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Resenha: O Mar Infinito, Rick Yancey

O Mar Infinito é o segundo volume da trilogia A 5° Onda.

Depois de conseguirem exterminar quase 100% da humanidade, os Outros ainda não finalizaram o seu plano. Não enquanto ainda resta Cassie, Ben, Ringer e os outros membros do Esquadrão 53. Numa luta desesperada para sobreviver à temida 5° onda, os humanos sobreviventes precisaram ser mais fortes do que nunca ao enfrentar a fúria devastadora dos Outros.

Falar de uma sequência é muito difícil, principalmente se ela for de um livro que você adorou. Como eu costumo dizer, há continuações que conseguem superar o seu anterior, outras apenas continuam no mesmo nível ou caem um pouco e há aquelas que são desastrosas. Onde O Mar Infinito se encaixa? Essa é uma ótima pergunta. Durante uma parte da leitura, eu o achei tão bom quanto A 5° Onda, mas parece que da metade pro final, as coisas ficaram um pouco confusas e isso fez com que a qualidade decaísse, claro.

O Mar Infinito é um livro relativamente pequeno. Não passa de suas 300 páginas, ou seja, não há tantos acontecimentos explosivos e isso não é algo ruim, acreditem. Se no primeiro livro tínhamos as narrações de Ben e Cassie, neste, além do ponto de vista dos dois protagonistas, temos a visão de quase todos os personagens remanescentes do volume inicial. E, por incrível que pareça, em O Mar Infinito, quem acabou se tornando a protagonista da história foi Ringer. Por um momento me esqueci que existia Cassie e os outros. Particularmente, gostei da iniciativa do autor de colocar diversos POV pois deixa o leitor mais envolvido com a trama.

Uma coisa que eu gosto na premissa de A 5° Onda é a questão da sobrevivência. Eu amo jornadas onde pessoas tem que sobreviver a situações difíceis e que tudo é muito arriscado. Em O Mar Infinito, eu não senti tanto a presença disso quanto senti no livro anterior. Na verdade, esse volume é mais sobre o ser humano em si. Yancey soube trazer e tratar de maneira metaforizada diversas questões relacionadas à humanidade.

Os personagens se mostraram mais fortes, especialmente Ben. Mesmo com um turbilhão acontecendo ao seu redor, conseguiu ser pé no chão e não perdeu sua essência. Agora ponto negativo para Cassie que ficou um S-A-C-O. Sério. A garota tava se sentindo a rainha do mundo e, além disso, ainda ficou arrogante. Espero que isso melhore, de verdade. Como eu disse antes, a estrela de O Mar Infinito é Ringer. Além de narrar quase metade do livro, ainda se mostrou uma personagem inspiradora e determinada com seus ideais, mesmo quando tudo já estava perdido. Isso é admirável.

Se você leu A 5° Onda e gostou, dê uma chance a O Mar Infinito. É uma continuação que faz jus ao seu antecessor e sacia um leitor que busca uma história inteligente sobre o que é ser humano e que vai além da ficção-científica.

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Resenha: O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald

O grande Gatsby é o romance americano definitivo sobre os anos prósperos e loucos que sucederam a Primeira Guerra Mundial. O texto de Fitzgerald narra a história de amor de Jay Gatsby e Daisy. Ela, uma bela jovem de Lousville e ele, um oficial da marinha no início de carreira. Apesar da grande paixão, Daisy se casa com o insensível, mas extremamente rico, Tom Buchanan. Com o fim da guerra, Gatsby se dedica cegamente a enriquecer para reconquistar Daisy. Já milionário, ele compra uma mansão vizinha à de sua amada em Long Island, promove grandes festas e aguarda, certo de que ela vai aparecer. A história é contada por um espectador que não participa propriamente do que acontece – Nick Carraway. Nick aluga uma casinha modesta ao lado da mansão do Gatsby, observa e expõe os fatos sem compreender bem aquele mundo de extravagância, riqueza e tragédia iminente.

Se você está procurando um livro emocionante, cheio de aventuras e reviravoltas, já deixo avisado que é melhor não ler este livro. Mas se você é paciente, gosta de leituras clássicas, uma narrativa mais lenta, mas que traz uma enorme reflexão sobre a vida e a relação entre as pessoas, eu recomendo que leia.

