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Cassandra Clare fará uma turnê pelo Brasil!

Parece que a Bienal de São Paulo não é o único destino da adorada autora de Os Instrumentos MortaisAs Peças Infernais no Brasil. Foi anunciado pela mesma, através do seu Twitter (@cassieclare) e depois pelo Twitter da Galera Record (@galerarecord), editora responsável pela publicação dos seus livros no Brasil, que a autora fará uma turnê em diversos lugares do Brasil, e que as datas e locais exatos ainda estão para serem confirmados. Veja os tweets abaixo:

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“@nmusa_: Por que não Rio de Janeiro também?” Eu provavelmente estarei no rio também. É uma turnê, não sei de todos os lugares ainda.

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Ansiosos pela vinda da Cassie? Que lugares vocês gostariam que ela viesse?

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Nova imagem promocional de "Academia de Vampiros"

O primeiro filme da adaptação cinematográfica dos livros de Richelle MeadAcademia de Vampiros, com estréia prevista para 14 de março de 2014 no Brasil, com estrelas como Zoey Deutch e Lucy Fry no elenco, teve uma nova imagem promocional liberada hoje pela Tandem Film. Confira-a em tamanho maior clicando na miniatura abaixo:

Quer saber mais sobre a série de livros e o filme? Leia nosso dossiê completo clicando aqui.

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George R. R. Martin estará na Bienal do Livro do RJ!

Brace yourselves! Martin is coming!

A Editora Leya, responsável pela publicação dos livros de George no Brasil, confirmou a informação: O assassino autor de Crônicas de Gelo e Fogo – série que deu origem ao seriado Game Of Thrones da HBO – estará presente na Bienal do Livro do Rio de Janeiro em 2015!

Ainda falta um ano, então fãs do autor, comecem a juntar suas economias! Conforme saírem novas informações a respeito da vinda do autor, postaremos no Beco Literário, fiquem atentos!

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Folha de S. Paulo: Best-seller Cassandra Clare virá para Bienal do Livro de SP

A escritora norte-americana Cassandra Clare, 40, autora da série “Os Instrumentos Mortais”, é o primeiro nome internacional confirmado para a Bienal do Livro de São Paulo, que acontece de 21 a 31 de agosto deste ano, no Anhembi.

Com mais de 26 milhões de livros vendidos no mundo, sendo 500 mil no Brasil, onde é publicada desde 2010 pelo selo Galera Record, Clare lançará, no primeiro final de semana do evento, a edição impressa de “As Crônicas de Bane”.

Cassandra Clare, autora de 'Os Instrumentos Mortais', que virá à Bienal do Livro de São Paulo
Da série mais famosa da autora, “Os Instrumentos Mortais”, o selo Galera Record já publicou os cinco primeiros volumes –o primeiro ganhou versão cinematográfica no ano passado. O sexto e último, “Cidade do Fogo Celestial”, foi anunciado para o próximo mês de maio em língua inglesa e deve ser publicado na sequência em português.

Nascida no Teerã, no Irã, filha de pais americanos, e batizada Judith Rumelt, Clare passou a infância viajando pelo mundo com a família. Em Los Angeles, ainda na escola, iniciou um romance chamado “The Beautiful Cassandra”, baseado na história homônima de Jane Austen. Após a faculdade, atuou como jornalista em revistas de entretenimento.

Ficou famosa na internet antes de lançar o primeiro livro da série “Os Instrumentos Mortais”, quando, como escritora de fanfics (ficções criadas por fãs) da série “Harry Potter”, ameaçou queimar os livros de J.K. Rowling quando esta disse que Harry e Hermione nunca ficariam juntos.

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Entrevista com Laura Spíndola, autora de 'Os Dois Lados da História'

Nos últimos dias, realizamos uma entrevista exclusiva com a autora Laura Spíndola, escritora de Os Dois Lados da História. Ela, que sempre teve a escrita presente em sua vida e foi extremamente simpática conosco, falou um pouco sobre sua obra, seus personagens, inspirações e deu conselhos para aqueles que querem seguir a carreira na escrita.

Confira a entrevista:

Beco Literário: De onde veio a ideia de escrever um livro? Era um sonho de criança seu, ou surgiu repentinamente?
Laura Spíndola: De certo modo, a escrita sempre esteve presente na minha vida, embora a ideia de fato de ser escritora tenha brotado pouco antes de começar a escrever “Os Dois Lados da História”. Mas até hoje tenho livrinhos que escrevi, recortei e colei quando mal havia começado a aprender a ler e escrever. Sendo uma leitora compulsiva desde esta época, acabei naturalmente entrando para o mundo da escrita.
Quando estava com quatorze anos, coloquei na cabeça que iria escrever um livro. Depois de algumas ideias que acabaram não indo para frente, finalmente tive a minha inspiração, em um dos momentos mais inusitados. Foi em 2009. Eu estava com a minha família no parque “Islands of Adventure”, em Orlando, já no final do dia. Era hora daquela última volta nos brinquedos favoritos antes de ir embora. Eu já tinha ido na “The Incredible Hulk Roller Coaster” inúmeras vezes, mais do que em qualquer outro brinquedo. Na minha última volta, até mesmo meu pai não aguentava mais, e acabei indo sozinha. Já estava tão acostumada que nem mesmo fiquei nervosa. Simplesmente comecei a observar as pessoas na fila. Quando faltava apenas uma leva de pessoas para que eu entrasse no carrinho, imaginei um menino no mesmíssimo lugar que eu estava, mas, ao contrário de mim, morrendo de pavor daquela monstrenga. Logo imaginei uma menina tão irritada por algum motivo que nem mesmo ligava para o fato de estar numa montanha-russa imensa. Só sei que, assim que desci daquele carrinho verde, ela começou a nascer naturalmente.

