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Antônio Tabet integra time de dubladores de “Procurando Dory”, o novo filme da Disney Pixar

No dia 30 de junho os cinemas brasileiros serão invadidos pela aventura ‘Procurando Dory’, da Disney-Pixar. O filme, que conta a história da busca de Dory por sua família, terá em seu elenco de dubladores, o ator Antônio Tabet. Ele dublará o personagem Hank, um “polvo de sete tentáculos”. O personagem, originalmente interpretado por Ed O’Neill, é um molusco que perdeu um tentáculo – junto com seu senso de humor – em algum lugar ao longo de sua trajetória. Um talentoso mestre da fuga com habilidades para camuflagem, Hank é o primeiro a saudar Dory quando se encontram no Instituto da Vida Marinha.

Antônio Tabet é ator e humorista e é conhecido pelo público por seu trabalho no site ‘Kibe Loco’ e também por ser um dos fundadores do canal de Youtube, ‘Porta dos Fundos’.

‘Procurando Dory” traz de volta a querida Dory (voz de Ellen DeGeneres), que vive alegremente nos recifes com Nemo (voz de Hayden Rolence) e Marlin (voz de Albert Brooks). O filme conta a história de quando Dory repentinamente se lembra de que tem uma família em algum lugar que pode estar procurando por ela, o trio embarca em uma aventura que vai mudar suas vidas cruzando o oceano em direção ao Instituto da Vida Marinha (IVM) na Califórnia, um centro de reabilitação e aquário. Em uma tentativa de encontrar seus pais (voz original de Diane Keaton e de Eugene Levy), Dory conta com a ajuda de três dos residentes mais intrigantes do IVM: Hank (voz original de Ed O’Neill), um polvo briguento que frequentemente dá um perdido nos funcionários; Bailey (voz original de Ty Burrell), uma baleia branca que está convencida que suas habilidades de ecolocalização não funcionam mais; e Destiny (voz original de Kaitlin Olson), um tubarão baleia míope. Nesta divertida aventura dentro do IVM, Dory e seus amigos vão viver descobertas inesperadas recheadas de humor e ação.

 

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Disney XD América Latina anuncia o início da produção de ONCE

O Disney XD América Latina anunciou o início da produção de Once, a nova série original do canal, produzida totalmente na América Latina e protagonizada por talentos de vários países da região. A série narra a história de Gabo, um adolescente que mora em uma cidadezinha distante chamada Álamo Seco. Gabo adora futebol e se depara com a oportunidade da sua vida ao receber uma bolsa de estudos, no prestigiado Instituto Acadêmico Desportivo (IAD) de Buenos Aires, para jogar no famoso time amador da escola, Os Falcões Dourados. A partir daí, começa a trilhar seu caminho para realizar o grande sonho de se tornar um jogador de futebol profissional. Once é uma série sobre a formação e o crescimento esportivo, onde o futebol se mistura à grande vontade de realizar os desejos pessoais.

“É com muito orgulho que anunciamos o início da produção de um novo conteúdo regional para o Disney XD, somando-se às propostas originais que já desenvolvemos, especialmente para o público-alvo do canal, comentou Cecilia Mendonça, Vice-presidente e Gerente Geral de Disney Channels Latin America, da The Walt Disney Company Latin America. Once será uma nova aposta na criatividade latino-americana e no talento local, com mensagens universais relacionadas com a nossa visão da marca, e uma temática que certamente vai criar um vínculo emocional com o público do Disney XD”, concluiu.

A série terá 80 episódios de 22 minutos com muita ação, emoção, esporte, comédia e histórias juvenis de superação pessoal. O elenco internacional é formado pelos argentinos Camila Agustina Palma, Federico Gurruchaga, Javier Eloy Bonanno, Guido Pennelli (Peter Punk), Paulina Vetrano, Renato Quattordio e Santiago Luna liderados por Mariano González, além de contar com os mexicanos Sebastián Athié e Juan David Penagos e a participação do brasileiro Luan Brum.

