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Gabu Camacho

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Site da Capital é invadido por hackers em ação de publicidade para "A Esperança"

A divulgação de Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 demorou para começar mas agora segue a todo vapor! Após ter um comunicado do Presidente Snow interceptado por rebeldes (veja aqui), as redes sociais e o site da Capital foram invadidos por hackers!

Primeiro, o seguinte tweet foi publicado, sem nenhum nexo aparente:

tweet
Alguns fãs mais antenados, disseram então, que se lido musicalmente, resulta no assovio do Tordo, símbolo da revolução, como podemos ver no vídeo abaixo:

E isso não foi tudo! Depois, quem tentava acessar o site da Capital, era direcionado para uma página cheia de códigos e uma mensagem secreta, veja:

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Podemos ver escrito em verde ali, The Mockingjay Lives – You silence our voices, but we are still heard, que significa O Tordo está vivo – Você tentou silenciar nossa voz, mas ainda somos ouvidos.

Incrível, né? “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1″ estreia dia 21 de novembro desse ano e nós mal podemos esperar para ver o início do fim dessa maravilhosa distopia.

Fonte

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Novos cartões florais de "Os Instrumentos Mortais" por Cassandra Jean

Como postamos anteriormente, Cassandra Clare vem publicando ultimamente cartões florais com os personagens da série Os Instrumentos Mortais, desenhados pela talentosa Cassandra Jean, como uma espécie de bônus para nós, agora que a série acabou. Confira:

Quase no fim dos cartões florais! (Se você quer ver todos eles, você pode conferir a tag flowers no meu tumblr ou na maravilhosa página da Cassandra Jean, Shadowhunter wiki.)

Cartões das garotas no poder! Jia, a consulesa pega circunspecção, uma vez que ela é uma política cuidadosa, Camille fica com coração frio, Lily ambição e Imogen Herondale  (lembram que esta foi a primeira vez que ouvimos o nome Herondale?), a Inquisidora fica com Justiça Dever Ser Feita.

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Últimos cartões florais de TMI, por Cassandra Jean. Maia – que já foi postada e Bat. Vamos para TID!

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O que acharam dos cartões? Lindos, não?

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Três anos de saudades – O que Harry Potter significa para você?

Hoje, 15 de julho faz três anos que a saga do bruxinho mais amado do mundo chegou ao fim nos cinemas. Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, lançou em 2011 e desde então, os fãs da série comemoram esta data prestando homenagens através de suas redes sociais, seja com textos, tags ou até mesmo vídeos e montagens.

Harry Potter é uma saga especial na vida da maioria dos leitores, e é onde grande parte deles começou a se apaixonar pela leitura, então nada mais justo que prestar essa homenagem tão singela à uma das séries que mudou a vida de tanta gente.

O que Harry Potter significa para você? Deixem as respostas nos comentários, ou envie-nas para nós através das nossas redes sociais. As mais bonitas serão colocadas nesta postagem durante o dia de hoje, como uma forma de homenagem mútua, feita de fãs para fãs. Contamos com a participação de vocês.

Há alguns anos atrás eu era desprovido de livros. Não gostava de ler e raramente tocava num livro. Desde a infância soube da existência de Harry Potter, mas nunca, nunca tinha parado para saber mais. E um dia eu resolvi assistir todos os filmes e ler todos os livros. Foi então que o amor pela leitura surgiu. Dediquei um ano inteiro só para a leitura dos livros e para ver os filmes. Pude assistir ao último filme do Harry Potter no cinema, no dia da estreia. Foi o único filme da saga visto no cinema por mim, mas ainda assim não deixei de sentir a emoção que senti quando estava naquela sala de cinema. Eu não me importava se as pessoas que estavam ali acompanhavam a série desde a infância, ou se eram mais fanáticas que eu. Eu só queria ver o fim de uma estória que ficou marcada pra sempre na minha memória. Eu queria ver como tudo iria ficar. E o choro foi inevitável. Senti como se uma parte de mim estivesse acabado. Mas hoje eu sei que não, que nada está acabado. Que a magia estará sempre no meu coração, e quando eu quiser praticá-la, eu abrirei um dos livros e assistirei um dos filmes. E há três anos atrás, eu estava numa sala de cinema, junto com outras pessoas, chorando por uma estória que mudou nossas vidas.

