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Maratona Voltando pra Hogwarts 1/7

Atenção! Esse texto contém spoilers:

Pateta, chorão, destabocado e beliscão!

Com essa saudação (que só os fortes entenderão!) dou boas-vindas a vocês ao nosso primeiro texto da maratona Voltando pra Hogwarts! Fiquei um bom tempo pensando em que nome dar a isso aqui… Não é bem uma resenha porque todo mundo sabe exatamente o que acontece em cada livro, os pontos altos e os baixos mais altos ainda. Por fim não cheguei a conclusão nenhuma (rsss) e resolvi não nomear e só vir até aqui e comentar com pessoas loucas por Harry Potter como eu, sobre a delícia que foi reler essa obra prima e falar um pouquinho das coisas que me chamara atenção! Vamos lá?

A nossa história começa com um dia (até então normal) para tio Valter, quando ele começa a perceber coisas estranhas acontecendo no mundo trouxa. Esse capítulo foi completamente cortado do filme, o que achei uma pena, porque dava todo o entendimento ao leitor sobre clima de felicidade e êxtase pós-Voldermort. Depois desse capítulo, o livro dá um salto de anos, onde acompanhamos o dia-a-dia insuportável de Harry.

Uma das coisas que mais gostei nessa releitura (além de, obviamente, me maravilhar com a capacidade de escrita e desenvolvimento de J.K. Rowling) foi observar os detalhes que eu não tinha dado importância antes porque não sabia da sua influência na história. Uma dessas coisas foi a Sra. Figg. Pra quem não lembra, na Pedra Filosofal ela é apenas uma vizinha velha dos Dursley, mas descobrimos no quinto livro que ela é um aborto, sabe tudo que acontece no mundo mágico e foi colocada ali por Dumbledore para ficar de olho em Harry. Já li o trecho em que Harry ficava na casa dela com outros olhos, imaginando todos os significados ocultos de suas falas e foi uma sensação maravilhosa! Mal posso esperar para que isso aconteça de novo com os próximos livros!

Avançando em nossa leitura, não pude deixar de me apaixonar um pouquinho mais por cada personagem que eu amo desde as primeiras palavras. E foi assim com Fred e Jorge. A primeira cena dos gêmeos Weasley na série é na estação King Cross:

– Fred, você agora – mandou a mulher gorda.
– Eu não sou Fred, sou Jorge – retrucou o menino. – Francamente mulher, você diz que é nossa mãe? Não consegue ver que sou o Jorge?
– Desculpe, Jorge, querido.
– É brincadeira, eu sou o Fred.

Outro personagem que também me chamou atenção foi Firenze. Pra quem não se lembra, ele é um centauro que vive na Floresta Proibida e salva Harry de ser atacado por Lord Voldemort enquanto Harry está cumprindo uma detenção na floresta. Eu tinha esquecido completamente da existência dele, o que é uma pena porque ele aparece novamente no quinto livro, substituindo a prof. Trelawney na matéria de Adivinhação. E vale ressaltar que ele, assim como a sra. Figg, foi deixado de fora da adaptação cinematográfica.

Não podemos deixar de destacar a cena clássica cena onde Harry, Rony e Hermine se tornam amigos:

Há coisas que não se pode fazer junto sem acabar gostando um do outro, e derrubar um trasgo montanhês de quase quatro metros de altura é uma dessas coisas.

É engraçado como logo de cara J.K. consegue nos passar a essência dos personagens e como eles continuam constantes em suas características até o último livro. Fico impressionada em ver como tudo se encaixa, e como fatos que só serão explicados no último livro fazem todo o sentido no primeiro. Ainda não sei como consigo ficar chocada com esses detalhes tão perfeitos, porque é obra de J.K. Essa mulher criou 777 personagens, 141 feitiços e um mundo inteiro pra nos fazer feliz!

P.S. Para quem quiser acompanhar a nossa maratona, estamos 24 horas online no Viber Groups e o vídeo da Pri com os comentários dela sobre a #VoltandoPraHogwarts já está no ar:

Eai, já podemos partir pra Câmara Secreta?

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Let’s talk about… Phillip Phillips!

2012 foi o ano em que tudo mudou para Phillip. Mais precisamente no dia 23 de maio de 2012. Dia em que ele se tornou campeão da décima edição do American Idol.

O menino de 25 anos apresentou várias músicas durante o programa, mas o ponto alto foi o lançamento do seu álbum, ainda em 2012, chamado “The world from the side of the moon”. Nesse álbum duas canções tiveram destaque e foram as responsáveis pelo sucesso do cantor: “Home” e “Gone, Gone, Gone”.

Além do American Idol, Phillip também concorreu no World Music Awards de 2012, como melhor música com “Home” e melhor artista e, o Billboard Awards, no qual concorreu como melhor música com “Home” e melhor álbum.

O cantor tem como principais influencias Dave Matthews, Tool, Jonny Lang e Mumford & Sons.

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Confira "Revival", novo álbum de Selena Gomez

O novo disco da cantora celebra sua fase mais madura e conta com os hits “Good For You”, “Same Old Love” e “Me & the Rhythm”. O álbum é o segundo de Selena Gomez sem a banda “The Scene”.

