Tá sentindo falta da galera de Sense8? Então pode comemorar: a Netflix preparou um especial de Natal incrível para matar a saudade dos fãs! Confira o trailer a seguir:
O especial Sense8: A Christmas Special será lançado no dia 23 de dezembro com duas horas de duração. Será a chance de matar a saudade de Nomi (Jamie Clayton), Riley (Tuppence Middleton), Will (Brian J. Smith), Lito (Miguel Ángel Sivestre), Sun (Doona Bae), Capheus (Toby Onwumere), Kala (Tina Desai) e Wolfgang (Max Riemelt) antes da segunda temporada, que estreia em maio no ano que vem.
Para quem não conhece, Sense8 gira em torno de oito pessoas que descobrem uma forte e perigosa ligação mental e emocional entre elas. A primeira temporada da série das irmãs Lilly e Lana Wachowski (criadoras da trilogia Matrix) estreou em 2015, tornando-se um verdadeiro fenômeno mundial.
A gente sabe que você quer se afundar no sofá e passar horas olhando o catálogo da Netflix. Mas nada melhor do que viajar e conhecer lugares novos. Pensando nisso, hoje nós separamos alguns locais que são opções ideais de passeio para você que ama descobrir lugares novos.
MUSEU DO AMANHÃ
O museu do amanhã fica no Rio de Janeiro. O foco é mostrar como podemos moldar os anos que virão. Lá é possível admirar exposições e também participar de algumas atividades oferecidas nos laboratórios. O tema central são as mudanças climáticas e como elas vão afetar o nosso planeta. O museu funciona terça a domingo. Os ingressos podem ser comprados pela internet.
SESC
Quase toda cidade tem um SESC, que é um espaço cultural bastante acessível que traz shows oficinas e peças teatrais muitas vezes gratuitas ou com um precinho bem camarada. Além disso, você pode se tornar membro e pagar uma pequena quantia por mês para poder aproveitar a piscina nesse calorão.
BEACH PARK
O Beach Park fica em Fortaleza é um dos destinos mais escolhidos pelos turistas no verão. O parque tem diversos pacotes com programações super legais e em algumas épocas do ano disponibiliza descontos imperdíveis! Muito mais do que piscinas e tobogãs, dentro do parque há lojas, restaurantes e quiosques com as características típicas do Ceará.
LIVRARIA EL ATENEO
Se você está com uma grana a mais e é louco por livro igual a nós a livraria El Ateneo em Buenos Aires, na Argentina. Além de vários exemplares únicos dentro da livraria há um bar e um café para que você possa ler os seus exemplares e relaxar enquanto saboreia as delícias Argentinas. Dentro da livraria ainda há um espaço feito especialmente para crianças que consiste em literatura, música e peças teatrais.
E ai, já sabe o que vai fazer? Conta para gente aqui nos comentários !
Em 2001, dois verdadeiros fenômenos literários chegavam aos cinemas: Harry Potter e a Pedra Filosofal e O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel. Com o sucesso imediato dos filmes, a indústria cinematográfica começou a investir cada vez mais nas adaptações de séries literárias.
Mas diferente dos livros, nem todas as adaptações tiveram um final feliz. O Beco Literário traz dez exemplos de boas histórias que não conseguiram repetir nos cinemas o êxito das livrarias:
Divergente
A trilogia Divergente, da americana Veronica Roth, alcançou um estrondoso sucesso editorial. A história segue a personagem Beatrice Prior lutando contra a tirania de uma sociedade segregada em facções num futuro pós-apocalíptico.
Em 2011, a Summit Entertaiment (estúdio responsável por Crepúsculo) comprou os direitos para levar a trilogia aos cinemas. Divergente dividiu a opinião da crítica mas fez bastante sucesso, dando sinal verde para a produção das sequências: Insurgente e Convergente.
A Série Divergente: Insurgente chegou aos cinemas com a missão de redimir os erros do filme anterior. Porém os mesmos problemas de roteiro e mudanças significativas na história acabaram desagradando tanto a crítica quanto o público. Mesmo assim o filme lucrou nas bilheterias.