Obrigado, Jô. Pela incrível capacidade de imaginação. Por ter escrito essa estória maravilhosa, e por ter sido o início da minha paixão pela leitura e pelas palavras.

“After all this time?”
“Always”.

— Alberto Lima, em comentário

Pra mim significa a maior história de tds os tempos, significa que quando a amizade é verdadeira nada nem ninguém pode destruir. HP significa para mim que independente da situação que estiver…nunca perca a esperança! não dá pra resumir uma história tão linda e tão perfeita em poucas palavras :’)

— Larissa Barreto, no Facebook

10 anos q conheço e é sempre como se fosse a 1a vez ;’) <3 — @f_radcliffe, no Twitter
acho que tudo o que sinto não cabe em 140 caracteres, então só me resta dizer “After all this time?” “Always.” #Always

— @Tha_Berlanga, no Twitter

Harry potter pra mim significa toda a magia que existe em cada alma humana,e que amar e bem mais que dizer eu te amo,que o amor é expressado nas atitudes,gestos de amizade e em 7 livros…

— @adikawaii_daavril, no Instagram

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Primeiro trailer de "Horns", com Daniel Radcliffe

O primeiro trailer de Horns, novo filme de Daniel Radcliffe – Harry Potter – foi liberado há pouco e nele, vemos o personagem do ator controlando cobras e com chifres! Confiram:

O longa vai mostrar a história de Ig Perrish, um jovem acusado de estuprar e matar a namorada, personagem de Juno Temple. Um ano depois ele começa a ganhar chifres e a ouvir o que as pessoas estão pensando, o que o motiva a fazer sua própria investigação do crime.

O filme é baseado no livro “O Pacto”, de Joe Hill, filho do gênio Stephen King, e dirigido por Alexandre Aja, de “Espelhos do Medo”. “Horns” deve chegar aos cinemas britânicos em outubro e ainda não tem data de lançamento no Brasil.

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Veronica Roth responde perguntas de fãs e fala sobre final de "Allegiant (Convergente)"

Veronica Roth, autora da trilogia Divergente, respondeu recentemente em seu Twitter, uma série de perguntas dos fãs, pessoais e sobre a saga. Logo em seguida, fez uma postagem em seu blog sobre o final do último livro, Allegiant. Confira traduzido:

Você escreveu ‘Quatro’ pela perspectiva do Tobias. Como você teve essa ideia?

Veronica Roth: Meu editor perguntou se eu queria escrever pela perspectiva de outro personagem, e a história dele é familiar e eu estava ansiosa para explorá-la.

Qual foi a história mais fácil de escrever?

Veronica Roth: A mais fácil foi ‘O Transferido’, pois eu sabia bem a arca da história e tinha bastante emoções para explorar.

‘Quatro: O Traidor’ sobrepõe com o primeiro livro na série Divergente. Como isso afetou sua abordagem?

Veronica Roth: Essa sobreposição deixou as coisas complicadas! Constantemente eu estava consultando Divergente e Convergente e teve que ser mais metódico. Enquanto foi provavelmente a história mais desafiadora, foi MUITO divertido trabalhar nela.

Tem algum outro personagem que você gostaria de escrever?

Veronica Roth: Não agora! Eu escrevi a do Quatro porque sua história estava na minha cabeça, mas agora todas as outras estão quietas!

Como seus fãs influenciaram as histórias de Divergente?

Veronica Roth: Bem, a afeição dos meus leitores (e a minha) e interesse em seu personagem ajudou a juntar essas histórias, definitivamente.

A sua visão dos livros de Divergente mudou depois que o filme saiu?

Veronica Roth: Na verdade, não! Eu tento pensar que o filme e o livro são duas coisas diferentes – ambas ótimas! Mas separadas na minha cabeça.

O que você acha mais intrigante da facção da Audácia?

Veronica Roth: Eu amo o jeito que eles lutam pra descobrir o que significa coragem – e o que não significa. (Não é imprudência, não é crueldade e etc.) Eu adoro deixar os personagens da Audácia pensarem entre as linhas e ver o que acontece.

