Na manhã desta terça-feira (05), a cantora Melanie Martinez se pronunciou sobre as acusações de estupro a uma amiga no Twitter, por meio de uma nota. Confira abaixou a tradução e o tweet publicado:
Estou horrorizada e triste pelas acusações e a história contada de noite por Timothy Heller. O que ela e eu dividimos foi uma amizade próxima por um período de tempo. Nós nos esbarramos na vida enquanto nós duas começávamos nossas carreiras como artistas e tentamos ajudar uma a outra. Nós duas tivemos dores ao lidar com os nossos demônios e os novos caminhos que estávamos formando, mas eu realmente sinto que estávamos tentando levantar uma a outra. Ela nunca disse “não” ao que escolhemos fazer juntas. E por mais que estejamos separadas, envio amor e luz para ela.
Sobre o caso: A ex melhor amiga da Melanie Martinez, Timothy Heller, divulgou, na noite de segunda-feira (04/12), uma carta aberta na qual acusa a cantora de estupro. Tudo teria decorrido de um relacionamento abusivo entre as amigas, na qual a menina via-se como dependente e submissa às vontades de Melanie.
A ex melhor amiga da Melanie Martinez, Timothy Heller, divulgou, na noite de segunda feira (04/12), uma carta aberta na qual acusa a cantora de estupro. Tudo teria decorrido de um relacionamento abusivo entre as amigas, na qual a menina via-se como dependente e submissa às vontades de Melanie.
Quando eu me abria sobre quanta ajuda eu precisava, ela me fez sentir culpada. Eu tive que me desculpar com ela sobre um ataque de pânico que tive e tinha arruinado a noite dela.
O fato teria acontecido após o consumo de maconha por Timothy, que já havia negado o ato sexual anteriormente quando pressionada por Melanie. Nessa noite, a cantora se aproveitou da situação e abusou sexualmente de sua melhor amiga.
Melanie e sua assessoria não falaram sobre o caso ainda. É importante lembrar que a cantora tem canções lançadas em crítica a estupro e abuso. Confira a carta traduzida abaixo:
Eu segurei esse segredo por muito tempo, me convencendo de que não era tão importante e que eu não estava machucada com isso. A ideia de aceitar que minha melhor amiga me estuprou é insana. Até mesmo digitar isso não parece real para mim. Eu comecei a contar essa história como uma piada para amigos próximos tipo “haha, você acredita nessa noite louca?!”, porém comecei a receber respostas que não esperava. Respostas preocupadas. É dificil falar que alguém que você amou te estuprou. Alguém que você AINDA ama. A ideia de escrever e todo mundo ver isso é assustadora. Especialmente por quem essa pessoa é. Ela era minha melhor amiga. Ela me acolheu, o que eu sempre fui muito grata. Eu senti como se eu devesse a minha vida pra ela. E minha vida começou a girar em torno dela. Eu tinha meus próprios problemas, mas se eu colocasse o foco na vida dela eu poderia deixar os meus problemas para lá por um tempo. Alguns dos fãs delas são meus fãs, mas a lealdade deles nunca saiu dela. Eles são dedicados. Ela é perfeita. Para o público, ela nunca erra. Ela está lá para os fãs. Ela entende isso, ela é diferente.
Quando ela se viu com uma amiga que precisava de ajuda, eu posso dizer honestamente que ela me decepcionou. Durante o período mais difícil da minha vida, o poder e o controle dela sob mim não parava de crescer. E eu fui silenciada. Quando eu me abria sobre quanta ajuda eu precisava, ela me fez sentir culpada. Eu tive que me desculpar com ela sobre um ataque de pânico que tive e tinha arruinado a noite dela. Vários incidentes desses. Eu virei um problema.
Sim, apesar de tudo eu pensei que amava ela. Codependencia funciona de várias maneiras. Na minha relação com ela, eu era dependente em ajudar ela com a vida dela. Sempre que eu precisava de um pouco mais de foco e ajuda da minha amiga, não tinha nada para nos identificarmos. Nossa amizade era sobre ela.
O poder que ela tinha sob mim cresceu de um jeito em que eu não conseguia falar não para ela. Eu faria quase tudo por ela.
