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Em parceria com o Google, Lionsgate lança websérie sobre Jogos Vorazes

A Lionsgate, em parceria com o Google, lançou uma websérie sobre Jogos Vorazes para promover o penúltimo filme da série, “A Esperança – Parte 1”.

District Voices é a última campanha para promover o filme Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, franquia que até agora já arrecadou mais de 1,5 bilhões de dólares nas bilheterias do mundo todo. De acordo com a produtora, a websérie terá cinco episódios que serão postados no YouTube e funcionarão como uma “janela” para o mundo de Panem.

Cada um dos cinco episódios foi criado por um canal diferente cujo conteúdo se enquadra dentro das atividades de um setor específico nos distritos de Panem. Os vídeos foram produzidos e filmados pela equipe do YouTube LA, de Los Angeles e serão apresentados como parte da programação da Capitol TV, rede de televisão sancionada pelo governo da Capital.

District Voices pode ser vista diretamente no site da Capital e também pelos canais no YouTube.

Jogos Vorazes: A Esperança Parte 1 tem estreia no Brasil marcada para o dia 19 de novembro, um dia antes da estreia mundial.

Fonte: The Slanted

Imagem: Divulgação.

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Conheça o livro "Mademoiselle Zaira", de Mário Vicente

Um feto conta, a partir de uma carta anônima, o drama da mãe que, aos 15 anos, vê-se aprisionada num convento da capital, um mês após ser violentada.

Romance baseado em uma nota (notícia) de jornal, o autor cria uma narrativa densa, envolvente e instigante, permeada de suspense, mas sem perder a sensibilidade ao retratar o drama de uma adolescente nos Anos Dourados.

Abandono, tristeza, decepção e perigos marcam a trajetória de mãe e filho, tragicamente separados ainda na maternidade. Até onde iria uma mãe, desenganada pelo próprio pai, para reencontrar o filho?

Mademoiselle Zaira, fala de temas difíceis e profundos: violência sexual, abandono, rejeição, vingança, preconceito, fidelidade, amor

Saiba um pouco mais sobre o autor, Mário Vicente:

mario livros
Brasileiro, divorciado, jornalista, publicitário e escritor, nasceu em 05 de dezembro de 1960 em Cascavel, oeste do Paraná. Filho de um amante da música e do futebol, Santos Vicente (morto em 2001), que sustentava a família com sua oficina mecânica para bicicleta, motocicletas e também acordeon, e de Alvina Versino (aposentada). Mário tem uma filha, Aloha Bazzo Vicenti, pela qual alimenta um amor incondicional, um sentimento que transcende toda e qualquer dificuldade e que o leva a valorizar cada momento vivenciado na comunhão familiar, juntos ou mesmo distantes.

Na infância, Mário queria ser músico. Contagiado pelos dotes artísticos do pai, compunha, em seus cadernos escolares e em papeis que entregava ao pai, letras e poemas para serem musicados, sem nunca ter tido um resultado efetivo, apesar de suas boas intenções. Mais tarde, alimentou o sonho comum a muitos meninos: ser jogador de futebol. Conseguiu, aos 11 anos, um teste no Atlético Paranaense em Curitiba, mas foi barrado na última hora pelo próprio pai, que o queria estudando em Cascavel para ser engenheiro civil, como também para ajudar a cuidar da primeira irmã, Rosangela. Aos 13 anos, foi morar com uma tia em Blumenau – Santa Catarina, onde passou dois anos de sua adolescência entre o futebol e o trabalho numa pequena tipografia de um parente.

Aos 15 anos, trabalhou no jornalismo, quando foi assistente de fotografia de um dos primeiros jornais diários de Cascavel, no Paraná, na década de 70. O autor já escreveu uma peça de teatro amador nos anos 80: Nossa vida leviana, a qual falava sobre drogas e aborto. Publicou seu primeiro livro, de crônicas e poesias, “Natureza clandestina”, em 1987, com prefácio de Ignácio de Loyola Brandão.