O que vem depois? Você vai continuar a escrever distopias?

Veronica Roth: Amei escrever a distopia, mas estou pronta pra começar algo novo. Ainda quero escrever YA (Jovem Adulto), mas além disso, não tenho certeza!

Onde você escreveu o primeiro capítulo de Divergente?

Veronica Roth: Escrevi na minha cama, na casa dos meus pais. Depois de ter assistido um pouco de Veronica Mars.

O que você mais gosta na relação entre Tris e Tobias?

Veronica Roth: Pra mim eles são como amigos e iguais – para um ser forte, o outro não precisa ser fraco.

Foi fácil pra você se conectar com Tris ou Tobias enquanto escrevia suas perspectivas?

Veronica Roth: Difícil dizer, pois eu tinha bastante treino com a Tris, mas coisas diferentes foram fáceis com Tobias – ele é bastante direto comigo. (Isso deve soar estranho!)

Que conselho você daria para alguém que deseja escrever um livro?

Veronica Roth: Se apaixone pelo processo de escrita, e não pelo resultado. Procure a crítica de pessoas que você confia também. 

Quando você estava escrevendo ‘Quatro’, você desejou poder mudar alguma coisa nos outros livros?

Veronica Roth: Alguns diálogos em Divergente! Simplesmente porque eu conheço melhor o Quatro agora, então quando eu estava escrevendo ‘O Traidor’, algumas das falas que eu tive que manter não soavam mais com ele.

A cena que você mais gostou de escrever da série Divergente?

Veronica Roth: Tris e Quatro na paisagem do medo dele! Provavelmente esse é o porquê de eu estar ansiosa para escrever duas vezes, em ‘Divergente’ e ‘O Traidor’ 

Você escreve com que frequência?

Veronica Roth: Praticamente todos os dias! Mas nem sempre o mesmo período de tempo.

Como autora, você sente saudades dos seus personagens ou você deixa eles irem logo que termina de escrever o livro – nesse caso, a série?

Veronica Roth: Eu definitivamente sinto saudades deles. Eu tive a oportunidade de conhece-los tão bem, é difícil não ter mais suas vozes na minha cabeça. Mas acho que isso significa que eu vou ter que adicionar mais vozes. (Juro que eu não sou louca.) (Na maior parte do tempo.)

Você imaginava como a história ia progredir e terminar desde o começo, ou você foi desenvolvendo no processo?

Veronica Roth: Eu escrevi alguns esboços para o resto da série depois de terminar ‘Divergente’, então eu sabia. Mas as coisas mudaram um pouco enquanto eu ia, e me surpreendia frequentemente.

Se você pudesse passar um dia com algum personagem dos seus livros, qual seria?

Veronica Roth: Evelyn. Eu adoraria cutucar seu cérebro. Mas eu me sentiria um pouco intimidada, acho.

Com que outro autor – vivo ou morto – você gostaria de ter um jantar?

Veronica Roth: Flannery O’Connor. Eu acho ela incrível e deve ter tido um cérebro muito interessante.

Qual dos três livros você demorou mais pra escrever?

Veronica Roth: Convergente. Eu tive que pedir uma extensão de prazo pra minha editora, na verdade, só para deixar as coisas certas.

Eu sou escritora (não profissional, nem nada), mas qual conselho você daria para escrever uma série? 

Veronica Roth: Explore bastante e planeje antes de começar, ou você se verá em becos sem saída. Eu aprendi isso da maneira difícil – algumas coisas que eu comecei foram difíceis de trazer depois.

Que personagem dos livros você se sentiu mais envolvida e cresceu mais?

Veronica Roth: Provavelmente Caleb. Ele começou simples para Tris, e se tornou muito mais complicado enquanto a história se desenvolvia.

Qual personagem você mais admira e por quê?

Veronica Roth: Difícil escolher o que eu MAIS admiro, mas o jeito que a Christina consegue perdoar Tris depois de tudo que aconteceu entre elas. É difícil se desapegar da mágoa pelos amigos, e fazer aquilo foi um sinal de força e graça.

