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Gabu Camacho

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Promoção Harry Potter (Leitores Exaltados + Beco Literário)

A página do Facebook Leitores Exaltados, em parceria com o blog Beco Literário está realizando um sorteio de um kit espetacular de Harry Potter.

O kit contém: coleção de livros de Harry Potter (nova edição), Varinha das Varinhas, Feijões de Todos os Sabores, Almofada Harry Potter, Sapo de Chocolate, Cubo Mágico Harry Potter e uma caneca personalizada. Imperdível, né?

Para participar, faça o seguinte:
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• Curta a imagem da promoção (link);
• Compartilhe essa imagem em modo público (menores de idade: amigos de amigos);
• Preencha esse formulário: http://goo.gl/sl2K85

• O vencedor deverá residir em território brasileiro e deve entrar em contato com a página em 24 horas, caso contrário, o sorteio será refeito e um novo ganhador ganhará o kit;
• O resultado da promoção pode ser anunciado a qualquer momento, assim como as outras, então fique de olho na página do Leitores Exaltados!

O sorteio está previsto para ser realizado dia 06/01/2014! Boa sorte a todos!

Resenhas

Resenha: A Culpa é das Estrelas, John Green

A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

CONTÉM SPOILERS!

Antes de mais nada, esse é de longe o meu livro preferido. Ah, mas você disse isso nos outros livros do John Green também. Eu sei, mas quando se trata de John Green, é isso que acontece. Não sei se consigo descrever com toda a emoção contida nesse livro, mas é uma leitura que conseguiu, sem sombra nenhuma de dúvidas, tirar lágrimas mais que qualquer outra.

Alguns infinitos são maiores que outros… Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.

O livro conta a história de Hazel Grace, uma adolescente que foi diagnosticada com câncer na tireoide dias depois de virar uma mulher, aos 13 anos, em um quadro extremamente grave, que incluí metástase nos pulmões. Depois do diagnóstico, Hazel está sem ânimo nenhum para socializar com muitas pessoas de fora, nem tampouco realizar passeios ou sair de casa.

Faltando pouco para eu completar meu décimo sétimo ano de vida minha mãe resolveu que eu estava deprimida, provavelmente porque quase nunca saía de casa, passava horas na cama, lia o mesmo livro várias vezes, raramente comia e dedicava grande parte do meu abundante tempo livre pensando na morte. Sempre que você lê um folheto, uma página de internet ou sei lá o que mais sobre câncer, a depressão aparece na lista dos efeitos colaterais. Só que na verdade, ela não é um efeito colateral do câncer. É um efeito colateral de se estar morrendo. (O câncer também é um efeito colateral de se estar morrendo. Quase tudo é, na verdade).

No entanto, em um dia que parecia ser como outro qualquer, a mãe da garota a obriga a ir em mais uma visita ao Grupo de Apoio para Crianças com Câncer, e lá, ela conhece Augustus Waters, apelidado de Gus. O garoto, possui dezessete anos e perdeu uma perna em um quadro de osteosarcoma que teve anos antes e, até o presente momento, está sem indícios de que o câncer possa voltar.

– Eu sou tipo. Tipo. Sou tipo uma granada, mãe. Eu sou uma granada e, em algum momento, vou explodir, e gostaria de diminuir a quantidade de vítimas, tá?
Meu pai inclinou a cabeça um pouquinho para o lado, como se eu fosse um cachorrinho que acabou de ser repreendido.
– Eu sou uma granada – repeti. – Só quero ficar longe das pessoas, ler livros, pensar e ficar com vocês dois, porque não há nada que eu possa fazer para não ferir vocês; vocês estão envolvidos demais, por isso me deixem fazer isso, tá? Não estou deprimida. Não preciso sair mais. E não posso ser uma adolescente normal porque sou uma granada.

O desenrolar do maravilhoso enredo criado por Green, se dá entre a amizade de Hazel e Gus, que após poucos minutos de conversa, descobrem inúmeros pontos em comuns e, quase que imediatamente, vira um romance, do tipo mais improvável possível, e também, o mais bonito que já li.