Uma noite durante uma “festa do pijama”, ela começou a ficar cada vez mais interessada nas minhas preferências sexuais. Como alguém que já foi abusada, sexo é um tópico complicado para mim. Eu estava claramente desconfortável, mas ela era minha melhor amiga, eu tinha que me abrir sobre.
A conversa nunca parecia terminar. Eu tinha que trabalhar cedo no dia seguinte. Ela começou a perguntar pra mim enquanto estávamos na cama se eu faria sexo com ela. Mesmo estando muito desconfortável eu comecei a tentar rir disso, pra ela esquecer. Eu tinha um namorado na época e ela sabia disso. “Ele não tem que saber, não é tão estranho assim!”. E isso aconteceu por horas. Me perguntando o motivo de eu não querer, que seria legal. Eu disse várias vezes “não”. Eu tinha que trabalhar de manhã. Eu só queria dormir. Eu estava exausta. Eu tentei dormir mas ela me manteve acordada a noite toda me implorando pra dormir com ela. Era estranho, porém ela era minha amiga. Eu disse não e achei que tínhamos virado essa página.
Na outra noite infelizmente aconteceu do mesmo jeito. Mesmo com a minha resposta na noite anterior ela não estava desistindo. Se ela tivesse pegado a dica ela nem ligaria. Eu estava exausta. Ela me convenceu a fumar maconha, e a partir do momento em que eu estava tendo dificuldade em dizer não para ela, eu aceitei, pensando que me ajudaria a dormir e evitar a situação. A mesma conversa começou a acontecer. Sempre tentando em convencer de que seria normal e divertido. E eu dizia “Meu namorado ficaria tão chateado! Eu preciso dormir! Eu trabalho amanhã cedo!”. Eu disse toda forma de “não” que eu conhecia. Enquanto eu estava deitada rezando para dormir logo, ela começou a tocar meu braço. Eu deixei aquilo acontecer. Talvez ela desistiria. Isso aconteceu por uma hora. Eu comecei a ficar cada vez mais desconfortável. Eu comecei a rir dizendo que fazia cócegas. Eu não queria de maneira nenhuma fazer aquela situação virar algo sexual. “Eu posso fazer só isso? Posso apenas tocar os seus braços? Posso apenas tocar os seus seios?”. Ela começou a negociar comigo. Eu só queria ir dormir. Ela começou a falar sobre a aparência dos meus seios e implorar para APENAS tocá-los. A gente não teria que fazer mais nada. Eu estava tão cansada, confusa e tão chapada que apenas deixei acontecer. Isso levou ela a tocar todo o meu corpo. Eu nunca disse sim. Eu disse não, repetidamente. Mas ela usou o poder dela contra mim, e me quebrou. Só para não haver confusão, eu fui molestada pela minha amiga. Eu fiquei deitada em choque, sem reciprocar a ação. Eu odeio falar sobre isso, mas ela fez um oral em mim e depois me penetrou com um dildo sem perguntar se queria. Foi isso que aconteceu. O mais importante é: Eu disse não. Por DUAS NOITES SEGUIDAS. Não importa se eu não resisti durante a ação. Eu fui controlada. Ela sabia que eu não queria, eu deixei claro. Eu não gritei com ela, eu não empurrei ela. Primeiro porque eu amava ela, e segundo porque eu só queria que tudo acabasse.
Nós nunca mais falamos sobre essa noite novamente. Enquanto isso mexia totalmente com a minha cabeça, não teria maneira nenhuma que minha melhor amiga teria me ESTUPRADO… certo?
Nossa amizade acabou pois ela decidiu que não tinha mais tempo para mim. Para se preocupar comigo. Ela tinha que se preocupar muito comigo, estava atrapalhando ela.
Eu não sei como terminar essa história. Eu estava com medo da resposta que teria. A única razão de fazer isso agora é porque dado os eventos recentes as pessoas vão acreditar em mim. Se você duvidar dessa história de abuso, peço que imagine ela como sendo um homem. Garotas podem estuprar garotas. Amizade não é igual a consenso. Silêncio não é igual a consenso. Eu só gostaria que não fosse difícil me convencer dessas coisas
Manu Gavassi: cantora, compositora, atriz e agora, também, uma excelente escritora. Apaixonada por histórias, tivemos a oportunidade de entrevistá-la após uma sessão de autógrafos de seu novo livro “Olá, Caderno” (Rocco), na livraria Maxsigma, em São José dos Campos.
