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Lista completa dos vencedores do Oscar 2014

Oscar é um prêmio entregue anualmente pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, fundada em Los Angeles, Califórnia, em 11 de maio de 1927. São entregues anualmente pela Academia, em reconhecimento à excelência de profissionais da indústria cinematográfica, como diretores, atores e roteiristas. A cerimônia formal na qual os prêmios são entregues, é uma das mais importantes do mundo. É também a mais antiga cerimônia de premiação na mídia e muitas outras, como o Grammy, Emmy e Globo de Ouro, foram inspiradas no Oscar.

Confiram a seguir a lista completa dos vencedores do Oscar 2014:

Gravidade7 prêmios
Efeitos Visuais
Edição de Som
Mixagem de Som
Fotografia
Montagem
Trilha Sonora
Diretor: Alfonso Cuarón

Clube de Compras Dallas3 prêmios
Ator: Matthew McConaughey
Ator Coadjuvante – Jared Leto
Maquiagem e Cabelo

12 Anos de Escravidão3 prêmios
Atriz Coadjuvante: Lupita Nyong’o
Melhor Filme
Roteiro adaptado

Frozen 2 prêmios
Animação
Canção Original

O Grande Gastsby 2 prêmios
Figurino
Direção de Arte

Blue Jasmine 1 prêmio
Melhor Atriz: Cate Blanchett

Ela 1 prêmio
Roteiro Original

A Grande Beleza 1 prêmio
Filme Estrangeiro

Mr. Hublot – 1 prêmio
Animação em Curta-Metragem

Helium 1 prêmio

Curta-Metragem

The Lady in Number 6: Music Saved My Life – 1 prêmio
Documentário em Curta-Metragem

A um Passo do Estrelato – 1 prêmio
Documentário em Longa-Metragem

 

E então cinemaniacos, o que acharam dos vencedores do Oscar 2014? Comentem!

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NYT Sobre Jennifer Lawrence

O jornal New York Times publicou, em 21 de fevereiro, uma matéria recapitulando a carreira de Jennifer Lawrence desde a edição de 2008 do Festival de Veneza até sua vitória no Oscar 2013, quando a jovem de  23 anos mostrou ao mundo seu carisma apaixonante e abraçou sua carreira em ascensão.

Hoje a noite teremos o Oscar, e nossa querida Jenn está concorrendo como “Melhor Atriz Coadjuvante” com o filme Trapaça.

Vejam a seguir a materia completa e traduzida:

SER HUMANA PARECE O SUFICIENTE.
JENNIFER LAWRENCE DE “TRAPAÇA” ACRESCENTA A EVIDÊNCIA DE SER MATERIAL ESTELAR

Foi no Festival de Cinema de Veneza de 2008 que Jennifer Lawrence – futura vencedora do Oscar, esfoladora de esquilos, guerreira americana – deu sinais de que não era uma estrela qualquer. Ela ainda não era famosa, só sobra para os paparazzi atrás de Charlize Theron, sua co-estrela de “Vidas que se Cruzam”, um daqueles apáticos filmes agoniantes que passam em grandes festivais por causa de seu poder no tapete vermelho. Durante um pseudo-evento para o filme, a srta. Theron falou sobre o número limitado de atrizes mais velhas trabalhando na indústria e choveu elogios para a co-estrela Kim Basinger, que não estava lá. A srta. Lawrence aparentemente silenciou a sala brincando que a srta. Basinger tinha morrido. A garota não consegue evitar!

O que a stra. Lawrence disse na época foi mais engraçado e tão direto que parece que apenas um jornalista do jornal britânico The Daily Telegraph parece ter repetido. “Trabalhar com Kim foi um dos momentos mais maravilhosos da minha vida,” disse a srta. Lawrence. “Ela é tão concentrada e esperta e legal – tudo o que você não espera quando ouve que vai trabalhar com Kim Basinger.” Isso foi uma gafe boba ou uma cutucada sarcástica e engraçada do tipo que um dia poderia ter sido dita por Judy Holliday? Ou Jennifer Lawrence estava apenas sendo Jennifer Lawrence, a vencedora do Oscar de melhor atriz que tropeçou no caminho para buscar o prêmio por “O Lado Bom da Vida” de David O. Russell e depois – no que foi o encerramento perfeito para a futilidade da temporada de prêmios – deu o dedo para alguém na sala de imprensa?

“O Lado Bom da Vida” foi o filme que mudou minha opinião sobre a srta. Lawrence, 23, me transformando de cético em um admirador apreciativo. Ela mudou ou fui eu? No filme de comédia maluca de 1940, “Núpcias de Escândalo”, a personagem de Katharine Hepburn diz que “o tempo para se decidir sobre as pessoas – é nunca.” Isso também é um bom conselho para críticos de cinema, cuja tarefa pede que eles julguem rotineiramente depois de apenas um encontro com o objeto de sua investigação. Vendo uma vez sua estrela se tornando a sofredora dos Ozarks em “Inverno da Alma”, o filme que fez muitos começarem a usar a palavra “revelação” no Festival de Cinema de Sundance, não tinha me convencido, e nem sua vez como o furacão azul Mística no filme de ação de 2011 “X-Men: Primeira Classe”.