– O.k. – falei.
– O.k. – ele disse.
Eu ri e repeti:
– O.k.
Aí a linha ficou silenciosa, mas não completamente muda. Era quase como se ele estivesse no meu quarto comigo, mas de um jeito ainda melhor – como se eu não estivesse no meu quarto e ele, não no dele, mas, em vez disso, estivéssemos juntos numa invisível e tênue terceira dimensão até onde só podíamos ir pelo telefone.
– O.k. – ele disse, depois do que pareceu ser uma eternidade. – Talvez o.k. venha a ser o nosso sempre.
– O.k. – falei.
E foi o Augustus quem desligou.

Juntos, eles vivem suas vidas da melhor maneira possível, procurando aproveitar cada segundo, que parece ser especial e sagrado, e chegam até mesmo, a viajar para Amsterdã, para encontrar o autor preferido de Hazel e obter algumas respostas sobre seu livro preferido. Então, no que parece ser um sonho permeado com a realidade de uma noite de núpcias, o casal faz de tudo em busca da felicidade que fora privada de certa forma pela doença.

– Eu estou apaixonado por você – ele disse, baixinho.
– Augustus – falei.
– Eu estou – ele disse, me encarando, e pude ver os cantos dos seus olhos se enrugando. – Estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você, e sei que o amor é apenar um grito no vácuo, e que o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizemos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única Terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você.

Apesar do desenrolar triste que a história segue a partir da viagem, que faz você chorar inconsequentemente, o final não poderia ter sido mais perfeito, deixando algumas questões dentro da sua cabeça, para que você então, possa imaginar o que aconteceu. Em uma dessas questões que me surgiu, segui o exemplo de Hazel e enviei para o autor, John Green, que me respondeu que o livro pertence aos leitores. Cada qual tem sua concepção do que acontece depois do final, depois do Eu aceito, Augustus.

Passei a maior parte da minha vida tentando não chorar na frente das pessoas que me amavam, por isso sabia o que o Augustus estava fazendo. Você trinca os dentes. Você olha para cima. Você diz a si mesmo que se eles o virem chorando, aquilo vai magoá-los, e você não vai ser nada mais que uma Tristeza na vida deles. Você não deve se transformar numa mera tristeza, então não vai chorar, e você diz tudo isso para si mesmo enquanto olha para o teto. Aí engole em seco, mesmo que sua garganta não queira, olha para a pessoa que ama você e sorri.

A história passa uma lição de vida permeada de realidade, isto é, mostrando que nem sempre obtemos o final feliz que queremos, mas apesar disso, nossa cabeça deve permanecer sempre em pé, e não é válido reclamar do que temos, mesmo que seja pouco, já que mesmo o pouco, já é o suficiente. Somos privilegiados apenas por estarmos respirando, e que cada dia já é uma batalha merecidamente vencida, e portanto, precisamos ter vontade de viver.

Mas eu acredito em amor verdadeiro, sabe? Não acho que todo mundo possa continuar tendo dois olhos nem que possa evitar ficar doente, e tal, mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa.

É uma leitura que deveria ser considerada obrigatória para todas as pessoas, sejam nas escolas ou no trabalho, porque a mensagem que Green traz é perfeitamente realista de modo que, apesar dos momentos de tristeza, é preciso saber viver, e como contornar tudo isso. Foi de longe, o livro que mais chorei lendo, e o mais rápido também: quatro horas. É impossível interromper a leitura por muito tempo.

– Não é justo – falei. – É tudo tão injusto…
– O mundo não é uma fábrica de realização de desejos – ele retrucou.

Atualizações, Talks

Entrevista com Vanessa Sueroz, escritora de 'Confusões em Paris'

Nos últimos dias, a equipe do Beco Literário, realizou uma entrevista exclusiva por e-mail com a autora Vanessa Sueroz, escritora de Confusões em Paris, Minha Última Chance, Odiado Admirador Secreto, Três Botões, Eu te Amo Mais e Presente de Aniversário.

