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Gabu Camacho

Atualizações

Ouça "Yellow Flicker Beat", música da Lorde que estará em "A Esperança – Parte 1"

Há alguns dias foi liberada no Youtube, Yellow Flicker Beat, música da cantora Lorde, que estará na trilha sonora auxiliar de “A Esperança – Parte 1”. Não há previsões para saírem novas músicas ou a trilha sonora completa, no entanto, há especulações de que possamos ter novas informações nas próximas semanas. Confira a música no player abaixo e não deixe de baixar a sua pelo iTunes!

O filme chega aos cinemas brasileiros em 19 de novembro.

Atualizações

"Crepúsculo" pode ganhar novos curta-metragens no Facebook

Uma parceria entre a Lionsgate, o Facebook e Stephenie Meyer foi consolidada para um novo projeto relacionado a saga best-seller mundial, Crepúsculo. De acordo com a autora, o projeto será baseado em cinco curta-metragens, que serão exibidos no Facebook, e contarão a história de outros personagens do romance, de outros pontos de vista.

Serão cinco cineastas do sexo feminino, e o melhor curta ganhará uma espécie de prêmio pelo desempenho. Kristen Stewart, protagonista dos filmes da saga, juntamente com Kate WinsletOctavia SpencerJennifer LeeCatherine Hardwicke também estão envolvidas no projeto.

Novas informações deverão sair em breve, fiquem ligados no Beco Literário!

Resenhas

Resenha: Garota, Interrompida, Susanna Kaysen

1967. O ano seguinte seria marcado como o ano da revolução, aquele ano que nunca terminou. Susanna Kaysen tinha 18 anos e todas as incertezas que um adolescente em transição para a vida adulta traz consigo: Vou para a faculdade? E depois, o que acontece? É isso que eu realmente quero para mim? Suas indagações e percepções do mundo a sua volta não eram suportáveis para seus pais, amigos e professores. Estaria louca?

O livro autobiográfico da autora americana já traz no título o que podemos esperar de sua história: uma vírgula. Aliás, muitas vírgulas. Composto por capítulos curtos, “Garota, Interrompida” é escrito de forma não linear, o que pode atrapalhar um pouco a compreensão da história. Mas será que Susanna não faz isso propositalmente? Afinal, estamos lendo a história de mulheres que estão internadas em um hospício. Ali nada é fácil de ser compreendido. Ideias e pensamentos sobre passado, presente e futuro se misturam entre sessões de terapia e rondas de enfermeiras (que podiam acontecer de meia em meia hora ou, pasmem, de cinco em cinco minutos).

“[As cicatrizes] são uma espécie de fronha, que protege e esconde o que houver por baixo. Por isso as criamos. Porque temos algo a esconder.”

Susanna passou um ano e meio internada no Hospital Psiquiátrico McLean, fundado em 1811 no Massachusetts, EUA. O diagnóstico acusava transtorno de personalidade limítrofe, uma doença mental com características que podem ser confundidas com transtorno bipolar ou depressão. “Padrão invasivo de instabilidade da autoimagem, das relações interpessoais e do estado de espírito” que se manifesta no início da idade adulta, sendo diagnosticada na maioria das vezes em mulheres. Ela tinha em si mesma o limite entre a realidade e um universo paralelo. Vivia nesse limite.

“Contudo, a maioria das pessoas chega aqui aos poucos, abrindo de furo em furo a membrana que separa o aqui do lá fora, até aparecer uma brecha. E quem resiste a uma brecha?”

Susanna expõe o cotidiano do hospital – o que inclui gritos, fugas e episódios engraçados -, as amizades que fez ali dentro, seus medos e períodos de instabilidade. Os capítulos são como contos que, ao final, comporão uma mesma história.

