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Crítica: Death Note (2017)

A adaptação norte-americana do mangá/anime Death Note estreou nessa sexta-feira (25/08) no catálogo da Netflix. Dirigido por Adam Wingard e estrelado por Nat Wolf, o filme acompanha um jovem estudante, Light Turner (Nat Wolf), um jovem isolado e inteligente, que acha um caderno com um misterioso poder: o dono do caderno tem o poder de matar quem ele quiser apenas escrevendo o nome de sua vítima em suas páginas. O caderno pertencia ao deus da morte/shinigami, Ryuk (com voz de Willem Dafoe), e a criatura passa a explicar as regras do caderno para Light, que passa a usar o caderno como para matar criminosos, e assim “fazer um bem para a sociedade e o mundo”.

Light também tem o auxílio de Mia Sutton (Margaret Qualley), uma outra estudante, e juntos vão eliminando um criminoso por vez; e sob a alcunha de Kira, ganham o apelo popular, que torcem para que cada vez mais criminosos sejam punidos, e assim a “justiça” ser finalmente feita.  A onda de assassinatos chama a atenção de L ( Keith Stanfield), o maior detetive do mundo, que passa a investigar as misteriosas mortes.

O filme já sofria com várias polêmicas, mas a principal delas é o fato de eles usarem do artifício do whitewashing e colocarem um ator branco em vez de um ator asiático para protagonizarem o longa. A situação só piora devido a “desculpas” dos produtores que disseram que “não acharam um ator asiático que falasse inglês fluentemente”.   

Death Note dividiu opiniões antes mesmo de ser lançado, com pessoas achando que poderia ser uma boa adaptação, por ser um original da Netflix; outros já acreditando que o filme seria tão ruim quanto Dragon Ball Evolution. Estas últimas não poderiam estar mais certas, Death Note é um filme tão ruim quanto Dragon Ball Evolution, se não pior. Isso, é claro, se o enxergarmos como uma adaptação. Se assistirmos Death Note como um filme isolado, sem compararmos com o anime ou o mangá; ainda continua um filme muito ruim, porém que rende boas risadas.

Imagem: Netflix

ATENÇÃO: ALGUNS SPOILERS ABAIXO

Eu, particularmente, já estava propensa a achar Death Note um filme ruim, desde a escolha, mais uma vez, de “embranquecerem” um personagem oriental com a “desculpa” de que a história se passa no ocidente. Existem asiáticos nascidos nos EUA, e são tão americanos quanto o Nat Wolf. Porém, não irei me estender sobre o assunto, pois não tenho propriedade para isso, mas fiquem com um vídeo do canal Yo Ban Boo  em que eles explicam o quão errado foi a escolha de colocarem um protagonista branco. No vídeo eles também falam sobre o L ser interpretado por um ator negro, e como diferente da escolha de seu protagonista, essa troca de etnia foi válida:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=nhMMYfBXxqU&w=560&h=315]

No entanto, partindo do filme em si, Death Note é um filme com muitos problemas: desde um roteiro fraco, atuações medíocres (tirando Keith Stanfield, que fez o ótimo Get Out e a dublagem de Willen Dafoe) e uma trilha sonora que não condiz com as cenas do filme. E isso se o analisarmos como um filme isolado. Ao compararmos com o seu material de origem, o longa só piora. Temos um Light Turner emburrecido e que nem de longe lembra o estrategista frio, calculista e narcisista que Light Yagami é no anime/mangá. Não sei se foi uma má direção de Adam Wingard, mas Nat Wolf fez uma interpretação caricata que beira ao satírico, uma interpretação bem vergonha alheia.

Imagem: Netflix

A caricatura/sátira é algo presente durante todo o filme, desde a escolha da trilha sonora (nos créditos do filme toca The Power of Love, que você deve conhecer como O amor e o poder), as cenas de mortes bizarras, as interpretações cheias de caras e bocas, principalmente de seu protagonista, além de diálogos rasos e cheias de frases de efeito. Na cena em que Ryuk aparece para Light temos uma das cenas mais engraçadas da história dos filmes.

Não sei se a cena deveria ter esse efeito cômico. E é aí que está a minha dúvida quanto a produção do filme: Death Note é um filme muito ruim que não se leva a sério em nenhum momento ou é um filme muito ruim que se leva a sério até demais? Eu realmente quero acreditar que seja a primeira opção.