A autora que escreve desde os oito anos de idade, já foi premiada pela Amazon pelo e-book mais baixado, e é formada em ciências da computação com apenas 23 anos. Publicou seu primeiro livro em 2011 e atualmente trabalha como Analista de Sistemas em São Paulo. Confira abaixo a entrevista que feita com a autora e os links para encontrá-la e comprar seus livros.

Beco Literário: Você diz em seu blog, que a ideia de escrever veio aos 8 anos. Como surgiu essa ideia? Veio de repente ou você teve o incentivo de alguém próximo?
Vanessa Sueroz: Não me lembrou muito bem como surgiu, afinal faz muito tempo rs, sei que eu não gostava muito das mesmas brincadeiras que a minha irmã e tinha uma boa imaginação, ganhei de presente da minha mãe uma máquina de escrever e adorei aquele brinquedo novo, e com isso comecei minhas primeiras histórias. Incentivo nunca tive por nenhuma parte, pelo menos até alguns anos depois disso, quando as pessoas perceberam que eu não iria desistir dessa ideia maluca de ser escritora começaram a deixar de ir contra. Exceto alguns amigos e meu noivo, as demais nunca foram muito aptas a ideia.

 

BL: Monteiro Lobato dizia que “Um país se faz com homens e livros”. Você concorda com isso? Acha que o Brasil está incluído nessa concepção, de um país que lê?
VS: Concordo com a frase sim, a leitura deixa as pessoas mais cultas de muitas formas, o vocabulário aumenta, vivencia, conhece lugares, pessoas, crenças, ensina a escrever, falar e ouvir, porém infelizmente acredito que o Brasil é um país sem incentivo para a leitura, as escolas forçam os alunos a lerem clássicos que eles ainda não estão prontos e deixam a criança traumatizada, por outro lado os livros são caros demais para o nosso bolso o que diminui muito o número de leitores, afinal, a última média Brasileira era de 4 livros por ano, sendo que dois não eram concluídos neste prazo.

 

BL: Você sempre gostou de ler? Acha que a leitura te ajudou na escrita?
VS: Eu sempre amei ler, quando era mais nova dependia da minha mãe e confesso que a coitada sofria, ela gastava muito com meus livros e em poucas horas eu já pedia mais rs, mas depois que conheci a internet e trocas a coisa melhorou muito para o meu bolso rs. Sim a leitura sempre ajuda na escrita, seja por vocabulário, seja por técnica, seja por ideias e criticas.

 

BL: Você tem uma opinião formada sobre adaptações de livros para o cinema? Alguns gostam, outros não. O que você acha?
VS: Sou dessas pessoas que sempre que sai uma adaptação de um livro que li eu quero ver, e sempre reclamou que não ficou igual o livro, mas acho muito legais, alguns filmes incentivam as pessoas a lerem o livro depois, e fazem meus amigos entenderem um pouco o meu universo.

 

BL: Você tem algum livro preferido? Algum que você queira indicar para os leitores do Beco Literário, além dos seus?
VS: Eu tenho muitos livros preferidos, então é muito difícil indicar apenas um, então indico sempre: Poliana, Princesa Apaixonada, acho que são os Top – Top da minha listinha.

 

BL: Seu livro “Minha última chance” e o conto “Três Botões” ganharam prêmio de ebook mais baixado, na Amazon. O que você sentiu quando isso aconteceu?
VS: Nossa foi uma felicidade incrível. Eu sempre sonhei em ser uma autora famosa e poder viver da minha escrita e quando vi os prêmios, assim como outros que ganhei acabei vendo que me dedicando ainda mais e sem desistir eu tenho chances de chegar onde quero.

 

BL: De onde surgem as histórias de seus livros? Alguns autores dizem que elas simplesmente aparecem, outros sonham com a história, como é com você?
VS: Geralmente eu sonho com um pedaço do livro o observo o mundo ao meu redor para que aquela cena, ou trecho vire um livro completo.

 

BL: O que você diria para aqueles que querem tentar a carreira de escritor?
VS: Nunca desistam. No começo tudo é muito difícil. Escrever é uma prática constante e acreditem quando digo que é a parte mais fácil, as editoras e infelizmente até leitores hoje ainda tem preconceito contra os autores nacionais, e principalmente os desconhecidos, mas nada que uma boa história e uma boa divulgação não ajudem. Escrever é uma arte, ser lido faz parte dela.