“O Grande Gatsby” se passa na década de 20, pós primeira guerra mundial, uma época muito próspera para os Estados Unidos. A história é contada por Nick Carraway, um jovem de classe média, que deixou o interior para morar em Nova York e trabalhar como corretor da bolsa de valores. Ele aluga uma humilde casa em Long Island em um bairro repleto de mansões e se torna vizinho de Jay Gatsby.

Nick nos apresenta a todos os personagens da história, servindo como narrador, observando os fatos que acontecem ao seu redor e tendo um conhecimento privilegiado dos segredos de vários personagens.

Gatsby é um milionário que ama fazer festas grandiosas e extravagantes em sua mansão, que vivia aberta a todos os que quisessem participar. A princípio ele é um personagem misterioso, envolto de diversos mitos sobre como tinha adquirido sua riqueza. Nick ouve as mais absurdas teorias sobre a vida de Gatsby quando frequentava as festas, mas na realidade muitos dos convidados nem sabiam quem era o anfitrião e muito menos Gatsby os conhecia.

Aos poucos vamos descobrindo a verdadeira história de Gatsby. Suas festas constantes e luxuosas escondiam o fato de Gatsby ser extremamente solitário e sonhador. Vivia com a cabeça em seu amor do passado, Daisy. Enriquecera com esperança de estar a sua altura (já que ela era de uma família muito rica) e conquistá-la, construíra sua casa em um local em que era possível ver a casa em que a amada vivia com o marido Tom Buchanan e sonhava com o dia em que ela aparecesse em uma de suas festas.

Daisy é prima de Nick, e ele ajuda Gatsby e Daisy a se reencontrarem e reviverem a relação que tinham na juventude, mas que fora interrompida pois Gatsby foi chamado para lutar na 1ª Guerra Mundial. Esse reencontro gera uma série se consequências que resulta em um final trágico. Mas que não irei contar, é claro.

Vamos agora a uma breve análise dos personagens, seguindo meu ponto de vista, fiquem livres para discordar. Para mim, Gatsby é o ponto forte do livro, no começo não sabia direito o que pensar dele, pois não se tinha muita informação. Mas quando o conhecemos de verdade, vemos que ele é o personagem mais profundo e apaixonado do livro, além de ser extremamente educado com todos.

Sobre Nick, não tenho muito o que falar, ele é um mero contador da história, nos conta sobre tudo que ocorre, mas revela-se o único amigo verdadeiro que Gatsby teve.

Daisy é uma pessoa extremamente vazia. É fútil, mimada, age como criança em diversas situações e é facilmente manipulável. No começo senti pena dela, pois vivia em um casamento infeliz, o marido a tratava mal e tinha um caso com outra mulher. Mas no final só senti desprezo e duvida se ela tenha amado qualquer pessoa na vida.

E por último, o personagem mais desagradável, Tom, marido de Daisy. Não gostei dele desde o princípio, sempre se mostrou arrogante, preconceituoso, soberbo, mal educado. Mantinha uma relação com Myrtle Wilson e chegou a agredi-la fisicamente (o que me fez odiá-lo ainda mais).

Enfim, devo confessar que me decepcionei um pouco com o livro, achei o ritmo lento, fiquei lendo na esperança que algo emocionante acontecesse e não aconteceu. É um livro que requer muita atenção, fiquei perdida diversas vezes, sem entender o que estava acontecendo e tive que reler algumas partes.

A obra traz uma crítica muito forte aos costumes da época, à bebedeira, às festas, ao dinheiro, ao adultério e as relações humanas superficiais, baseadas em interesses e status. Problemas que continuam presentes na atualidade, quase 100 anos depois da publicação do livro.