Como Tiffany, a sensual viúva transformada em dançarina perseguidora em “Lado Bom”, a srta. Lawrence viveu um papel enganador e difícil com tanta transparência que parecia que ela tinha destruído o espaço entre ela e sua personagem. Tiffany não faz muito sentido na história – ela persuade o personagem de Bradley Cooper a formar um par com ela para uma competição de dança, apesar de nenhum dos dois saber dançar de fato – mas o filme do sr. Russell é irresistível, e a performance da srta. Lawrence é tão agradável, firme e emocionalmente crível que deixa os artifícios da narrativa irrelevantes. Como todas as personagens marcantes da srta. Lawrence, ela não aceita não como resposta, seja perseguindo o destruído sr. Cooper em “Lado Bom” ou dando um beijo em Amy Adams que mais parece um soco no mais recente do sr. Russell, “American Hustle”.

Neste filme, a srta. Lawrence interpreta Rosalyn, a esposa negligenciada de um trapaceiro (Christian Bale) que se apaixonou pela personagem da srta. Adams. Srta. Lawrence não tem tanto tempo de tela assim, mas ela é uma presença dominadora, palpavelmente física, de decote pronunciado, quadris largos, boca suja e cabelo alto e explosivo. (Ela foi indicada a Melhor Atriz Coadjuvante.) É uma performance deliciosa, suculenta e surpreendente: você nunca sabe o que Rosalyn quer, talvez porque o sr. Russell também não saiba. Mas isso faz da personagem um deleite confuso e desestabilizador em um filme que faz do caos uma virtude. E como o sr. Russell gosta de trabalhar tanto com homens quanto com mulheres, Rosalyn não é decorativa ou um espetáculo de fetiches, mas igual a sua contraparte masculina (Sr. Cooper).

Quando Rosalyn balança nos saltos, vemos a ela ou a srta. Lawrence, e isso importa? Nesse balanço, vemos uma tempestade vindo, assim como um lembrete de Jean Harlow em “Jantar às Oito” e Marilyn Monroe em “Quanto Mais Quente Melhor”. Mas também vemos uma daquelas representações empolgantes e instáveis da vida que os filmes nos oferecem. Ainda assim, enquanto os atores atuam, as estrelas fazem mais do que performances: Elas entregam personalidades identificáveis, comerciais, que frequentemente desfocam as linhas entre seus mundos dentro e fora das telas e o trabalho pesado que entra na criação de estrelas. Cary Grant personificou a elegância cinematográfica, mas ele também treinou como acrobata, o que explica sua graça física mesmo quando ele tropeçava. “Todos querem ser Cary Grant,” como sabidamente ele disse. “Até eu quero ser Cary Grant.”

Pelas entrevistas da srta. Lawrence, seus furtos fora de cena, invasão de fotos e olhos saltados do calibre de Marty Feldman, ela não parece especialmente interessada em interpretar a estrela; ser humana parece o suficiente por agora. Isso não é tão fácil quanto parece dada a dificuldade profunda que as estrelas tem agora de ter algo parecido com uma vida privada – entrar em uma aula de yoga ou desmaiar bêbado no carro de um amigo – sem se tornar combustível para os tabloides e sites de fofoca. Algumas estrelas lidam desastrosamente com a falta de privacidade, alimentando a fera enquanto ela os devora, enquanto outras transformam suas vidas em performances fornecendo um item por vez, como Angelina Jolie faz brilhantemente. Muitas apenas sorriem e repetem as mesmas respostas enlatadas sobre quão maravilhoso foi trabalhar com essa outra pessoa famosa.

A única irmã com dois irmãos mais velhos, srta. Lawrence pode parecer natural, mas seu talento tem sido moldado há quase uma década de experiência como atriz. Aos 14 anos, durante uma visita a Nova York, ela foi encontrada por um olheiro de modelos. Ela apareceu na televisão em programas como “Arquivo Morto” (como a filha de uma mulher assassinada) e “A Paranormal” (em um episódio, ela interpretou metade de um homicídio duplo de mãe e filha) e surgiu ilesa de uma sitcom ruim, “The Bill Engvall Show”. Em 2008, ela acrescentou três filmes ao seu currículo, incluindo “Vidas Que se Cruzam” e outro título esquecível, “Garden Party”. Mais importante, houve uma protagonista em uma confusão interessante, “The Poker House”, um filme brutal de inspiração autobiográfica da atriz tornada diretora Lori Petty sobre crescer em uma casa onde sua mãe se prostituía.

Interpretando a mais velha de três irmãs de uma prostituta destruída por drogas e bebidas, srta. Lawrence entrou em um papel que pareceu um modelo para seus papeis em “Inverno da Alma” e “Jogos Vorazes”: a sobrevivente de rosto novo e vida sofrida forçada a ser como mãe de suas irmãs mais novas e sua mãe desligada. Em “The Poker House”, ela beija o cafetão de sua mãe e sacode uma arma, é estuprada e quase imediatamente joga em um jogo de campeonato de basquete. Apesar de ela parecer tão jovem quanto sua personagem de 14 anos, srta. Lawrence também projeta o tipo de dureza nativa em face aos perigos grandes e pequenos que fazem da agonia do filme eterna. Você fica imaginando se essa resiliência é o que Jodie Foster viu quando escalou srta. Lawrence em “Um Novo Despertar”.