Apostando no sucesso comercial da franquia, a Summit decidiu dividir o último volume da trilogia em dois. Porem A Série Divergente: Convergente foi um fracasso de bilheteria, o que levou o estúdio a cancelar a produção do último filme para os cinemas. A Série Divergente: Ascendente, conclusão da saga, deve ser lançado como telefilme e com um elenco diferente dos anteriores.
Desventuras em Série
Criada por Daniel Handler sob o pseudônimo de Lemony Snicket, Desventuras em Série conta a história dos irmãos Baudelaire. Após a morte dos pais, eles vão morar com o estranho Conde Olaf, um parente distante que só está de olho na fortuna herdada pelas crianças.
A história dos três primeiros livros (de um total de treze) foi adaptada em um único filme em 2004, com Jim Carrey interpretando magistralmente o Conde Olaf. Desventuras em Série obteve críticas favoráveis e um bom retorno do público.
O filme recebeu quatro indicações ao Oscar, vencendo na categoria de melhor maquiagem. Tudo indicava o início de uma promissora franquia. Porém diversos atrasos na produção tornaram inviável a continuação da série.
Em 2017, Desventuras em Série retorna como série de TV pela Netflix, com Neil Patrick Harris interpretando o Conde Olaf.
Eragon
Escrito por Christopher Paolini, Eragon é o primeiro volume da série literária Ciclo da Herança. Narra a história de um jovem camponês que vê sua vida mudar após encontrar um ovo de dragão. O surgimento do ovo reacende a esperança de derrotar o terrível Galbatorix e restabelecer a paz ao reino de Alagaësia.
Dragões, elfos, magia e uma boa história. Eragon tinha muitos elementos para garantir o sucesso nos cinemas. Porém a adaptação tratou o universo dos livros de maneira rasa e sem profundidade, gerando críticas negativas e o fracasso comercial do filme, impossibilitando a continuidade da série.
A Bússola de Ouro
Primeira parte da trilogia Fronteiras do Universo, A Bússola de Ouro acompanha a jornada da pequena Lyra Belacqua para o Ártico, procurando seu amigo desaparecido. Escrita pelo britânico Philip Pullman, a história mistura fantasia com elementos de física, filosofia e teologia.
Nicole Kidman, Daniel Craig e Eva Green. Com esses nomes no elenco, A Bússola de Ouro prometia ser um grande sucesso. Mas infelizmente o roteiro mutilou a história. Os últimos capítulos do livro foram simplesmente ignorados, enfurecendo os fãs da trilogia. Além disso, não houve o desenvolvimento adequado de personagens importantes. O resultado foi uma recepção bem negativa de público e crítica.
Percy Jackson e os Olimpianos
Percy Jackson e os Olimpianos, série mitológica escrita por Rick Riordan, alcançou grande sucesso ao redor no mundo. Os livros são ambientados nos dias atuais, onde os deuses do Olimpo estão criando uma nova raça de heróis mitológicos: os semideuses – metade mortais, metade imortais.
Percy Jackson e o Ladrão de Raios dividiu opiniões, principalmente pelas alterações significativas do roteiro em relação ao livro. Mesmo assim o filme conseguiu arrecadar uma quantia razoável.
A sequência Percy Jackson e o Mar de Monstros só chegou aos cinemas 3 anos depois. As críticas conseguiram ser ainda piores que as do primeiro filme. E o fraco desempenho nas bilheterias tornou incerto o futuro da saga no cinema.
As Crônicas de Nárnia
A obra-prima de C.S. Lewis é uma das séries literárias mais aclamadas de todos os tempos. Misturando temas cristãos com elementos de mitologia e contos de fadas, Lewis criou Nárnia: um lugar onde os seres mitológicos abundam, os animais podem falar e a magia existe.
As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa foi o primeiro filme lançado pela Disney. O resultado foi uma das maiores bilheterias do ano e parecia ser o início de uma promissora franquia. Porém As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian não obteve o mesmo êxito. A arrecadação abaixo do esperado fez com que o estúdio abrisse mão da distribuição dos filmes.