Muito obrigado, Vanessa pela entrevista! Gostou da autora, quer saber mais ou comprar algum livro? Visite os links oficiais abaixo! Em breve, postaremos resenhas de seus contos aqui no site.

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Atualizações

Galera Record libera capa do "Códex dos Caçadores de Sombras"

Há poucos minutos, a editora Galera Record, liberou através de sua página no Facebook, a capa brasileira do Códex dos Caçadores de Sombras (The Shadowhunter’s Codex), que tem lançamento previsto para o primeiro trimestre do ano que vem. Veja o que foi escrito na legenda da foto:

Novidades para os Shadowhunters e fãs da Cassandra Clare: a capa do Códex dos Caçadores de Sombra ficou pronta e, claro, a gente veio correndo contar pra vocês! O que acharam?

Para quem estava se perguntando, nossa edição vai manter o padrão de capa dos outros livros da série e o lançamento está previsto para fevereiro/março.

Isso é que é terminar bem um ano e começar bem o outro, né não?

Confira agora, a capa, clique na imagem para vê-la em melhor qualidade. Não temos informações ainda se o livro terá a capa dura ou não, mas devemos ser informados em breve.

O Códex dos Caçadores de Sombras

Para mais informações sobre o livro, visitem a página preparada pelos nossos parceiros do Lâmina Serafim, clicando aqui.

Fonte

Resenhas

Resenha: Maldosas, Sara Shepard

Pretty Little Liars fala sobre a vida de quatro garotas — Spencer, Hanna, Aria e Emily — que acabam se “separando” depois do sumiço de sua líder, Alison. Três anos depois, elas começam a receber mensagens de texto e alguém que está assinando como “A” e ameaça a expor seus segredos — incluindo os mais secretos que elas achavam que somente Alison sabia.

Quando comecei a leitura deste livro, eu já assistia ao seriado baseado, Pretty Little Liars, e ele estava no auge de sua segunda temporada. Grande fã da série, sempre surge aquele receio com questão a fidelidade entre adaptações televisivas ou cinematográficas/livro.

Três pessoas só podem guardar um segredo, se duas delas estiverem mortas.

No entanto, o livro é extremamente fiel ao enredo geral do seriado, isto é, conta a história de quatro garotas, Aria, Emily, Spencer e Hanna, que eram grandes amigas da menina mais popular do colégio e da cidade, Alison, líder do grupo. Um dia, o primeiro das tão esperadas férias de verão, as meninas resolvem fazer uma pequena festa do pijama particular em uma casa anexa à casa de Spencer,e Alison desaparece misteriosamente, sem deixar muitas pistas.

Antes de Ali, as garotas se sentiam como as calças jeans de cintura alta e pregas de suas mães – estranhas e notadas pelas razões erradas. Mas, depois, Ali fez com que se sentissem como as roupas esportivas mais perfeitas do mundo, feitas pela Stella McCartney – aquelas que são tão caras que ninguém pode comprar.

Por alguma ironia do destino, as meninas se separam depois do ocorrido, porém, três anos depois, quando Aria está de volta à cidade (ela havia se mudado para o exterior), as garotas passam a se aproximar novamente, e a serem ameaçadas por mensagens de texto, e-mails e cartas de uma pessoa que assina como “A“, mesma assinatura utilizada por Alison antes de desaparecer.

Era horrível pensar que Ali podia estar morta, mas… se estava, pelo menos seus segredos estariam seguros. E estavam. Pelo menos, por três anos.

A essa altura do campeonato, as garotas estão conformadas que Alison provavelmente está morta, já que são três anos sem nenhum tipo de notícia, e passam a viver suas vidas normalmente, e a ter novos interesses amorosos, lidando apenas, com as constantes ameaças de “A”, que estão cada vez piores, expondo segredos, dos mais sombrios possíveis, alguns apenas Ali sabia.