Nesse primeiro encontro com a Manu, nossa equipe estava animada, já que somos super fãs de seu trabalho e crescemos junto com ela, acompanhando toda sua trajetória, mudanças de estilo e consolidação como referência para diversos assuntos.
A sessão de autógrafos reuniu mais de cem pessoas e começou aproximadamente às 20h30, mas os fãs que queriam ter certeza que conseguiriam um momento com a autora, começaram a chegar na livraria antes das 17h. Em sua chegada, muitos gritos, aplausos e Manu se mostra receptiva desde o início. Acompanho o atendimento aos fãs e fico surpreso com o carinho que ambos se tratam: são presentes, muitas fotos, conversas e, é claro, o autógrafo no livro de estreia de Manu.
Conheça mais do livro “Olá, Caderno”:
É uma ficção adolescente escrita a partir de entradas num diário. Ou melhor, caderno. É ali que Nina, uma garota de 17 anos, despeja seus pensamentos mais nobres e mais frívolos, além de desenhos, letras de música, poesias, e trata um retrato sincero de seus pais ausentes, de seus irmãos problemáticos, mas amorosos, de seus amigos e de outros personagens com quem convive. Como tantos adolescentes, Nina sabe o que quer da vida, mas não tem muita certeza sobre quem é ou como se encaixa no mundo. E a partir de sua perspectiva ácida e bem-humorada, divide com o leitor suas experiências, paixões, alegrias, dúvidas e tristezas.
Depois de todos os fãs devidamente atendidos, chegou a nossa vez de encontrar Manu Gavassi e começar essa entrevista incrível! Chegamos a parabenizando pelo incrível ano que ela teve, por todo o sucesso do álbum e agora com o lançamento do livro, com seu jeitinho todo fofo ela agradece e começamos às perguntas.
Imagem: Gabu Camacho / Beco Literário
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Beco Literário: Manu, na fila, nós observamos que você atinge uma faixa de público que vai desde crianças até uma galera mais adulta. Como você se sente tendo toda essa diversidade e como é o seu contato com essas crianças que atualmente te acompanham?
Manu Gavassi: Eu acho demais isso do público ser realmente diferente, tem uma galera que cresceu comigo e era bem novinho na época que comecei e agora tem uma galera mais novinha… Eu acho que a música pop é isso, ela é para todo mundo e eu fico muito feliz de ter essa diversidade de pessoas e de mundos. Amo criança, quero abraçar, quero morder todas, só tenho um pouco de medo delas lerem o meu livro, porque ele não é especificamente para elas, mas tirando isso, tenho um carinho muito grande por todas.
BL: Nós percebemos que você teve um grande amadurecimento neste novo álbum, em relação as músicas, ritmo, composições. Você sentiu a necessidade desse amadurecimento ou foi algo mais natural?
Manu: É natural, porque nós crescemos. Tipo, eu comecei muito novinha com 16 anos e agora vou fazer 25, é um processo de vida de amadurecimento, de mudança de gostos. A gente gostava de escutar uma coisa e passa escutar outra, outro estilo musical, de roupa… Para mim, foi um crescimento muito natural, muito pouco pensado. Não foi algo assim “agora tenho chocar todo mundo, vou tirar minha roupa”, foi tipo “to crescendo, to me sentindo bem comigo mesma, mais mulher, mais sexy”, então tem a ver com meus últimos anos de vida de me descobrir como uma jovem mulher.
BL: E você ta gostando de fazer shows que começam bem mais tarde, tipo às duas da manhã?
Manu: (bem-humorada, rindo) Disso eu não gosto muito, meu amor, porque três da manhã eu gosto de estar na minha caminha, vendo série. Isso para mim é um pouco diferente, estranho, mas ao mesmo tempo, a vibe desses shows é muito incrível, tudo isso é muito gratificante.
