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MasterChef A Revanche
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Review: MasterChef – A Revanche (Episódio 2)

MasterChef: A Revanche mal começou e as bombas já chegaram fortes na primeira temporada all stars do reality show culinário. Depois dos terríveis embates do primeiro episódio que eliminaram 10 cozinheiros e levaram os outros 10 para a competição em si, a primeira prova oficial da temporada veio pesada.

Divididos em dois grupos (vermelho e amarelo), os cozinheiros tiveram que preparar dois tipos de peixe (Namorado e Vermelho) para os 150 tripulantes do porta-helicópteros multipropósito Atlântico da Marinha Brasileira, o maior e mais importante navio da esquadra brasileira, que é utilizado, dentre outras coisas, para operações de ajuda humanitária.

A primeira prova em equipe da temporada não poderia começar de forma mais segregada. Os participantes tiveram 30 segundos para se dividir entre si nos grupos que cozinhariam dali em diante. Helton, que já começou insatisfeito com seu grupo, parece ter sido recusado no grupo amarelo, que se alinhou por afinidade.

Todas as provas são as mais desafiadoras do MasterChef até então, porém, essa tem um quê de revanche que não pode deixar de ser comentado. Alguns participantes, depois de suas respectivas temporadas, seguiram em frente com a carreira na gastronomia: fizeram faculdade, abriram restaurantes, cursos… Mas outros, não, e é aqui que essa mistura de amadores e profissionais começa a ficar estampada.

Thiago, o major, fica no comando da equipe amarela enquanto Fernando fica a frente da equipe vermelha, que ganha o par ou ímpar e cozinha o peixe Namorado. A avaliação dos pratos seria feita pelos tripulantes, mas os jurados avaliariam as performances individuais de cada cozinheiro.

A equipe amarela inicia a prova e transcorre por toda a sua duração de forma nebulosa, com alguns gritos e pouca organização, enquanto a vermelha, apesar de algumas dificuldades técnicas, parece ser a preferida dos chefes durante a execução dos pratos.

Porém, é no final que as coisas realmente se revelam e a equipe vermelha, atropelada, deixa de servir alguns pratos principais e tem insumos faltantes para a sobremesa. Se aproveitando da fraqueza, a equipe amarela então resolve por servir uma segunda porção de seus brownies para quem quisesse repetir. O resultado não poderia ser diferente: lavada. A equipe amarela ganha a primeira prova e sobe inteira para o mezanino.

De volta para a cozinha dos estúdios, antes da prova de eliminação, os chefes resolvem comentar as performances individuais de cada um da equipe vermelha, de forma que cada chefe salva um membro para o mezanino. Helton e Vitor B. se enfrentam em um mata-mata, na prova do Croquembouche.

Com muitas dificuldades técnicas ao longo da prova e insumos limitados pela equipe do programa, os dois participantes parecem conseguir entregar uma réplica bem fajuta do que foi apresentado como modelo, o que foi totalmente compreensível pelo tempo de prova e pelo mercado. Em uma decisão acirrada, Helton é o primeiro eliminado da temporada (e talvez o mais eliminado de todas as temporadas do MasterChef). Aparentando maior humildade nos comentários que das outras vezes, o garoto de 19 anos agradece os ensinamentos dos chefes, que o fazem prometer nunca voltar. Jacquin ainda comenta que é melhor que ele esteja fora do MasterChef que dentro, para que ele vire um cozinheiro e não um garoto propaganda.

Ao final, já com Ana Paula Padrão, ele ainda revela que começará um estágio nas próximas semanas com um renomado chefe de cozinha.

MasterChef: A Revanche
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Review: MasterChef – A Revanche (Episódio 1)

Depois de muito pedidos dos fãs, a Band finalmente resolveu fazer a temporada especial de MasterChef Brasil, intitulada de A Revanche. A temporada reuniu participantes injustiçados de todas as temporadas do programa original e continua apresentado por Ana Paula Padrão e julgado por Henrique Fogaça, Paola Carosella e Érick Jaquin.

