Em entrevista ao site The Wrap, o diretor Genndy Tartakovsky confirmou que a franquia “Hotel Transylvania” ganhará mais um filme.
O segundo filme acabou de ser lançado – e está em exibição aqui no Brasil – mas devido ao sucesso e críticas positivas, o terceiro filme já foi confirmado. Porém o diretor já disse que não estará dirigindo esse novo projeto, pois quer se concentrar em outros trabalhos.
Florence esteve em Londres e é claro que passou na BBC Radio 1, que é famosa pelos covers dos famosos. Florence + The Machine apresentaram a música Where Are Ü Now?, hit de Justin Bieber e Jack Ü. Você pode conferir na integra abaixo:
Demi continua divulgando seu novo álbum “Confident”!
A cantora espalha portáteis em alguns pontos de Nova York e avisa seus fãs para correrem atrás do objeto. Já foram liberadas duas prévias: Stone Cold e Old Ways. Inclusive, Demi cantou Stone Cold com exclusividade em um show íntimo. Confira a apresentação abaixo:
Lana del Rey finalmente lançou o clipe de “Music To Watch Boys To”, faixa que seria o primeiro single extraído do novo álbum da cantora “Honeymoon”, antes da cantora optar por lançar “High By The Beach” primeiro. Confira o clipe na integra abaixo:
Em outubro, Demi tem bem mais que o lançamento do seu novo álbum “Confident”.
A cantora gravou há uns meses atrás uma participação na série de TV “Um Drink no Inferno”, baseada no filme homônimo. E a MTV liberou essa semana a primeira imagem de Demi na produção, onde a cantora aparece armada e com um ar poderosíssimo!
Na série, Demi irá viver Maia, a ajudante de Carlos Madrigal, interpretado pelo namorado da cantora, Valderrama. Ela participará nos dois últimos episódios da segunda temporada.
O primeiro episódio vai ao ar no dia 20 de outubro. No Brasil a série é atualizada semanalmente pelo Netflix.
Na “Let’s talk about…” de hoje vamos falar sobre uma banda que já está confirmadíssima no Lollapalooza 2016 e que ganhou meu coração há alguns anos. Estou falando dos lindos (e incríveis) da Mumford & Sons!
A banda formada por Marcus Mumford (vocal, violão e bateria – sim, porque baterista pode sim ser vocalista), Ben Lovett (acordeão, teclado e violão), Winston Marshall (vocal, banjo e violão) e Ted Dwane (vocal, baixo, bateria e violão) – muitos talentos pra uma banda só – surgiu no movimento folk de Londres em 2007. Em 2010 foi indicado a dois Grammys (artista revelação e melhor música de rock). Mumford já tem três álbuns lançados, mas meu preferido é – sem sombra alguma de dúvidas – o álbum Sigh No More. O terceiro, Wilder Mind, foi lançado nesse ano.
Eu, sinceramente, não sei o que me encanta mais na banda… é impossível escolher apenas uma coisa, sabe? As letras são tocantes, a melodia é incrível, o ritmo contagiante e no palco eles são sensacionais! Existem bandas que você gosta por um ou outro motivo, porém Mumford é aquela banda especial que você gosta pelo conjunto completo da obra. É impossível não se apaixonar.
Little lion man é minha música preferida deles e tem uma das letras mais tocantes que eu conheço.
I will wait é uma das músicas que eu mais ouço da banda, ela é incrível em todos os sentidos possíveis.
Babel foi a primeira música que eu ouvi da banda… e foi através dela que me apaixonei por eles!
Dizem que encontrar o amor verdadeiro nos dias de hoje é mais difícil que encontrar magia. É mais fácil encontrar a rota para Hogwarts do que obter reciprocidade. Não discordo. Sabe, tenho dezessete anos, menos experiência que a maioria dos garotos da minha idade, óbvio. Não estou dizendo que sou inocente, porque não sou. Só digo que não estava preparado para tantas pancadas que a vida podia dar.
Sempre vi casais se dando bem. Sempre vi felicidade e eletricidade nos seus olhares, mas jamais pensei sobre os labirínticos problemas que cada sorriso esconde. Mas quem sorri quando se está triste, não é?