O elenco é completado pelos argentinos Agostina Fabrizio, Candelaria Grau, Fausto Bengoechea, Juan Bautista Herrera, Juan Francisco Cabrera, Julián Cerati, Lucas Minuzzi, Mariano Zabalza, Paulo Sanchez Lima e Tomás Converti; os famosos atores argentinos Verónica Pelaccini e Nicolás Pauls e o mexicano Juan de Dios Ortiz. O ator e apresentador argentino Santiago Stieben (Disney Planet; Highway, rodando a aventura, Peter Punk e Jungle Nest) também participa da nova série.

É uma nova produção original dos Disney Channels América Latina realizada em colaboração com os Disney Channels Europa — a primeira para o Disney XD— dirigida por Sebastian Pivotto. A produção é do Pegsa junto com Polka e Non Stop, com estreia prevista para o início de 2017 em toda a América Latina, na telinha do Disney XD.

Livros, Resenhas

Resenha: A Coroa, Kiera Cass

Em A Herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção.
Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… e agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil – e importante – do que esperava.
America Singer e o Príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção.
Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… e agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil – e importante – do que esperava.

Inicialmente criada para ser uma trilogia, A Seleção conquistou milhares de leitores pelo mundo todo. Tantos que, mesmo após o fim da seleção que levaria Maxon a escolher sua noiva, a autora Kiera Cass resolveu nos levar para dentro de mais uma Seleção, agora a da filha de Maxon, Eadlyn Schreave.

Ao iniciarmos A Herdeira nos deparamos com algo totalmente inesperado, a personalidade marcante de Eadlyn. Diferentemente de seu pai, Eadlyn é completamente segura de si, egocêntrica e orgulhosa. É possível vermos muitos traços do seu avô, o falecido Rei Clarkson.

“— (…) Porque, afinal, quem é você?
— Sou Eadlyn Schreave, e nenhuma pessoa no mundo é mais poderosa do que eu.”

Esse foi um dos principais pontos que fez muita gente detestar essa nova parte da história de Illéa. No entanto, A Coroa que viria a ser a sequência que encerraria a história veio para nos mostrar uma nova Eadlyn completamente diferente da que conhecemos no inicio de A Herdeira.

Totalmente abalada pelo estado grave em que sua mãe se encontra, Eadlyn agora se encontra ainda mais em um momento decisivo de sua vida. Antes sob a pressão de ter que participar de uma Seleção e escolher seu marido, agora ela terá que fazer isso e muito mais. A jovem princesa agora terá que ficar momentaneamente governando o país enquanto seu pai permanece do lado de America.

Como se não bastassem todos esses conflitos, uma ameaça ao governo de Eadlyn surge e ela precisa mais do que nunca buscar uma forma para ser aceita e amada pelo seu povo que a rejeita. Com isso, ela precisa encerrar o mais rápido a Seleção, mas como ela fará isso e ainda assim conseguir escolher a pessoa certa para passar o resto da vida ao seu lado?

A autora Kiera Cass nos jogou no meio de um drama como nunca havia feito antes. Foi surpreendente como ela construiu a evolução pessoal da jovem Eadlyn. Nós acompanhamos enquanto ela deixava de ser uma princesa mimada e se tornava a jovem Rainha Eadlyn Schreave e, claro, pudemos ver também ela descobrir que poderia sim ser uma grande Rainha e ter o amor de um marido.

Infelizmente, a autora cometeu alguns erros, o principal deles foi a pressa para terminar o livro. Talvez ela estivesse sob pressão para concluir e publicar logo ele, isso acontece com muitos autores, mas o caso é que ao nos aproximarmos do fim da história ficou perceptível que ficou tudo muito corrido. Vimos Eadlyn fazer sua escolha, encerrar a Seleção, ser coroada rainha e ainda apresentar uma solução para os conflitos de um país pós-castas em pouquíssimas páginas.