“Garota, Interrompida” não é um livro sobre gente maluca. Não é um livro que retrata a vida de Susanna Kaysen. É um livro que faz refletir sobre todas as interrupções que acontecem em nossa vida. Sobre todos os momentos em que tivemos que tomar decisões, tanto pequenas quanto grandes. Mesmo com uma ficha de internação dizendo “Recuperada”, Susanna levou consigo esses dias que passou no McLean. Foi “um momento congelado no tempo mais importante que todos os outros momentos, quaisquer que fossem ou que viessem a ser. Quem pode se recuperar disso?”.

“As pessoas me perguntam: como você foi parar lá? O que querem saber, na verdade, é se existe alguma possibilidade de também acabarem lá. Não sei responder à verdadeira pergunta. Só posso dizer: é fácil.”

Ao terminar a leitura jurei que estava louca.

Atualizações

"Novembro de 63", de Stephen King, vai virar série do Hulu

O site Hulu, concorrente direto do Netflix, encomendou para ninguém menos que J.J. Abrams (Star Wars: Episódio VII e Star Trek) uma adaptação do romance Novembro de 63 (Suma de Letras), de Stephen King. A série contará com nove episódios, com uma hora cada.

O livro conta a história de um viajante no tempo que tenta evitar o assassinato do ex-presidente americano John F. Kennedy.

Enquanto Abrams será o produtor executivo da série, junto com o próprio King, Bryan Burk (Lost) e Bridget Carpenter (Friday Night Lights), ajudarão na produção do roteiro. A ideia do Hulu é disputar espaço com seus concorrentes Amazon e Netflix na produção de seriados próprios.

Sem data de estreia, o site ainda não sabe se disponibilizará alguns episódios para o público em geral ou se somente assinantes poderão acompanhar a série.

Mesmo não estando disponível no Brasil, a novidade deixa os fãs de King ansiosos!

 

Fonte: VEJA

Foto: Reprodução

Críticas de Cinema

Crítica de Cinema: Maze Runner – Correr ou Morrer

Depois de muita espera, eis que temos em cartaz o filme Maze Runner: Correr ou Morrer. Adaptado da série homônima de James Dashner, o filme já arrecadou alguns milhões acima do esperado pela distribuidora, Fox Films, ainda em seu fim de semana de estreia.

Correr ou Morrer trata do primeiro livro de uma série de quatro e narra a história de um grupo de garotos presos no centro de um gigantesco labirinto. A Clareira, como é chamado o lugar, abriga meninos de várias idades que construíram juntos uma espécie de sociedade própria, com vocabulários e tarefas especiais. Todos vivem sua rotina costumeira até a chegada de Thomas.

Do lado de fora da Clareira, um enorme Labirinto separa os garotos da vida normal. Sem memória alguma, os Clareanos se dividem em grupos de tarefa, cabendo aos “corredores” a missão de vasculhar o labirinto atrás de respostas. Entretanto, como nada é fácil, escondidos pelos enormes muros de concreto e hera estão os Verdugos, criaturas meio máquina, meio bicho – imagine um inseto asqueroso – que carregam um veneno capaz de tornar a pessoa mais humana no ser mais irracional possível.

A rotina dos meninos muda completamente quando, de surpresa, uma garota é enviada para a Clareira carregando a seguinte mensagem: ELA É A ÚLTIMA. A partir daí, os perigos do Labirinto se tornam cada vez mais próximos e a busca por uma saída se torna extremamente necessária.

Antes de mais nada é bom deixar uma coisa clara: não sou nenhum ser formado em cinema, logo, minha opinião aqui é apenas de um cinéfilo comum, um mero mortal. Dito isso, vamos ao que importa.

Maze Runner é a adaptação de um livro, ou seja, é meio impossível não comparar uma coisa com a outra. Mas, farei o possível para evitar.

Sempre que assisto a um filme eu costumo observar alguns pontos, como fotografia, sonorização, atuação e roteiro. Com Correr ou Morrer não foi diferente.

