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Rick Riordan, autor de Percy Jackson
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Rick Riordan dá novos detalhes sobre produção de “Percy Jackson”, veja!

A nova produção de Percy Jackson vem aí e já foi até confirmada pelo autor da série, Rick Riordan!

No último domingo, 13, o autor Rick Riordan escreveu em seu site alguns novos detalhes sobre a produção da série de Percy Jackson, a ser realizada pelo Disney +. O projeto iniciou em abril, depois de muitos atrasos.

+ Rick Riordan critica os filmes da saga Percy Jackson

Apesar de não ter muitas novidades sobre a produção, Riordan disse que o serviço de streaming da Disney ainda está em busca de um diretor para os episódios. Com isso, o autor listou vários pré-requisitos para que alguém possa dirigir a série, evitando os fracassos cinematográficos do passado com O Ladrão de Raios e o Mar de Monstros.

Para o autor Rick Riordan, o profissional deve ser alguém com espaço na agenda para se dedicar a Percy Jackson e ter o temperamento estável, como se fosse um professor para que tenha paciência ao lidar com as crianças do set, que interpretarão os protagonistas. Parece que, dessa vez, vão acertar na idade dos atores. Oremos!

Além disso, o diretor deverá se atentar ao tom em que a história é contada para que possa reproduzir com fidelidade para a TV.

A série ainda segue sem data de estreia programada no Disney +. E para você, quais são os pré-requisitos para se trabalhar com PJO?

Jaqueline Vargas, autora de Sessão de Terapia
Livros, Séries

Jaqueline Vargas no topo: a autora por trás de Sessão de Terapia

A autora Jaqueline Vargas vive um momento especial na sua vida. Reconhecida pelos grandes trabalhos na TV, ela comemora o sucesso da nova temporada de Sessão de Terapia e o lançamento do primeiro livro de poesias, “Aquela que não é mãe”, pela Buzz Editora.

A quinta temporada da série “Sessão de Terapia” estreou no começo deste mês na Globoplay e já está sendo um sucesso tanto de audiência, como de repercussão nas redes sociais. Um dos grandes destaques é o retorno de Rodrigo Santoro às produções brasileiras, contracenando com o protagonista, Caio Barone, interpretado por Selton Mello. A participação do seu irmão na vida real, Danton Mello, também foi elogiada.

“Essa capacidade que o seriado tem de levar o público para um consultório de terapia, através dos personagens, dismistifica questões da saúde mental. Faz com que as pessoas entendam que a solução pode ser mais simples do que se imagina e que não é uma coisa para poucos, como muitos acreditam”, declarou.

As novidades não pararam por aí. Jaqueline Vargas acabou de lançar o livro de poesias, que traz reflexões sobre uma questão apresentada às mulheres desde a infância como algo essencial à existência: a maternidade. “Aquela que não é mãe” mostra, primeiramente, a mulher que queria ser mãe, depois, a que é filha, e, por último, a mulher que não é mãe.

“Ser mãe era ser aceita em muitos lugares, mas, me lendo, percebi que fui me aceitando e de repente esse é o aceite mais importante que podemos nos autorizar. Então, surgiu esse pequeno livro que tomou vida e concretizou. Desejo que você conheça esse fragmento meu, de uma falta que virou parte e de uma parte que não dói mais”, disse.

A autora, que sempre é reconhecida por seus trabalhos na área audiovisual, pelo seu roteiro diferenciado em diversas produções para TV e cinema, se jogou pela primeira vez no universo da poesia, algo que surgiu de forma bastante natural. “Eu sempre escrevi e tenho muitos poemas, mas nunca havia mostrado pra ninguém. Era uma escrita só para mim, privada mesmo, mas que achei que era hora de compartilhar”. E mandou muito bem!

O diabo veste prada
Filmes, Séries

“O Diabo Veste Prada” vai ter continuação? Veja o que a autora disse

A autora do livro que inspirou o filme “O Diabo Veste Prada” confirmou hoje que existem conversas com produtoras sobre uma possível sequência do filme, que poderia ser tanto em filme, quanto em série.

Lauren Weisberger, que escreveu os livros homônimos, conversou com a revista Entertainment Weekly e disse que a possibilidade da sequência não está descartada: “Houve muitas conversas sobre isso. Não diria que está fora de cogitação”.

O filme “O Diabo Veste Prada” foi um grande sucesso de bilheteria desde o seu lançamento, em 2006. Estrelado por Anne Hathaway, Meryl Streep e Emily Blunt, o longa conta a história de Andy, uma garota recém-formada em jornalismo que começa a trabalhar na revista de moda Runway.

A entrevista concedida ao EW aconteceu durante um reencontro do elenco do filme e além de nos dar esperanças (seria nosso sonho uma continuação?!) também falou um pouquinho sobre o processo de gravação, como as personagens foram desenvolvidas, como foi o trabalho… Principalmente na relação entre Miranda (Meryl) e Andy (Anne), que movimentam toda a trama da história e também deram o que falar no mundo aqui fora.