Eu.
Eu, Troye Noah Scott, sorrio quando estou triste. E isso significa quase todos os momentos.
Apesar de não parecer, eu não sou superficial. Mas não era isso que qualquer um pensava ao me ver, bêbado, dançando loucamente naquela pista de dança, beijando qualquer alma que viesse me dar um oi. Independente do sexo.
Eu não estava vendo nada ao meu redor. Minha cabeça eram luzes florescentes, meus olhos caçavam vorazmente qualquer coisa para se apoiar. O copo vermelho pendia da minha mão direita, a vodka pura estourando como refrigerante nos meus lábios.
Bitch the end of your live are near This shit been mine, mine What you gone do when I appear? W-when I premier? Bitch the end of your live are near This shit been mine, mine
Eu dançava como se o mundo fosse acabar, ali, com a minha melhor amiga, Savannah Lee Johnson. 212 era definitivamente a nossa música, e a pista era nossa. E por alguns momentos, não estávamos na nossa pacata cidade. Estávamos na mais populosa balada de Los Angeles. A música tomava conta de nós. A dança, que devia ser ridícula ao ver de um sóbrio, era nossa. O mundo era nosso naquela noite. Nossa vida acabaria nos próximos segundos.
“Sav, preciso de mais.” Eu disse, no pé do seu ouvido,
“Let’s go to the bar!” Ela retornara há pouco do seu intercâmbio na Inglaterra, e falava inglês quando bebia. A sorte era que eu entendia.
Ainda dançando, jogando meu cabelo escorrido para o lado, coloquei minha mão em seu ombro e fomos para a fila do bar. Fila que jamais seguimos.
“Duas catuabas, por favor.” Eu disse.
“Roy, isso vai acabar com a gente!” Savannah odiava.
“É o que temos dinheiro.”
O moço colocou os dois copos vermelhos no balcão. Pegamos e voltamos para a pista, de mãos dadas. É inegável como catuaba é ruim. O gosto de vinho barato misturado com gelo não me agradava em nada, mas me deixava louco. Nunca liguei muito para a opinião alheia, então, no meu estado de bêbado irremediável, dancei como se ninguém tivesse me olhando.
Mas alguém estava me olhando.
E esse alguém, era o garoto pelo qual eu estaria condenado a amar pelo resto dos meus dias.
Desistir. Parece uma palavra forte com sentido fraco. Porque dizem que só os fracos desistem. Mas jamais pensaram o quão forte é preciso ser para permitir que algo se parta assim. Se vá. Não gosto de coisas indo embora, sabe. É complicado cultivar algo para a morte, você não acha? Investir em algo para o fim parece tão sem sentido.
É necessário força para deixar ir. Mesmo com lágrimas nos olhos, deixar ir parece errado, parece algo altruísta quando precisa-se de egoísmo. Às vezes precisamos, e muito, de egoísmo. Pensar em nós mesmos. Mas cara, como é amargo o gosto de precisar de alguém. Pessoas viciam mais que cocaína. E a vontade se torna pura necessidade.
Desistir da necessidade.
Só te pergunto então, como? Como desistir de algo que é extremamente necessário? Imagina como é perder algo que é seu vício de maneira repentina? É como estar andando na rua e o chão então sumir. Improvável, assim como é praticamente impossível desistir da necessidade. Imagina só desistir de fazer xixi? Você consegue? São analogias simples, apesar de complexas.
Desistir não é um ato de fraqueza, portanto. É algo corajoso, forte e até mesmo, altruísta. Talvez precisemos abnegar mais. Deixar que as coisas nos incompletem para que novas coisas nos preencham. Talvez não da maneira como era antes. Talvez maior, talvez menor… Melhor ou pior.
Não posso prometer nada, senão falhar. Vou errar, falhar, desistir e ser imperfeito. Porque sabe, ser certinho não tem muito a me acrescentar. Não aprendo acertando, sucedendo, vencendo e sendo perfeito. Então, prometo falhar. Prometo desistir.