De acordo com a revista Variety, Johnny Depp estaria em processo de negociação para estrelar um filme, que será ambientado na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, chamado Triple Frontier.
Ele mostrou interesse em fazer parte do elenco desde o ínicio, quando a cineasta Kathryn Bigelow ainda era a responsável pelo projeto, agora ela foi substituída por J.C. Chandor. O ator ainda não assinou o contrato, mas tudo indica, que ela fará sim, parte do elenco, no papel de um criminoso. Tom Hanks também recebeu o convite para participar, mas ainda não se tem informação.
O filme se passaria nessa região da tripla fronteira, no encontro dos rios Iguaçu e Paraná, conhecida por ser uma área de atuação do crime organizado e por atividades terroristas.
A Paramount Pictures anunciou nesta quarta-feira (20) que um segundo filme de War Wolrd Z está a caminho, e estreará no dia no dia 9 de junho de 2017. Protagonizado por Brad Pitt e tendo o mesmo como produtor do longa. Steven Knight, roteirista do primeiro filme, declarou que o filme começaria por outro ângulo: “Eu pensei, ‘Por que não?’ Que ideia divertida!’. Não será bem como o filme anterior, nós começaremos do zero. Quando [o estúdio] aprovar, estaremos prontos [para as filmagens]”. O segundo filme começa com suas gravações em outubro.
O filme que estrearia no dia 26 de maio de 2017 teve sua data alterada. Por questões de bilheteria a Lucasfilm anunciou a mudança da estreia para o fim do mesmo ano, sendo assim o episódio VIII de Star Wars estreará no dia 15 de dezembro de 2017. O filme que dará continuidade ao “Despertar da Força” inicia suas filmagens mês que vem.
Após a lamentável morte do ator Alan Rickman (69) que fez grandes papéis em sua vida, incluindo Severus Snape, pelo qual ficou conhecido por jovens do mundo todo, fãs da saga foram ao twitter perguntar para JK Rowling qual seria a pista que ela deu para o ator, quando ele ainda estudava interpretar o papel. Antes de aceitar ser o professor de poções de Hogwarts, ele e autora conversaram e foi ali que ela contou algo sobre Snape que poucos sabiam e que seria de extrema importância para sua interpretação ao longo da saga. Rickman nunca contou para ninguém o segredo e prometeu não contar, afirmando que era um pista crucial para que ele decidisse qual caminho em sua atuação seguir. Após muitos fãs pedirem, Rowling finalmente revelou o que disse em seu twitter:
“Eu falei para Alan o que está por trás da palavra ‘Para sempre’.”
Isso significa que quando você assiste aos filmes novamente, consegue perceber o quanto Alan Rickman se esforçou para dar o peso certo para as atitudes e emoções de Snape em sua performance, como a dor, o arrependimento, a raiva, o ciúmes e o amor, principalmente o amor, que ele sentia por Lilian Potter e que o fez proteger, mesmo que a contragosto, o filho do seu inimigo de escola.
Nem bem David Bowie nos deixou para que rumores de um filme biográfico sobre o cantor começassem a pipocar pelas notícias. Uma delas era de que a atriz Tilda Swinton (de Precisamos falar sobre Kevin e as Crônicas de Nárnia) fosse interpretar o amigo de longa data. O jornal The Daily Mail até chegou a publicar uma notícia afirmando que ela era perfeita para o papel, já que é extremamente parecida com Bowie mais jovem, em sua frase mais andrógina. Porém, por mais que nós fãs quiséssemos que isso fosse verdade, um representante da atriz escreveu ao Daily Mail onde dizia “Eu posso confirmar que isso não é verdade.”
Durante o evento DC Films Presents: Dawn Of The Justice League, ao som de Bohemian Rhapsody do Queen um novo trailer para Esquadrão Suicida foi liberado, confira!
“É bom ser mau… Formar uma equipe dos mais perigosos super vilões encarcerados do mundo, dar a eles o arsenal mais poderoso à disposição do governo, e enviá-los em uma missão para derrotar uma enigmática entidade insuperável.