A franquia “O Diabo Veste Prada” levantou bastante polêmica na época em que foi lançada devido aos rumores de que a história seria um relato real da autora ao estagiar na Vogue, dos Estados Unidos, ao lado de Anna Wintour (editora-chefe, que fora interpretada por Miranda).

O livro 2 já foi lançado e leva o nome de “A Vingança Veste Prada”, pela mesma autora. Será que veremos uma adaptação dele para as telonas (pós-pandemia) ou para a TV, em formato de série? Confesso que qualquer um dos dois seria maravilhoso pra mim!

E você, qual prefere? Escreve aí nos comentários!

cassino
Livros, Séries

Cinco livros para amantes de cassino

As luzes do cassino já deram o ar de sua graça nas telas dos cinemas, causando furor em gerações de apaixonados pelo clima de magia e espetáculo que envolve essas casas. Na literatura, para o agrado de leitores que também se deixam encantar pelas tramas do mundo dos jogos, vale uma listinha com sugestões de livros envolvendo esse tema.

Apesar das novas formas nada tradicionais dos atuais jogos de cassino como a roleta online, o Blackjack, e Baccarat ou o Jogo de Scraps, tão marcantes nos cassinos físicos, eles já serviram como temática para livros de personagens misteriosos e de comportamentos extravagantes.

O jogador, de Fiódor Dostoiévski

O livro desse mestre da Literatura Russa, conta a história de Alexei Ivanovich, jovem pobre de 25 anos que trabalha como tutor dos filhos do grande General Zagoriansky. Por desgraça, Alexei acaba se apaixonando perdidamente pela enteada do chefe e vai tentar conseguir dinheiro para impressionar a família da moça e aqueles que o tratam com preconceito, devido à sua condição financeira. 

Na ânsia por conseguir riquezas, o jovem se atira de cabeça no mundo dos jogos e se revela um ávido jogador de roleta, vivenciando momentos de abastança e aflição, devido problemas ocasionados por seu comportamento excêntrico e descontrolado. 

O livro tem um certo teor cômico e o cassino é um dos principais cenários frequentados por diversos personagens da trama.

Cassino Royale, de Ian Fleming

A primeira versão saiu em 1953 e narra as aventuras de James Bond, um agente secreto em missão, cujo objetivo é neutralizar o trabalho de um espião Russo. 

É na mesa do Baccarat que Bond terá de provar seu talento derrotando seu opositor, de forma que seus superiores sejam forçados a vê-lo como um aposentado em potencial. entre ação, jogadas e lutas no cassino, o livro também aborda romance e sorte.

Como ganhar os dados, de Kevin Gerard

Esse livro, além de técnicas extraordinárias e extremamente profissionais sobre como sair vencedor no Scraps, é uma narrativa em primeira pessoa de um experimentado jogador cujo objetivo é compartilhar com o leitor sobre a arte de jogar e ser vencedor.

Kevin começa abordando truques de jogadas primárias e básicas até chegar em dicas sobre lances mais complexos e lucrativos.

Mammoth, de Paul Mendelson

Mammoth é mais um livro técnico do que uma obra de ficção, aventura ou romance. Nela, o autor inglês ensina detalhadamente como tirar o melhor proveito possível dos principais jogos de cassinos como Blackjack, Baccarat, Roleta e Poker.

Mendelson não perde a oportunidade de compartilhar com seus leitores detalhes incríveis sobre como lucrar profissionalmente no Cassino, revelando artisticamente suas técnicas de observação e astúcia.

Teoria do Poker, de David Sklansky

Sklansky é um jogador norte americano profissional, em Teoria do Poker, um de seus vários livros, compartilha com seus leitores e fãs sobre as técnicas desse jogo.

Um diferencial interessante desse autor é que ele se preocupa também em mergulhar na questão emocional e psicológica dos jogadores, fator que segundo ele, é fundamental para a realização de boas jogadas.

Hugo Gloss
Filmes, Séries

“Em vários momentos pensei em desistir do Hugo Gloss”, revela Bruno Rocha em entrevista

Na atual edição do podcast “De Carona na Carreira”, a administradora Thais Roque recebe como convidado Bruno Rocha, um dos nomes mais importantes e influentes da internet com seu personagem Hugo Gloss. Acostumado a ser abordado como uma celebridade ou questionado sobre como é viver rodeado delas, dessa vez, a pauta da conversa foi sua carreira profissional e de empreendedor revelando até que, em alguns momentos, chegou a pensar em desistir da internet para seguir carreira na TV Globo, onde trabalhava na produção do Caldeirão do Huck.

É certo que, como alguém que vive da internet, os influenciadores digitais fizeram parte do papo e Bruno fez questão de fazer um alerta a quem tem planos de trabalhar com o mesmo meio: “seguidor não é independência financeira”.

“Eu acho que as pessoas associam a fama a dinheiro muito pela glamourização que existe em relação a isso. As pessoas pensam ‘eu vou ter muitos seguidores, vou ficar rico, vou ganhar muita coisa’, mas isso não quer dizer que você vai conseguir transformar aquilo em dinheiro de fato. Permuta não paga a conta, né?”, destacou. No entanto, acrescentou: “Dependendo da inteligência que a pessoa tiver para o business ela pode transformar uma coisa em outra, sim, mas ela precisa se estruturar como empreendedora, como uma empresa. Porque, chega uma hora que você deixa de ser uma pessoa e se torna uma marca”.

