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Confirmado: "Wildest Dreams" é o novo single de Taylor Swift!

Um minuto de silêncio e uma roda de orações, por favor, porque Taylor Swift acabou de confirmar, através de sua conta do Twitter, que Wildest Dreams será o novo – e provável último – single de seu mais recente álbum, 1989, desmentindo o rumor anterior (que postamos aqui) de que seria New Romantics.

Só queria que vocês soubessem que o próximo single do 1989 será……….. Wildest Dreams.

Só eu ou vocês também já estão morrendo de ansiedade para o clipe? Tudo informa que ele foi gravado nos últimos dias em Nova York, e segundo informações de fãs, ele terá uma temática de época.

Veja também, o episódio especial do nosso vlog da semana passada, sobre ninguém menos que, Taylor Swift:

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Divulgadas primeiras imagens oficiais de 'Shadowhunters'

A nova série da ABC Family, baseada na obra de Cassandra Clare, teve suas primeiras imagens oficiais divulgadas pela EW.

A trama segue Clary Fray (Katherine McNamara), uma jovem que descobre pertencer a uma longa linhagem de Caçadores de Sombras – híbridos humanos-anjos que caçam demônios. Quando sua mãe, Jocelyn (Maxim Roy), é sequestrada, Clary adentra o mundo de caça aos demônios com o misterioso Caçador de Sombras, Jace (Dominic Sherwood), e seu melhor amigo, Simon (Alberto Rosende). Agora vivendo entre fadas, feiticeiros, vampiros e lobisomens, Clary começa uma jornada de descobertas enquanto conhece mais sobre seu passado e o que seu futuro pode guardar.

McG (Guerra é Guerra, Chuck) é o diretor do episódio piloto e será o produtor executivo da série ao lado de Ed Decter (Helix).

Shadowhunters terá 13 episódios de 1 hora de duração e um enredo direcionado para espectadores mais velhos e famílias. A série ainda não tem data de estreia.

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Vlog: Taylor fucking Swift!

Olha, não deu mesmo! Em razão do meu vício crescente por Taylor Swift e seu novo álbum, 1989, fui obrigado a gravar um vídeo única e exclusivamente sobre ela, explicando um pouco quando a conheci e porque fiquei tão viciado nesse novo CD. É o primeiro vídeo que o Beco Literário apresenta de forma mais descontraída, então, deixem a opinião de vocês e não se esqueçam de se inscrever no canal, curtir o vídeo e compartilhar com os amigos!

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Crônica: É bom esquecer.

A memória dá imortalidade a momentos, mas o esquecimento proporciona uma mente saudável.
É bom esquecer. — Hannibal

Num geral, eu sempre choro quando escrevo. É com muita coragem que resolvo abrir meu coração pra você, pouco me importando em saber que a única finalidade disso aqui é pra eu mesma desabafar, pois você odeia textos longos e eu tenho a irritante mania de falar demais.

São 5h34 da manhã e, mesmo depois de muita luta, o sono teimou em não chegar porque a verdade é que me encontro com o peito cheio demais para que eu me sinta em paz. Talvez eu só precise cuspir essa merda toda que insiste em me causar todo esse aperto. Ok.

Eu queria começar dizendo coisas boas.

Eu me lembro daquela sexta-feira 13 todos os dias. Me lembro de falarmos durante horas. Me lembro de sentar naquela mesa e de você vindo sentar ao meu lado. E de pegar na minha mão. E ficar brincando com ela de um jeito bonitinho e as vezes olhava pra mim com o rosto meio de lado. E você arrumava os óculos. E aí cada toque dos seus dedos na minha mão eram como se fosse um choque. Porque eu estava gostando, sabe? Era diferente e eu não conseguia acalmar a minha mente que ficava gritando “puta que pariu ele pegou na minha mãQUE COISA LINDA ELE ARRUMANDO ESSE ÓCULOS!!!” só que eu não queria que você percebesse a confusão que se passava na minha cabeça. E eu nem sei explicar porque eu estava daquele jeito. Aí você disse “Posso te dar um beijo?” e eu disse “Se você não pedir, tudo bem.” E depois fiquei me perguntando porque raios alguém abre a boca para dizer algo tão imbecil quanto o que eu tinha dito. É sério. Nada explica isso. Mas ainda assim você me beijou, com toda a delicadeza existente nesse mundo. E parecia que era a primeira vez que eu beijava um cara, porque nunca me senti tão nervosa assim na vida. Era carinhoso e delicado. Você não tava me engolindo. E eu gostei disso.