Entretanto, mesmo com essa falha, o final foi imensamente satisfatório para mim. Kiera nos surpreendeu completamente com a escolha feita por Eadlyn e isso foi maravilhoso, mesmo sabendo que muitos fãs da saga a odiariam por ela não ter escolhido aquele que todos queriam. Isso só fez aumentar ainda mais minha admiração pela autora, pois ela encerrou da forma que ELA achava correto, ela não se deixou influenciar pelos fãs e deu o final que todos queriam. Ela seguiu seu coração e concluiu da forma que achava correto. É claro que os fãs merecem ser ouvidos também, mas uma coisa é você dar sugestões de como deveria terminar, outra totalmente diferente é você querer impor a sua decisão de como a história deveria acabar sobre a escritora.

No mais, a história iniciada lá em 2012 com A Seleção não poderia receber um final melhor. O livro me rendeu uns bons momentos de risadas, mas também me tirou muitas lágrimas. Foi difícil chegar ao fim, mas o momento chegou e só nos restou fechar o livro com um aperto no coração e dar nosso adeus para Illéa.

Livros, Resenhas

Resenha: Deadpool – A Guerra de Wade Wilson, Duane Swierczynski & Jason Pearson

“Arrastado ao Senado dos Estados Unidos para explicar sua participação em um massacre que deixou centenas de mortos no México, Deadpool está prestes a revelar muito mais do que qualquer um poderia esperar! Embarque numa viagem ao pervertido passado do Mercenário Tagarela à medida que ele mesmo escancara detalhes de sua incrível origem. Mas será a verdade ou um amontoado de mentiras delirantes? Francamente, quem se importa? Com certeza, não o próprio Deadpool!”

Um dos personagens mais loucos a surgir na Marvel, Deadpool reuniu uma legião de fãs desde a sua estreia, em 1991. Suas características foram um verdadeiro sopro de ar fresco para época, contrastando em um cenário repleto de anti-heróis sombrios e silenciosos, a mistura de comédia-pastelão com ação exagerada de Deadpool converteu a série em um cultuado clássico.

O roteiro criado por Swierczynski é quase um resumo completo do perfil do personagem, repleto de violência gratuita, piadas visuais e frases de efeito “inspiradoras”, a história é uma imagem do próprio narrador, desarticulada, ou seja, no melhor estilo Deadpool. Jason também faz um grande trabalho na arte, tornando clara a distinção entre passado e presente.

Wade Wilson foi arrastado pelo governo até o senado para explicar sua participação em um massacre ocorrido no México, mesmo estando sobre a mira de inúmeros fuzis, como era de se esperar, ele não mantêm uma postura séria. No início do interrogatório, ele logo começa a falar sobre um grupo secreto de operações especiais do qual ele fazia parte, que também contava com a presença de Dominó, Mercenário e Silver Sable, todos altamente treinados e especialistas em assassinatos.

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Em meio a explicação, ele é questionado pelo senador sobre seu passado, imediatamente ele começa a discorrer sobre como chegou até ali e como conseguiu àquela aparência, não sendo muito convincente. Durante todo o tempo algemado e sob a mira de várias armas, Deadpool não se contem, atirando piadas a cada quadro, ele terá que pensar rápido antes que tudo saia de controle.

“Deadpool – A Guerra de Wade Wilson”, é uma festa de piadas e violência, o leitor irá se surpreender, rir e chorar com Deadpool, um personagem único e querido por muitos fãs da Marvel. Sua história responde a muitas perguntas, deixando inclusive espaço para interpretação, e neste caso, só lendo para entender.

Atualizações, Livros

Novidades sobre “Tales of the Peculiar” de Ransom Riggs

No dia 15 de abril o site The Guardian anunciou o lançamento de um novo livro do universo de “O Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares”(que inclusive já foi resenhado aqui).Tales of the Peculiar”, (Contos dos Peculiares, em tradução livre) será um livro com 10 contos da mitologia da série, que guardam segredos do mundo peculiar. “Tales of the Peculiar”, disse Riggs, é um elemento da trama crucial no seu segundo livro, Cidade dos Etéreos – “um grande e pesado, livro muito antigo dos contos de fadas amados pelas crianças peculiares – tão amado, de fato, que é um dos poucos itens que escolhem salvar do orfanato da Srta. Peregrine no final do primeiro livro“.