“Não me vejo como influenciador”

Bruno reforça que ele não é uma marca, ele criou uma marca. “Não me vejo como um influenciador, eu sou responsável por uma marca. Claro que meu rosto foi associado a ela ao longo dos anos, mas ela é muito mais do que eu. É uma equipe, um portal de muita credibilidade que foi muito difícil de construir. Eu acho que eu sou um profissional de comunicação, o que é diferente de ser influenciador, que são pessoas que transformam suas vidas em uma marca pessoal”.

Quando Thais pergunta o que Bruno e Hugo em tem comum, ele se diverte: “a gente tem a mesma cara (risos) e uma paixão imensa pelo trabalho”. E faz questão de destacar também uma diferença: “eu gostaria de ser tão feliz quanto o Gloss. Ele está sempre feliz, sempre sorrindo, e a vida a gente sabe que não é assim, né? É aí que a gente se separa, quando eu tiro a emoção e o Bruno se torna CEO de uma empresa”.

“Já tive muito problema com rejeição”

Apesar de se posicionar como um empresário e dono da marca Hugo Gloss, Bruno é uma pessoa pública e, como tal, está exposto aos julgamentos das pessoas, algo com o que ele aprendeu a lidar com tempo. “Já tive muito problema com rejeição, com coisas ruins, negativas, com o povo falando mal de mim. Isso me consumia, eu ficava triste de verdade. Hoje em dia, não, eu já me acostumei, não dou tanta importância”.

Sobre a cultura do cancelamento, Bruno não se assusta tanto e tem uma opinião bastante particular. “As pessoas públicas que sofrem cancelamento, são pessoas que estão produzindo muita coisa e ganhando muito dinheiro. Se você parar para pensar na Anitta, na Bianca Andrade (a Boca Rosa), são pessoas que já foram canceladas um milhão de vezes e continuam aí se reinventando, ganhando dinheiro, vendendo produtos, fazendo campanha. Você não pode se dar a importância que as pessoas estão dando, então a gente vai ganhando uma casca na vida que acaba virando combustível. Você sabe que passou por coisa pior, que você vai se levantar. Hoje em dia, na internet, qualquer cancelamento dura 30 minutos”.

“Não via o Hugo Gloss como trabalho”

Bruno conta que causou estranhamento e insegurança o fato de começar a ganhar dinheiro com algo que para ele era tão natural, um hobby.

“O Hugo Gloss nunca foi o que eu queria fazer de verdade. Para mim é uma coisa tão fácil, e tão da minha essência. Eu nunca olhei para aquilo e pensei que poderia ser um trabalho. Eu demorei muito tempo para entender, porque eu vivia em negação ‘isso não pode ser um trabalho, tá muito fácil’. Eu me culpava, eu dizia ‘não é possível, isso não pode estar acontecendo’”.

Seus planos eram outros, mas ele ainda não desistiu deles. “Eu tinha o sonho de escrever dramaturgia, eu ainda tenho. Eu falava em novela, hoje em dia não sei se precisa ser uma novela, pode ser uma série, alguma outra coisa. Esse é um lado muito do Bruno, eu não quero que o Gloss assine nada. Eu tenho várias ideias, mas hoje o trabalho me consome bastante, então vai ter um momento que eu vou ter que me afastar um pouco para colocar essas coisas em prática, tirar do plano das ideias e colocar no plano real”.

“Eu pensei que não precisava mais do Hugo Gloss”

Thais relembra que, enquanto Bruno esteve na Rede Globo ele tinha uma jornada dupla, trabalhava com o Luciano Huck e mantinha o Hugo Gloss ativo nas redes sociais. Um período que, para ele, foi muito complicado, já que o seu personagem na internet crescia rapidamente e ele fazia tudo sozinho.

“Foi muito difícil, em vários momentos eu pensei em desistir do Hugo Gloss, porque, como eu falei, para mim era como um hobby. Então, entre ter um trabalho e ter um hobby e ia escolher ter um trabalho. Meu plano de carreira naquele momento era a TV Globo, o Hugo Gloss tinha sido só um meio para eu chegar lá. Então, houve momentos em que eu pensei que não precisava mais dele”.

“Fui ameaçado de demissão”

“Logo que eu fui trabalhar na Globo eu tive vários perrengues, porque a rede social estava crescendo e eu fui trabalhar na maior emissora do país e, antes, eu falava tudo o que eu pensava na internet. Várias vezes fui chamado em sala de diretoria, fui ameaçado de demissão. Porque, de repente eu via uma cena de novela que eu não gostava e comentava ‘nossa, que cena mal feita’. Eu esquecia que eu era funcionário, pra mim eram coisas separadas. Na verdade, em um momento eu cheguei a ser demitido da TV Globo por conta da internet. Minha vida tinha acabado, eu chorava, fui para a casa da minha mãe dizendo que eu tinha estragado tudo, o meu sonho. Foi a época que eu pensei em desistir do Gloss”, revelou durante a entrevista.

