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Universal anuncia novo parque em Orlando

Já fazem longos meses desde que os boatos de que a Universal Orlando Resorts iria construir um terceiro parque temático (quarto, se contarmos o aquático Volcano Bay) na Flórida começaram. Eis que foi confirmado nesta quinta (1) o anúncio do tal parque, o Universal’s Epic Universe. Previsto para uma área de 750 acres, o parque irá dobrar o tamanho da Universal em Orlando e gerará mais de 14 mil novos postos de empregos diretos.

O novo empreendimento ficará um pouco distante dos já conhecidos Universal Studios, Island of Adventures e City Walk (complexo de compras entre os parques). Sua localização será na Kirkman Road com a Universal Boulevard, a exatos 12 minutos do parque.

 

Apesar de não ter sido confirmado, já podemos ter como garantido a área temática de Super Nintendo World – a novidade foi anunciada para os parques no Japão, e com certeza a Universal Orlando Resorts não iria deixar os fãs americanos da gigante de games na mão. Algumas imagens conceitos foram divulgadas pelo The Unoffcial Universal Orlando Podcast, onde fica claro que teremos o Castelo do Bowser, atração inspirada no Mario Kart, Montanha-Russa do Donkey Kong e atração infantil do Yoshi. Outra área do parque, que já vem sido discutida há muito tempo, é a Universal Monster, onde personagens clássicos como Frankenstein, Drácula e Múmia ganharão seu próprio espaço.

Nova área voltada ao Universo Bruxo

É claro que os potterheads podem ficar despreocupados. A inauguração das áreas destinadas ao Universo Mágico de J.K. Rowling na Universal Studios e Island Of Adventures foram determinantes no crescimento de visitantes dos parques na última década e serão explorados no Universal’s Epic Universe. Desta vez, Harry Potter será deixado um pouco de lado, uma vez que agora teremos um espaço temático voltado ao personagem Newt Scamander de Animais Fantásticos e Onde Habitam. Além de podermos visitar o Ministério da Magia, teremos uma super montanha-russa.

Por fim, o parque contará com atrações da produtora DreamWorks, como Trolls, Como Treinar Seu Dragão, Kung-Fu Panda e outros mais.

Até o momento não foi divulgada quaisquer opções de datas para sua inauguração, mas tudo leva a crer que o Universal’s Epic Universe estará pronto entre 2023 ou 2024. Até lá, já da para se programar para curtir as novidades, certo?

Com informações dos sites VaiPraDisney, Tudo Celular e Estadão.
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Dê a Montreal uma chance: 5º dia de roteiro

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Jardim Botânico. Foto: Sebastião Rinaldi

O quinto dia desse roteiro pode começar com uma manhã no Jardim Botânico de Montreal. O espaço é dividido em nichos: uma vasta área de flores, um jardim chinês, outro japonês, esculturas interativas e um imenso verde. Por ser muito extenso, os passeios de carrinho podem ser úteis. Sem sombra de dúvida, a ala chinesa é a mais interessante. Um mural no começo explica que um time de arquitetos do país asiático viajou especialmente para essa missão. Ao todo, foram cinco mil pessoas (não apenas arquitetos) envolvidas no projeto. Para o inverno rigoroso, que pode chegar a dois dígitos negativos, algumas plantas são guardadas no salão especial, enquanto outras são resistentes ao frio extremo e sobrevivem.

Não é segredo mencionar que Montreal é inclusiva por essência e isso engloba diversos grupos socialmente desprivilegiados. O bairro Centre-sud abriga o LGBTQ+ Community Centre, uma ONG hospedada em um casarão que há 25 anos presta serviços à comunidade LGBTQ+. Ao chegar, você se depara com uma livraria generosa, com livros em diversos idiomas, inclusive em português (entre eles, o clássico “Devassos no Paraíso”, de João Silvério Trevisan), para empréstimo e venda.

O espaço oferece todo tipo de suporte possível para essa comunidade e, inclusive, ajuda no trâmite legal para refugiados em busca de asilo – em especial, aqueles que não se sentem seguros em seus países de origem devido a suas orientações sexuais ou identidades de gênero. No dia em que o conheci, dois angolanos tinham acabado de visitar e dar entrada em um pedido. Dá-lhe, Canadá. Para chegar, é simples: deve-se descer na estação Beaudry, onde você sai de frente para o The Village, um calçadão com um circuito de bares, clubes e restaurantes LGBTs. Varais com lâmpadas amarelas se espalham por todo o endereço e deixam o clima mais acolhedor, além das conhecidas bandeiras do arco-íris por toda a parte.

