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Gabu Camacho

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Bloomsbury publicará livro com detalhes sobre os escritos de J.K. Rowling!

A editora Bloomsbury, que publica os livros da série Harry Potter no Reino Unido, lançou a pré-venda do livro “J.K. Rowling: a bibliography”, que deverá ser lançado no próximo dia 12 de abril no país.

Sobre o livro, o site da editora detalhou:

“Esta é a bibliografia definitiva com os escritos de J.K. Rowling. Além dos detalhes bibliográficos completos de todos os livros, panfletos, contribuições originais para a obra e broadcasts, haverá informações detalhadas de J.K. Rowling em leilões, em análises significativas e em trabalhos acadêmicos sobre Rowling. O livro será a primeira fonte de consulta para textos acadêmicos, colecionadores de livros, casas de leilão, críticos e pesquisadores. O objetivo do livro é recordar fatos e dissipar rumores sobre a fascinante história da série Harry Potter”.

pré-venda está sendo feita por £58, e o livro terá 448 páginas na edição britânica. Continue acompanhando o Potterish para conhecer mais detalhes dessa novidade!

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Novas imagens dos sets de "A Esperança – Parte 1"!

Novas imagens dos sets de gravação do terceiro filme da franquia Jogos VorazesA Esperança – Parte 1, foram liberadas hoje! O filme que é estrelado por Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson e Liam Hemsworth tem data de estréia prevista para 20 de novembro de 2014 e terá um teaser-trailer liberado  no próximo dia 13. Confira as imagens em tamanho maior clicando nas miniaturas abaixo:

 

 

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THR: Gwendoline Christie substitui Lily Rabe em "A Esperança"!

Gwendoline Christie, que intepreta a guerreira Brienne na série Game Of Thrones da HBO, conseguiu outro papel de lider militar.

A atriz irá interpretar a Comandante Lyme no último filme da franquia Jogos Vorazes, da Lionsgate, A Esperança – Parte 2. Ela está substituindo Lily Rabe, que foi escolhida originalmente para o papel da líder, e posteriormente teve conflitos de agenda e teve que largar o papel.

Atualmente, a franquia que possui as estrelas Jennifer Lawrence, Liam Hemsworth e Josh Hutcherson está tendo seu terceiro filme gravado – A Esperança – Parte 1.

Lyme é uma das líderes do Distrito 13, que está se rebelando contra o governo de Panem. Ela vem do Distrito 2 e foi uma vitoriosa dos Jogos Vorazes no passado.

A Esperança – Parte 1, o terceiro filme baseado nos livros de Suzanne Collins, tem estréia prevista para 21 de novembro de 2014 enquanto a parte 2, tem estréia prevista para 20 de novembro de 2015.

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Terceiro filme de Percy Jackson ainda pode acontecer, desmente Logan Lerman

Após supostamente afirmar publicamente que um terceiro filme para a série de Percy Jackson estaria morto, Logan Lerman, que interpreta o jovem semideus nas telonas, desmentiu sua afirmação em recente entrevista. Confira o que o ator disse ao The Independent, traduzido por nós:

Logan Lerman disse que Percy Jackson 3 ainda pode acontecer, desmentindo relatos anteriores que falavam que o filme havia sido cancelado.

O ator disse que assinou um contrato para três filmes, e que apareceria novamente numa terceira adaptação caso fosse dado sinal verde para a produção.

“Se eles quiserem fazer um terceiro filme, terei que fazê-lo, sou obrigado contratualmente a fazer três filmes. Eu os amo, e me diverti bastante durante a produção”, ele disse.

Sobre os relatos da última semana em que ele havia supostamente dito que o filme “não aconteceria”, o ator acrescentou: “O que eu disse foi tirado fora de contexto.”

“Eu disse que não sabia, não soube de nada e faz algum tempo desde que o segundo filme foi lançado, então, eu apenas não soube de nada. A menos que eles me chamem, acho que é um pouco improvável.”