BL: Você com certeza já leu resenhas literárias do seu livro e de livros que você gosta. De uma maneira geral, você gosta delas? Concorda na maioria das vezes ou discorda?
LS: Eu mesma não costumo escrever resenhas, pois não tenho a facilidade de escrever em poucos parágrafos os diversos sentimentos que me invadem durante a leitura de um livro. Mas eu admito imensamente quem, com este restritivo espaço, consegue capturar a essência do livro! Sem dar spoilers, admiro a capacidade destes resenhistas de listar os pontos fortes e fracos do livro, enaltecendo-o pelos acertos e sem desmerecê-lo pelos erros. Quando a opinião é bem positiva, então, adoro quem consegue, sempre de maneira espirituosa, deixar aquela maravilhosa sensação de “preciso ler este livro AGORA”.
Eu gosto muito de ler várias resenhas sobre um mesmo livro, ainda mais se elas destacam pontos de vista completamente diferentes. Normalmente, vejo que a maioria das resenhas de meus livros preferidos são positivas e, de livros que não gostei nem um pouco, quase sempre são negativas. Mas gosto de ver resenhas negativas sobre meus favoritos e positivas sobre os que não gostei, pois acho muito divertido ver as tão variadas emoções que um mesmo livro pode oferecer.

BL: Você possui algum costume enquanto escreve e/ou lê? Escutar músicas por exemplo?
LS: Acho que, considerando dez momentos em que eu esteja escrevendo, em nove deles estou escutando música. No décimo não é possível porque provavelmente estou escrevendo durante alguma aula. Acho que a música tem um impacto muito grande na história no momento em que ela está sendo escrita. É sempre bom aproveitar o sentimento que te apodera no momento para escrever cenas de mesma emoção, e eu considero a música indispensável para a intensificação desse sentimento.
Entre outras manias, sempre escrevo ou em um caderninho que SEMPRE levo comigo quando saio de casa (cheguei a deixar de levar livros que usaria na escola, quando minha mochila estava pesada, só para não deixá-lo para trás) ou no meu laptop, propositalmente sem internet e sem nada de interessante instalado. Quando escrevo no laptop, simplesmente deixo aberto um jogo de Paciência ou de FreeCell, para quando minha inspiração está em falta; depois de dezenas de partidas repetitivas, é inevitável começar a preencher a folha em branco do Word.

BL: Monteiro Lobato dizia que “Um país se faz com homens e livros”. Você concorda com isso? Acha que o Brasil está incluído nessa concepção, de um país que lê, apoia e valoriza sua literatura?
LS: Sim, concordo plenamente. Não diria que, atualmente, o Brasil é um dos países onde a leitura é uma das prioridades, mas posso dizer com segurança que vejo a situação melhorando e que estamos nos encaminhando cada vez mais para uma maior valorização da literatura. Acredito que, atualmente, existe um número sem igual de gêneros e tipos de livros, que podem atrair qualquer público, de qualquer gosto e de qualquer idade. Também acredito que não só os clássicos devam ser respeitados e valorizados, mas, da mesma forma, devem ser os mais recentes lançamentos.

BL: As histórias que você escreve, vêm do nada ou é algo que você pensa bastante por um tempo?
LS: Em relação à escrita, a maior facilidade que tenho é a de arrumar ideias para boas histórias. Tenho ideias nos momentos mais inesperados e, sempre anotando todas para usá-las no futuro, posso dizer que poderia escrever histórias de quase todos os gêneros literários. Apesar desta facilidade, quando escrevo, tenho em foco apenas algumas poucas delas e me dedico completamente a desenvolvê-las, sempre buscando montar uma estrutura e uma base concreta.
No entanto, não gosto de ter tudo completamente planejado: no caso de “Os Dois Lados da História”, comecei a escrever sem ter a mínima ideia do que eu ia fazer com aquela história. Quando já tinha uma boa parte escrita, tinha uma ideia do que ia acontecer no final, mas nem mesmo sonhava em saber o que ia acontecer nos próximos capítulos. Foi muito divertido, pois a maioria dos acontecimentos do livro surgiam de repente e, quando eu escrevia trechos aleatórios que, na hora, não sabia onde poderia colocar, eles acabavam se encaixavam perfeitamente à medida que eu ia escrevendo. Chegando perto do final é que eu já tinha bem claro em mente o que ia acontecer.
Então, posso dizer que, para mim, é importante ter uma noção de para onde a história deve ir, mas também posso dizer que, sem planejar o caminho para este fim, é maravilhoso ver ela nascendo aos poucos.

BL: Seus personagens são inspirados em pessoas que você conhece ou em características suas?
LS: Gosto de dizer que meus personagens são todos umas “saladas mistas”. Às vezes eles surgem da personalidade de certa pessoa e acabam adquirindo características de outras; alguns já nascem inspirados em duas ou mais pessoas… até mesmo os gatos que aparecem em “Os Dois Lados da História” são misturas de aparências e personalidades de gatos que tenho e já tive. Os protagonistas, Alex e Camila, não são exceção: cada um carrega grande parte de características minhas misturadas com características de amigos, meu irmão, pessoas que encontrei uma única vez na vida, etc. Mesmo quando eu digo a alguém: “este personagem é completamente baseado em você”, ele sempre acaba levando alguma coisa de outras pessoas.

BL: Você sempre gostou de ler, desde criança? Acha que ler bastante, te ajuda na escrita?
LS: Sim, eu leio bastante! São poucas as coisas nessa vida que me fazem largar um livro interessante. Essa paixão vem desde que eu era bem pequena; não foram poucas as vezes que eu preferia ganhar livros a roupas e brinquedos. Sempre tive um grande incentivo dos meus pais em relação à leitura, mas acabei naturalmente me apaixonando por esse mundo literário.
Eu acho que um está intrinsecamente ligado a outro; não acredito que seja possível escrever histórias, poemas ou o que quer que seja sem gostar de ler. Não apenas pela questão da gramática, cujas regras são apreendidas de maneira infinitamente mais fácil se o hábito de leitura é predominante, mas, também, na questão da inspiração. Sem que se entre em contato com tantas ideias e pensamentos maravilhosos encontrados em diferentes livros, acredito que seja impossível ter inspiração suficiente para escrever de maneira apaixonada e apaixonante.

