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Trilogia 'Estilhaça-me' será adaptada para a TV

Tahereh Mafi, autora da trilogia Estilhaça-me, anunciou pelo Twitter que a ABC Signature Studios adquiriu os direitos de adaptação da sua obra. E ela própria fará parte da produção da série, que ainda não possui elenco ou data de estreia definida.

No primeiro livro, conhecemos Juliette, que nunca se sentiu como uma pessoa normal. Nunca foi como as outras meninas de sua idade. O motivo: ela não podia tocar ninguém. Seu toque era capaz de ferir e até matar.

Durante anos, Juliette feriu e, segundo seus pais, arruinou o que estava à sua volta com um simples toque, o que a levou a ser presa numa cela.

Todo dia era escuro e igual para ela até a chegada de um companheiro de cela, Adam. Dentro do cubículo escuro, Juliette não tinha notícias do mundo lá fora. Adam ia atualizando-a de tudo.

Juliette não entendeu bem o que estava acontecendo quando foi retirada daquela cela e supostamente libertada, ao lado de Adam, e se vê em uma encruzilhada, com a possibilidade de retomar sua vida, mas por caminhos tortuosos e totalmente desconhecidos.

Liberta-me e Incendeia-me completam a trilogia de sucesso, publicada no Brasil pela editora Novo Conceito.

Não se iluda, não, Isabela Freitas
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Resenha: Não se iluda, não, Isabela Freitas

Não se iluda, não é continuação de Não se apega, não. Depois de passar um ano sem namorado, Isabela está determinada a realizar o grande sonho de ser uma escritora reconhecida. Resolve dar os primeiros passos anonimamente, criando um blog onde assina como ‘A Garota em Preto e Branco’. Em seu diário virtual, ela desabafa, fala dos amigos, dos não tão amigos assim, e confessa suas aventuras e desventuras amorosas. Assunto é o que não falta. Durante uma temporada agitada em Costa do Sauípe, na Bahia, acompanhada por Pedro, Amanda e sua insuportável prima Nataly, Isabela conhece o irresistível Gabriel, um sujeito praticamente perfeito, a não ser por um pequeno detalhe… Entre shows e passeios na praia, Isabela precisa admitir para si mesma que sente uma atração cada vez maior pelo seu melhor amigo. Em seu segundo livro, Isabela Freitas dá sequência às histórias dos personagens de ‘Não se apega, não’. Dessa vez, com a cabeça nas nuvens e os pés firmemente no chão, a personagem Isabela vai em busca daquilo que seu coração realmente deseja, mesmo quando seu caminho é bem acidentado e cada curva parece esconder uma nova surpresa.

Começo essa resenha afirmando que eu criei muitas expectativas para essa leitura. A estrutura de livros da Isabela (meio história e meio comentários da personagem sobre os acontecimentos) nunca foi a minha preferida, mas ela conseguiu me conquistar em “Não se apega, não” de uma maneira que nunca achei ser possível, e quando terminei seu primeiro livro já comecei uma contagem regressiva para o segundo.

Confesso que sou uma pessoa sonhadora, e grande parte disso se deve aos livros. Passo boa parte do meu dia em um mundo literário que é maravilhoso, mas inexistente (entenda leitor, isso não é uma reclamação. Acredito que poder “viver” dentro de um mundo imaginário traz um pouco de magia às nossas vidas). Mas é cansativo ler sobre personagens maravilhosos quando de verdade, não conheço ninguém assim. Em um mundo onde os mocinhos são tão perfeitos e as heroínas tão intocáveis que nem um fio de cabelo sai do lugar, é bom ler um livro real. Em que as pessoas são como eu e você, onde elas cometem erros e se arrependem (ou não) deles. Onde existem dúvidas, incertezas e os sentimentos são mutáveis. Nessa temática, Isabela Freitas consegue atingir todas as melhores expectativas.

