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8 filmes para comemorar o dia do Cinema Brasileiro

Você sabia? Foi em 1896 que a telona estrelou no Brasil e desde então, começaram a produzir filmes brasileiros, que se consolidaram internacionalmente. Inclusive com algumas indicações ao Oscar, como o incrível Cidade de Deus. As produtoras brasileiras lançam mais de 100 projetos cinematográficos por ano, porém nem todos alcançam divulgações e salas comerciais.

Não se sabe a verdade, mas dizem que o primeiro filme brasileiro foi o “Vista da Baía da Guanabara”, teria sido filmado pelo cinegrafista italiano Affonso Segretto, em 19 de junho de 1898 – data que se tornou o Dia do Cinema Brasileiro. Se esse longa foi gravado, não sabemos, mas nunca chegou a ser exibido.

Atualmente, são consideradas as primeiras produções brasileiras: “Ancoradouro de Pescadores na Baía de Guanabara”, “Chegada do trem em Petrópolis”, “Bailado de Crianças no Colégio, no Andaraí” e “Uma artista trabalhando no trapézio do Politeama”.

Sem mais delongas, para comemorar o Dia do Cinema Brasileiro, o cineasta Daniel Bydlowski, diretor e roteirista de “Bullies”, separou uma lista de produções brasileiras de tirar o folego, vem ver:

Dona Flor e Seus Dois Maridos (1976)
Baseado na obra de Jorge Amado e estrelado por Sonia Braga e José Wilker, o filme conta a história de Dona Flor, uma mulher casada com Vadinho, um homem bonito e que com quem ela tem uma relação excitante. Porém, o homem não faz muito para conseguir dinheiro. Quando morre, Dona Flor decide se casar com Teodoro, que é o oposto de Vadinho, sem muita paixão mas tendo uma grande carreira. Porém, o fantasma de Vadinho aparece, deixando as coisas bem mais complicadas.

Os Saltimbancos Trapalhões (1981)
Um clássico da comédia, o filme conta com os legendários Didi (Renato Aragão), Dedé (Dedé Santana), Mussum (Mussum) e Zacarias (Zacarias). Sendo a grande atração do circo Bartolo, já que conseguem fazer o público rir como ninguém, os quatro amigos logo fazem inimigos, como o mágico do circo e o próprio dono deste. Porém, estes não são o suficiente par parar os trapalhões.

Ilha das Flores (1989)
Dirigido por Jorge Furtado, Ilha das flores não é nem um documentário, nem um curta comum. Contado por meio de links entre uma imagem e outra que imitam os links formados pelos pensamentos do cérebro, o filme consegue gerar emoções com imagens que duram pouco tempo. Não somente influenciou o estilo de documentário, mas até mesmo o cinema nacional.

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Castelo Rá-Tim-Bum (1999)
Quando parece que o cinema nacional está limitado por questões sociais, Cao Hamburger traz um filme para crianças que realmente traz o melhor do escapismo para as telonas. Com uma arte diferenciada e baseada no show de televisão de mesmo nome, Castelo Rá-Tim-Bum carrega a incrível arte do diretor para o cinema nacional.

O Auto da Compadecida (2000)
O engraçadíssimo filme, dirigido por Guel Arraes e baseado na história de Ariano Suassuna, mostra dois pobres indivíduos que vivem no Nordeste e que precisam não somente lutar pelo pão de cada dia, mas contra poderosos vilões. Com Matheus Nachtergaele e Selton Mello, a produção ganha risadas por ter personagens com sérios defeitos de personalidade, como mentir e ter medo, mas que conseguem ser os grandes heróis.

Cidade de Deus (2002)
Dirigido por Fernando Meirelles e Katia Lund, Cidade de Deus conta a história de moradores de uma das favelas mais perigosas do Rio de Janeiro. Porém, os diretores focam em um estilo de ação, dando a favela um caráter parecido com o de filmes de máfia famosos em Hollywood, só que desta vez em meio a pobre vida do local.