Quando “Um Novo Despertar” foi lançado, em maio de 2011, srta. Lawrence já havia sido indicada a Melhor Atriz por “Inverno da Alma” (perdendo para Natalie Portman) e escalada como Katniss Everdeen em “Jogos Vorazes”. Ela tinha 21 anos quando foi lançado, o que parecia idade demais para uma garota de 16 anos subnutrida, descrita no livro como aparentando 14 anos. Que as curvas de srta. Lawrence pudessem ser parte do cálculo de marketing para atrair espectadores homens para um filme voltado para as mulheres – o estúdio estava buscando o que a indústria chama de quatro quadrantes, ou homens, mulheres, abaixo e acima de 25 anos – não passou pela minha cabeça até depois. Ainda acho que ela foi escalada erroneamente, mas depois de ser tão visto e uma sequência marcante, é impossível imaginar qualquer outra pessoa liderando essa revolução.

Em janeiro, “Jogos Vorazes: Em Chamas” quebrou alguns recordes, primeiro tirando “Homem de Ferro 3” do posto de maior arrecadação doméstica de 2013. Nesse mesmo mês, o escritor e incisivo observador da indústria Mark Harris percebeu que “Em Chamas” havia atingido uma marca ainda mais impressionante: Foi o primeiro filme com uma protagonista mulher a liderar a bilheteria anual desde “O Exorcista” 40 anos antes. “Em Chamas” – e, por extensão, a série de filmes – tinha, encerrando quatro décadas de histórias e romances para homens, se tornado um marco cultural que faz objeções estéticas não virem ao caso. A franquia não forçará as mudanças necessárias para os grandes estúdios, mas seu sucesso deve tornar mais difícil para os “ternos” da indústria e seus apologistas de mídia dispensarem filmes sobre mulheres.

Ainda assim, os tipos de mídia de entretenimento continuam, com sorrisos e condescendência extrema, a rotular srta. Lawrence como “estranhamente encantadora” – uma manchete online de um programa recente disse que ela tornou o Globo de Ouro “mais incrível, com sua maneira ótima e desajeitada” – o que sugere o quão anômala ela parece, quão confusa e inclassificável ela é entre as sem graça e sem gosto. Instrutivamente, sua fama não é amplificada ou obscurecida por revistas de moda ou pelo tapete vermelho, onde tantas atrizes mantém as aparências do estrelismo mesmo sendo recusadas em papeis grandes e sérios dos estúdios. Ela cumpriu seu tempo posando e se enfeitando, interpretando a garotinha feminina, a ingênua boneca de papel de olhos arregalados, mas ela também foi com força para as grandes telas ao lado de homens multimilionários como Robert Downey Jr. A sorte ainda não está a favor dela, mas aposto em sua vitória.

E então cinemaniacos, o que acharam da carreira da nossa incrível e querida Jennifer Lawrence ? Comentem!

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Entrevista traduzida de Lucy Fry para Dread Central

Sobre a saga Vampire Academy, Lucy Fry, que na adaptação cinematográfica fará o papel de Vasilisa Dragomir, mais conhecida como Lissa Dragomir, deu uma entrevista para o site Dread Central sobre como foi filmar Academia de Vampiros.

Confiram a seguir a entrevista completa:

Exclusivo: Lucy Fry fala sobre Vampire Academy e muito mais!

No próximo filme Vampire Academy (baseada na série de livros best-seller de Richelle Mead), Lucy Fry interpreta Lissa Dragomir. Lissa é uma Moroi, que são vampiros pacíficos, mortais que vivem discretamente dentro do nosso mundo…
Mas nem todo mundo quer ver a vida de Lissa permaneça tranquila e discreta. Dread Central sentou-se com Lucy na semana passada, e ela nos contou tudo sobre o novo filme.

Dread Central: Como foi trabalhar com Zoey? Vocês se tornaram amigas e vocês fizeram alguma coisa fora do set?
Lucy Fry: Sim, nós fizemos. Na verdade, uma das coisas que realmente divertida é que Zoey realmente goste de moda e ela me levou às compras. Foi a primeira vez que eu meio tinha ido fazer compras com uma garota para se divertir! Eu sei, é estranho, na América você meio que cresce e isso é uma coisa que você faz e eu cresci não fazendo isso. Nós meio que íamos à praia e surfava ou fazia caminhadas. Era meio um estilo de vida mais ativo, ao ar livre. Então, sim, foi muito divertido meio que aprender a brincar mais com roupas com ela e ela é tão boa nisso e era muito divertido para aprender. Ela é apenas uma pessoa tão divertida de estar ao redor e ela é tão hilária e brincalhona e muito amorosa e sensível.

DC: Do que você gosta sobre o seu personagem no filme?
LF: Eu amo o seu coração, eu acho que esse é o centro de Lissa, ela é realmente amável, vulnerável e frágil em várias maneiras, mas ela também tem uma força profunda. Ela é uma líder, mesmo que ela seja naturalmente tímida e uma das coisas que eu amei sobre o seu desenvolvimento no primeiro livro é que ela perde o controle, porque ela quer tanto proteger Rose e ficar bem neste mundo escolar louco que ela usa seus poderes para manipular todos ao seu redor e, ao fazer isso, ela se perde. E ela precisava perder o controle completamente, a fim de encontrar um equilíbrio no final e eu realmente gostei de jogar esse arco de loucura, a fim de obter o pedaço no final.