Em “Não se iluda, não” temos a sequência da história entre a personagem Isabela e seus amigos. Neste livro temos uma mocinha muito mais madura em relação aos seus sentimentos. É notável a evolução da Isabela do primeiro livro para o segundo. Em meio a continuação da sua vida amorosa, a personagem corre atrás do seu maior sonho: escrever.

“Escrever é como uma terapia pra mim, os sentimentos vêm e eu preciso colocá-los para fora. Em forma de palavras. Tem um modo mais bonito de sentir? Se tiver, desconheço. É como se o ato de colocar um sentimento em palavras fizesse com que ele se concretizasse.

Embora a temática gire em torno de relacionamentos, este está longe de ser o foco da autora. Acredito que o objetivo de seus textos tenha sido incitar o leitor a sempre correr atrás dos seus sonhos e não desanimar mesmo que a vida não se mostre fácil. Superar as suas dificuldades e ser capaz de sonhar (e não se iludir) é a mensagem passada ao fim de cada capítulo.

Pedir um tempo é admitir para o mundo que você é covarde demais para dar uma conclusão. Quem precisa de um tempo para viver um amor talvez precise de um tempo para entender um pouco mais a vida em si.

Assim como no primeiro livro, a linha do tempo da história se divide entre os momentos narrados pela personagens e alguns textos (maravilhosos) relacionados. A leitura é fácil e fluí numa rapidez que se você não tomar cuidado termina a leitura em uma sentada! Eu continuo não sabendo classificar essa série. Não é autoajuda, nem um romance, nem ficção, semi-baseado na realidade… E olha, rotular pra quê? Acho que é justamente o fato de o livro ser uma mistura que o torna especial.

O amor é engraçado, e pode acontecer de diversas formas. Você pode ajudar a reacender aquele amor de outra pessoa que está fraco, quase apagando. Você pode entregar o seu amor em uma bandeja e não deixar sobrar nada dentro de si… Ou você pode dividir esse amor com alguém e ter dois corações pulsantes em corpos diferentes.

Leitura mais que recomendada!  
P.S. Vale ressaltar para as leitoras de plantão: quanto ao final um tanto polêmico, fiquem tranquilas pois a série será uma trilogia!

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Divulgado novo cartaz de 'Maze Runner: Prova de Fogo'

Maze Runner: Prova de Fogo, sequência de Maze Runner: Correr ou Morrer, ganhou hoje um novo cartaz com seu protagonista, Thomas (Dylan O’Brien):

 

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Em Maze Runner: Prova de Fogo, após escapar do labirinto, Thomas e os seus amigos que o acompanharam em sua fuga da Clareira precisam agora lidar com uma realidade bem diferente: a superfície da Terra foi queimada pelo sol e eles precisam enfrentar criaturas disformes chamadas Cranks, que desejam devorá-los vivos. Em busca de pistas sobre a poderosa e misteriosa organização conhecida como WCKD, a viagem irá leva-los para Scorch, um terreno deserto e desolado onde irão se juntar a combatentes da resistência e enfrentar as forças superiores em obstáculos inimagináveis.

O segundo filme da saga estreia no dia 17 de setembro de 2015. Já Maze Runner: A Cura Mortal, último filme da série de livros de James Dashner, será lançado em 16 de fevereiro de 2017, e não será dividido em duas partes, como acreditava-se.

A seguir, assista ao trailer legendado:

 

 

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Resenha: Tocando as estrelas, Rebecca Serle

Quando Paige Townsen deixa de ser uma simples aluna do ensino médio para se tornar uma celebridade, sua vida muda do dia para a noite. Em menos de um mês, ela troca as ruas da sua cidade natal por um set de filmagem no Havaí e agora está conhecendo melhor um dos homens mais sexies do planeta segundo a revista People. Tudo estaria perfeito se o problemático astro Jordan Wilder não fincasse o pé em uma das pontas desse triângulo cinematográfico. E Paige começa a acreditar que a vida, pelo menos para ela, imita a arte.