Saneamento Básico (2007)
A princípio, o longa-metragem parece abordar os problemas de uma comunidade que não tem dinheiro para obter saneamento básico. Porém, para conseguir recursos para uma melhor vida melhor, os personagens decidem fazer um filme, já que descobrem que há fundos para este. O enredo então se torna uma produção sobre o que é fazer cinema, de forma engraçada e divertida.

Tropa de Elite (2011)
Com estilo violento e de documentário, José Padilha conta a história do Capitão Nascimento (Wagner Moura), que é parte da tropa de elite no Rio de Janeiro (praticamente a polícia da policia). Porém, diferentemente da corporação corrupta local, Nascimento quer fazer justiça por si mesmo e não tem ninguém e nada que podem mudar seu caminho.

Daniel Bydlowski é cineasta brasileiro e artista de realidade virtual com Masters of Fine Arts pela University of Southern California e doutorando na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos. É membro do Directors Guild of America. Trabalhou ao lado de grandes nomes da indústria cinematográfica como Mark Jonathan Harris e Marsha Kinder em projetos com temas sociais importantes. Seu filme NanoEden, primeiro longa em realidade virtual em 3D, estreia em breve.

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Crítica: Eu não sou um homem fácil (2018)

O filme Eu não sou um homem fácil (Je Ne Suis Pas un Homme Facile) da diretora francesa Eléonore Pourriat tem chamado a atenção desde sua estreia no site de streaming americano Netflix. O filme parte da premissa que o machão Damien, interpretado por Vincent Elbaz, sofre um pequeno acidente e acorda num mundo em que os papéis de gêneros foram invertidos e as mulheres ocupam agora o lugar de dominância na sociedade.

Por se tratar de uma comédia com um que de besteirol o enredo retrata o machismo com muita leveza, entretanto as críticas são escrachadas. Damien logo no começo é assediado por uma mulher em seu ambiente de trabalho e é compelido a mudar todo seu físico para se encaixar e voltar para o mercado de trabalho. Além disso todos os personagens homens nesse novo mundo representam exatamente os estereótipos femininos são todos dóceis, frágeis e subordinados enquanto as mulheres são fortes e cheias de virilidade.

As referenciais sutis das cenas também são muito provocativas, como por exemplo a parte em que as mulheres estão jogando pôquer e a carta da rainha é mais forte que a do rei e vence a partida mostrando que a figura feminina é forte naquele universo paralelo em todos os âmbitos. Outra passagem interessante são os beijos trocados por Damien e Alexandra (Marie-Sophie Ferdane) em que a máscula escritora levanta o protagonista contra a parede num gesto claro de dominação.

Por não ser uma produção americana certos aspectos da cultura francesa tornam o filme ainda mais interessante como por exemplo o padrão de beleza dos personagens. Tanto Damien quando Alexandra não seriam personagens considerados extremamente atraentes numa criação estadunidense, entretanto isso só deixa a narrativa ainda mais verídica uma vez que retrata uma sociedade muito genuína uma vez que não se engessa nos moldes hollywoodianos.

“Eu não sou um homem fácil” é aquele tipo de comédia que poderia ter três horas de duração que ainda sim haveriam assuntos para serem abordados. Os personagens não têm toda aquela profundidade, estão mais presos ao momento do que a suas individualidades, mas mesmo assim faz sentido dentro do contexto criado pelo enredo. Com opiniões ácidas posicionamentos bem claros, o filme de Eléonore é aquele tipo de entretenimento leve, mas o mesmo tempo conscientizador de domingo a noite.

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Crítica: Oito Mulheres e Um Segredo (2018)

Muda-se o protagonismo e o segredo continua o mesmo. Em “Oito Mulheres e Um Segredo” (2018), um grupo de espertas e audaciosas ladras dão continuidade não apenas aos roubos espetaculares que marcaram a franquia como ao clima de humor.

A mentora do crime aqui é Debbie Ocean (Sandra Bullock), que também segue uma linhagem – ainda que controversa – ao evocar o sobrenome e o passado bandido do irmão Danny (George Clooney), principal da trilogia anterior. Debbie contacta sua aliada Lou (Cate Blanchett) para recrutarem mais seis moças com habilidades específicas e roubarem juntas uma joia valiosa em pleno Met Gala, baile anual promovido pela revista Vogue. É nesse contexto que surgem na tela a atriz Daphne Kluger (Anne Hathaway), a estilista Rose Weil (Helena Bonham Carter), a estrategista Tammy (Sarah Paulson), a joalheira Amita (Mindy Kaling), a hacker Nine Ball (Rihanna) e a “batedora de carteiras” Constance (Awkwafina).

