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Comprar ou alugar um imóvel: qual é a melhor opção para você?
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Comprar ou alugar um imóvel: qual é a melhor opção para você?

Você já se perguntou o que vale mais a pena: comprar ou alugar um imóvel? Um levantamento realizado em setembro pela Imóveis Aquarius de São José dos Campos mostrou que 30% dos clientes fecharam contratos de aluguel, enquanto 70% preferiram comprar imóveis. Mas esses números podem variar bastante por diferentes motivos, influenciados até mesmo pela realidade do país, mas principalmente pelo perfil do cliente.

+ Reserva de emergência: você tem a sua?

A decisão de morar de aluguel pode ser mais conveniente em alguns casos porque, por mais burocrático que seja, o processo de locação ainda é mais simples e rápido do que o de compra de uma casa ou apartamento. “Outro benefício importante é a flexibilidade que um imóvel alugado proporciona: para quem pensa em migrar de carreira, morar em outra cidade ou país, por exemplo, é mais complicado realizar esse desejo quando se tem uma boa parte do orçamento comprometida com uma parcela de financiamento”, argumenta Fernando Cardoso, sócio da Imóveis Aquarius.

O perfil de quem compra já é um pouco diferente. Em geral, são pessoas que sonham em ter mais liberdade quando em relação a possíveis reformas e que têm condições financeiras que permitem planejar o imóvel como deseja. Também são pessoas que buscam uma certa tranquilidade em morar em um lugar que é seu e que vai se valorizar financeiramente ao longo do tempo.

“Para tomar uma decisão de compra, sugiro avaliar o seu momento de vida. Se você tem renda ou possui um emprego estável, tem planos de aumentar a família nos próximos anos e quer ter algo próprio, essa pode ser a melhor opção. Outro ponto é: aqui na imobiliária temos vários clientes que utilizam a opção de compra como um investimento seguro, e ultimamente bem rentável, pois os imóveis valorizaram bastante com o passar do tempo”, destaca Ricardo Russi, engenheiro e sócio da Imóveis Aquarius. “Hoje existem diversas possibilidades que facilitam a compra de um imóvel. Vale a pena estudá-las”, completa.

processo de luto
Novidades

Setembro Amarelo continua em pauta: processo de luto é ainda mais difícil na pandemia

Mais de 700 mil pessoas decidiram tirar a própria vida em 2019, número superior ao de mortes por HIV, malária, câncer de mama e homicídio, de acordo com o último levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, foram registrados 12.895 casos em 2020, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Para os sobreviventes enlutados, termo criado por especialistas para se referir a quem enfrenta o suicídio de um parente ou amigo, o sentimento de perda foi agravado durante a pandemia, diante das restrições impostas para evitar a propagação do vírus.

+ A Covid e a impossibilidade de viver o luto

No atual cenário, o processo de luto tem sido ainda mais difícil, como explica a psicóloga Luciene Bandeira, cofundadora da Psicologia Viva, maior empresa digital de saúde mental da América Latina e integrante do Grupo Conexa. “Isso acontece, principalmente por causa de dois aspectos: distanciamento social e velórios limitados a poucas horas de duração e ao máximo de 10 pessoas presentes. Dessa forma, quem está enfrentando essa situação acaba se isolando e sente que faltou uma homenagem e despedida mais simbólicas ao ente querido”, ressalta.

Ela apresenta quatro especificidades que os sobreviventes enlutados enfrentam e que os diferenciam em relação à dor que envolve outros tipos de morte: sentimento de culpa, procura por justificação, estigma social e abandono. Esses fatores podem causar depressão, desenvolvimento de transtornos mentais, queda de produtividade, dependência química e desinteresse em sua própria vida.

Diante disso, Luciene destaca a importância da posvenção – cuidados e intervenções aos sobreviventes enlutados. Trata-se de uma forma de identificar e valorizar aspectos de proteção que possuam maior influência sobre os indivíduos, como senso de responsabilidade com a família; laços sociais bem estabelecidos com parentes e amigos; estar empregado; ter crianças em casa; capacidade de adaptação positiva; além de acesso a serviços e cuidados de saúde mental.

Esse último ponto, por sinal, tem crescido consideravelmente nos últimos dois anos. Por recomendação do Conselho Federal de Psicologia (CFP), as terapias presenciais passaram a acontecer na modalidade on-line, durante a Covid-19, visando à segurança de pacientes e psicólogos. A medida contribuiu para que mais pessoas se sentissem à vontade para procurar ajuda profissional, acredita Luciene. “Percebemos que os pacientes têm se sentido mais seguros e confortáveis em expressarem suas emoções, estando no ambiente doméstico. Eles não ficam expostos aos riscos de contaminação e também têm mais flexibilidade de horários”, completa.