Primeiramente devo elogiar a parte de sonorização. Confesso que fui ao cinema com uma expectativa tremenda de sentir as mesmas sensações que senti ao ler o livro. Me lembro das narrativas sobre os sons de metal e pedra, de passos, de gritos… O filme não faltou com isso. Em algumas cenas, principalmente nas de ação com os Verdugos, a sonorização foi excelente, o que me deu uma sensação muito maior de imersão na história.

O filme possui basicamente três tipos de cena. As na Clareira durante o dia, as na Clareira durante a noite e as do Labirinto. É interessante observar como foi trabalhada a luz nesses três ambientes principais. Durante o dia, a luz do Sol tornava tudo monótono, calmo, até meio chato. Durante a noite, a luz alaranjada das tochas acesas pelos Clareanos deixava tudo com um ar mais sombrio e tenso. Palmas para a fotografia. Destaque para as cenas em que os muros e os portões ficavam no segundo plano da cena. Lindo. Sobre o Labirinto, uma palavra resume tudo. CINZA. Era tudo cinza. Tudo repetitivo, o que deu a sensação de se estar perdido. Um ponto positivo pra equipe de efeitos especiais pois, além de imensos, os muros foram bem retratados no longa, com suas cortinas de hera e relva.

“Você não entendeu, não é? Já estamos mortos.”

Em relação à atuação do elenco não há muito o que falar. Todos são bons e estão de parabéns. OK! Vou apenas destacar as cenas de desespero. É legal ver como a expressão no rosto de um ator consegue provocar uma sensação diferente no público. Nas cenas mais desesperadoras, principalmente durante as corridas, o espectador fica vidrado na ação. Eu fiquei. O elenco conseguiu, na maioria das vezes, passar a ideia de “estamos mortos”.

Finalizando, o roteiro. Não é que o trabalho tenha sido ruim, muito pelo contrário. Acredito que alguns detalhes que ficaram de fora foram recuperados no decorrer do longa. Entretanto, senti que o foco do filme foi outro. Sem querer fazer comparações, mas já fazendo, o enredo foi baseado todo em cima das relações entre os meninos, na busca pela saída e nos problemas para se conseguir isso. Tá, e o Labirinto? Ah, sim, o Labirinto estava lá. Porém, o filme não mostra muito bem “o que é” o Labirinto. Só muros de pedra que guardam algumas criaturas sedentas por morte.

Fazendo uma ligação imprópria, me lembrei do romance naturalista de Aluísio Azevedo, “O Cortiço”, no qual o próprio cortiço era o personagem principal da trama. Ao contrário do que eu esperava, o Labirinto foi retratado apenas como uma passagem e fim. Tanto que, mais pro final do filme, conseguimos ver toda a extensão dos muros, o que na minha opinião quebra todo o frenesi do longa.

Como era de se esperar, o filme traz tantas respostas quanto o livro. As dúvidas são tão frequentes na nossa cabeça quanto na língua dos Clareanos, o que pode ser um ponto muito negativo principalmente para aqueles que nunca tiveram contato com a literatura de James Dashner.

“Que lugar é esse? Quem nos colocou aqui? O que há lá fora?  CRUEL é bom?”

Correr ou Morrer é um bom filme. Tem seus pontos fortes e seus pontos fracos, como qualquer filme comercial tem. Sendo uma adaptação, a preocupação principal é lidar com a possível frustração dos fãs, algo que acho que não aconteceu de forma muito grave. Temos o herói, o vilão, o conflito, ingredientes básicos de qualquer história, porém, não temos um desfecho. Algumas explicações são dadas, mas muitas outras dúvidas ficam no ar. Algo do tipo “tá, e agora?”.

Nos resta então sentar e esperar por 2015, já que Prova de Fogo, a sequência, já teve sua data de estreia marcada para setembro do ano que vem. Enquanto o dia não chega, é mais do que hora de abrir o segundo volume da série e começar a leitura, imediatamente.