O elemento que salta aos olhos no longa é a rapidez com que diálogos, situações e até pontos no argumento se desenvolvem. Qualquer piscada e lá se vai uma referência ao mundo da moda, um artifício cômico ou mesmo um detalhe do intrincado plano de Debbie Ocean. A química entre Sandra Bullock e Cate Blanchett é incrível e acompanha esse dinamismo – é fácil de notar a conexão entre elas, quase um ship intencional promovido pela direção. Anne Hathaway está afinada com a sua diva cheia de acessos e frases de efeito, que no terceiro ato se mostra tão esperta quanto às ladras, e Sarah Paulson, em sua atuação mais cínica e divertida até o momento.

Helena Bonham Carter se torna o contraponto como uma fracassada estilista, servindo de ponte para o espectador mais lento, tentando se adaptar a um mundo de golpes e de sacadas rápidas. Não menos importantes, temos Mindy Kaling, Rihanna e Awkwafina, figuras de muito carisma e cujas personalidades casam bem com suas especialidades. O filme faz referências a personagens da trilogia anterior, mas insere uma “mitologia” própria, mostrando que o diretor Gary Ross (Jogos Vorazes) quer distanciar suas criações dos trabalhos iniciais – bem evidenciado na sensível cena final.

Fonte: Divulgação

Para os fãs do mundo da moda, todo o luxo e glamour do baile do Met Gala é apresentado, com participações obrigatórias da própria editora da Vogue, Anna Wintour, e da realeza de Hollywood e da alta sociedade de Nova York, alinhada com uma trilha sonora que varia do country americano à balada francesa.

O único ponto de demérito no filme também vem de sua maior qualidade: a pressa. O timing da trama não acompanha o das personagens, e pontos de conflito que poderiam causar uma tensão necessária no público acabam se esvaindo rápido demais. Empecilhos na preparação do roubo, um detalhe improvisado na noite do baile e até a ameaça de um antagonista a altura tem pouco tempo de ação. Não que mulheres badass sejam um problema, pelo contrário – essa é a proposta do filme –, mas as Eight quase não tem problemas em finalizar o plano.

“Oito Mulheres e um Segredo” comete seu crime apenas na ficção, pois o filme em si não soa desnecessário. É uma oportunidade de tiradas sarcásticas, sacadas inteligentes e muito charme, sem grandes pretensões de reinventar uma roda que está girando há anos no cinema.

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5 filmes para assistir na Netflix se você não quer ver a Copa do Mundo

Sempre tem aquele dia entediante em que abrimos a Netflix e viajamos pelo catálogo por horas sem saber o que assistir. Ou então, agora em época de Copa do Mundo, tudo fica mais complicado com todo mundo vendo os jogos e a gente só querendo ficar no nosso canto.

Por isso, separamos uma lista de filmes bobosfilmes complexos para você assistir no lugar da Copa, ou quando não tiver com paciência para ficar passeando no catálogo.

Filmes bobos

Se está afim de assistir algo mais leve, um filme mais bobinho, um romance, um clichê, ou um filme adolescente, separamos dois filmes:

1 – O Espaço Entre Nós 

Sinopse: O adolescente Gardner Elliot é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa.

O filme conta com Asa Butterfield e Britt Robertson em seu elenco.

2 – Eu Não Faço a Menor Ideia do Que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida 

Sinopse: Clara está cursando medicina por pressão familiar, mas também não sabe se existe alguma profissão com a qual se identifique. Ela passa a matar aulas e acaba conhecendo um rapaz que a incentiva a fazer experiências para descobrir do que gosta.

O elenco conta com Clarice Falcão e Leando Hassum, e é pouco conhecido, mas um bom passatempo.

Filmes mais complexos

Se optar por filmes com histórias mais elaboradas e que exigem um pouco mais de atenção, tem dois clássicos de Quentin Tarantino, que, podem ser consideradassejam obras indispensáveis.