A sequencia de fatos a seguir me fizeram me apaixonar por você.

Senti dentro de mim todas as sensações avassaladores que existem no despertar de um primeiro amor, mesmo que você não o fosse. Meu coração pulava freneticamente dentro do peito sempre que nos falávamos, sempre que eu ia te encontrar ou quando nos aproximávamos. Quando você colocava suas mãos na minha cintura e chegava pertinho e eu sentia aquele teu cheirinho bom, o teu cabelo encostando no meu rosto, a sua pele, os seus lábios… E eu não sei, sabe, como você não conseguia ouvir todo o barulho da confusão que acontecia dentro de mim. Não sei como não sentia meu coração pulsando forte quando me beijava ou algo assim. Eu precisava absurdamente do seu corpo colado no meu, o mais próximo que pudesse, porque perto o bastante, nunca era perto o bastante. Precisava que fosse perto como se nossos corpos fossem ficar tão próximos um do outro até se fundirem pra virar uma coisa só.

E foram dias bonitos, a minha paixão mais linda.

Eu só não sei ao certo em que momento as coisas passaram a dar tão errado. Se me perguntarem, direi que caí, perdi os sentidos, a memória e não vi mais nada do que aconteceu. Aparentemente mergulhei dentro dos meus sonhos e só acordei tarde o bastante para sentir o baque da realidade me acertando direto na cara.

Eu me conheço o bastante para saber que se fosse qualquer outra pessoa no mundo, eu teria ido embora. Mas aquela história de que o amor é cego… Bem, talvez seja mais ou menos isso. Não cego, mas relevante. E eu relevei aquilo tudo. Fui atrás de você depois de uma briga. E depois de outras duzentas e sei lá mais quantas. E olhe que, logo na primeira, eu tinha dito para mim mesma que te deixaria pra lá. Só que eu não to aqui pra te julgar, pra te dizer que você foi errado, que sou perfeita ou que não custava você ter ido atrás de mim ao menos uma vez. Eu só deveria ter desistido, talvez. Mas eu não queria. Eu nunca quis.

Dizem que quanto mais alto voamos, maior será a queda. Talvez seja assim no amor. Talvez seja só a matemática pura, né. Quando você foi embora, eu pensei que aquela dor jamais passaria. E sendo totalmente sincera, sei que ela não passou completamente. Eu não sei como dormir sozinha até hoje. Ainda acordo no meio da noite procurando o teu peito, o teu cheiro e comumente me assusto ao perceber que você não mais está ali. E o silêncio e a escuridão do quarto parecem querer me engolir. Penso que estou calejada, mas sempre dói igual.

São 07h14 da manhã e o que realmente me assusta é pensar que, a pior parte de se apaixonar perdidamente por alguém não é bem quando a relação acaba, mas quando você percebe que nunca mais irá se sentir assim novamente. Dizem que o tempo cura tudo, mas até hoje, ele não fez nada por mim.

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Nova edição de Harry Potter está em pré-venda pela Rocco

A Rocco enfim, cedeu. Ano passado nos EUA a Scholastic publicara uma nova versão de capas, ilustradas por Kazu Kibuishi. Você pode conferir todas no acervo do Beco. Agora a editora Rocco finalmente anuncia pré-venda e preparem os bolsos, sim, custará apenas 230 reais. A edição será em brochura e você pode adquirir seu box agora mesmo, é só clicar aqui.

Abaixo imagens do box (clique para ampliar):

Informações atualizadas sobre todo o mundo de Harry Potter e os livros de J.K. Rowling você encontra aqui, no Beco.

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Criador de 'The Walking Dead' fala sobre o possível final da série

Será que em um mundo dominado por zumbis a humanidade teria alguma chance de sobrevivência?

O criador de The Walking Dead, Robert Kirkman, participou de uma entrevista recentemente com o ator e comediante Marc Maron, no programa WTF Podcast, para discutir o final da série. Lá, ele revelou sua frustração com alguns filmes de zumbi que nunca trazem um final feliz aos sobreviventes e comentou como imagina o futuro de seus personagens:

Como você continua a encontrar comida, abrigo e proteger as pessoas que ama por anos e anos e lida com a queda da civilização? (…) Espero que The Walking Dead continue por tempo suficiente para que no final todos digam ‘Que bom que conseguimos acabar com todos aqueles zumbis!”, disse ele.