Segundo Selena, as canções serviram como uma forma de passar por cima do difícil período que atravessou quando foi diagnosticada com Lúpus e teve de realizar sessões de quimioterapia.“Eu mereço isso. Eu conquistei”, afirmou a garota.

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Saiu! Confira a versão de Irresistible do Fall Out Boy com a Demi Lovato

No início dessa semana, o Fall Out Boy anunciou através de sua página do Facebook, que havia regravado a música Irresistible, single do seu último álbum “American Beauty/American Psycho”, em parceria com ninguém menos que DEMI LOVATO!

A música então foi liberada hoje, na conta oficial da banda no Vevo. Confira:

Só eu ou vocês também estão surtando muito? :O

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Vlog: Prometo Desistir

O vlog dessa semana atrasou um pouquinho (desculpa!) por conta das correrias de lançamento do meu livro (que já está em pré-venda aqui na Beco Literário Store) e por isso, resolvemos produzir uma coisa especial para vocês, pela primeira vez.

O vídeo dessa semana é uma adaptação de um texto de minha autoria, baseado no livro Prometo Falhar do Pedro Chagas Freitas, chamado de Prometo Desistir. Confira abaixo a interpretação e logo após, o texto transcrito na íntegra:

Prometo Desistir

Desistir. Parece uma palavra forte com um sentido fraco. Porque dizem que só os fracos desistem. Mas jamais pensaram o quão forte é preciso ser para permitir que algo se parta, assim. Se vá. Não gosto de coisas indo embora, sabe. É complicado cultivar algo para a morte, você não acha? Investir em algo para o fim parece tão sem sentido.

É necessário força para deixar ir. Mesmo com lágrimas nos olhos, deixar ir parece errado, parece algo altruísta quando precisa-se de egoísmo. Às vezes, precisamos, e muito de egoísmo. Pensar em nós mesmos. Mas cara como é amargo o gosto de precisar de alguém. Pessoas viciam mais que drogas. E a vontade se torna pura necessidade.

Desistir da necessidade.

Só te pergunto então, como? Como desistir de algo que é extremamente necessário? Imagina como é perder algo que é seu vício de maneira repentina? É como estar andando na rua e o chão sumir. Improvável, assim como é praticamente impossível desistir da necessidade. Imagina só desistir de fazer xixi? Você consegue? São analogias simples, apesar de complexas.

Desistir não é um ato de fraqueza, portanto. É algo corajoso, forte, e até mesmo altruísta. Talvez precisamos abnegar mais. Deixar que as coisas nos incompletem para que novas coisas nos preencham. Talvez não da maneira como era antes. Talvez maior, talvez menor… Melhor ou pior.

Não posso prometer nada, senão falhar. Vou errar, falhar, desistir e ser imperfeito. Porque sabe, ser certinho não tem muito a me acrescentar. Não aprendo acertando, sucedendo, vencendo e sendo perfeito. Então, prometo falhar. Prometo desistir.

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Série de "Não se apega, não" ganha data de estreia na TV!

Como postamos anteriormente aqui, os direitos do livro Não se apega, não de Isabela Freitas haviam sido comprados pela Rede Globo para uma adaptação que será exibida no Fantástico, aos domingos, estrelando Rafael Vitti e Laura Neiva.

Há poucos minutos então, a autora postou em sua página do Facebook, que a série tem estreia prevista para 25 de Outubro, no Fantástico! Confira o post:

Galera, dia 25 de Outubro estréia a série do meu livro "Não se apega, não" no programa Fantástico – O Show da Vida da…

Posted by Isabela Freitas on Thursday, October 15, 2015

Vamos surtar? :O

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"Pretty Little Liars" ganha nova abertura, vem ver!

Depois da revelação de quem era a verdadeira A em “Pretty Little Liars” após longos seis anos de espera, foi anunciado que a série ganharia uma nova abertura em 2016.

O E! Online divulgou a nova sequência de abertura do programa, e, na verdade, não teve muitas diferenças. Agora Alison (Sasha Pieterse) está de pé junto com as amigas e não mais supostamente dentro do caixão. Veja:

O que acharam? Comentem!

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Ouça "Talk Me Down", novo single de Troye Sivan

Depois de nos destruir lançar as capas do seu maravilhoso novo álbum, Blue Neighbourhood, Troye Sivan divulgou sua primeira música de trabalho e terceira parte dos curtas-metragem de mesmo nome do Youtube: Talk Me Down!

O álbum “Blue Neighbourhood” será lançado oficialmente no dia 4 de Dezembro, contudo, vocês podem escutar algumas faixas que estarão no disco, através do EP “Wild”, já disponível nas principais plataformas de stream. O clipe de “Talk Me Down” fechará a trilogia de vídeos, iniciada com as faixas “Wild” (assista) e “Fools” (assista) .

Veja as capas da versão comum e deluxe:

INCRÍVEL, NÉ? Confira também nosso vídeo sobre o EP Wild no player abaixo:

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Resenha: Cinco dias, Julie Lawson Timmer

Até que ponto você estaria disposto a se sacrificar por amor? Mara Nichols é uma advogada bem-sucedida, esposa e mãe dedicada. Ela está doente. Uma doença devastadora. Ela precisa colocar um fim ao sofrimento dos últimos tempos. Scott Coffman é um professor do ensino fundamental que precisa cuidar de um garoto de oito anos enquanto a mãe do menino cumpre pena na prisão. Mara e Scott têm apenas cinco dias para dizer adeus àqueles que amam. Essa talvez seja a maior prova de amor que poderiam dar a essas pessoas.

Ao receber “Cinco dias” em casa, não esperava que ele fosse me monopolizar por tanto tempo. É aquele tipo de livro que você acaba de ler mas não coloca um ponto final. Você passa dias refletindo sobre tudo que leu e o quanto aquilo se encaixa, de alguma maneira, em sua própria vida. Toda reflexão ainda não é suficiente para tentar compreender todas as mensagens que Julie Lawson Timmer nos passa em sua obra, e até hoje ainda terminei de assimilar tudo que li.

Neste livro somos convidados a acompanhar 5 dias na vida de Mara e Scott. Embora não se conheçam pessoalmente, ambos interagem e são amigos em um fórum virtual sobre família, e acabam ajudando um ao outro sem nem fazer ideia da importância de suas palavras de apoio para o outro, mesmo que vindas de um desconhecido. Essa é a maior premissa do fórum: quando você se despir de tudo que lhe faz ser reconhecido: seu rosto, sua profissão e suas conquistas, você se torna muito mais aberto para expor e compartilhar partes de sua vida que até então nem você mesmo tinha pensado.

Mara era uma advogada de sucesso, sócia de sua firma e completamente independente. Sempre se orgulhou em resolver seus problemas e ser um ícone entre suas amigas sobre como tomar as rédeas da sua própria vida. No entanto, ela foi diagnosticada com uma doença degenerativa incurável, Huntington, que ao atacar seu sistema nervoso, aos poucos vai tirando tudo que torna Mara uma pessoa: primeiro o controle dos seus movimentos, depois a sua memória e por fim a sua vida. Ao ver sua vida esvair diante dos seus próprios olhos e observar como sua família tem se sacrificado para tornar seus dias mais confortáveis em meio a tanta dor, Mara toma uma decisão: quando o primeiro sintoma do pior declínio da sua doença aparecer, ela vai tirar a própria vida, para poupar seu marido, filha e seus pais de presenciarem a agonia do seu fim e para não viver sendo um estorvo para aqueles que ama. Para isso, ela escolhe a data do seu aniversário, para que sua família não precise se lembrar duas vezes por ano, mas apenas uma, dela e de sua morte. Faltando 5 dias para a ocasião, acompanhamos Mara tomar decisões – tanto as práticas quanto as emocionais – do dia em que irá tirar sua própria vida enquanto sua família pensa em como comemorar o dia do seu nascimento.

Scott é um professor de uma escola pública que dedica sua vida para tornar a vida daqueles alunos que não tiveram oportunidades em algo melhor. Ao encontrar um ex-aluno em uma situação complicada, sem ter como estudar, trabalhar e cuidar do irmãozinho, Scott resolve ajudá-lo e adotar seu irmão menor por um período de um ano, tempo em que a mãe dos meninos irá sair da prisão. O que Scott não esperava era se afeiçoar tanto a Curtis, e se sentir mais pai daquele menino que conheceu há pouco tempo do que do bebê que sua esposa espera na barriga. Quando se dá conta, Scott só tem mais 5 dias ao lado de Curtis antes de ter que se despedir daquele que já considera parte fundamental da sua família.

O livro é narrado em terceira pessoa, mas ainda assim conseguimos nos sentir tão próximos dos personagens quanto se os mesmos estivessem contando suas dores. Intercalando entre as duas histórias, o livro não se passa completamente em cinco dias, ele relembra todos os momentos que foram decisivos para chegar nos dias de hoje, convidando o leitor a mergulhar na vida dos nossos protagonistas.

Confesso que lia esperando a narrativa de Mara. Não me entendam mal, Scott é um personagem maravilhoso e sua trama é emocionante, mas Mara partiu meu coração. A construção dessa personagem ávida e cheia de energia em minha mente ia sendo contrastada com a pessoa que ela se tornou, e mesmo sendo completamente contra a sua decisão, eu conseguia entender o que levou Mara a tomar essa atitude. Ela não queria ser apenas a sombra da mulher que ela já tinha sido um dia.

— Acho que o intelecto e a lógica não sabem merda nenhuma de como é ser diagnosticado com uma doença incurável.”

Acompanhar todo esse drama nos faz ficar completamente envolvidos na narrativa, e em alguns trechos, minha angústia beirava o desespero e não conseguia me imaginar naquelas situações. “Cinco dias” nos faz refletir sobre inúmeros fatores em nossas vidas e sobre como gostaríamos de aproveitá-la. É uma leitura densa, profunda e muito triste. Não recomendo para quem quer ler para se distrair, mas para quem quer ler para ser modificado.

As vezes, amar alguém significa deixá-lo ir embora”