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Resenha: Na ilha, de Tracey Garvis Graves

Anna Emerson é uma professora de inglês de 30 anos desesperada por aventura. Cansada do inverno rigoroso de Chicago e de seu relacionamento que não evolui, ela agarra a oportunidade de passar o verão em uma ilha tropical dando aulas particulares para um adolescente.
T.J. Callahan não quer ir a lugar algum. Aos 16 anos e com um câncer em remissão, tudo o que ele quer é uma vida normal de novo. Mas seus pais insistem em que ele passe o verão nas Maldivas colocando em dia as aulas que perdeu na escola.
Anna e T.J. embarcam rumo à casa de veraneio dos Callahan e, enquanto sobrevoam as 1.200 ilhas das Maldivas, o impensável acontece. O avião cai nas águas infestadas de tubarão do arquipélago. Eles conseguem chegar a uma praia, mas logo descobrem que estão presos em uma ilha desabitada.
De início, tudo o que importa é sobreviver. Mas, à medida que os dias se tornam semanas, e então meses, Anna começa a se perguntar se seu maior desafio não será ter de conviver com um garoto que aos poucos torna-se homem.

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Não sei se sou só eu, mas toda vez que eu vejo que mais um livro/filme sobre um casal estar perdido em uma ilha foi lançado, já imagino algo como Lagoa Azul misturado com Lost e Largados e Pelados. A maioria das vezes é algo totalmente fora da realidade. Mas esse livro lançado pela Intrínseca é uma agradável surpresa.

Longe de ser mais um romance sem sentido, essa é uma obra que vai se construindo gradualmente e o principal foco é o relato bem conduzido da sobrevivência em uma ilha perdida e a adaptação forçada de T.J. e Anna. A autora consegue narrar uma história até que realista diante das circunstâncias, com uma narrativa simples e sem enrolações. Para quem gosta de longas descrições e sentimentos esmiuçados, esse livro não é para você. Assim como se você procura uma leitura erótica, esse também não é seu livro. As ~coisas~ demoram para acontecer e nem são o foco principal da obra.

Uma das principais questões que ela aborda, é claro é o relacionamento da professora de 30 anos e de seu aluno de 16. Não há envolvimento entre os dois de imediato, o que mudaria toda a ótica do livro. O que ela escreve é a evolução do relacionamento entre os dois, assim como seus sentimentos e ideias que um tem do outro. A autora prepara o terreno que está por vir. E ao invés da ideia parecer inadmissível e incabível, faz todo o sentido.

Mais pro final, o livro começa a ficar monótono, apesar de sua lucidez se manter. Não é uma leitura extraordinária, mas me apeguei aos dois e o fim é satisfatório (não sendo muito exigente, já que é meio clichê). Como vão lançar um filme em breve baseado na história, vamos torcer para que não deturpem toda a trama que a autora construiu.

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A Sereia, de Kiera Cass chega ao Brasil pela Seguinte!

Aos fãs que aguardavam ansiosamente o próximo livro de Kiera Cass, sua espera chega ao fim hoje! A Sereia é o novo romance da autora conhecida mundialmente pela série A Seleção e conta a história de Kahlen, que foi resgatada pela própria Água de um naufrágio e que, para pagar a sua dívida, precisa passar cem anos usando sua voz para atrair as pessoas até o mar e afogá-las. Kahlen cumpre à risca sua sentença, até conhecer um garoto chamado Akinli, por quem a sereia decide que vale a pena desafiar a Água.

O livro  que já estava em pré-venda no início de Janeiro, terá versão impressa e digital. A edição brasileira conta com um recado especial da Kiera para os fãs brasileiros!

Para mais informações da obra, acesse aqui.

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Confira a edição brasileira da capa de Dama da Meia-Noite, novo livro de Cassandra Clare

Pra quem estava com saudades de uma nova aventura do universo Shadowhunter, hoje é um dia especial! A Galera Record, responsável pela publicação dos livros de Cassandra Clare no Brasil liberou agora pouco a capa de Dama da Meia-Noite, primeiro livro da novíssima série de Clare, Os Artíficios das Trevas. A editora confirmou a edição com acabamento holográfico e disse que a sinopse e mais novidades do livro serão liberadas em breve! Mais informações e trechos do livro podem ser vistos clicando aqui, aqui e aqui.
Confira a capa e morra de ansiedade com a gente!
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Kim Basinger como Mrs. Robinson?

E parece que a Kim Basinger – I am here –  foi contratada para atuar como Mrs. Robinson em 50 tons mais escuros, de longe o personagem mais odiado da trilogia.

tá arriscando a carreira.

As gravações para 50 tons mais escuro e 50 tons de liberdade vão começara no dia 15 de fevereiro. Isso mesmo, gravação simultânea.