As pessoas falam sobre como The Walking Dead é sombrio, e se você olhar para a história de um certo ângulo, ela é mesmo horrível. As pessoas têm seus entes queridos devorados e passam por situações terríveis. Mas eu vejo a história do começo ao fim, através de muitos e muitos anos da humanidade superando esta intransponível situação apocalíptica”, completou.

The Walking Dead tem sua 6° temporada marcada para o dia 11 de Outubro nos Estados Unidos, enquanto a sua série derivada, Fear The Walking Dead, chega à TV no dia 23 de Agosto.

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Crônica: Gênios em tornados borbulhantes de tinta aquarela

Pedir um tempo é admitir para o mundo que você é covarde demais para dar uma conclusão. Quem precisa de um tempo para viver um amor talvez precise de um tempo para entender um pouco mais a vida em si. – Isabela Freitas

Algumas pessoas são marcantes. Não sei como, mas marcam de certa maneira que nunca imaginei que aconteceria. E então, borbulhamos numa torrente de sentimentos que se mexem dentro de nós feito um tornado. E uma hora, eles saem. Sabe, como nos desenhos animados, o gênio saía da lâmpada.

E cada um de nós, demonstra de um jeito. Alguns, choram. Outros, sorriem. Eu, escrevo. Todos os dias abro essa tela vazia, ou uma folha em branco do meu diário, e deixo as palavras saírem, do jeito que elas querem. Muitas, nem sei o significado. Apenas saem, e se encaixam ali. Isabela Freitas diz que é o modo mais bonito de sentir. Escrevendo. Porque é como se o ato de colocar um sentimento em palavras, fizesse com que ele se concretizasse.

De certo modo, tenho essa mania chata de escrever sobre tudo. Fotografo, e escrevo sobre tudo, porque sei que no final, só sobram as memórias. Muitas vezes não consigo fotografar tudo, mas sei que sempre posso escrever sobre tudo. Sei que meus contos sempre podem ser criados da maneira que eu quero. Porque neles, os corações jamais se quebram e o tempo jamais passa, e isso é confortante. Sinto que talvez escrevendo sobre corações inquebráveis ou tempos congelados, a realidade passará a ser assim. Não poderia estar mais enganado, obviamente.

Mas é uma analogia engraçada. O gênio sai da lâmpada em uma espécie de furação, e realiza três desejos. Nossos sentimentos saem em forma de palavras, da mesma maneira. Será que nossos desejos mais profundos tem o poder de se realizarem assim também? Talvez não. Mas sempre podemos escrever, e as pessoas sempre podem ler, imaginar e dar vida àquilo. Ou talvez ninguém aguente mais ler esses textos de memórias, porque eles só importam para nós mesmos. Sempre queremos mostrar, mas raramente alguém vai lê-los porque realmente quer saber o que você sente. É difícil encontrar alguém que surpreenda numa quinta-feira a noite querendo ler aqueles textos manchados pelo seu próprio sono desregrado e eventuais lágrimas que caíram enquanto você dormia debruçado sobre o moleskine preto. É simplesmente difícil achar alguém capaz de surpreender.

Talvez seja mais difícil porque pedimos tempos de intervalo entre os eventos da nossa vida. Levamos a sério aquele ditado de que a vida é uma escola. Mas a verdade, é que não temos intervalo algum, tudo vai acontecendo de maneira sequencial, e se não tivermos atentos o suficiente, a oportunidade passa, assim como o ônibus que eu perdi porque estava perdido dentro dos meus próprios pensamentos nessa manhã. Acontece, sempre. Não precisamos de tempo, precisamos de ações, apenas. Precisamos enfrentar nossos medos, remendar nossas feridas, e seguir em frente.

Já vi amigos sendo julgados por emendar relacionamentos. Eu sempre era o único genuinamente feliz por eles, porque sei que tempo é relativo, e não podemos perder nada – se a oportunidade vem, agarre-a, sem julgamentos, ou neuras. Digo sempre que se estressar nunca vai adiantar nada, chorar talvez também só te deixe pior, mas quem consegue seguir os próprios conselhos? É como lamber o cotovelo. J.K. Rowling não virou bruxa escrevendo sobre bruxos. Cassandra Clare não virou Caçadora de Sombras, também.