Foto: Gabu Camacho / Beco Literário
Foto: Gabu Camacho / Beco Literário
Foto: Gabu Camacho / Beco Literário
Foto: Gabu Camacho / Beco Literário
Foto: Gabu Camacho / Beco Literário
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BL: Agora vamos falar sobre o que mais interessa hoje: o seu livro! Como foi o momento que você se encontrou e pensou “vou escrever um livro”?
Manu: Esse momento nunca existiu. Eu nunca falei “vou escrever um livro”, aliás, meu pai sempre falava “nossa você gosta muito de contar história, você precisa escrever alguma coisa”. Eu lia muito desde criança, tenho muito respeito por essa profissão e eu pensava que nem tinha capacidade de escrever um livro, não tenho organização para isso. Então foi muito engraçado, eu comecei escrevendo um roteiro de uma série, na época que morava no Rio e fazia novela, e minha intenção nunca foi transformar isso em um livro, acabei mandando o texto que tinha para um amigo roteirista e ele me disse “legal, você não sabe escrever roteiro, isso é uma narrativa, continue escrevendo, porque está super legal”.
BL: E as histórias do livro? De onde surgiram?
Manu: Muitas histórias do livro são minhas, são coisas que eu vivi e outras são de amigas, da minha irmã, pessoas próximas que eu me envolvi de alguma maneira, mas não sendo protagonista dessa situação. Então, posso falar com propriedade que eu escrevi sobre coisas que eu sinto, que eu sei que são verdade.
BL: Então, a personagem principal, Nina, é uma mistura de várias pessoas?
Manu: Sim, ela tem muito de mim, mas de muitas pessoas que me cercam também.
BL: E a ideia do título? Por que “Olá, caderno” e não “Querido diário”?
Manu: Porque a Nina é muito cool para escrever “querido diário”, ela jamais escreveria isso. Também foi uma saída que encontrei para mim, porque quando eu comecei com essa história do livro, tive as primeiras reuniões com a minha editora, a Rocco, eu falei que escrevi diários minha vida inteira e conseguiria escrever bem nesse formato. Então, eu usei esse formato para a escrita e é por isso que o livro se chama “Olá, caderno”.
BL: E os questionamentos que você aborda no livro então são bem pessoais, nós queríamos saber quais são os principais que o público pode encontrar na leitura?
Manu: Muita vivência, se eu contar eu vou acabar estragando a história. Tem muitas coisas que eu vivi, tem muitas coisas eu não vivi. Até pedi permissão para algumas amigas próximas para contar algumas histórias mais fortes de vida que eu não passei com a minha família, mas sei de algumas amigas que passaram. Tem temas muito fortes, mas abordados de uma maneira tranquila, eu acho que é assim a vida, nós passamos e superamos muita coisa.
BL: A edição do livro está maravilhosa. Como foi esse processo de editar, escolher a capa?
Manu: A ilustração é da Nath Araújo, eu conheci o trabalho dela pelo Instagram e achei muito inteligente a forma que ela cria as ilustrações e o texto que ela colocava junto, então, fique de olho nela há um ano. Quando chegou o momento da ilustração falei “precisa ser ela, sou fã dessa menina, tem tudo a ver com meu livro, com a linguagem”, enfim, o jeito que ela faz as ilustrações são muito cute, no primeiro momento, mas quando você vai ver tem sempre uma mensagem por trás, nunca é um desenho bobinho. Isso tem tudo a ver com meu livro que pode parecer um livro bobinho para adolescentes, mas quando você realmente lê e entende a história se torna muito mais do que isso. Fiquei muito feliz que ela topou.
BL: O que você gosta de ler?
Manu: Eu gosto de ler histórias, por exemplo, eu nunca tinha lido um livro de auto-ajuda, mas esse ano eu estou lendo um livro do “Osho”, esse ano eu virei um buda (risos). Eu sempre gostei de ler histórias, desde muito novinha e eu acho que um dos meus livros favoritos que me ajudou a escrever “Olá, caderno” foi “As Vantagens de Ser Invisível” que eu li muito antes de ser filme.
BL: E qual livro você indicaria para os Becudos que vão ler essa entrevista?