DC: Foi difícil se acostumar a usar as lentes de contatos e as presas falsas? Você saiu para um test drive no mundo real?
LF: É. Eu saí com as presas, sim, isso aconteceu!

DC: Para onde você saiu?
LF: Na verdade, fui apenas com os amigos, eu meio que apenas os puxei para fora e era como, “Oh olhe para eles!” e todo mundo estava tipo, “Oh meu Deus, eles são reais!”

DC: Como foi o seu relacionamento com Danila [Kozlovsky] no set?
LF: Ele é incrível. Ele é uma pessoa tão boa, ele é tão… apenas divertido, pateta, brincalhão e profundo também. Ele é um grande ator.

DC: Eu acho que a maioria do elenco disse que ele é o mais engraçado no set… Existe uma certa história sobre isso? Todo mundo diz que ele é engraçado, mas há alguma coisa específica?
LF: Estamos todos apaixonados por Danila, todos nós queremos casar com ele. Lembro-me de uma vez, nós estávamos esperando em uma sala, em uma escola, e era apenas uma sala tão chata e então aleatoriamente ele viu este livro que era como o maior livro que você já viu, era como meio metro, apenas este livro enorme e ele puxa este livro e começa a brincadeira de fingir como se ele estivesse o lendo casualmente e andando na sala com este livro e apenas fazendo toda essa encenação com o livro. Ele é aquele tipo de cara que pode apenas fazer qualquer coisa engraçada.

DC: Então, era o piadista no set?
LF: Sim, definitivamente.

DC: Que tipo de pegadinhas eles fizeram?
LF: Nós realmente não fizemos pegadinhas uns com os outros, apenas fomos bobos. Era mais como apenas fazer a situação, a parte sombria e as coisas de vampiro mais leves, uma espécie de ser pateta ao contrário de enganar o outro.

DC: Eu li no Movie Companion que Danila dizia que a chamava de “Vossa Alteza” e você dizia: “Sim, meu Guardião”?
LF: Sim, isso é verdade! *risos* Isso foi verdade.

DC: Como foi a sua própria experiência de ensino médio? Quero dizer, você era esportiva? Porque parece que você poderia ter sido esportiva. Ou você era popular ou nerd?
LF: Não, eu não era realmente popular ou nerd. Bem, acho que eu era nerd, eu era uma nerd da drama. Isso é verdade. E eu amei esportes, então eu meio que me joguei em uma série de atividades e passei muito do meu tempo jogando polo aquático, hóquei e basquete e fazendo todas as peças da escola que eu poderia pegar em minhas mãos e teatro fora da escola e tocando baixo. Só mais fazendo coisas, eu acho que eu estava com tanto medo do mundo da popularidade e meninas que eu me escondia dele fazendo atividades.

DC: Então, você não é muito grande em mídias sociais, mas você acompanha seus fansites? Você sabe sobre eles, mais ou menos?
LF: Eu os vejo de vez em quando, quando a minha mãe está como, “Oh, Lucy, isso aconteceu em um de seus sites!” Eu sou como, “Ok, mãe, obrigada!” Mas sim, eu gostaria de ser melhor em mídias sociais, mas eu realmente sinto que os computadores são alérgicos a mim. Fomos para a sede do Facebook ontem e se você vai aprender como fazê-lo direito em qualquer lugar, esse é o lugar. E eu fui lá e abrimos esses computadores para acessar e fazer essa coisa de bate-papo e, claro, a minha conta desliga! E mesmo as pessoas do Facebook ficaram como, “Nós não sabemos o que está acontecendo! Isso nunca aconteceu antes!”

DC: A internet te odeia!
LF: Ele odeia! Não é culpa minha, é a internet!

DC: Você tem um pouco de uma cena de amor com Dominic [Sherwood]; vocês fizeram algo para se relacionar fora do set para construir essa química?
LF: Foi realmente muito fácil com Dom. No segundo dia de filmagens tivemos nossa primeira cena de beijo e isso foi realmente estranho, é claro. Foi como “Oi, prazer em te conhecer… ok…!” Mas foi bom para acabar com isso de uma vez, então foi como “Oh, ok, agora sabemos como que é isso, está tudo bem”. Éramos realmente patetas uns com os outros e foi um relacionamento muito fácil, na medida em que fazemos um ao outro rir muito e não levar nada muito a sério, para que seja divertido.

DC: Você está familiarizada com o livro? Qual foi sua primeira impressão quando você recebeu o script?
LF: Quando eu li o roteiro, eu o adorei por causa da amizade entre Rose e Lissa, eu acho que uma história sobre a amizade feminina é realmente emocionante e poderosa. Quando eu descobri que consegui o papel, eu li o livro cerca de seis vezes. Eu provavelmente me preparei demais para o papel, lendo de novo, de novo e de novo. Estou no livro três agora, porque eu não queria adiantar meu personagem, eu queria existir apenas no mundo do primeiro livro. E então, quando nós terminamos, eu queria ler o segundo, de modo que espero que quando chegarmos a fazer o segundo filme, que eu possa obter esse arco de história internalizado. Mas eu estou tão viciada agora que eu simplesmente não consigo parar, então eu provavelmente vou terminá-lo em breve.

DC: Se isso for bem, você está preparada para voltar e fazer sequências?
LF: Definitivamente, sim. Eu adoraria.