Para dar conta da jornada dupla foram vários desafios. “Teve uma vez que eu fui fazer um trabalho em Roma pelo Hugo Gloss, eu ainda trabalhava na TV Globo, e o aeroporto de Roma pegou fogo. Cancelaram todos os voos e eu tinha uma gravação com o Luciano e a Angélica no dia seguinte. Eu tinha que chegar no Brasil. Dei um jeito, fiz várias conexões, cheguei do aeroporto direto para o estúdio.

“Chegou uma hora que eu tive que escolher”

Bruno acabou não desistindo do Hugo Gloss e, como quem acompanha sua carreira deve saber, ele acabou desistindo da TV, afinal, a internet passou a ser sua principal fonte de renda. “Chegou uma hora que eu tive que escolher ou eu ia começar a fazer uma coisa ruim. Ou ia fazer meu trabalho ruim na TV Globo ou ia fazer algo ruim na internet”.

Mas revela que a decisão não foi tão simples porque, não era só o dinheiro que estava em jogo, mas um sonho de infância. “Foi muito difícil para mim abrir mão daquilo, trabalhar na Globo era o meu sonho. Quando eu era criança eu falava que eu ia ser apresentador do Vídeo Show. Hoje eu tenho meu próprio Vídeo Show que é o Hugo Gloss.”

Hoje, ele tem certeza que optar pelo Hugo Gloss foi a melhor opção e que deve à ele muito de suas conquistas. “A coisa mais incrível que o Hugo Gloss me proporcionou foi conseguir a casa para a minha mãe, ajudar na criação da minha afilhada, poder trazer conforto para a minha família inteira, saber que, se tudo acabar hoje, a base está ali muito bem feita”.

Contudo, ele fez questão de dizer seus planos a longo prazo não se limitam ao Hugo Gloss. Tem o sonho de desenvolver um trabalho em dramaturgia assinando como Bruno. “Eu não quero ser Hugo Gloss para sempre, eu gosto muito de ser Bruno”.

Para conferir o papo na íntegra com esses e outros detalhes curiosos e divertidos da carreira de Bruno Rocha e seu personagem Hugo Gloss, ouça o podcast “De Carona na Carreira”, de Thaís Roque, no link: ‎De Carona na Carreira: 035. Da internet pro mundo – Bruno Rocha (Hugo Gloss) no Apple Podcasts

de volta aos 15
Filmes, Séries

De Volta aos 15 é a nova dramédia da Netflix

Era apenas uma ligação de vídeo entre Klara Castanho, João Guilherme, Pedro Ottoni, Amanda Azevedo, Pedro Vinicius e Caio Cabral para aquecer para as gravações de De Volta aos 15, nova série da Netflix, baseada no livro homônimo de Bruna Vieira. Mas a aparição surpresa de Maisa para anunciar que interpretará a jovem Anita, de 15 anos, uma das personagens centrais da trama, deixou os participantes surpresos e (muito) entusiasmados. A série conta ainda com a presença dos atores Lucca Picon, Antônio Carrara, Gabriel Wiedemann, Fernanda Bressan e Paulo Mucheroni, como parte do elenco adolescente, e começa a ser gravada no fim de fevereiro, em São Paulo. Confira a reação hilária dos atores no vídeo!

Sobre De Volta aos 15
De Volta aos 15 é uma produção divertida e emocionante, que mostra a jornada de autodescoberta e amadurecimento de Anita. Aos 15 anos, a jovem, interpretada por Maisa, tinha uma grande expectativa da vida adulta: queria sair da pequena cidade de Imperatriz, viajar para vários lugares e conhecer muita gente. Só que aos 30, sua vida não é nada daquilo. Com poucos amigos, morando em um apartamento recauchutado e sem nem sinal de vida amorosa, Anita volta à cidade natal para o casamento da irmã, Luiza.

Depois de eventos desastrosos, ela se refugia no quarto onde passou a adolescência e, como mágica, é catapultada para o primeiro dia do colegial: uma cabeça de 30 anos, no corpo de uma adolescente de 15! É aí que Maisa entra em cena para dar vida à versão adolescente de Anita, que tenta consertar a vida de todos ao seu redor: de Carol (Klara Castanho), sua prima que está envolvida com o maior um boy lixo da cidade; de Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade; de César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é; e de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado por ela. Só que cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.

Sob a produção de Carolina Alckmin e Mayra Lucas, da Glaz Entretenimento, e direção de Vivi Jundi e Dainara Toffoli, a série foi adaptada e roteirizada por Janaina Tokitaka. Renata Kochen, Alice Marconi e Bryan Ruffo, também assinam o roteiro. De Volta aos 15 contará com seis episódios de 40 minutos cada, prometendo risadas, surpresas e muita emoção.