Luciene acrescenta que o luto é um processo individual e não tem tempo específico de duração, pois cada um reage de maneira diferente e sua resolução envolve ressignificações em relação à perda, aceitação da condição e adaptação ao novo contexto. Para lidar com a ausência do ser que partiu, além da terapia, ela sugere algumas dicas, como buscar grupos de apoio organizados por profissionais e/ou pessoas que vivenciaram o luto; realizar rituais de despedida ou homenagens que acalmem o coração, caso a pessoa se sinta confortável para isso; participar de projetos de voluntariado; escrever conteúdos que possam contribuir com outras pessoas na mesma situação; compartilhar os sentimentos, entre outras.

Alice Júnior
Críticas de Cinema, Filmes, Séries

Crítica de Cinema: Alice Júnior (2019)

Alice Júnior é o filme que todos nós precisávamos mas ainda não tínhamos nos dado conta, pelo menos, conscientemente. É cativante, bem escrito, bem produzido e, acima de tudo, com muita representatividade.

+ Resenha: Vermelho, branco e sangue azul, Casey McQuinston

Ele conta a história de Alice Júnior, uma adolescente trans, que mora com o pai, Jean, e grava vídeos para o Youtube. Uma garota como qualquer outra de sua idade. No entanto, ela vê sua rotina mudar quando o pai é transferido de Recife para Araucárias do Sul, uma cidade no interior do Paraná.

Com a transferência, os dois passam a morar afastados da cidade, em um sítio. Realidade bem diferente da que ela estava acostumada. Mas, isso não é o pior: Alice também é transferida de escola e vai parar em um colégio religioso, com um pensamento mais retrógrado com o qual ela estava acostumada.

A luta de Alice Júnior, que antes era pelo seu primeiro beijo, agora passa a ser por reconhecimento. Na escola, ela precisa enfrentar preconceitos de pessoas da sua idade que não validam a existência de uma menina trans e por isso, não reconhecem a sua identidade. Ela não pode usar as roupas que quer, não pode usar o banheiro feminino e nem seu nome social é respeitado na chamada.

O grande ponto alto do filme é a luta de Alice, que parece inquebrável, pelos seus direitos, mesmo que ainda nova. Seu pai, Jean, é um grande aliado da causa e faz de tudo pela filha, o que é muito bonito de se ver representado no filme. E é nesse ponto que também vemos uma virada de chave entre as pessoas: existem sim, aqueles que querem derrubar Alice e sua existência, mas também existem aqueles que a ajudam a ser resistência.

O desenvolvimento de Alice Júnior se dá nessa virada de chave. Outras adolescentes da sua idade, passam a apoia-la e até o banheiro feminino, se passa a chamar “banheiro feminista”. O filme é uma representação incrível da adolescência LGBTQIAP+ e nos traz um quentinho no coração pela representatividade. Estamos acostumados a ver filmes adolescentes estrelados por Maísa, Larissa Manoela e outras atrizes cisgênero, enquanto Alice Júnior traz toda essa trama, inerente aos mais jovens, representada por uma garota trans.

Lembra que eu disse que era tudo o que a gente precisava? Além da luta por identificação, a gente também vê “problemas” de jovens como o primeiro beijo, o primeiro namoro, o vestibular, entender o seu lugar no mundo…. Se ainda usássemos o sistema de estrelas aqui no Beco, eu não daria cinco estrelas. Daria todo o céu.

Sessão da tarde
Filmes, Séries

Sessão da Tarde: Veja os filmes exibidos nessa semana!

A Sessão da Tarde já virou um clássico para todos nós, ainda mais durante a pandemia. O programa, é sinônimo de várias coisas: relaxar vendo um filme, fazer as tarefas do dia ouvindo o que está passando e até mesmo, limpar a casa conhecendo uma nova história ou relembrando uma antiga. E, como já é costume aqui no BECO TEEN, programe-se para não perder as exibições dessa semana!

Sessão da Tarde de segunda-feira, 28 de junho: Coincidências do amor

Kassie Larson é uma mulher madura e bem-sucedida, que decide fazer uma inseminação artificial para realizar o seu sonho de ser mãe. Mas ela não imagina que o seu melhor amigo, o neurótico Wally, substituiu a amostra do doador durante uma bebedeira. Anos depois, Kassie e seu filho Sebastian encontram Wally, sem imaginar que formam uma verdadeira família.