No que diz respeito a Spencer, Aria, Emily e Hanna, algo nelas também mudou. Agora, se elas passavam pela velha rua de Ali e davam uma olhada para a casa dela. não entravam mais no modo “choro instantâneo”. Em vez disso, começaram a sentir algo mais. Alívio.

Se compararmos com a história apresentada neste primeiro livro da série, com os capítulos do seriado, o enredo principal corresponde apenas ao primeiro episódio. Existem alguns fatos e situações que, são apresentados em outros capítulos da mesma temporada, aleatoriamente. É uma história totalmente fascinante esta que Shepard escreve, que faz você ansiar cada vez mais pelo próximo capítulo (cada capítulo é de uma menina), e querer descobrir cada vez mais sobre o que provoca cada fato do livro, totalmente misterioso.

Eu ainda estou aqui, suas vacas. E eu sei de tudo. – A

É incrível como é conciliado a vida real com a ficção, pelo menos ao meu ver, já que os constantes acontecimentos forçam as personagens a inventar mentiras de imediato, tanto para seus parentes, amigos e até mesmo aos policiais. Possui um desfecho incrível e é um livro que recomendo para qualquer pessoa e quase todas as idades. O preço é um pouco salgado, mas a qualidade do material em que é constituído, vale muito a pena. Sou fã de carteirinha dos livros da Rocco, e seus acabamentos totalmente incríveis e inigualáveis.

Resenhas

Resenha: A Elite, Kiera Cass

A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.
America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.

CONTÉM SPOILERS!

No segundo livro da trilogia “A Seleção,” de Kiera Cass, America está ainda mais perdida e confusa em relação ao seu futuro, mesmo depois de Maxon ter deixado bem claro que se ela quisesse, ele pediria sua mão em casamento, mas a garota continua ainda mais confusa após a aparição de Aspen no palácio, trabalhando como guarda, e posteriormente seu protetor pessoal.

Rodeada de incertezas, America passa a ter encontros românticos com o príncipe e com o guarda, principalmente depois de ser magoada inúmeras vezes pelos encontros de Maxon com as outras garotas passarem a ser mais constantes. A candidata a ser princesa então, pede um tempo, algo que é impossível no momento, uma vez que o povo de Illéa e o rei, estão sofrendo constantes pressões para a escolha da futura rainha.

De repente me lembrei que Aspen sempre foi assim. Ele sacrificou noites de sono por mim, arriscou ser pego depois do toque de recolher por mim, juntava moedas para mim. A generosidade de Aspen era mais difícil de ser vista porque não era tão grandiosa quanto a de Maxon, mas o sentimento por detrás do que ele cedeu era muito maior.

Neste livro, apesar de interiorizar as incertezas de America mais fortes que nunca, é tratado também de questões políticas e históricas de Illéa, assim como o aumento constante dos ataques rebeldes ao palácio e a verdadeira personalidade do rei, frívolo e calculista, chegando até mesmo a açoitar o próprio filho.

Não importava o que viesse, eu enfrentaria. Tinha que enfrentar.

Particularmente, gostei bastante do enredo que o livro seguiu, até mesmo os personagens, e confesso que em muitos momentos passei a ficar assustada com suas ações e o que poderiam fazer em sequência. Sem dúvida nenhuma, ficou melhor que a primeira obra, já que explorou situações jamais aprofundadas antes, como já foi dito, a questão dos rebeldes e política do país.

Atualizações

Pôster da adaptação cinematográfica de "A Culpa é das Estrelas" é liberado

Há poucos minutos, foi liberado exclusivamente pelo site Buzzfeed, o pôster oficial da adaptação cinematográfica para o best-seller mundial de John Green, “A Culpa é das Estrelas,” que tem lançamento previsto nos cinemas em 6 de junho de 2014.

No pôster, vemos Shailene Woodley, que interpretará Hazel Grace, deitada na grama ao lado de Ansel Elgort, que interpretará seu par amoroso, Gus Waters. Confira o poster abaixo, clicando na imagem para ampliá-la e tente segurar as lágrimas!