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Pois bem, trazemos para vocês agora um trecho de um desses 10 contos, intitulado  “The Splendid Cannibals”. E não apenas isso, temos também os títulos dos outros 9 contos presentes em “Tales of The Peculiar” que são: “The Fork-Tongued Princess”, “The First Ymbryne”, “The Woman Who Befriended Ghosts”, “Cocobolo”, “The Pigeons of Saint Paul’s”, “The Girl Who Could Tame Nightmares”, “The Locust”, “The Boy Who Could Hold Back the Sea”, “The Tale of Cuthbert”.

“Tales of the Peculiar” será lançado em 6 de setembro de 2016.

Você pode conferir o trecho original em inglês de “The Splendid Cannibals” abaixo:

The peculiars in the village of Swampmuck lived very modestly. They were farmers, and though they didn’t own fancy things and lived in flimsy houses made of reeds, they were healthy and joyful and wanted for little. Food grew bountifully in their gardens, clean water ran in the streams, and even their humble homes seemed like luxuries because the weather in Swampmuck was so fair, and the villagers were so devoted to their work that many, after a long day of mucking, would simply lie down and sleep in their swamps.

Harvest was their favourite time of year. Working round the clock, they gathered the best weeds that had grown in the swamp that season, bundled them onto donkey carts, and drove their bounty to the market town of Chipping Whippet, a five days’ ride, to sell what they could. It was difficult work. The swampweed was rough and tore their hands. The donkeys were ill-tempered and liked to bite. The road to market was pitted with holes and plagued by thieves. There were often grievous accidents, such as when Farmer Pullman, in a fit of overzealous harvesting, accidentally scythed off his neighbor’s leg. The neighbor, Farmer Hayworth, was understandably upset, but the villagers were such agreeable people that all was soon forgiven. The money they earned at market was paltry but enough to buy necessities and some rations of goat-rump besides, and with that rare treat as their centerpiece they threw a raucous festival that went on for days.

That very year, just after the festival had ended and the villagers were about to return to their toil in the swamps, three visitors arrived. Swampmuck rarely had visitors of any kind, as it was not the sort of place people wanted to visit, and it had certainly never had visitors like these: two men and a lady dressed head to toe in lush brocaded silk, riding on the backs of three fine Arabian horses. But though the visitors were obviously rich, they looked emaciated and swayed weakly in their bejeweled saddles.

The villagers gathered around them curiously, marveling at their beautiful clothes and horses. “Don’t get too close!” Farmer Sally warned. “They look as if they might be sick.”

“We’re on a journey to the coast of Meek,” explained one of the visitors, a man who seemed to be the only one strong enough to speak. “We were accosted by bandits some weeks ago, and, though we were able to outrun them, we got badly lost. We’ve been turning circles ever since, looking for the old Roman Road.”

“You’re nowhere near the Roman Road,” said Farmer Sally. “Or the coast of Meek,” said Farmer Pullman.
“How far is it?” the visitor asked.
“Six days’ ride,” answered Farmer Sally.

“We’ll never make it,” the man said darkly.
At that, the silk-robed lady slumped in her saddle and fell to the ground.

The villagers, moved to compassion despite their concerns about disease, brought the fallen lady and her companions into the nearest house. They were given water and made comfortable in beds of straw, and a dozen villagers crowded around them offering help.

“Give them space!” said Farmer Pullman. “They’re exhausted; they need rest!” “No, they need a doctor!” said Farmer Sally.

“We aren’t sick,” the man said. “We’re hungry. Our supplies ran out over a week ago, and we haven’t had a bite to eat since then.”

Farmer Sally wondered why such wealthy people hadn’t simply bought food from fellow travellers on the road, but she was too polite to ask. Instead, she ordered some village boys to run and fetch bowls of swampweed soup and millet bread and what little goat-rump was left over from the festival — but when it was laid before the visitors, they turned the food away.

“I don’t mean to be rude,” said the man, “but we can’t eat this.”

“I know it’s a humble spread,” said Farmer Sally, “and you’re probably used to feasts fit for kings, but it’s all we have.”