O ator que interpreta o filho de Noé no filme recém chegado aos cinemas, Noé, ainda acrescenta: “Eu ficaria surpreso se me chamassem agora, porque usualmente, você espera que façam isso bem rápido.”

Logan, que tem 22 anos, disse que adorou filmar os filmes e retornaria para interpretar o herói Percy Jackson mesmo se tivesse 30 anos, “Se eu tivesse 30, com certeza interpretaria Percy de novo”.

Michael Barnathan, que é produtor de Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios e Percy Jackson: Mar de Monstros, twittou que não sabe de nada sobre o cancelamento, confira:

Michael-Barnathans-Tweet-regarding-Titans-Curse“Aparentemente Logan disse que o terceiro filme de Percy Jackson não acontecerá… Por favor, diga que ele está mentindo.”
“Não ouvi nada sobre.”

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50 anos do golpe militar: ação que mergulhou o Brasil em 21 anos de ditadura

Chico Buarque – Apesar de Você, música censurada por lidar implicitamente com a falta de liberdade durante a ditadura militar.

Entenda o golpe

No começo da década de 1960, o país atravessava uma profunda agitação política. Depois da renúncia do presidente Jânio Quadros (PTN), em 1961, assumiu seu vice, João Goulart (PTB), conhecido como Jango, um homem que defendeu medidas consideradas de esquerda para a então política brasileira.

Faziam parte de seus planos as reformas de base, que pretendiam reduzir as desigualdades sociais brasileiras. Entre estas, estavam as reformas bancária (para ampliar crédito aos produtores), eleitoral (ampliar o voto aos analfabetos e militares de baixas patentes), educacional (valorizar os professores, oferecer ensino para os analfabetos e acabar com as cátedras vitalícias nas universidades) e agrária (democratizar o uso das terras).

O perfil de Jango logo preocupou as elites, que temiam uma alteração social que ameaçasse seu poder econômico. Entre as medidas adotadas para enfraquecer o então presidente está a adoção do parlamentarismo, que, em 1961 e 1962, atribuiu funções do Executivo ao Congresso, dominado na época por representantes das elites. O regime presidencialista foi restabelecido em 1963 após um plebiscito.

A crise econômica e a instabilidade política se propagavam no país. Jango propôs, então, reformas constitucionais que aceleraram a reação das elites, criando as condições para o golpe de 64. Com as reformas, ele pretendia controlar a remessa de dinheiro para o exterior, dar canais de comunicação aos estudantes e permitir que os analfabetos, maioria da população, votassem.

O estopim para o golpe militar aconteceu em março de 1964, quando Jango, após um discurso inflamado no Rio de Janeiro, determinou a reforma agrária e a nacionalização das refinarias estrangeiras de petróleo.

Imediatamente, a elite reagiu: o clero conservador, a imprensa, o empresariado e a direita em geral organizaram, em São Paulo, a “Marcha da Família Com Deus pela Liberdade”, que reuniu cerca de 500 mil pessoas. O repúdio às tentativas de reforma à Constituição Brasileira e a defesa dos princípios, garantias e prerrogativas democráticas constituíram a tônica de todos os discursos e mensagens.

Em 31 de março daquele ano, os militares iniciam a tomada do poder e a deposição de Jango. No dia 2 de abril, o presidente João Goulart partiu de Brasília para Porto Alegre e Ranieri Mazilli (PSD) assumiu a presidência interinamente. Dois dias depois, João Goulart se exilou no Uruguai.

Em 9 de abril, foi editado o AI-1 (Ato Institucional número 1), decreto militar que depôs o presidente e iniciou as cassações dos mandatos políticos. No mesmo mês, o marechal Castello Branco (Arena) foi empossado presidente com um mandato até 24 de janeiro de 1967.

50 anos depois

O golpe de 1964 não se originou apenas da mobilização das Forças Armadas. Parte da sociedade civil, que temia a aproximação de Jango com a esquerda, apoiava a ação militar e passou a conspirar para que o presidente fosse deposto. Os militares não eram um grupo homogêneo. Havia planos de golpe nas Forças Armadas, mas também oficiais fiéis a Jango, que foram colocados em postos estratégicos. Mas ninguém sabia quando e como o plano seria executado. O general Mourão Filho reagiu primeiro, precipitando o golpe.