Logo que li a sinopse desse livro, me lembrei de outro lançamento deste ano com a mesma temática. Em “Entrelinhas” da Tamara Webber, também temos uma jovem que sempre teve uma vida normal e que vê sua vida mudar completamente quando é escolhida para viver a protagonista de um filme baseado em uma série de livros de sucesso. Lá a mocinha conhece dois astros (e inimigos) de Hollywood, um extremamente simpático, que se torna seu melhor amigo em diversas situações, e o outro misterioso e enigmático, com quem ela tem uma aproximação inexplicável. E sim, isso acontece nos dois livros. E sim, a semelhança é perturbadora.

Em “Tocando as estrelas” conhecemos Paige, uma adolescente de 17 anos que sonha em ser atriz e vive numa casa extremamente movimentada (pais, irmãos, irmã, sobrinha…) e passa seu tempo de verdade com seus melhores amigos, Cassandra e Jake. E é por influência de Cassandra, que Paige se inscreve nos testes para viver August, a personagem principal de uma trilogia de sucesso chamada “Locked”. Foi exatamente nesta parte da leitura que senti falta de um pouco mais… O processo entre o teste de Paige e sua chamada para o filme ocorreu de uma forma abrupta: em um parágrafo ela falava sobre a audição, e no outro ela já tinha sido chamada. Senti falta dos detalhes do teste, da ansiedade do resultado, da reação da sua família etc…

Essa é uma verdade sobre o sucesso. Muita coisa muda, mas nem tudo. Você ainda tem dias de cabelo ruim. Amizades que se desfizeram não serão reparadas milagrosamente. E pessoas que não amavam você antes continuarão a não amar. Uma coisa que o sucesso não muda, não importa a que nível você chegue, são as coisas que já viraram passado

Em poucos meses já acompanhamos a mudança de Paige para o Hawai, onde começam as filmagens de Locked. Logo de cara ela conhece Reiner, o mocinho simpático e engraçado, que facilita sua vida no set. Com seu jeito sedutor e divertido, Reiner conquista todos no estúdio, e se torna o melhor amigo e conselheiro de Paige para todas as dúvidas de uma recém-celebridade. É muito gostoso de ler a fluidez da amizade dos dois, os sutis flertes escondidos entre as frases de dois amigos. Tudo anda as mil maravilhas até a chegada de Jordan, o terceiro elemento do triângulo amoroso de Locked (e de “Tocando as estrelas” também). Jordan tem uma fama de encrenqueiro e mal encarado, mas seus segredos vão muito além de umas brigas no set. Desnecessário falar que, assim como a August em Locked, Paige em “Tocando as estrelas” também se encontra dividida nessa história.

“Isso não importa mais. É como um guarda-chuva no meio de uma tempestade depois de estar completamente molhado. Exatamente o que você precisava, o que você queria, mas já é tarde”

Talvez por já ter lido “Entrelinhas” ou talvez pela história ser realmente fundamentada em um clichê, achei a história bastante previsível, porém agradável. Embora sem muitas surpresas e reviravoltas, “Tocando as estrelas” atinge seu objetivo e consegue divertir com facilidade. O livro é o primeiro de uma trilogia “Famous in Love”. O segundo livro  “Truly, Madly, Famously” será lançado este ano nos EUA, ainda sem previsão para o Brasil. A Novo Conceito fez um trabalho maravilhoso com a edição: a capa é linda e o interior do livro é repleto de detalhes cinematográficos que só deixam a edição ainda mais especial! Eu já estou curiosa para saber o fim das duas mocinhas – Paige e August-  e ansiosa para o lançamento do próximo.

“E, veja bem, isso é o que eu não entendia. O que ninguém conta. Só porque você encontrou o amor, não significa que é para você guardar para si. O amor nunca pertence a você. Pertence ao universo. Ao mesmo vento que sopra nas ondas dos surfistas e na corrente que os carrega de volta à praia. Você não pode se apegar, porque ele é muito maior que qualquer coisa que alguém jamais poderia conceber ou tocar com as próprias mãos. É maior que tudo.”