“It isn’t that,” the man said. “Grains, vegetables, animal meat — our bodies simply can’t process them. And if we force ourselves to eat, it will only make us weaker.”

The villagers were confused. “If you can’t eat grains, vegetables, or animals,” asked Farmer Pullman, “then what can you eat?”

“People,” the man replied.
Everyone in the small house took a step back from the visitors. “You mean to tell us you’re . . . cannibals?” said Farmer Hayworth. “By nature, not by choice,” the man replied. “But, yes.”

He went on to reassure the shocked villagers that they were civilized cannibals and never killed innocent people. They, and others like them, had worked out an arrangement with the king by which they agreed never to kidnap and eat people against their will, and in turn they were allowed to purchase, at terrific expense, the severed limbs of accident victims and the bodies of hanged criminals. This comprised the entirety of their diet. They were now on their way to the coast of Meek because it was the place in Britain which boasted both the highest rate of accidents and the most deaths by hanging, and so food was relatively abundant — if not exactly plentiful.

Even though cannibals in those days were wealthy, they nearly always went hungry; firmly law-abiding, they were doomed to live lives of perpetual undernourishment, forever tormented by an appetite they could rarely satisfy. And it seemed that the cannibals who had arrived in Swampmuck, already starving and many days from Meek, were now doomed to die.

Having learned all this, the people of any other village, peculiar or otherwise, probably would have shrugged their shoulders and let the cannibals starve. But the Swampmuckians were compassionate almost to a fault, and so no one was surprised when Farmer Hayworth took a step forward, hobbling on crutches, and said, “It just so happens that I lost my leg in an accident a few days ago. I tossed it into the swamp, but I’m sure I could find it again, if the eels haven’t eaten it yet.”

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Resenhas

Resenha: Dama da meia-noite, Cassandra Clare

Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada. O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro – mas eles nunca podem se apaixonar.

Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança – e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas … antes que o assassino coloque eles na mira. Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais – e ela pode suportar saber a verdade?

A magia e aventura das Crônicas dos Caçadores de Sombras tem capturado a imaginação de milhões de leitores em todo o mundo. Apaixone-se com Emma e seus amigos neste emocionante e de cortar o coração no volume que pretende deliciar tantos novos leitores como os fãs de longa data.

Depois de dois anos sem nenhuma produção, Cassandra Clare volta com tudo. Quando terminei “Princesa Mecânica”, nunca imaginei que a autora conseguiria criar uma história melhor ou uma que eu me apegasse tanto. Hoje, felizmente, venho retirar tudo que eu disse e declarar publicamente meu amor pela nova saga da autora: Dama da Meia-noite, o primeiro livro da série Os Artifícios das Trevas.

Primeiramente, vamos recapitular os acontecimentos de Cidade de Fogo Celestial: os pais de Emma Carstairs foram assassinados durante a Guerra Maligna e, enquanto a Clave culpava Sebastian pelas mortes, a garota sempre duvidou e fez sua própria investigação. No mesmo dia, o pai de Julian foi transformado em um dos Crepusculares e foi morto pelo próprio garoto para salvar seus irmãos. Com tudo que aconteceu, Julian foi obrigado a assumir o papel de pai e mãe dos irmãos, e Emma se tornou parte dessa família tão machucada pela guerra.

Amigos desde crianças e ainda mais unidos pela dor e sofrimento causados pela Guerra Maligna, Emma e Julian se aproximam cada vez mais, se tornam Parabatai e juntos criam os irmãos menores de Julian: Livvy e Ty, Dru e o pequeno Tavvy. Não é segredo pra ninguém – pelo menos pra quem leu Cidade do Fogo Celestial ou a sinopse – que Emma e Julian são parabatai que apaixonados um pelo outro. Mas a lei sobre parabatai é clara: eles nunca devem se apaixonar.

Gostei bastante do casal protagonista. Na verdade, eu já gostava de Emma desde o final de Cidade de Fogo Celestial. Aquela menina que luta pelo que acredita e não se deixa levar pelo que os outros pensam! Precisamos cada vez mais de mocinhas assim #ficadica. Mas quem me conquistou nessa leitura foi Julian. Forçado a deixar sua juventude de lado em prol da sua família, ele nos encanta com o cuidado e amor pelos seus irmãos a cada capítulo.