Spoilers do último livro da série, Allegiant (Convergente) a partir deste ponto, só continue lendo se já tiver terminado o livro.

No meu programa de escrita e criação na faculdade, nós tínhamos uma regra: durante o workshop, quando a sua história está sendo criticada, você não tem a permissão de falar nada. Isso é para dar aos seus companheiros a liberdade de interpretar o seu trabalho e apontar as falhas sem que você as aponte; e é também porque a sua defensa na verdade não significa nada, mesmo que você acha que signifique. Se suas explicações e intenções não são claras para os leitores, são borradas dentro do texto, isso não é culpa do leitor, é culpa do autor.

Respondendo aos comentários dos leitores sobre os livros de Divergente sempre pareceu do mesmo jeito para mim, como se fosse eu gritando com outras pessoas enquanto eu deveria deixar que falassem livremente, e tão ruim quanto algumas críticas machuquem (e machucam, porque eu sou só uma humana), eu nunca nunca quis isso.

Então, isso não é o que eu estou tentando fazer aqui. Muitas pessoas tem me perguntado porque a Tris morre no final de Allegiant, e o que eu quero fazer aqui é responder aquela questão tão bem quanto eu posso. Mas se vocês estão preocupados que minha voz se sobressaia sobre a sua própria, por favor, pare de ler esse poste – essa é a última coisa que eu quero. Eu não quero falar para vocês como ler esses livros ou até mesmo falar para vocês que tem um jeito certo de lê-los. Eu só quero oferecer a vocês um insight sobre como eu, pessoalmente, encontrei o caminho para esse final, se vocês estiverem interessados em saber.
Antes de eu começar, eu vou falar algumas coisas:

1. Vocês todos estão permitidos – encorajados! – a continuar sentindo do jeito que vocês se sentem, ou pensando do jeito que vocês pensam, sobre esse final, não importa o que esse post fale. Sim, eu sou a autora, mas esse livro agora é tão de vocês quanto é meu, e nossas vozes são iguais nessa conversa.
2. Só porque eu tentei fazer algo com a minha escrita, não significa necessariamente que eu faça isso bem, então há espaço para dizer “ Ok, eu entendo o que você está dizendo, mas eu não acho que o que você está tentando fazer funciona.”

Eu disse a vocês antes que esse final sempre foi uma parte do plano, mas uma coisa que eu quero deixar claro é que eu não o escolhi para chocar alguém, ou para chatear alguém, ou porque eu sou cruel com os meus personagens –não, não, não. Eu posso ter sido cruel com outros personagens no passado, mas não com ela, nunca com ela. E eu não estava pensando em nenhum leitor quando eu escrevi esse livro; eu estava pensando na história, porque tentar atender as expectativas de tantos leitores seria paralisante. Não tem jeito de agradar a todos, porque livro místico com o final que cada uma das pessoas quer não existe – você quer coisas diferentes, cada um de vocês. A única coisa que eu posso fazer, baseado nesse fato, é escrever um história honesta o máximo que eu puder.

O que aconteceu com os pais de Tris no final de Divergente foi, de alguma forma, o catalisador para o resto dos livros. Antes desse ponto, Tris rejeitou os valores e crenças dos seus pais de um jeito bem tangível quando escolheu a Audácia. Ela batalhou do início ao fim de Divergente para reconciliar duas identidades: a sua identidade da Abnegação, a qual o Quatro mostra a ela, e sua identidade da Audácia. É logo após a sua mãe desistir da sua vida foi que Tris percebeu como àquelas duas identidades se encaixam, combinando altruísmo e bravura e amor pela sua família, e amor pela sua facção tudo junto sob um guarda-chuva: Divergente. É um momento de triunfo seguido por um momento de total devastação, quando Natalie morre para que a Tris possa escapar. E então Andrew morre logo depois.

