Dia 07 (domingo), acontece em São Paulo a Parada Gay. Eis que a Netflix resolveu convidar as atrizes de Orange Is the New Black para comparecer ao evento!
A empresa terá seu próprio carro e levará no desfile Natasha Lyonne (Nicky Nichols), Uzo Aduba (Crazy Eyes) e Samira Wiley (Poussey). Além das atrizes, o carro contará com a presença da cantora Valesca Popozuda, que teve um vídeo divulgado nessa segunda vestindo o tradicional macacão laranja da série.
Fazendo referência a personagens e episódios da série, Valesca interpretou uma presidiária na performance coroada com o refrão “Minha Poussey é o poder.”
Sexta-feira (29) foi marcada pelo lançamento do clipe de “Black Magic”, o primeiro single do novo álbum de trabalho do Little Mix.
Toda a produção do Director X (que foi responsável pelos clipes de Boyfriend, de Justin Bieber; Pon de Replay, da Rihanna; e Chasing The Sun do The Wanted) foi inspirada no filme “Jovens Bruxas” que em breve ganhará um remake.
No vídeo as meninas do Little Mix encontram um lixo de bruxaria e se transformam em feiticeiras. Ficou curioso? Vem ver:
Para comemorar o Record Store Day, um dia em que os artistas “indies” celebram a produção independente e venda de seus trabalhos, a banda Florence + The Machine presenteou os fãs com a ótima “As Far As I Could Get“. A música, lançada em uma edição especial do single “What Kind Of Man” não estará presente no próximo álbum de estúdio da banda – por enquanto. A faixa especial também não foi lançada no iTunes.
Este mês a Florence + The Machine se apresentou no festival Coachella, na Califórnia, e tocou além de sucessos consagrados como “Dog Days Are Over‘”, seus últimos trabalhos do novo disco como “What Kind Of Man“, “Ship To Wreck” e uma versão completa de “How Big, How Blue, How Bautiful“, faixa que dá nome ao disco.
O novo álbum da banda será lançado inteiro, com 16 faixas, no dia 1º de junho deste ano.
Foi divulgado na última quinta-feira (2), o primeiro trailer de “Amy”, documentário que conta a história da cantora britânica do seu nascimento até sua morte, aos 27 anos, em 2011.
Nos 90 segundos do vídeo, temos trechos de entrevistas dadas pela própria cantora, ainda no início da carreira. Em um dos momentos, Amy aparece dizendo achar que não conseguiria lidar com a fama e que isso provavelmente a enlouqueceria ~medo da Amy profetizando~.
Com direção de Asif Kapadia (do premiado “Senna”), o documentário promete músicas inéditas e imagens ainda não vistas pelo púbico. Já estamos ansiosos!!! Se você ainda não viu o trailer, vem ver:
Worth It é o terceiro single do álbum de estreia do grupo, Reflection, e teve seu clipe divulgado ontem (28). Esse clipe vem para reafirmar a nova identidade musical do grupo, consolidada com Bo$$ e Sledgehammer. Você pode conferir nossa resenha do álbum clicando aqui. Confira:
Ed Sheeran lançou nessa segunda-feira (23) um novo clipe para o Youtube Music Awards. A música é Bloodstream, que é tecnicamente o quarto single no álbum X. Confira o clipe abaixo!
Fonte: Cabana do Leitor | Adaptado por Thaís Pizzinatto. Beco Literário.
St Jude é o segundo capítulo da odisseia How Big How Blue How Beautiful. Dirigido por Vincent Haycock e coreografado por Ryan Heffington, é uma faixa extraída do álbum ‘How Big How Blue How Beautiful’, terceiro álbum de estúdio do grupo, com lançamento previsto para primeiro de junho de 2015.