Manu: Seria “As Vantagens de Ser Invisível” que é um dos livros que eu mais gostei e que tive a oportunidade de ler na minha adolescência e depois eu reli mais velha. Eu gosto muito desse lance de ser narrado em primeira pessoa e ter somente a visão do protagonista, você não sabe realmente o que aconteceu e tem que entender que aquilo é a história de uma só pessoa.
Entrevista: Manu Gavassi nos deixou “muito muito” hipnotizados com seus planos (nada) impossíveis
Antes de encerrarmos a entrevista, outras pessoas da equipe que me acompanharam tiveram mais um tempinho para a conversar com a cantora e fizerem perguntas super especiais para os fãs, vamos conferir?
BL: Como você se sente fazendo composições que falam sobre coisas que muitas pessoas passam? Além disso, suas letras são muito pessoais, você sempre quis cantar sobre suas vivências? Com isso, suas músicas acabam atingindo muitas pessoas que se identificam com a letra e as fazem relacionar com as fases que estão vivendo.
Manu: Eu consigo entender completamente o que você está me falando, porque eu também tenho um ídolo da mesma maneira, a Taylor, quando eu era muito novinha e eu comecei a tocar violão e a escrever sobre minha vida e vivência de treze, catorze anos e pensava que ninguém nunca vai querer ouvir isso… É tão pessoal, tão meu, porque outra pessoa vai querer ouvir sobre minha vida? Eu pensava muito nisso, muito! Tanto que demorei maior tempão para colocar minha músicas no Youtube, por isso eu fazia os covers no começo. Ai eu comecei a ouvir a Taylor e vi que ela escreve os detalhes da vida dela e é por isso que eu gosto daquilo, eu me identifico. Eu acredito que o mais poderoso quando a gente está crescendo é a identificação, saber que você não está sozinho nisso. O que sempre me encantou nas cantoras que eu gosto sempre foi a letra, então, eu consigo entender isso e sou muito grata, acho que é só porque eu tive esses ídolos que continuei escrevendo e eu gosto disso, é a parte que mais gosto do trabalho.
BL: Já passou para pensar na importância que você tem para os fãs?
Manu: Sobre essa importância minha para os fãs, eu tento não pirar muito nisso, se não você enlouquece, mas eu acho que eu uso muito isso de ser verdadeira, porque eu trabalho com a verdade, por isso que as pessoas recebem dessa maneira positiva… Porque eu realmente passei por aquilo, vivi aquilo, senti aquilo e coloquei em forma de música.
Depois dessa deliciosa entrevista, fizemos algumas fotos e fechamos a livraria, afinal, já beirava às 23h quando tudo terminou. Agora, só resta você conhecer o livro “Olá, Caderno” que Manu se dedicou por dois anos até chegar em seu lançamento, agora em novembro. E já pode ficar animado, em algumas semanas, teremos resenha do livro postada aqui no Beco e se você ainda não garantiu seu exemplar, aproveite para comprar o seu livro utilizando o Beconomize, só conferir as opções aqui em baixo!
Um super obrigado a Manu Gavassi, que ficou um pouquinho a mais só para conversar com a gente, a equipe da Rocco que tornou viável a entrevista e a Livraria Maxsigma do Shopping Colinas pelo super evento! <3
A versão em Live Action do clássico da Disney de 1998, Mulan, finalmente tem a sua protagonista: a cantora e atriz chinesa Liu Yifei (também conhecida por Crystal Liu) será a Hua Mulan, a jovem que se disfarça de homem para ir à guerra no lugar do pai.
Imagem: Disney
A Disney já havia anunciado como pré-requisito que a atriz escalada seria de origem ou ascendência asiática. As exigências para o papel, segundo o Hollywood Reporter, incluíam conhecimento em artes marciais e inglês fluente.
Imagem: Cinemanews
O processo de escolha, que definiu Liu Yifei no papel de Mulan percorreu cinco continentes e concorreram mais de mil atrizes. Liu é uma das atrizes mais populares da China, por lá ela é conhecida por seus papéis em doramas e filmes, como Once Upon Time (2017) e Demi-Gods and Semi-Devils (2003, que a fez ficar conhecida na China como ‘Fairy Sister’).