A morte dos pais da Tris foram momentos reveladores, para Tris e para mim. Para Tris, eles pareceram acordá-la para o poder de se auto sacrificar pelo amor; ela mais tarde entrega a arma para o Quatro em vez de matá-lo, essencialmente dar a vida dela em vez de tirar a dele. Ela disse algo naquele momento sobre o poder do auto sacrifício, mas as suas ações não se aplicam esse poder da melhor maneira – deixar que ela mesma seja morta, naquela hora, foi talvez nobre em uma perspectiva romântica, mas não teria salvado a Audácia de serem zumbis controlados por simulações, e não teria salvado o Tobias da sua própria simulação.

Para mim, a morte dos pais da Tris me fez perceber que apesar dela ter abandonado a facção dos pais, ela nunca foi capaz de separar ela mesma deles, nunca quis fazer; que o verdadeiro desafio da personagem dela, aquele que ela nunca foi capaz de abrir mão, foi descobrir como honrar os pais dela enquanto mantêm sua distinta identidade. Essa foi sua dificuldade em Divergente, de um jeito sutil, mas também foi também a sua dificuldade de uma maneira mais óbvia em Insurgente.

Tris passou Insurgente guerreando com a culpa e aflição por causa da morte de seus pais e das suas ações precipitadas em atirar no Will para salvar sua própria vida (o que é o oposto do que ela fez pelo Tobias, além de mostrar que a Tris ainda não tinha percebido naquele ponto como ser altruísta). Os atos “altruístas” ela pensou estar fazendo em Insurgente – subindo desarmada durante o ataque Audácia-Erudição, espionando a conversa de Max com Jack Kang sem uma arma, e se entregar para o complexo da Erudição quando foi pedido para ela não ir – foram mais auto destrutivos que qualquer coisa. Ela racionalizou aqueles atos auto destrutivos os chamando de altruísmo, mas quando ela estava prestes a ser executada, ela percebeu que os pais dela não deram a vida por ela só para que ela pudesse morrer quando não fosse necessário. Ela percebeu que ela queria viver.

Ela emergiu daquela quase execução com uma nova maturidade: ela apreciou a sua própria vida, ela queria resolver problemas sem recorrer a violência, ela buscou a verdade em vez da destruição. Aquela Tris ainda não havia descoberto o que altruísmo era para ela, mas ela havia descoberto o que não era: auto aniquilação.

Foi assim que a Tris foi no início de Allegiant. Ela não estava mais arriscando sua vida sem razão. Ela ainda estava lutando com as sua crenças sobre altruísmo – mas nessa hora, ela estava pensando se o Caleb, quando se voluntariou para ir para um missão sem volta até o laboratório de armas foi motivado pela culpa ou pelo amor. Ela lutou com a decisão de se deixar o Caleb se sacrificar foi ético pelo resto do livro. E, enquanto ela estava lutando com essa decisão, ela também estava lutando com a sua própria identidade; seu constante questionamento sobre o que é altruísmo estava inextricavelmente ligado com o seu senso de ser, como foi nos últimos dois livros. Essa luta finalmente veio a cabeça quando ela e Caleb estavam correndo até o laboratório de armas e ela disse: “Ele é uma parte de mim, sempre será, e eu sou uma parte dele também. Eu não pertenço a Audácia, Abnegação ou até mesmo a Divergente. Eu não pertenço a Bureau ou a experiência ou a fronteira. Eu pertenço as pessoas que eu amo e eles pertencem a mim – eles, e o amor e a lealdade que dou a ele, formam mais a minha identidade que qualquer palavra ou grupo jamais formarão.” (455)

Depois disso, Tris entrou no mesmo papel que seu pais fizeram quando eles morreram por ela. Ela amou e deu sua vida pelo Caleb mesmo depois dele ter traído ela, da mesma maneira que seus pais amaram e deram sua vida por ela depois que ela os deixou pela Audácia.

Mas dessa vez, diferente de Insurgente, o ato não foi auto destruidor. O relacionamento peculiar da Tris com os soros é que ela foi capaz de derrotá-los (como na simulação do medo na Audácia e o soro da verdade na Franqueza) a não ser que em algum momento ela queria que eles funcionassem (como no soro da paz da Amizade). Então, quando ela passou pelo soro da morte fora do laboratório de armas e ele não a matou, aquilo sugestionou que ela não estava buscando sua própria destruição. Ela estava realmente agindo por amor ao Caleb.