BL: O que você diria para aqueles que querem tentar a carreira de escritor?
LS: Acredito que novos autores de grande talento vêm surgido a cada dia no Brasil. Ainda temos muito a melhorar em relação ao incentivo à leitura, mas vejo que o mundo literário está cada vez mais abrangente e mais oportunidades são dadas a autores que ainda não têm reconhecimento. Se há alguém que realmente ame escrever, que sente que sua vida vai ser incompleta sem colocar as suas ideias para fora, então é preciso perseverar; fazer grande sucesso como autor ainda não é uma tarefa simples e pode contar com um pouco de sorte, mas é preciso batalhar bastante para conseguir, pois desistir de seu sonho é inaceitável. Atualmente, há espaço para TODOS no mercado literário e, se esse alguém acha que o seu livro merece um lugar nele, então não há nada nem ninguém que possa impedi-lo.

BL: Você possui um livro preferido? Aquele que indicaria para qualquer pessoa ler?
LS: Para mim esta pergunta é quase uma maldade, pois existem dezenas, talvez centenas de ótimos livros que sempre me vêm à mente! Considero impossível escolher um só. Mas tenho uma “listinha” de alguns dos melhores livros e séries que já li, e indico a todos a leitura de qualquer um destes: as séries “Harry Potter”, “Percy Jackson e os Olimpianos” (e todas as outras séries do Rick Riordan), “O Diário da Princesa”, “A Mediadora”, “Como Treinar Seu Dragão”, “Jogos Vorazes”, “Eragon”, “Coração de Tinta”, “Fazendo meu filme”, “Minha vida fora de série”, “Dragões de Éter”, “Amanhã”; os livros da Agatha Christie, em geral, com destaque para “O Caso dos dez negrinhos”, “A Casa Torta”, “Assassinato no Expresso do Oriente” e “Os Quatro Grandes”; “A menina que roubava livros”, “O Palácio de Inverno”, “@mor” e “O Selo Médici”.

BL: Fale um pouco do seu livro, “Os Dois Lados da História”?
LS: É um romance adolescente que comecei a escrever com 14 anos e terminei aos 15 . Chama-se “Os Dois Lados da História”, pois cada evento da história é contado pelos protagonistas Alex e Camila. A história retrata bem o cotidiano dos protagonistas e seus amigos no último ano do Ensino Fundamental, através de situações emocionantes e engraçadas. Apesar de chamá-lo de romance, considero-o mais um livro de humor; é uma história bem leve e divertida, e acredito que muitas pessoas se identificarão com ela.

Muito obrigado pelas respostas, Laura! Gostou da entrevista tanto quanto nós? Visite os links oficiais da autora abaixo e depois nos enviem suas opiniões!

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Filme de "Insurgente" começará a ser produzido em maio

A Lionsgate começará a produção de Insurgente, sequência do filme estrelado por Shailene Woodley, Divergente em maio – dois meses após o lançamento do primeiro filme.

A empresa anunciou semana passada que Akiva Goldsman será o roteirista do filme “Insurgente”, depois de Brian Duffield ter trabalhado no roteiro inicial. O site Variety divulgou em Dezembro, que o diretor de Divergente, Neil Burger, não trabalhará em no segundo filme da série e a Lionsgate ainda anunciaria o novo diretor.

Divergente, será lançado em 21 de março nos Estados Unidos, seguido de “Insurgente” em 20 de março de 2015 e “Convergente” em 18 de março de 2016. A franquia – lançada pela Summit – é vista como uma estratégia da Lionsgate para liderar o gênero jovem-adulto, seguindo os sucessos anteriores dos cinco filmes da saga “Crepúsculo” e os dos primeiros de “Jogos Vorazes”.

A Summit fechou o contrato em 2011 para adquirir direitos para os filmes da série futurística de Veronica Roth, “Divergente”. A Lionsgate adquiriu a Summit em 2012.

“Divergente” possui estrelas como Theo James, Jai Courtney, Miles Teller e Kate Winslet no elenco e se passa em uma Chicago distópica, onde a sociedade é dividida em cinco facções, cada uma dedicada a uma virtude particular, e todos aqueles que completam 16 anos devem escolher uma facção, a qual irão viver pelo resto de suas vidas.

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Jennifer Lawrence ganha biografia em formato de história em quadrinhos

Jennifer Lawrence agora vai virar uma “heroína” dos gibis. A atriz ganhou uma história em quadrinhos que vai contar toda a sua carreira.

O gibi conta, em 24 páginas, os principais momentos da carreira de J-Law, desde o filme “Inverno da Alma”, até a sua indicação ao Oscar por “Trapaça”, passando por “Jogos Vorazes” e a famosa queda nas escadas do Oscar em 2013.

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A responsável pela HQ é a editora Bluewater. O autor do gibi, Michael Troy, contou alguns motivos que o levaram a escrever essa história:

“Jennifer Lawrence é uma verdadeira inspiração como atriz talentosa e pé no chão, jovem, e com incrível sagacidade. Foi muito divertido trabalhar no livro porque Jennifer é uma pessoa tão interessante. Todos os diferentes atores e atrizes com quem ela já trabalhou forneceram um material muito interessante. Ela é uma pessoa muito animada!”

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A história em quadrinhos ganhou o título de “Fame: Jennifer Lawrence” e custa 4 dólares nos Estados Unidos. Uma versão interativa online também será lançada.

A mesma editora do gibi já lançou edições contando a história de outras celebridades como Adele, Taylor Swift, Angelina Jolie e Kristen Stewart.