Imagem: Viki
Imagem: Liu Yifei, Facebook
A atriz já morou em Nova York, e já trabalhou em produções hollywoodianas como O Reino Proibido (2008), onde contracenou com Jackie Chan e Jet Li; eO Imperador (2014), com Nicolas Cage e Hayden Christensen. O live-action de Mulan terá direção de Niki Caro (A Encantadora de Baleias) e roteiro assinado por Rick Jaffa e Amanda Silver (Planeta dos Macacos: A Origem). Além de Liu Yifei, nenhum outro membro do elenco foi anunciado.
Imagem: Disney
Mulan está previsto para chegar aos cinemas em novembro de 2018.
Após uma semana recheada de novidades – contrato com a Sony Music e catálogo disponível nas plataformas digitais – as meninas do grupo Rouge encerraram a série de shows Chá Rouge, realizado a partir da festa Chá da Alice. Foram 2 shows esgotados no Rio de Janeiro e 2 em São Paulo. O evento de ontem, 02 de dezembro teve gostinho especial para as meninas.
Logo no começo do espetáculo, Aline Wirley pediu um momento para conversar com os fãs presentes. “Esta noite, nós precisamos dedicar esse show para um homem, um menino que não existe: Pablo Falcão”. Pablo foi o responsável por reunir as 5 integrantes do grupo apenas para realizar esta série de shows especiais, que devido ao sucesso e pedido de fãs acabou resultando no retorno oficial do grupo no ano que em celebram 15 anos de carreira. “Ele não desistiu”, disse Karin Hills com Falcão no palco. “Muito obrigada por não desistir de nós”, finalizou Aline.
No show, as meninas agradeceram aos fãs que colocaram os 4 álbuns do grupo no Top 10 do iTunes Brasil e as 7 músicas presentes no Top 200 do Spotify. O Rouge também estreou nesta semana o seu canal oficial na Vevo, que já conta também com toda a discografia da girlband.
Os fãs também mandaram ver nas homenagens para as ídolas: as lanternas do celular do público de 5 mil pessoas iluminou o ambiente durante a música “Cidade Triste” e balões brancos foram jogados ao palco durante “Nunca Deixe de Sonhar”, deixando as cantoras surpresas. Durante a música “Hoje Eu Sei”, um pedido de namoro agitou a plateia que aplaudiu e gritou com o casal, enquanto as cantoras tentavam ver o que acontecia durante a apresentação.
Os fãs iluminam o ambiente durante a música Cidade Triste
Meninas do Rouge em seu último show em São Paulo antes de turnê nacional.
O último Chá Rouge também contou com famosos no palco e na platéia. Fernanda Sousa e Liniker subiram ao palco para dançar o hit “Ragatanga”, enquanto o jornalista Fefito e a escritora Regina Volpato se acabavam de dançar na platéia. No palco, Liniker agradeceu o retorno das meninas e afirmou que Aline Wirley e Karin Hills foram ícones e referências de mulheres negras para ela, sendo este um dos momentos mais aplaudidos pelos presentes. Para fechar a noite, também foi lançado o #DesafioRagatanga, que consiste em gravar vídeos no stories do instagram fazendo a icônica coreografia e marcar 3 amigos para repetir. Gretchen, Sula Miranda,Matheus Carrilho e Pabllo Vittar foram apenas alguns que já toparam o desafio.
O Rouge embalou um excelente show, com coreografias, vocais impecáveis, muita interação com o público e um repertório que não deixou nada de fora: De “Não Dá Para Resistir” a “Wala Wala”, foi uma experiência marcante para todos os presentes. Boa parte da plateia com idades entre 20 e 25 anos, contavam na fila do Expo Barra Funda que este era um sonho de infância sendo realizado. Porém mais do que isso, havia público de todas as idades. Afinal, sonhar e cantar não tem idade, certo?
Para 2018, o Rouge estará lançando seu novo single “Bailando” e logo um novo álbum. Uma turnê especial para celebrar os 15 anos de carreira já foi confirmada e irá passar por todo o Brasil.