No final, ela teve uma conversa com David onde ela disse a ele suas crenças sobre sacrifício, que deveria ser por amor, força e necessidade. Aquela era uma Tris que sabia no que acreditava sobre o altruísmo. Que sabia quem ela era. Que sabia o que ela queria fazer. Em cada livro ela tentou emular o sacrifício dos pais, e em cada livro ela não parecia entender o que aquele sacrifício realmente era, até Allegiant, quando ela teve um forte senso de identidade, quando ela teve um entendimento perspicaz sobre o que ela (e seus pais) acreditavam sobre altruísmo, que sua jornada havia acabado.

Eu pensei em buscar com a minha mão de autora e arrancá-la daquela situação horrível. Eu pensei e agonizei sobre isso. Mas para mim, isso pareceu desonesto e emocionalmente manipulável. Esse foi o final e ela o escolheu, e eu senti que ela mereceu um final que era tão poderoso quanto ela era.

Em Insurgente, antes da sua “execução,” ela gritou para nada, “Eu ainda não acabei!”

Em Allegiant, ela perguntou a sua mãe, “Eu acabei?”

E sua mãe falou, “Sim. Minha querida criança, você fez tão bem.”

Eu entendo estar chateado pela perda de um personagem que você se importa, e eu estou tão alegre que vocês se importam com ela, porque eu também me importo. Eu estou orgulhosa da maneira como esse final se espelhou naqueles dos outros livros, da maneira como ele se refletiu nas perdas realísticas (dado a configuração distópica e perigosa) dos outros livros, na maneira como mostrou da maneira que a Tris é verdadeiramente feita, e na maneira que concluiu sua duramente merecida transformação. Eu acho que o amor dela pelo irmão é bonito, poderoso.

Eu tenho ouvido uma grande extensão de reações sobre o livro, e eu aceito e respeito todas as reações como válidas. Mas meus sentimentos pessoais sobre o final não mudaram. Eu vou sentir falta dela, aquela voz da Tris na minha cabeça. Mas eu também estou tão, tão orgulhosa da sua força.

Fonte e Tradução

Atualizações

Novidades sobre adaptação de "Frostbite", segundo filme da série "Academia de Vampiros"

Hoje, a página do Facebook oficial das adaptações da série de livros de Richelle Mead, Academia de Vampiros, postou algumas novidades acerca do segundo filme – Frostbite (Aura Negra, na tradução). Confiram:

Família Vampire Academy, nós finalmente temos notícias para compartilhar. Mas primeiro, precisamos ver vocês em ação. Aumentem nossos seguidores em 356 curtidas aqui no Facebook e 662 no Twitter e nós daremos as notícias sobre #Frostbite

E a notícia foi dada, logo depois, vejam a tradução:

“Ora, mais de 35 mil fãs no facebook e nossa última postagem teve mais de mil likes! É disso que estou falando, #VAFamily. Nossos seguidores no twitter estão um pouco atrasados, mas eles nos acompanharão. Talvez eles apenas precisem de um pouco de inspiração. O que acham?

Temos o prazer de anunciar que estamos executando um plano para trazer Aura Negra à vida! MAS… e esse é um grande MAS… nós iremos precisar de sua ajuda.

Tirando do manual dos Guardiões – é hora de treinar! Nós precisamos ter uma porcentagem maior de membros ATIVOS. O que isso significa? Significa que temos um grosso de mil fãs aqui que participam, MUITO, e doze mil fãs que nos acompanham semanalmente… mas precisamos aumentar este número. Então nas próximas duas semanas, iremos trabalhar em acordar todo mundo, certificando que eles recebam as notificações das nossas atualizações e mobilizar as tropas.

Você quer Aura Negra? Esse é o primeiro passo. O poder está nas mãos dos fãs. Que a sorte esteja sempre… oh, espere, quero dizer “As coisas morrem. Mas elas nem sempre ficam mortas.” #AuraNegra‘

Fonte e Tradução

Colunas

Armada de Potter: O Espelho de Ojesed

Olá! Bem-vindos a Armada de Potter, a nova coluna dominical do Beco Literário! Toda semana, estaremos trazendo um assunto diferente para discussão e informação, relacionados ao mundo mágico de Harry Potter e sua história, criado pela nossa querida J.K. Rowling. Esperamos que gostem e não deixem de comentar, aqui ou nas redes sociais.

