMBRO: The Ranch, parte 4
19 DEZEMBRO: Elementary. 5ª Temporada
21 DEZEMBRO: Pretty Little Liars, 7ª Temporada
22 DEZEMBRO: Bright (Filme Original Netflix)

22 DEZEMBRO: Fuller House, 3ª Temporada
25 DEZEMBRO: As Telefonistas, 2ª Temporada

E aí, já está se preparando para maratonar? Deixa aí nos comentários quais são as suas séries preferidas e partiu comprar pipoca!

Atualizações, Filmes, Reviews de Séries

Review: Alias Grace (Minissérie, 2017)

Em 1843, no então denominado Canadá Superior, Grace Marks, uma jovem de 16 anos, foi condenada à prisão perpétua por ter sido cúmplice no assassinato de seu patrão – o fazendeiro Thomas Kinnear – e a governanta (e suposta amante do fazendeiro), Nancy Montgomery. Juntamente com Grace, James McDermott, também empregado da fazenda, foi condenado à forca como o autor do crime.

Ambos os corpos foram encontrados no porão da casa: Montgomery fora morta primeiro, com uma machadada na cabeça, seguida de estrangulamento; Kinnear levou um tiro à queima-roupa com uma arma de cano duplo. Vários itens de valor foram roubados, e os culpados foram encontrados fugindo para os Estados Unidos. A imprensa os considerava amantes, mas nada foi provado. Ambos foram condenados à morte no julgamento, mas apenas James foi enforcado. De acordo com o sistema legal do Canadá no século 19, uma mulher considerada “digna”, “virtuosa” , “casta” e “bela”, teria clemência em um julgamento.

Grace Marks atendeu a essas expectativas, e foi salva da forca, passando 15 anos no sistema carcerário da época, além de um tempo antes no manicômio, pois foi considerada louca, voltando depois de algum tempo hospitalizada, para a penitenciária. Em todo esse tempo, tanto na penitenciária, quanto no hospício, Grace sofreu abusos físicos e tratamento desumano. Após no total de 30 anos de encarceramento, Grace foi solta por bom comportamento.

Até hoje o caso de Grace Marks intriga historiadores: Culpada ou inocente? Coagida a cometer o crime, ou estrategista e manipuladora? Tinha problemas psicológicos ou estava possuída?! Grace Marks foi com certeza uma personalidade misteriosa, ambígua, e complexa da história, porém nunca teve a chance de contar a sua versão dos fatos.

No entanto, sua voz foi resgatada em 1996 (mesmo que ficcionalmente), quando a autora Margaret Atwood lançou o livro Vulgo Grace (lançado aqui no Brasil pela Rocco);, e agora em 2017 com a minissérie de seis episódios, Alias Grace – escrita por Sarah Polley (Longe Dela) em conjunto com a própria Atwood, e dirigida por Mary Harron (Psicopata Americano) – que conta a histórias dos eventos que levaram Grace à prisão e ao manicômio pelo ponto de vista da própria, em uma interpretação maravilhosamente inquietante e sutil de Sarah Gadon (Cosmópolis, Drácula Untold); fazendo com que a minissérie original da Netflix seja uma das melhores estreias desse ano.

Imagem: Editora Rocco

ATENÇÃO ALGUNS SPOILERS ABAIXO

Imagem: Grace Marks e James McDermontt, TORONTO PUBLIC LIBRARY

Alias Grace se inicia com Grace Marks (Sarah Gadon – definitivamente o grande papel de sua carreira, ela está brilhante) já prisioneira da Penitenciária de Kingston, em Ontário no Canadá. Grace já está à 15 anos cumprindo a sua pena, porém há um grupo de pessoas importantes da sociedade que acredita em sua inocência, e que estão fazendo uma petição para o governador decretar a sua soltura. Para ajudá-los a atestar a sua inocência, eles contratam o psiquiatra Dr. Simon Jordan (Edward Holcroft), para examiná-la e finalmente entender o que se passou no dia do assassinato da fazenda de Kinnear.