O romance entre Light e Mia é outro elemento mal trabalhado no filme, com a personagem confiando rapidamente no garoto, sem questionar (muito), o fato de ele possuir um caderno com o poder de matar pessoas e falar sozinho (só o possuidor do caderno pode ver Ryuk). Mia é a que ficou com a personalidade psicopata e narcisística de Light, querendo matar todos que ficavam em seu caminho. Era ela, inclusive, que deveria ter ficado com o caderno desde o início, quem sabe o filme seria “mais interessante” (se desconsiderarmos totalmente o anime/mangá).

Imagem: Netflix

L é o personagem que mais se assemelha a sua contraparte no anime e no mangá. Apesar do roteiro emburrecer e descaracterizar o personagem durante todo o filme, Keith Stanfield pegou os maneirismos e peculiaridades do personagem, e fez uma interpretação bem convincente do detetive, que no início do filme, é sim inteligente. Porém, o roteiro tem tantos furos, que o personagem começa a tomar atitudes não condizentes consigo mesmo; como por exemplo, em nenhum momento questionar como Kira matava as suas vítimas, fazendo que o fato de ele ter descoberto que Light era Kira irrelevante (além de ser visto como um maluco que cismou com um adolescente).

Imagem: Netflix

Em suma, Death Note é um filme muito ruim, e ao assisti-lo o encarei como um daqueles filmes trash de terror com elementos de comédia, o famoso terrir. E se o assistirmos dessa forma, até que o filme se torna divertido, e você não sente que perdeu 1h e 40 min da sua vida.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=R0BaQa0VNKk&w=560&h=315]

Death Note já está disponível no catálogo da Netflix.

Bienal
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Beco na Bienal: Quais são as diferenças da Bienal do Rio e da Bienal de SP? #16

Quando falamos em Bienal, já começamos a surtar e a morrer de ansiedade na mesma hora. Fazemos os maiores sacrifícios, quebramos os cofrinhos e vamos com a cara e a coragem garimpar promoções. Os paulistas, anseiam pela Bienal em São Paulo e até se matam em um ônibus de 8h de viagem para chegar no Rio. Os cariocas, contam nos dedos os dias pela Bienal na terra do Cristo. Mas, você sabe quais são as maiores diferenças entre as bienais? Nós, que já somos peritos em ambas, te contamos tudo baseado em nossas experiências.

1. A organização do evento
A Bienal de São Paulo, apesar de mais antiga, é organizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), uma entidade sem fins lucrativos que visa promover o mercado editorial brasileiro e cultivar o hábito da leitura. A CBL também é responsável pelo Plano Jabuti de Literatura. Ela começou em 1951, como uma simples feira do livro e em 1961, se organizou como Bienal. No entanto, somente a partir de 1970 que começou a ganhar o formato que conhecemos no dia de hoje.

A Bienal do Rio é organizada pela Prefeitura do Rio de Janeiro, em parceria com o Ministério da Cultura e com a Secretaria Municipal de Cultura. Começou há 36 anos atrás, nos salões do hotel Copacabana Palace, em 1983, e aos poucos, foi se transformando no maior e mais importante acontecimento editorial de todo o país.

2. O tamanho dos locais
A Bienal de São Paulo geralmente acontece no Parque de Exposições do Anhembi, que tem cerca de 74,5mil m², os estantes das editoras são um pouco mais enxutos e a Bienal acaba por não utilizar todo o espaço para exposição. O Riocentro, onde acontece a Bienal do Rio, tem cerca de 500 mil m² e seu espaço é dividido em cinco pavilhões, onde três são usados inteiramente para a Bienal! Se você já cansa na de SP, se prepara para andar muito na do RJ!

3. Os estandes
A maioria das editoras que nós amamos, tem sede no Rio de Janeiro. Sendo assim, fica muito mais fácil carregar infraestrutura, material de exposição e o gasto é consequentemente menor com os funcionários, que já moram no Rio. Por isso, elas acabam por produzirem espaços de exposição muito maiores que em São Paulo, e com mais variedades de livros. (Isso também explica o item anterior, onde em SP, apenas uma parte do pavilhão é usada, enquanto no Rio, ele é usado quase por inteiro).