No momento, o The Fondation Phi pour l’art contemporain está com uma exposição para celebrar os 50 anos do segundo bed-in do então casal John Lennon e Yoko Ono. Durante esse ato, os dois artistas protestaram contra a guerra no Vietnã e receberam a imprensa em uma cama de hotel na cidade canadense. Dessa ação, nasceu o clássico “Give Peace a Chance”. Pode ser uma boa para quem pretende aproveitar este verão na cidade do hemisfério norte.

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Dê a Montreal uma chance: 4º dia de roteiro

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A quarta diária merece começar com uma caminhada pelo centro novo. A rua Crescent tem vários restaurantes, como o Le Warehouse, com parklets na calçada e almoços a $5,95 (sanduíches, saladas, massas e bowls no menu). Logo ao lado, um imenso mural de grafite presta homenagem ao cantor e poeta Leonard Cohen. Um detalhe nada irrelevante: pianos espalhados pela cidade, onde as pessoas simplesmente sentam e começam a tocar, confirmam a vocação musical. Mesmo em lojas e livrarias, é possível encontrar o instrumento.

No primeiro domingo de cada mês, a entrada em museus é gratuita. Independente disso, o Montreal Museum of Fine Arts, situado na Sherbrooke (uma das principais avenidas, que corta a cidade de leste a oeste), é uma parada obrigatória para quem admira artes visuais. Ver originais de Andy Warhol e Basquiat diante dos seus olhos são o auge da experiência. O espaço expõe obras de grandes nomes como Monet, Matisse, artistas canadenses, além de ter um andar dedicado à moda e à alta costura e mostras itinerantes – como uma individual sobre o estilista francês Thierry Mugler, em exibição no momento. Em frente, um prédio exclusivo pertence ao complexo e é dirigido a design, história e arqueologia. Esculturas pelas calçadas reforçam que o museu expande suas galerias para além de suas portas.

Ponte Jacques-Cartier. Foto: Sebastião Rinaldi

Montreal é uma ilha separada por dois rios – Fleuve Saint-Laurent e Rivière des Prairies –, possuindo dois milhões de habitantes na parte interna e quatro milhões na região metropolitana. A ponte Jacques-Cartier é a que faz a conexão de terras pelo rio São Lourenço. Além de mudar de cor conforme as estações, a construção também passa por uma “explosão colorida” à noite: quanto mais menções sobre Montreal nas redes sociais, maior será a intensidade das tonalidades. Uma visita noturna pode ser bem-vinda.

Para seguir com nosso roteiro, clique aqui para conferir o quinto dia de atrações, ou aqui para acessar a listagem completa com os 5 artigos.

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Dê a Montreal uma chance: 3º dia de roteiro

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Na terceira etapa do itinerário, caso faça sol, o Parc Mont Royal (Mont Royal Park) precisa ser percorrido, não apenas por ser o ponto mais alto da cidade e oferecer uma vista panorâmica, mas por também contar com um chalé charmoso atrás da praça onde ficam os binóculos e os miradores. Boas fotos garantidas. Para chegar, é preciso tomar o ônibus 11 na saída do metrô Mont Royal, em sentido oposto à La Fountaine.

No mesmo dia, vale dar uma esticada até o Habitat 67, um complexo arquitetônico residencial feito com cubos de calcário sobrepostos. Apesar de não ser permitida a entrada na ala das moradias, admirar pelo lado de fora é uma baita experiência. Lançado para a Expo 67, sediada em Montreal, o projeto é assinado pelo arquiteto Moshe Safdie, em parceria com a universidade McGill. O habitat possui 148 apartamentos e fica em uma península artificial, construída para a mesma exposição. Para ir, deve-se descer na estação Square Victoria e pegar o ônibus 168. Na volta, é preciso pegar o mesmo ônibus até a estação Bonaventure.