Pôster oficial da adaptação

Atualizações

Filme de "Allegiant", terceiro livro da trilogia Divergente é confirmado para 2016

A primeira adaptação cinematográfica de Divergente ainda nem saiu nos cinemas e já temos a confirmação de um filme para o terceiro livro!

A Summit, confirmou a adaptação do último livro da trilogia, Allegiant ou Convergente, em português, para as telonas, prevista para lançamento no dia 18 de março de 2016, podendo ou não ser dividido em duas partes (não há planos até o presente momento), assim como Jogos Vorazes e Crepúsculo.

A data de lançamento do filme Allegiant mostra que o estúdio está confiante que o primeiro filme será um sucesso quando chegar aos cinemas em 2014. O filme conta com Shailene Woodley como Tris e Theo James como Quatro.

Sendo assim, temos as datas oficiais dos filmes:

  • Divergente – 21 de Março (2014)
  • Insurgente – 20 de Março (2015)
  • Allegiant/Convergente – 18 de Março (2016)

Aproveitando a situação, confira também uma preview do novo clipe do filme de Divergente:

Fonte

Críticas de Cinema

Crítica de Cinema: Carrie – A Estranha

Carrie retrata um grande desastre ocorrido na cidade americana de Chamberlain, Maine, destruída pela jovem Carietta White. Nos anos anteriores à tragédia, a adolescente foi oprimida pela sua mãe, Margaret, uma fanática religiosa. Além dos maus tratos em casa, Carrie também sofria com o abuso dos colegas de escola, que nunca compreenderam sua aparência, nem seu comportamento. Um dia, quando a jovem menstrua pela primeira, ela se desespera e acredita esta morrendo, por nunca ter conversado sobre o tema em casa. Mais uma vez, ela é ridicularizada pelas garotas do colégio. Aos poucos, ela descobre que possui estranhos poderes telecinéticos, que se manifestam durante sua festa de formatura, quando os jovens mais populares da escola humilham Carrie diante de todos.

CONTÉM SPOILERS!

Não assisti à nenhuma das outras adaptações de Carrie, nem tampouco li a obra de Stephen King que deu origem aos filmes, mas confesso que me interessei bastante pela história e portanto, a resenha é inteiramente baseada apenas no que vi neste filme.

O filme mostra a história da jovem Carietta White, em um cenário atual, que é considerada um tanto quanto estranha pelos colegas de classe que não compreendem seu comportamento e sua aparência. Filha de uma religiosa fanática que acredita que a filha era um câncer e fruto de um pecado, a jovem Carrie é totalmente oprimida em relação aos diálogos e atos.

O epicentro acontece quando Carrie, desinformada, tem sua primeira menstruação e acredita que está morrendo. Suas companheiras de classe, as meninas populares do colégio, se aproveitam da situação, filmam a adolescente totalmente vulnerável e postam na internet.

Depois disso, a maioria das meninas se arrepende do feito, após um sermão dado pela professora de ginástica e, uma delas faz seu namorado levar Carrie ao baile, para que assim ela possa se redimir e a garota possa ter uma noite de princesa.

No entanto, não foram todas que se arrependeram. A adolescente Chris, suspensa do baile final por não cooperar com a detenção pelo o que fez com Carrie, passa a armar para destruir a noite mais especial da vida da garota.

É nesse contexto que Carrie descobre seu poder de telecinese, e se vinga de todos que um dia a fizeram sofrer, em um final totalmente surpreendente e de certo modo, perturbador.

O enredo do filme, para mim, foi muito bem planejado e desconheço sua relação ou fidelidade com a obra literária. A fotografia está muito boa assim como o elenco, dando principal destaque ao Ansel Elgort, cuja atuação eu jamais tinha visto “ao vivo,” apesar de conhecer suas escalas futuras como Gus e Caleb nas adaptações cinematográficas de “A Culpa é das Estrelas” e “Divergente”.

Não recomendo o filme para crianças ou pessoas que não sejam fãs das histórias fantásticas com finais dramáticos e totalmente inesperados, conjugado com mortes e muito sangue, apesar de não fazer o gênero thriller. Pretendo assistir às outras adaptações e ler o livro, para desvendar algumas dúvidas que esta adaptação deixou.