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Santa Clarita Diet
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Santa Clarita Diet e o desafio de fugir do clichê zumbi

Zumbis talvez sejam o tema mais popular da literatura, do cinema, e da televisão,. É impressionante a quantidade de obras que se dedicam à criatura morta-viva, que possivelmente tem suas origens no folclore do Haiti. O que é mais interessante na história deste ser fantástico, e que sempre o faz voltar com sucesso em diversas obras artísticas, é como os valores da sociedade, especialmente no que diz respeito ao amor e à família, são constantemente testados, e não é diferente com Santa Clarita Diet.

Qualquer um pode se tornar um zumbi, desde que este seja mordido por um (e desde que seu cérebro fique intacto). Assim, familiares veem seus entes mais queridos, não somente se tornarem vítimas da criatura, mas voltarem à vida para caçar os vivos. E o único modo de se salvarem é destruindo o cérebro dos mortos-vivos. O incrível conflito desta premissa sempre faz dos zumbis umas das criaturas mais dramáticas dos gêneros da ficção cientifica e do horror.

Mas isto não significa que obras podem ser desleixadas e ter sucesso apenas repetindo o passado. Especialmente depois que obras clássicas, como The Walking Dead, fizeram tanto sucesso, novas produções precisam recriar os clichês deste gênero de modo criativo.

https://www.youtube.com/watch?v=FcCq4A27gBU

Santa Clarita Diet, criado por Victor Fresco para a Netflix, traz exatamente isso. Ao invés de mostrar pessoas morrendo e imediatamente voltando à vida como monstros, o seriado mantém a inteligência e consciência do morto-vivo. Assim, o conflito não é somente em relação aos humanos que fogem dos zumbis, mas também em relação aos sentimentos das próprias criaturas, que não querem seguir o instinto e comer seus entes queridos. Mais importante, isto traz a comédia com estilo de sitcom para o gênero, algo original.

E os atores caem como uma luva neste conceito criativo. Drew Barrymore interpreta Sheila Hammond, uma mulher de família, casada com Joel (Timothy Olyphant) e mãe de Abby (Liv Hewson). Depois de ter se tornado uma morta-viva, Sheila e sua família tentam lidar com a situação de maneira cômica e arrepiante, sempre com a ajuda do engraçadíssimo Eric Bemmis (Skyler Gisondo), amigo de Abby.

Na primeira temporada, presenciamos o momento em que Sheila começa a se tornar a criatura temida. Ninguém sabe o porquê da transformação, mantendo um mistério divertido que complementa as cenas horripilantes com as engraçadas. Porém, na segunda temporada, a razão por trás de tudo começa a se fazer presente.

Embora tentativas de explicar como zumbis foram criados sempre falharam por destruir o suspense necessário no gênero do horror, Santa Clarita Diet aumenta este por não tentar ser uma cópia as ideias de obras anteriores. Assim, a cada passo que uma nova pista é descoberta, mais perguntas surgem e mais mistérios aparecem.  A segunda temporada começa lenta, mas depois de alguns episódios se torna mais engraçada e mais divertida do que a primeira. Personagens secundários também são mais bem desenvolvidos e enriquecem a história, especialmente Eric Bemmis, que se torna cada vez mais importante para o seriado.

Nessa continuação, Sheila percebe que precisa se controlar mais, para evitar que acidentes irreversíveis (como comer uma pessoa) ocorram. Joel, em contrapartida, quer descobrir como sua mulher foi infectada e virou um morto-vivo. Apesar dela já ter contido a decomposição de seu corpo, Sheila e Joel precisam proteger não apenas o segredo dela, mas também toda a família que agora parece ser alvo de uma investigação, e tudo graças ao comportamento estranho da zumbi.

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*Texto escrito por Daniel Bydlowski. Cineasta brasileiro e artista de realidade virtual com Masters of Fine Arts pela University of Southern California e doutorando na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos, é membro do Directors Guild of America. Trabalhou ao lado de grandes nomes da indústria cinematográfica como Mark Jonathan Harris e Marsha Kinder em projetos com temas sociais importantes. Seu filme NanoEden, primeiro longa em realidade virtual em 3D, estreia em breve.
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Review: The End of the F***ing World (2018)

De novo mais uma série que alguém me indicou e pensei “será” e logo depois “hm, vamos tentar né” e, logo em seguida, “MEU DEUS, O QUE É ISSSO AAAAA”. Esses são os três passos quando você assiste uma série como The End of the F***ing World.

A produção que tem um nome comprido e toda vez que vou indicar fico na dúvida de qual seria a melhor abreviação, estreou sua 1ª temporada (8 episódios) no Reino Unido em outubro de 2017, chegando para nós em janeiro de 2018 ao ser lançada na plataforma da Netflix.

A história nos apresenta James (Alex Lawther) e Alyssa (Jessica Barden), dois jovens de 17 anos que veem um no outro uma oportunidade de escapar do que os oprimem (seja exterior ou interiormente).