Museu de ciência, a Biosphére conta com exposições sobre biologia, geografia e sustentabilidade. Foto: Sebastião Rinaldi

Por falar em “artificialidades”, perto do Habitat 67, fica a Ilha de Notre-Dame, também feita pelas mãos humanas. Além de admirar o Rio São Lourenço, que corta a cidade, pode-se visitar a Biosphére – ou biosfera –, um museu de ciência em formato de círculo de tela com exposições sobre biologia, geografia e sustentabilidade. Testes dinâmicos com microscópios, que desafiam o candidato a brincar de cientista (uma das provinhas consiste em identificar três tipos de pulmões: fumante, não-fumante e com pneumonia), tornam a atração bem escolar. No verão, uma esticada no Parc Jean Drapeau, logo ao lado, com imensa área verde, mesas para piquenique e piscinas públicas, é recomendável para quem gosta de atividades ao ar livre.

No meu terceiro dia – um sábado –, consegui aproveitar os últimos momentos do Festival de Jazz. Palcos nas ruas, estandes e bandas dos mais variados estilos recebem uma plateia bem diversificada para este evento gratuito. Dentro do perímetro, é possível consumir bebida alcóolica na área pública – algo proibido pela lei canadense, a exemplo dos Estados Unidos. Nesse ano, o espaço da Heineken era o mais tranquilo, sendo possível ir do bar à pista em instantes, sem muita fila ou a chateação de grandes realizações.

 

Para seguir com nosso roteiro, clique aqui para conferir o quarto dia de atrações, ou aqui para acessar a listagem completa com os 5 artigos.

Grafites na rua Saint Laurent. Foto: Sebastião Rinaldi
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Dê a Montreal uma chance: 2º dia de roteiro

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O segundo dia pode começar com um giro pelo bairro de Mont Royal. Ao sair da estação de metrô homônima, a biblioteca pública da região dá acesso à avenida de mesmo nome, repleta de cafés, livrarias, restaurantes e padarias. O trajeto leva ao parque La Fountaine, que possui um lago e uma fonte, além de quadras para esportes ao ar livre e uma biblioteca. Quando as temperaturas estão mais amenas, é comum ver pessoas caminhando ou passeando sem pressa. Já no inverno, o lago congelado se converte em uma pista de patinação.

Modesta mas sem perder o charme, Chinatown de Montreal é um dos destaques do segundo dia de roteiro. Foto: Sebastião Rinaldi

Na sequência, a rua Saint Laurent pode ser incluída com destaque. Com muitos grafites, assemelha-se à Vila Madalena (São Paulo), contando com reproduções de artistas como Roy Lichtenstein e a escultura “Pink Hippos”, composta por vários hipopótamos rosas na Place Guilbeault. Bem alternativo, o mercado Eva B – brechó, sebo, café e restaurante – fica perto do metrô e pede uma visita. Também próxima está Chinatown de Montreal, que é modesta se comparada com outras cidades, mas cujo calçadão charmoso merece uma caminhada.

Por fim, um giro pela rua Saint Catherine mostra um universo de restaurantes – coreanos, árabes, indiano e afins – que divide espaço com lojas de grandes marcas. Pode ser um local ideal para provar o poutini, prato típico do Canadá, feito à base de fritas com queijo e molho de carne, ou um sorvete de maple (sabor típico do país, tambépram comum nos xaropes para panquecas).

Para seguir com nosso roteiro, clique aqui para conferir o terceiro dia de atrações, ou aqui para acessar a listagem completa com os 5 artigos.

 

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Dê a Montreal uma chance: como aproveitar a cidade em cinco dias

Maior cidade da província de Quebec, Montreal se mostra cada vez mais aberta para o turismo, com diversas opções de passeios multiculturais que a destacam entre diversos destinos. Com isso em mente, iremos apresentar para você um especial em 5 posts, com um roteiro adaptado para que aproveite ao máximo. Abaixo, a primeira parte desta série de dicas. Após o texto, linkamos o caminho para o seu segundo dia em Montreal, e assim sucessivamente.