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Pedro Bandeira lança novo livro com 'Os Karas'

Os Karas estão de volta. Depois de 15 anos, a turma de Crânio, Miguel, Chumbinho, Magri e Calu se aventuram novamente em A Droga da Amizade (Editora Moderna. R$ 29,00).
A série com a turma tem cinco livros: A Droga da Obediência (1984), Pântano de Sangue (1987), Anjo da Morte (1988), A Droga do Amor (1994) e A Droga de Americana (1999). Quando apareceram pela primeira vez, Os Karas estudavam no Colégio Elite e bancavam detetives, solucionando diversos crimes.
Depois de tanto tempo, a turma retorna com trabalhos e família. Por haver um hiato tão grande entre a última história e esta, o autor contou ao SaraivaConteúdo que sua maior dificuldade foi inserir seus personagens num contexto completamente diferente. “A série nasceu na década de 1980. Ainda não havia computador pessoal, internet, Facebook, Google, nem celular. Desse modo, publicar uma aventura na segunda década do século 21, com personagens que abrem gavetas de arquivos metálicos quando querem acessar pastas de pesquisas e que se socorrem de orelhões usando fichas metálicas quando têm de telefonar, ficaria estranho, não?”.
Em A Droga da Amizade, saberemos com quem se casaram e no que se transformaram os personagens da turma, e como Miguel conheceu cada um deles.
Fonte: SaraivaConteúdo
Foto: Divulgação
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Sequência de Maze Runner tem estreia marcada para 2015.

O anúncio foi feito pela Fox, hoje, 21, depois de serem revelados os números do primeiro fim de semana de estreia de Correr ou Morrer. Até agora o longa já arrecadou mais de 37 milhões de dólares.

A sequência “Prova de Fogo” chega aos cinemas no dia 18 de setembro de 2015, exatamente um ano após o lançamento do primeiro filme.

A filmagem terá início ainda este ano e contará com direção de Wes Ball e roteiro de T.S. Nowlin, a mesma dupla que deu vida ao primeiro livro de James Dashner.

Leia a seguir a sinopse do segundo livro, mas, cuidado, pode (e irá) conter SPOILERS.

Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida quando são acordados no meio da noite com gritos lancinantes de criaturas disformes – os Cranks – que ameaçam devorá-los vivos.

Antes do amanhecer, os Clareanos descobrem que a salvação na verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam.

Fonte: 20th Century Fox

 

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Assista ao vídeo completo do hangout com Cassandra Clare e Holly Black

Aconteceu no dia de hoje (20), um Hangout com as autoras Cassandra ClareHolly Black, que escreveram juntas a série Magisterium, cujo primeiro livro, O Desafio de Ferro, já foi lançado em edição digital no Brasil, e está previsto para ser lançado fisicamente nos próximos dias. No bate-papo, as autoras responderam a alguns fãs e falaram um pouco sobre como surgiu a ideia de escrever sobre esse mundo mágico, confiram:

Lindas, não?

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Universal adquire direitos para filme de "Deixe a neve cair", com John Green

Universal Pictures também está entrando nos negócios de John Green. O estúdio comprou os direitos para um filme de Deixe a neve cair, uma coletânea de pequenas histórias entrelaçadas escritas pelo autor de A Culpa É das Estrelas juntamente com Maureen Johnson e Lauren Myracle.

As três histórias são ambientadas durante uma nevasca na noite de Natal, e é direcionada para o público jovem adulto. As obras de Green passaram a ser cotadas após o sucesso aparente da adaptação de A Culpa É das Estrelas para os cinemas. Depois disso, o estúdio Paramont contratou Sarah Polley para dar continuidade em uma adaptação para Quem é você, Alasca?.

Cidades de Papel, a segunda adaptação de um livro de Green pela Fox, está prevista para lançar em 19 de junho de 2015. A terceira semana de Junho também foi utilizada para lançar A Culpa É das Estrelas.

O que acham disso, Nerdfighters? Leia nossa resenha de Deixe a neve cair, clicando aqui.