Enquanto amadurecia sua veia literária, buscou novas experiências para se fortalecer e adquirir conhecimentos como pessoa e como profissional. Fundou, juntamente com outros escritores e pessoas ligadas ao mundo artístico da cidade, o MOLICA – Movimento Literário Cascavelense, em 1987. Foi sócio-proprietário de um jornal para o segmento automobilístico em São Paulo, capital, entre 1988/89 até decidir sair do país após o choque econômico da gestão presidencial Collor de Mello.

O autor viveu por quatro anos, no início dos anos 90, em Los Angeles, na Califórnia, onde teve oportunidade de fazer contatos para uma breve incursão no cinema, auxiliando em roteiros e aprendendo fotografia cinematográfica e retomou seu contato com o escritor Ignácio de Loyola Brandão, trocando cartas que o auxiliaram na construção de um ideal: seguir a carreira de escritor.

Retornando ao Brasil, escreveu e gerenciou uma revista regional, em Cascavel, ao longo de um ano. Em 1995, assumiu a assessoria de imprensa e marketing de uma das maiores Cooperativas do Brasil, a Copacol, na qual trabalhou por 11 anos e desenvolveu toda a estratégia de marketing da empresa, colocando-a em constante evidência no cenário nacional dentro do segmento frango. Nesse período, o autor também escreveu, dirigiu e produziu todas as campanhas da empresa para a televisão, em película (35mm), quando dirigiu pessoas famosas: o humorista Geraldo Magela, o ceguinho de Belo Horizonte, a ginasta Daniele Hypólito, o goleiro Taffarel para citar alguns dos mais conhecidos. Escreveu todos os jingles e o hino da empresa, usado formalmente nos eventos internos da cooperativa.

Ainda na empresa, Mario decidiu montar seu próprio jornal no interior do estado, o jornal Integração, em 2004.  Nesse mesmo ano, assessorou na produção e coordenação de campanha de um candidato a prefeito da cidade de Cafelândia.

Por curiosidade, inquietação e constante busca por aperfeiçoamento, Mario viajou para vários lugares dentro e fora do país, onde aprendeu a olhar para as pessoas considerando as diferenças, relativizando e valorizando cada cultura, procurando se despir de preconceitos e melhorando sua forma de ser humano.

Em 2007, resolveu fazer um ano sabático. Saiu da empresa (cooperativa) para fazer os 800 quilômetros do Caminho de Santiago da Compostela, o qual se inicia na França e passa pelo norte da Espanha. Essa foi uma atitude determinante em sua vida e carreira, um rito de passagem que o marcaria de forma indelével. Depois da caminhada, ele escreveu seu primeiro romance: “O homem que chorava”, publicado de forma independente em 2008, quando vendeu cerca de 800 exemplares. Foi quando decidiu apostar definitivamente na carreira de escritor, mantendo seu jornal como base de apoio e sustentação, para poder, finalmente, dedicar-se à literatura.

O autor é formado em economia pela UNIOESTE, Universidade Estadual do Oeste do Paraná, pós-graduado em marketing e propaganda pela Univel e tem um MBA em Cooperativismo pela FGV.

Em 2011, escreveu, sob encomenda, o livro comemorativo da Copacol: Copacol: 50 anos na vanguarda do cooperativismo, lançado em fevereiro de 2013 com tiragem de 10 mil exemplares. Em 2013, também escreveu a história do Sicredi: Sicredi Nossa Terra 25 anos, lançado em março de 2014.

Mario Vicente lançará, muito em breve, com satisfação e entusiasmo, o seu quarto livro e o segundo de ficção: Mademoiselle Zaira, o qual levou o autor a fazer pesquisas numa cidade litorânea, instigado por uma nota publicada em jornal que lera há alguns anos sobre o caso de uma menina violentada na época do carnaval de 1957. Foram mais de dois anos até finalizá-lo, além das pesquisas científicas sobre regressão e seus diferentes métodos para validar seu personagem e a narrativa peculiar, sob a perspectiva do feto.

Se interessou por Mademoiselle Zaira? Leia um pequeno trecho exclusivo do livro!