“Quando você ama alguém, a pessoa se torna parte de quem você é. Está presente em tudo que você faz (…) O toque dela fica na sua pele, a voz permanece em seus ouvidos, e, os pensamentos, na sua cabeça. Você conhece os sonhos da pessoa, porque os pesadelos agridem o seu coração, e os sonhos bons também são seus. E você não acha que a pessoa é perfeita, mas conhece os defeitos dela, sua verdade profunda e as sombras de todos os segredos que ela carrega, e esses segredos não te assustam; na verdade fazem com que você ame ainda mais, porque você não quer perfeição. Você quer a pessoa.”

Embora essa seja a temática principal da leitura: o coração dividido dos personagens, a confusão entre até onde é amizade e quando começou a ser amor, não é só de amores proibidos que se trata Dama da Meia-noite, e esse é um dos meus grandes elogios a série. Todos esses sentimentos confusos e novas descobertas vão se desenvolvendo junto a uma emocionante busca sobre a verdade dos assassinatos dos pais de Emma e sua relação com novos assassinatos que vem ocorrendo na região. E peço licensa para comentar que nem todos os meus anos de Criminal Case, C.S.I., Bones, Castle e The Mentalist não foram suficientes para eu sequer imaginar quem era o verdadeiro assassino! O livro consegue unir a dose perfeita de suspense, ação e romance, não deixando espaços pra críticas.

Também me surpreendi com a explicação sobre porque parabatais não podem ficar juntos. Achei que seria uma lei completamente despropositada e sem sentido, mas ela foi muito bem formulada e achei uma explicação maravilhosa. Ainda não sei como Emma e Julian vão lidar com isso nos próximos livros, mas já estou bem ansiosa pra descobrir!

Os fãs das séries anteriores também não ficarão decepcionados: são constantes as participações de Clary e Jacy e Jem e Tessa (saudades, Will). É estranho ver nosso personagens antes adolescentes impulsivos hoje adultos e responsáveis, dando conselhos sábios para os novos protagonistas! Vou parando por aqui para evitar spoilers, mas a mensagem que quero deixar é: não deixem de ler essa nova maravilha que Cassie preparou pra nós! <3

P.S. Minha única crítica ao livro é o tamanho! Eu amo livros grandes, porque eles significam que ainda temos muitas histórias pra ler <3 mas essas 560 páginas (+ o capítulo extra de Clary e Jace) pesavam minha mão na hora de ler (pontos pros kindles e kobos da vida).

Atualizações, Livros

J.K. Rowling ajuda fã de “Harry Potter” a superar depressão

A rainha J.K. Rowling, autora da série Harry Potter, emocionou vários de seus fãs no Twitter recentemente, quando comoveu-se com a história de Kate, uma leitora que está lutando contra a depressão. A garota pediu à autora para que escrevesse o feitiço Expecto Patronum com sua letra, para que pudesse tatuar em seu corpo.

Na série, o feitiço era bastante utilizado para afastar os Dementadores, criaturas malignas, que sugavam a felicidade das pessoas ao redor, que foram criadas por Rowling, como uma alusão à depressão.

“Eu amo o fato de você estar trabalhando em se curar e se proteger. Você merece. Espero que isso ajude.”, disse a autora, ao postar uma foto com o feitiço escrito.