Depois de muito pedir um All Stars de MasterChef, os participantes desta temporada, 20 no início, precisaram passar por embates em dupla para conquistar a tão sonhada dólmã, que faria com que eles estivessem oficialmente na competição. Os vencedores das provas individuais continuam faturando R$ 1 mil em compras no cartão Carrefour e R$ 500 nas mini provas e provas coletivas. Os dois finalistas ainda faturam a mesma quantia por mês durante um ano, e o vencedor ganha um troféu, reformulado no formato de uma estrela, R$ 250 mil reais, uma bolsa de estudos na Le Cordon Bleu do Rio de Janeiro, uma cozinha completa da Brastemp e equipamentos Tramontina.

Os 20 participantes selecionados para MasterChef: A Revanche foram: Ana Luiza (Temporada 4), Aristeu (Temporada 5), Bianca (Temporada 1), Cecília (Temporada 1), Estefano (Temporada 1), Fábio (Temporada 3), Fernando C. (Temporada 3), Fernando K. (Temporada 2), Haila (Temporada 6), Helton (Temporada 6), Iranete (Temporada 2), Juliana (Temporada 6), Katleen (Temporada 5), Mirian (Temporada 4), Raquel (Temporada 3), Sabrina (Temporada 2), Thiago (Temporada 5), Valter (Temporada 4), Vanessa (Temporada 3) e Vitor B. (Temporada 4).

Os 20 participantes precisaram passar por um embate, em duplas, para decidir quem ficaria com a dólmã e garantiria o seu lugar na competição oficialmente. Organizou-se um sorteio, em que o participante sorteado deveria escolher outra pessoa para duelar com ele. A pessoa escolhida, por sua vez, deveria sortear o que ambos cozinhariam, dentro dos temas pré-estabelecidos. Uma vez escolhido o tema, era preciso reproduzir o prato ou fazer algo típico do tema sorteado.

A primeira sorteada foi Ana Luiza, que escolheu Vanessa para o duelo, sob a justificativa de que gostaria de alguém que ficasse cozinhando mais em casa. No entanto, o que ela esqueceu, é que Vanessa já possui um restaurante, e com vergonha, ela assumiu ter errado na escolha. O tema foi Fusion, fusão entre Brasil e México que deu a vaga para Vanessa.

Katleen, por sua vez, desafiou Cecília no tema Mundo, em que tiveram que fazer uma Paella. Cecília não gostou de ser desafiada e achou que Katleen só a escolheu porque fez faculdade e ela não. De fato, quem levou a dólmã foi Katleen.

Na segunda rodada, Sabrina desafiou Iranete na reinvenção do Acarajé. Iranete perdeu a mão na pimenta e Sabrina, que inventou uma espécie de ensopado levou a melhor e consequentemente, a vaga na competição.

Haila desafiou Fernando C. no tema fast-food com o hambúrger vegetariano. Fernando, que é dono de hamburgueria levou a melhor, ao mesmo tempo em que Haila, como foi comum na temporada anterior, se descontrolou com as emoções e não conseguiu completar a prova, dizendo que iria desistir antes do final. Com o apoio dos colegas, não desistiu e finalizou o desafio, mas sem sorte.

Na terceira rodada, Fábio desafiou Mirian na reinvenção doce, com o Quindim. Sem muitas observações, a companheira de Yuko não se deu bem e Fábio garantiu seu lugar em MasterChef: A Revanche.

A sorteada Raquel resolveu enfrentar Helton no rinque achando que levaria a melhor por conta da pouca idade do garoto em um clássico Ratatouille, que Helton nunca havia feito. No final das contas, a moça não cozinhou bem os legumes e Helton está de volta para a competição.

Já na sequência, na quarta rodada, Vitor desafiou Aristeu no desafio regional de Xinxim de galinha. Aristeu, sem sua fiel escudeira Rita fazendo-o manter a calma, não conseguiu garantir sua tão sonhada dólmã.

Bianca e Fernando K. foram para o lado exótico da competição precisando preparar um prato com Enguia. Sem muita experiência em nenhum dos dois lados e sem levar em conta as dicas da chef Paola, Fernando venceu Bianca com uma generosa pitada de sorte.

No embate final, Estefano e Juliana, que já haviam combinado seu desejo de duelarem juntos, ficaram com a reprodução do Filé à Osvaldo Aranha. Juliana, que errou na preparação da carne e entregou um prato cru, não garantiu seu lugar na temporada com mais episódios de faíscas com Helton.