Cinquenta tons mais escuro deve estrear em 10 de fevereiro de 2017 nas telonas e o último da trilogia, em 2018.

Particularmente, espero que o filme seja melhor que o primeiro da franquia, e talvez – só talvez- consiga algo “melhor” do que uma indicação para o pior filme do ano.

 

 

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Resenha: Caça ao Tesouro, Sara Shepard

Caça ao Tesouro é o quarto livro da série Jogo da Mentira, da autora de Pretty Little Liars, Sara Shepard.

Depois de Emma descobrir que Thayer Vega não era o assassino de sua irmã, suas suspeitas foram para Laurel, a irmã de Sutton. Agora, mais do que nunca, Emma precisará ter cuidado na busca do criminoso que matou a Sutton. Só que, agora, o inimigo pode estar de baixo do próprio teto que ela e, se der um passo em falso, pode acabar morta.

Mais uma vez eu venho aqui falar sobre essa série e, infelizmente, mais uma vez vocês vão ouvir minhas reclamações sobre os mesmos problemas que aconteceram nos anteriores. Eu sou o Louco da Sara Shepard. Tudo o que essa mulher publica eu estou lendo e posso afirmar que já conheço muito bem a autora, porém, quero saber que diabos está acontecendo com ela em Jogo da Mentira. Sara sempre me surpreendeu com os seus livros repletos de intrigas, segredos e acontecimentos bombásticos, mas isso não está acontecendo direito com a história de Emma e Sutton. Há grandes mistérios e tudo mais, só que, como falei para vocês na resenha de Duas Verdades e Uma Mentira, eu estou percebendo um certo padrão. Todo livro tem um culpado e aí, no final, esse culpado não é mais culpado e aparece outro e, em cima disso, que vai focar o próximo volume. Então, apesar de acontecer diversas revelações bombásticas e intrigas sensacionais, acaba sendo previsível e, assim, tirando a magia daquela ansiedade que eu sinto lendo os livros de Pretty Little Liars. Sei que Shepard tem capacidade o suficiente de fugir do óbvio, principalmente com essa história que é tão interessante e instigante. Eu só estou dando continuidade à série porque quero muito saber quem é o assassino e como a Emma vai descobrir, mas sinceramente, não aguento mais essa marmota em todo livro.

Agora, em Caça ao Tesouro, aconteceu uma coisa que eu não esperava no meio do livro. Tipo um plot twist, mas mesmo com isso, continuou partindo para o óbvio. Só que, existe um porém, ocorre uma revelação bem grande sobre as gêmeas e isso é, de fato, interessante. Pra mim, isso foi o ponto alto desse tomo.

Sobre os personagens, eu gosto bastante de todos. São bem construídos e desenvolvidos. Tenho um grande apego à Emma. Sua personalidade é forte e apesar de sua vida está um turbilhão, não desiste de ir atrás do assassino de sua irmã. Pontinho para Jogo da Mentira.

Enfim, é isso. Apesar dos problemas, eu indico sim Jogo da Mentira porque é uma série super rápida e gostosa de ler. Tem uma história instigante e que faz você ficar bem curioso por respostas.

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Galera Record divulga previsão de lançamento de “Lady Midnight” no Brasil

Parece que não vai demorar muito até termos o novo livro das crônicas dos Shadowhunters nas nossas mãos. Lady Midnight (Dama da Meia-Noite, em tradução livre), primeiro livro da série Os Artifícios das Trevas de Cassandra Clare, tem lançamento previsto para 8 de março nos Estados Unidos e claro, nós, fãs brasileiros já estamos morrendo de ansiedade para sabermos quando poderemos saborear a história de Emma Carstairs.

Foi então, que após muita especulação e indagação a Editora Galera Record, responsável pela série no Brasil, que tivemos uma previsão do lançamento do livro, que deve sair em maio, dois meses depois do lançamento oficial.

Vocês, assim como nós, já estão morrendo de ansiedade para voltar a ler sobre os Caçadores de Sombra? Vamos torcer para que a previsão se concretize!