As meninas do Rouge voltaram com toda a força e agora todos os cds estão disponíveis no Itunes, Spotify e Deezer! As meninas entraram para o Top 10 do iTunes Brasil dos álbuns mais vendidos, estão no Top 50 do Spotify Brasil e prometem bombar ainda mais! Corram para escutar as playlists e, se você ainda não sabe, aprender todas as músicas porque 2018 será o ano das rainhas o pop brasileiro! Elas acabaram que assinar contrato com a Sony Music e já prometeram música nova para ainda o fim de 2017- sendo a primeira delas “Bailando”.
O grupo se apresenta pela segunda vez hoje (2/12) me São Paulo no Expo Barra funda, sendo o último show com o Chá da Alice. Rouge já esgotou outros dois shows em novembro no Rio com esse mesmo evento.
revistaquem
A assinatura do contrato com a Sony foi comemorada com uma live de 40 min de duração, transmitida pelo YouTube da gravadora, na qual elas responderam perguntas de fãs e cantaram. Elas prometeram que no ano que vem voltarão com um show novo e feito especialmente para os fãs e rodarão o Brasil em turnê. Agora, corra para as plataformas digitais e sigam a playlist This is Rouge no Spotify e Essencials Rouge no Itunes.
A nova versão da bruxa adolescente já estava sendo desenvolvido como um spin-off da série Riverdale, e também seria pela CW, porém negociações foram feitas e a Netflix produzirá a série, que não tem nome, nem elenco e nem data de estreia definida; mas já tem a segunda temporada garantida e 20 episódios para a primeira temporada.
Imagem: Archie Comics
A trama de Sabrina será baseada na HQ The Chilling Adventures of Sabrina, publicada em 2015 nos EUA pelo selo Archie Horror, da Archie Comics. Sabrina, The Teenage Witch faz parte dos quadrinhos da Archie Comics, mesma editora da qual pertence Riverdale(por isso, o reboot de Sabrina seria um spin-off). A nova série teria uma trama mais dark e sombria, seguindo os moldes de Riverdale, e mais no estilo de Buffy: A Caçadora de Vampiros, bem diferente do seriado de 1996, estrelado por Melissa Joan Hart, e clássico dos adolescentes dos anos 90 e começo dos anos 2000.
Imagem: Sabrina, Teenage Witch, Divulgação
A produção será da mesma equipe de Riverdale: Roberto Aguirre-Sacasa como roteirista e Lee Toland Krieger na direção, com a Berlanti Productions e a Warner Bros. TV envolvidas. No entanto, nenhum crossover com a série de Archie Andrews e cia. está nos planos da produção. Segundo o Hollywood Reporter, Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira, é descrita “aos moldes de O Bebê de Rosemary e O Exorcista” e deve acompanhar o amadurecimento da bruxa, tentando conciliar seu lado místico com o humano enquanto protege sua família e o mundo das forças do mal que a ameaçam.
A equipe de roteiristas começará a escrever o seriado a partir da próxima segunda (4), e as gravações acontecerão entre fevereiro e junho de 2018. A segunda temporada será rodada logo em seguida, de junho até outubro.
Não há previsão de estreia e nem emissora aqui no Brasil para a nova série de Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira, mas já estamos ansiosos para rever o gato Salém e a bruxinha adolescente!
Berro! Sou o sonho de consumo que tu nunca realizou… O hino já está entre nós, amigos! Berro, a nova música de trabalho do Heavy Baile com a Tati Quebra Barraco e a Lia Clark acabou de ser liberada no Youtube, com letra e clipes maravilhosos, que com certeza vão te fazer ir até o chão e sextar de uma vez por todas. Olha só:
Lia Clark estará no Hopi Hari, no próximo dia 16, para o evento Hopi Pride, específico para o público LGBTQI+ e esperamos que já tenha uma performance daquelas em cima do trio elétrico, né não? Então já aproveita e aprende a letra também:
BERRO HEAVY BAILE FEAT. TATI QUEBRA BARRACO E LIA CLARK
(Autores: Marcelo Valentim, Leonardo Justi e Renan Soares)
Se não for para causar, eu nem saio
Se não for para afrontar, bebê, eu nem saio
Se não for para esculachar… eu nem saio
Se não for para arrasar, querida
Berrooo… Berro
Sou seu sonho de consumo que tu nunca realizou
Berrooo… Berro
Uma das 7 maravilhas que tu desacreditou
Plenitude me define, ouça bem o meu recado
Acordei, avisa o mundo, que hoje eu vou descer do salto
Sou feia, mas tô na moda, o terror das inimiga
Que pensam que vão causar falando mal da minha vida
A hora é agora, entenda quem puder
Sou preta e não me intimido, me respeita, eu sou mulher
Berrooo… Berro
Sou seu sonho de consumo que tu nunca realizou
Berrooo… Berro
Uma das 7 maravilhas que tu desacreditou
A virada do ano está chegando e não há como fugir dos barulhos dos fogos de artifício. Durante todo o ano eles são usados em festas populares, finais de campeonatos esportivos e também celebrações e quem sofre com tudo isso são os pets. Mas, por que cachorro tem tanto medo de fogos de artifício?