1 – Bastardos Inglórios

Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, na França, um grupo de judeus americanos conhecidos como Bastardos espalha o terror entre o terceiro Reich. Ao mesmo tempo, Shosanna, uma judia que fugiu dos nazistas, planeja vingança quando um evento em seu cinema reunirá os líderes do partido.

O elenco conta com Brad Pitt, Christoph Waltz, e até o próprio Tarantino.

2 – Django Livre

Sinopse: No sul dos Estados Unidos, anos antes da Guerra Civil, um ex-escravo Django faz uma aliança inesperada com o caçador de recompensas Schultz para caçar os criminosos mais procurados do país e resgatar sua esposa de um fazendeiro que força seus escravos a participarem de competições mortais.

O elenco conta com Leonardo DiCaprio, , Christoph Waltz, Jamie Foxx. E novamente, o Tarantino.

Extra

E, para finalizar, um extra totalmente maratonável se você quer deitar na cama e não levantar mais.

Piratas do Caribe (Todos os filmes)

Ordem:

A Maldição do Pérola Negra

O Baú da Morte

No Fim do Mundo

Navegando em Águas Misteriosas

Estes estão disponíveis no catálogo da Netflix, faltando apenas o mais recente.

Atualizações, Música

Após indiretas, álbum de Beyoncé e Jay-Z é disponibilizado no Spotify e Apple Music

Lançado de surpresa no último sábado (16), o tão esperado álbum conjunto entre Beyoncé e Jay-Z chegou hoje no Spotify e Apple Music, apenas para assinantes da plataforma. Originalmente, “Everything is Love” estava disponível apenas para assinantes do Tidal, plataforma de streaming do rapper.

O anúncio de lançamento surpresa da colaboração foi feito após um show da turnê “On The Run II” em Londres. É a segunda leva de shows em conjunto do casal e o álbum já era esperado por seus fãs há alguns anos. A estratégia, em começo, era a mesma dos últimos lançamentos da dupla: exclusividade no Tidal. O último álbum de Beyoncé, “Lemonade”, por exemplo, é exclusivo da plataforma até hoje, dois anos após seu lançamento.

Teto de vidro?

Na música “Nice”, do novo lançamento, Beyoncé manda uma indireta para a gigante de streamings Spotify: “Se eu ligasse para números eu teria colocado Lemonade no Spotify”, diz a Queen B na faixa. Vale lembrar que há um mês foi divulgado um estudo que acusou o Tidal de inflar os números em torno do lançamento do disco, assim como de “The Life Of Pablo” de Kanye West. A manipulação deixou a entender que cada assinante da plataforma ouviu os discos inteiros 8 vezes por dia.

Já Jay-Z deixa claro que recusou se apresentar durante o Super Bowl por não precisar da exposição para lotar estádios ao redor do mundo: “Eu disse não ao Super Bowl/ Vocês precisam de mim, eu não preciso de vocês […] Diga à NFL que estamos nos estádios também”. A frase soa errada se lembrarmos que Jay-Z nunca subiu ao palco do Super Bowl e a última turnê solo do rapper, a 4:44 Tour não passou por nenhum estádio em suas 33 paradas: foram diversas arenas, com capacidade entre 9 mil e 18 mil espectadores e poucas datas lotadas. As únicas datas lotadas em estádios que Jay-Z se apresentou recentemente foram justamente ao lado de Beyoncé, que se apresentou na final da NFL duas vezes – que inclusive divulgou a arrebatadora Formation Tour.

Atualizações, Livros

Becompre: Desapegue dos livros que já leu e se apegue a novas HISTÓRIAS, não títulos

Você sabia que durante o processo criativo de um livro, muitas vezes, os autores não podem opinar sobre as capas de suas obras? Ou então, que durante as traduções, o título original pode perder o sentido de toda a história? Foi pensando nisso que o Beco Literário, plataforma de conteúdo jovem que sempre esteve a frente de projetos que promovem a quebra de padrões e promovem experiências únicas aos seus usuários na leitura, deu um novo passo para criar o Becompre, uma nova maneira de comprar livros sem saber qual é o exemplar que está levando para casa.