The End of the F***ing World é simplesmente isana. Tem tudo aquilo que rejeitamos e ao mesmo tempo cultivamos um estranho prazer voyeurista ao ver nas telas: personagens quebradas psicologicamente, mortes, explosões, fugas, afrontamento à ordem estabelecida, mentiras… é o resumo do “jogar tudo pro alto e viver uma grande aventura”.

Irei comentar agora alguns pontos que mais chamaram minha atenção e que podem ser bons motivos para você começar uma nova maratona.

F***ing Narrativa

Alyssa e James

Estruturada como um road movie, o criador da série, Jonathan Entwistle, concebeu a obra como um filme, seus 8 episódios de 20 minutos completam um clico e mostram tanto a mudança de comportamento das personagens quanto a evolução dos seus relacionamentos. James e Alyssa do primeiro episódio com certeza não são os mesmo do oitavo.

Ainda que haja especulações com relação a uma segunda temporada, Jonathan demonstra cautela, já que a HQ de Charles S. Forsman, em que a série foi baseada, foi totalmente usada para essa primeira adaptação.

Talvez por ter sido inspirada em uma narrativa escrita, The End of the F***ing World incorporada com facilidade a narração dos pensamentos de Alyssa e James à imagem.

Esta voz que é sobreposta às ações poderia tornar-se cansativa se fosse utilizada apenas para comentar os acontecimentos, contudo, é utilizada de maneira criativa ao demonstrar a evolução das personagens, sendo assim uma excelente estratégia no roteiro.

Nos primeiros episódios, quando Alyssa ou James praticam alguma ação, a voz dos seus pensamentos mostra ao espectador que muitas vezes eles gostariam de estar fazendo exatamente o oposto ou que estão escondendo algo um do outro.

Tal fator é mais evidenciado em Alyssa, já que ela se mostra como uma personagem que procura passar uma imagem de si (durona, sem emoções) que muitas vezes não corresponde com seu verdadeiro estado. Alyssa esconde de James seus medos e frustrações sob uma carapaça de alguém que não se importa com nada.

Contudo, nos últimos episódios, a garota começa a dizer exatamente aquilo que pensa a James, demonstrando como os dois agora estão próximos e também como ela, finalmente, encontrou alguém em quem confia e pode se abrir sem medo.

Um último ponto interessante com relação à voz over é que em alguns momentos ela dá a entender que James e Alyssa estão comentando sua história de algum momento no futuro, já que eles falam sobre situações que, no momento da história, eles esperavam que terminassem de certa forma, mas, no momento da narração, confessam que tais situações terminaram de forma diferente.

F***ing Trilha Sonora

Confesso que a trilha sonora é um personagem à parte. Composta por Graham Coxon (co-fundador da banda Blur), ela está presente na maioria das cenas, contrastando-se ou comentando as ações.

Composta basicamente por músicas pop, country e rock dos anos 50 e 60, a seleção musical dá um ar nostálgico à história que se passa no presente.

Uma das melhores cenas de toda primeira temporada é quando Alyssa e James interagem com a trilha ao dançarem juntos uma canção. No vídeo abaixo, você pode conferir tanto o estilo das músicas quanto à questão das narrações, comentada no tópico acima.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Sq2ACmJUhfI]Em resumo, apesar de todas as situações dramáticas, The End of the F***ing World é concebida como uma comédia de humor ácido e denso. É uma obra de contrastes. A leveza da trilha sonora x a intensidade de suas personagens. A beleza dos cenários x as situações horríveis pelas quais Alyssa e James passam.

Como os contrastes acima, The End of the F***ing World é uma série para amar ou odiar. As personalidades do casal principal podem incomodar alguns, bem como assuntos pesados como abuso e assassinato podem afastar outros. De qualquer forma, a atmosfera criada pela junção de todos os elementos (técnicas narrativas, fotografia, trilha sonoro, etc) e as atuações de Alex Lawther e Jessica Barden valem a tentativa.

 

6 aplicativos para ganhar dinheiro no final do ano
6 aplicativos para ganhar dinheiro no final do ano
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6 aplicativos para ganhar dinheiro no final do ano

Final de ano chegando e o dinheiro diminuindo. Não são apenas as despesas com as festas, presentes e viagens marcadas que fazem as contas saltarem. É momento de pagar o IPVA, IPTU e outras taxas anuais. Nem sempre o 13º é o suficiente e muitas pessoas não contam com esse salário extra, mas hoje a tecnologia se tornou uma aliada para quem precisa aumentar a renda no final do ano e ainda não sabe como. Confira abaixo aplicativos de economia colaborativa que se tornaram opções para ganhar mais:

DogHero
Para quem é apaixonado por cachorro, tem um espaço bacana em casa e não pretende viajar, a DogHero, aplicativo que conecta tutores de pets a anfitriões, é uma ótima opção. Para se tornar um anfitrião e hospedar os cães de quem vai viajar, é preciso se cadastrar no site ou aplicativo da plataforma. Os aprovados passam por treinamento e definem o valor da hospedagem por noite, que varia, em média, entre R$ 30 e R$ 60.