Os cães possuem uma audição muito sensível, podendo escutar a origem do som em até seis centésimos de segundo e chegando a escutar até 45 mil hertz. Alguns se escondem dos barulhos, fogem, se ferem e outros correm para os donos tremendo. Quando estão em pânico, os cães podem até chegar a óbito, principalmente os que têm problemas cardíacos.
O especialista em comportamento animal e zootecnista, Renato Zanetti, explica que é importante entender a diferença entre medo e pânico para que o tutor saiba identificar qual a sensação de seu cachorro. “Medo é quando o animal sente que está em perigo, mas não faz coisas estranhas que normalmente não faria. Já o pânico é um nível maior e faz com que o pet não consiga processar muito bem essa emoção. O pânico impede que tenham a percepção do ambiente, podendo levar o cachorro a atravessar portas de vidro, escalar paredes, subir em telhados e até saltar de muros altos”, conta.
Dicas para minimizar o pânico nos pets
Mas para que isso não aconteça, Zanetti lista algumas dicas para minimizar esses problemas e ajudar os tutores a passar a virada do ano tranquilo com seu animal de estimação.
Estar em um lugar tranquilo, com o mínimo de barulho possível para que o pet não fique estressado e consequente sinta medo ou pânico;
Abafar o som externo. Deixar o ventilador ligado, colocar uma música calma, fechar janelas e portas;
Adaptar o cachorro ao ambiente que irá passar o ano novo, seja em casa sozinho ou em um day care;
O espaço tem que ser seguro para o cachorro. Todos os possíveis locais que eles possam escapar, devem estar fechados, como portas e janelas;
É importante disponibilizar tocas para ele se esconder, locais como embaixo da cama, dentro de caixas, dentro do banheiro, dentro da casinha ou uma caixa de transporte;
Disponibilizar petiscos diferentes ou comidas congeladas e brinquedos recheáveis para distraí-lo e estimulá-lo;
Se o pet ficar sozinho, o espaço deve ser livre de prateleiras, vidros, objetos de decoração ou porta retrato. Isso evita que ele se machuque;
Depois da recente vitória no MTV EMA na categoria “Best UK & Ireland Act”, Louis Tomlinson acaba de anunciar o lançamento de seu mais novo single “Miss You”, já disponível em todas as plataformas digitais.
Louis interpretará a música pela primeira vez na TV neste sábado, na final do programa The X Factor do Reino Unido.
“Miss You” trata da dor da falta de alguém que se ama. Louis escreveu a canção com o colaborador de longa data do One Direction, Julian Bunetta. A música é produzida por Afterhrs. Confira:
Louis falou sobre a canção: “Escrevi essa música sobre um tempo na minha vida em que eu estava saindo todas as noites. Em uma retrospectiva, eu estava muito insensível e apenas agindo no automático. No fundo, o que sempre estava na minha mente era o fato de sentir falta da garota que amei. Foi importante para mim escrever algo realmente honesto”.
O mais recente single de Louis, “Back To You”, com participação de Bebe Rexha e Digital Farm Animals é um sucesso global, que já alcançou o Top1 em 37 países, com mais de 220 milhões de streams e 1 milhão de cópias vendidas.
Louis está em gravação de seu primeiro álbum solo, que será lançado em 2018.