O Becompre integra a vontade de desapegar de livros que já leu com o desejo de comprar livros a um preço acessível, dado que todos os exemplares que estão disponíveis no catálogo de venda são adicionados por pessoas dispostas a abrir um espaço na estante e promover a leitura de uma forma divertida. Tudo acontece de forma muito simples: o interessado em vender seus livros precisa preencher um formulário no site do Beco Literário com dados básicos pessoais e do livro, depois disso, a curadoria do site vai analisar as informações e reinventar a sinopse desta obra, para que ao ser publicada no site, o futuro leitor se apaixone pelo livro sem julgar a capa ou o título, que muitas vezes são traduzidos do estrangeiro e não retratam com fidelidade a história.

Para quem deseja comprar, a experiência de encontrar um livro no Becompre é totalmente imaginativa, já que a seção foi construída para despertar nos leitores a vontade de desbravar o desconhecido e tirar proveito dessa experiência. O desafio é que todos que acessem o Becompre encontrem um livro que seja a sua alma-gêmea de história e consigam adquiri-lo a um preço justo aliado a melhor experiência de atendimento ao cliente e claro, sem julgar um livro pela capa ou pelo título, apenas pelo o que a história oferece.

O CEO do Beco Literário, Gabu Camacho, acredita que o Becompre vai proporcionar um senso de pertencimento muito forte aos leitores do site. “Fizemos pesquisas antes do lançamento e vimos que as pessoas ficaram admiradas em comprar um livro sabendo apenas sua história. É uma forma de colocar o clichê de ‘não julgue um livro pela capa’ em prática, sem deixar a transparência de lado”, comenta.

Todos os livros anunciados no site passam por um rigoroso processo de curadoria, para que o leitor não se sinta lesionado ao comprar um livro usado. Além da sinopse, todos os dados como peso, estado do livro e quem vende, ficam explícitos na página. “Nós ficamos no meio do processo. Ajudamos o vendedor a embalar, conservar, limpar e enviar o livro, enquanto auxiliamos o comprador a encontrar uma história que ele realmente goste, com preço acessível e bom estado de conservação”, acrescenta o CEO.

Durante o mês de maio e a primeira quinzena de junho, o Becompre esteve aberto exclusivamente para que os leitores cadastrassem seus livros para venda. Desde então, a plataforma está aberta em sua totalidade para compras também. E claro, o recebimento de novos tesouros continua por tempo indeterminado.

Clique aqui para ver o catálogo de livros que está à venda e clique aqui para cadastrar seus livros para venda no Beco Literário. Ficou alguma dúvida? Clique aqui para saber o passo a passo para vender ou comprar, ou clique aqui para tirar suas dúvidas do funcionamento do BeCompre.

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Dica de Livro: Dos holofotes da moda ao submundo das drogas

O que dizer a uma pessoa que foi abusada sexualmente pelo pai e que quase foi vendida a uma família de estranhos pela própria mãe? Como será a vida de quem sofreu agressões físicas e psicológicas por parte da família? E o que esperar de quem considera a cocaína sua melhor amiga?

Foi lutando contra esse passado devastador que a ex-modelo e hoje escritora Karen Padilha buscou forças para seguir em frente e prosperar em todas as vertentes de sua vida. Em “O que fizeram de mim? Sobre traumas e transformações”, Karen quer mostrar ao leitor sua trajetória de vida e as práticas que usou ao seu favor para transpor todas as barreiras que a vida colocou em seu caminho. E, claro, como aplicar cada uma dessas ferramentas em situações distintas e que todos podemos enfrentar.

Karen mostra como a espiritualidade (sem tomar partido de religião ou de alguma crença, mas na fé que cada um possui em algo superior), a psicologia e a resiliência foram essenciais para reverter um quadro de total dependência das drogas em uma vida de reflexões e positivismo. Ela já iniciou seu próximo livro, também sobre a temática de como derrotamos nossos próprios fantasmas e trilhar novos rumos na vida.