Em sua efêmera juventude, nossa involuntária união transforma a vida dela em um mar de angústia e revolta. Por isso, a aprisionaram nas muralhas da fé, distante de sua terra natal e sem que entendesse a nódoa que acabou com sua dignidade, deixando o desespero tomar conta dela a ponto de aumentar a dimensão de seu problema: eu, que estou nessa redoma líquida tal como uma sentinela do conflito, sobrevivendo às suas fracassadas tentativas de abortar nossa insólita jornada.

Sinto sua raiva homérica, porém não entendo essa voz plangente que assombra minha alma e não aceito entregá-la sem qualquer resistência, à mercê do destino, pois ainda há um sopro de esperança no fino fio de vida que nos une. Tento me aninhar nesse ambiente angustiante, onde às vezes me confundo em pensamentos, quando frio e calor se misturam em uma estranha sensação e todo movimento soa aterrorizante, ligando o sinal de alerta que por duas vezes nos fez despertar de um grande pesadelo.

No primeiro deles, quando era um embrião e ela nem me sentia; tudo aconteceu tão rápido que só reagi minutos depois. Na rotina de nosso alimento, absorvi o fel de sua ira em uma transfusão barulhenta de vários movimentos que, naquele momento, imaginei monstros navegando em um mar amargo de ideias alucinantes, seres que criavam asas, abriam-se presas e fumegavam nos olhos um fogo que incendiava o âmago da existência. Então me revirei em protestos e tentei dar chutes, gritava sem parar e, em um ímpeto de susto, arregalei os olhos marejados de medo. Por sorte, um anjo da guarda surgiu e os movimentos bruscos cessaram; acalmei-me ao ouvir uma voz abafada confortando mamãe. Nesse instante, deixei-me levar pela sublime harmonia.

Não bastasse essa desesperada tentativa de ela dar fim à própria vida, dias depois, era eu quem testava os limites da sobrevivência. Tomado por um sentimento estranho, quis brincar com minha insignificante existência de apenas quatro meses imaginando que pudesse acabar com o sofrimento em nosso elo vital. Foi quando imaginei aquele cordão que nos unia, dançando à minha frente, feito uma serpente venenosa e, sem um pingo de medo, criei coragem para enfrentá-lo. Apertei-o com minhas minúsculas mãos, na ânsia de cessar a passagem de oxigênio e mergulhar em um sono eterno, até que me dei conta do livre-arbítrio e escolhi seguir em frente, mesmo sem saber o que o destino reservaria para nós.

Nossa vida foi demasiadamente conturbada, principalmente porque mamãe foi internada em um convento da capital, a mando de sua abastada família da cidade de Sollares, largando para trás o belo litoral de sua adolescência perdida. Apesar de todo o dilema que se formava, sobrevivi absorvendo qualquer tipo de sentimento em seu imaculado ventre, o qual um dia fora manchado pela força bruta e pela covardia humana.

Foi assim durante oito meses e, além das tentativas forçadas de romper nosso cordão umbilical, depois, quando nasci, nossa vida ficou ainda mais tortuosa, serpenteando pela inércia do destino em caminhos paralelos por longos dezoito anos.

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Conheça o livro "Cheiro de Sonho", de Carolina Hermanas

Às vésperas de sua formatura do ensino médio, Florisbella – ou Flor, como gosta de ser chamada- recebe uma notícia pela qual sonhou a vida inteira: ela vai para NY, a cidade dos sonhos! Mas como nada é perfeito, Flor se vê em meio a um impasse: correr atrás de seu maior desejo ou resolver sua relação com o apaixonante Artur, seu namorado, o único que a faz esquecer-se de toda a loucura que a envolve? Será que vale a pena deixar toda uma vida para trás? Sua família, seus melhores amigos – Vitor e Bia – e seu grande amor?

É nessa hora que um anjo, ou melhor, John, um ruivinho de cabelos encaracolados e frases cheias de certezas, aparece em sua vida. Em sua porta, para ser mais exata. Num momento em que todo o seu mundo parece desabar num piscar de olhos. Flor, mesmo relutante, decide acompanha-lo e vai em busca de seus sonhos, porém acaba encontrando muito mais numa viagem que poderá mudar todo o seu destino.