É engraçado porque sentimentos são meio osmose. Passam do nada. Se estou triste, posso deixar alguém próximo de mim mal. O oposto também acontece. E como podemos evitar isso? Não podemos. Simples. Podemos sempre simplificar tudo, mas escolhemos complicar. Podemos sempre falar, mas preferimos esconder. Temos medo. Mas também temos amor. Até o mais frio de nós, tem amor. E é ele que vai passar por cima de tudo isso como um pincel passa sobre uma tinta aquarela. Manchando tudo e, talvez, formando desenhos bonitinhos…

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Crônica: A dor do crescimento

Nascemos chorando. É a primeira coisa que aprendemos a fazer, é a primeira coisa que realmente fazemos neste mundo – chorar. Talvez porque algum médico tenha nos feito chorar para “ativar” nossos pulmões. É o que minha vó diz. Talvez, porque de certo modo, saibamos que sair daquele lugar aconchegante que é nossa mãe, seja doloroso. Talvez, já saibamos que o mundo não realizará os nossos desejos.

Conforme crescemos, choramos quando estamos com fome, ou sujos, porque isso é o maior dos nossos problemas. Nossa mãe então, nos alimenta, nos limpa, e nos dá amor. Tudo está bem novamente, então dormimos, respirando fundo como se nada mais importasse. Porque na verdade, nada mais importa.

Depois, não choramos mais ao sentir fome ou quando estamos sujos. Simplesmente vamos lá e comemos, ou tomamos um banho. Mas choramos quando um marimbondo pica nossa mão e deixa aquele ferrão enorme entre as camadas da nossa pele, ou quando ralamos o joelho no asfalto. Aquela é a maior dor que podemos sentir, parece. Dói muito, então nos permitimos chorar.

Mas os machucados saram, e depois se tornam comuns. Ainda choramos, mas sempre dói mais na primeira vez. Chega a fase então, que nossos pais começam a moldar nosso caráter, então choramos ao sermos repreendidos. Choramos por não correspondermos às expectativas que eles botam em nós.

Chega então, a adolescência. Não choramos por fome, sujeira. Não choramos por expectativas não correspondidas porque já nos acostumamos a fracassar mais do que suceder. Já sabemos que esperam muito mais da gente do que realmente somos, então, se ficamos tristes, fica por essa mesmo. Não choramos, mais.

Também não choramos pela dor da picada do marimbondo, apenas retiramos o ferrão e chupamos o veneno. Um joelho ralado, também não é nada. Essas dores não chegam nem perto da dor que sentiremos ao ter nosso coração partido pela primeira vez, e então, choraremos como nunca antes. A picada do marimbondo, que doía como um inferno na infância, agora não chega nem a um incômodo. Porque a dor de um coração partido raramente passa com um remédio, ou quase que imediatamente com um band-aid de um personagem que gostamos.

Mas como toda dor, ela também passa, e com ela, passa o nosso choro. Paramos de chorar, e vemos que todas aquelas dores da infância eram apenas uma preparação para a dor final que chegaria na adolescência. Dor essa, que nos transforma, que nos tira a pureza e a inocência, mais que qualquer outro ato carnal. A dor de um coração partido muda as pessoas, as transforma. Talvez de uma maneira boa, talvez não.

Mas depois, aprendemos a juntar nossos próprios cacos, e nos fixar. Aprendemos a nos curar sozinhos, porque não é algo que nossa mãe pode fazer por nós. E é nisso que sentimos a dor do crescimento.

Lembra quando simplesmente acordávamos com o corpo todo doendo, e nossos pais simplesmente falavam isso é dor do crescimento? Era um alerta, um alerta de tudo o que viria a seguir, com a fase adulta. De todas as dores que viriam de brinde conforme ganhávamos o mundo.

Mas sabe o melhor de tudo isso? A dor passa. Não choramos mais por fome, não choramos mais pelo joelho ralado… Então, logo, não choraremos mais pelas decepções de um coração partido.