Filmes, Séries

Live-action: brasileira e para adultos

Mitologia e lendas urbanas, desde que somos pequenos ouvimos histórias sobre o Boto Cor de Rosa, Sereia, Saci Pererê. A representação de nossa magia, sempre foi infantil. Principalmente a nova geração, costuma a consumir super-heróis ou mesmo mitologia Nórdica. Mas, hoje, isso muda aqui no Brasil, e finalmente nossa cultura é mostrada pela Netflix.

Uma série de Carlos Saldanha, estrelada por Marco Pigossi e Alessandra Negrini, “Cidade Invisível”, tem muitos gêneros envolvidos, como policial, fantasia e até um pouco de suspense.

Um policial ambiental (Pigossi) investiga a morte de sua esposa (Julia Konrad) no Rio de Janeiro, e aos poucos descobre que a cidade maravilhosa é fantástica, com Cuca, Saci, Iara e Curupira. Finalmente, as nossas lendas voltam ao cenário da mitologia mundial.

Estranhos acontecimentos dão início à série, uma mulher morre em um incêndio duvidoso, de especulações imobiliárias, o Boto Cor de Rosa aparece morto na praia, e o policial começa uma caçada alucinante por respostas, até um pouco psicótica, quando começa a não conseguir distinguir a fantasia da realidade. Por sua vez, uma bruxa poderosa (Negrini), perigosa figura e dona do bar mais boêmio da cidade – típico do Rio, tem habilidades de controle mental e hipnóticas, longe das histórias de Monteiro Lobato, ela se torna uma vilã não muito clássica.

Reconhecemos nessa história uma pegada de Irmãos Grimm, que distorce com sucesso as fábulas já contadas e recontadas, e se transforma em uma releitura que vale a pena maratonar.

O enredo dinâmico causa um pouco de desconforto, nos leva a pensar em filmes já contados. O personagem de Pigossi, acaba por passar de fase muito rápido, o seu ceticismo é deixado de lado no momento em que começamos a nos apegar no personagem, apesar de sua boa atuação.

Negrini, por sua vez, mantem o seu auge e faz da bruxa o ápice da série, e não só ela, mas outros atores fazem do antagonismo a máquina de engrenagem para que tudo ocorra bem.

Colocando todas as maravilhosas mitologias brasileiras de lado, a mensagem também enfrenta algumas questões política e sociais, se opondo fortemente ao capitalismo predatório e, de forma sutil, critica a exaltação nacionalista que se esconde em um sistema de empreiteiras de iniciativa privada.

Arte, diversão e mistério, essa é a linha de uma série que ficou no lugar seguro, não arriscou e nem inventou a roda, mas traz um panorama de nossa cultura, de nossa fantasia e dos problemas tipicamente brasileiros.

industry
Filmes, Séries

Séries e filmes para quem gostou de “Industry”

Dos criadores Mickey Down e Konrad Kay, a série dramática INDUSTRY, já renovada para uma segunda temporada, gira em torno de um grupo de jovens recém-formados que competem por um número limitado de vagas permanentes em um grande banco internacional em Londres. Com personagens movidos pela ambição, juventude, romances e drogas, a série aborda questões de gênero, etnia, classe social e privilégios no ambiente de trabalho.

A seguir, uma lista de séries e filmes para aqueles que curtiram INDUSTRY, todos disponíveis na HBO GO :

Séries:

SUCCESSION

Logan Roy e seus quatro filhos compõem uma poderosa dinastia que controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo. SUCCESSION narra suas vidas enquanto a potencial aposentadoria do patriarca afeta as relações da família e do grupo. A série é protagonizada por Brian Cox, Jeremy Strong, Hiam Abbass, Sarah Snook, Kieran Culkin, Alan Ruck, Nicholas Braun, Matthew Macfadyen, Natalie Gold, Peter Friedman e Rob Yang.

BALLERS

Explorando o glamouroso e competitivo mundo do futebol americano por meio de um grupo de ex-jogadores e atuais que lutam para se manter no jogo, BALLERS tem como protagonista Dwayne Johnson, no papel de Spencer Strasmore, ex-craque que se reinventou como consultor financeiro de novos profissionais. Criada por Stephen Levinson (BoaRdwalk Empire, da HBO), o elenco conta também com John David Washington, Rob Corddry, Omar Benson Miller, Donovan Carter, Troy Garity, London Brown e Brittany S. Hall

PICO DA NEBLINA

A série se passa em uma São Paulo fictícia onde a maconha foi recentemente legalizada. O jovem traficante Biriba decide deixar a vida de criminoso e utilizar seus conhecimentos para vender legalmente o produto junto com seu sócio capitalista, e pouco experiente, Vini. Para estar dentro da lei, Biriba deverá lidar com o peso e as pressões do seu passado, assim como com as complexidades do mundo dos negócios. Protagonizada por Luis Navarro, Daniel Furlan e Henrique Santana, a produção conta ainda com Teca Pereira, Bruno Giordano e Maria Zilda, sob a direção geral de Quico Meirelles.