Singu
O final de ano é a melhor época para quem trabalha com serviços de beleza e bem-estar, a demanda por esses serviços só aumenta e os salões ficam lotados. A Singu é um aplicativo que conecta clientes a profissionais para atendimentos delivery, ideal para quem não quer perder tempo agendando horários em salões. Se você mora na Grande São Paulo ou Rio de Janeiro e trabalha com depilação, manicure ou massagens, a Singu é uma ótima oportunidade de trabalho. O cadastro inicial por ser feito no site da Singu.

GetNinjas
Qualquer profissional que deseja aumentar a clientela pode se cadastrar no GetNinjas, maior plataforma de contratação de serviços do Brasil. Atualmente, o aplicativo possui mais de 200 tipos de serviços disponíveis, como reformas, moda e beleza, assistência técnica, serviços domésticos, aulas, eventos, entre outros. O prestador de serviço compra um pacote de créditos e recebe os pedidos pelo próprio celular com o contato do cliente e tipo de serviço. Depois, a negociação é feita apenas entre eles.

Easy Carros
Uma ótima opção para os profissionais do setor automotivo é a Easy Carros, plataforma que conecta donos de carro e gestores de frotas aos melhores profissionais de serviços automotivos. Para se tornar um Easy Carristas, o prestador de serviços realiza o cadastro gratuito na plataforma e se torna apto para receber as demandas pelo aplicativo. Pela Easy Carros, é possível oferecer enceramento, lavagem ecológica, polimento, higienização interna, higienização do ar-condicionado, cristalização de vidros, limpeza técnica do motor, troca de óleo e hidratação de couro, entre outros. Tudo isso disponível a preços tabelados, que variam de acordo com o tamanho do automóvel.

Rappi
Tem uma bicicleta ou moto e mora em São Paulo? A Rappi é um aplicativo que disponibiliza assistentes pessoais pela cidade para compra e entrega de qualquer produto. Se você gosta de dirigir pela cidade e quer ganhar uma grana a mais para o orçamento de final de ano, a Rappi admite novos entregadores pelo aplicativo. Após o cadastro, todos os candidatos passam por uma entrevista e treinamento. O valor da entrega é 100% do entregador.

Influu
Tem uma quantidade legal de seguidores em suas redes sociais e não sabe como ganhar dinheiro com isso? A influu, plataforma que conecta influenciadores digitais a marcas, pode te auxiliar nisso. Como uma forma de alavancar o marketing de influência de empresas e ajudar influencers que estão começando agora, ela surgiu como uma opção de ponte com marcas que precisam de algum tipo de propaganda para alavancar seu produto. O preço é tabelado e as oportunidades são feitas na plataforma da influu.

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Review: Alias Grace (Minissérie, 2017)

Em 1843, no então denominado Canadá Superior, Grace Marks, uma jovem de 16 anos, foi condenada à prisão perpétua por ter sido cúmplice no assassinato de seu patrão – o fazendeiro Thomas Kinnear – e a governanta (e suposta amante do fazendeiro), Nancy Montgomery. Juntamente com Grace, James McDermott, também empregado da fazenda, foi condenado à forca como o autor do crime.

Ambos os corpos foram encontrados no porão da casa: Montgomery fora morta primeiro, com uma machadada na cabeça, seguida de estrangulamento; Kinnear levou um tiro à queima-roupa com uma arma de cano duplo. Vários itens de valor foram roubados, e os culpados foram encontrados fugindo para os Estados Unidos. A imprensa os considerava amantes, mas nada foi provado. Ambos foram condenados à morte no julgamento, mas apenas James foi enforcado. De acordo com o sistema legal do Canadá no século 19, uma mulher considerada “digna”, “virtuosa” , “casta” e “bela”, teria clemência em um julgamento.

Grace Marks atendeu a essas expectativas, e foi salva da forca, passando 15 anos no sistema carcerário da época, além de um tempo antes no manicômio, pois foi considerada louca, voltando depois de algum tempo hospitalizada, para a penitenciária. Em todo esse tempo, tanto na penitenciária, quanto no hospício, Grace sofreu abusos físicos e tratamento desumano. Após no total de 30 anos de encarceramento, Grace foi solta por bom comportamento.

Até hoje o caso de Grace Marks intriga historiadores: Culpada ou inocente? Coagida a cometer o crime, ou estrategista e manipuladora? Tinha problemas psicológicos ou estava possuída?! Grace Marks foi com certeza uma personalidade misteriosa, ambígua, e complexa da história, porém nunca teve a chance de contar a sua versão dos fatos.