Desde o suicídio de Vargas, em 1954, o Brasil vivia na iminência de um golpe pela pressão da oposição e instabilidade nas Forças Armadas. Militares e políticos ameaçavam se rebelar. Era como se pudessem tomar o poder a qualquer hora.

Como um pesadelo que ainda provoca calafrios e aflições e não se dissipa com raios da manhã, o golpe militar de 31 de março de 1964 — que completa 50 anos hoje — ainda está vivíssimo na memória do País como um período de tenebrosas violações da liberdade, dos direitos humanos que deixou milhares de mortos, desaparecidos e torturados e se prolongou por longos 21 anos, até 15 de março de 1985 com a posse do civil José Sarney e a instauração da Nova República.

Um período de excessos que não se curvou até hoje a julgamento histórico de fato. Ainda que existam movimentos concretos de tentativa de apuração dos abusos, nada ainda aconteceu.

Torturadores e militares com as mãos sujas de sangue refestelam-se no sofá da sala quem sabe livres das dores agudas da consciência. Mas é sempre importante lembrar que, apesar do combate desigual, os opositores do regime sequestraram diplomatas, assaltaram bancos, mataram e orquestraram guerrilhas armadas. O País, governado por uma vítima da tortura, não consegue acertar as contas com o seu passado.

Nesses 50 anos dessa violenta ruptura institucional, não há absolutamente nada a comemorar. Não há vencedores, nem vencidos. Até porque alguns dos mais ilustres e impetuosos combatentes da ditadura – os supostos mocinhos deste filme de terror – estão presos numa cadeia em Brasília condenados pelo vil crime de corrupção.

Passados 50 anos do Golpe de 1964, documentos e informações sobre um dos episódios mais importantes da história recente do país continuam a ser descobertos. E mais uma leva de seminários, debates, manifestações e eventos especiais característicos das chamadas datas redondas de um acontecimento histórico está em curso. A diferença é que, agora, o debate, dentro e fora da área acadêmica ou dos trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, procura esmiuçar a participação da sociedade no golpe. E estabelecer diferenças entre o apoio ao golpe e àquele dado à manutenção do regime militar que se estendeu até os anos 1980.

Crimes e tortura


Abaixo, publico o documentário “15 filhos” de Maria Oliveira e Marta Nehring, que retrata os horrores e crimes praticados pela repressão militar no Brasil.


Controvérsia

Entre as várias controvérsias que cercam a ditadura militar no Brasil, uma ainda persiste e divide parte dos estudiosos: o dia e o momento exato do golpe que tirou João Goulart (1919-1976) da Presidência e deu início ao regime autoritário.

A história registra que a queda de Jango se deu entre 31 de março e 2 de abril, mas desde então, duas correntes se dividem sobre a data: para uns, entre os quais militares, a “revolução” se deu no dia 31; para outros, principalmente os militantes de esquerda, em 1º de abril, o dia da mentira.

Comemorações

Nesta segunda-feira (31) o golpe militar de 1964 completa 50anos. Vários eventos lembram a data, em Brasília.

O Senado fez uma sessão especial para homenagear a data. Os discursos dos senadores relembram o golpe militar e comemoram a plena democracia do país.

Os senadores Randolfe Rodrigues e João Capiberibe defenderam a revisão da lei da Anistia. A ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também promoveu um evento para relembrar a data. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu desculpas em nome do estado. Disse que a luta pela democracia foi vitoriosa, mas ainda há resquícios de autoritarismo que precisam ser combatidos.

“Infelizmente o governo proíbe comemorar coisas maravilhosas como essa”, afirmou o presidente do Clube de Aeronáutica, brigadeiro Ivan Frota.