Há 70 nascia, na capital gaúcha, a apelidada futuramente como “pimentinha”. Elis Regina emergira sem perceber, por meio de turbulentos anos adolescentes a garota tornou-se mulher e em seu “Arrastão” carregara milhões e milhões de críticos, admiradores e historiadores da música. Parceira de Jobim, Adoniran e tantos outros, Elis cantara entre a Bossa, os saudosos festivais e a nascente, ou renascente democracia. Há 70 anos o mundo da música ganhava seu maior ícone. Dona de uma voz ensurdecedora, rasgante e provocante, a menina de espírito inabalável desbancara seus adversários e até mesmo seus ídolos. Não houve Ângela que segura-se Regina. Nós parabenizamos Madalena, a Equilibrista, por seu tão bem feito show. Elis vive.
Cada bom ouvinte tem uma história singular para com Elis. Hoje, por simples fato de não poder conter o entusiasmo, contarei a minha. Lembro-me, na época tinha meus oito anos de idade, era uma terça-feira (Só lembro do dia pois o programa que recordo agora só passava neste), era hora do “Som Brasil.” Minha mãe, que por sorte, ou destino, leve do modo que melhor lhe parecer, não chutou-me para cama cedo demais naquela noite. Ela estava resolvendo uma papelada e a criança feliz pode ficar mais alguns momentos agarrado com a televisão. Já tinha sido anunciado, o programa a seguir contaria a história de um cantor, Adoniran Barbosa.
– Quem é esse, mãe? – perguntei curioso.
– Um cantor ai! – Fala sério. Como se eu já não soubesse. As crianças geralmente não calculam suas falas, mas naquele momento contive-me, “dê uma resposta decente, mulher!”
O programa transcorreu na mais divina paz. Um som agradável, pandeiro, samba e do nada, uma mulher. O corte de seu cabelo, as expressões, a voz. Estava ali fincado o grão de “Elis”, que anos após resolveu brotar, de leve, sem alarde, tornei-me fascinado por tal canto, era um talento inigualável.
A criança pôde perceber o quanto Elis Regina significava para um país, para um povo que por meio de suas canções conseguiam representação. De duetos famosos como “Águas de Março” até o revestido de mensagem subliminar “Bêbado e o Equilibrista”, a pimentinha cravo seus pés no cenário nacional, mostrou que nenhuma maior do que ela não existira e nem existirá. E como declamara: “Deixa, deixa quem quiser falar, meu bem.”
A discografia imensa de Elis transcorre séculos, até hoje novos discos são colocados à venda. Do estouro que foi “Dois na Bossa”, sua parceria com Jair Rodrigues, até os especiais realizados por parentes, emissoras e outras instituições, a mulher vive sem mais nem menos. Para relembramos ainda mais a história constante de Elis, vamos à uma playlist elaborada pelo Beco Literário especialmente para está ocasião. Mais de trina músicas para um breve momento de contemplação da mais pura cultura nacional.
Por fim, só podemos desejar feliz aniversário, Elis, mesmo que o presente fique conosco. Obrigado por contribuir na formação de um identitário socio-cultural . Obrigado por atingir notas nunca alcançáveis, por brincar com suas cordas vocais, por arriscar-se dedicando-se dia após dia sobre os palcos. Por cantar aqui, ali, em todos os lugares. Nós agradecemos à Elis Regina, de corpo e alma, por tudo que nos deixou. O legado persiste, é certo que “o novo sempre vem” , mas convenhamos, não é todo dia que se completa 70 anos. Não é todo dia que sua voz ecoa por entre países e os modifica. A arte de ser sublime, ela sempre dominou.
A dona do sucesso All About That Bass acaba de lançar mais um videoclipe. Dear Future Husband é uma canção extraída de seu EP de debute, Title (2014), mais tarde incluída no álbum de estreia homônimo (2015). Será lançada como single amanhã, 17 de março de 2015. Trainor colaborou com Kevin Kadish durante o processo de composição, e a produção ficou por conta de Kadish. A canção é influenciada por doo-wop e incorpora elementos de pop e R&B. De acordo com a cantora, a letra da música contém uma lista de fatores que seus interesses amorosos deveriam saber antes de pedi-la em casamento. Dear Future Husband também faz parte da That Bass Tour (2015).