Imagem: Sarah Gadon, Netflix

É aí que Grace finalmente tem a oportunidade de  contar o seu ponto de vista dos fatos, e finalmente ter voz em sua própria narrativa. E assim como Dr. Jordan nos vemos reféns da história de Grace, sem saber em que acreditar e sem chegar a uma conclusão exata, mas fascinados pela persona que é Grace Marks. A montagem da série é milimetricamente calculada para nunca sabermos de fato se tudo o que Grace conta é verdade. Em muitos momentos vemos que Grace calcula exatamente o que vai dizer, o que não vai dizer e como vai dizer. Até sua expressão corporal e olhares são calculados, em uma interpretação sutil, porém impactante de Gadon.

Grace é uma imigrante irlandesa, que se muda com sua família em 1840 para o Canadá, para conseguir uma vida melhor e para fugirem das perseguições aos protestantes. A garota nunca conheceu uma vida feliz: seu pai era alcoólatra e abusivo, batia na mãe e nos filhos (eram seis, contando com Grace) e eram pobres. Sua mãe, única pessoa com quem Grace podia contar, logo falece durante a viagem de navio para o Canadá. Grace, então com 15 anos, se vê como a única figura materna para seus irmãos, e agora alvo direto dos abusos do pai (tanto fisicamente, como psicologicamente).

Ao chegarem no Canadá, seu pai trata logo de conseguir um trabalho para Grace e assim ela sustentar os seus vícios, e a garota, então, começa a trabalhar de empregada na casa da família Parkinson, onde Grace conhece Mary Withney (Rebecca Liddiar), outra empregada da casa, e que se torna  sua grande amiga. Essa passagem, em sua história é o único momento leve e feliz da vida de Grace. A amizade entre ela e Mary é pura e genuína e é algo maravilhoso de se ver retratado, principalmente em se tratando de amizades femininas. Porém, esse momento de felicidade dura pouco, com a chegada do filho mais velho da Sra Parkinson (Martha Burns), George (Will Bowes), que está de férias da faculdade. George logo se interessa por Mary, e seduzindo a garota com promessas de casamento, a engravida. Mary se vê em uma situação desesperadora, já que George não irá assumir o seu filho, ela será demitida por causa de seu estado e  terá que viver nas ruas, sem conseguir um emprego e com um filho para criar. Mary decide realizar um aborto, e conta com a ajuda de Grace, que lhe dá suas economias. O procedimento é feito em uma clínica clandestina, o que acaba custando a sua vida.

Imagem: Netflix

A morte de sua melhor amiga acaba sendo muito danoso para o psicológico de Grace, que já tinha presenciado a morte com o falecimento de sua mãe, além de todos os abusos sofridos durante a infância. É quando Grace tem o seu primeiro episódio de blackout , seguidos de amnésia. Após um surto, Grace desmaia, acordando algumas vezes desesperada e dizendo que se chama Mary, para logo desmaiar de novo. Quando acorda, ela não se lembra de nada do que aconteceu. Além de ter que lidar com a morte da pessoa mais importante do mundo para ela, Grace também terá que começar a lidar com os assédios constantes de George, que voltou os seus olhos para ela. Com medo e sofrendo de depressão, ela resolve aceitar uma nova oferta de emprego: Nancy Montgomery (Anna Paquin), governanta do Sr. Kinnear (Paul Gross) lhe oferece o serviço de empregada na fazenda. Mal sabia ela que esse seria o seu maior erro.

A vida na fazenda não é fácil e nem tão pouco tranquila, como Grace havia imaginado. Nancy, além de governanta era a amante do Sr. Kinnear, e vivia como a dona da casa, e constantemente a tratava mal, para depois fingir que nada tinha acontecido. O tratamento rude de Nancy aumenta ainda mais, quando ela percebe que o Sr. Kinnear está interessado na nova empregada, que é anos mais jovem que ela. Ela então mandava e desmandava em Nancy, e no outro empregado da casa, James McDermott (Kerr Logan). Esse último vivia em pé-de-guerra com a governanta, pois não aceitava ordens de uma mulher.