Maior festival de jazz do mundo, o Festival Internacional de Jazz de Montreal detém tal recorde, reconhecido pelo Guinness World Records desde 2004. Foto: Sebastião Rinaldi

Maior festival de jazz do mundo, o Festival Internacional de Jazz de Montreal detém tal recorde, reconhecido pelo Guinness World Records desde 2004. Foto: Sebastião Rinaldi

Quando os italianos fizeram o mapa de Montreal (à época, batizada como Ville Marie), acabaram adaptando a grafia do ponto mais alto da cidade – o Mont Royal (como ainda é conhecido) – para Monte Reale. Dito repetidamente, o termo gerou um segundo (e atual) batismo para a cidade de origem francesa, que não é a capital da província de Quebec, mas é de longe uma das cidades mais culturalmente ativas do país. Não à toa, seu Festival de Jazz é uma credencial para qualquer artista que se apresente. Aliás, a música permeia suas ruas: além de ser a terra natal de Leonardo Cohen, foi onde John Lennon e Yoko Ono escreveram “Give Peace a Chance” há exatos 50 anos. Fizemos um guia para desfrutar do destino em cinco dias, mas nada impede que acidentes de percurso tornem a experiência mais especial. Pode acontecer, particularmente no verão, com termômetros na casa dos 35 graus.

Para dar início, o centro antigo – Old Downtown – mescla turismo e história em uma boa medida. Um tour guiado com duração de duas horas percorre locais tradicionais, como o Marché Bonsecours (mercado municipal), em frente ao porto antigo e ao rio São Lourenço (Saint Laurent) e ao lado da Chapelle Notre-Dame-de-Bons-Secours. Por ter uma arquitetura inspirada na inglesa e na francesa, muitos filmes são rodados nesse trecho, devido à versatilidade de suas ruas, como é o caso de alguns longas da saga X-Men e “O curioso caso de Benjamin Button”.

Posicionada quase na entrada do banco, uma estátua de uma mulher francesa, com um poodle no colo, tira um sarro da instituição tipicamente britânica. Foto: Sebastião Rinaldi

Um passeio pelo porto antigo, que depois de desativado deu origem a um circuito comercial, permite entender quão inclusiva pode ser a cidade: muitos imigrantes e de diversas etnias compartilham o espaço com os “locais”, seja nos piqueniques sobre o gramado, seja nos estandes de food truck a perder de vista. Mais à frente, La Grande Roue de Montréal – uma grande roda-gigante com vista privilegiada – vale o esforço, mesmo para quem tem medo de altura. Mas é bom avaliar no orçamento: o precinho é salgado (25 dólares canadenses).

A rua Saint Laurent, que divide a cidade em duas (ala leste, mais francesa, e ala oeste, mais inglesa), e a rua Saint Paul, com inúmeras galerias de arte e comércio, cortam o centro velho. O tour pode ser encerrado na Place D’arms, onde fica a Notre-Dame Basilica e o Bank of Montreal. Em frente à primeira, há uma estátua de um inglês, fazendo uma cara de chacota e segurando um pug. Posicionada quase na entrada do banco, uma estátua de uma mulher francesa, com um poodle no colo, tira um sarro da instituição tipicamente britânica.

 Fundada pelo jogador de hóquei canadense de mesmo nome, a rede de cafés Tim Hortons é ideal para “reabastecer” entre um passeio e outro. Foto: Sebastião Rinaldi

No entanto, os cachorros se entreolham, como se quisessem brincar. Nada mais é do que uma metáfora para explicar a herança dos dois colonizadores europeus, por vezes, contrastantes na cidade norte-americana.

O itinerário se encerra na cidade subterrânea, com até 32 quilômetros de extensão (criado para o inverno rigoroso de até 40 graus negativos), onde em determinado trecho nos deparamos com um pedaço do Muro de Berlim em exposição, concedido pela Alemanha ao País. Após essa volta, um café no Tim Hortons (rede local com unidade espalhadas por todos os cantos), acompanhado por um donut ou um bagel, cai bem.

Para seguir com nosso roteiro, clique aqui para conferir o segundo dia de atrações, ou aqui para acessar a listagem completa com os 5 artigos.