Rio – Com medo de hostilidades e violência em possíveis manifestações contrárias ao golpe militar, a comissão que reúne os Clubes Miliar, Naval e de Aeronáutica escolheu a zona oeste da cidade, a mais de 20 quilômetros do centro, para sessão solene de comemoração aos 50 anos do movimento que derrubou o presidente João Goulart. Embora os três clubes tenham sede no centro, a solenidade, seguida de um almoço, aconteceu na unidade da Barra da Tijuca do Clube de Aeronáutica.

“Não deixaríamos passar a data em hipótese alguma. Mas, nas sedes do centro, não havia como garantir segurança das nossas instalações, do nosso pessoal”, disse o presidente do Clube de Aeronáutica, brigadeiro Ivan Frota, que classificou a Comissão Nacional da Verdade de “uma afronta à verdade”. “Há quase um massacre a um episódio da história que foi a participação dos militares (…)Nosso poder de comunicação é ínfimo diante da mídia, mas será a briga de Davi e Golias. A contrapropaganda é o que nos resta”, discursou o presidente do Clube Naval, almirante Paulo Frederico Dobbin. O almirante reclamou das edições dos jornais pelos 50 anos do golpe: “Da mesma maneira que apoiaram, agora criticam”.

Após 50 anos, o golpe militar de 31 de março de 1964 é uma lembrança a cada dia mais tênue na memória nacional, mas também uma história sem ponto final que ainda hoje contamina com rancor e ódio o ambiente político. O conflito é particularmente visível na relação do atual governo com as Forças Armadas, sobretudo com militares da reserva, e na Comissão Nacional da Verdade, criada em 2011 para investigar e esclarecer o que ocorreu com 153 militantes de esquerda desaparecidos durante a ditadura militar (1964-1985).

Antecipando-se a eventuais celebrações, o governo tomou providências para evitar uma nova crise com o meio militar, como se deu em 2012 e 2013 por ocasião do aniversário de 31 de março. Por orientação da presidente Dilma Rousseff, uma ex-combatente da luta armada contra o regime dos generais, o ministro da Defesa, Celso Amorim, chamou os comandantes militares e passou o recado: o governo não vai tolerar manifestações do pessoal da ativa. As punições podem ir da simples advertência à prisão e exclusão das Forças Armadas.

Impunidade

Um ato realizado na manhã desta segunda-feira (31) em São Paulo lembrou os 50 anos do golpe militar e pediu punição aos militares responsáveis por torturas e assassinatos.

O evento foi realizado no local onde funcionou o Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) do 2º Exército, no bairro do Paraíso. Outro pedido dos manifestantes foi a transformação desse edifício, onde hoje funciona o 36º DP, em um memorial em homenagem às vítimas. O local já é tombado e considerado patrimônio histórico.

Parentes de vítimas e organizações realizam ato 'Ditadura Nunca Mais' no dia que marca os 50 anos do golpe que instituiu a ditadura militar no Brasil, na antiga sede do DOI-Codi em São Paulo (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Parentes de vítimas e organizações realizaram ato ‘Ditadura Nunca Mais’ no dia que marca os 50 anos do golpe  (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)

O ato foi convocado pela internet e reuniu cerca de 140 entidades. Grupos de teatro fizeram apresentações alusivas ao golpe militar. Foi exibida ainda uma gravação do então deputado Rubens Paiva, desaparecido durante a ditadura.

Maria Amélia de Almeida Teles, torturada no DOI-Codi (Foto: Márcio Pinho/G1)
Maria Amélia de Almeida Teles, torturada no DOI-Codi (Foto: Márcio Pinho/G1)

Os presentes leram em voz alta um manifesto em que chamaram o 31 de março de “Dia da Vergonha Nacional”. O texto continha o nome das mais de 50 pessoas que morreram no prédio, entre eles o jornalista Vladimir Herzog. Em 2012, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o atestado de óbito de Herzog fosse revisado para incluir que ele morreu em razão de maus-tratos.