Imagem: Netflix

Grace passa os seus dias solitária e no limite, tentando aguentar os constantes desmandes e rompantes de raiva de Nancy, o assédio constante de seu patrão, e a raiva e amargura de seu colega de trabalho (que também a assediava). O único com quem ela pode conversar é Jamie Walsh  (Stephen Joffe), um jovem filho de um fazendeiro que também trabalha na fazenda de Kinnear. Porém, Grace estava só em um cenário que estava prestes a explodir em tragédia. Era só uma questão de tempo.

A série é construída durante as sessões de Grace com Dr. Jordan, onde ela conta a sua história, com flashbacks e alguns sonhos/alucinações. A ambiguidade da personagem é construída durante os seis episódios, e você nunca sabe o que é real e o que não é. Os fatos que são confirmados se misturam com o ponto de vista de Grace, que em nenhum momento atesta verdadeiramente a sua inocência, mas também nem tão pouco a sua culpa. McDermott morreu enforcado dizendo que foi Grace que arquitetou todo o plano e pediu a sua ajuda. Já Grace, diz que McDermott é que começou com a história de matar o seus patrões, e ela simplesmente o ouvia, pois não acreditava que realmente ele cometeria o crime. Os eventos que levaram até o dia do assassinato são confusos até para Grace, que não se lembra do que aconteceu. Alguns fatos, ela deliberadamente esconde de Dr. Jordan, que aparecem apenas em pequenos flashes desconexos para o público.

Imagem: Netflix

Alias Grace, assim como o seu livro que deu origem, não é feita para lhe dá uma resposta exata. Não há um veredito de culpada ou inocente. A história se trata sobre o lugar da mulher em uma sociedade patriarcal, no contexto da era vitoriana e de como essa sociedade via Grace Marks. Não a toa eles a consideravam inocente ou culpada dependendo das circunstâncias, e em vários momentos Grace comenta sobre o peso da palavra “assassina”, que é diferente da palavra “assassino”. Alias Grace também lida com os traumas que uma vida cheia de abusos podem causar na vida de uma mulher, desde a sua tenra idade: Grace sofreu abusos durante toda a sua infância do pai, e continuou sofrendo tanto de seus patrões, quanto depois na prisão e no hospício.

Com esses traumas, Grace desenvolveu sérios problemas psicológicos, mas aquela sociedade nunca lhe promoveu o tratamento adequado. A série também alfineta algo que também é comum ainda hoje: o amadurecimento precoce que meninas são obrigadas a passar. Grace tinha apenas 15/16 anos quando todos esses abusos começaram, e ela já era tratada como uma mulher adulta. O mesmo tratamento não era dado a Jamie Walsh, que era visto como um menino, mesmo tendo a mesma idade de Grace.

Imagem: Netflix

Grace Marks é uma personagem fascinante e complexa, e Sarah Gadon a conduz com maestria. Suas expressões são difíceis de ler o que contribui com a ambiguidade da personagem. O roteiro de Sarah Polley e a direção de Mary Harron contribuem ainda mais com a atmosfera de ambiguidade da série. Nós nunca conhecemos verdadeiramente quem é Grace Marks, mas pela primeira vez está sendo ela que está decidindo qual lado de quem ela é será mostrado.

Esse ano foi o ano de Margaret Atwood e do resgate de suas obras através de adaptações magníficas. Primeiro com The Handmaid’s Tale, adaptação de O Conto de Aia, uma distopia assustadoramente atual sobre uma sociedade governada por um governo totalitário  religioso em que as mulheres não tem mais os seus direitos e só “servem” para a reprodução; agora com Alias Grace uma série que fala sobre o lugar da mulher na sociedade vitoriana, e que é um grande paralelo com o lugar da mulher na sociedade atual. Muitos direitos foram conquistados e estão sendo conquistados através de muita luta, porém ainda há um grande caminho a percorrer, ainda mais quando estão constantemente querendo retirar os já conquistados.

Alias Grace para mim é uma das melhores estreias desse ano, com uma das personagens femininas mais maravilhosamente complexas e bem construídas que tive o prazer de assistir. E os seis episódios já estão disponíveis na Netflix.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=7YuAd66imOQ&w=560&h=315]

Hopi Hari voltou!
Hopi Hari voltou!
Atualizações, Lugares, Novidades

Hopi Hari está mais vivo que nunca, e nós te provamos isso!