DC: Você é um fã do sobrenatural, tanto filmes ou livros, no passado? Qualquer coisa em particular que você gosta?
LF: Sim, eu amo a fantasia. O Senhor dos Anéis, quando criança essa foi minha série favorita.

DC: Como você lidaria com a si mesma na vida real se você encontrasse um Strigoi?
LF: Bem, eu provavelmente iria gritar por um Guardião porque eu só iria assumir que era um dos Strigois do filme. Eu seria como, “Rose vai vir me salvar, é claro!”

DC: Ou você seria como, “Zoey, onde está você?”
LF: Yeah! ‘ZOEY!!’

DC: Você já teve a chance de ouvir a trilha sonora?
LF: Eu realmente não o ouvi ainda. Eu vi um corte de novembro do filme, que eu amei, mas eu queria preservar o corte final para a premiere.

DC: Que tipo de música você gosta de ouvir então?
LF: Eu meio que amo música folk. Eu vou para este festival todos os anos na Austrália chamado “Woodford Folk Festival” e é aí que eu meio que me aprofundo no meu lugar de música feliz. Que é Gotye, Matt Corby, um monte de outros artistas australianos como Angus and Julia Stone, Cat Empire e Babylon Circus. Realmente, apenas música louca divertido que eu amo.

DC: Como você explicaria o filme para as pessoas que não leram o livro, digamos assim, um adulto? O que tem nele para que apreciem?
LF: Bem, eu acho que é tão maravilhoso se você não leu os livros, se não mais porque você não tem idéias preconcebidas sobre o que vai ser. Eles explicam o contexto do mundo realmente simples no início sobre o Moroi sendo os vampiros vivos com poderes, o Dhampir sendo a metade humano e metade Moroi que protegem os Moroi do Strigoi, os vampiros mortos-vivos, e uma vez que você entenda esse contexto, você mergulha neste mundo em que tudo sobre ser um vampiro é apenas normal e assim todas estas coisas malucas podem acontecer e é apenas uma espécie de princípio de que, claro, coisas loucas acontecem porque estamos neste mundo. Então, eu acho que, sim, se você ainda não leu os livros, você vai adorar isso.

DC: Eu pensei que era muito mais leve e mais divertido do que os filmes de Harry Potter, não havia realmente ninguém manhosa neste filme. Sem angústia, foi divertido… eu gostei.
LF: Sim, eu estou feliz! Acho que essa é a grande coisa sobre ter Mark, que dirigiu ‘Mean Girls’, para conduzir o navio. Para mantê-lo muito divertido, peculiar e brilhante.

DC: O seu personagem conseguiu fazer algumas coisas divertidas, como o controle da mente e a mexida do cabelo quando você estava flertando. Você puxou de quaisquer traços de personalidade da vida real para isso?
LF: Não, eu acho que eu mais aprendi com o meu personagem do que com a vida real. Eu quero ser capaz de ter um poderoso pescoço!

DC: Então, esse não é o seu movimento de paquera na vida real?
LF: Não! Eu sou normalmente muito estranha na vida real.

DC: Como foi trabalhar com aquele gato?
LF: Oh meu deus, o gato era a coisa mais fofa do mundo! Eu simplesmente amei, amei, amei, amei o gato, especialmente porque eu realmente sentia saudades do meu cão enquanto estávamos filmando por isso foi como uma terapia para mim poder afagar este gato no set e só de pensar nisso me faz feliz.

DC: Lissa é uma personagem realmente adorável, o que você aprendeu com ela? Esta é uma pergunta dos fãs: Você se identifica mais com Lila de “Mako Mermaids” ou Lissa?
LF: Eu acho que eu me identifico mais com Lissa, em que tudo o que ela faz vem de um lugar de amor, mas ela se esforça para se manter em si mesma num mundo que é louco e onde tudo está sob ameaça. Ela perde o controle em um determinado ponto do filme, quando ela decide que ela realmente quer proteger Rose e usa seus poderes para manipular outras pessoas, a fim de se sentir segura. E eu acho que é uma coisa muito interessante na vida cotidiana, as pessoas meio que lutando para serem elas mesmas e ainda assim não se sentirem vulneráveis em um mundo e o equilíbrio de ser honesto e sentindo-se seguro. Era um personagem muito, muito interessante para interpretar, a fim de encontrar o equilíbrio, e eu acho que todo mundo vai se relacionar com essa luta interna de querer relaxar e ser você mesmo e também como gerenciar aqueles dias em que você simplesmente se sente fora de controle.

DC: Foi louco ver a si mesmo na tela usando presas e lentes de contatos e alimentando-se de hospedeiros humanos? Qual foi sua reação quando você viu pela primeira vez?
LF: Não pareceu comigo, era como olhar para uma coisa e ser como, “Uau, essa é uma mulher louca, louca por lá. Essa não sou eu.”

DC: Um de seus fansites queria saber como você está planejando comemorar o lançamento do filme… Você vai fazer algo divertido com o elenco?
LF: Sim, eu acho que nós provavelmente vamos sair depois. Mas minha mãe está aqui e isso é uma das coisas mais emocionantes para mim, ter a minha mãe e meu namorado vindo para uma premiere comigo porque eles me apoiaram durante todo o processo e tem sido realmente uma experiência meio intimidante e ao mesmo tempo assustadora e emocionante, então tê-los segurando a minha mão faz me sentir muito melhor.