Resenhas

Resenha: Veronika Decide Morrer, Paulo Coelho

Paulo Coelho nos conta uma história intrigante, a história de Veronika, que no auge dos seus 24 anos, se sentia dentro de tudo que queria: beleza, emprego, família, eis que no dia 11 de novembro de 1997 toma a decisão de tomar alguns comprimidos e acabar com a sua vida.
Mas essa tentativa não teve sucesso, Veronika é acordada no sanatório de Villete, na Eslovênia, onde recebe a notícia que só lhe restaram alguns dias de vida, então, ela passa a conhecer cada pessoa que frequentava a clínica onde fora internada.
O autor coloca cada personagem de um jeito muito singular, e é engraçado como a maioria dos personagens, após serem internados decidem ficar lá pelo resto de seus dias. Enquanto lemos as descrições dos pacientes, ou até a ordem sequencial dos acontecimentos chegamos a questionamentos como: Qual é o verdadeiro significado de loucura? Por que consideramos algumas pessoas loucas? Qual é o real objetivo de um sanatório?
Daniel Pereira
Entre as histórias mais interessantes destacaremos a de Zedka, uma depressiva internada em Villete que aponta de frente os questionamentos já citados para Veronika. Onde até indaga ela qual seria o lado ruim de ser louca, quebrando uma série de preconceitos que a própria personagem tinha, e que podemos nos deparar diariamente quando abordamos tais assuntos.
A personagem que mais me chamou atenção foi Mari, uma mulher que sofria de síndrome do pânico, sua vida fora mudada drasticamente após ser internada, a vida de sua família continuou apesar de sem ela, o que fez a mulher que já havia certa idade decidir continuar no sanatório, por lá ser o lugar onde sua vida seria mais fácil.
Eduard, um jovem esquizofrênico desperta sentimentos em Verônika durante a trama
“(…)-Eu vim a este mundo para passar por tudo o que passei, tentar o suicídio, destruir meu coração, encontrar você, subir até este castelo e deixar que você gravasse meu rosto em sua alma”
O romance dos dois é uma coisa improvável apesar dos sentimentos de Verônika, mas considerei muito bem colocado a maneira em que Paulo Coelho desenvolve essa história.
Em um contexto geral, a história nos passa uma ideia muito diferente do que geralmente temos sobre um sanatório, esse livro é muito recomendado para as pessoas que têm interesse sobre esse assunto, mas é também um livro que toda estante deveria ter, pois o preconceito quebrado ao decorrer das 208 páginas do romance nos faz repensar sobre diversas situações em que julgamos mal o que vemos.

Atualizações, Livros

As possíveis Quatro Casas de Ilvermorny, a Hogwarts Norte-Americana

Um homem está divulgando que ele descobriu as quatro casas de Ilvermorny, a Hogwarts Norte-Americana, cuja existência foi anunciada por J. K. Rowling alguns meses atrás. Federico Ian Cervantez encontrou uma falha no site Pottermore e parece que, eventualmente, haverá algum tipo de Página Triagem ou teste para ver a qual casa os estudantes da escola e até mesmo fãs de Harry Potter pertencem, a julgar pela codificação. Intitulado “Onde você pertence? Horned Serpent, Wampus, Thunderbird ou Pukwudgie”.

Há uma suposta imagem do javascript no Hypable, onde o autor Andrew Sims também olhou para cada um desses nomes e descobriu que eles são, na verdade, criaturas do folclore nativo-americano – o que faz bastante sentido comparado a decisão de Rowling de se concentrar nas origens nativo-americanas para a explicação da magia no mundo mágico americano, apesar da preocupação de que isso seja apropriação cultural. As perguntas do questionário, nem os resultados aparecem na imagem do javascript, então não há nenhuma palavra ainda sobre o que cada uma dessas “casas” (se é que isso seja mesmo como eles são chamados em Ilvermorny) vai significar sobre os seus ocupantes. Ainda assim, ao examinar as criaturas, você pode ter algumas suposições razoáveis – especialmente porque, ao se aprofundar na pesquisa, você achar que as criaturas correspondem aos quatro elementos principais: terra, fogo, água e ar.

Horned Serpent (água)

A Horned Serpent (literalmente, uma Serpente de Chifres) é uma criatura presente em algumas mitologias norte-americanas, principalmente nas áreas de Floresta do Sudeste e dos Grande Lagos; em algumas tribos, acreditava-se que a criatura mítica era associada a água, chuva, raio/trovão. A água é o elemento mais estreitamente alinhado com a compaixão, amor, cura e psiquismo, isso pode ser a casa para os alunos mais empáticas – isto é, a Lufa-Lufa;

Wampus (Terra)