O Hopi Hari é o queridinho entre os parques de diversão no Brasil, principalmente no estado de São Paulo. Inaugurado em 1999, o país mais divertido do mundo completa agora 18 anos de existência, e assim como qualquer adolescente, passou por vários altos e baixos.

Há algum tempo, o parque esteve bem presente na mídia, que assassinou o local, com informações sobre falências, dívidas e acidentes fatais. E de fato, a crise aconteceu. No passado.

Enquanto cursei o ensino fundamental, meu colégio fazia excursões ao Hopi Hari anualmente, as quais eu chorava para que minha mãe me deixasse ir. Nunca deixou, mas minha tia me levou uma vez, nove anos atrás, em 2008. Foi mágico e eu aproveitei todos os brinquedos “mais básicos”, porque sempre fui muito medroso. Nada das montanhas russas. Mas desde então, a memória estava fresca na minha cabeça, daquele dia ensolarado em que eu estive feliz como poucas vezes na minha vida inteira.

Depois disso, as notícias sobre o parque foram ladeira abaixo, e eu, como fã, estava cada vez mais triste com o rumo em que aquele local, que me proporcionou tantos momentos incríveis, estava tomando. Estaria meu Hopi Hari morto, afinal?

2017 chegou e com ele, a nova gestão. Depois de algum tempo fechado, passei a acompanhar as redes sociais cada brinquedo voltando à vida, e cada pedacinho tomando cor. Mas e o medo? Confesso que meu desejo de voltar era cada vez maior, mas tem sempre aquela vozinha na cabeça que diz “mas será que tá tão bom mesmo?” Como jornalista, somos ensinados a desconfiar sempre da publicidade.

Foi então que surgiu o convite, esse mês, para eu conhecer o novo Hopi Hari, na nova gestão e com -pasme- 90% dos brinquedos funcionando. Sem pensar duas vezes, fui. Cheguei no horário de abertura, e já fui surpreendido por um número de acrobatas, super animados que me desejavam um bom raiá. A alegria é com certeza contagiante desde o segundo em que você pisa no parque, com a fachada revitalizada, em cores incríveis. Tudo está muito colorido por lá.

Fotos: André Daniel / Beco Literário

Fomos recebidos pela Victória Xavier, embaixadora do Hopi Hari, que nos convidou para um rápido café da manhã, para contar as novidades do parque antes que fossemos curtir o dia: 90% das atrações estão em funcionamento, o que significa que só três estão paradas (mas já com previsão de volta), limitação diária de 5 mil pessoas (na gestão antiga, passava de 20 mil), e com grades de espetáculos de hora em hora. Impossível perder.

Minha primeira atração foi o Rio Bravo, de longe meu brinquedo preferido, que nos seus dias finais, era cobrado a parte e passou dois anos seco. Logo de cara, me espantei: não tinha fila, mesmo. Esperei 5 minutos até entrar no bote. No passado, já passei mais de três horas. E está mais bravo do que nunca, com novos botes, as duchas escondidas embaixo das pontes e um percurso super divertido. Impossível não ficar super feliz com a volta dele. Sim, meu rio bravo está vivo, mores!

Em seguida, fui no queridinho Katapul, a montanha-russa que dá um loop e é lançada em 100 km/h em menos de 30 segundos. Nunca na minha vida eu tive coragem de ir, mas missão dada de experimentar todos os brinquedos para contar para vocês, é missão cumprida. Mais uma vez, não enfrentei filas, e a atenção dos fiscais é redobrada. Meus cintos foram checados pelo menos duas vezes antes do lançamento. E claro, tem um monitor que fala no microfone para animar o pessoal antes da partida. Só sei que minha alma saiu do corpo e voltou, em menos de 30 segundos. Para quem não gostava e morria de medo, fui duas vezes.

Sobre a segurança, é algo que realmente está louvável no parque. Até no carrinho de bate-bate, que eu julgo não oferecer tantos riscos quanto a Katapul, passaram três monitores checando os cintos de segurança de cada uma das pessoas. Parece um novo parque, dentro do mesmo, que já conquistou os nossos corações.