O Espelho de Ojesed é um objeto magico que ao invés de refletir nossa imagem como um espelho comum faria, reflete nosso maior desejo. É um artefato um tanto perigoso, uma vez que vários bruxos já chegaram a enlouquecer e definhar perante ele. A pessoa mais feliz no mundo seria a única que poderia usar Ojesed como um espelho comum, porque veria apenas sua imagem como realmente é.

É um artefato dourado, relativamente alto, com a seguinte frase em cima: “Erised strae hruo ytub ecaf ruoyt on woh si”, que de trás para frente fica, “I show not yout face but your heart’s desire”, que em português significa “Não mostro seu rosto, mas o desejo do seu coração.”

Em inglês, é chamado de Mirror of Erised, que ao contrário, fica Desire, desejo, em tradução livre. É aí que vemos de onde veio a tradução Ojesed, que nada mais é que a palavra Desejo invertida.

Vemos o espelho pela primeira vez em Harry Potter e a Pedra Filosofal, quando o garoto se fecha em uma sala e, ao olhar para o espelho, não vê apenas a si mesmo, mas também seu pai e sua mãe vivos ao seu lado, quem Harry nunca conhecera. Depois, no mesmo livro, o garoto ao tentar salvar a Pedra Filosofal das mãos do perverso professor Quirrell, se depara com o espelho mais uma vez, que Dumbledore utilizou para esconder o artefato capaz de produzir o Elixir da Vida. Só alguém que desejasse a Pedra para não usá-la, conseguiria tirá-la do espelho, caso de Harry Potter, que se viu colocando o artefato no bolso, e depois, ele estava lá, de fato.

Na ocasião, Harry pergunta a Dumbledore o que ele vê no espelho, e o renomado diretor diz que vê um par de meias grossas de lã, fato desmentido alguns livros mais tarde, quando sabemos que ele realmente via sua família reunida. Rony Weasley, melhor amigo do herói dos livros, diz se ver como monitor chefe de Hogwarts e capitão do time de Quadribol, segurando a Taça das Casas.

Hermione Granger vê o trio de amigos vivos e ileso, e Voldemort finalmente acabado. Severo Snape se vê ao lado de Lílian Potter, por quem sempre foi apaixonado. A autora da saga, J.K. Rowling revelou que se olhasse no espelho, veria sua mãe, falecida em decorrência de Esclerose Múltipla, antes da série ser publicada.

De acordo com o livro O Mundo Mágico de Harry Potter, de David Colbert, o espelho simboliza vaidade, egoísmo e oferece um teste ao caráter das pessoas.

No site Pottermore, a autora fala que o Espelho de Ojesed é um objeto extremamente antigo e sua criação é de autoria desconhecida, assim como o modo como foi parar na escola, provavelmente fora trazido por algum professor, que costumavam trazer artefatos interessantes das suas mais variadas viagens.

O Espelho provavelmente foi criado com um objetivo de diversão, seja ela inocente ou maléfica, porque ele é pouco útil, apesar de revelador. Apenas após as modificações feitas por Dumbledore o espelho se tornou um ótimo esconderijo para a Pedra Filosofal. Antes disso, o espelho havia ficado na Sala Precisa por mais ou menos um século.

Esperamos que tenham gostado dessa nova aula de história mágica e semana que vem voltaremos com mais uma postagem da Armada de Potter. Não esqueçam de comentar, acrescentar e compartilhar a coluna!
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Ator de Harry Potter morre durante trilha nos EUA

Domingo, 6 de julho, Dave Legeno de 50 anos que viveu o vilão Fenrir Greyback nos filmes da saga Harry Potter, foi encontrado morto no Vale da Morte, na Califórnia.