O Wampus (normalmente chamado de Wampus Cat; ou seja, Gato Wampus), é uma criatura da mitologia Cherokee descrita normalmente como uma puma apavorante. Como o elemento terra está associado à prosperidade, riqueza, força e morte, podemos concluir que esta é a casa mais semelhante a Sonserina, onde a ambição é muito valorizada;

Thunderbird (Ar)

O Thunderbird também é uma criatura do folclore dos índios norte-americanos, particularmente das tribos do Sudoeste, dos Grandes Lagos e das Grandes Planícies; seu nome se traduz literalmente para Pássaro do Trovão e é descrito como um pássaro sobrenatural de poder e força. É especialmente importante e mencionado na arte, nas músicas, em narrativas orais e em histórias de várias culturas da Costa Pacífica do Noroeste. O elemento ar está mais alinhado com a comunicação, viagens e intelecto, por isso pode ser seguro dizer que J.K. Rowling planeja ter a casa Thunderbird como equivalente a Ravenclaw (especialmente vendo como seus mascotes são muito semelhantes);

Pukwudgie (Fogo)

Um Pukwudgie (sem tradução, provavelmente seu nome é derivado de um idioma local), é uma criatura que se assemelha a um troll que mede entre 60 e 90 cm de altura e pertence ao folclore dos Wampanoag. Os Pukwudgies parecem humanos, mas têm narizes, dedos e orelhas aumentados. A pele deles é descrita como sendo cinzenta e, por algumas descrições, brilhante. Vendo como o fogo está associada com paixão, desejo, energia e força, isso pode ser o equivalente a Grifinória em Ilvermorny.

 

Claro, isso tudo pode ser um grande absurdo, porque não há nenhuma maneira de verificarmos nada disto antes que seja divulgado pelo Pottermore. No entanto, tudo isso parece estar em sincronia com os planos de J.K. Rowling para a magia na América do Norte (mesmo que as pessoas tenham receio sobre a apropriação cultural da mitologia indígena americana). Nenhuma palavra ainda sobre quando, ou se o teste vai mesmo existir, foi dada, mas tenho certeza que tudo será revelado no seu devido tempo.

Atualizações, Livros

Cassandra Clare revela capa e sinopse de “The Bronze Key”

Cassandra Clare revelou ontem em sua conta no instagram a capa do 3º livro da série Magisterium:The Bronze Key (“A Chave de Bronze” em tradução livre), juntamente com a sinopse do livro.

“A capa de Magisterium 3: A Chave de Bronze! Eu estou tão ansiosa pra vocês poderem ler esse livro que vai mostrar a direção do resto do resto da série e o destino de Call, Tamara e Aaron.” disse Clare na postagem.

Abaixo você pode conferir a capa e a sinopse do livro:

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Mágica pode te salvar.

Mágica pode te matar.

Os estudantes da Magisterium deveriam estar supostamente salvos. Sob o olhar cuidado dos magos, eles são ensinando a usar magia para trazer ordem a um mundo caótico.

Mas agora o caos está lutando de volta.

Call, Tamara e Aaron deveriam se preocupar com, provas e disputas mágicas, ou coisas do tipo. Em vez disso, depois da morte chocante de um dos seus colegas de classe, eles têm que rastrear um assassino sinistro… e arriscar suas próprias vidas no processo.

Assim Call, Tamara e Aaron descobrem que mágica só pode ser boa de acordo com a pessoa que a pratica. Em mãos más, tem a capacidade infinita de machucar – a menos que seja impedida a tempo.

Nesse surpreendente terceiro livro de “Magisterium”, as autoras líderes de vendas Holly Black e Cassandra Clare nos presenteiam com uma escola aonde tudo – o bom e o mal – pode acontecer, e o único jeito de descobrir a verdade é arriscar tudo para encontrá-la.”

A saga “Magisterium” teve seu primeiro livro, “O Desafio de Ferro”, publicado pelo selo Irado da Novo Conceito, já a sequência, “A Luva de Cobre” , foi publicado pela Galera Record que adquiriu os direitos sobre o resto da saga.

“A Chave de Bronze” está previsto para ser lançado em 30 de agosto nas livrarias estadunienses.