Thiago e Valter, a última dupla, se enfrentaram na confeitaria com o famoso Cheesecake, que Valter errou no preparo e o prato acabou por se desfazer antes mesmo da entrega. O major, queridinho de sua temporada, garantiu o lugar em MasterChef: A Revanche.

Com o top 10 definido agora o programa começa de fato já com uma prova em dupla, a ser exibida na próxima terça-feira, nova data, buscando maior audiência que nos domingos, como era anteriormente.

E você, pra quem está torcendo em MasterChef: A Revanche?

Mercedes-Benz
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Elite
Filmes, Reviews de Séries

Review: Elite (1ª temporada, 2018)

Fui pego por elite pelas roupas. Sim, o uniforme de um suposto colégio-internato que parece do Elite Way School, de Rebelde me deixou com a pulga atrás da orelha, ainda mais sendo uma produção espanhola. Seria meu RBD 2.0 vivo? A chama de fanboy já acendeu lá em cima e eu comecei a assistir a Elite, da Netflix.

Assisti à primeira temporada no ano passado, logo no lançamento e me perguntei hoje porque nunca escrevi sobre, sendo uma das minhas séries preferidas hoje em dia. E eu sou ruim de assistir série, fico impaciente, durmo e nunca chego até o final. Mas ontem fui rever a primeira temporada, antes de ver a segunda, e entendi muitas coisas além disso.

CUIDADO COM SPOILERS DA PRIMEIRA TEMPORADA A PARTIR DESTE PONTO

Ela começa um pouco confusa, pelo final, com a cena que parece ser um assassinato. Não sabemos de quem é, mas ao decorrer dos episódios sabemos que é Marina. Mas por que ela? Como?

Os episódios transcorrem com cenas no passado e no presente. No passado, no colégio e no presente, em uma sala de interrogação policial sobre o assassinato. Dado isso, vamos ao enredo: três alunos – Samuel, Nadia e Christian – de classe baixa, ganham uma bolsa de estudos no melhor colégio da Espanha. De lá saem os novos “donos do mundo”, e está repleto de alunos bem característicos com ego inflado, classe altíssima, filhos de marquesas, bilionários, CEOs e outros do gênero.

Obviamente, o trio tenta se misturar, mas os riquinhos não querem saber de “pobretões” no colégio. Parece um clichê, mas as teias vão se emaranhando cada vez mais e pra isso, preciso comentar sobre cada um dos personagens mais característicos pra comentar a série, a começar pelo Samuel, que de início, pareceu ser o principal mas eu quase morri nas cenas dele. MUITO CHATO. É daqueles personagens que dá vontade de gritar e falar ALÔ, ACORDA, PLANETA TERRA CHAMANDO! Seu irmão, Nano, acabou de sair da cadeia e ele vive com a mãe, alcoólatra, e trabalha como garçom em um lugar que coincidentemente os alunos do colégio costumam comer e por isso todo mundo sabe e o chama de “garçom”. Samuel se apaixona por Marina, que é irmã de Guzmán, filhos de um importante engenheiro que está metido até as calças nos escândalos de construção da cidade. Coincidentemente, esse engenheiro que paga as bolsas dos três alunos após o teto de sua escola antiga desabar sobre eles (a construção era dele).

Mas Marina gosta mesmo de Nano, irmão de Samuel, e fica mantendo os dois a banho e maria por algum tempo. Apesar de me irritar muito com ela ao longo da série, entendemos que ela não quer participar do mundo dos ricões. Ela quer apenas viver sua própria vida sem alguém a controlando, principalmente depois de ser contagiada pelo vírus do HIV aos 14 anos de idade.

Nadia é a segunda bolsista. Vem de uma família muçulmana muito tradicional e já vê sua cultura sendo desrespeitada no colégio quando é proibida de usar seu Hijab. Foi uma das cenas que mais amei na série inteira, quando a diretora a proíbe e ela enfrenta, dizendo que vê todos ostentando suas bolsas caras e relógios de marca. Se torna uma grande amiga de Guzmán, apesar do seu relacionamento não ser aprovado por seu pai, que após perder a filha mais velha “para o mundo”, mantém ela e seu irmão, Omar com regras pesadas. No entanto, Omar é homossexual e quer viver sua vida longe dos moldes do pai, e para isso, revende drogas para juntar dinheiro e nessa, conhece Ander, um dos melhores amigos de Guzmán, por quem se apaixona e precisa lutar para poder sequer dar um toque. Ander é filho da diretora do colégio Las Ensinas e, apesar de ter uma condição de vida confortável, também não está na nata da sociedade, como os outros.