O corpo do ator foi encontrado por pessoas que caminhavam pelo local no domingo, dia 6. Um helicóptero da California Highway Patrol participou do resgaste do corpo. A Polícia da Califórnia informou que, aparentemente, o ator morreu devido ao forte calor neste vale, e com um calor que pode chegar ate 50°C no local onde este foi encontrado. Ele estaria morto há 3 ou 4 dias quando foi encontrado. Um legista ainda está examinando o corpo de Dave Legeno, enquanto a família acerta detalhes do funeral. O ator deixa uma filha de 20 anos.

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Dave Legeno nasceu em Londres, Inglaterra, no dia 12 de outubro de 1963. Antes de ser ator, ele trabalhou como segurança de bar e oficial de justiça, e foi lutador sob a alcunha de Lone Wolf. Ele também atuou nos filmes “Snatch – Porcos e Diamantes”, “Branca de Neve e o Caçador” e “Batman Begins”.

Vamos todos levantar nossas varinhas a Dave.

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Portal para Alicante: O Clube Pandemônio (Pandemonium Club)

Sejam bem-vindos ao Portal para Alicante, a nova coluna do Beco Literário, que irá ao ar todas as sextas com um conteúdo diferente relacionado ao mundo dos Caçadores de Sombras (Shadowhunters), criado pela Cassandra Clare. Toda semana, apresentaremos um conteúdo diversificado para discussão, desde a história Nephilim até o enredo dos livros que tanto amamos. Esperamos que gostem dos assuntos que serão apresentados e não hesitem em comentar suas opiniões ou sugerir novos assuntos através das nossas redes sociais.

Em Os Instrumentos Mortais, mais precisamente em Cidade dos Ossos, somos apresentados ao clube logo no primeiro capítulo, como uma espécie de casa noturna, em Nova York, onde membros do Submundo e mundanos se misturam. Também vemos que Shadowhunters frequentam o lugar, buscando demônios (Clary vê Jace, Alec e Izzy caçando um demônio muito parecido com um humano, logo no início). Apesar de possuir o mesmo nome do clube apresentado para nós posteriormente (em publicação) em Anjo Mecânico, parecem não ter nenhuma relação.

Na série prequel, As Peças Infernais, conhecemos um outro Clube Pandemônio, que consiste em uma organização secreta de mundanos com grande interesse sobrenatural. Nas reuniões, segundo informações, a maioria destes mundanos tentavam realizar feitiços ou invocar demônios, outros eram apenas entusiasmados em obter mais conhecimentos sobre o mundo que é escondido dos olhos comuns, como uma espécie de hobby.

O símbolo do Clube Pandemônio, era um ouroboro duplo, isto é, duas serpentes mordendo a cauda uma da outra, em formato circular, simbolizando o início e o fim do mundo. Em Anjo Mecânico, Tessa Gray vê o símbolo pela primeira vez na carruagem das Irmãs Sombrias, que a buscam assim que desembarca em Londres, para se encontrar com o irmão Nathaniel.

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Representação gráfica do símbolo do clube


Spoilers de Anjo Mecânico neste trecho – Clube Pandemônio foi fundado em nos anos de 1800 pelo Magistrado (Axel Mortmain), cujo principal objetivo era destruir a raça dos Nephilim. Possuía a ajuda das Irmãs Sombrias, e juntos supervisionavam uma série de casas de jogos secretos, que induziam mundanos a perder tudo o que tinham e um pouco mais, em jogos de azar mágicos. Quando eles se endividavam, o dinheiro era extorquido de maneira ruidosa, como foi o caso de Nathaniel Gray, irmão de Tessa.


Basicamente, isso é o que são os Clubes Pandemônios. Há também, a cidade de Pandemônio, que é onde os demônios vivem e, segundo informações do demônio Thammuz, em Príncipe Mecânico, seu tamanho faz com que Londres pareça uma vila. Informações detalhadas serão apresentadas em uma coluna futura, sobre os demônios. Por hoje é só, esperamos que tenham gostado do conteúdo apresentado, e, apesar de termos o Códex, que nos explica tudo isso e um pouco mais, é sempre legal discutir conhecimentos com outros fãs, né? Não deixem de comentar na postagem a opinião de vocês, acrescentar algo ou apenas discutir e de compartilhar o link para que outras pessoas possam ler também. Até sexta que vem!