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Novas imagens, entrevista e informações do filme "Academia de Vampiros"

Parece que não param de sair novos materiais do filme Academia de Vampiros. Com a estréia se aproximando, foram liberados novos stills e imagens promocionais da adaptação cinematográfica da série de Richelle Mead, confira-os clicando nas miniaturas abaixo:

Hoje, em Los Angeles, acontecerá a premiere do filme, que contará com a presença dos atores Zoey Deutch, Lucy Fry, Danila Kozlovsky, Olga Kurylenko, Sarah Hyland, Sami Gayle, Dominic Sherwood, Cameron Monaghan, Joely Richardson, Ashley Charles, além do diretor Mark Waters e do roterista Daniel Waters. Segundo as fontes, não haverão livestreams. Você pode conferir a cobertura completa do evento no site parceiro Vampire Academy Brasil.

Ontem, postamos aqui, uma entrevista da Zoey Deutch para o site Dhampir Life, sobre o filme. Hoje, Dominic Sherwood deu uma entrevista ao mesmo site, confira-a:

Dhampir Life entrevista o elenco de Vampire Academy – Dominic Sherwood

Nós tivemos a incrível oportunidade de entrevistar o elenco de Vampire Academy em Los Angeles para o Press Day! Essas entrevistas foram feitas com um grupo de diversos jornalistas de diversos meios de comunicação onde compartilhamos nossas perguntas.

Aqui está a entrevista com Dominic Sherwood em que ele fala sobre música, mitologia grega, relacionamentos, Christian Ozera e mais!

Então, nós temos que perguntar, como foi a sua experiência no ensino médio no Reino Unido?

Dom:  Lá nós chamamos de escola secundária. Na verdade, não foi tão ruim, a única coisa com que sofri foi o fato de que nós não tínhamos um departamento de atuação, nós não tínhamos um departamento de teatro então eu não pude estudar isso dos meus 11 até os meus 16 anos. Não era uma opção para nós e não estava disponível. Claro, obviamente por conta disso eu disse para as pessoas que eu queria ser ator e eles ficavam ‘você deveria fazer algo como biologia, matemática ou inglês, você deveria ter um emprego de uma pessoa normal’ e eu ficava, não, isso não é o que eu sou. Eu não sou uma pessoa assim. Então essa foi provavelmente uma das coisas com que eu mais sofri.

Você era um cara popular, nerd, atleta ou nenhum deles?

Dom: Eu era músico. Eu costumava tocar muito, eu ainda toco muito agora porque eu acho que é algo muito purificante para mim, pessoalmente. É algo que eu posso dizer ‘Oh, estou me sentindo assim’ ou ‘estou me sentindo triste’ ou ‘estou me sentindo feliz’. Eu posso sentar e tocar e assim me sentir melhor.

Violão ou outros instrumentos?

Dom: Eu todo violão, um pouco de piano e eu canto um pouco.

Você compõe suas músicas?

Dom: Sim.

Quando o álbum será lançado?

Dom: Isso é algo que eu gosto de fazer para mim, por conta de como isso me faz sentir e porque eu posso ter isso como purificante em certos momentos. É algo que eu simplesmente sentaria em meu apartamento, talvez com meu colega de quarto ou até mesmo sozinho, e simplesmente cantaria ou tocaria algo, o que quer que seja, ou escutaria música.

Você tem uma pequena cena engraçada de romance com Lucy no filme e ela disse que vocês haviam acabado de se conhecer e era literalmente no segundo dia.

Dom: Sim, foi o segundo dia. Eu fui escolhido muito tarde com o processo, e eu não tive a chance de conhecer todo mundo. Então, literalmente a primeira vez que eu falei propriamente com Lucy foi no primeiro dia e assim, no segundo Mark chegou e disse ‘legal, vamos dar agora uns beijos’ e nós dois ficamos ‘um, oh meu Deus!’ Mas tudo correu bem, não era um problema em si, o primeiro beijo foi um pouco fora do lugar… Na realidade, isso não é verdade… *risadas* yeah o primeiro mesmo foi quase que um desastre. Mas, eu estava bem feliz por tirar essa cena do caminho logo de cara, porque depois não tivemos mais nenhum tipo de pressão, não foi construído, era somente um ‘ok, legal, temos que dar beijos de novo’, não era mais um problema, porque o primeiro foi feito. Então, sim, foi realmente bom, funcionou muito bem.

Agora que você já interpretou um vampiro, tem outro ser supernatural que você gostaria de interpretar, como um zumbi ou algo assim?

Dom: Eu sou muito ligado na Mitologia Grega, na verdade, sempre fui. Então, algo que tivesse a ver com deuses ou semideuses, Hércules, Perseu, algo disso ou um pouco dessas coisas, Aquiles! Eu sempre fui muito, muito interessado nesses tipos de coisa. Então, sim, eu com certeza faria algo que fosse baseado nisso.

Qual deus você gostaria de interpretar?

Dom: Hmm… Ares, talvez. Deus da guerra, porque eu acho que ele é um dos mais interessantes, ou então Hades. Eu acho que Hades seria bem interessante porque se tem tanto sobre aquela história sobre Hades, Zeus e Poseidon, todos os irmãos e ele foi banido para o submundo; então tem muita história por trás disso e que ninguém percebe que era Zeus o malvado da história, que atormentou seu irmão Hades e o transformou no que ele é hoje. Eu tenho uma tatuagem de Hermes, como um mensageiro alado.

Ah, é a que está em seu pé?

Dom: Sim, essa aqui!

Oh, wow! Legal! Um dos fãs queria que perguntássemos sobre isso e estava na minha lista!

Dom: Oh, sério? *risadas*

Então, o que você mais gosta sobre seu personagem?

Dom: Eu realmente gosto de tudo sobre o meu personagem. O que é interessante sobre Christian é que tudo acontece quando ele é muito, muito jovem, quando seus pais viraram Strigois e, então o atacaram. Então, eu tive que desenvolver meu personagem a partir de uma criança de quatro anos que o fez virar essa pessoa meio sarcástica, solitária, que usa o humor como um mecanismo de defesa, mas que também é muito leal, orgulhoso e muito corajoso, o que o tornou esta pessoa. Eu tive que o desenhar a partir dos seus quatro anos de idade. Eu tinha quatorze anos de história para absorver e conseguir desenvolver verdadeiramente o personagem com a ajuda de Mark e Dan.