Então a Twentieth Century Fox assumiu o projeto e lançou As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada. Mas o filme repetiu o fraco desempenho do seu antecessor.
Um reboot para a saga está sendo produzido, em um novo estúdio e com novo elenco. Tomara que tudo dê certo e que os novos filmes tragam o sucesso que a grandiosa obra de C.S. Lewis merece.
Os Instrumentos Mortais
A série de livros Os Instrumentos Mortais acontece numa cidade repleta de demônios, magos, lobisomens, entre outros seres sobrenaturais. Quem está prestes a descobrir isso é a jovem Clary Fray, que parece ter sido a única testemunha ocular de um assassinato numa casa noturna cheia de gente.
Mas ao contrário dos livros, o filme Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos não agradou. Alguns críticos o apontaram como uma das piores adaptações das páginas para as telas. Os elementos comuns nas franquias de fantasia estão presentes, mas não são bem aproveitados.
O resultado desastroso comprometeu a produção do segundo filme que já tinha sido anunciado. Porém a história criada por Cassandra Clare ganhou uma série de TV: a primeira temporada de Shadowhunters já está disponível na Netflix, e a segunda deve estrear em breve.
Dezesseis Luas
A primeira parte da série Beautiful Creatures, escrita por Kami Garcia e Margaret Stohl, conta a história de Ethan, um jovem atormentado por sonhos recorrentes com uma moça que nunca viu. Até que, na escola, ele conhece Lena, a misteriosa garota dos seus sonhos. Mas a aproximação dos dois revelará segredos obscuros que podem condenar o romance entre eles.
Dezesseis Luas era considerado o sucessor direto a herdar os fãs da recém-concluída saga Crepúsculo. Mas a adaptação teve um desempenho desastroso nas bilheterias. O filme custou US$ 60 milhões e arrecadou pouco mais de US$ 19 milhões nos Estados Unidos.
O Guia do Mochileiro das Galáxias
A série de livros escrita por Douglas Adams é um marco da cultura geek mundial. Quando a Terra está prestes a ser destruída, Arthur Dent é salvo pelo amigo Ford Prefect, um extraterrestre que está coletando informações para um famoso manual: O Guia do Mochileiro das Galáxias. Pegando carona numa nave alienígena, a dupla inicia uma alucinante aventura percorrendo o universo.
O principal problema da adaptação é a falta de precisão ao transportar a essência do livro para o cinema. As piadas soam mais genuínas nas páginas do que nas telas. Além disso o humor britânico, carregado de sátira social e nonsense não agradou a todos e o filme não alcançou o sucesso esperado.
O Hobbit
Prelúdio de O Senhor dos Anéis, o livro de J.R.R. Tolkien acompanha a trajetória de Bilbo Bolseiro em sua jornada épica para retomar o Reino de Erebor das garras do temível dragão Smaug.
Bom, O Hobbit é um caso à parte na nossa lista. Após o sucesso de O Senhor dos Anéis nos cinemas, o diretor Peter Jackson decidiu voltar à Terra-Média e contar a história que antecede a saga do Um Anel. Inicialmente a ideia era dividir o enredo do livro em duas partes. Mas a produção foi além e decidiu transformar a história em uma trilogia.
Na contramão de outras adaptações, O Hobbit teve espaço de sobra para contar sua história. Com a decisão de estender por mais um ano o fim da saga, os dois roteiros previamente produzidos se transformaram. Personagens que não aparecem no livro foram incluídos e muita informação dispensável foi adicionada.
Apesar das críticas, a trilogia O Hobbit foi um sucesso. Mas em termos de conteúdo, o resultado ficou muito abaixo do esperado.
Como se o ano todo James Corden e o grupo do The Late Late Show não nos tivesse surpreendido com cada novo artista da música cantando seus maiores sucessos, houve filmagens não utilizadas das viagens de carro. Nesta sexta-feira, dia 16 de dezembro, o The Late Late Show divulgou um clipe especial de natal reunindo a maioria dos artistas que participaram das edições anteriores do Carpool Karaoke para cantar a música icônica dessa época do ano: “All I Want For Christmas Is You”, de Mariah Carey.