Christian é o personagem mais irritante do mundo. Ele entra no colégio querendo manjar de tudo e fazer contatos para ascender socialmente. O digital influencer, como é chamado pejorativamente pelos colegas de turma, faz de tudo para conquistar seu lugar ao sol. Foi ele que apresentou Ander a Omar, durante uma compra. Se apaixona por Carla, filha de uma marquesa rica, que por sua vez, namora desde que se entende por gente com Polo, o outro melhor amigo de Guzmán e filho das duas maiores CEOs do universo editorial (sim, ele tem duas mães!), porém Polo é voyeur, o que significa que ele experimenta prazer sexual o próprio ato sexual praticado por outros, e ao se ver quase terminando o relacionamento com Carla, juntos decidem chamar Christian para apimentar as relações.

No meio de tudo isso, tem a Lu cujo papel ainda considero dispensável para a história, ainda mais fazendo essa análise. Ela aparece provocando Nadia, Guzmán, fazendo chantagens aqui e ali, mas sem uma função expressiva dentro da teia.

FINAL DOS SPOILERS AQUI

Com base nessas informações, toda a trama se desenvolve, com muito teor sexual, crimes e rebeldia, como seria normal para adolescentes de 16 anos. Não tem muita verossimilhança, pelo menos para mim que nunca estive inserido nos contextos sociais que a série retrata, mas ainda sim muito importante por sua representatividade em locais que jamais imaginaríamos encontrar.

Vai além de uma simples série adolescente e nos faz pensar como sociedade em vários aspectos de corrupção e que as pessoas são plurais até de formas que jamais conseguiríamos imaginar. A primeira temporada tem um final sem deixar muitas pontas, mas sempre com abertura para a segunda, que estou indo assistir agora.

Atualizações, Séries

EA Games lança campanha para celebrar as quase 2 décadas de The Sims

Presente em diversas plataformas há cerca de 20 anos, The Sims tem fornecido aos jogadores uma plataforma autêntica e significativa para eles se expressarem. Ao longo dos anos, esse mundo virtual conseguiu tocar milhões de pessoas e apresentar histórias enriquecidas com criatividade, auto expressão e inclusão. Em muitos casos, as histórias criadas acabam ganhando o mundo em formatos de web-séries – como o caso do sucesso Girls In The House, aqui no Brasil.

Celebrando todo desde impacto ao longo de duas décadas, a EA Games estreou hoje (18) sua nova campanha, Freedom to be Me. Confira:

Em comemoração a essas histórias, a EA convida a comunidade a jogar com a vida. Este é um convite que vai muito além das sessões de jogatina e se transforma em realidade. Quando um jogador leva sua imaginação para o The Sims, ele se torna uma página em branco para contar histórias sobre o jogo e sobre eles mesmos. Juntos, EA e The Sims estão em uma missão para contar mais histórias do que nunca – e os jogadores podem compartilhar a sua com a hashtag #JoguecomaVida (#PlayWithLife), deixando que suas vozes sejam ouvidas na comunidade The Sims e no mundo.

A EA continua celebrando todas as formas que os jogadores jogam com a vida (Play With Life) em The Sims com novos conteúdos, como a expansão The Sims™ 4 Island Living, disponível agora para PC via Origin™, Xbox One e PlayStation®4. Para conferir mais sobre as festividades, visite o site oficial, confira nosso blog e se junte à celebração no Twitter, Instagram, e Facebook.

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Review: A despedida de “The Fosters”

Chegou ao fim, no dia 6 de junho, a série The Fosters. Depois de 5 temporadas emocionantes a série encerrou a história dos Adam-Fosters. A produção da Freeform vinha de cinco anos sólidos e relevantes não apenas para o universo cinematográfico, mas para a sociedade como um todo.