No entanto, sua voz foi resgatada em 1996 (mesmo que ficcionalmente), quando a autora Margaret Atwood lançou o livro Vulgo Grace (lançado aqui no Brasil pela Rocco);, e agora em 2017 com a minissérie de seis episódios, Alias Grace – escrita por Sarah Polley (Longe Dela) em conjunto com a própria Atwood, e dirigida por Mary Harron (Psicopata Americano) – que conta a histórias dos eventos que levaram Grace à prisão e ao manicômio pelo ponto de vista da própria, em uma interpretação maravilhosamente inquietante e sutil de Sarah Gadon (Cosmópolis, Drácula Untold); fazendo com que a minissérie original da Netflix seja uma das melhores estreias desse ano.

Imagem: Editora Rocco

ATENÇÃO ALGUNS SPOILERS ABAIXO

Imagem: Grace Marks e James McDermontt, TORONTO PUBLIC LIBRARY

Alias Grace se inicia com Grace Marks (Sarah Gadon – definitivamente o grande papel de sua carreira, ela está brilhante) já prisioneira da Penitenciária de Kingston, em Ontário no Canadá. Grace já está à 15 anos cumprindo a sua pena, porém há um grupo de pessoas importantes da sociedade que acredita em sua inocência, e que estão fazendo uma petição para o governador decretar a sua soltura. Para ajudá-los a atestar a sua inocência, eles contratam o psiquiatra Dr. Simon Jordan (Edward Holcroft), para examiná-la e finalmente entender o que se passou no dia do assassinato da fazenda de Kinnear.

Imagem: Sarah Gadon, Netflix

É aí que Grace finalmente tem a oportunidade de  contar o seu ponto de vista dos fatos, e finalmente ter voz em sua própria narrativa. E assim como Dr. Jordan nos vemos reféns da história de Grace, sem saber em que acreditar e sem chegar a uma conclusão exata, mas fascinados pela persona que é Grace Marks. A montagem da série é milimetricamente calculada para nunca sabermos de fato se tudo o que Grace conta é verdade. Em muitos momentos vemos que Grace calcula exatamente o que vai dizer, o que não vai dizer e como vai dizer. Até sua expressão corporal e olhares são calculados, em uma interpretação sutil, porém impactante de Gadon.

Grace é uma imigrante irlandesa, que se muda com sua família em 1840 para o Canadá, para conseguir uma vida melhor e para fugirem das perseguições aos protestantes. A garota nunca conheceu uma vida feliz: seu pai era alcoólatra e abusivo, batia na mãe e nos filhos (eram seis, contando com Grace) e eram pobres. Sua mãe, única pessoa com quem Grace podia contar, logo falece durante a viagem de navio para o Canadá. Grace, então com 15 anos, se vê como a única figura materna para seus irmãos, e agora alvo direto dos abusos do pai (tanto fisicamente, como psicologicamente).

Ao chegarem no Canadá, seu pai trata logo de conseguir um trabalho para Grace e assim ela sustentar os seus vícios, e a garota, então, começa a trabalhar de empregada na casa da família Parkinson, onde Grace conhece Mary Withney (Rebecca Liddiar), outra empregada da casa, e que se torna  sua grande amiga. Essa passagem, em sua história é o único momento leve e feliz da vida de Grace. A amizade entre ela e Mary é pura e genuína e é algo maravilhoso de se ver retratado, principalmente em se tratando de amizades femininas. Porém, esse momento de felicidade dura pouco, com a chegada do filho mais velho da Sra Parkinson (Martha Burns), George (Will Bowes), que está de férias da faculdade. George logo se interessa por Mary, e seduzindo a garota com promessas de casamento, a engravida. Mary se vê em uma situação desesperadora, já que George não irá assumir o seu filho, ela será demitida por causa de seu estado e  terá que viver nas ruas, sem conseguir um emprego e com um filho para criar. Mary decide realizar um aborto, e conta com a ajuda de Grace, que lhe dá suas economias. O procedimento é feito em uma clínica clandestina, o que acaba custando a sua vida.

Imagem: Netflix

A morte de sua melhor amiga acaba sendo muito danoso para o psicológico de Grace, que já tinha presenciado a morte com o falecimento de sua mãe, além de todos os abusos sofridos durante a infância. É quando Grace tem o seu primeiro episódio de blackout , seguidos de amnésia. Após um surto, Grace desmaia, acordando algumas vezes desesperada e dizendo que se chama Mary, para logo desmaiar de novo. Quando acorda, ela não se lembra de nada do que aconteceu. Além de ter que lidar com a morte da pessoa mais importante do mundo para ela, Grace também terá que começar a lidar com os assédios constantes de George, que voltou os seus olhos para ela. Com medo e sofrendo de depressão, ela resolve aceitar uma nova oferta de emprego: Nancy Montgomery (Anna Paquin), governanta do Sr. Kinnear (Paul Gross) lhe oferece o serviço de empregada na fazenda. Mal sabia ela que esse seria o seu maior erro.

