Ótima notícia para os fãs de “Game of Thrones” e “Star Wars”. O próximo filme, “Star Wars – Episódio VIII” vai ser gravado na mesma locação usada em algumas cenas da série, na cidade de Dubrovnik, Croácia. Quem deu a informação foi um jornal local “The Dubrovnik Times”.
Apesar de ter sua estreia recentemente adiada para dezembro de 2017, as gravações do próximo filme estão prestes a começar, as filmagens na Croácia,vão começar ainda esse ano.
Treze anos depois da estréia da aclamada animação da Pixar, Procurando Nemo, estamos a pequenos passos de contemplar a nova obra desse estúdio maravilhoso que, ainda bem, não nos cansa de surpreender.
A continuação do filme Procurando Nemo irá chamar Procurando Dory e teve seu primeiro trailer oficial divulgado recentemente aqui no Beco, hoje a Pixar nos surpreende com um novo teaser do longa, confira!
O filme tem previsão de estréia nos cinemas brasileiros no dia 30/06/2016
A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores da série “Fuller House”, que é uma continuação do nosso conhecido “Três é Demais”, que originalmente foi transmitido entre 1987 e 1995.
A série, que conta com quase todos os atores originais, como Candace Cameron Bure (D.J.), Jodie Sweetin (Stephanie), Andrea Barber (Kimmy), Dave Coulier (tio Joey) e Lori Loughlin (tia Becky), será centrada em D.J., Kimmy, e Stepnhanie. D.J. acabou de perder o marido e tem 3 filhos, Kimmy é mãe solteira, portanto as duas terão o desafio de cuidar dos filhos sozinhas e aí que entra a ajudinha da família Tanner.
“Fuller House” terá 13 episódios, disponíveis pela Netflix no dia 26 de Fevereiro. Veja o vídeo abaixo e mate um pouco da saudade.
A última semana de janeiro vem carregada de boas atrações. Estamos no ritmo “Oscar vem ai” e não existe melhor clima para compartilhar as estreias dessa última parte do mês. Entre filmes nacionais e internacionais, confira a lista das estreias:
O Presidente
Sinopse: Numa aldeia fictícia do Cáucaso, o Presidente em fuga tem apenas a companhia do neto de cinco anos. Um golpe de Estado aconteceu e o ditador agora circula pelas terras que um dia governou disfarçado de músico. Pela primeira vez ele se aproxima realmente da gente que por tanto tempo liderou, finalmente conhecendo aquele que era seu povo.
Caçadores de Emoção – Além do Limite
Sinopse: Um jovem agente do FBI (Luke Bracey) tem como missão se infiltrar em meio a atletas de esportes radicais, suspeitos de cometerem uma série de roubos nunca vistos até então. Não demora muito para que ele se aproxime de Bodhi (Édgar Ramirez), o líder do grupo, e conquiste sua confiança.
Os Dez mandamentos
Sinopse: Adaptação cinematográfica baseada na Bíblia e na célebre novela homônima da Rede Record, um dos maiores fenômenos de audiência dos últimos tempos da televisão brasileira. A épica e emocionante saga de Moisés, retratada na novela, que cobre mais de cem anos de história e adapta livremente quatro livros da Bíblia, ganhará cenas inéditas e um final diferente do veiculado na televisão.
Pai em dose dupla
Sinopse: Brad (Will Ferrell) é executivo em uma rádio e se esforça para ser o melhor padrasto possível para os dois filhos de sua namorada, Sarah (Linda Cardellini). Mas eis que Dusty (Mark Wahlberg), o desbocado pai das crianças, reaparece e começa a disputar com ele a atenção e o amor dos pimpolhos.
Tudo sobre lançamentos cinematográficos você encontra aqui, no Beco Literário.
Em recente entrevista, Ashley Tisdale revelou que as gravações do filme de animação da Disney “Charming”, já se encerraram e que ela, Demi Lovato e Avril Lavigne, embora não tenham se encontrado nos estúdios, gravaram uma música juntas. Veja o que ela afirmou:
“Como é uma animação, não ficamos na mesma sala ao mesmo tempo… Então eu não vi Avril ou Demi, mas eu gravei sim uma canção com elas, é muito épica. Foi bem divertido. Acho que vai ser um desenho muito fofo”.
O filme, contará a história de Cinderella (Ashley Tisdale), Branca de Neve (Avril Lavigne) e Bela Adormecida (G.E.M), ao descobrir que estão sendo enganadas pelo Prínipe Encantado, que está noivo de todas elas. Demi Lovato dará a voz a protagonista Leonore, além de ser também a produtora executiva do longa, que ainda não teve a data de lançamento confirmada.