A oficial da inteligência dos EUA, Amanda Waller, determinou que apenas um grupo secreto de indivíduos desprezíveis com quase nada a perder faria a missão. No entanto, eles percebem que não foram escolhidos para ter sucesso, mas sim para inevitavelmente falhar, será que o Esquadrão Suicida vai morrer tentando, ou vai decidir que é cada um por si?“
Escrito e dirigido por David Ayer, Esquadrão Suicida será protagonizado por Viola Davis, Margot Robbie, Will Smith, Jai Courtney, Joel Kinnaman, Jay Hernandez, Cara Delevingne e Jared Leto. O filme estreia em 04 de Agosto de 2016.
Criada por Ryan Murphy, a série foi renovada para uma segunda temporada na FOX. A confirmação aconteceu durante o evento da Associação de Críticos de TV dos EUA, quando os presidentes e CEOs do canal anunciavam algumas novidades para a grade da emissora.
A série segue a mesma linha de American Horror Story, onde a cada nova temporada novas histórias são contadas com diferentes personagens. Depois de ser ambientada em um campus de faculdade, esta nova temporada de Scream Queens acontecerá em um hospital onde vários casos médicos bizarros estão sob investigação.
Ainda não houve confirmação de atores do elenco, nem divulgada a data de estreia. Acompanhem o Beco Literário para mais informações em breve.
A Warner Bros. Pictures revelou uma nova imagem promocional do especial de Dawn Of Justice League. Na imagem, além dos já conhecidos Batman (Ben Affleck), Superman (Henry Cavill), Mulher Maravilha (Gao Gadot) e Aquaman (Jason Momoa), temos também o primeiro visual do Cyborg (Rey Fisher) e The Flash (Ezra Miller).
Confira a imagem:
O especial será exibido hoje (19/01) pela CW. Continuem acessando o Beco Literário para acompanhar as novidades sobre o filme e muito mais! 🙂
Nesta segunda-feira (18) a presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, Cheryl Boone Isaacs, posicionou-se sobre a falta de atores, diretores entre outros profissionais entre os indicados ao Oscar 2016. Após a ameaça de boicote à premiação lançada por uma dos homenageados, Spike Lee (diretor), a academia acabou por encerrar o silêncio sobre o tema. Em 2016 não temos atores negros entre os concorrentes para melhor ator, atriz e ator e atriz coadjuvante. Confira o que a presidente declarou:
Gostaria de reconhecer o incrível trabalho dos indicados deste ano. Mas ao mesmo tempo em que celebramos seus feitos extraordinários, estou frustrada e com o coração partido por causa da falta de inclusão. É uma conversa difícil, mas importante, e é tempo de grandes mudanças. A Academia está tomando medidas dramáticas para alterar a face de nossos membros. Nos próximos dias e semanas iremos conduzir uma revisão de nosso processo de recrutamento de novos membros com a intenção de trazer a tão necessária diversidade em nossos escolhidos de 2016 e próximos anos. Como muitos de vocês sabem, implementamos mudanças para diversificar nossos membros nos últimos quatro anos. Mas os resultados não estão chegando rápido o bastante. Precisamos fazer mais, melhor e mais rápido.
Isso não é algo sem precedentes na Academia. Nos anos 60 e 70, trabalhou-se o recrutamento de membros jovens para manter a entidade vital e relevante. Em 2016, o tema é a inclusão em todas as suas faces: gênero, raça, etnia e orientação sexual. Reconhecemos as preocupações reais em nossa comunidade e eu aprecio todos vocês que me procuraram em nosso esforço de seguir em frente juntos.
Toda a cobertura do Oscar 2016 você encontra aqui, no Beco Literário. Confira também nosso “Especial Oscar” que tem sua primeira crítica já publicada clicando aqui.