4. As promoções
Sabe nos últimos dias de bienal quando dá a louca nas editoras e tudo entra em promoção? Então, elas são melhores na Bienal de São Paulo. Como a maioria das editoras são do Rio, o gasto de logística reversa, isto é, mandar de volta para o Rio todos os livros que estão em SP pode ser muito grande com o que sobrou, muitas vezes elas optam por vender a um preço bem mais baixo. E nós amamos. (Pode pechinchar, viu?) – E claro que também existem muitas editoras de SP, na Bienal do Rio. Por via das dúvidas, vale a pena pesquisar onde fica a sede de cada uma das suas preferidas e chegar com a língua afiada nos argumentos.

5. As parcerias
A Bienal de São Paulo, sendo organizada pela CBL e não diretamente pelo governo, tem uma abertura maior para fazer parcerias com blogueiros, youtubers, e pessoas do gênero. O Beco Literário mesmo participou da organização do ano passado, e isso pode render um evento que tem mais a sua cara, porque nós pensamos justamente no que gostaríamos de ver, e por isso, vocês também gostariam de ver. É tudo pensado com muito cuidado e consequentemente, podem vir mais autores que gostamos.

6. Os anos
As Bienais de SP sempre acontecem nos anos pares, enquanto as do Rio, sempre acontecem em anos ímpares. Sendo assim, todos os anos nós temos bienal! E isso é demais, porque é quase impossível esperar dois anos inteiros para encontrar os amigos, né?

7. Localização
A Bienal de São Paulo é feita no Anhembi, como falamos. O complexo do Anhembi, recebe shows periodicamente e fica muito próximo da rodoviária, contando inclusive, com um hotel lá dentro, o que é bastante cômodo para quem vai para ficar por vários dias. Os gastos com transporte podem ser um pouco menores, porque além de ter tudo lá dentro, o iFood tem ótimas opções por ali. Já o Riocentro, é um espaço apenas para o evento, e por isso, você pode precisar se deslocar para os hotéis que existem ali por perto, na Barra da Tijuca, que é um bairro nobre e pode ter preços um pouco elevados.

8. Lotação
A Bienal do Rio é quase três vezes maior em espaço que a de SP, então, VAI ESTAR MUITO LOTADO. O ideal é você ir de tênis e preparado, porque os espaços para descanso são 3x mais concorridos e as mesas para alimentação então, nem se fala.

9. Encontrar autores andando por aí
Na Bienal do Rio, as possibilidades são maiores! O lugar é imenso, muitas editoras fazem verdadeiras arenas dentro dos seus estantes e acabam por levar os autores para autografarem lá mesmo. Só que ele não chega voando, né? Então, as chances de você ver seu autor andando por aí antes da sessão de autógrafo no estande da editora, é infinitamente maior que na Bienal de SP, onde existem os espaços específicos para autógrafo com rotas de entrada e fuga muito bem escondidas. Eu mesmo encontrei a Julia Quinn andando pelo evento na última Bienal do Rio!

9. Conhecer outros blogueiros, amigos, youtubers…
Assim como as editoras, existem pessoas que são de SP e outras que são do RJ. Então, o legal de ir nos dois eventos é que você encontra com todo mundo! Existem inclusive muitos eventos que são feitos exclusivamente para esse fim. E ah, só mais uma dica: quando te oferecerem um mapa na Bienal do Rio, pegue! Se perder lá dentro é muito fácil.

E então, vocês conseguem lembrar de mais alguma diferença entre as duas bienais? Comenta aí pra gente!

Atualizações, Cultura, Filmes

Instituto Tomie Ohtake exibe filmes brasileiros ao ar livre

A área externa no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, vai virar uma sala de cinema ao ar livre! Como parte da programação do 4º Prêmio de Arquitetura, o instituto anunciou uma nova edição do Cine Fachada, que irá acontecer entre os dias 1 e 3 de setembro.

A programação reúne três produções nacionais, começando no dia 1 com o clássico Bye Bye Brasil (1979). No dia 2, será exibido O Som Ao Redor (2013), tido como um dos melhores filmes brasileiros dos últimos anos. E no dia 3, o filme Branco Sai, Preto Fica (2014) fecha a programação.