E então galera, o que acharam sobre esta entrevista? Acham que Lucy fará uma boa Lissa e que o filme será bom?

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Cassandra Clare comenta personagens transgêneros e agêneros

Na madrugada do dia 25 de fevereiro, nossa escritora Cassandra Clare (autora de Instrumentos Mortais e As peças Infernais) fez um post, em seu Tumblr, a respeito dos personagens transgêneros e agêneros que aparecem e aparecerão em suas séries. Cassie se sentiu motivada a escrever esse post depois de receber algumas perguntas dos fãs a respeito do assunto.
O post começa com uma pergunta de um fã transgênero. Confira o post  traduzido abaixo:

-Ei Cassandra! Sei que sou um dos MUITOS adultos que se apaixonaram loucamente pelos seus personagens e suas histórias, e jamais poderei te agradecer o suficiente por me dar uma pausa muito necessária para meu tédio do dia-a-dia!

Eis minha questão. Obviamente, você é socialmente consciente o suficiente para abranger uma diversidade nos seus personagens, nós vemos (ou vamos ver) pessoas lésbicas, gays e bissexuais envolvidos em suas histórias. Sou um fabuloso exemplo de experiência transexual, já que me transformei completamente em mulher. Alguma chance de vermos um personagem transexual em alguma das histórias?

Não posso esperar por Cidade do Fogo Celestial, quer dizer, literalmente. Não. Posso. Esperar.

-Olá, Fabulosa. 🙂
Obrigado pelas suas palavras gentis. Tenho um personagem transexual em mente para Os Artifícios das Trevas. No momento, estou trabalhando em moldá-la e pensar no que a motiva, quais suas metas e desejos, então acho que é melhor eu ficar de boca fechada até que ela fique pronta. Mas ela é durona. 🙂

Muitos outros perguntaram sobre personagens agêneros; tem um em As Últimas Horas — Anna Lightwood.

Anna, com sua confiança e sua rejeição de identidade de gênero em um momento mais repressivo, tem sido um personagem fascinante de desenvolver… De qualquer forma, espero que vocês gostem desses personagens! Por enquanto, estou enterrada sob pilhas de pesquisas e memórias para evitar erros graves. Se algum leitor transexual ou agênero quiser compartilhar seus pensamentos sobre o que eles gostariam ou não gostariam de ver na representação, ficarei feliz em ouvir.

Então leitores, o que vocês acham a respeito desses personagens da Cassie?

Fonte: Tumblr Cassandra Clare

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Robert Knepper não faz ideia de quem é seu personagem em "A Esperança"!

Quem é Antonius? Essa também é a pergunta de Robert Knepper ( norte-americano conhecido pelo seu papel de  Theodore “T-Bag” Bagwell na série Prision Break) , ator anunciado para interpretar o personagem em “A Esperança, parte 1”, último livro da trilogia Jogos Vorazes.  Vejam a seguir a entrevista em que o ator faz essa revelação para a MTV:

Em 12 de dezembro de 2013 foi anunciado que o ator [Robert Knepper] foi escalado para ser Antonius em ‘Jogos Vorazes – A Esperança, partes 1 e 2′. Só um problema, Antonius é uma personagem que não existe no livro… e e para uma série que foi extremamente fiel ao que foi escrito originalmente, isso é algo que levou os fãs a ficarem frenéticos.
“Eu nem sei ainda!” Knepper disse rindo. “Eu sei o que eu li. Eu li, no último verão… é um filme grande. São dois filmes muito grandes, e eu não sei o que vou fazer, eles estão mantendo tudo em segredo absoluto.”
Knepper conseguiu o papel, e estará viajando para Paris em abril para filmar sua parte no mega-evento. Com sorte, nesse momento ele terá uma ideia melhor do que esperar.
“Você vão descobrir quando eu descobrir,” continuou o ator. “Bem, vou descobrir um pouco antes de vocês, mas certamente ainda não sei!”

E então pessoal, quem vocês acham que será o Antonius? 

  Fonte: www.jogosvorazesbr.com

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Saiba tudo sobre a saga "Fallen"!

Fallen é uma série de livros focada em romance, best-seller do The New York Times, da escritora norte-americana Lauren Kate composta por quatro livros e um spin-off. Conta a história de Lucinda Price, uma garota que é mandada para um reformatório, tida como piromaníaca. Mas tudo muda na vida de Luce quando ela encontra Daniel Grigori, um jovem belo e misterioso, que acaba por se envolver com ela após salvar sua vida.

Os direitos para um filme de cada livro foram adquiridos pela Disney, e o primeiro deles começou a ser gravado há poucos tempo atrás e será dirigido por Scott Hicks. Addison Timlin dará vida a Lucinda Price, Jeremy Irvine a Daniel Grigori e Harrison Gilbertson a Cameron BrielConheça um pouco mais sobre cada livro da série abaixo:

O primeiro livro, Fallen, foi lançado no Brasil em 2010 pela editora Galera Record. Uma adaptação cinematográfica começou a ser filmada há pouco tempo atrás (mais informações). Confira a sinopse oficial:

Algo parece estranhamente familiar em relação a Daniel Grigori. Solitário e enigmático, ele chama a atenção de Luce logo no seu primeiro dia de aula no internato. A mudança de escola foi difícil para a jovem, mas encontrar Daniel parece aliviar o peso das sombras que atormentam seu passado: um incêndio misterioso levou Luce até ali. Irremediavelmente atraída por Daniel, ela quer descobrir qual é o segredo que ele precisa tanto esconder… mesmo que isso a aproxime da morte.