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Resenha: À Flor da Pele, Helena Hunting

Tudo na tímida Tenley Page intriga o tatuador Hayden Stryker de um modo que ninguém jamais conseguiu: do cabelo longo e esvoaçante com aroma de baunilha até a curva suave do quadril… E o interesse dele só aumenta quando ela pede que ele tatue um desenho incomum em suas costas.
Com seu jeito durão, Hayden é tudo que Tenley nunca se atreveu a desejar. A química entre os dois é instantânea e desperta nela o desejo de explorar o corpo escultural que há por baixo de tantas tatuagens. Traumatizada por um passado trágico, Tenley vê em Hayden a chance de um recomeço. No entanto, o que ela não sabe é que ele também tem segredos que o impedem de manter um relacionamento por muito tempo.
Quando os dois mergulham em uma relação excitante e enfim passam a confiar um no outro, lembranças e problemas batem à porta — e talvez nem mesmo a paixão entre eles seja capaz de fazê-los superar seus traumas.

Quando recebi “À Flor da Pele” em casa, logo me apaixonei. Não foi pela sinopse (na verdade, eu nunca nem tinha ouvido falar dessa série) mas sim pela capa maravilhosa (me atrevo a dizer que é uma das mais bonitas que já vi). Mas como aprendi a nunca julgar um livro pela capa (valeu pela lição, Easy!) fui interessada procurar saber mais. E confesso, me assustei demais com a notícia: são cinco livros!!!!!!!

Já comecei desconfiada porque achei um exagero! Conheço poucas outras séries que publicaram tantas sequências e o resultado disso pode ser ou maravilhoso (Harry Potter, Maze Runner) ou desastroso (A maldição do Tigre). Para sustentar cinco livros, a história tem que ser uma combinação de empolgante e misteriosa. Por exemplo: A Maldição do Tigre é uma história sensacional, e o primeiro livro da série é um dos meus favoritos da vida, mas ao esticar a história por muito mais livros que o necessário, eu senti que a história perdeu o fôlego e começou a embolar um pouco no meio de campo. Então pensei comigo como um livro new adult e sobre romance se estenderia tanto? Resposta: sendo maravilhoso.

Em A Flor da Pele, conhecemos Tenly, uma jovem que chega na cidade de Chicago para recomeçar. Após perder seu noivo e toda a sua família e amigos em um acidente, Tenly, se sentindo culpada e solitária se muda para um apartamento próximo ao seu novo emprego de meio período para se dedicar ao seu mestrado e esquecer de toda a solidão que carrega consigo. Determinada a afastar qualquer vínculo emocional e social com as pessoas (para não perdê-las de novo), ela vê seu plano ir por água a baixo quando conhece Hayden.

Hayden é completamente oposto ao seu ex noivo: um tatuador que não liga para regras ou em como se apresentar a sociedade. E é justamente isso que a atraí: a possibilidade de ser totalmente diferente, de se reconstruir. Ao se conhecerem, Tenley logo mostra a tatuagem que ela deseja fazer e essa aproximação é só um gostinho do quanto a sua vida vai mudar ao lado dele.

Qualquer tipo de alteração, seja para modificar as características físicas, como a cirurgia plástica, ou para decorar, como piercings e tatuagem, causa algum tipo de desconforto. Mas essa é a intenção, não é? É catártico porque é a promessa de mudança, de um jeito ou de outro.”

A Flor da Pele se desenvolve muito bem por diversos fatores. Entre eles, a narração compartilhada (um capítulo de Tenley e outro de Hayden) faz o leitor se solidarizar com todos os personagens e entender cada pensamento por trás das atitudes deles. Os personagens secundários também funcionam muito bem, sendo todos interessantes e participantes ativos da história do casal principal. A escrita é fluída (com algumas cenas bem 50 tons, vale ressaltar) e fácil. A edição está impecável com a capa mais linda do ano e a boa e velha folha amarelada.

Todo mundo tem cicatrizes,Tenley.Com sorte, elas permanecem só do lado de fora.

Ainda não sei se A Flor da Pele tem fôlego suficiente para se manter firme e nesse nível ótimo em mais quatro livros, mas após essa leitura sensacional, eu não duvido nem um pouco! Já estou ansiosa pelo próximo livro “Marcados para sempre“. Para quem se interessou ou quem já leu este título, a série conta com um ebook disponível na Amazon sobre os dois antes de se conhecerem “Doce tatuagem“. Leitura recomendada!

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Vlog: Nós voltamos!

Voltamos para o Youtube, BecoLovers! E neste vídeo, explico um pouquinho o porquê da nossa ausência, o que aconteceu nesse tempo, e mostro mais uma vez os livros que chegaram antes do nosso sumiço e mais alguns, que chegaram depois. Esperamos que gostem e não se esqueçam de dar joinha e se inscrever no canal, porque vai ter vídeo novo todas as semanas.