Os livros te ajudaram?

Dom: Eu não li os livros até que o filme fosse filmado e isso foi porque nós estávamos fazendo a versão de Vampire Academy de Mark e Dan. Então, eu não queria me confundir por ter a versão de Richelle ali, ainda que fosse semelhante, para descobrir se elas são, se tinham diferenças; eu não queria que tivesse nenhum tipo de ‘essa é a versão que estamos fazendo.’ Sabe, Richelle fez um grande trabalho e eu sou um grande fã, eu tenho lido os livros já, mas eu não queria me manchar com duas versões diferentes, porque aquela era a versão de Mark e Dan de Vampire Academy naquele mundo.

Você já começou a coletar uma grande quantidade de fãs de Vampire Academy e, é insano ver toda a atenção que engloba o filme?

Dom: É sim, eu sou um mero rapaz de Kent, é isso o que eu tenho sido. Então, eu não antecipei ter pessoas me pedindo para tirar fotos ou me pedindo autógrafos. Não é algo que eu me vejo fazendo, eu acho. É algo que ainda não tinha entrado em minha cabeça, até que chegou a tour de imprensa e eu comecei a conhecer essas pessoas, nunca foi algo que eu ficava ‘Ah, sim isso provavelmente vai acontecer’. Eu nunca pensei assim, e agora que eu comecei a conhecê-las foi, ‘nossa, essas pessoas realmente se importam com quem eu sou, elas se importam com o filme e estão muito animadas por ele.’

Você já teve a chance de dar uma olhada em seus fansites?

Dom: Eu os olho! Eu os olho muito brevemente, eles estão no meu feed no twitter e tal, mas eu sou tão ruim com todo tipo de mídia social que eu sei que eu irei estar bêbado um dia e direi algo realmente estúpido ou irei tuitar uma foto completamente ridícula, então eu tento e me oriento a ficar longe deles. Eu tento ficar longe para ver se eu consigo me salvar de mim mesmo.

Rose mente para Christian a respeito dos sentimentos de Lissa e eu estava aqui pensando se você já teve alguém que você achava que era amigo, mas estragou a relação por te dizer alguma coisa?

Dom: Hm, não. Eu vi isso pelo ponto de vista de uma terceira pessoa, nunca aconteceu comigo. Eu sou muito bom em arruinar os meus próprios relacionamentos *risadas* eu não preciso de outra pessoa, eu sou muito bom nisso. Eu já vi isso acontecer com meus amigos, era meio que similar à situação, tirando os vampiros, era realmente uma situação bem similar. Eu vi isso pelo meu amigo, que tinha um ponto de vista individual, e na verdade, era exatamente isso que eu estava lembrando quando estávamos filmando naquela noite. É terrível, mas pelo ponto de vista da Rose, ela estava fazendo aquilo pelas razões que ela achava que eram certas. Considerando que, com o meu amigo, o outro cara estava muito mal informado e teve as ideias erradas. Rose obviamente estava fazendo isso pelas razões certas.

Se os papéis fossem invertidos e fossem você e Lucy interpretando Rose e Dimitri, como você acha que seria ou o que vocês fariam de forma diferente?

Dom: Oh, que interessante! Essa é realmente uma boa pergunta! Eu amaria interpretar Dimitri. Eu acho que seria incrível.  Eu não tenho nada de um homem difícil, eu nem me considero ser um homem ainda, eu sou um garoto, mentalmente. O que nós faríamos de diferente… Eu acho que seria uma relação bem diferente e eu acho que é por isso que é o que nós fazemos para viver é incrível, se as melhores partes da história que nós estamos observando, fosse interpretada por atores diferentes, eu acho que seriam histórias bem diferenciadas. Isso é realmente interessante, eu não sei se tem algo que eu faria necessariamente diferente, porque não é algo que eu já tenha pensado sobre, você sabe, Danila sempre interpretou Dimitri e Zoey, Rose, então eu nunca me coloquei em seus lugares. É realmente interessante porque mesmo que eu tivesse recebido o script recentemente, e tenha o lido para o papel, e eles me ligassem oferecendo um papel diferente no filme, um papel que eu não tivesse lido até então, eu teria que literalmente, sentar e reler através do outro personagem, porque quando você lê o roteiro, você absorve tudo quando você o lê do seu ponto de vista, então eu o li do ponto de vista de Christian. Se eles me dissessem ‘é, nós na realidade, queremos você interpretando Dimitri’ eu teria que reler o roteiro e me preparar novamente a partir do ponto de vista dele.

Quais são as vantagens de se interpretar um vampiro?

Dom: Especialmente para nós, eu acho que o poder. O poder Elemental dos Moroi e, você sabe, eu manipulo fogo, eu o faço muito bem, sim, eu sou muito bom! Para mim, foi tipo o ápice, os poderes e tal. Tinha dias que eu pensava, os acrobatas irão colocar fogo em mim e eles estavam falando comigo sobre isso – não de um jeito bizarro! *risadas* Havia um gel especial que você pode usar e que quando colocado nas mãos e nos seus braços, eles podem digitalmente colocar fogo com um gatilho que ele colocar atrás da câmera e, obviamente, seus braços entram em chamas e tal. Eu acho que eles gastaram muito tempo comigo e acabou que ‘Você é muito desastrado para isso, você estará em chamas e irá ficar passando a mão pelo seu cabelo ou algo assim e irá arruinar o resto do filme’. A única vez que eu usei o fogo foi na última cena, com os cachorros, eles fizeram o fogo passar pelo meu corpo, o que foi incrível. Eles ficaram na parte de trás com carrinhos, tipo os de golfe, com esses enormes e longos tubos e assim eles atiraram, como lançadores de chamas, e através disso meu corpo meio que flamejou em direção ao local em que os cachorros estavam, e eles falaram ‘nós sabemos como você é Dom, só não coloque a mão no fogo’ e eu estava ‘Obrigado gente, eu tentarei não colocar minhas mãos no fogo’, mas sim, isso é o que eu mais gosto sobre ser um vampiro.