“Brigando com meus demônios, tentando identificá‑los, um por um, sofrendo na pele o que é desejar cegamente uma coisa e não poder tê‑la. Isso porque o que se deseja é o que estava destruindo minha vida, e pode continuar, se eu permitir. Essa batalha ninguém pode vencer por mim, só eu posso me libertar, e algumas vezes me sinto tão fraca e chego a pensar que não conseguirei. ”

Uma jornada de autoconhecimento necessária para quem precisa se redescobrir e permitir novas aberturas nos rumos para sua vida. Histórias de vitória que nos inspiram e nos motivam a seguir a luta são sempre revigorantes. E é através de seus relatos de vida que Karen quer nos mostrar: Tudo vai ficar bem!

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6 playlists para arrasar no esquenta da Parada do Orgulho LGBT

A Parada do Orgulho LGBT em SP acontece neste próximo domingo e promete levar milhões de pessoas para as ruas. Neste ano, o slogan do evento é “Poder para LGBTI+, nosso voto, nossa voz”, que reflete a necessidade de apoio a políticos comprometidos com os direitos da população LGBT. Este é o maior evento do tipo no mundo e que reúne gente dos mais variados gostos musicais. Já na contagem regressiva para domingo, a Deezer montou seis playlists para você arrasar do seu esquenta para a Parada.

São músicas que vão desde os sucessos mais recentes, como “News Rules”, de Dua Lipa, e “Vai Malandra”, da Anitta, aos mais clássicos, como “Like a Virgin”, da Madonna, e “Believe”, da Cher, entre outras.

Hinos do Arco-Íris: Essa playlist de curadoria do time editorial da Deezer é pura festa, resistência e celebração do amor e da diversidade. Nela estão alguns dos maiores hits da cultura LGBT+, inclusive com faixas das brasileiríssimas Pabllo Vittar, Lia Clark e Linn da Quebrada;

#Pride: Criada pela Maluca dos Signos, essa é a playlist LGBT que você respeita, com seleções que são puro amor e orgulho. Para não deixar ninguém parado, ela conta com hits nacionais, internacionais e de artistas independentes. Hino atrás de hino!

Orgulho LGBTQ+: Uma seleção inteira só com artistas nacionais, de fazer qualquer um passar mal.

PRIDE #rainbow: Um convite para deixar o preconceito de lado e celebrar a diferença. A playlist está recheada de sucessos: tem Lorde, Ludmilla, Rita Ora e muito mais!

Orgullo Gay: Originalmente criada como inspiração para a Parada LGBT de Madrid, a playlist conta com clássicos imprescindíveis para dançar e se orgulhar em qualquer cidade. A playlist está repleta de sucessos, como “Living on My Own”, do Freddie Mercury, e “Outside”, do George Michael.

Gay Party Hits: Essa playlist é para quem não aguenta ficar sem bater o cabelo. Embalam a seleção sucessos como “Toxic”, da Britney Spears e o hino “Crazy in Love”, da Beyoncé.

Agora é só favoritar, amar e para aqueles que desejam ouvir no offline, sem consumir o plano de dados da internet, sincronizar no celular antes de sair de casa e levar sua música no bolso pra onde for.

A Deezer é o único serviço de streaming de música com o Flow: uma trilha sonora personalizada com suas músicas mais queridas e novas recomendações, e o Flow Tab, uma compilação de listas customizadas baseadas individualmente no gosto de cada usuário.

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Kim Possible: Novos atores se juntam ao filme original do Disney Channel

Alyson Hannigan (How I Met Your Mother) e Connie Ray (The Big C) se juntam ao elenco de Kim Possible, filme original Disney Channel baseado na série animada sobre uma menina normal e estudante do ensino médio que em seu tempo livre, salva o mundo dos vilões. Hannigan interpretará a neuro-cirurgiã  Ann Possible (conhecida como mãe Possible), e Ray interpretará a avó Nana Possible.

Também se unem ao elenco Todd Stashwick (12 Monkeys) e Taylor Ortega, que interpretarão os vilões favoritos dos fãs Drakken e Shego, respectivamente; Ciara Wilson (OMG!) será Athena; e Erika Tham (Make It Pop) a rival de Kim, Bonnie.

Os protagonistas, Sadie Stanley como Kim Possible, e Sean Giambrone como Ron Stoppable, completam o elenco da comédia de aventuras que estreará em 2019.