Bye Bye Brasil (Divulgação)

O Som Ao Redor (Divulgação)

Branco Sai, Preto Fica (Divulgação)

O Instituto Tomie Ohtake fica na Avenida Faria Lima, 201, no bairro de Pinheiros . As sessões  são gratuitas e estão programadas para começar às 19h30, com lotação de 150 pessoas. Para mais informações, clique aqui e acesse o site do instituto.

Assista a seguir os trailers de O Som Ao Redor e Branco Sai, Preto Fica.

Aplicativo Beagle
Aplicativo Beagle
Atualizações

Aplicativo garante melhor preço em compras para animais de estimação

Compras no shopping virtual podem ser feitas pelo site ou aplicativo do celular, em toda Grande São Paulo. Além da agilidade e compromisso com entrega, app Beagle garante o melhor preço da região

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 130 milhões de animais de estimação vivem nos lares brasileiros, muitos deles recebendo tratamento especial, como verdadeiros membros da família.

Pensando nos donos de animais que compõem esta estatística, e que provavelmente já passaram por apuros ao ver uma ração ou um medicamento acabar, em horários complicados de sair para buscar outro. O empreendedor Marcelo Bondezan criou uma solução para auxiliar os criadores de pets em suas rotinas diárias.

Atendendo inicialmente ao mercado da Grande São Paulo, o Market Place é voltado exclusivamente para os PETs. Trabalhando com multimarcas, o shopping virtual oferece linha completa de produtos, como comidas, remédios, brinquedos, roupas e acessórios.

Com toda comodidade e agilidade, é possível selecionar o PET que você tem (cãozinho, gatinho etc.), escolher o produto e receber em casa no prazo máximo de três horas. E o melhor: o sistema compara os preços do mesmo produto em diversas lojas na região da sua casa, e você escolhe aquela que oferecer o menor valor.

“O aplicativo Beagle é inovador, porque entende que criar um PET é divertido, mas exige seriedade. Se acabou, por exemplo, a ração, o animal precisa que o mesmo modelo seja reposto a tempo da próxima refeição”, explica Bondezan, lembrando que a sua loja virtual tem uma logística bem estruturada, contando no momento com 150 lojas credenciadas. “É tão fácil como pedir uma pizza”, compara.

Acessando o site www.aplicativobeagle.com.br ou baixando o app, em três cliques o cliente tem à disposição uma grande variedade de produtos. A plataforma conta hoje com mais de 12.000 itens PETs cadastrados.

Ao trabalhar com o estoque de diversas lojas, o sistema praticamente elimina o risco de não encontrar o produto desejado, diferentemente do que pode ocorrer em lojas físicas.  “Há uma infinidade de produtos, mas ninguém precisa fazer pesquisas. Assim como um cãozinho Beagle, o aplicativo farejará as melhores ofertas”, brinca Marcelo, informando que o consumidor recebe na hora o demonstrativo da compra, mas só pagará no momento da entrega.

Mercado PET

De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o faturamento do setor pet no Brasil em 2016 aumentou 4,9%, fechando em R$ 18,9 bilhões. Em 2015, o montante foi de R$ 18 bilhões.

Segundo a Abinpet, os números colocam o país na terceira colocação do ranking mundial, atrás apenas de Estados Unidos (com 42% do faturamento) e Reino Unido (6,7% do faturamento). As projeções apontam que o faturamento mundial do mercado PET em 2016 chegou a US$ 104,1 bilhões.

Atualizações, Música

Fire Fade: Tove Lo lança a segunda parte visual do álbum “Lady Wood”

Em outubro do ano passado, Tove Lo lançou o seu segundo álbum Lady Wood, junto com Fairy Dust, um curta de 31 minutos, que possuía as cinco primeiras músicas do álbum e a música What I Want For The Night (Bitches).

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=abZ0PXadpB0&w=560&h=315]

Hoje (25/08), a cantora lançou a segunda parte, de cerca de 21 minutos, do curta, intitulado Fire Fade, que conta com as canções Don’t Talk About It, Imaginary Friend, Keep It Simple, Flashes e WTF Love Is.

Ambos os curtas foram dirigidos por Tim Erem, e serve como uma continuação da primeira parte visual; mas enquanto o primeiro explora a sexualidade da cantora, essa segunda parte é mais introspectiva, explorando a parte mais obscura da mente de Tove Lo. Confiram:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Ku1nQl43CcE&w=560&h=315]

Fonte

Atualizações, Livros

Beco na Bienal: Especial Raphael Montes #15

Raphael Montes é um dos autores favoritos de toda a equipe do Beco Literário. E é muito claro o motivo de tanta adoração. Com três romances publicados, contos e uma coluna no Jornal O Globo, Raphael é o autor nacional mais promissor em muito tempo.