Diana Passy, da Editora Seguinte, é a organizadora do evento, que teve sua primeira edição em 2017.
Diana Passy, da Editora Seguinte, é a organizadora do evento, que teve sua primeira edição em 2017.
Atualizações, Livros

Todos os detalhes e eventos que irão rolar durante a 3ª edição da Flipop

Festival de literatura totalmente focado no público jovem, a Flipop está chegando em sua 3ª edição e trará ao Centro Cultural São Paulo diversas discussões, atividades, sessões de autógrafos e eventos que buscam aproximar os fãs do gênero Young Adult. Organizada pela Editora Seguinte, selo jovem da Companhia das Letras, a Flipop conta também com o apoio da Agência Página 7, Aleph, Astral Cultural, Avec Editora, Duplo Sentido Editorial, Editora Planeta Brasil, FTD Educação, Grupo Editorial Record, Harper Collins Brasil, LabPub, Morro Branco, Plataforma 21, Rico Editora, Rocco, todavia e Turista Literário.

Entre os dias 2 de agosto a 4 de agosto, serão 24 eventos rolando, com a presença de diversos autores, booktubers e fãs de literatura. Os ingressos (que podem ser adquiridos clicando aqui) para cada dia de evento custam R$40,00 (inteira) ou R$20 (meia). Também é possível adquirir o pacote promocional, que dá direito a entrada nos três dias de evento por R$80,00 (inteira) ou R$20 (meia). Confira abaixo toda a programação da Flipop:

SEXTA-FEIRA, 2 DE AGOSTO

Sala Adoniran Barbosa

 

14h15 às 15h30

O que a História não contou

As pessoas e as vozes que os livros não nos apresentam, mas que têm muito a nos ensinar.

Convidados: Duda Porto de Souza, Jarid Arraes e Lavínia Rocha

Mediação: Pétala Souza

 

15h45 às 17h

Histórias.com

A internet como personagem e cenário das histórias.

Convidados: Clara Alves, Lola Salgado e Ray Tavares

Mediação: Iris Figueiredo

 

18h45 às 20h

A primeira vez a gente nunca esquece – Literatura e experiências jovens

Autores de destaque no cenário YA nacional falam sobre juventudes, diversidade e o papel da literatura na formação de identidades.

Convidados: Ale Santos, Bárbara Morais, Olívia Pilar e Vitor Martins

Mediação: Mayra Sigwalt

 

20h15 às 21h30

Os jovens salvam o dia

Na ficção e na vida real, a juventude à frente dos movimentos de mudança.

Convidados: Eric Novello, Luly Trigo e Samir Machado de Machado

Mediação: Bruna Miranda

Espaço Missão

 

14h15 às 15h30

As grandes sagas juvenis e o que nos ensinam até hoje

Os impactos que sagas como Harry Potter, Jogos Vorazes e Crepúsculo causaram no mercado e o que as mantêm vivas até hoje.

Convidados: Ana Yassuda, Bárbara Morais e Frini Georgakopoulos

Mediação: Paula Drummond

 

15h45 às 17h

Como contar nossas histórias?

Os perigos de uma narrativa única e a importância de ter representatividade sem estereótipos.

Convidados: Jonas Maria, Lavínia Rocha e Thaís Rodriguez

Mediação: Thati Machado

 

17h15 às 18h30

Eu entendi essa referência!

Como as referências à cultura pop podem transformar a experiência de leitura.

Convidados: Cínthia Zagatto, Juan Jullian e Leonardo Antan

Mediação: Sofia Soter

 

18h45 às 20h

Crowdfunding

Financiamento coletivo e a participação direta do público na publicação.

Convidados: Ian Fraser, Larissa Siriani e Luciana Fracchetta

Mediação: Felipe Castilho

 

20h15 às 21h30

Outras formas de publicar

Formas independentes de publicação, seus prós e contras.

Convidados: Aimee Oliveira, Clara Savelli e Victor Lopes

Mediação: Laura Pohl

SÁBADO, 3 DE AGOSTO

Sala Adoniran Barbosa

14h15 às 15h30

Às margens da literatura

Histórias e vivências que merecem mais espaço nos livros.

Convidados: Andreza Delgado, Maurício Negro e Mel Duarte

Mediação: Bruna Miranda

 

15h45 às 17h

Uma mesa traiçoeira

A autora americana Erin Beaty fala sobre seus livros “O beijo traiçoeiro” e “A missão traiçoeira”, cujas histórias misturam aventura, romance e espionagem.