Depois de uma reforma completa, incluindo pinturas, manutenções, repaginação de áreas, placas, vias de acesso melhoradas, os eventos estão mais frequentes também. Atualmente, acontece o Celebration Party, que hoje (26) contou com um show do Guimê e inauguração da segunda maior árvore de Natal do Brasil, com 74 metros de altura, equivalente à 25 andares, no aposentado elevador, que deverá voltar totalmente reformulado no segundo semestre do ano que vem, segundo informações do presidente José David, que faz questão de receber cada um dos visitantes com um aperto de mão saudoso na entrada do parque. Acreditando com um brilho nos olhos que é difícil de se ver no mundo, ele conversou conosco sobre o futuro do parque, investimentos e planos. O Hopi Hari, com certeza, está em boas mãos.

Fotos: André Daniel / Beco Literário

Também fui pela primeira vez na Montezum, a famosa montanha-russa de madeira, que antigamente era responsável por ocupar quase 5 horas do seu dia, só pela fila. Me impressionei de ficar nela por cronometrados 4 minutos. A segurança foi redobrada também, mas acho que ainda não me recuperei dela. Que adrenalina, viu? Tem que ter muita coragem.

Outro ponto que me impressionou bastante, foram as opções de alimentação do parque, com combos de lanches deliciosos e com um preço justo, opções de pastéis, cachorro quente, pipoca… Valeu por estragar meu regime, Hopi. Além disso, a limpeza do parque está padrão Disney. Não tem um papel sequer no chão, um lixeira lotada ou algo que fuja da perfeição. Cheguei a esquecer que estava no Brasil, sinceramente. Nesse quesito, a única coisa que me deixou um pouco incomodado foram os banheiros, que não estavam tão limpos quanto o resto do parque.

Foi instaurada também, a moeda própria do parque. Você paga – somente em dinheiro -, para recarregar um cartão específico do Hopi Hari, e pode usar ele nas propriedades para comprar o que desejar. Caso você utilize cartão de crédito ou débito comum, não é necessário utilizar o cartão do parque. Mas, quando fui comprar um sorvete, os sistemas de cartão estavam fora do ar. Eu, que desobedeci minha mãe e ando sempre com cartão e sem dinheiro físico, não consegui comprar, porque não dava para recarregar o cartão do parque com meu próprio cartão. Mas tenho certeza que isso vai melhorar logo, logo.

Estar de volta do Hopi Hari, nove anos depois, foi uma experiência mágica. A experiência da minha infância se manteve intacta em todos os aspectos, me senti feliz o tempo todo – a alegria dos habitaris é contagiante -, e você percebe em cada detalhe, o empenho para que tudo dê certo. Sério, vale a visita, o valor do ingresso vale a pena, e eu te juro que você vai se surpreender, assim como eu. E olha que eu prometi me manter neutro durante toda a experiência para relatar para vocês. Coloque o Hopi Hari novamente nas suas opções de passeios e veja como o parque está diferente, mais jovem, colorido, cheio de alegria e atrações para todas as idades.

Eu já estou programando minha próxima visita com meus amigos, porque o pais mais divertido do mundo está mais vivo do que nunca, e vai te surpreender. Dê essa chance! E se você tiver alguma pergunta sobre o parque que eu não respondi nessa postagem, fico aberto para responder (o que eu souber) aqui nos comentários, tá? Partiu Hopi Hari, então? #HopiHariVoltou

PS.: Durante toda a semana, vou postar no meu Instagram as fotos que fizemos lá, contando detalhadamente a experiência. Fica de olho! E um obrigado especial a equipe do Hopi Hari, por ter recebido a gente tão bem, ao pessoal da FB Imprensa, Economia SA e Viajar SA, que nos levou! <3

Hoje o pessoal do @hopiharioficial me chamou pra conhecer o parque reaberto com a nova gestão e 90% dos brinquedos funcionando! A última vez que eu tinha ido foi há 9 anos, antes de toda a crise que deu. Depois disso, sempre queria ter voltado mas nunca havia feito por conta do que falavam. Hoje voltei, e sério: TÁ DEMAIS!!!!! Fui na Montezum pela primeira vez (quase morri), e o melhor de tudo foi ver que meu rio bravo tá vivo!!! Melhor brinquedo ever. Durante a semana vou postar mais fotos mostrando toda a minha experiência lá, mas já adianto: VALE A PENA. Hopi Hari tá vivo e maravilhoso como nunca esteve, mores. ❤️❤️ E na foto sou eu, pós Rio Bravo. #HopiHariVoltou #VemProHopiHari #18AnosHopiHari

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Atualizações

Hit Girl vai ganhar uma nova série de HQs solo e terá roteiro de Kevin Smith no segundo arco

Hit Girl a pequena justiceira sanguinária de Kickass  (e vivido nos cinemas por Chloe Grace Moretz) terá uma nova série de quadrinhos solo!