Não é só um documentário bibliográfico, é uma obra-prima. A desumanidade viva de Simone, o pulsar de seu timbre, sua performance infernal sobre o palco, tudo isso estampado a cada cena, a cada relato emocionado de sua filha, a cada soco no estômago que nos é dado. É uma armação direcionada ao psicológico, não é um relato histórico e musical e somente isso, o filme mexe com seus conceitos de liberdade e satisfação, é um embate filosófico do início ao fim.
O ser humano sempre fora uma controvérsia. Sempre desejou passar essa imagem de uma hora aqui, outra ali. Miss Simone não fizera diferente. A Netflix nos premei-a com um dos documentários mais realistas que já vi, nada daquela lenga-lenga saudosista, elevando o estudado em pedestais, nada disso. Nina Simone é adorada quando deve ser, expurgada quando necessário, é um misto de amor e ódio que ela mesmo sofrera, é um misto que fica evidente em cada minuto do filme. Posso assistir mais uma, duas ou três vezes, mas o furor de Simone ainda me atinge, a necessidade de ser por ser alcança níveis inimagináveis. Eternizaram a imortal loucura racional de Simone.
Imagens raras foram inclusas no filme, com a qualidade que só a Netflix consegue obter, não ficou nada fragmentado ou sem nexo, cada situação em seu tempo, sem adiantar algo porque deixaria a produção mais veloz ou coisa do tipo. E falando em ritmo, “What Happened, Miss Simone” chega a ser curto, você sentirá saudades do filme logo assim que este terminar, Simone nos aparece atual e natural demais. Um ponto que é fortemente destacado é sua face política, a face política necessária para tornar a produção algo gigantesco, não se trata só de Nina, se trata de toda uma causa, a luta conjunta de homens e mulheres por uma liberdade tão falada e repassada por entre as cenas. Sr. Martin Luther King e tantos outros figuram no plano de fundo. A marcha em Selma é eletrizante, arrepia qualquer um que se interessa e se importa com as formações sociais, que se deixa levar por mortes e vidas em prol de uma causa. Algumas partes nos remetem ao indicado ao Oscar 2015, “Selma”, por conta é claro do tema, mas principalmente por toda a frieza e não piedade que nos é imposta.
Conseguiram dar uma roupagem totalmente nova para as músicas de Nina Simone, elas se entrelaçam criando uma linha emocional constante, onde somos arremessados para o íntimo e o externo de Simone, nos deixando fazer esse questionamento várias e várias vezes: “What happened?, porque ela não sustenta uma só personalidade, monstros e monstros devoram Nina e nos devoram, pois sofremos com as fases, assim como seus parentes sofreram, seus amigos sofreram, como Simone sofreu friamente. Perturbador, do inicio ao fim, inquietante, preciso, impiedoso, um dos melhores filme que assisti do gênero, indicado na categoria que lhe cabe no Oscar 2016, o documentário tem fortes de chances de levar a estatueta, mesmo brigando com “The Hunting Ground”, produção que também está disponível na Netflix.
Matthew Lewis, o Neville Longbottom da saga Harry Potter, visitou recentemente os estúdios de “Animais Fantásticos e onde habitam”, conversou com Eddie Redmayne, que interpreta Newt Scamander e garantiu que o mundo de Harry Potter está em boas mãos.
Matthew foi entrevistado pela MTV e afirmou que gostaria de participar do novo filme, mas só seria possível uma breve aparição, somente sua silhueta, de longe, pois a história se passa muito antes do nascimento de Neville. Ainda sobre o filme, que estreia em 17 de Novembro deste ano, o ator disse:
Claro que estou ansioso para assistir. Tem algumas pessoas incríveis envolvidas, Jo está de volta, assim como David Yates, David Heyman, pessoas com as quais eu cresci e amo há tantos anos, eles estão todos envolvidos, e tenho certeza que será fantástico. Em relação a uma participação especial, talvez. É algo que se passa anos antes, não? Não seria algo como 70 anos antes de Neville? Não é algo muito antigo?
O ator também falou um pouco sobre a peça “Harry Potter and the cursed child”.
O que eu sei é o que Jo me contou. Não sei se ele (Neville) vai estar na peça, mas no momento em que a história se passa ele é um professor em Hogwarts, ensinando sua amada Herbologia – Professor Longbottom.
E claro, falou sobre sua experiência incrível ao fazer “Harry Potter”
Eu amei, foi uma parte importante da minha vida, mas depois de 10 anos não tenho certeza do quanto mais eu realmente posso fazer com isso. E não é por causa de Harry Potter, é tudo… Adam estava dizendo algo sobre isso nesta série, você pode amar o projeto e ser muito apaixonado por um personagem, mas, como ator, nós amamos nos transformar em pessoas diferentes. Achar essa pessoa para começar é muito divertido.