Nascido no Rio de Janeiro em setembro de 1990, venceu o Prêmio Benvirá de Literatura 2010, com apenas 20 anos. Na ocasião, teve o seu primeiro sucesso publicado pelo selo da Editora Saraiva. O livro Suicidas tirou o folego dos leitores que acompanhavam ao decorrer dos capítulos em um ritmo eletrizante a participação de jovens da elite carioca em um jogo de roleta-russa, o que os levou a tal situação e o desespero de suas famílias ao acompanhar a investigação policial após o ocorrido. Tudo isso em capítulos alternados que prendem a atenção de um modo pouco visto por aí. Não é à toa que a demanda pelo livro continua alta mesmo após 7 anos de sua primeira publicação.  Por isso, foi lançado neste mês de agosto uma nova versão deste best-seller, pela Editora Companhia das Letras.

Em 2014 chegou nas livrarias o sucesso Dias Perfeitos, que conta a história de ‘amor forçado’ entre Clarissa e Théo. O livro pode ser encontrado em 22 países e foi escolhido como “Livro do Mês” da Amazon americana, sendo aclamado mundialmente. O livro rendeu inclusive uma peça de teatro que estava com temporada em São Paulo há poucas semanas.

Raphael Montes é capaz de aliar a atmosfera de suspense de um filme de Alfred Hitchcock ao humor negro de Quentin Tarantino. – The Guardian

Apenas 1 ano depois foi lançado O Vilarejo, um livro de contos interligados que renderam a Raphael uma comparação (muito justa) com Stephen King. O ‘romance fix up terror’ como ele mesmo define era apenas uma amostra do que estava por vir.

No final do ano passado fomos agraciados com o lançamento de “Jantar Secreto”. O romance reflete bem a angústia de muitos jovens que experimentam o amargo gosto do fracasso aos 25 anos. No Brasil, a maior taxa de desempregados está nessa faixa etária. Mas isso é apenas um mero detalhe nesta história que envolve romance com prostitutas, mudanças de vida e acredite, canibalismo. Inclusive temos uma resenha bem completa, que você pode ler clicando aqui.

Raphael Montes está entre os mais brilhantes ficcionistas jovens que conheço. Ele vai certamente redefinir a literatura policial brasileira e surgir como uma figura da cena literária mundial. – Scott Turow

Montes apresenta na TV Brasil o programa Trilha de Letras, espaço onde proporciona um bate-papo com outros autores, booktubers e jornalistas. O programa vai ao ar todas as quintas-feiras ás 21:30.

No dia 2 de setembro, Raphael estará distribuindo autógrafos na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Será ás 18:00 no stand da Saraiva. No dia 5 de setembro, ás 17:30 terá sessão em São Paulo, na Loja Saraiva do Shopping Eldorado.

Se você ainda não conhece as histórias, aproveite! A Amazon está com os títulos do autor com desconto este mês, é só clicar aqui e aproveitar!

Taylor Swift
Taylor Swift
Atualizações, Música

Taylor Swift lança novo single, anuncia turnê e prévia de clipe

Taylor Swift lançou nesta madrugada o primeiro single de seu novo álbum, Reputation. A música “Look What You Made Me Do” foi lançada nesta madrugada e conta com sample da trilha sonora do filme Mean Girls.

Confira abaixo a música que serviu como sample para o single:

https://twitter.com/ultratwigs/status/900929661625974786

Esta é uma clara indireta para a cantora Katy Perry, que durante anos vem associando a imagem da personagem Regina George com Taylor. Como podemos ver, a rixa das duas cantoras segue firme e forte.