Terça-feira, 29 de junho: Um presente para Helen

A carreira de Helen Harris está em ascensão. No entanto, seu estilo de vida sofre uma enorme transformação quando sua irmã e seu cunhado morrem e ela se vê responsável pelos três sobrinhos.

Sessão da Tarde de quarta-feira, 30 de junho: Mamãe saiu de férias

Giulia, mãe de três crianças elétricas, decide ir viajar sem a família por 10 dias, e o caos da casa sobra para Carlo, marido e pai que vive apenas para o trabalho. Perdido e com um problema nas mãos, ele terá que se virar para dar conta.

Quinta-feira, 01 de julho: Os Goonies

Os Goonies encontram um misterioso mapa do tesouro e começam a seguir as pistas, entrando em um fabuloso mundo subterrâneo de passagens secretas, perigosas armadilhas e um antigo galeão pirata que esconde moedas de ouro.

Sessão da Tarde de sexta-feira, 02 de julho: Meu malvado favorito

Gru é um vilão que, com a ajuda de seus minions, planeja roubar a lua para se tornar famoso. Quando Gru vê a possibilidade de seu plano dar certo através de três irmãs, ele decide adotá-las. Mas as meninas começam a influenciar sua vida.

Cringe? Veja o dicionário de gírias da geração Z
Atualizações

Cringe? Mandrake? Confira o dicionário de gírias da Geração Z

Tudo começou com uma thread no Twitter, quando um representante da geração Y, ou millennial, perguntou aos integrantes da geração Z o que eles achavam cringe. Não demorou até que respostas como “tomar café da manhã”, “usar calça skinny”, “guardar o pão fora da geladeira” e “pagar boletos” aparecessem.

Mas, afinal, o que significa ser cringe? Nós, como representantes da geração que está no limbo entre as duas precisamos pesquisar no Google, apesar de concordar com algumas coisas que foram apontadas na thread. Por isso, o BECO TEEN foi atrás de tudo o que você precisa saber e preparou esse dicionário com todas as informações necessárias para entender os dois lados da moeda.

+ O que é ser um bookstan?

Os millennials, ou geração Y

Os millennials é a geração que engloba quem nasceu entre 1981 e 1995, aproximadamente. Eles foram nomeados assim, porque se tornariam adultos na virada do milênio. Essas pessoas se lembram de como o mundo era antes da ascensão da internet, apesar de terem tido contato com ela ainda bem novinhos. Em linhas gerais, é aquela geração que se apaixonou por Harry Potter nos cinemas, ouviu Rouge e Sandy & Júnior nas rádios e curtiu séries como One Tree Hill.

A geração Z

Nascidos entre 1996 e 2010, a geração Z é conhecida como nativa digital. Eles não se lembram do mundo antes da internet. São mais engajados em redes sociais, se expressam melhor por redes sociais como o Twitter e estão mais acostumados com filmes e séries por streaming. No Spotify, escutam Olivia Rodrigo no repeat e são apaixonados pelas dancinhas do Tik Tok.

O limbo o zillennials

Há quem diga que existe uma geração que está no limbo entre as duas. Normalmente, o pessoal nascido entre 1995 e 2000, que se lembram, ainda que vagamente, do mundo sem internet e são apaixonados por Harry Potter, Olivia Rodrigo, adoram o Twitter e ainda não sabem dançar no Tik Tok. A geração que está “no limbo” entre as duas, não está lá, nem cá. Isso tudo acontece porque, segundo informações, a classificação das gerações veio dos Estados Unidos e, quando pensamos no Brasil, o avanço e o acesso à internet foi um pouco mais lento.

Dicionário de gírias da geração Z

Agora que você já conhece um pouquinho das duas gerações e até mesmo do limbo entre elas, chegou a hora de entender as novas gírias, olha só:

CRINGE: Alguém que é cafona ou que causa vergonha alheia;

MANDRAKE: Estiloso, descolado;

BASED: O contrário de cringe, alguém autêntico. Ainda pode ser usada para se referir a um lugar em que a pessoa atua profissionalmente “Based in São Paulo”;

NORMIE: Algo que saturou, que perdeu sua originalidade;

INDIE: Algo que foge dos padrões, algo independente. Contrário de normie;

STAN: Ser muito fã de alguma coisa, há quem diga que é uma junção de stalker + fan;

CHEUGY: Uma tendência que pode ser brega, mas que de vez em quando, dá vontade de usar. Quase um guilty pleasure.