Mark Millar anunciou a série de HQs solo, que se focará na Hit Girl promovendo justiça e vingança em vários países ao redor do mundo, onde sua justiça e habilidades com armas, serão necessárias. Confiram a imagem da capa da primeira edição:

Imagem: Comicbook

Cada arco contará com grandes nomes dos quadrinhos: o próprio Millar escreverá o primeiro arco, que passará na Colômbia, e terá a arte de Ricardo Lopez Ortiz (Guerra Civil II); o segundo arco terá o roteiro de Kevin Smith, voltando aos quadrinhos depois de um tempo afastado, e se passará em Los Angeles; e o terceiro arco terá o roteiro do brasileiro Rafael Scavone e arte do também brasileiro Rafael Albuquerque.

Imagem: Judão

“Outros criadores na fila são Frank Quitely, Rafael Albuquerque, Pete Milligan, Eduardo Risso, Daniel Way. Tem um artista asiático por quem eu estou apaixonado, chamado Kim Jung Gi, e ele está fazendo um arco grande. É bem alta classe. Estamos gastando muita grana e contratando pessoas pelas quais eu sou obcecado”  Mark Millar disse ao Comicbook.

O primeiro arco, Hit Girl ajudará uma mãe que procura vingança por conta da morte de sua criança, e a convoca para encontrá-los e matá-los. Porém, a pequena sanguinária tem planos maiores ao redor do mundo.

A nova HQ de Hit Girl tem o lançamento previsto para 2018.

 

FONTE

Atualizações, Música

Little Mix relança o Glory Days recheado de novidades

A maior girlband da atualidade Little Mix lançaram hoje seu novo trabalho. Glory Days – The Platinium Edition é um relançamento do Glory Days, que foi lançado no final do ano passado. Além dos hits “Shout Out to My Ex”, “Touch”, “No More Sad Songs” e “Power” o album chega com 4 novidades. São elas as três canções inéditas “If I Get My Way”, “Is Your Love Enough?” e “Dear Lover”. Para fechar, temos também “Reggaeton Lento”,  parceria das meninas com a banda CNCO. Reggaeton inclusive esteve em #1 nas paradas de música pop das rádios brasileiras na última semana.

O CD também conta com um DVD, que traz um documentário cenas especiais de bastidores, filmado ao longo de 2017, e pelos cinco vídeos oficiais dos singles lançados no álbum.

Dica de ouro: assinantes da Apple Music podem assistir aos documentários e clipes de graça!

Little Mix também foi a vencedora da categoria “Artista Internacional Favorito” do ‘Meus Prêmios Nick’ e no vídeo de agradecimento deixaram a entender que viriam para o Brasil nos próximos meses. Hoje, alguns fã-sites publicaram rumores sobre as mexidinhas virem abrir os shows de Katy Perry por aqui. A assessoria da Sony Music não confirmou a informação, logo, segue apenas como boato. Camila Cabello também estava cotada para ser o ato de abertura.

 

As Bahias e a Cozinha Mineira chegam ao Vevo com novo clipe
As Bahias e a Cozinha Mineira chegam ao Vevo com novo clipe
Atualizações, Música

As Bahias e a Cozinha Mineira chegam ao VEVO

A banda As Bahias e a Cozinha Mineira lançaram esta semana o seu novo videoclipe, “Um Doido Caso”. A faixa está presente em seu último álbum, o aclamado “Bixa”. O lançamento marcou também a chegada do grupo ao Vevo, plataforma de vídeos musicais.