Nesta manhã o programa Good Morning America divulgou um teaser do clipe, que será lançado domingo, durante o VMA 2017:

A cantora também anunciou uma nova plataforma para venda de ingressos de sua turnê. Nos Estados Unidos é muito comum empresas privadas comprarem uma enorme quantidade de ingressos para determinados espetáculos e depois revenderem as entradas, com um preço 2x maior do que o valor normal deles. Para evitar este tipo de coisa e se certificar de os fãs conseguirão os ingressos com um preço justo, Taylor lançou a TaylorSwiftTix, um site onde o público se registra e mostra que é realmente fã: ao conectar suas redes sociais e demonstrar que ele tem divulgado as ações da loira, comprado o álbum e single, eles ganham prioridade na hora da compra. Ou seja, quando os ingressos forem lançados no mercado, estes fãs irão poder comprar primeiro, antes que eles se esgotem rapidamente por conta das tais ‘empresas’. Para se registrar basta clicar aqui.

https://www.youtube.com/watch?v=1i5B1asvFxY

O jeito é ficar de olho. Taylor veio com tudo e deve continuar com muitas novidades nas próximas horas.

Atualizações, Livros

Beco na Bienal: Especial Girls in the house #14

Você já deve estar acompanhando a nossa série de postagens sobre a Bienal do Livro 2017 que irá acontecer no Rio de Janeiro, não é mesmo? Nós separamos os assuntos mais interessantes desse mundo maravilhoso da literatura para deixá-los um pouco mais ansiosos para o evento desse ano.

2017 está sendo um ano de adoráveis surpresas para o entretenimento, com certeza, uma delas é a websérie “Girls in the house” criada, produzida, editada, dublada pelo seu curioso criador “Raony Phillips”, um carioca de criatividade ímpar.

O seriado que conta a história de quatro meninas, que trabalham na Pensão da Tia Ruiva já contabiliza mais de 100 milhões de visualizações no youtube, com direito até a criação de um spin off chamado “Disk Duny” com a personagem de maior destaque do seriado, Duny, é claro.

A série é inteiramente produzida com o jogo “Sims”, sendo esse um dos grandes atrativos do seriado, que acompanha um texto super ágil, dezenas de bordões e uma comédia onde é impossível não rir. Afinal, os núcleos do seriado são todos singulares e acompanham diversos personagens exóticos. Um dos personagens secundários da trama que ganhou grande repercussão no início da série é Irene, uma cabeleireira que ficou conhecida por literalmente raspar os cabelos de suas clientes, dando origem ao bordão popular “Eu tive Irene” fazendo referência ao cabelo das pessoas.

Depois do grande sucesso no Youtube, a “Simsérie” chegou a tv a cabo, através do canal TNT, que passou a exibir vídeos da personagem Duny interagindo com celebridades do universo pop envolvidas com grandes premiações. E finalmente chegou o momento em que o Youtube e a televisão ficaram pequenos demais para o sucesso GITH (sigla usada pelos fãs), pois a Editora Intrínseca anunciou que fechou um contrato com Raony Phillips para a criação do livro “Meu livro. Eu que escrevi.” que é narrado pela personagem “Duny”. Vamos conhecer mais do livro?

Duny (lê-se Dani) é uma celebridade de alcance mundial, alçada ao estrelato por seu imenso talento, inteligência, classe e beleza incomparáveis. Ou, pelo menos, era isso o que ela esperava da vida – que, no caso de Duny, se resume basicamente a um loop infinito de lacres, barracos e baixarias cometidos em busca da fama. Meu livro. Eu que escrevi é o maior deles.

Conhecida dos fãs principalmente por trabalhar e morar na Pensão da Tia Ruiva e ser uma das estrelas da websérie Girls in the House, Duny hoje comanda também o reality show investigativo Disk Duny e é comentarista on-line de premiações como o Oscar e o Grammy para uma grande rede de TV, mas ela já passou por muita coisa nessa vida: da humilhação pública de fazer agachamentos em trajes sumários num programa de auditório a fingir que suporta crianças só para ser babá da filha de uma artista famosíssima e ficar um tantinho mais perto dos maiores nomes da música pop.

Se valeu a pena? Para Duny, ainda vamos saber. Mas, para quem lê essa autobiografia recheada do início ao fim com o melhor da ironia (ou grosseria) moderna e total ausência de preciosismo vernacular, vale cada página.

O livro foi lançado em agosto deste ano e já é um grande sucesso de vendas. Agora, para completar o seu lançamento, o autor Raony Phillips estará presente na Bienal do Livro 2017 no Rio de Janeiro no dia 09 de setembro às 15h para participar da ARENA #SEMFILTRO que é um espaço dedicado para todas as idades debaterem diversos assuntos. Programe-se para garantir um dos 400 lugares, pois o acesso à Arena #SemFiltro é feito através de pulseiras distribuídas no dia de cada apresentação, em horário a ser divulgado na Central de Senhas da Bienal Rio.