Postaremos mais notícias sobre o filme em breve, fiquem ligados!

O segundo livro, Tormenta, foi lançado no Brasil no ano de 2011 pela mesma editora do anterior, Galera Record. Veja a sinopse oficial:

Quantas vidas você precisa viver antes de encontrar alguém que valha a pena morrer? Como consequência do que aconteceu na Sword & Cross, Luce foi escondida por seu namorado que é um anjo amaldiçoado, Daniel, em uma nova escola repleta de Nephilim, descendentes de anjos caídos e seres humanos. Daniel prometeu que ela estará segura aqui, protegida daqueles que querem matá-la. Na escola a Luce descobre o que as Sombras que a seguiram durante toda a sua vida significam – e como manipulá-las para ver dentro de suas outras vidas. Ainda assim, quanto mais a Luce aprende sobre si mesma, mais ela percebe que o passado é sua única chave para desbloquear seu futuro… e que Daniel não lhe disse tudo. E se a versão dele do passado não é bem como as coisas realmente aconteceram… e se a Luce era para estar realmente com outra pessoa?

O terceiro livro, Paixão, foi lançado no Brasil pela Galera Record, como os outros, no ano de 2011. Leia a sinopse oficial:

Luce morreria por Daniel. E morreu. De novo e de novo. Ao longo do tempo, Luce e Daniel se encontraram somente para serem dolorosamente separados: Luce morta, Daniel deixado machucado e sozinho. Mas talvez não precise ser dessa maneira… Luce está certa que algo – ou alguém – em uma vida passada pode ajudá-la em sua vida presente. Então ela começa a jornada mais importante desta vida… voltando eternidades para presenciar em primeira mão seus romances com Daniel… e finalmente descobrir o segredo para fazer seu amor durar. Cam e a legião de anjos e Exilados estão desesperados para pegar Luce, mas nenhum deles está tão agitado quanto Daniel. Ele vai atrás de Luce através de seus passados em comum, com medo do que pode acontecer se ela reescrever a história. Porque então seu romance corre o risco de acabar… para sempre.

O quarto e último livro, Êxtase, foi lançado em 2012 no Brasil pela mesma editora dos anteriores, Galera Record. Confira a sinopse oficial:

No quarto e último aguardado livro da série Fallen, Luce e Daniel estão juntos e parece que nada mais vai separá-los. O problema é que o destino amaldiçoado de uma mortal e de um anjo caído promete surpresas. O céu está escuro com asas… Como a areia numa ampulheta, o tempo está se esgotando para Luce e Daniel. Para parar Lúcifer de apagar o passado eles devem encontrar o luga onde os anjos caíram na terra. Forças sombrias estão atrás deles, e Daniel não sabe se consegue fazer isso—viver só para perder Luce uma vez e mais outra. No entanto, juntos, eles enfrentarão uma batalha épica que deixará corpos sem vida… e poeira de anjos. Grandes sacrifícios são feitos. Corações são destruídos. E de repente, Luce sabe o que deve acontecer.

Depois disso, foi lançado um spin-off, Apaixonados, que também foi lançado em 2012 pela Galera Record e conta “Histórias de amor de Fallen”. Veja a sinopse oficial:

A história de Luce e Daniel comprova a possibilidade do amor eterno. Mas a vida do casal não representa o único tipo de amor possível. Em Apaixonados, Lauren Kate se inspirou nas histórias recebidas pelos fãs ao longo do processo de publicação dos três primeiros volumes da série – Fallen, Tormenta e Paixão. Situado em um momento entre os acontecimentos de Paixão e de Rapture – último volume da série -, Apaixonados é um passeio por diferentes paixões através do tempo, aproximando os leitores das histórias de Miles, Shelby, Roland e Ariane.

Agora que você está por dentro de todo o universo da saga de Fallen, é hora de ler os livros e garantir que o filme seja um sucesso de bilheteria! Mandem suas opiniões sobre o livro para nós nas redes sociais ou na sessão de comentários logo abaixo da postagem!

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Adaptação de "Divergente" terá classificação de 13 anos

O site Box Office Mojo revelou que a MPAA  (Associação Americana de Filmes Cinematográficos) classificou a adaptação cinematográfica Divergente para 13 anos de idade, devido a intensa violência e ação no enredo, além da sensualidade.

O filme também foi classificado como Ação/Aventura e não romance, como muitos esperavam. Informações sobre duração ainda não foram reveladas mas devem sair em breve.

Gostaram das classificações etária e gênero? Comentem!

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EW: Nova matéria com Divergente + Novo still!