Novos amigos, amores, histórias… Mas tudo tem o seu preço. A sedução, o luxo, a fama instantânea e muitas outras magias que a cidade oferece estarão ao seu alcance. A grande questão é: será que ela está preparada para viver uma nova vida regada de mentiras, traições, amores e desilusões? Embarque com Flor nessa viagem para NY. A cidade onde tudo pode acontecer…

Saiba um pouco mais sobre a autora, Carolina Hermanas:

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Carolina Hermanas. 21 anos da idade. Estudante de Letras na UNIP. Escritora desde os treze anos de idade(culpa da mãe). Filha caçula. Poetisa. Integrante do grupo “Poetas do Tietê”. Ganhadora em nono lugar( entre os dez colocados) no concurso de contos da UNIP. Publicou o conto “Eu Queria Que Estivesse Aqui” num projeto paralelo chamado “Palavra É Arte”, criado pelo Gilberto Martins. E finalmente, lançou um livro de romance chamado “Cheiro de Sonho” publicado pela Editora Multifoco.

Leia também, um trecho exclusivo do livro:

“Meu nome é Flor. É. Eu sei. Não sei por que minha mãe me deu o nome de Flor. Acho que quando olhou para os meus olhos cor de mel, pensou:
— Oh minha cute-cute, minha florzinha… Oh, wait — ela diria com seu sotaque britânico horrível, mas minha mãe não é britânica, apenas finge ou quer ser uma, não sei ao certo. — Talvez essa linda menina seja uma jardineira quando crescer.
E bang, nome criado genialmente pela britânica falsificada (leia-se: mãe). No meio de tanta loucura, há uma ironia ao dizer que faculdade escolhi fazer depois da formatura do colégio. Ah sim, meu sonho sempre foi fazer Jardinagem e Paisagismo. E isso, antes da minha mãe começar com aquele velho papo de querer reunir a “grande” família para jantar aos domingos. Depois disso, dessa obrigação semanal, minha mãe destacou alguns pontos importantes da minha infância:
(Um) Eu sempre gostei de flores e, segundo ela, CHEIRAVA a flor. E daí eu penso que gosto muito de margarida… Será que tenho cheiro de margarida! ?
(Dois) Minhas mãos sempre foram ásperas, o que dá a entender que nasci sendo uma trabalhadora. Jardineiros têm mãos horríveis pelo fato de passarem quase o dia todo manuseando um monte de terra.
(Três) Eu amava assistir Globo Rural. Mas quem não gosta? Gente, eu só gosto de mato, paz e tranquilidade. Mas isso não é um agradecimento do tipo “Ei mãe, eu adoro passear pela rua e escutar alguém dizendo Flor e olhar para essa pessoa com cara de retardada porque eu sempre acho que estão me chamando.”.
Mas sabe o que é pior? Eu não me chamo Flor exatamente. O nome completo é Florisbella Amácia.
No final das contas, foi assim que meu nome nasceu. Ou eu.”— Vamos prometer de frente para o sol que está se deitando agora? — ele perguntou, olhando através da minha janela e sorrindo sozinho. — Que estaremos juntos como duas almas encontradas no meio do deserto, ou algo assim Eu li isso em algum lugar.
Com o nariz encostado no dele e um sorriso se abrindo como um diamante virando pó e caindo sob nossos rostos, sorri e repeti: — Almas gêmeas no deserto — e olhamos juntos o sol deitando-se como um ser humano normal. A sua claridade quase nos deixou cegos, mas também demasiadamente apaixonados.

Para comprar o livro, clique aqui. Visite também: Blog da AutoraSkoobPágina no FacebookTwitter

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Conheça o livro "Notas Suicidas", de William Eloi

“…Certo dia tomado por uma febre desconhecida…”

Dessa forma se inicia o romance de estreia de William Eloi, “Notas Suicidas”. No dia em que o seu personagem narrador “Eriberto”, entre um frenesi santo e o espírito do tempo; ao exemplo da geração facebook, decide dar a si mesmo uma importância ao qual nunca teve; descrevendo as imagens que compuseram a história de sua vida até o momento, em suas notas. Eriberto, à medida que (revisita) apresenta ao leitor a essas imagens, dá início também a uma jornada de autodescoberta, violenta e insana, levando o espectador incauto à vertigem do precipício que cada alma pode oferecer…