Atualizações, Filmes

Lançamentos de Setembro na Netflix

A Netflix divulgou a programação para o mês de setembro e seus destaques. Como já sabemos, setembro é o mês em que a maioria das séries retornam com novas temporadas recheadas de episódios inéditos, além de disponibilizar novas séries originais no streaming.

Setembro nem chegou, mas já consideramos pacas!

Para os fãs que não aguentavam mais esperar pela volta de suas séries preferidas, como Gotham, Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D, Greys Anatomy, Once Upon a Time, Jane the Virgin, How to Get Away with Murder  irão ter suas temporadas atualizadas. Entre as séries originais está o lançamento da 3ª temporada de Narcos.

Nos lançamentos dos filmes estão Amor.com, A escolha Perfeita 2, Ted 2, o longa Insurgente entre outros. Ainda, para quem curte especiais musicais, serão lançados George Harrison: living in the material world, Foo Fighters: back and fourth e Whitney: can I be me, contado sobre as trajetórias, as músicas e os sucessos desses artistas.

Confira a lista com as novidades do catálogo do mês de setembro na Netflix:

Séries

1º de setembro

 Aquarius (1ª e 2ª temporadas)

Gotham (3ª temporada)

Grey’s Anatomy (13ª temporada)

Jane the Virgin (2ª temporada)

Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. (4ª temporada)

Narcos (3ª temporada)

Once Upon aTime (6ª temporada)

Pokémon the Series: XYZ (1ª temporada)

8 de setembro

 Bojack Horseman (4ª temporada)

Greenhouse Academy (1ª temporada)

15 de setembro

 American Vandal (1ª temporada)

16 de setembro

 How to Get Away with Murder (3ª temporada)

22 de setembro

 Fuller House (novos episódios)

25 de setembro

 DC’s legends of tomorrow (2ª temporada)

Star Trek: Discovery (1ª temporada)

Supergirl (2ª temporada)

29 de setembro

 Big mouth (1ª temporada)

 

Filmes

1ª de setembro

 Amor.com

Neve Negra

Papéis ao Vento

4 de setembro

 A Escolha Perfeita 2

Ted 2

8 de setembro

 #RealityHigh

15 de setembro

 First They Killed my Father

20 de setembro

 The Divergente Series: Insurgent

22 de setembro

 6 dias

Amores Canibais

29 de setembro

 Nossas Noites 

 

Especiais Musicais (documentários)

1ª de setembro

Surfar Por Uma Nova Vida

3 de setembro

 Whitney: Can I Be Me 

5 de setembro

 Marc Maron: Too Real

15 de setembro

 Foo Fighters: Back and Forth

George Harrison: Living in the Material World

19 de setembro

 Jerry Before Seinfeld

Tá ansioso? Conta para a gente qual é o seu filme e/ou sua série preferida na Netflix!

Origem, Dan Brown
Origem, Dan Brown
Atualizações, Livros

‘Origem’, novo livro de Dan Brown, será lançado em outubro

Origem, o quinto livro protagonizado por Robert Langdon será lançado em outubro pela editora Arqueiro. Nesse novo volume, o protagonista passará pelas cidades espanholas Barcelona, Bilbao, Madri e Sevilha.

 Dan Brown é conhecido pelos sucessos Anjos e Demônios (2000), O Código Da Vinci (2003), O Símbolo Perdido(2009) e Inferno (2013). Langdon conhecerá o  Mosteiro de Montserrat, a Casa Milà e A Sagrada Família, em Barcelona. Em Bilbao, ele passará pelo Museu Guggenheim, o Palácio Real em Madri e a Catedral de Sevilha. Dan Brown sempre utiliza os cenários de seus livros como peça chave para o entendimento da história.

Em uma entrevista, Brown afirma que escolheu a Espanha como cenário porque foi o primeiro país que ele visitou. Além disso, para ele, o país apesar de possuir uma rica tradição não deixa de mirar no futuro.

De acordo com ele, Langdon assistirá um anúncio no Museu Guggenheim em Bilbao que mudará os rumos da ciência para sempre.

O romance “Origem” tem estreia marcada para o dia 5 de outubro.