Quem abre o vídeo é justamente Mariah com James. A diva fala que o que ela deseja de natal para esse ano é que James cante a sua música com ela. Assim se dá início ao clipe que reúne Selena Gomez, Lady Gaga, Demi Lovato, Adele, Nick Jonas, Chris Martin, Gwen Stefani, Elton John e Red Hot Chill Peppers. Confira:
LONDON, ENGLAND – JUNE 30: Amber Heard attends the European Premiere of “Magic Mike XXL” at Vue West End on June 30, 2015 in London, England. (Photo by Karwai Tang/WireImage)
Como todos sabem, Amber Heard e Johnny Depp se divorciaram recentemente, após a divulgação de vídeos em que Amber é agredida pelo ator. Embora ela tenha retirado as acusações contra ele, jamais negou o que, de fato, aconteceu.
Desde então, Amber vem sofrendo muito julgamento e críticas por parte daqueles que não acreditam na violência que ela passou, mesmo com provas e evidências do ocorrido.
Amber resolveu escrever uma carta aberta à revista Porter para falar sobre violência doméstica e alertar todas as mulheres que são violentadas e infelizmente, ficam caladas com medo das possíveis consequências.
“Minhas irmãs caladas em todos os lugares, vocês podem ter sofrido sozinhas, mas vocês não estão sós. Quero lembrá-las de sua força, multiplicada pelo número de mulheres que apoiam silenciosamente vocês – essa é uma verdade que permitiu que eu me libertasse. Vamos começar com a dura verdade. Quando uma mulher se manifesta sobre injustiça ou sobre seu sofrimento, em vez de ajuda, respeito e apoio, ela encontrará hostilidade, ceticismo e vergonha. Seus motivos serão questionados e sua verdade será ignorada. [Sobreviver ao trauma] pode não ser nada se comparado ao que vem depois. Não é surpresa que tantas de nós sentimos que temos que ficar caladas ou arriscar nossa segurança para tentarmos manter nossa dignidade aguentando isso quietas. É preciso força para se manifestar, e não é fácil se defender e defender sua verdade fazendo isso sozinha.”
Apesar de tudo isso, ela diz que não gosta de ser chamada de vítima.
““Fui criada para ser independente e confiante. Nunca tive e nunca quis o fardo da dependência. Eu nunca senti que alguém poderia me resgatar, então naturalmente eu me ofendi com o rótulo de ‘vítima’.Enquanto escrevo isso hoje, prometo que todas as mulheres que estão sofrendo em silêncio não estão sozinhas. Você talvez não nos vê, mas estamos com vocês.”
Toda força para Amber Heard e para todas as mulheres que sofrem com a violência doméstica, esperamos de coração, que nenhuma de nós tenhamos que passar por isso.
E se você sofre violência doméstica, ou conhece alguém que sofre, não fique calado, denuncie! É muito fácil, basta ligar 180 ou ir até a Delegacia da Mulher de sua cidade.
Na noite da última quinta-feira (08), a quadra do Sesc Araraquara recebeu um dos mais belos e recentes projetos de arte que emergiram da cidade. Liniker e os Caramelows começaram o ano e a turnê de 2016 com um show nesse mesmo Sesc, no dia 15 de janeiro, voltando agora para a última apresentação do ano, que foi, como eles anunciaram, onde fizeram sua primeira gravação ao vivo. Como disse um dos caramelows, é difícil não perceber um ciclo – de muito sucesso, aliás – se encerrando ali, apenas para permitir um novo começo.