A série conta a história da família Foster composta pelo casal Lena e Stef, as mães mais fofas de toda televisão e os filhos Brandon (que é filho biológico de Stef), Jesus e Mariana que foram adotados por ela na infância. A casa da família é considerada uma referência para a comunidade e Callie, uma jovem problemática do reformatório, é mandada para lá. Entretanto ela carrega consigo uma inquietação, seu irmão mais novo, Jude, ainda está no lar adotivo abusivo de onde ela saiu. Ela se une a Brandon para tentar recupera-lo logo no primeiro episódio. E essa união gera um conflito uma vez que os dois acabam criando laços muito fortes que evoluem para sentimentos ainda mais profundos.

Leia também:
CRÍTICA: OS INCRÍVEIS 2 (2018)
5 LIVROS E 3 FILMES PARA QUEM TEM CÂNCER NO MAPA ASTRAL
CRÍTICA: OITO MULHERES E UM SEGREDO (2018)

A série aborda diversos assuntos de uma maneira muito responsável e empática. The Foster fala sobre os problemas da adolescência, fala sobre preconceito, aceitação e principalmente sobre família, a série tem como principal lema “família é feita por amor e não por laços sanguíneos”. Ao longo de toda a história personagens múltiplos e com histórias diferentes são introduzidos, transexuais, latinos, bissexuais, com distúrbios psicológicos e diferentes condições de família.

As cinco temporadas contam com emocionantes reviravoltas e o amor profundo entre a família que mesmo com as adversidades se mantém unida. Em tempos de tanto sensacionalismo e cenas explícitas e quase doentias, The Fosters aborda todos os problemas de forma muito leve e consciente transformando a narrativa em um serviço prestado a sociedade. Para nós que vamos ficar órfãos da história mais linda da televisão há uma alternativa. Em 2019 a série vai ganhar um spin off contando a história de Mariana e Callie na faculdade e ainda há uma onda de fãs pedindo que a vida das mães também seja contada em um especial de alguns capítulos.

Em suma The Fosters é uma das melhores séries de toda televisão da atualidade e agora com seu fim mais que especial temos ainda mais certeza que aprendemos e que “It’s not where you come from It’s where you belong you are home with me right where you belong”

Filmes, Reviews de Séries

Review: 3% (Segunda Temporada)

Quando foi lançada em 25 de novembro de 2015, a série 3% – primeira produção nacional da Netflix – dividiu as opiniões do público. Por um lado, a série encontrou um modo pouco convencional – e eficaz – para falar sobre a má distribuição de renda e polaridades presentes atualmente na sociedade brasileira, por outro, as atuações teatrais em momentos chave, figurinos escrachados e um aspecto que deixava claro o orçamento limitado em geral. A segunda temporada chegou ouvindo todas as críticas, fossem elas boas ou ruins e se aperfeiçoou, entregando 10 excelentes episódios.

Talvez a primeira temporada não tenha sido tragada tão facilmente no gosto do público por ter sido focada no processo de seleção (que determina os 3% que irão poder ter uma vida melhor no MarAlto) e não em seus personagens. Tivemos alguns nuances da vida de Michele, Joana, Rafael e Fernando, mas de forma bem superficial. Agora, mergulhamos em suas trajetórias, o que proporcionou aos espectadores uma chance de se conectar com alguns deles.

A maior diferença que podemos sentir entre as temporadas pode ser sentida através do roteiro. Deixando a parte didática de lado, as histórias agora não se arrastam nos episódios, muito pelo contrário. Usando e abusando do uso de flashbacks, somos capazes de entender melhor as motivações de cada personagem em torno do Processo e ver mais da vida que levavam no continente. As evoluções e plow-twists presentes nos entregam uma complexidade muito maior, que nos desperta cada vez mais a vontade de assistir aos episódios seguintes. Cada personagem possui o seu foco narrativo e estes focos se conectam de uma forma mais natural.

Talvez um desafio que a série se auto propôs foi o de incluir novos personagens e dar importância e contexto para estes novos nomes. Uma vez que anteriormente 3% teve dificuldade em explorar as personagens apresentadas, a inclusão de novos nomes poderia representar um novo erro – felizmente estávamos errados. Além dos nomes envolvidos no Processo e do pessoal do MarAlto, tivemos inclusões muito bem-feitas no continente.