A vida na fazenda não é fácil e nem tão pouco tranquila, como Grace havia imaginado. Nancy, além de governanta era a amante do Sr. Kinnear, e vivia como a dona da casa, e constantemente a tratava mal, para depois fingir que nada tinha acontecido. O tratamento rude de Nancy aumenta ainda mais, quando ela percebe que o Sr. Kinnear está interessado na nova empregada, que é anos mais jovem que ela. Ela então mandava e desmandava em Nancy, e no outro empregado da casa, James McDermott (Kerr Logan). Esse último vivia em pé-de-guerra com a governanta, pois não aceitava ordens de uma mulher.

Imagem: Netflix

Grace passa os seus dias solitária e no limite, tentando aguentar os constantes desmandes e rompantes de raiva de Nancy, o assédio constante de seu patrão, e a raiva e amargura de seu colega de trabalho (que também a assediava). O único com quem ela pode conversar é Jamie Walsh  (Stephen Joffe), um jovem filho de um fazendeiro que também trabalha na fazenda de Kinnear. Porém, Grace estava só em um cenário que estava prestes a explodir em tragédia. Era só uma questão de tempo.

A série é construída durante as sessões de Grace com Dr. Jordan, onde ela conta a sua história, com flashbacks e alguns sonhos/alucinações. A ambiguidade da personagem é construída durante os seis episódios, e você nunca sabe o que é real e o que não é. Os fatos que são confirmados se misturam com o ponto de vista de Grace, que em nenhum momento atesta verdadeiramente a sua inocência, mas também nem tão pouco a sua culpa. McDermott morreu enforcado dizendo que foi Grace que arquitetou todo o plano e pediu a sua ajuda. Já Grace, diz que McDermott é que começou com a história de matar o seus patrões, e ela simplesmente o ouvia, pois não acreditava que realmente ele cometeria o crime. Os eventos que levaram até o dia do assassinato são confusos até para Grace, que não se lembra do que aconteceu. Alguns fatos, ela deliberadamente esconde de Dr. Jordan, que aparecem apenas em pequenos flashes desconexos para o público.

Imagem: Netflix

Alias Grace, assim como o seu livro que deu origem, não é feita para lhe dá uma resposta exata. Não há um veredito de culpada ou inocente. A história se trata sobre o lugar da mulher em uma sociedade patriarcal, no contexto da era vitoriana e de como essa sociedade via Grace Marks. Não a toa eles a consideravam inocente ou culpada dependendo das circunstâncias, e em vários momentos Grace comenta sobre o peso da palavra “assassina”, que é diferente da palavra “assassino”. Alias Grace também lida com os traumas que uma vida cheia de abusos podem causar na vida de uma mulher, desde a sua tenra idade: Grace sofreu abusos durante toda a sua infância do pai, e continuou sofrendo tanto de seus patrões, quanto depois na prisão e no hospício.

Com esses traumas, Grace desenvolveu sérios problemas psicológicos, mas aquela sociedade nunca lhe promoveu o tratamento adequado. A série também alfineta algo que também é comum ainda hoje: o amadurecimento precoce que meninas são obrigadas a passar. Grace tinha apenas 15/16 anos quando todos esses abusos começaram, e ela já era tratada como uma mulher adulta. O mesmo tratamento não era dado a Jamie Walsh, que era visto como um menino, mesmo tendo a mesma idade de Grace.

Imagem: Netflix

Grace Marks é uma personagem fascinante e complexa, e Sarah Gadon a conduz com maestria. Suas expressões são difíceis de ler o que contribui com a ambiguidade da personagem. O roteiro de Sarah Polley e a direção de Mary Harron contribuem ainda mais com a atmosfera de ambiguidade da série. Nós nunca conhecemos verdadeiramente quem é Grace Marks, mas pela primeira vez está sendo ela que está decidindo qual lado de quem ela é será mostrado.

Esse ano foi o ano de Margaret Atwood e do resgate de suas obras através de adaptações magníficas. Primeiro com The Handmaid’s Tale, adaptação de O Conto de Aia, uma distopia assustadoramente atual sobre uma sociedade governada por um governo totalitário  religioso em que as mulheres não tem mais os seus direitos e só “servem” para a reprodução; agora com Alias Grace uma série que fala sobre o lugar da mulher na sociedade vitoriana, e que é um grande paralelo com o lugar da mulher na sociedade atual. Muitos direitos foram conquistados e estão sendo conquistados através de muita luta, porém ainda há um grande caminho a percorrer, ainda mais quando estão constantemente querendo retirar os já conquistados.

Alias Grace para mim é uma das melhores estreias desse ano, com uma das personagens femininas mais maravilhosamente complexas e bem construídas que tive o prazer de assistir. E os seis episódios já estão disponíveis na Netflix.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=7YuAd66imOQ&w=560&h=315]

NuConta: Nubank anuncia medidas revolucionárias para seu cartão de crédito
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NuConta: Nubank anuncia medidas revolucionárias para seu cartão de crédito

FINALMENTE FOI ANUNCIADO! Como postamos aqui anteriormente, o Nubank – cartão de crédito roxinho – faria uma live no dia de hoje para divulgar novidades acerca de sua revolução no mercado financeiro.