Convidada: Erin Beaty

Mediação: Tamirez Santos

 

17h15 às 18h30

K-pop nos livros

Os coreanos encantaram o cenário musical e passaram para a literatura. Você já encontrou seu bias nos livros?

Convidados: Babi Dewet, Gaby Brandalise e Thaís Midori

Mediação: Melissa Ery

 

18h45 às 20h

Representação do jovem na mídia

Como livros e filmes retratam os jovens, e a diferença entre escrever para os diferentes formatos.

Convidados: Luly Trigo, Matheus Souza e Thalita Rebouças

Mediação: Keka Reis

 

20h15 às 21h30

Abrindo o coração na internet

Como ser vulnerável e falar sobre sentimentos para milhões de pessoas.

Convidados: Bruna Vieira, Guilherme Pintto e Matheus Rocha

Mediação: Frini Georgakopoulos

 

Espaço Missão

14h15 às 15h30

Desvendando referências no YA: Intertextualidade, referências e retellings

As obras YA frequentemente fazem referências diretas e indiretas a outros livros e autores, e por vezes são novas versões de velhas histórias. Este bate-papo pretende discutir este fenômeno de intertextualidade e refletir sobre a importância de lançar uma nova ótica sobre narrativas já conhecidas, bem como a de estabelecer conexões improváveis entre segmentos literários.

Convidados: Felipe Castilho e Mayra Sigwalt

Mediação: Beatriz Sanz

17h15 às 18h30

Escrever é profissão?

Uma conversa sobre a carreira de escritor, a trajetória e as dificuldades encontradas pelas autoras.

Convidados: Aline Valek, Luisa Geisler e Socorro Acioli

Mediação: Jana Bianchi

 

18h45 às 20h

Romances de época

As mudanças do gênero e suas histórias apaixonantes.

Convidados: Babi A. Sette, Carina Rissi e Paola Aleksandra

Mediação: Larissa Siriani

 

20h15 às 21h30

Conversas na mesa de jantar

As relações familiares nos livros e como o crescimento do jovem é influenciado por isso.

Convidados: Breno Fernandes, Cidinha da Silva e Iris Figueiredo

Mediação: Lucas Rocha

Domingo, 4 de agosto

Sala Adoniran Barbosa

14h15 às 15h30

A mágica por trás das histórias

A escritora canadense Kristen Ciccarelli fala sobre seus livros “A caçadora de dragões” e “A rainha aprisionada”. A saga mostra um reino onde contar histórias atrai dragões, e uma garota precisa matar o pior deles para escapar de um acordo que ameaça seu futuro.

Convidada: Kristen Ciccarelli

Mediador: Tamirez Santos

 

15h45 às 17h

Sacis, vampiros e lobisomens

Um bate-papo sobre a fantasia brasileira através de diferentes gerações. O que faz dos vampiros e lobisomens algo tão nosso quanto mulas sem cabeça e sacis?
Convidados: Felipe Castilho, Giulia Moon e Johnatan Marques

Mediador: Eric Novello

 

17h15 às 18h30

A família que a gente escolhe

Contando histórias onde os amigos são a maior rede de apoio.

Convidados: Fernanda de Castro Lima, Lucas Rocha e Luisa Geisler

Mediador: Arthur Tertuliano

Espaço Missão

15h45 às 17h

A volta das comédias românticas

Um dos gêneros mais famosos da ficção voltou, dessa vez com mais diversidade e representando todas as formas de amor. Os autores discutem suas histórias favoritas e quais eles ainda querem ver por aí.

(Gravação de episódio para o podcast Wine About It.)

Convidados: Clara Alves, Olívia Pilar e Vitor Martins

Mediador: Bruna Miranda e Mayra Sigwalt

17h15 às 18h30

O futuro é negro: o afrofuturismo no Brasil e no mundo

Como uma visão afrocentrada na literatura traz novas possibilidades para a negritude como protagonista de sua história e herdeira de suas tradições.