EUPHORIA

A superestrela multimídia e mais jovem ganhadora do Emmy®, Zendaya protagoniza esta série da HBO, criada por Sam Levinson, que mostra um grupo de alunos do ensino médio enfrentando questões como drogas, sexo, identidade, traumas, redes sociais, amor e amizade no mundo cada vez mais instável de hoje. O elenco de EUPHORIA inclui também a Hunter Schafer, Maude Apatow, Angus Cloud, Eric Dane, Alexa Demie, Jacob Elordi, Barbie Ferreira, Nika King, Storm Reid, Algee Smith e Sydney Sweeney.

GIRLS

Da roteirista, diretora e atriz Lena Dunham, esta série mostra um grupo de garotas na faixa dos 20 anos que moram em Nova York e as dificuldades que elas enfrentam após concluírem a faculdade. Hannah (Dunham), que há dois anos se formou em artes, acredita que tem talento para ser uma escritora bem-sucedida, de repente fica sem a ajuda financeira dos pais. Para complicar a situação, Hannah alimenta uma paixão não correspondida pelo excêntrico ator Adam, com quem mantém relações casuais. Uma história de quatro jovens que tentam descobrir o que querem da vida, dos homens, de si mesmas e uma da outra.

WE ARE WHO WE ARE

Criada pelo aclamado diretor italiano indicado ao Oscar® Luca Guadagnino, a série retrata a realidade de dois jovens norte-americanos que vivem em uma base militar dos Estados Unidos na Itália e explora temas típicos da adolescência como amizade, primeiro amor e identidade. O elenco conta com Chloë Sevigny, Jack Dylan Grazer, Alice Braga, Jordan Kristine Seamón, Spence Moore II, Kid Cudi, Faith Alabi, Francesca Scorsese, Ben Taylor, Corey Knight, Tom Mercier e Sebastiano Pigazzi.

KATY KEENE

Este drama musical se baseia nos personagens da Archie Comics e mostra as vidas e os amores de quatro personagens icônicos na faixa dos 20 anos: a futura lenda da moda Katy Keene, a cantora e compositora Josie McCoy, o artista Jorge López/Ginger e a ‘it-girl’ Pepper Smith, enquanto eles correm atrás dos seus sonhos em Nova York.

Filmes:

O LOBO DE WALL STREET (THE WOLF OF WALL STREET)

Jordan Belfort é um ambicioso corretor da bolsa de valores que fica muito rico, mas seus métodos nem sempre são legais. Isso o levará a enfrentar problemas com a lei enquanto ele e seus amigos entram de cabeça em um abismo de excessos e dinheiro. Um filme do aclamado diretor Martin Scorsese e protagonizado por Leonardo DiCaprio, ao lado de Margot Robbie, Jonah Hill, Matthew Mcconaughey e Jon Favreau.

O CLUBE DOS MENINOS BILIONÁRIOS (BILLIONAIRE BOYS CLUB)

O vencedor do Globo de Ouro® Taron Egerton e o indicado ao Globo de Ouro® Ansel Egort estrelam esta história sobre um grupo de arrogantes estudantes milionários que planeja um esquema de pirâmide para enriquecer ainda mais. Intoxicados pela euforia dos mercados financeiros dos anos 80, rapidamente eles perdem o controle e um plano supostamente simples se torna mortal.

O fenômeno midiático da franquia Cinquenta Tons
Filmes, Séries

O fenômeno midiático de “Cinquenta Tons” sob óticas das estruturas do aparelho psíquico

A franquia “Cinquenta Tons de Cinza” se tornou um fenômeno midiático com proporções mundiais. Quando o primeiro livro da trilogia da autora E.L. James foi lançado, em 2011, vendeu mais de 100 milhões de cópias e anos depois, em 2015, ganhou uma adaptação para os cinemas que gerou uma renda de mais de US$ 240 milhões logo nos primeiros dias de exibição, superando Avatar e Matrix. Só no Brasil, a arrecadação foi de aproximadamente R$ 24 milhões. Mas o que fez a série de livros se tornar um assunto mundial? O que fizeram aqueles livros se tornarem filmes, produtos eróticos, bebidas e muitas outras coisas ao redor do planeta?

Para entender um pouco, precisamos voltar para a gênese da saga. A saga “Cinquenta Tons de Cinza” não nasceu com esse nome. Era uma fanfiction de Crepúsculo, isto é, uma história ficcional escrita por uma fã, sobre o universo de Crepúsculo, publicada pela autora de forma anônima na internet. Na história original de Crepúsculo, a humana Bella Swan se apaixona pelo vampiro Edward Cullen e seu relacionamento é proibido, já que Edward pode mata-la a qualquer momento por ser extremamente suscetível ao cheiro de seu sangue. Na versão de James, publicada como fanfiction, Edward ainda era praticante de BDSM – bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo – com Bella.

A história de E.L. James ganhou tantos leitores ao redor do mundo que logo veio a proposta de publicação por meios tradicionais, mas não seguindo a história de Crepúsculo, já que seria ilegal. James teria que criar seu próprio universo e foi então que Bella virou Anastasia Steele e Edward Cullen virou o magnata Christian Grey. Na publicação adaptada, Ana se apaixona por Grey após uma entrevista para a faculdade. Grey é um homem rico e extremamente reservado que acaba por cair nos encantos de Anastasia também, mas precisa que tudo seja nos seus termos. E é nesse ponto em que a temática sexual da história se desenvolve de forma sedutora, levando sempre ao BDSM, que virou marca registrada da franquia.