O show foi eletrizante, tanto para os araraquarenses – que em muitos casos já conhecem o pessoal do grupo, e têm uma emoção a mais por conta do reconhecimento -, quanto para quem os via pela primeira vez. Não há, durante a apresentação, nenhum momento em que a energia diminua. Com músicos experientes e dedicados, que se somam às vozes de Liniker e Renata Éssis, a apresentação é musicalmente incrível. Mas além do âmbito puramente artístico, não se pode falar de Liniker e os Caramelows sem levar em conta o que eles representam social e culturalmente; a presença das cantoras, e de seus companheiros e companheiras de palco demonstra, por si só, a possibilidade de fazer música – e sucesso – para a mulher negra, para as trans, para os da periferia, que não encontram portas abertas facilmente no mundo da arte e da cultura. Nesse sentido, quando Liniker fala de amor, ela reivindica o direito de amar e de se relacionar aos que costumam ter esses direitos – como tantos outros – negados. Mesmo que Liniker não tocasse diretamente no assunto da representatividade, da desigualdade, da importância de se amar e se aceitar, sua simples presença e força já o diriam por ela.
O espetáculo contou com duas presenças especiais: a de Ângela Barros, mãe da Liniker, e a de Mc Linn da Quebrada. Pra quem não conhece, Liniker e os Caramelows é um projeto musical nascido na cidade de Araraquara/SP. Como colocado por eles, o projeto “traduz a blackmusic e o soul para uma linguagem contemporânea brasileira, com composições autorais, trazendo como tema central as relações com pessoas e com o mundo”.
Começou a temporada de prêmios do cinema americano! Don Cheadle, Laura Dern e Anna Kendrick anunciaram, diretamente de Los Angeles, os indicados ao Globo de Ouro 2017. A cerimônia será realizada no dia 8 de janeiro e terá Jimmy Fallon como apresentador.
Nas categorias para cinema, o musical La La Land: Cantando Estações lidera com sete indicações, incluindo a de Melhor Filme Musical/Comédia. Entre os dramas, Moonlight foi o mais indicado, concorrendo a seis prêmios.
Nas categorias televisivas, destaque para The People v. O.J. Simpson: American Crime Story, com cinco indicações, incluindo Melhor Minissérie/Telefilme. As produções da HBO, como Veep, Game of Thrones e Westworld, conseguiram somar 14 nomeações. Confira abaixo a lista completa dos indicados:
CINEMA
Melhor Filme – Drama
Até o Último Homem
A Qualquer Custo
Lion: Uma Jornada Para Casa
Manchester à Beira-Mar
Moonlight
Melhor Filme – Comédia/Musical
20th Century Women
Deadpool
Florence: Quem é Essa Mulher?
La La Land: Cantando Estações
Sing Street
Melhor Diretor
Damien Chazelle (La La Land: Cantando Estações)
Tom Ford (Animais Noturnos)
Mel Gibson (Até o Último Homem)
Barry Jenkins (Moonlight)
Kenneth Lonergan (Manchester à Beira-Mar)
Melhor Ator – Drama
Casey Affleck (Manchester à Beira-Mar)
Joel Edgerton (Loving)
Andrew Garfield (Até o Último Homem)
Ryan Gosling (La La Land: Cantando Estações)
Tom Hanks (Sully: O Herói do Rio Hudson)
Denzel Washington (Fences)
Melhor Atriz – Drama
Amy Adams (A Chegada)
Jessica Chastain (Miss Sloane)
Isabelle Huppert (Elle)
Ruth Negga (Loving)
Natalie Portman (Jackie)
Melhor Ator – Comédia/Musical
Colin Farrell (O Lagosta)
Ryan Gosling (La La Land: Cantando Estações)
Hugh Grant (Florence: Quem é Essa Mulher?)
Jonah Hill (Cães de Guerra)
Ryan Reynolds (Deadpool)
Melhor Atriz – Comédia/Musical
Annette Bening (20th Century Women)
Lily Collins (Rules Don’t Apply)
Hailee Steinfeld (Quase 18)
Emma Stone (La La Land: Cantando Estações)
Meryl Streep (Florence: Quem é Essa Mulher?)
Melhor Ator Coadjuvante
Mahershala Ali (Moonlight)
Dev Patel (Lion: Um Jornada Para Casa)
Jeff Bridges (A Qualquer Custo)
Simon Helberg (Florence: Quem é Essa Mulher?)