Formada por duas vocalistas transexuais Assucena e Raquel Virginia, o último álbum chegou provendo discussões sobre questões de gênero e sendo uma continuação do trabalho anterior, “Mulher” (2015). O trabalho também teve influência do álbum “Bicho” (1977), manifesto pop cultural lançado por Caetano Veloso.

Para encerrar a semana, “As Bahias e a Cozinha Mineira” são as novas agenciadas da Mynd, empresa de agenciamento e consultorias estratégicas. Entre clientes da empresa estão o rapper Projota e as cantoras Solange Almeida e Pabllo Vittar. “Assim como a Pabllo, queremos que novos artistas mostrem para as marcas que há um enorme potencial de inovação que pode agregar muito valor de diferentes formas”, afirmou Fátima Pissarra, CEO da Mynd.

Tag Literária: Matérias Escolares
Tag Literária: Matérias Escolares
Atualizações, Colunas, Livros

Tag Literária: Matérias Escolares

Hey Becudos! Espero que esteja tudo bem com vocês. No nosso espaço de hoje, reservei para responder uma tag super legal que o Nate, do blog Skull Geek me desafiou. A tag se chama #TagMateriasEscolares:

MATEMÁTICA
(Um livro que a maioria critica.)
R: Dom Casmurro, Machado de Assis (sempre encontro alguns “haters” quando falo sobre ou cito em algum texto, talvez por não gostarem da linguagem ou da temática).

PORTUGUÊS
(Um livro com uma escrita difícil de ser lida.)
R: Ulisses, James Joyce.

BIOLOGIA
(Um livro que tenha animais.)
R: As Crônicas de Nárnia (animais falantes na terra mágica narniana, creio que é o sonho de muitos também).

GEOGRAFIA
(Um livro que se passe em um lugar que você gostaria de conhecer, pode ser fictício).
R: O Senhor dos Anéis (Terra Media, alguém quer ir comigo?)

HISTÓRIA
(Um livro que conte a história real de alguém.)
R: Contos do Esconderijo, Anne Frank.

FÍSICA/QUÍMICA
(Um livro que você leu e não lembra quase nada.)
R: A Herdeira, Sidney Sheldon (socorro!)

ARTE
(A capa mais linda da sua estante.)
R: Pride and Prejudice, Jane Austen (Edição capa dura de luxo da Barnes and Noble).

LITERATURA
(Um livro clássico.)
R: O Morro dos Ventos Uivantes, Emily Brontë.

FILOSOFIA
(Um livro que você ficou refletindo por muito tempo/ um livro com trechos bonitos.)
R: Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago.

SOCIOLOGIA
(Um livro que aborda problemas sociais/ crítica de alguma forma a sociedade.)
R: Os Pilares da Terra, Ken Follett.

Fique à vontade para responder e se lembre, nos marque em sua tag! Queremos muito participar e ler quais foram as suas respostas. Um grande abraço!

Ensaio: Citação e paráfrase - escrever ou não escrever, eis a questão!
Ensaio: Citação e paráfrase – escrever ou não escrever, eis a questão!
Atualizações, Colunas, Histórias

Ensaio: Citação e paráfrase – escrever ou não escrever, eis a questão!

“Pensamentos tornam-se ações, ações tornam-se hábitos, hábitos tornam-se caráter, e nosso caráter torna-se nosso DESTINO.” Autor Desconhecido

Certamente, você leitor que já esteve em alguma sala de aula (seja de colégio, cursinho), já ouviu a expressão do professor em que não se pode escrever dissertação argumentativa em primeira pessoa, pois não somos ninguém tão importante para expressar nossos pensamentos e ideias tão aparente, pausa para ironia.

Sim, os professores de redação possuem essa liberdade metodológica para fazer com que seus alunos entendam que, ainda não possuem reconhecimento teórico para afirmar algo, isto é, a ciência requer pesquisa, comprovação sistemática e não só empírica. A fundamentação teórica do seu texto também funciona da mesma forma! Não se pode afirmar com “eu acho”, “eu vi na rua da minha casa isso acontecer”, ou “ já aconteceu na minha família”. É preciso fundamentar a sua ideia/tese numa base forte e comprovada pela ciência.