A série melhorou muito e esteticamente encontrou um ponto para chamar de seu. É facilmente identificada e bem assimilada. O elenco demonstra estar mais entrosado e isso se refletiu nas telas. Um excelente momento que é preciso citar e não, não é spoiler: o nosso tradicional ‘carnaval’ foi abordado, em uma linda procissão realizada no continente; a cena contou com a talentosa Liniker e foi um dos pontos altos da produção.

A 3ª temporada de 3% – que irônico – irá estrar em 2019. Porém a história pode segurar até 5 temporadas no total. Vamos torcer.

Atualizações, Livros, Séries

Amazon lança novo aplicativo Kindle para celulares Android

A Amazon anunciou hoje o lançamento de uma novo aplicativo Kindle para celulares com o sistema operacional Android: É o Kindle Lite, novo aplicativo que pesa menos de 2MB e trás todos as funcionalidades clássicas do aparelho tradicional. Agora, o peso na memória dos aparelhos foi reduzido para trazer uma experiência de leitura mais agradável e sem entraves.

O aplicativo continua sincronizando o seu ponto de leitura com os aparelhos Kindle ou conforme a leitura caminha em outras plataformas. Os usuários continuam podendo aproveitar os recursos existentes do Kindle, como a capacidade de ampliar imagens e ajustar tamanhos de fonte, ler em modo noturno e navegar com uma experiência de compra personalizada. Confira algumas vantagens do novo app:

  • Ferramenta de leitura mais leve – o Kindle Lite utiliza menos de 2 MB para ser baixado em um smartphone. Além disso, o aplicativo ocupa menos espaço no seu telefone para você usar sua memória para suas fotos, vídeos ou músicas.
  • Leitura instantânea – você não precisa esperar o download completo dos livros para começar a ler.
  • Leia independentemente da sua rede de cobertura de internet – leia seus títulos favoritos mesmo em conexões de dados mais lentas.
  • Use menos espaço em seu telefone – o Kindle Lite permite que você gerencie o armazenamento dos eBooks baixados, bem como o monitoramento do uso de dados por meio das redes Wi-Fi ou de celular.
  • Facilidade de navegação – o Kindle Lite permite que o leitor navegue entre as páginas sem problemas, permitindo rápida mudança de página e pesquisas na biblioteca.

O aplicativo já está disponível para download na Google Play Store. Para saber mais, clique aqui.

Filmes, Reviews de Séries

Review: Riverdale (Season 1)

Número de episódios: 13
ㅤSobre a série: Riverdale é uma série de televisão americana de drama adolescente, baseada nos personagens da Archie Comics. A série recebeu ordem pela emissora The CW, e estreou em 26 de janeiro de 2017.

ㅤRiverdale é um drama adolescente, com grandes doses de mistério (gosto de dizer que é um mistério com grandes doses de drama adolescente).

A série tem como protaginista Archie, um adolescente, estudante, jogador de futebol, e futuramente, músico e a trama se inicia com uma morte que abala a pacata cidade de Riverdale: A morte de Jason Blossom!

Jason Blossom, inicialmente desaparecido, é o herdeiro da família Blossom, a família rica de Riverdale, que toca uma empresa de xarope de bordo na cidade. Jason desaparece após cair num rio, com sua irmã, Cheryl Blossom, que se salva e testemunha o desaparecimento do irmão (ainda no piloto, poderá acompanhar o desfecho do desaparecimento, que, entretanto, abrirá outra porta misteriosa na série).

A série é uma das melhores dentro do gênero, sabendo como levar o enredo, como ter sua dosagem certa de mistérios, e quando revelar os mesmos, além de possuir personagens carismáticos como Juggy, Betty, Vee, entre outros.

ㅤEntre todo esse mistério, os estudantes de Riverdale vão se envolver cada vez mais no caso de Jason Blossom, quando Vee chega a cidade com sua mãe após a prisão de seu pai, que, aparentemente mantinha negócios com os Blossom.

ㅤVee ficará responsável por esse pontapé inicial, quando escolhe Betty como amiga (Betty, que é melhor amiga e apaixonada desde sempre por Archie, ficará responsável por gerar essa cadeia, fazendo se envolver no caso do Blossom, que, antes de desaparecer, namorava com Polly, sua irmã).