A inquietação é combustível primordial de “A Garota Dinamarquesa”. O longa estrelado por Eddie Redmayne e Alicia Vikander conta a história de Lili Elbe, que por início nos é apresentada como Einar Wegener. Uma cinebiografia que em muito se assemelha às outras, mas deixa sua marca em diversos momentos. O eixo central da trama é a vida de Lili, primeira pessoa a se submeter à uma cirurgia de mudança de gênero, tendo como presença efetiva de sua esposa, Gerda Wegener. No decorrer do filme vemos os desafios, as fases e faces de Einar até se tornar por completo Lili Elbe. Pensamentos introspectivos são lançados durante o longa por meio de gestos e ações, a mente de Einar Wegener é colocada à exposição, assim como a situação que sua esposa compartilha. “The Danish Girl” provoca as mais submersas sensações, é um representante da classe dos filmes ocultos, daqueles que te jogam na trama e te questionam sobre diversos pontos, isto tudo com uma sutileza fora do normal. O drama vivido por Einar e Gerda é provocador, nem para todos, assim como representa muitos, difícil de se entender para aqueles que não desejam fazer isso.
O longa é indicado em quatro categorias no Oscar 2016. Para melhor ator temos Eddie Redmayne, para melhor atriz coadjuvante, Alicia Vikander, e em categorias técnicas como Melhor figurino e Design de produção. Indicações estas mais que justas e que iremos falar um pouco mais a frente, por hora foquemos na trama. Einar Wegener consegue visualizar gradualmente que aquele corpo que reside não é o seu, não é o que realmente deseja, e isso provoca mudanças drásticas no comportamento do casal, na rotina de Gerda, na vida dos dois, fazendo com que uma avalanche de riscos decaia sobre esposa e marido. Einar é um famoso pintor na Dinamarca, retrata sua cidade natal em diversas pinturas, aparenta ser o que é e apenas isso. Mas ele e Gerda sabem que por trás da verdade alheia, a sua é totalmente diferente. Einar vive camuflado naquele perfil que o puseram, até que aos poucos, enquanto veste roupas femininas para auxiliar sua mulher como modelo para as pinturas da mesma, Einar entra em contato com seu eu. Com Lili. A partir dai o filme transcorre, com diversas forças conspirando contra Lili, com outras a favor do desaparecimento de Einar, com mudanças pequenas que significam muito para o desenvolvimento da história. O que surpreende em “A Garota Dinamarquesa” é a veracidade, tendo como grande responsável o roteiro e a atuação de Eddie Redmayne. A adaptação do livro biografia sobre Lili Elbe é eficaz, não escapa do que deve ser feito, é algo gigantesco em diversos quesitos, mas principalmente neste. Se fala não só de Lili, mas das várias Lilis que foram auxiliadas graças à pioneira. O longa consegue transmitir isso e vemos que a direção de Tom Hooper continua eficiente e ímpar.
Após “A Teoria de Tudo” todos apostavam que Redmayne não conseguiria realizar tal feito novamente. Não atuaria da mesma forma, pois isso se confirmou em “O Destino de Júpiter”, seria Redmayne apenas mais um a ganhar a tão desejada estatueta e não passaria disso? Só tenho algo a dizer: Não foi dessa vez, DiCaprio. Foi? Paira no ar a dúvida NOVAMENTE, pois depois do que vi em “A Garota Dinamarquesa”, caiu por terra toda a certeza que tinha sobre Leonardo DiCaprio levar o prêmio de melhor ator. Eddie Redmayne consegue ser bem melhor do que si, realiza uma atuação fora do normal. Em uma das cenas, das fantásticas cenas desse filme incrível, vemos Eddie Redmayne totalmente despido, em todos os sentidos, pois ali ele deixa de ser Redmayne, deixa de ser a pessoa que é para se transformar na Lili que deseja representar. A encarnação do ator é estupenda e em certos momentos bestializa aquele que o assiste. Fora do normal, repito, o que Eddie realiza em “The Danish Girl”, e isso deixa a corrida pela estatueta ainda mais imprecisa. Será mesmo que DiCaprio bate na trave novamente este ano? Será que a Academia concederá a segunda estatueta a Redmayne? Fincarei aqui por fim minha opinião sincera: O Oscar de melhor ator deste ano vai para Redmayne, e MAIS UMA VEZ, DiCaprio sai da premiação de mãos abanando. Falaremos sobre a interpretação de Leonardo na crítica de “O Regresso”, não se preocupem, mas a forma que Redmayne incorporou o personagem, o modo como efetuara esta metamorfose que é “A Garota Dinamarquesa” com êxito… Bem, torço imensamente por DiCaprio, mas fica para Redmayne novamente, com um merecimento imenso assim como sua desenvoltura. Surreal fora o trabalho do ator, desde Einar até Lili. Seus movimentos, sua capacidade de transparecer a imperfeição humana é tremenda e digna de aplausos, milhões destes.