Convidados: Ale Santos e Fabio Kabral

Mediador: Petê Rissatti

Atualizações

Novas atrações originais e experiência dos Caças Fanstasmas são anunciados para o Halloween Horror Nights da Universal

Conforme você pode acompanhar aqui no Beco, o parque Universal Studios, da Universal Orlando Resorts, vem revelando ao longo das últimas semanas as novidades que estarão presentes na Halloween Horror Nights 2019. Após termos falado sobre as originais Nightingales: Blood Pit e Depths of Fear, e sobre a já aguardada experiencia envolvendo a série Stranger Things, foi revelado recentemente 2 novas atrações criadas especialmente par o evento e um labirinto envolvendo o universo do filme clássico Ghostbusters – Os Caça Fantasmas, clássico dos anos 80. Confira abaixo as 3 novidades anunciadas:

Ghostbusters – Os Caça Fantasmas

Celebrando os 35 anos do filme, o público será convidado a caminhar por seus cenários icônicos como a Biblioteca Pública de Nova York, o Templo de Gozer e muito mais. Nessa casa assombrada, você será transportado para as ruas de Nova York no momento em que a fenda entre os mundos se rompe, liberando espíritos malignos, terríveis espectros e fantasmas de todos os tamanhos e formas. Fique cara a cara com o terrível Slimer, o todo-poderoso Gozer, o Homem de Marshmallow Stay-Puff e outros. Peter, Ray, Egon e Winston precisarão salvar o dia antes que essas criaturas paranormais se materializem em lugares inusitados – mas será que suas mochilas de prótons serão o suficiente?

https://www.youtube.com/watch?v=aosavjDnGaM

Universal Monsters

Nesta nova casa assombrada, os monstros mais terríveis do mundo causam estragos – sedentos por tudo e todos em seu caminho. Ao tentar fugir para um lugar seguro, você vai entrar no domínio de cada monstro – mas cuidado, eles se recusam a deixar alguém sair vivo. Fique cara a cara com o Drácula, em seu castelo gótico; com o Lobisomem, na floresta da Baviera; e com o monstro criado pelo homem dentro do laboratório do Dr. Frankenstein. E, se você sobreviver a eles, ainda poderá encontrar a perversa Criatura da Lagoa Negra, o antigo mal da Múmia e mais.

Yeti

Quando você pensar que o único perigo aqui é a força do frio, um novo terror congelante irá atacar. Sinta seu corpo tremer com os rastros de sangue que levam até as cavernas onde nenhuma alma viva foi capaz de entrar. Ao entrar nesse labirinto de cavernas, você ouvirá gritos ecoando, vindos daqueles que não puderam evitar o pior. E quando você achar que está livre, irá se deparar com o estoque de alimentos do predador –– e você faz parte do menu. Esse é o território do Yeti. Ele é frio e não deixará que nada o impeça de sentir o gosto de sangue. Se o frio não te destruir, ele irá.

SOBRE O EVENTO

Conhecida por ser o melhor evento de Halloween de Orlando, o evento acontece em dias selecionados, a partir das 18:30, no parque Universal Studios. Nestes dias o parque fecha mais cedo para visitantes comuns, que não adquiriram ingressos para a celebração. Este ano, serão 10 casas assombradas temáticas.

As Scare Zones, onde os elementos de susto se alternam, proporcionando sempre experiências bem diferentes umas das outras. Todo o parque passa por uma ambientação especial, caprichada nos mínimos detalhes para proporcionar uma experiência aterrorizante.

Cada ingresso custa US$81,99 e podem ser adquiridos no site oficial do parque clicando aqui. Caso você pretenda visitar o parque no dia de evento, saiba que, você poderá visitar o parque normalmente durante o dia e só poderá ficar para a noite de Halloween Horror Nights se tiver adquirido um ingresso a parte; da mesma forma que se você tiver apenas o ingresso para o evento especial, só poderá entrar no parque após as 18h30.

Lembrando que as atrações não são recomendadas para menores de 13 anos.

Atualizações, Séries

EA Games lança campanha para celebrar as quase 2 décadas de The Sims

Presente em diversas plataformas há cerca de 20 anos, The Sims tem fornecido aos jogadores uma plataforma autêntica e significativa para eles se expressarem. Ao longo dos anos, esse mundo virtual conseguiu tocar milhões de pessoas e apresentar histórias enriquecidas com criatividade, auto expressão e inclusão. Em muitos casos, as histórias criadas acabam ganhando o mundo em formatos de web-séries – como o caso do sucesso Girls In The House, aqui no Brasil.