ㅤArchie, com seu melhor amigo, responsável (e apaixonado) pelo Drive In de Riverdale, Jughead, acaba também por se envolver no caso, por estar próximo ao rio com uma professora no dia do desaparecimento de Jason (e Juggy, como o grande e bom amigo, irá sugerir que Archie reporte as autoridades o ocorrido, já que o mesmo confessa ao amigo que estava com a professora e ouviu um disparo de uma arma de fogo no dia, no horário da manhã).

ㅤParece uma grande sinopse repleta de spoilers, eu sei, mas acredite, tudo isso se desenrola ainda no início da série.

ㅤViciante, digna de maratona e com uma historia cativante, e indicada ao 10th Annual Shorty Awards, Riverdale merece uma chance de ser assistida e maratonada por todos! A primeira temporada já está disponível na Netflix!

Samsung lança novos notebooks em São Paulo
Samsung lança novos notebooks em São Paulo
Atualizações, Séries

Samsung apresenta novos notebooks para todos os públicos

A Samsung apresentou nesta última semana em São Paulo a sua nova linha de notebooks. As novidades vão desde os modelos mais simples, para aqueles que desejam navegar na internet e assistir seriados aos mais modernos que exigem maior desempenho e melhores configurações. Todos os modelos estão mais finos e leves se comparado aos lançamentos anteriores e visam facilitar a vida para jovens escritores que necessitam estar sempre conectados e querem mais conforto ao se deslocar com seus equipamentos.

Samsung Style S51 Pen

S51 Pen chama a atenção por oferecer a famosa caneta S Pen, redefinindo o jeito de usar o notebook

Este é o novo carro chefe da linha 2 em 1 da empresa coreana. Entre seus concorrentes ele já sai na frente pelo peso: é o mais leve, pesando menos de 995g e possui design de metal 12, o que significa que chega nas lojas mais leve e resistente. Seu maior diferencial é a S Pen, que quando retirada para utilização suspende o uso do teclado automaticamente, facilitando o uso rápido e eficaz. A tela é Full HD, com 13,3 polegadas e sensível ao toque. Preço: R$8.499.

 

Samsung Style S51 Pro

Carregamento em apenas 100 minutos e portabilidade são os diferenciais do Style S51 Pro.

Carregamento em apenas 100 minutos e portabilidade são os diferenciais do Style S51 Pro.

Com uma tela Full HD e 15 polegadas, o aparelho tem como diferencial a recarga rápida: é possível conseguir 23% de bateria em apenas 20 minutos, ou seja, carrega uma média de 1% por minuto. Também se destaca em relação à segurança: o leitor de impressões digitais complica a vida daqueles que pretendem usar a sua máquina. Equipado com a 8ª geração de processadores Intel e 256GB de SSD, o S51 Pro conta com um desempenho matador, graças ao Core i7 e o chip gráfico NVIDIA® GeForce® MX150 com 2 GB GDDR5 dedicada, proporcionando qualidade gráfica, não apenas nos jogos, mas para tornar reprodução de vídeos mais suave e uma experiência geral mais agradável durante as tarefas. Chega ao Brasil pelo custo de R$8.999.

 

Essentials e Expert

Linhas são voltadas para quem busca apenas realizar trabalhos escolares, assistir filmes e uso casual.

As linhas voltadas ao consumidor casual já chegam com uma vantagem considerável: o preço. Com modelos custando a partir de R$1.799, as máquinas estão mais finas que os modelos anteriores: apenas 2 centímetros. A linha Essentials possuí modelos com 14 ou 15,6 polegadas, resoluções HD ou full HD, 4GB de RAM, armazenamento de 500GB ou 1TB e processadores Intel Celeron e Core i3. Já a linha Expert entregam desempenho e versatilidade para demandas ainda mais exigentes, também em telas de 14 e 15,6 polegadas, com resoluções que variam entre HD e full HD, oferecem processadores Intel Core i5 e i7 de 8ª geração, 1TB para armazenamento de dados, memória RAM até 12 GB e alguns modelos ainda contam com chip gráfico dedicado NVIDIA® MX1101, que vai ajudar em tarefas que exigem processamento gráfico mais intenso.