Ainda sobre atuações, falemos de Alicia Vikander. Um casal de atores perfeito, digamos logo de início. A seleção fora eficiente (mesmo sabendo que Alicia entrou como uma espécie de terceira chamada, e agradecemos aos céus por isso) na escolha de Alicia e Eddie para o protagonismo em seus papéis. O desespero de Gerda, a mansidão, o sentimento a flor da pele, o medo, o amor de Gerda está em cada traço de Alicia, sua voz atinge o tom certo, seu olhar só deixa tudo mais convincente. Vikander concorre com Rooney Mara (Carol), Rachel McAddams, (Spotlight), Kate Winslet (Steve Jobs) e Jennifer Jason Leigh (Os oito odiados). Esta é uma das categorias mais imprecisas do Oscar, pois ambas indicadas conseguiram atingir um nível invejável, e continuaremos na dúvida até o dia da cerimônia. Se for para arriscar, digo que Jennifer Leigh consegue tomar essa estatueta de Vikander, mas está difícil afirmar com toda certeza quem leva a premiação. O certo é que Alicia conseguiu cumprir com sua missão em “The Danish Girl”, a fez com sobras de acertos. Aguardemos para sabermos quem leva como melhor atriz coadjuvante.
Como foi dito acima, o longa também é indicado em Melhor figurino e Design de produção. Em figurino os acertos são imensos, todas as roupas se adequam com a época, sabemos que a Academia valoriza até demais essa busca aprofundada para a construção do figurino, o história da premiação acusa isso e não seria uma surpresa que essa fosse a segunda estatueta de “A Garota Dinamarquesa, Paco Delgado chega forte na briga. Agora em Design de produção a história é outra, mas façamos duas observações, por lentes diferentes. A primeira só enxergamos a história de Lili, nesta vemos que todos os quesitos presentes na categoria são fortemente realizados, principalmente a maquiagem e a iluminação são acertos absurdos, assim como os cenários se entrelaçam com todo o enredo, sozinho é o filme é genial neste ponto, agora se comparado com os concorrentes nesta categoria “A Garota Dinamarquesa” recua na corrida pela estatueta. “Mad Max” e “O Regresso” se sobressaem frente ao longa.
A trilha sonora do filme transmite cada sentimento em seu devido momento, até o silêncio de algumas cenas é revelador. A mixagem de som ganha destaque, desde o farfalhar do pincel ao tocar na tela até os sussurros de Lili. Poucas são as falhas. Os ângulos utilizados no filme são geniais, principalmente nas situações em que Lili aparece no canto da tela, deixando vago todo um cenário a ser observado e avaliado pelo telespectador. Solidão é a palavra-chave no filme e a fotografia conseguiu captar isso muito bem. Mesmo com a companhia de Gerda, Einar permanece só, mesmo com toda a ajuda oferecia pela mulher, ele é ela e ninguém consegue entender o que seja tudo aquilo. É um filme desafiador, que merece todos os elogios, todos os aplausos e as lágrimas de qualquer um que o assista.