Com quase uma hora de atraso, o vídeo começou no Youtube, e sem muitos rodeios, foi anunciada a NuConta, conta bancária do banco preferido dos brasileiros, segundo a empresa. A grande diferença, é que agora o banco estará disponível para 100% dos brasileiros, sem análise de crédito e sem espera, como acontecia anteriormente. Quem já é cliente, só precisa acessar o aplicativo e fazer um clique para criar sua conta digital.

Entre as novidades da NuConta, os clientes poderão transferir e receber dinheiro sem nenhum tipo de tarifa, e todo dinheiro que estiver na sua conta, já começa a render em uma taxa acima da poupança e de qualquer outro banco, inclusive, melhor que investir em tesouro direto, segundo o CEO da marca.

Além disso, os usuários do cartão de crédito e da NuConta também poderão pagar a fatura sem boleto bancário, e sem maiores problemas. Tudo em poucos segundos e com o limite liberado NA HORA. Nubank, casa comigo!

As contas serão liberadas para clientes beta nos próximos dias e uma lista de espera será aberta no site do banco. Corre lá para garantir o seu lugar!

Tech: Como economizar bateria no iPhone com o iOS 11
Tech: Como economizar bateria no iPhone com o iOS 11
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Tech: Como economizar bateria no iPhone com o iOS 11

Com a chegada do iOS 11, muitos usuários de iPhone tem reclamado que a bateria do celular está com o desempenho cada vez pior, durando menos horas que costumava durar na versão anterior. É importante ressaltar que, sempre quando sai uma atualização, é comum que os aparelhos mais antigos tenham um aumento no gasto, devido às melhorias e aos novos aplicativos. No entanto, se esse gasto está acima do normal, pode ter algo de errado.

Um bom teste, é carregar o celular até 100% e deixar em standby (sem usar), da hora que você for dormir, até a hora em que for se levantar. Se o gasto for maior que 7%, alguma coisa pode não estar bem.

Mas, até que a Apple conserte todos esses pequenos bugs de gastos excessivos, existem algumas configurações que você pode fazer no seu aparelho para solucionar ou diminuir o uso da bateria. Confira alguns deles, que separamos com exclusividade:

1. Verifique se sua bateria não precisa de reparo
Há um recurso na própria página de ajustes, que diz se sua bateria necessita ou não de reparos técnicos. Antes de seguir as dicas, é importante dar uma conferida em Ajustes > Bateria. Se precisar, procure uma assistência técnica autorizada.

bateria do iPhone com o iOS 11

Imagem: Opt Clean

2. Ative o modo de pouca energia
Se sua bateria está indo embora muito rápido, talvez seja uma boa utilizar sempre o modo de economia de bateria, ou de pouca energia, presente desde as versões anteriores. Ele reduz o desempenho de alguns aplicativos como e-mail, Siri e animações, mas funciona muito bem para economizar. Basta ir em Ajustes > Bateria > Modo de Pouca Energia.

3. Diminua o brilho e desative o brilho automático
A luminosidade da tela é uma das coisas que mais gastam bateria no iPhone. Você pode economizar (muito!), desativando o brilho automático, em que o iPhone verifica as condições de luz a todo momento para ajustar o brilho, e mudar você mesmo, quando precisar aumentar ou diminuir. Para isso, vá em Ajustes > Tela e Brilho.

4. Desative ou limite os serviços de localização
Alguns aplicativos utilizam os serviços de localização mesmo quando não estão abertos, e isso causa um gasto tremendo de bateria. O ideal, é desligar para aqueles que não são cruciais para o funcionamento, e deixar na opção “durante o uso” para aqueles que são cruciais. Mude isso em Ajustes > Privacidade > Serviços de Localização.

5. Veja quais aplicativos estão gastando mais
Evite ou delete os aplicativos que mais gastam bateria no seu celular. Cheque em Ajustes > Bateria e veja os aplicativos que aparecem em Uso da bateria, em ordem do que mais gasta para o que menos gasta. Tem como ver nas últimas 24 horas e nos últimos 7 dias.

Bom, essas são algumas dicas para economizar e fazer a bateria do seu iPhone durar um pouquinho a mais no iOS 11. Lembrando que, também é importante evitar temperaturas extremas (menores que 0º ou maiores que 35º), porque isso afeta a eficiência da bateria também. A Apple deve lançar já nas próximas semanas atualizações que consertem a perda excessiva de bateria, devido às reclamações de usuários.

E a sua bateria, como está, após a atualização? Conta para a gente aí nos comentários!