Celebrando todo desde impacto ao longo de duas décadas, a EA Games estreou hoje (18) sua nova campanha, Freedom to be Me. Confira:

Em comemoração a essas histórias, a EA convida a comunidade a jogar com a vida. Este é um convite que vai muito além das sessões de jogatina e se transforma em realidade. Quando um jogador leva sua imaginação para o The Sims, ele se torna uma página em branco para contar histórias sobre o jogo e sobre eles mesmos. Juntos, EA e The Sims estão em uma missão para contar mais histórias do que nunca – e os jogadores podem compartilhar a sua com a hashtag #JoguecomaVida (#PlayWithLife), deixando que suas vozes sejam ouvidas na comunidade The Sims e no mundo.

A EA continua celebrando todas as formas que os jogadores jogam com a vida (Play With Life) em The Sims com novos conteúdos, como a expansão The Sims™ 4 Island Living, disponível agora para PC via Origin™, Xbox One e PlayStation®4. Para conferir mais sobre as festividades, visite o site oficial, confira nosso blog e se junte à celebração no Twitter, Instagram, e Facebook.

Atualizações, Filmes

I know you love me: Confirmado o retorno da série Gossip Girl, pela HBO

Marco da cultura pop global, a série Gossip Girl ganhará continuação nas telas do futuro serviço de streming resultante da parceria entre a HBO e WarnerMedia, o HBO Max. Se passando 8 anos após os eventos que culminaram no fim da última temporada da série em 2012, a nova leva será composta por 10 episódios.

Em comunicado oficial, a HBO Max afirmou que os novos acontecimentos irão explorar o mundo das redes sociais e o quanto a cidade de Nova York mudou nos últimos anos. Ainda não foi informado se os personagens originais da trama estão inseridos nesta sobrevida do seriado – nem mesmo se em participações especiais. Ainda assim, a torcida por ver como andam Blair Waldorf (Leightoon Meester) e Serena VanDerWoodsen (Blake Lively) está tomando conta das redes sociais. O ator Chace Crawford, interprete de Nate falou sobre o retorno da série: “Foi uma grande parte da minha vida, estou aberto a qualquer coisa. Seria difícil juntar todo o elenco, por causa de suas programações, Penn, Leighton, Ed … Eles estão todos fazendo ótimos programas de TV.  Eu absolutamente gostaria de aparecer”, afirmou.

Importante reforçar que Penn Badgley (Dan) atualmente é o protagonista do sucesso “You”, da Netflix; Leighton Meester na comédia “Single Parents”, da ABC e Ed Westwick na divertida “White Gold” da BBC.

A sequência de Gossip Girl tem previsão de estrear em 2020, como falado, na HBO Max.

Impacto Cultural

Baseada em uma série de livros de mesmo nome, da escritora Cecily von Ziegesar, Gossip Girl foi um fenômeno cultural que ultrapassou as barreiras linguísticas e até a falta de distribuição legal em diversos países. Seu primeiro episódio foi ao ar pelo canal The CW em 19 de setembro de 2007 e se tornou a série jovem mais popular da década. O prefeito de Nova Iorque entre 2002 a 2012, Michael Bloomberg, proclamou o dia 26 de Janeiro como “O Dia Gossip Girl” na cidade, que a utilizava como cenário, e tendo impulsionado o turismo teen na Big Apple, além de contribuir direta e indiretamente com a criação de mais de 100 mil postos de empregos.

Gossip também influenciou diretamente na moda – os cachecóis usados pelo personagem Chuck Bass se esgotavam em lojas online logo após os episódios irem ao ar, assim como clássicos arquinhos de Blair Waldorf.  “É sem dúvidas uma das maiores influências jovens já existentes. Os fãs correm para boutiques com fotos e capas de revista que tragam o elenco da série e pedem exatamente os mesmos modelos”. Afirmou o jornal The New York Times em 8 de julho de 2008.

Por fim, Gossip Girl foi determinante na popularização da comunicação mobile – foi a primeira vez em que jovens e adolescentes se viram conectados com a tela. Antes mesmo da popularização de plataformas como Twitter ou Mensageiros Instantâneos, a troca de mensagens via SMS e acesso em sites online eram comuns no ambiente do Upper East Side, provando que o seriado estava sempre a frente de seu tempo.