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Resenha: Mulher-Hulk – Mulher Solteira Procura, Dan Slott, Juan Bobillo & Paul Pelletier

“Ninguém disse que a vida de solteira em Nova York é fácil, mas quando se trata da superadvogada Jennifer Walters, mais conhecida como a Sensacional Mulher-Hulk, as coisas podem se tornar bem mais complicadas! A gigante de jade mais querida do mundo está prestes a enfrentar um dos maiores desafios de sua vida… trabalhar para a Goodman, Lieber, Kurtzberg & Hooliway – uma firma de advocacia especializada em direito super-humano.”

Meio período Vingadora, meio período advogada. Temos que reconhecer: é um belo contexto para uma série, claro que ter alguém como a Mulher-Hulk versada em Direito não é novidade para a Marvel. O Demolidor já tinha esse papel anos antes de Jennifer Walters ser criada, porém, diferente de Matt Murdock que trabalha com ações legais e perigosas envolvendo chefes mafiosos intocáveis, os problemas da Mulher-Hulk são mais cotidianos.

A leitura de “Mulher-Hulk – Mulher Solteira Procura” é ótima e é um grande exemplo do quanto um escritor pode se divertir com o mundo da Marvel. Os responsáveis pela arte: Juan Bobillo e Paul Pelletier, trabalharam em conjunto fazendo um grande trabalho com desenhos que retratam a personalidade brincalhona e extrovertida da Mulher-Hulk.

A vida de Jennifer Walters tem sido bastante agitada, uma heroína bastante irreverente que entre seu trabalho como advogada e vingadora, adora uma boa festa, porém, sua vida está prestes a mudar. Ela será expulsa da mansão dos vingadores por conta de sua postura desregrada, ao mesmo tempo o caso em que vem trabalhando na sua firma de advocacia terá o julgamento anulado e por conta de sua mesma postura ela é demitida.

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Desolada ela faz o que precisa para superar suas dificuldades, vai a um bar e enche a cara, enquanto relaxa com uma caneca de cerveja na mão ela é atacada pelas costas e congelada pelo vilão conhecido por Nevasca. Claro, não dura muito, ela se livra do gelo, mas invés de quebrar a cara do seu adversário ela o convida para beber, surpreso ele aceita, claro que seria melhor beber cerveja invés de levar uma surra da Mulher-Hulk.

Ambos estão completamente bêbados e um homem aparece no bar pouco depois que Nevasca desmaia aos pés de Jennifer Walters, o homem que surgira é Holden Holliway um dos donos da firma responsável por anular o julgamento do caso em que a Mulher-Hulk trabalhava, para o espanto da heroína ele veio para lhe oferecer um novo emprego no escritório mais conceituado da costa leste: “Goodman, Lieber, Kurtzberg & Holliway”. Porém, existe uma condição para que ela trabalhe nesta firma, ela terá que trabalhar como Jennifer Walters e não como a Mulher-Hulk, sem pestanejar ela aceita e logo após desmaia sobre o corpo inerte de Nevasca.

“Mulher-Hulk – Mulher Solteira Procura” é uma HQ divertida e bem diferente das outras, focando principalmente na vida pessoal da protagonista, seus relacionamentos amorosos ou não, problemas no trabalho e o ocasional vilão que quer destruir o mundo. Uma história cativante e engraçada que fará o leitor se apaixonar pela Mulher-Hulk de imediato.

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“Harry Potter and the Cursed Child” pode ser publicado como livro

Todos nós, fãs que acompanham o menino-que-sobreviveu desde 1997, ou não, estávamos alegres por termos uma continuação, uma sequência de “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, mas ao mesmo tempo essa euforia era/é contida, pois tal continuação está restrita aos teatros de Londres. Mas eis uma boa notícia: Segundo a The Rowling Library duas editoras estão sondando J.K. Rowling e Jack Thorne. Estas editoras, que o site preferiu não divulgar, desejam transformar o roteiro da peça em livro.

Ou seja, podemos sim ter a história de “Harry Potter and the Cursed Child” em um formato diferente. Não seria uma romance, longe disso, mas lá estaria a trajetória a ser percorrida mais uma vez.  Estas são as únicas informações que temos ATÉ AGORA, e são boas até demais. Temos duas editoras em busca dos direitos da história, o que é um bom caminho para a publicação da mesma em forma de livro.

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