Review: Big Mouth (1ª temporada, 2017)
Review: Big Mouth (1ª temporada, 2017)
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Review: Big Mouth (1ª temporada, 2017)

Desde a primeira vez em que vi um trailer de Big Mouth no Facebook, antes do lançamento, fiquei intrigado com o seriado. Era um vídeo com “linguagem explícita”, mas em forma de desenho animado. Logo achei que seria mais um daqueles desenhos de besteira e que não daria em nada. Pois bem, lançou e fui assistir. Acabei a primeira temporada em uma noite.

Comecei vendo dublado, com meus pais em casa, mas mudei para legendado depois de cinco minutos. A linguagem é explícita para alguém ouvindo de fora, então recomendo que você veja sozinho ou não tenha medo de passar uma vergonhazinha com o que as frases desconexas podem causar.

A série retrata o cotidiano do garoto Nick, junto com seus amigos Andrew, Jessi e Missi, que estudam juntos e estão na pré-adolescência, naquela fase em que a puberdade começa a chegar para uns e outros, mas não para todos. Puberdade esta que é retratada na série como um monstro (algo parecido com um dinossauro), que fica incentivando as crianças a fazerem coisas como se masturbarem, darem o primeiro beijo e lidarem com as mudanças dos seus corpos.

É um pouco assustador de início, mas a genialidade se sobrepõe a cada novo episódio, apresentando fatos como as mentes dos garotos explodindo ao saber que garotas também sentem desejo sexual, ou vomitando ao descobrir o que é uma menstruação… Tudo com muito humor e fora do politicamente correto que vemos assolar as histórias das redes sociais (alô, família tradicional, tentem processar a Netflix agora).

Eu arrisco dizer que é um seriado muito bom sobre educação sexual, já que mostra crianças descobrindo e lidando com as mudanças que podem acontecer tanto no corpo, quanto na convivência social, pais perdidos sobre como ensinar os filhos, diversidade sexual e descoberta da sexualidade – há personagens gays e há episódios em que os personagens principais ficam em dúvida quanto a sua orientação -, e ainda fala sobre as brigas causadas pela ebulição dos hormônios, do primeiro beijo (tanto hétero, quanto homossexual), e tudo com muita diversidade étnica e representatividade, que parece estar em falta na cabeça das pessoas atualmente.

O humor é um pouco ácido e irônico, o que não faz o assunto se tornar menos sério ou mais fútil e essa talvez tenha sido a maior sacada de todos os produtores: é possível falar sério arrancando risadas (contraditório mas, real).

Por fim, talvez Big Mouth seja um seriado para você assistir sozinho se tiver uma família conservadora e que não lida bem com linguagens explícitas (não tem nada demais, mas as frases se pegas desconexas podem te dar uma dorzinha de cabeça), ou em família se você estiver em uma casa liberal. Eu arriscaria em ver com um filho pré-adolescente, já que tudo retratado lá, você com certeza já passou ou já se perguntou em algum momento da sua vida e provavelmente não lembra.

O Gabriel de 13 anos se sentiu representado por quase, senão todos os personagens, e o de 21 sofreu com cada um deles, como se estivesse passando por isso mais uma vez.

“Puberdade é algo que as pessoas associam à estranheza. O que ela é mesmo, mas quando você pensa nela, há toda essa nostalgia estranha. E se você é uma criança passando por isso, ou acabou de passar por isso, nós pegamos um período bem estranhamente doloroso para você e o deixamos, espero, bem engraçado e catártico.”

O final foi surpreendente para mim, e um tanto quanto cômico, aberto para uma segunda temporada que eu realmente espero que seja confirmada em breve. E vocês, já assistiram? Comentem aí a opinião de vocês também!

Nubank: Banco aparece como opção para transferência de recursos
Nubank: Banco aparece como opção para transferência de recursos
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Nubank: Banco aparece como opção para transferência de recursos

Conta corrente no Nubank? Sim, é o que dizem os rumores pela internet e os principais sites de tecnologia. Segundo informações, a empresa estaria trabalhando para lançar o serviço o mais rápido possível, e inclusive anunciou, através de suas páginas que está para lançar uma novidade, bombástica, em um vídeo ao vivo no Facebook. Olha só:

https://www.facebook.com/nubankbrasil/photos/a.776016582437003.1073741830.674963205875675/1578833198822000/?type=3&comment_id=1579278645444122&notif_id=1507945210648104&notif_t=comment_mention

O site Tecnoblog, especializado em tecnologia, disse que a realidade pode estar mais próxima que imaginamos. Segundo apurações, o Nubank já estaria aparecendo como Nu Pagamentos S.A. em listas de transferências bancárias, em aplicativos de outros bancos, como o Itaú e o Bradesco, por exemplo. O código de compensação da empresa é 260.

O Nubank já anunciou publicamente que pretende ampliar seu portfólio de serviços, oferecendo conta corrente, empréstimos ou produtos de investimento. Em julho, a empresa contratou Gustavo Franco, economista e ex-presidente do Banco Central, para ajudar em “novas ideias e novos produtos”. Por sua vez, o pessoal de lá não confirmou nem negou explicitamente os planos de lançar um serviço de conta corrente. “Estamos constantemente trabalhando para melhorar nossos serviços, e a integração com o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) é mais uma das ações que tínhamos planejado com o objetivo de reduzir custos operacionais e, futuramente, facilitar no desenvolvimento de novos recursos”, diz a empresa.