 

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Jennifer Lawrence confirmada na adaptação de 'O Projeto Rosie'

Jennifer Lawrence, vencedora do Oscar por O Lado Bom da Vida, foi confirmada em mais uma adaptação literária para as telonas. O livro da vez é O Projeto Rosie, de Graeme C. Simsion.

Na história, perto de completar 40 anos, o peculiar professor de genética Don Tillman havia desistido do amor. Para acompanhar sua rotina severamente cronometrada, com esquema de refeições padronizadas, um cronograma para a execução de cada compromisso e lidar com sua falta de habilidade social, só mesmo a mulher perfeita. Mas ele já sabe como encontrá-la. Ou pelo menos acha que sabe. Ele desenvolve o projeto Esposa Perfeita, um questionário meticuloso que irá ajudá-lo a selecionar candidatas adequadas a seu estilo de vida, mas quando Don conhece a jovem Rosie ele descobre que nem tudo na vida pode ser programado… e que o amor pode, de repente, vir a seu encontro.

O projeto será produzido pela Sony, com roteiro de Scott Neustadter e Michael Weber (A Culpa é das Estrelas, Cidades de Papel).

Sem previsão de estreia, o longa ainda não possui diretor ou o ator que dará vida ao protagonista masculino.

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Resenha: Eu estive aqui, Gayle Forman

Quando sua melhor amiga, Meg, toma um frasco de veneno sozinha num quarto de motel, Cody fica chocada e arrasada. Ela e Meg compartilhavam tudo… Como podia não ter previsto aquilo, como não percebera nenhum sinal?
A pedido dos pais de Meg, Cody viaja a Tacoma, onde a amiga fazia faculdade, para reunir seus pertences. Lá, acaba descobrindo muitas coisas que Meg não havia lhe contado. Conhece seus colegas de quarto, o tipo de pessoa com quem Cody nunca teria esbarrado em sua cidadezinha no fim do mundo. E conhece Ben McCallister, o guitarrista zombeteiro que se envolveu com Meg e tem os próprios segredos.
Porém, sua maior descoberta ocorre quando recebe dos pais de Meg o notebook da melhor amiga. Vasculhando o computador, Cody dá de cara com um arquivo criptografado, impossível de abrir. Até que um colega nerd consegue desbloqueá-lo… e de repente tudo o que ela pensou que sabia sobre a morte de Meg é posto em dúvida.
Eu estive aqui é Gayle Forman em sua melhor forma, uma história tensa, comovente e redentora que mostra que é possível seguir em frente mesmo diante de uma perda indescritível.

Quando me preparo para ler algum trabalho da Gayle Forman, tiro meu dia só pra isso. Infelizmente, é impossível ler aguma coisa dessa mulher no trânsito, no ônibus, na faculdade… porque das duas uma: ou eu vou começar a chorar, ou eu vou ficar eternamente reflexiva. Então tirei um domingo preguiçoso inteirinho pra me dedicar a “Eu estive aqui” e olha… foi a melhor coisa que fiz hoje.

Em “Eu estive aqui” conhecemos Cody, uma adolescente que cresceu com uma mãe ausente e pai desconhecido, e que tem como base familiar a familia da sua melhor amiga, Meg. A identificação por Cody é quase imediata e é impossível não torcer por ela. Cody é uma heroína literária maravilhosa: objetiva e esforçada, ela passa por situações impossíveis, e tem sentimentos confusos e dúvidas em grande parte do livro, coisa que adorei. Ela é uma personagem real, com medos e angústias, mas não deixa nada disso atrapalhar seus objetivos. Em uma cidade pequena, Cody e Meg cresceram juntas e inseparáveis, e foi com o maior choque do mundo que Cody (e eu) lemos, logo na primeira página do livro, a carta de despedida de Meg: sua melhor amiga, a melhor parte da sua vida, tinha se suicidado.