Pessoas que foram torturadas no local estiveram presentes. Maria Amélia de Almeida Teles, de 69 anos, foi torturada com sua família no local. Ela era membro do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Maria Amélia afirmou que o estado brasileiro ainda tem as “mãos sujas de sangue” por não promover medidas para punir os militares que participaram de torturas e assassinatos e esclarecer as mortes. “Isso impede o avanço da democracia”, disse.

Anivaldo Padilha, que foi torturado e participou do evento com imagem de um amigo desaparecido no período da ditadura (Foto: Márcio Pinho/G1)
Anivaldo Padilha, que foi torturado e participou do evento com imagem de um amigo desaparecido no período da ditadura (Foto: Márcio Pinho/G1)

Já Anivaldo Padilha, de 73 anos, emocionou-se ao chegar na antiga sede do DOI-Codi, onde foi torturado por mais de um mês em 1970. Ele era estudante e membro da Ação Popular. Após a prisão, ficou 13 anos exilado e morando em diferentes países. Nesse período, tinha pesadelos quase todas as noites. Foi quando conseguiu perdoar seus torturadores. “Eu percebi que o perdão às vezes é mais importante para quem perdoa do que para quem é perdoado”, disse. Ainda assim, pede punição aos militares da época pelos crimes “contra a humanidade”.

Ele também pede a criação de um memorial na sede do DOI-Codi. “Vamos estabelecer aqui um marco de memória para que nunca se esqueça o que aconteceu no Brasil”, disse.

O golpe militar de 1964, que completa 50 anos nesta segunda-feira (31), marcou o início de um dos capítulos mais tristes da história do Brasil. Os 21 anos do regime foram pontuados pelo desrespeito dos direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão. Enquanto nos vizinhos latino-americanos vários processos foram realizados para punir os responsáveis pelos regimes ditatoriais, no Brasil, cinco décadas após a tomada do poder pelos militares, as vítimas ainda esperam justiça.

Intelectuais de peso foram obrigados a fugir e viver no exterior e quem ficou, sucumbiu. 50 anos depois tudo é história, ainda que existam feridas abertas, corpos enterrados em covas clandestinas e demônios na espreita. Enquanto isso, o País espera pela Copa do Mundo. — Celso Fonseca, do R7

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Richelle Mead posta em seu blog sobre o processo de escolha dos títulos de seus livros

Richelle Mead, autora de Academia de Vampiros, fez uma postagem em seu blog pessoal, sobre a escolha do título da série, que seria Kissed By Shadows inicialmente, e sobre a escolha dos títulos de cada livro, individualmente. Confira a postagem traduzida pelo Vampire Academy Brasil, abaixo:

Uau, que tem sido um loooongo tempo sem um post no blog! Eu tive que fazer muita promoção online por causa do filme, então, assim que ele saiu, fiz uma pausa merecida e não passei muito tempo aqui ou até mesmo nas redes sociais. Muitas pessoas estão perguntando por lá se vai ter o filme de Frostbite, e eu sinceramente não sei ainda. Vampire Academy conseguiu atrair algumas pessoas novas para o livro (obrigado, pessoal!), mas não tanto quanto se espera para uma estreia. Sem esses números, é difícil dizer se os produtores e financiadores serão capaz de se dar o luxo de fazer mais um. Disseram-me que não é impossível… tampouco é fácil. Se eu ouvir mais notícias sobre o que está fazendo, vou deixar vocês saberem!

Nós fez ficar definitivamente alguns recém-chegados aos teatros, e foi ótimo ver quantos deles amaram o filme (e, melhor ainda, passou a ler os livros!). Eu vi um monte dessas novas pessoas dizendo: “Uau, é tão diferente do que eu esperava, com base no título!” Esse tem sido um tema recorrente desde que o primeiro livro da série saiu. Tenho sido perguntada muitas vezes: de onde esse título veio, levando em consideração que metade da série sequer ter lugar na academia? Aqui está a resposta.