Você é músico, mas quem você gosta de ouvir?

Dom: Isso muda e varia muito, no momento eu voltei ao passado um pouco. Então, Beatles, Led Zeppelin, The Rolling Stones, claro, Lenny Kravitz e todos esses tipos, realmente estou passando por essa fase. Mas tem fases que *risadas* eu passo pela fase Taylor Swift de vez em quando. Também tenho escutado muita musica country como Luke Bryant ou Carrie Underwood, eu passo por essas estranhas fases. O bom do meu iPhone é que eu posso achar um gênero e falar, certo, vou escutar isso pelo resto da semana. Acho, porém, que depende muito do meu humor e do que eu esteja fazendo no momento, sabe, todo mundo tem a sua música para malhar e esses tipos de coisa, mas nesse momento esse é tipo de música que tenho escutado.

Você já escutou a trilha sonora?

Dom: Na verdade não. Eles ainda não me mandaram! Eu escutei algumas, eu escutei a faixa da Iggy e a da Natalia, e eu acho que dentro de alguns dias eu vou conhecer Iggy e eu estou muito animado com isso.

Quais os aspectos do seu personagem você espera que as pessoas aprendam?

Dom: Eu acho que o que é ótimo no filme são as coisas que eu quero que as pessoas consigam se conectar e aprender com, isso não se relaciona a ele por ser vampiro, elas estão relacionados às coisas normais que as pessoas passam no ensino médio. Esses são os aspectos que eu quero que as pessoas aprendam. Se elas estiverem assistindo Christian, eu quero que elas vejam que ele é leal e que ele ama Lissa, não importando o que os outros pensam, porque você sabe, coisas boas vêm para aqueles que esperam e que realmente merecem – na verdade, eu não acredito que coisas boas vêm para aqueles que esperam – coisas boas vêm para aqueles que merecem e que as conquistaram! E Christian realmente conseguiu, ele iria ganhar para si uma amiga, uma alma gêmea e encontrou isso em Lissa. É realmente interessante e sim, são esses aspectos que eu quero que as pessoas aprendam, não tem a ver com o fato de ele ser vampiro, mas tem a ver com o fato dele ter emoções humanas.

Fora ter aprendido como lidar com fogo, você saiu dessa experiência com outras habilidades? Você agora é um expert em usar presas?

Dom: Eu tive muito treinamento para aprender a lutar. Oh, as presas também, eu aprendi como falar com as presas, elas são muito afiadas, muito, muito afiadas mesmo. E tem duas peças individuais que as prendem nos dentes incisivos e se prendem percorrendo todo o caminho por trás dos dentes. É muito fina, você não consegue sentir elas atrás dos dentes. Se você fechar a boca rapidamente, você se morderá. Eles supostamente foram feitos para se encaixar em um lugar específico, mas conforme você fala, obviamente sua mandíbula se move e eu mordi minha língua algumas vezes. Eles são afiadas o suficiente para tirar sangue. Isso é um fato! Você pode tirar isso de mim, elas são afiadas o suficiente para tirar sangue.

Todas as meninas foram ao shopping fora do set, e você? Você saiu por aí depois delas ou fez suas próprias coisas?

Dom: Todas as meninas foram ao shopping?

Elas foram!

Dom: Por que elas não me levaram? Isso é tão malvado! Eu acho que nós passamos muito tempo juntos e obviamente boa parte da produção era britânica, então nós gostamos de sair pra beber, fomos a vários bares e clubes no centro de Londres e nos conectamos assim… oh sim, as meninas foram ao shopping, não foram? Sim, elas me disseram isso! Elas me disseram.

Você tem algum projeto próximo que possa falar?

Dom: Infelizmente eu não estou permitido de falar sobre eles.

Eu vi que você virou o guia turístico deles porque você é de Londres.

Dom: Eu e Dominique [Tipper]. Dominique era a outra. Eu não sei como ela faz, mas ela sabe todas as entradas e saídas de Londres, nós estávamos ‘nós devemos ir a esse lugar?’ e ela ‘Sim, eu conheço uma pessoa daí’, claro que conhece. Mas isso acontecia em todos os lugares de Londres em que íamos: ‘Devemos ir neste lugar?’ ‘Sim, eu conheço uma pessoa, só me deixe ligar com antecedência. ’, eu ficava ‘Wow, ok, louca!’

Você fez várias coisas pela primeira vez na sua vida neste filme: o fogo, as presas, o que mais você tem como primeira vez?

Dom: Lentes de contato. As lentes de contato coloridas para a primeira cena no meio, e elas eram realmente muito, muito desconfortáveis, muito desconfortáveis. Claro, você não consegue enxergar nada nas partes que são coloridas. O buraco é menor que a sua pupila, então você não consegue ver por ele, no fim, você termina com essa com essa opaca tinta vermelha ao redor de tudo que você olha. Isso foi pessoal, porque não acontece com todo mundo, mas eu não conseguia focar minha visão, porque eles estavam fazendo com que minha pupila parasse de se contrair e dilatar apropriadamente, então tudo ficou colorido e embaçado durante a cena toda.

Você correu em algumas paredes?

Dom: Mas eu fiz aquilo sem as lentes de contato! Aquilo foi vergonhoso, eu sou muito desastrado. Eu estava andando em umas coisas, errei alguns passos… e yeah.

Parece que os diretores estavam tentando te matar, eles colocaram fogo em você, você se mordendo com as presas…

Dom: Pois é! Eles não me querem em Vampire Academy 2! Eu percebi, eu percebi.