Será que agora o Nubank acaba de vez com todos os outros bancos? Já quero!

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Atualizações, Séries

Samsung lança o Galaxy Note 8 oficialmente no Brasil; saiba preço e data nas lojas

A Samsung lançou esta noite em São Paulo o seu novo smartphone top de linha, o Galaxy Note 8. A fabricante sul-coreana reuniu jornalistas no Auditório do Ibirapuera para apresentar as novidades do modelo que será carro-chefe nas categorias premium da marca.

Com 6GB de RAM, o Galaxy Note 8 chega ao Brasil em duas versões: 64GB e 128GB. Ambas são dual-sim. A caneta S-Pen chega renovada para profissionais de arte e design, que com certeza, farão um bom uso dela. A tela AMOLED de 6,3 polegadas e ‘infinita’ impressiona ao possibilitar uma resolução Quad HD+ (2960 X 1440 pixels).

A câmera dupla de 12 megapixels permite fotos no modo retrato nítidas e o melhor: completamente editáveis. Com duas câmeras capturando os momentos desejados a edição de itens específicos se torna mais intuitiva e de fácil manejo. É o chamado foco dinâmico.

Com Android 7.1.1., é esperado uma futura atualização para a versão 8.0 do sistema. A maior revolução trazida pelo smartphone é a capacidade dele de se tornar um dekstop. Ao ser conectado com acessórios específicos (o chamado DeX), o celular tem a capacidade de se tornar um excelente computador, que permite ao usuário utilizar programas como o pacote Office, navegador de internet e programas de música com uma fluidez vista em poucos computadores.

Confira abaixo a ficha técnica do produto:

  • Tela: Super AMOLED de 6,3 polegadas
  • Resolução da tela: Quad HD+ (2960 × 1440 pixels)
  • Câmera principal dupla: grande angular com 12 megapixels e f/1.7; telefoto com 12 megapixels e f/2.4
  • Câmera frontal: 8 megapixels com f/1.7
  • Armazenamento: 64 GB / 128 GB / 256 GB
  • Processador: octa-core de até 2,35 GHz
  • Memória RAM: 6 GB
  • Bateria: 3.330 mAh
  • Sistema: Android 7.1.1 com interface Samsung TouchWiz
  • Biometria: scanner de íris, reconhecimento facial e leitor de impressões digitais
  • Dimensões e peso: 162,5 x 74,8 x 8,6 mm e 195g
  • Cores: preto, cinza, dourado e azul

 

A pré-venda do Galaxy Note 8 começa nesta sexta-feira (06) e os primeiros compradores irão levar para casa de graça o DeX e carregador sem fio. O aparelho chega ás lojas oficialmente no dia 23. A versão de 64GB será vendida por R$ 4.399 e a versão de 128GB sai por R$4.799.

Atualizações, Séries

Conheça os novos iPhone 8 e iPhone X

A Apple anunciou hoje os seus novos produtos para o mercado em 2018. A apresentação comandada pelo vice-presidente sênior de marketing global da apple, Phil Schiller apresentou ao mundo o iPhone 8 e iPhone X. Conheça os modelos:

IPHONE X

A principal novidade neste modelo é ausência do botão físico na parte frontal do celular. O tradicional “touch ID”, função que desbloqueia o aparelho por meio da digital foi integrado à tela, que também conta com reconhecimento facial. A câmera traseira é dupla e conta com 12mp e dupla estabilização de imagem.

O carregador também sofreu alterações. Agora é sem fio. Isso mesmo, o aparelho vem com uma espécie de tapete que fica responsável por sua carga. Confira seus outros detalhes:

  • Chipset: Apple A11 Bionic dual-core
  • Tela: 5,8’’ AMOLED com resolução 2436×1125
  • RAM: 3 GB
  • Armazenamento: 64, 256 ou 512 GB
  • Câmeras: sistema duplo traseiro com 12 MP com estabilização óptica em ambas
  • Conectividade: 4G LTE, GPS
  • Cores: prata, preto e dourado

O modelo mais básico chegará em breve as lojas custando US$999.

IPHONE 8 E IPHONE 8 PLUS

Já o iPhone 8 chegam com as mesmas câmeras do iPhone X e um acabamento todo em vidro na parte frontal e traseira. Também chegará nas lojas com o carregador sem fio e airpods. Confira as novas características:

  • Displays de 4,7 e 5,5 polegadas
  • Câmera de 12 Megapixels com sensor capaz de capturar 83% mais luz
  • Processador A11 Bionic
  • Cores prata, cinza e dourado

O preço dos novos aparelhos começam a partir de US$699.

Nenhum dos modelos tem previsão para serem lançados no Brasil por enquanto.