Quando eu vendi o primeiro livro em 2006, ele foi chamado Kissed By Shadows. Agora, o negócio do livro envolve muito mais do que apenas uma história. O marketing de livro é um grande fator, e as pessoas na editora sentiram que o título não tinha um bom apelo de marketing. Além disso, alguns se preocuparam muito com a semelhança com alguns títulos de Laurell K. Hamilton, que foram evidentes na época. Então, me pediram para sugerir outros títulos… e foi o que eu fiz. Mais e mais. Quantos títulos? Bem… quase oitenta anos. Foram toneladas de trocas de e-mails, e todos os títulos expostos eram rejeitados. No final, todos estávamos começando realmente a ir em algumas direções malucas. Quando alguém finalmente sugeriu Vampire Academypara mim, eu estava tão exausta pelo processo que eu disse: “Sim , vá em frente. ” Os leitores sempre lembrar do o título mesmo que não cubra totalmente o que acaba acontecendo na série. Mas hey, mas não há muita coisa acontecendo na série, para que um único título cobrisse tudo de qualquer maneira? É difícil dizer, e é isso que os títulos dos livros são individuais.

E agora você deve estar se perguntando… quais foram os títulos rejeitados? Que bom que você perguntou. Pela primeira vez, eu dar-lhe todos os títulos sugeridos e rejeitadas para a série Vampire Academy .

Agora você pode ver por que eu estava tão exausta pelo processo …

BLOOD ANGEL
GUARDIAN ROSE
BOND OF SPIRIT, BOND OF BLOOD
THE SPIRIT AWAKENED
BLOOD ROSE
BLOOD OF THE GUARDIAN
BLADE OF THE GUARDIAN
SHADOW DANCERS
DARK SPIRIT
GUARDIAN RISING
HALF ROYAL
HALF BLOOD
HALF BLOOD ROSE
TAINTED BLOOD
TAINTED PRINCESS
TAINTED ROSE
ROGUE PRINCESS
DAUGHTER OF THE BLOOD
THE MARKED DAUGHTER
DAUGHTER OF SHADOWS
AVENGING ROSE
BLOOD DESTINY
BLOOD PRINCESS
BLOOD SISTER
SISTERS IN BLOOD
ROGUE GUARDIAN
BLOOD ACADEMY
BLOOD SECRETS
DARK ELEMENTS
SHADOW OF THE PRINCESS
THE PRINCESS’ SHADOW
THE BLOOD CHOSEN
FATED BY BLOOD
HEART OF THE GUARDIAN
THE ACADEMY
LADY GUARDIAN
ROSE REBORN
ROSE ASCENDING
VAMPING
ROSE IN THE SHADOWS
LIVING WITH VAMPIRES
CONCERNING VAMPIRES
DEATH IN A BLACK DRESS
HYBRID
HYBRID ANGEL
THE SWEETEST BITE
THE SPLENDID BITE
THE RADIANT BITE
RAISED BY VAMPIRES
SHE WHO PROTECTS
HOT BLOODED NIGHTS
CONFESSIONS OF A VAMPIRE BODYGUARD
ROSE HATHAWAY, VAMPIRE BODYGUARD
A BEGINNERS GUIDE TO PROTECTING VAMPIRES
ROSE THE DHAMPIR
PLAYING WITH VAMPIRES
THICKER THAN BLOOD
VAMPIRIC VOWS
HOT AND HOT BLOODED
FANGS NOT REQUIRED
DEAD TO BITES
BITE CLUB
YOU DON’T HAVE TO LIKE VAMPIRES, BUT IT WOULDN’T HURT
A BEGINNGERS GUIDE TO GUARDING VAMPIRES
CONFESSIONS OF A VAMPIRE GUARDIAN
THE BLOODLUST RULES
ILLEGITIMATE CONFESSIONS
CONFESSIONS OF A VAMPIRE’S DAUGHTER
THE DHAMPIR CONFESSIONS
HOW TO GUARD A VAMPIRE PRINCESS
CONFESSIONS OF BLOOD AND LUST
LUST, BLOOD, AND OTHER TABOOS
LUST, BLOOD, AND OTHER INSTINCTS
SINS OF THE GUARDIAN
PRIMAL CONFESSIONS
LOST IN INSTINCT
THE TRUTH ABOUT VAMPIRE SEDUCTION
THE TRUTH ABOUT FLIRTING WITH VAMPIRES

Eu estou supondo que alguns de vocês vão olhar para isso e pensar: “Isso nunca teria funcionado!” Mas eu garanto que se um título alternativo tivesse sido escolhido, e então eu disse que Vampire Academy era uma possibilidade, não haveria pessoas dizendo: “Isso nunca teria funcionado!”