E de fato, a temática pode ser o que levou a franquia tão longe, com mais filmes e livros, intitulados respectivamente de “Cinquenta tons mais escuros” e “Cinquenta tons de liberdade”, além de uma série paralela intitulada de “Grey” com as visões de Christian sobre os fatos narrados por Anastasia na série principal, “Cinquenta tons”. E é possível estabelecer um paralelo entre o sucesso midiático da série com as tópicas freudianas do aparelho psíquico.

A pensar na primeira tópica, também conhecida como modelo topográfico, Freud estabelece o inconsciente, o pré-consciente e o consciente. Em linhas gerais, o inconsciente daria conta dos conteúdos reprimidos da consciência e sem acesso direto do pré-consciente e do consciente.

Enquanto isso, o pré-consciente é o local em que ficam os conteúdos que não estão diretamente no consciente, mas que estão acessíveis a ele. Ele disponibiliza conteúdos ao consciente quando necessário e parte de sua estrutura está ligada ao inconsciente e parte está ligada ao consciente. Já o consciente, por sua vez, é o local em que se relacionam os estímulos e informações que advém do mundo externo, relacionando as nossas percepções, atenções e raciocínios.

No entanto, ainda precisamos lançar mão da segunda tópica freudiana do aparelho psíquico para adentrar numa possível correlação com o fenômeno midiático de Cinquenta Tons de Cinza. Também chamada de modelo estrutural, de acordo com ela, nosso aparelho psíquico é divido em três instâncias: o ID, o Ego e o Superego.

O ID é a instância mais profunda e vasta, aquela responsável pelas pulsões regidas pelo prazer, em busca do desejo. Ela está no inconsciente, explicado pela primeira tópica. Para o ID tudo é desejável, tudo é permitido, em contraste com o Superego, que busca e regula a moral das existências, internalizando proibições sociais, autoridades, limitações. Para o Superego não há meio termo. É a rigidez. Ele tem uma ligação entre o consciente e o inconsciente.

E então, temos o Ego, que segundo Freud, busca um equilíbrio entre o ID e o Superego. Ele atende os desejos de acordo com a realidade, ele orienta o princípio da realidade. Ele fica no meio das satisfações sem limites do ID e das impossibilidades do Superego.

Mas o que tudo isso tem a ver com o fenômeno midiático de “Cinquenta Tons de Cinza”? A crescente e inesperada “permissão social” por assuntos eróticos, sobretudo pelas práticas de BDSM, tão presentes na temática da franquia.

Se antes a sexualidade, principalmente feminina e os fetiches à prática do BDSM eram considerados um tabu pela sociedade, “Cinquenta tons” veio para “destabulizar”. Quando se pesquisa sobre o BDSM, descobrimos que ele tem uma ampla gama de práticas e a maioria das pessoas que as realizam, não são praticantes do BDSM em si. Muitas nem sabem que tal prática faz parte desse conjunto e as encaram como um fetiche, uma fantasia a ser realizada entre o casal, que muitas vezes não encontra uma abertura para falar um com o outro por medo das pressões impostas pela sociedade.

Quando observamos sob a ótica das estruturas do aparelho psíquico de Freud, podemos observar que os desejos por algumas práticas presentes no BDSM poderiam estar contidos no ID daquelas pessoas que se consideraram fãs da franquia “Cinquenta tons”, no entanto, pelo assunto ainda ser um tabu para a sociedade, externalizar o desejo “não era permitido socialmente”, até então. Não se passava pelo “crivo” do Superego e ficavam presos no inconsciente. O ego não conseguia encontrar um equilíbrio para a externalização, seja para conversar com os amigos ou até mesmo com os parceiros, sobre os desejos pelos fetiches do BDSM.

Com a vinda de “Cinquenta Tons” e sua fama repentina, de repente, o assunto não era mais um tabu tão grande para a sociedade. A própria massa de pessoas que fez a franquia ser um sucesso, serviu de alavanca para que novas pessoas se juntassem e fizessem o fenômeno ser ainda maior: foi um evento cíclico.

As mesmas pessoas que permitiram que o assunto fosse naturalizado, pelo menos durante as épocas em que a franquia estava em alta, eram as pessoas que mais precisavam externalizar esses seus desejos e fetiches que antes estavam tão reprimidos no inconsciente.

Conclui-se que o sucesso midiático da franquia “Cinquenta tons” se deu por um feliz impasse: as pessoas que se interessavam pelo assunto mas tinham um certo bloqueio de falar sobre, fizeram com que os filmes e livros foram um sucesso, de forma que com eles, elas puderam se libertar dessas amarras. Com a aprovação social, o “crivo” do Superego se tornou um pouco mais flexível, de forma que o Ego, portanto, pode ponderar um pouco mais os “desejos loucos” do ID e atende-los de uma forma em que a sociedade aceitasse, finalmente. O próprio desejo proibido, externalizado pela ficção com o apoio da cultura das massas, fez com que ele não fosse mais tão proibido assim.