Por mais que você ama interpretar aquele personagem amado… É meio parecido com quando você vai a um encontro com uma garota pela primeira vez, aquela animação de estarem se conhecendo. Após 10 anos, essa animação não está necessariamente mais lá. Felizmente, como atores, nós não precisamos ser monogâmicos com nossos papéis, podemos namorar outros papeis e arranjar aquela animação novamente. Por isso estou gostando de fazer coisas como “Ripper Street” e se deparar com novidades, personagens diferentes.
A adaptação cinematográfica do mash-up classic escrito pelo norte-americano Seth Grahame-Smith, que mistura o enredo de “Orgulho e Preconceito” de Jane Austen com mortos-vivos, está prestes a ser lançada no Brasil, em 25 de fevereiro, e acaba de ganhar um trailer bastante sangrento, cheio de cenas de jovens mulheres na Inglaterra do século 19 lutando contra zumbis. Assista ao vídeo logo abaixo:
Escrito e dirigido por Burr Steers (“A Morte e Vida de Charlie”), o filme tem Lily James, Sam Riley, Lena Headey, Douglas Booth, Matt Smith, Bella Heathcote, Jack Huston e Charles Dance no elenco.
Dirigido por: Steven Spielberg. Escrito por: Joel eEthan Coen. Estrelado por: Tom Hanks , Alan Alda , Amy Ryan , Austin Stowell , Eve Hewson
Em 1957, auge da Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética temem um mútuo ataque, ambos possuem um poderio militar assustador e qualquer desavença pode trazer consequências catastróficas. É nesse clima que se passa “Ponte dos Espiões”, um filme extraordinariamente inteligente e que provou que a dupla Tom Hanks e Steven Spielberg dá super certo.
Diferente dos outros filmes que se passam nos anos de Guerra Fria, não há um maniqueísmo forçado, os EUA do lado do bem, da liberdade, contra a malvada e temida URSS. Não, o longa mostra de maneira realista o que realmente foi a Guerra Fria, seus bastidores, o equilíbrio de poder entre as superpotências, a soberania entre os Estados, as negociações internacionais, o jogo diplomático e o uso da arma mais importante: a informação.
Bom, vamos ao enredo do filme. James Donovan (Tom Hanks) é um advogado comum, especialista em seguros, que trabalha para uma firma de advocacia. Ele é então, designado pelo seu chefe para trabalhar na área de direito penal e ser o advogado de defesa de um espião soviético capturado pelo FBI. James pensa a princípio em recusar a proposta, pois defender um soviético poderia trazer problemas para ele e sua família, mas é obrigado a aceitar, pois os EUA querem demonstrar que até um espião soviético pode ser julgado com igualdade pelas leis norte-americanas.
É nesse momento que vemos uma oposição de valores e moral dentro do próprio território americano. James Donovam é um homem extremamente correto, cumpridor das leis e regras, como responsável pela defesa do espião, Rudolf Abel (Mark Rylance), vai até o fim para ajudá-lo, como ajudaria qualquer outra pessoa, independente de sua nacionalidade, sofrendo retaliações por parte dos próprios americanos, que o consideram um traidor.
Mas aí vemos o outro lado, a justiça de fachada, o juiz que irá julgar o caso já tem a intenção de condená-lo à cadeira elétrica, ter um julgamento “justo” é uma mera formalidade. Mas Donovan não se cansa, vai até o fim e consegue evitar a pena de morte de Abel, que é condenado a 30 anos de prisão, gerando fúria à opinião pública que queria vê-lo morto, afinal bandido bom é bandido morto, certo? Errado. O filme tem um ideal humanista muito forte, influência de Spielberg, toda vida é importante e valorizada pelo personagem de Hanks.
EUA e URSS, como eu disse no início estavam em equilíbrio o tempo todo. Nessa época, espiões soviéticos estavam em busca de informações nos Estados Unidos e espiões americanos em território soviético. E o tema central é exatamente esse. Um piloto norte-americano é mandado à URSS em uma aeronave espiã, capaz de tirar fotos em alta resolução e capturar informações, a nave é bombardeada e o piloto Gary Powers (Austin Stowell) capturado e condenado à prisão. Esse é o clímax da história, que foi baseada em fatos reais. A CIA pede a James Donovan que vá para Berlim Oriental, bem na fase de construção do muro de Berlim e troque Abel por Powers.