O que você teria achado disso?

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Clipe de "Beating Heart" para Divergente é oficialmente divulgado!

O clipe da música Beating Heart, de Ellie Goulding para a trilha sonora de Divergente, que havia sido divulgado anteriormente pela MTV norte-americana, foi lançado oficialmente no Youtube recentemente. Nele, vemos a cantora com tatuagens representando Tris, e inclusive algumas cenas do filme, que podem ser spoilers para você que está esperando para vê-lo no cinema. Confira:

Lindo clipe, não?

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Filme de "Animais Fantásticos e Onde Habitam" poderá ser uma trilogia

Em entrevista recente, o CEO da Warner Bros. Kevin Tsujihara, revelou que o spinoff de Harry Potter, Animais Fantásticos e Onde Habitam será pelo menos uma trilogia.

O filme da nova série foi anunciado pela primeira vez em setembro, e até então só sabíamos da esperança da WB em transformá-lo em uma franquia. Agora, Rowling se pronunciou sobre a importância do envolvimento de Tsujihara para que os planejamentos se tornassem reais.

“Quando eu digo que graças a ele isto aconteceu, eu não estou brincando – falo a verdade, literalmente”, ela diz ao jornal. “Nós jantamos uma vez, nos falamos por telefone, e então peguei o primeiro rascunho que escrevi, pensando que seria uma algo memorável para os meus filhos, e comecei a reescrevê-lo!”

“Quando Kevin assumiu o trabalho, trouxe novas energias, o que foi contagiante. Ele é uma pessoa muito envolvente, atenciosa e engraçada.”

O jornal The New York Times descreve Animais Fantásticos e Onde Habitam como “mega filmes”. Eles também falam que o filme contará a história de Newt Scamander bem antes da jornada de Harry começar. Não é um prequel ou uma sequência. Eles “começarão” em Nova York.

Ainda não está claro se há potencial para fazer mais de três filmes ou se a história de Rowling consegue se esticar para mais que uma trilogia.

O que inspirou a Warner Bros. a fazer disso uma trilogia, foi a franquia Hobbit, dirigida por Peter Jackson, cujo final será lançado em dezembro deste ano. Cada um dos três filmes foram lançados exatamente com um ano de diferença entre eles, e fizeram um sucesso monstruoso.

David Heyman está produzindoAnimais Fantásticos e Onde Habitam. Diretor e data de lançamento ainda não foram anunciados.

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AdoroHollywood: "Minha personagem é uma Hitler feminina", avisa Kate Winslet sobre Divergente

Baseado no primeiro livro de uma trilogia de sucesso escrita por Veronica Roth, Divergente fez bonito em sua estreia nos cinemas dos Estados Unidos, faturando US$ 56 milhões e conquistando a liderança do ranking americano. O filme acompanha a saga de Beatrice Prior, uma jovem que vive numa realidade onde todas as pessoas são divididas em castas, segundo suas capacidades. Só que ela não se encaixa em nenhuma delas, sendo a divergente do título, o que põe em risco todo este sistema de controle à sociedade.

Uma correspondente do site AdoroCinema em Hollywood, Luciana Franchini, marcou presença na pré-estreia de Divergente e pôde falar com todo o elenco principal: Shailene Woodley, intérprete de Beatrice, o mocinho Theo James e ainda a vilã Kate Winslet, que afirmou categoricamente: “minha personagem é como se fosse uma Hitler feminina”. Confira o resultado nesta nova reportagem do AdoroHollywood: