Charlotte Rampling, indicada na categoria melhor atriz na 88ª edição do Oscar, por conta de seu papel no filme 45 anos, declarou nesta sexta-feira (22) que um suposto boicote ao Oscar “é racismo contra os brancos”, e ainda destacou: “É difícil saber se é o caso, mas pode ser que os atores negros não merecessem estar na reta final”. A atriz comentara isso no em uma entrevista ao canal francês Europe 1.
A Academia postara nota recentemente sobre a ausência de negros entre os indicados (isso ocorre pelo segundo ano consecutivo) e promete tomar medidas para que o problema seja resolvido gradualmente (o mesmo vem sendo dito há vinte anos…). A mesma academia deixa atores como Samuel L. Jackson (Os oito odiados) e Idris Elba (Beasts of no nation) fora da disputa de melhor ator e ator coadjuvante.
A falta de indicados negros ao Oscar, pelo segundo ano consecutivo, está causando indignação em muita gente e com razão. A falta de diversidade da Academia fez com que muitos artistas como, Will Smith e Jada Pinkett-Smith se pronunciassem contra essa atitude e muitos outros artistas já avisaram que não irão comparecer.
Dessa vez, quem se pronunciou foi Viola Davis, protagonista de “How to get away with murder”, que já foi indicada duas vezes ao Oscar e foi a primeira atriz negra a ganhar o Emmy de melhor atriz, no ano passado.
Em entrevista feita ontem (21), em um evento da Revista Elle, Viola disse que o problema não está só no Oscar, vai muito além disso.
“O problema não é o Oscar, o problema está no sistema de se fazer filme em Hollywood. Quantos filmes de negros estão sendo produzidos anualmente? Como eles são distribuídos? Os filmes que estão sendo feitos, estão com times de produtores pensando ‘fora da caixa’ em termos de como escolher o elenco? Você pode escolher uma mulher negra para aquele papel? Você pode escolher um negro para aquele papel?”.
Viola também falou sobre a diferença de salário entre atrizes brancas e negras.
“O problema nem está nos nossos pagamentos. Você poderia listar as principais atrizes negras por aí e elas provavelmente não vão ganhar o que algumas das principais atrizes brancas ganham. Aí é que está o problema. Você pode mudar a Academia, mas se não há filmes para negros sendo produzidos, o que há para se votar?”
Ironicamente, o apresentador do Oscar desse ano, Chris Rock, é negro. Viola foi então, perguntada se Chris deveria fazer uma crítica durante a cerimônia.
“Como eu disse, o Oscar não é realmente o problema. É o sintoma de uma doença muito maior. Mas se ele fizer, eu espero que ele tome a oportunidade para fazer uma afirmação social sobre mudança. É 2016!”
A Spotlight Entretenimento anunciou ontem (21), em seu twitter, que trará o elenco de “Scream Queens” ao Brasil, na Convenção “Bloody Weekend”.
A Convenção reunirá atores de três séries, mas até agora, apenas “Scream Queens” foi confirmada. Ainda não se tem informação sobre data, local do evento, valores e atores confirmados, mas em breve eles divulgarão em seu twitter oficial. Então, fique ligado aqui no Beco, que sempre te manteremos informados.
Pois é, não foi só o Finnick que virou papai. A Jena Malone, nossa querida Johanna Mason, publicou nas redes sociais uma foto da barriga de grávida, com direito a legenda fofa e tudo:
“Do ventre ao ventre. A bater asas. Saio da minha forma eterna. Estas foram algumas das palavras que escrevi há alguns anos, enquanto pensava na minha mãe e na mulher que me iria tornar. A forma como os desejos se tornam realidade. O corpo que recebe os nossos sonhos. Com os pés firmes no chão e o coração cheio de um oceano de amor gostaria de revelar a minha nova forma que vai deter todos os meus maiores sonhos”, escreveu.
Este é o primeiro filho da atriz de 31 anos, com o namorado Ethan DeLorenzo. Ela pareceu estar bem animada!
FINALMENTE! Nesta quinta-feira (21), foi divulgada a versão remix da música “Black Skinhead” de Kanye West com parceria da cantora Miley Cyrus. Depois de três anos gravada, ela finalmente foi divulgada na internet.
Ouça abaixo:
O que acharam? Gostaram dessa versão ou a original é melhor?
Ontem (20) a Funko anunciou novos bonecos do Harry Potter!
Agora temos Harry em seu uniforme no Torneio Tribuxo, Ron e Hermione em seus trajes de gala, Dobby, Dumbleodore, Sirius Black, Luna, Draco Malfoy e até um dementador! Os novos modelos chegarão em março nas lojas, confira abaixo:
De acordo com a revista Variety, Johnny Depp estaria em processo de negociação para estrelar um filme, que será ambientado na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, chamado Triple Frontier.
Ele mostrou interesse em fazer parte do elenco desde o ínicio, quando a cineasta Kathryn Bigelow ainda era a responsável pelo projeto, agora ela foi substituída por J.C. Chandor. O ator ainda não assinou o contrato, mas tudo indica, que ela fará sim, parte do elenco, no papel de um criminoso. Tom Hanks também recebeu o convite para participar, mas ainda não se tem informação.
O filme se passaria nessa região da tripla fronteira, no encontro dos rios Iguaçu e Paraná, conhecida por ser uma área de atuação do crime organizado e por atividades terroristas.
Desde que a data de estreia mundial foi confirmada para o dia 17 de março de 2017, as especulações a cerca da data do novo live-action da Disney no Brasil, foi grande.
Já que a maioria das adaptações estão sendo lançadas um dia antes da estreia mundial, no Brasil.
Essa semana a Disney atualizou o calendário e a data de estreia de A Bela e a Fera no Brasil entrará em exibição um dia antes que a mundial.
Então anotem em suas agendas: Dia 16 de março de 2017, A Bela e a Fera chega as telonas.
Um dos filmes mais aguardados do primeiro semestre de 2016, Deadpool, surpreende e alegra alguns fãs pela confirmação de censura 18 anos nos EUA. Alguns comemoram a notícia, pelo fato de que a essência adulta dos quadrinhos do anti-herói foi preservada.
A violência, conteúdo sexual, nudez gráfica e o linguajar fez até com que o longa fosse proibido na China.
Quando Tate Collins se muda para o apartamento de seu irmão, Corbin, a fim de se dedicar ao mestrado em enfermagem, não imaginava conhecer o lado feio do amor. Um relacionamento onde companheirismo e cumplicidade não são prioridades. E o sexo parece ser o único objetivo. Mas Miles Archer, piloto de avião, vizinho e melhor amigo de Corbin, sabe ser persuasivo… apesar da armadura emocional que usa para esconder um passado de dor. O que Miles e Tate sentem não é amor à primeira vista, mas uma atração incontrolável. Em pouco tempo não conseguem mais resistir e se entregam ao desejo. O rapaz impõe duas regras: sem perguntas sobre o passado e sem esperanças para o futuro. Será um relacionamento casual. Eles têm a sintonia perfeita. Tate prometeu não se apaixonar. Mas vai descobrir que nenhuma regra é capaz de controlar o amor e o desejo.
Posso começar essa resenha dizendo que esse livro foi um tormento na minha vida. Por causa desse bonitinho ai, eu parei completamente de realizar minhas necessidades diárias como comer, dormir ou respirar. Você acha que é exagero? Então tenta aí, amigo. Pegue “O Lado Feio do Amor” e tente parar de ler.
Começamos a leitura conhecendo Tate Collins, uma jovem determinada que se muda para casa do seu irmão, Corbin, com o objetivo de realizar seu mestrado em enfermagem. Ao chegar no prédio, dá de cara com um bêbado semi-morto na porta do seu futuro apartamento, e ao tentar se livrar do sujeito, descobre que é ninguém menos que Miles Archer, melhor amigo do seu irmão. E é tentando carregar essa criatura para dentro de casa com um pouco de dignidade que Tate conhece a pessoa que vai mudar toda a sua vida e nem imagina…
Assim como todos os livros da Colleen Hoover, Miles é irresistível, mas é um dos mocinhos da autora que tem história bastante carregada de mistério. Depois de tentarem, sem sucesso, evitar a atração muito forte que existe um pelo outro, Miles e Tate resolvem entrar numa relação de puro e simples sexo e Miles deixa bem claro que isso só irá acontecer com apenas duas regras: não perguntar sobre o seu passado e não esperar um futuro.
“Alguma coisa estranha está acontecendo com o meu peito. Um tipo de flutuação. Eu odeio isso, porque eu sei o que significa. Significa que meu corpo está começando a gostar de Miles. Eu só espero que meu cérebro nunca faça isso.”
Tate, completamente encantada com o pouco que conhece do rapaz, aceita essas condições acreditando que pode lidar com isso e afinal aproveitar um pouco da vida e se distrair. Mas os pequenos vislumbres que ela tem da verdadeira personagem de Miles já são suficientes para fazê-la se apaixonar.
“Eu acho que eu finalmente tenho minha única regra (…) não me dê falsas esperanças de um futuro, especialmente se você sabe no seu coração que nós nunca teremos um.”
O livro, conforme esperado, é o mais sexual da autora quando comparado aos seus outros títulos. Nada da vibe “50 Tons de Cinza”, mas ainda assim, bastante detalhista. Uma coisa muito interessante que, na minha opinião foi fundamental para o sucesso do livro, é a narrativa intercalada entre os dois personagens. Enquanto lemos sob a perspectiva de Tate os momentos atuais, os capítulos de Miles são de seis anos atrás, onde aos poucos vamos desvendando seu passado intrigante e como seus traumas foram responsáveis por seu comportamento atual.
“Se eu fosse capaz de amar alguém… Seria você.”
Previsivelmente, Tate acaba completamente e perdidamente apaixonada por Miles, mas continua recebendo o mesmo tipo de tratamento da parte dele: só o sexo. Muitas vezes tive vontade de socar Tate na cara por se humilhar atrás desse cara, mas também eu não posso julgá-la. É impossível não amar Miles Archer. Imprevisivelmente, ao descobrirmos o real motivo de toda a fachada de gelo do personagem ficamos completamente desarmados. O choro vem e ele não é pouco! Colleen Hoover consegue mais uma vez nos encantar, nos destruir e nos recriar com sua genialidade e capacidade de criar histórias magníficas.
Quer mais uma notícia boa? A adaptação cinematográfica de “O Lado Feio do Amor” já está em produção e o teaser você pode conferir aqui:
E ai? Gostaram? Já vamos separar esse ingresso do cinema!