O filme tem estréia prevista para 14 de março de 2014 no Brasil. Quer saber mais sobre a série de livros e o filme? Leia nosso dossiê completo clicando aqui.

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Atualizações

Novo pôster de "Academia de Vampiros" + Entrevista com Zoey Deutch

Foi liberado hoje, um novo pôster individual da adaptação cinematográfica de Academia de Vampiros, com Zoey Deutch (Rose Hathaway). Confira-o clicando na miniatura abaixo:

A mesma atriz, deu uma entrevista ao site Dhampir Life, sobre o filme. Veja-a abaixo:

Dhampir Life entrevista o elenco de Vampire Academy – Zoey Deutch

Tivemos a grande oportunidade de entrevistar o elenco de Vampire Academy em Los Angeles para o Press Day! Essa entrevista foi feita com um grupo de jornalistas e grupos da mídia onde compartilhamos nossas perguntas.
Aqui está nossa primeira entrevista com a Zoey Deutch, onde ela fala sobre como era a escola, como foi trabalhar com o Cameron Monaghan, e se ela aprendeu alguma coisa em russo com o Danila. Vejam a entrevista logo abaixo!

DL: O que você gosta na sua personagem?[Rose Hathaway] 
ZD: Ai meu Deus, quantas vezes já respondi essa pergunta? O que eu mais gosto na Rose… Eu gosto que a Rose Hathaway é apaixonadamente curiosa, ela é esforçada, leal à sua melhor amiga, ela é uma lutadora – literalmente e fisicamente – e para mim o que eu mais amo nela é o humor e que ela usa isso como um jeito de sobreviver e se auto-defender. Amo isso nela.

DL: Você teve uma cena de amor com um cavalheiro mais velho e sexy. Isso te fez ficar um pouco nervosa para que seus pais e amigos vejam?
ZD:
 Não. Eu lido com isso com piadas de mim mesma. Eu falei para muitos amigos quando eles viram o trailer “E você viu minha bunda! Como você se sente com isso?”

DL: Você é bem valentona no filme com o Danila, você acha que você pode acabar ele na vida real?
ZD:
 Acabar com o Danila na vida real? Sim, porque ele nunca lutaria com uma garota! Ele nunca machucaria uma mulher. Ele é um cavalheiro por completo.

DL: Quando criança você fez dança. Isso te ajudou a aprender arte marciais para o filme? 
ZD:
 Isso ajudou nos chutes que eu fazia porque eu era flexível. E mais para a coreografia porque meu corpo estava pronto para aprender isso rápido. Mas não me ajudou nas artes marciais porque eu tinha que criar massa muscular. Isso foi com muito treino de academia.

DL: Qual foi a primeira coisa que você teve que fazer para o filme?
ZD: 
Foi o treinamento. É, eu estava lendo os livros e treinando.

DL: Foi a primeira vez na sua vida que você fez essas coisas? 
ZD:
 Foi a primeira vez que eu coloquei o pé em uma academia… e eu não recomendo isso!

DL: Você vai continuar com os treinamentos e tudo mais? 
ZD:
 Mas é claro que não. Quero dizer, eu ainda gosto de Kickboxing e eu sempre faço Ioga e caminho muito. Mas academia não é pra mim. E que – ei – Rose Hathaway teria concordado! Ela odeia tudo isso!

DL: Então como você pessoalmente, como Zoey Deutch, lidaria com um Strigoi na vida real? 
ZD:
 Eu sou de Valley! Eu usaria meu sotaque de Vally e gritaria super alto. E isso “coloque um palavrão aqui ” iria apenas fugir…. Mais rápido que eu possa dizer…. [Zoey dá um grito] AAAAAAAAAAAAHHHHH!

DL: Você frequentou uma escola de artes certo? 
ZD:
 Sim, mama

DL: Então como foi essa experiência? Eu perguntei para a Lucy e ela era atleta ou Nerd. Essa experiência foi bem normal ou super estranha para você? 
ZD:
 Foi bem novo porque eu frequentei escola particular a minha vida toda, e sempre achei que meus colegas reprovaram de propósito e, portanto eram maliciosos e terríveis.

DL: Estilo Meninas Malvada?
ZD: Sim. Só que não, não necessariamente malvados. Chatos. Eles eram tão chatos. Eles eram pessoas tão inteligentes indo bem em uma escola extremamente difícil, mas eles reprovaram de propósito. Quando eu fui para a outra escola, eu estava com pessoas que eram apaixonadas pelas coisas que são importantes para elas e isso abriu meus olhos e me inspirou.

DL: Você vem de duas gerações do mundo do entretenimento. Você pode falar qual foi o melhor conselho que seus pais te deram, e como é trabalhar com a sua mãe porque você já trabalhou com ela antes?
ZD:
 Minha mãe é tão profissional, é intimidante. Todo o set que já trabalhei, sempre tem alguém na equipe que é o ajudante, ou o cara do som, ou um produtor, o diretor… Eles têm exemplos de como a minha mãe é meiga com eles. E isso é tão incrível! Especialmente em um trabalho como esse. E trabalhar com ela foi ótimo. Nos trabalhos muito juntas. Ela sempre me ajuda nas audições.

DL: Você aprendeu alguma coisa em Russo com o Danila ou a Olga no set? Podemos escutar alguma coisa?
ZD:
 Eu aprendi um bando de palavrões eu prometi para o Danila – risos – eu jurei para ele que eu não ia falar isso em nenhuma entrevista, e ele ficou tipo “Ah não, vou ficar com problemas!”

DL: Muitas pessoas levaram seu comentário de você beijar o Danila no tapete vermelho se ganhassem o MTV Brawl bem a sério. Bem, nos não ganhamos, mas chegamos às finais! Eles ainda se perguntam se vocês ainda vão fazer isso.
ZD:
 Não, isso não foi pra valer! *risos* qual seria o propósito disso? E eu seria o exemplo de uma stalker esquisita. Eu já o beijei!