Divergente está mais uma vez na capa da revista americana Entertainment Weekly e como não poderia ser diferente, com um novo still! Confira a capa e a matéria divulgada no site Pop Sugar:

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Não é garantia de que todo filme adaptado de uma série jovem adulta seja um hit. Para cadaCrepúsculo ou Jogos Vorazes, há uma abundância de outros que não alcançaram o mesmo peso. (Pense: Dezesseis Luas, Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos e Academia de Vampiros, por exemplo.)
A capa dessa semana traz um olhar bem próximo em Divergent – baseado na série best-seller de Veronica Roth e chega aos cinemas em 21 de Março – estrelanado Shailene Woodley e Theo James e dirigido por Neil Burger (Sem Limites). A pressão por esse filme é para acalmar os nervos abalados de uma industria nervosa que está vendo o filme de perto, nas esperanças de que ele será uma a continuar a onda de hits jovens adultos. Sara Vilkomerson, da EW, conversou com os cineastas e atores sobre como é ter tanta expectativa em seus ombros, e, para as estrelas, como eles respondem à constante pergunta sobre se eles estão prontos para a fama. “É completamente impossível responder,” disse Theo James. “Se você responde qualquer coisa, você soa como um idiota porque quem sabe que coisa vai acontecer?” (Sua parceira concorda. “É algo que não acontecer ainda,” disse Woodley. “De qualquer forma, mudanças são inevitáveis. Acontece todos os dias. Não vou mudar minha vida toda – eu amo minha forma de viver. Não vou me preocupar com isso.”)
Como para os cineastas, enquanto os produtores admitem que “a pressão pela bilheteria é excruciante e injusta,” seu objetivo era fazer o melhor filme possível. “a audiência pode realmente farejar quando tem algum tipo de cinismo [involvido em fazer um filme],” disse o produtor executivo Doug Wick. “É como começar a dizer por conta de Gravidade, vamos fazer mais filmes no espaço. Esqueçam sobre esse livro adolescente. Quando você lê as cenas, você visualiza o mundo. O que sugere um ótimo filme.”
Na matéria de capa dessa semana, nós também fizemos uma profundo mergulho nos dados em se o livro jovem adulto prevê a venda dos ingressos, fornecemos um guia para os personagens de Divergente, mais um por dentro dos segredos atrás do design da tatuagem das costas do personagem de Theo James, Quatro.+ Novo still Fourtris!

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Adaptação de "Vampire Academy" não será exibida nos cinemas brasileiros

Diamonds Film Brasil – empresa responsável pela distribuição do filme no Brasil – confirmou através da página do Facebook Vampire Academy Brasil, o cancelamento da exibição de “Academia de Vampiros – O Beijo das Sombras” em nosso país, devido ao baixo rendimento na bilheteria nos Estados Unidos. Segue a nota oficial abaixo:

26 de Fevereiro de 2014
ACADEMIA DE VAMPIROS: O BEIJO DAS SOMBRASLamentamos, porém por razões corporativas, em função do desempenho de Academia de Vampiros: o Beijos das Sombras nas bilheterias internacionais, a exibição do filme nos cinemas brasileiros foi cancelada.Seguimos com nossa aposta no projeto e vamos concentrar nossos esforços para o lançamento do filme em VOD (Video On Demand) e DVD, que em breve será anunciado.

Atenciosamente,

Diamond Films Brasil

Com isso, para a tristeza dos fãs, o filme será lançado apenas em DVD, já que o rendimento de bilheteria nos Estados Unidos foi extremamente baixo. Colaborem com as tags abaixo, quem sabe do que somos capazes?

#WeWantVampireAcademyInBrazil
#BrasilPrecisadeVampireAcademy

Quer saber mais sobre a série de livros e o filme? Leia nosso dossiê completo clicando aqui.

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Nova saga de Cassandra Clare prevista para 2017: "The Last Hours"

Há algum tempo atrás, sabíamos que Cassandra Clare – autora das séries Os Instrumentos MortaisAs Peças Infernais – lançaria uma terceira série sobre Caçadores de Sombras, no entanto, a única coisa que tínhamos, era uma sigla: TLH.

Foi então que alguns dias atrás o site The Bookseller, revelou o que a sigla significava: The Last Hours, que em tradução livre fica As Últimas Horas e que o primeiro livro seria lançado em 2017.

Com isso, a autora confirmou a informação em seu Tumblr, e ainda acrescentou que a série é baseada no clássico livro Grandes Esperanças, de onde o título também foi extraído. O livro se passa em Londres e em Paris, acontece no início do século passado, por volta de 1910, e conta com descendentes dos personagens que conhecemos em As Peças Infernais. E isso inclui alguns deles também. Os títulos dos livros, divulgados também pela Cassandra, — e suas respectivas traduções literais — são os seguintes:

Livro 1: Chain of Thorns (Corrente de Espinhos)
Livro 2: Chain of Gold (Corrente de Ouro)
Livro 3: Chain of Iron (Corrente de Ferro)

Além disso, Cassie ainda nos deu um trecho do primeiro livro, Corrente de Espinhos. Veja o traduzido pelos nossos parceiros do Lâmina Serafim abaixo, mas cuidado, contém spoilers de Princesa Mecânica!

Desde que Lucie Herondale consegue se lembrar, a mansão da família Herondale é ligada à da mansão da família Blackthorn.

É horrível que Tatiana Blackthorn, a matriarca da família, sempre tenha sido, como seu pai Will Herondale diz: “louca como um rato preso em um bule de chá.” Desde o dia em que seu pai, Benedict, assassinou o marido de Tatiana, e foi morto por um grupo de Caçadores de Sombras que incluía seus dois irmãos, Tatiana tem nutrido um enorme rancor contra o Instituto de Londres e todos os seus habitantes, especialmente Will, Tessa e seus filhos: Lucie e seu irmão, James…

Será que The Last Hours cumpre com o que promete? Comentem o que acharam!

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