Conheça um pouco mais sobre o autor, William Eloi:

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Nascido no litoral paulista (Guarujá) em 1978, sob o signo de aquário. Radicado em Natal desde 1984. Ex-membro da banda de rock Electrilove (1998–2002) com quem gravou o Ep “Strange thing called Electrilove”. Participou da extinta HQ Hollos, como desenhista e argumentista. Vencedor do concurso de poesias “Um raio de poesia”, em 2008, com o poema “15 minutos”, promovido pela Faculdade de Excelência Educacional do Rio Grande do Norte. Tem como principais influências literárias Henry Miller, Jean Genet e o grupo “Calçada quatro”. Notas Suicidas (Uma novela experimental) é o seu primeiro romance. Trabalha neste momento em um livro de poesias com o título provisório de “O caderno das coisas insignificantes.”

Gostou da proposta do livro? Para comprá-lo, basta clicar aqui.

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Confira o novo clipe de "Homens, Mulheres e Filhos", com Ansel Elgort

Um novo clipe do longa Homens, Mulheres e Filhos, com Ansel Elgort (Gus, em A Culpa É das Estrelas), foi divulgado recentemente. O filme tem lançamento previsto para 4 de dezembro deste ano e é dirigido por Jason Reitman. Confira:

Adultos, adolescentes e crianças amam, sofrem, se relacionam e compartilham tudo, sempre conectados. A internet é onipresente e, nesta grande rede em que o mundo se transformou, as ideias de sociedade e interação social ganham um novo significado. Algumas situações como um casal que não tem intimidade; uma garota que quer ser uma anoréxica melhor; um adolescente que vive em num mundo de pornografia virtual, fazem o expectador repensar a relações humanas.
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Tom Felton estreará como cineasta em documentário exclusivo sobre fãs

Fãs do Tom Felton, fiquem ligados! De acordo com o site Digital Spy, o intérprete de Draco Malfoy nos filmes da franquia Harry Potter estreará como diretor em um documentário exclusivo para o canal britânico BBC Three.

Em uma série de seis episódios, Tom mostrará várias convenções de fãs e contará com entrevistas exclusivas. Tom Felton: Meet The Fanatics, será filmado nos dias 8 e 9 de novembro em uma convenção que acontecerá em Tulsa, Oklahoma, nos Estados Unidos e 22 e 23 de novembro na Inglaterra.

Ainda não há datas de estreia nem informações mais específicas, mas fiquem ligados!

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"Os Instrumentos Mortais" virará série de televisão – saiba tudo!

Depois do fiasco do primeiro filme, Cidade dos Ossos, a produção da sequência dos filmes da série Os Instrumentos Mortais foi praticamente suspensa, o que deixou os fãs desesperançosos com relação a uma possível continuação. Veja o cronograma de adiamentos aqui.

No entanto, em uma entrevista publicada pelo jornal alemão Süddeutsche Zeitung, representantes da Constantin Film, disseram que a série será readaptada para a televisão, em formato de seriado. Até o momento, temos poucas informações além da confirmação, mas fiquem ligados no Beco Literário, postaremos assim que saírem novidades!

Apesar de ainda não ter emissoras ligadas ao projeto, a série já está em desenvolvimento e deve entrar em produção no próximo ano. Temos Ed Decter como autor e showruner.

Cassandra Clare também comentou estar animada com essa segunda chance de adaptação que seus livros terão. Não demorou até que a especulação para os novo cast começasse. Ainda não temos confirmações, no entanto, podemos esperar que não continuem os mesmos atores já que, muitos já possuem suas agendas lotadas ou não possuem disponibilidade para projetos grandes como série de TV.

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Novos stills de Harry Potter jamais vistos são liberados!

O site MoviePilot publicou há poucos dias, novos stills de diversos filmes de Harry Potter, jamais vistos pelo público. Alguns parecidos já haviam sido divulgados, mas há outros que são extremamente novos. Confiram clicando nas miniaturas abaixo:

Harry Potter e o Cálice de Fogo

Harry Potter e a Ordem da Fênix

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1

Demais, não? Já tinham visto todas as fotos ou tiveram surpresas? Comentem!