DL: Você conhece os livros? Você leu os livros antes de você pegar o script? Qual foi sua impressão?
ZD:
 Eu li os livros depois de ganhar o papel, mas eu não li eles antes da audição.

DL: Foi divertido entrar nesse mundo de fantasia e ver você na tela rodeada de vampiros e protegendo eles? 
ZD:
 Foi legal assistir a história, mas não foi legal ver eu mesma, irônico o suficiente, eu sou uma jovem que ama atenção então você deve pensar que eu fiquei tipo “olhem para mim! Estou na tela!” Mas é bem vergonhoso e estranho assistir você por duas horas… Ou uma hora e meia, ou qualquer que seja o tamanho do filme.

DL: Você se auto-critica quando você assiste e fala “devia ter virado minha cabeça assim, ter feito desse jeito!”
ZD:
 Sim… Sim, eu procuro defeitos em tudo. Eu sou extremamente crítica.

DL: Você fez muita narração no filme. Quando você viu o script pela primeira vez e viu o quanto ela ia dizer, você ficou “ai meu Deus, isso vai ser difícil” ou….
ZD:
 Não necessariamente o quando de diálogo tem, é na verdade o diálogo. As palavras são tão específicas. O que você viu foi ¾ de coisas minhas cortadas. Isso foi muito para memorizar e ninguém no elenco pode falar que eu errei minha fala e… TENHO ORGULHO DISSO!

DL: Você falou com a autora do livro para saber como pronunciar os nomes?
ZD:
 Sim, nos ligamos para ela do set e estava no viva-voz e foi tipo ” Oi Richelle! Estamos aqui no set, fazendo o seu ahh….. filme! Como você pronúncia ‘Dhampir’? ”

DL: Como Rose é uma heroína? Nós temos fortes e jovem heroínas como a do Jogos Vorazes. Como a Rose é diferente de todas as outras desse gênero?
ZD:
 Eu acho que…. bem um, o senso de humor. Eu acho que isso foi hilário. As palavras que saem da boca dela não podiam ser mais ridículas. Mas o que separa ela das outras dela ser a heroína, ela é a narradora, a heroína e ela comete erros. Ela nem sempre está certa ou perfeita. – e eu amo isso. Você torna a personagem principal, em uma serie de maneiras, tão humana sabe? Ela tem tanta certeza sobre as coisas e ela é forte e confiante e você fica ” ugh! Queria ser como ela!” E ai ela estraga tudo! E eu gosto disso. Eu acho força na vulnerabilidade de estar errado.

DL: Qual é seu momento favorito da Rose e Lissa no filme? 
ZD:
 Eu gosto do começo do filme que estabiliza o relacionamento da Lissa e da Rose porque depois disso as coisas começam a ficar complicadas, pelo o caos de tudo que acontece ao redor. É bom ver elas como amigas e aproveitar a companhia e o laço entre elas.

DL: É surreal que as pessoas estão falando que esse filme vai ser o próximo Crepúsculo e agora você está tendo todos sem fãs loucos?
ZD: Isso não é surreal porque isso não vai ser o próximo Crepúsculo. Esse não vai o próximo nada. Vai ser o que deve ser.

DL: Com o que você está mais animada, caso vocês tenham que fazer a continuação?
ZD:
 Trabalhar com o Cameron Monaghan. Seria incrível. E eu sou muito fã dele.

DL: Você assiste Shameless? 
ZD:
 Um pouco. Não muito.

DL: Ele é ótimo! 
ZD:
 Ele é bom em tudo que ele faz. Embora eu não goste de dar elogios, porque ele já é muito convencido.

DL: Você tem umas roupas bem legais no filme. Eu gosto daquela jaqueta de couro. Você ficou com alguma coisa?
ZD:
 Eles não me deram nada. Eu era só a personagem principal… Sério eu roubei um par de calças de moletom e uma toalha que diz “St. Vladimir Academy”. Roubei! Eles não me deram nada! Já a jaqueta, bem… Ruth Myers era a designer e ela é tão incrível! Nós procuramos por tantas jaquetas e acabamos ficando com a da jaqueta da Zara! E acho que isso foi porque discutimos um pouco e isso foi um presente, que faz sentido. E eu não queria que ela tivesse coisas legais tipo All Saints de 2000 dólares porque ela não tem muito. Ela não tem muito dinheiro, ela não tem família para pagar para ela, então achei isso legal.

DL: O estilo dela é um pouco parecido com o seu? 
ZD:
 Um pouco, quero dizer, eu uso calça preta e botas de combate?

DL: Você gostou da trilha sonora? Alguma favorita que você escutou? 
ZD:
 Eu amei! Muito legal! Fiquei impressionada do quanto eu gostei na verdade. Eu escutei pela primeira vez quando eu vi o filme e eu fiquei “O que? Eu amo essas músicas!”

DL: Que tipo de música você gosta de escutar? 
ZD:
 Estou em um mundo de música diferente agora. Estou fazendo um filme que é sobre os Allman Brothers então é isso que estou escutando ultimamente.

DL: Might Road? 
ZD:
 Sim!

DL: Que aspecto importante que você quer que as pessoas aprendam com a sua personagem? 
ZD:
 Acho que a lealdade com a amiga é um mensagem para as meninas novas e na verdade para qualquer um. Isso pode ficar confuso quando você acha alguém que você gosta e faz as coisas erradas como prioridade. Eu sei como é eu já fiz isso. Rose é tão clara com o que é importante para ela e isso é a Lissa. Essa lealdade é incrível!

DL: Algum plano para comemorar o lançamento do filme? 
ZD:
 Bem eu peguei conjuntivite antes da estreia e vou fazer mais entrevistas e essas coisas. E eu vou comer muito cheeseburgers!

Quer saber mais sobre a série de livros e o filme? Leia nosso dossiê completo clicando aqui.

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