Chegando lá, ele descobre que um estudante americano também foi preso, acusado de espionagem e resolve trocar os dois por Abel. Essa parte do filme requer muita atenção, é desenvolvido um jogo estratégico muito bem pensado por parte de James, que negocia de forma inteligente e arriscada com a URSS e a RDA (República Democrática da Alemanha), que até nos faz ficar apreensivos, é uma ótima aula de diplomacia e negociação internacional.
Spielberg, não usa de recursos visuais e sonoros para criar emoção, tira isso dos próprios personagens. Tom Hanks, ganhador de dois Oscars, mais uma vez foi brilhante. A temática é pesada, mas ele traz leveza e um toque sutil de humor, que não deixa o filme monótono, seu personagem é um exemplo de dignidade e ética, que hoje é tão difícil de achar.
Outra atuação incrível foi a de Mark Rylance, ele poderia ser odiado, simplesmente por ser soviético, como acontece frequentemente nos filmes de Hollywood. Mas muito pelo contrário, ele nos cativa com seu jeito misterioso e calmo, os diálogos entre o personagem de Tom Hanks e Rylance são cheios de emoção, mesmo representando lados e ideologias opostas, há uma relação de amizade e respeito entre eles que é muito bonita, e serve como exemplo em tempos de intolerância e xenofobia.
A caracterização do elenco foi muito bem pensada, a fotografia é impecável, parece que mergulhamos no passado, com os carros antigos, móveis e arquitetura. Há o uso de raios que atravessam janelas e fendas em direção ao rosto dos atores, chuva na hora de perseguição, neve pesada, clima sombrio e gelado em Berlim Oriental, em referência à época turbulenta em que se encontrava.
Enfim, é um filme muito bem feito, merece fazer parte dos indicados ao prêmio de melhor filme. Além disso, é extremamente educativo, é como assistir a uma aula de História e aos bastidores da Guerra Fria. Traz uma visão humanista, em defesa dos direitos humanos e da superação dos preconceitos. Spielberg sabe da influência que seus filmes causam na imagem dos Estados Unidos, por isso age com extrema responsabilidade e inovação.
Você sabe o que faria se ficasse perdido, por tempo indeterminado, num planeta deserto, com seus suprimentos de água e comida limitados? A maioria responde que recorreria ao suicídio, para evitar maior sofrimento. Mas Mark Watney (Matt Damon) não se suicidou. Na verdade, ele fez exatamente o oposto: lutou pela própria sobrevivência. Ao começar a assistir ao filme “Perdido em Marte”, adaptação da obra de Andy Weir, é possível ter a certeza de que aquela pergunta passa pela cabeça de todo espectador: “O que você faria?”
O filme começa com um quê de “Gravidade”, com aquele toque especial de adrenalina e suspense durante a aventura espacial. Uma missão pioneira no famoso planeta vermelho é abortada devido a uma tempestade de areia, que conta com efeitos visuais assustadoramente realistas. Os integrantes da NASA correm para a nave para evacuação, e a personagem de Matt Damon é deixada para trás e dada por morta, após ser atingida por uma antena que estava instalando. A pior parte é que o astronauta estava VIVO e, literalmente, sozinho no mundo.
Cansado e ferido, Watney volta para a instalação da NASA e, na cena mais aflitiva do filme, retira de si mesmo um pedaço de antena e faz um curativo. Apesar de grotesca e esquisita, essa cena conquista qualquer um por sua realisticidade e pela determinação e equilíbrio mental da personagem, que poderia simplesmente ter gritado, esperneado ou até arrancado a ferida de qualquer jeito.
A partir daí, a história se desenrola catarticamente, com direito a cenas de humor para quebrar um pouco a tensão e novos desafios enfrentados pelo engenheiro mecânico e botânico. Entre estes, há a missão de construir uma plantação de batatas em solo infértil, produzir água e tentar entrar em contato com a Terra.
A disputa com Mad Max está acirrada nas indicações ao Oscar. Além de “Melhor Filme”, o projeto recebeu créditos como “Melhor Ator” e “Melhores Efeitos Visuais”que, é claro, foram merecidos. O figurino, inspirado em reais trajes da NASA, em contraste com uma imitação ultrarrealista de Marte, cria uma perfeita atmosfera de solidão, inspirada também pela bela fotografia. A personagem principal é muito bem construída, esférica, mas o desenvolvimento das outras, por sua vez, deixa a desejar.
O ponto fraco é que o roteiro não deixa de ser previsível para qualquer um que já tenha assistido a outros longas do gênero “espaço”. É simplesmente muito fácil imaginar o que vai acontecer. Fora isso, o diretor Ridley Scott não se equivocou em nada, muito pelo contrário. Para quem procura uma versão menos dramática e complicada de “Interestelar”, “Perdido em Marte” é satisfação garantida.