Aaron Taylor-Johnson (Animais Noturnos)
Melhor Atriz Coadjuvante
Viola Davis (Fences)
Naomie Harris (Moonlight)
Nicole Kidman (Lion: Uma Jornada Para Casa)
Octavia Spencer (Estrelas Além do Tempo)
Michelle Williams (Manchester à Beira-Mar)
Melhor Filme de Animação
Kubo e as Cordas Mágicas
Moana: Um Mar de Aventuras
Ma Vie de Courgette
Sing: Quem Canta Seus Males Espanta
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho
Melhor Filme Estrangeiro
Divines
Elle
Neruda
O Apartamento
Toni Erdmann
Melhor Roteiro
Damien Chazelle (La La Land: Cantando Estações)
Tom Ford (Animais Noturnos)
Barry Jenkins (Moonlight)
Kenneth Lonergan (Manchester à beira-mar)
Taylor Sheridan (A Qualquer Custo)
Melhor Trilha Sonora
A Chegada
Lion: Uma Jornada Para Casa
La La Land: Cantando Estações
Moonlight
Estrelas Além do Tempo
Melhor Canção Original
“Cant Stop The Feeling” (Trolls)
“City of Stars” (La La Land: Cantando Estações)
“Faith” (Sing: Quem Canta Seus Males Espanta)
“Gold” (Ouro e Cobiça)
“How Far I’ll Go” (Moana: Um Mar de Aventuras)
TELEVISÃO
Melhor Série de TV – Drama
The Crown
Game of Thrones
Stranger Things
This Is Us
Westworld
Melhor Série de TV – Comédia/Musical
Atlanta
Black-ish
Mozart in the Jungle
Transparent
Veep
Melhor Minissérie/Telefilme
American Crime
The Dresser
The Night Manager
The Night Of
The People v. O.J. Simpson: American Crime Story
Melhor Ator – Drama
Rami Malek (Mr. Robot)
Bob Odenkirk (Better Call Saul)
Matthew Rhys (The Americans)
Liev Schreiber (Ray Donovan)
Billy Bob Thornton (Goliath)
Melhor Atriz – Drama
Caitriona Balfe (Outlander)
Claire Foy (The Crown)
Kerry Russell (The Americans)
Winona Ryder (Stranger Things)
Evan Rachel Wood (Westworld)
Melhor Ator – Comédia/Musical
Anthony Anderson (Black-ish)
Gael Garcia Bernal (Mozart in the Jungle)
Donald Glover (Atlanta)
Nick Nolte (Graves)
Jeffrey Tambor (Transparent)
Melhor Atriz – Comédia/Musical
Rachel Bloom (Crazy Ex-Girlfriend)
Julia Louis-Dreyfus (Veep)
Sarah Jessica Parker (Divorce)
Issa Rae (Insecure)
Tracee Ellis Ross (Black-ish)
Melhor Ator – Minissérie/Telefilme
Riz Ahmed (The Night Of)
Bryan Cranston (All The Way)
Tom Hiddleston (The Night Manager)
John Turturro (The Night Of)
Courtney B. Vance (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)
Melhor Atriz – Minissérie/Telefilme
Felicity Huffman (American Crime)
Riley Keough (The Girlfriend Experience)
Sarah Paulson (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)
Charlotte Rampling (London Spy)
Kerry Washington (Confirmation)
Melhor Ator Coadjuvante
Sterling K. Brown (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)
Hugh Laurie (The Night Manager)
John Lithgow (The Crown)
Christian Slater (Mr. Robot)
John Travolta (The People v. O.J. Simpson: American Crime Story)
Os primatas liderados por César ofereceram paz, mas os humanos não aceitaram o acordo. Agora eles serão forçados a entrar em guerra contra um exército, liderado por um tirano coronel. O conflito vai colocar os líderes frente a frente, numa batalha que irá determinar o destino das espécies.
O filme é a terceira parte da aclamada franquia reboot, iniciada em Planeta dos Macacos: A Origem e continuada em Planeta dos Macacos: O Confronto.