Afastadas desde que Meg foi para uma nova faculdade, Cody se sente culpada por nunca imaginar o que a amiga estava passando e então começa a investigar cada vez mais fundo a vida de Meg. Como poderia uma menina alegre, engraçada e badass perder absolutamente toda a esperança? Então, ao chegar na na faculdade da amiga, Cody se depara com um mundo inteiramente desconhecido em que sua Meg vivia. E é nessa nova cidade, conhecendo os novos amigos e hobbies da sua amiga, que Cody descobre uma nova Meg. E o melhor de tudo, também descobre uma nova Cody.

“A vida pode ser difícil, bonita e caótica, mas, com um pouco de sorte, a sua será longa. Se for, você verá que é também imprevisível e que há momentos de escuridão. Mas eles passam, às vezes graças a muito apoio externo, e o túnel se alarga, permitindo que os raios de sol entrem. Se você estiver na escuridão, pode parecer que vai continuar nela para sempre. Tateando às cegas. Sozinho. Mas não vai – e não está sozinho.”

Este não é o primeiro livro de suicídio que leio este ano. “Por lugares incríveis” tratou do tema de uma maneira maravilhosa e nunca antes vista, que me marcou profundamente e subiu para a lista dos meus livros favoritos.  O suicídio nunca foi um tema fácil, por ser ser cercado de tabus e difícil aceitação, mas Gayle o aborda com maestria, e me pego refletindo sobre todas as indagações e completamente mergulhada nesse mundo que aflige tanta gente e que nós nem imaginamos. “Eu estive aqui” é um livro completo: entre romance, mistério e muita reflexão, terminei a leitura transformada. Recomendo!

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Liberado primeiro trailer de 'Alvin e os Esquilos 4'

A 20th Century Fox já divulgou o primeiro trailer do filme ‘Alvin e os Esquilos 4′ (Alvin and the Chipmunks: The Road Chip). Confira:

https://youtu.be/gTgGbvfb8Lg

Na quarta parte da franquia infantil, Alvin, Simon e Teodore (dublados, originalmente, por Justin Long, Matthew Gray Gubler e Jesse McCartney) acham que Dave (Jason Lee) vai pedir sua namorada em casamento na cidade de Nova York e depois despejá-los.

A previsão de estreia é para o dia 25 de dezembro de 2015.

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Divulgados novos cartazes de 'Jogos Vorazes: A Esperança – O Final'

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final teve oito cartazes com personagens liberados hoje (06), como parte da promoção do longa durante a Comic-Con em San Diego, que acontece entre os dias 9 e 12 de julho. Confira:

 

 

Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram. Com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começa a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde e estar disposta a lutar em nome de sua causa e também por seus amigos e familiares.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final estreia no Brasil dia 19 de novembro de 2015.

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SORTEIO: Concorra à série Cormoran Strike.

Em comemoração ao dia 15 de Julho (Há 4 anos Harry Potter e as Relíquias da Morte – Part 2 chegava aos cinemas do mundo inteiro) a página The Epic Battle e o site Beco Literário em parceria com a Editora Rocco sortearão os dois livros da série Cormoran Strike (O Chamado do Cuco e O Bicho-da-Seda)  do autor Robert Galbraith (J.K. Rowling). Para concorrer aos livros, clique aqui e siga as instruções.

 

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John Green fará participação especial em Malhação

O queridinho dos jovens leitores no momento, John Green, autor do famoso A Culpa é das Estrelas fará uma breve participação em Malhação.

John está no Brasil para divulgar o filme Paper Towns, baseado em seu livro Cidades de Papel, e na novela da Rede Globo o autor encontrará o elenco no cinema e interagirá com os personagens principais.

John também deve aparecer novamente na Globo, participando do resultado de um concurso realizado no dominical Fantástico. Paper Towns chega aos cinemas no dia 9 de julho.