Fazer citação em seus textos, sejam científicas ou jornalísticos, comprova que: você possui leitura sobre o assunto, há o reconhecimento de toda a discussão, portanto a ideia central será exposta com relevância e firmeza e também, um texto bem fundamentado terá frutos com discussão ricas e possivelmente, uma mudança de opinião do leitor.

As citações são feitas no espaço do desenvolvimento do texto. Cuidado: ao fazer a citação, é preciso deixar explícito a referência do autor, de quem de fato escreveu o que está sendo citado. Em artigos científicos, monografias, dissertações e teses existe uma série de normas descritas pela Associação Brasileira de Normas Técninas (ABNT). Para textos redigidos por alunos em vestibulares e concursos a regra é esta:

a) Se for frase de algum escritor, é preciso expor o nome do escritor que a redigiu/criou;
b) Se for trecho de algum livro, título de algum capítulo ou parágrafo, é preciso expor o nome do livro e do autor;
c) Se for uma frase de autor desconhecido, é preciso expor “Autor desconhecido” como o exemplo da epígrafe deste ensaio;
d) Se a for a ideia central do trabalho de algum teórico, algum filósofo ou sociólogo, por exemplo, é preciso expor o título da tese e o nome do autor, por exemplo: O Mundo das Ideias, Platão; A Luta de classes é o motor da História, Karl Marx; Pensamento Multifocal, Augusto Cury;

Portanto, leia muito e faça anotações diariamente daquilo que você enxerga como um assunto importante e válido para ser lembrado.

Atualizações, Livros

Livros com descontos na black friday

A Black Friday está aí e a boa notícia é para os viciados em encher a prateleira de livros! Os descontos desse ano estão valendo a pena. Aqui, listamos alguns dos maiores achados das promoções.

AMAZON:

Os descontos da loja vão até 90% em livros físicos e eBooks!

Agatha Christie Box

Para os fãs da rainha dos romances policiais, vale a pena checar as diversas coleções da autora.  O box contém três livros cada e são oito coleções diferentes disponíveis em promoção. Os preços estão por volta dos R$ 35,00.

Sherlock Holmes

Mais uma promoção para quem gosta ficção policial. O box dos livros de Sherlock, em capa dura, contendo 4 volumes, está com quase 60% de desconto, saindo por R$ 57,00!

Neil Gaiman 

Se você esteve procurando por um dos livros do Neil Gaiman nos últimos meses, sabe que os preços não estavam ao seu favor, beirando sempre os cinquenta reais. A ótima notícia é que o Amazon está vendendo os livros Lugar Nenhum e Deuses Americanos   por R$ 16,30! O livro Os Filhos de Anansi, que também costuma estar com preços altos, está saindo por R$ 22,90

 

SUBMARINO

O site promete descontos de 80% em livros físicos!

Harry Potter Box 

Não dava pra deixar de mencionar Harry Potter, não é mesmo? No site da Submarino o box com os 7 livros está saindo por R$ 99,00 com uma das capas mais bonitas da versão em brochura.

John Green

O mais novo livro do John Green está em promoção pela Submarino por  R$ 16,32! Outros títulos do autor estão dentro da Black Friday, com destaque para A Culpa é das Estrelas por R$ 4,99  e Quem é Você Alaska por R$ 8,00!

Kit As Crônicas de Gelo e Fogo

Com o preço mais barato entre as três lojas, o kit com os 5 livros está saindo por R$ 99,00 no site da Submarino! Vale a pena conferir!

 

SARAIVA

Com a Yellow and Black Friday, o site da até 70% de desconto nos livros.

Paula Hawkins 

Os livros Garota no Trem e Em Águas Sombrias estão saindo por 19,90 no site da Saraiva!

Rainbow Rowell 

Essa é outra autora cujos livros insistem em se manter na faixa dos trinta reais. Na Black Friday, estão todos saindo por R$ 21,90! Com exceção de Eleanor e Park que está R$ 9,90!

Jojo Moyes 

A autora que ficou famosa pelo livro Como Eu Era Antes de Você, tem diversos outros títulos que prometem ser tão bons quanto a sua história de maior sucesso. No site, os preços dos livros de Jojo estão, em sua maioria, saindo por R$ 12,90!