Os efeitos visuais são deslumbrantes e as cenas de ação de tirar o fôlego. Especialista na técnica de captura de movimentos, Andy Serkis mais uma vez dá vida ao macaco César. Do outro lado temos o vilão Coronel, líder do exército humano, interpretado por Woody Harrelson.
Com direção de Matt Reeves (Cloverfield), Planeta dos Macacos: A Guerra tem estreia marcada para 13 de julho de 2017.
A série estrelada por Benedict Cumberbatch e Martin Freeman transporta para os dias atuais as aventuras do antológico detetive Sherlock Holmes e seu parceiro John Watson.
O primeiro episódio, intitulado The Six Thatchers, deve ser inpirado no conto The Adventures of the Six Napoleons, de Sir Arthur Conan Doyle.
O blog pessoal de John Watson traz algumas pistas da história. O médico descreve o pedido de Sally Barnicot para que Sherlock investigue o assassinato de seu melhor amigo. O namorado de Sally foi flagrado ao lado do corpo, descoberto na sala de uma universidade.
O trailer divulgado deixa bem claro o tom mais sombrio que a série deve adotar. A principal novidade do elenco é Toby Jones, interpretando o vilão Culverton Smith.
Sherlock é uma das séries mais bem-sucedidas da história da BBC. O programa se tornou um fenômeno desde sua estreia em 2010. A nova temporada estreia no dia 1º de janeiro de 2017.
A 2ª temporada de “Fuller House” foi liberada hoje (09) na Netflix, todos os 13 episódios já estão disponíveis para quem quer fazer aquela maratona básica. Quem já começou a assistir garante que está sendo tão boa quanto a primeira, o que é ótimo, pois a 1ª temporada foi a maior audiência da Netflix em 2016.
Muitos falam que o sucesso da série vem do apelo familiar, em tempos tão solitários, além do reencontro com os personagens que nos acostumamos a ver desde crianças, já que “Full House” (ou Três é Demais, como ficou conhecida no Brasil) foi exibida entre 1987 e 1995 e reprisada várias e várias vezes na televisão.
Essa nova temporada continua com a centralidade nas irmãs D.J e Stephanie Tanner, e na melhor amiga de D.J., Kimmy. Todos os personagens estão presentes, e agora o argentino Fernando (Juan Pablo Di Pace), ex-marido de Kimmy e pai de Ramona (Soni Niole Bringas), ganhou ainda mais espaço, até aparece na abertura da série, o que não acontecia na 1ª temporada.
Em entrevista ao site UOL, Juan Pablo falou um pouco sobre como foi fazer parte de um elenco, que basicamente já se conhecia, e sobre o enorme sucesso que “Fuller House” está fazendo.
“A gente se sentiu muito bem-vindo. Todo mundo está muito feliz de estar lá. Eles viveram aquele sucesso todo nos anos 90 e agora estão de volta vivendo algo muito parecido. Não lembro se na Argentina a série era tão popular, mas assim que eu me mudei e fui morar nos Estados Unidos soube que era uma série icônica. É um sucesso porque fala com a família toda. Acho que é uma série pioneira, porque as séries hoje em dia são tão sisudas. ‘Fuller House’ é o tipo de atração que você pode assistir com todo mundo.”
Soni Nicole, que interpreta Ramona, também falou de sua experiência na série e de como é o clima nos bastidores.
“É muito louco. Tudo é muito casual e parece realmente uma grande família. Eles são muito amigáveis, e a gente faz piada o tempo todo.”
Além disso, ela mostrou o orgulho em interpretar uma personagem latina, e disse que gosta muito de representar a cultura latino-americana, em “Full House” questões de diversidade não eram muito abordados, reflexo dos novos tempos.
“Somos argentinos e representamos uma comunidade. É legal ser um modelo e um ícone para os latinos”
É visível que o elenco se dá super bem, e com certeza esse bom relacionamento reflete em “Fuller House” e explica o enorme sucesso. Agora, com licença, que eu vou assistir a todos os episódios em um dia, tchau.