Música, Séries

Beethoven: 250 anos do gênio da música

Neste mês de dezembro, o mundo da música está em festa, pois celebramos os 250 anos de nascimento de um dos maiores gênios da história da música. Ludwig Van Beethoven nasceu em Bonn, reino da Prússia, atual Alemanha, em dezembro de 1770. Comemora-se seu aniversário no dia 17 de dezembro, pois foi o dia de seu batizado, mas não se sabe exatamente o dia em que nasceu. Filho de Johann e Maria Van Beethoven, teve sete irmãos e um meio irmão por parte de mãe.

Iniciou seus estudos de música em casa com o pai que era tenor na capela da corte e praticava piano e violino. Desde cedo demonstrou grande habilidade musical, porém seu pai severo o obrigava a praticar por muitas horas, inclusive o acordava pela madrugada para força-lo a estudar, com a intensão de torná-lo um “novo Mozart”. Com oito anos de idade, os estudos de Beethoven foram confiados ao mais importante mestre de cravo da colônia, Chrintian Neefe, que não aceitava os improvisos do garoto, pois possuía um método de ensino musical bastante sistemático.

Apenar de não ter um estudo musical muito aprofundado, Beethoven aos dez anos de idade já dominava toda obra de Johann Sebastian Bach e com onze anos já escrevia composições e era considerado o novo Mozart da sua geração.

Em 1787, Beethoven vai para Viena estudar, mas retorna logo devido ao falecimento de sua mãe. Em 1789 se inscreve então na Universidade de Bonn para cursar letras e lá tem contato com pensadores iluministas que o fazem despertar para os seus ideais revolucionários, inspirando-o a escrever obras como as Sinfonias nº 3 e a famosíssima 5ª. Aos vinte e um anos retorna a Viena definitivamente e lá passa a ser aluno de Haydn. Alguns autores afirmam que neste período o jovem chegou a conhecer Mozart um pouco antes de sua morte e que o próprio Mozart disse: “Fiquem de olho nele; um dia ele vai dar o que falar ao mundo”. (MORRIS, p.45)

Beethoven é considerado hoje um dos pilares da música clássica. Sua obra marcou a transição entre os períodos Clássico ao Romântico (Início século XIX).

Algumas curiosidades sobre Beethoven:

  1. A Sonata para piano n. º 14, Op. 27 n. º 2 em Dó sustenido menor, conhecida como “Sonata ao Luar”, só recebeu este nome em 1832, cinco anos depois da morte de Beethoven;
  2. Várias composições de Beethoven foram dedicadas às mulheres que passaram por sua vida, porém, por diferentes razões, nunca se casou;
  3. A bagatela para piano “Für Elise”, possui um grande mistério em torno de quem seria a tal moça a quem o compositor dedicou uma de suas obras primas.  Uma das teorias mais aceitas, é que Elise foi uma cantora Austríaca Therese Malfatti. Beethoven a pediu em casamento, em 1810, mas ela o rejeitou. Acredita-se que a composição se chamava, originalmente, “Für Therese”, mas uma tradução errada acabou mudando o nome;
  4. Sua maior inovação e considerada sua grande obra prima foi a Sinfonia n. º 9 em ré menor, op. 125, incorporando pela primeira vez junto à orquestra, a participação de um grande coro em uma obra sinfônica, executando parte do poema An die Freude (“À Alegria”), uma ode escrita por Friedrich Schiller, com o texto cantado por solistas e um coro em seu último movimento.
  5. Beethoven quando compôs a nona sinfonia já estava completamente surdo, mas como é possível?

Beethoven permaneceu em pé, de costas para o salão, absorvido na partitura diante dele. Um dos solistas, a soprano adolescente Caroline Unger, o pegou gentilmente pela manga do casaco e fez com que se voltasse para a plateia para que pudesse ver o tumulto. (MORRIS, 2007, p. 251).

A confusão foi tamanha que a polícia precisou intervir pedindo calma a plateia, pois o público interrompeu a sinfonia quatro vezes com suas ovações. (MORRIS, 2007, p. 251)

A resposta está na sua genialidade e grande conhecimento musical. Beethoven, mesmo sem ouvir, conhecia muito bem todas as sequências harmônicas e melódicas necessárias para criar a obra que até hoje assombra, instiga e encanta a todos, desde a sua primeira apresentação.

Neste ano tão difícil em que fomos assolados por uma pandemia, o sentimento de tristeza que nos pesa devido às perdas que sofremos é inevitável, ainda mais com a chegada das festas de fim de ano, porém, ainda nos resta um sentimento de esperança que nos são trazidos pelos versos de Schiller, grandiosamente pela música do nosso grande gênio Ludwig van Beethoven. Nunca a Nona Sinfonia nos foi tão necessária.

Obrigada Mestre, Feliz 250 anos!

“Escuta, irmão, a canção da alegria: O canto alegre de quem espera um novo dia. Vem! Canta, sonha cantando, vive esperando um novo sol. Em que os Homens voltarão a ser irmãos”.