Hannigan também emprestou sua voz a Fancy Nancy (Claire Clancy) na versão em inglês da série animada do Disney Junior Fancy Nancy, baseada nos libros do New York Times, sucesso de vendas, e que estreia em breve.

Os roteiristas do filme são os criadores da série Kim Possibleganhadores do Emmy® Mark McCorkle e Bob Schooley (Big Hero 6 The Series, The Penguins of Madagascar), e Josh Cagan (The DUFF, Bandslam). Os produtores executivos são McCorkle, Schooley e Zanne Devine, cujos créditos de produção incluem I, Tonya e o filme Easy A. O filme será codirigido e coproduzido por Adam B. Stein e Zach Lipovsky (ambos de MECH-X4, do Disney XD). Blyth Nailling (Last Man Standing, de ABC, e Scrubs) é a diretora de casting.

A série animada de comédia e aventuras mostrava a forte adolescente, que usava seu cérebro, suas emoções e suas experiências para salvar o dia. Em 87 episódios, Kim Kim Possible andou na hierarquia social do secundário e, junto de seu fiel companheiro Ron Stoppable e sua toupeira, Rufus, frustrou os vilões Drakken e Shego, entre outros. A série inspirou dois populares filmes de animação originais, Kim Possible: A Stitch in Time, em 2003, e Kim Possible Movie: O Drama, em 2005, que foi o primeiro filme original do Disney Channel.

A forte conexão dos espectadores com Kim Possible transformou esta série numa franquia fora da televisão, que incluiu os personagens Kim Possible e Ron Stoppable no Disney Parks & Resorts, uma linha de produtos de consumo, trilhas sonoras e jogos.

A série ganhadora do prêmio Emmy® recebeu elogios de Parents’ Choice Foundation, ganhou o “Annie Award” da internacional Animated Film Society e “Pulcinella” da Itália como Melhor Programa e Melhor Série de TV para Crianças.

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Começa a venda de ingressos para a Bienal do Livro

Estamos cada vez mais próximos da 25ª Edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontecerá no Pavilhão de Exposições do Anhembi, entre os dias 03 a 12 agosto. A venda de ingressos antecipados começou e até o dia 04/06 eles estarão com preço promocional, com 50% de desconto!

A organização do evento optou por manter o mesmo valor dos ingressos da última edição, de 2016, para esta. De segunda à quinta-feira, a inteira custará R$20,00 (meia R$10,00) e de sexta-feira à domingo R$25,00 (meia R$12,50) por dia.

Apesar da programação ainda não estar 100% fechada, algumas novidades já foram adiantadas com exclusividade pelo Beco Literário: Victoria Aveyard (A Rainha Vermelha), Lauren Blakely (Big Rock), Soman Chainani (A Escola do Bem e Do Mal), Yoav Blum (Os Criadores de Coincidências), Anna Todd (After), David Levithan (Todo Dia), Marissa Meyer (Sem Coração) e Tessa Dare (Spindle Cove) são alguns nomes já confirmados.

Os ingressos encontram-se disponíveis para a venda no site oficial do evento www.bienaldolivrosp.com.br e pelo telefone (11) 2626-1061. Tem direito à meia-entrada estudante, deficiente e seu acompanhante. Menor de 12 anos e maior de 60 terão gratuidade no ingresso. Funcionários e matriculados Sesc da categoria credencial plena também terão gratuidade e seus dependentes terão direito à meia-entrada. Será aplicado o benefício mediante apresentação da carteirinha e documento com foto.

Este ano, a Bienal do Livro aposta numa campanha inovadora cujo mote é: “Venha Fazer esse Download de Conhecimento”, que tem como proposta de valor destacar o protagonismo do livro em meio à nova percepção dos brasileiros diante do turbilhão de estímulos e canais de acesso a conteúdo que a tecnologia hoje propicia. A ideia é mostrar que, apesar dessas mudanças culturais no País, o livro, em seus diversos formatos, é o agente essencial do processo de conexão entre o conhecimento e o universo digital no qual vivemos. Você pode conferir a cobertura do Beco Literário clicando aqui.