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Gabu Camacho

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Becompre: Desapegue dos livros que já leu e se apegue a novas HISTÓRIAS, não títulos

Você sabia que durante o processo criativo de um livro, muitas vezes, os autores não podem opinar sobre as capas de suas obras? Ou então, que durante as traduções, o título original pode perder o sentido de toda a história? Foi pensando nisso que o Beco Literário, plataforma de conteúdo jovem que sempre esteve a frente de projetos que promovem a quebra de padrões e promovem experiências únicas aos seus usuários na leitura, deu um novo passo para criar o Becompre, uma nova maneira de comprar livros sem saber qual é o exemplar que está levando para casa.

O Becompre integra a vontade de desapegar de livros que já leu com o desejo de comprar livros a um preço acessível, dado que todos os exemplares que estão disponíveis no catálogo de venda são adicionados por pessoas dispostas a abrir um espaço na estante e promover a leitura de uma forma divertida. Tudo acontece de forma muito simples: o interessado em vender seus livros precisa preencher um formulário no site do Beco Literário com dados básicos pessoais e do livro, depois disso, a curadoria do site vai analisar as informações e reinventar a sinopse desta obra, para que ao ser publicada no site, o futuro leitor se apaixone pelo livro sem julgar a capa ou o título, que muitas vezes são traduzidos do estrangeiro e não retratam com fidelidade a história.

Para quem deseja comprar, a experiência de encontrar um livro no Becompre é totalmente imaginativa, já que a seção foi construída para despertar nos leitores a vontade de desbravar o desconhecido e tirar proveito dessa experiência. O desafio é que todos que acessem o Becompre encontrem um livro que seja a sua alma-gêmea de história e consigam adquiri-lo a um preço justo aliado a melhor experiência de atendimento ao cliente e claro, sem julgar um livro pela capa ou pelo título, apenas pelo o que a história oferece.

O CEO do Beco Literário, Gabu Camacho, acredita que o Becompre vai proporcionar um senso de pertencimento muito forte aos leitores do site. “Fizemos pesquisas antes do lançamento e vimos que as pessoas ficaram admiradas em comprar um livro sabendo apenas sua história. É uma forma de colocar o clichê de ‘não julgue um livro pela capa’ em prática, sem deixar a transparência de lado”, comenta.

Todos os livros anunciados no site passam por um rigoroso processo de curadoria, para que o leitor não se sinta lesionado ao comprar um livro usado. Além da sinopse, todos os dados como peso, estado do livro e quem vende, ficam explícitos na página. “Nós ficamos no meio do processo. Ajudamos o vendedor a embalar, conservar, limpar e enviar o livro, enquanto auxiliamos o comprador a encontrar uma história que ele realmente goste, com preço acessível e bom estado de conservação”, acrescenta o CEO.

Durante o mês de maio e a primeira quinzena de junho, o Becompre esteve aberto exclusivamente para que os leitores cadastrassem seus livros para venda. Desde então, a plataforma está aberta em sua totalidade para compras também. E claro, o recebimento de novos tesouros continua por tempo indeterminado.

Clique aqui para ver o catálogo de livros que está à venda e clique aqui para cadastrar seus livros para venda no Beco Literário. Ficou alguma dúvida? Clique aqui para saber o passo a passo para vender ou comprar, ou clique aqui para tirar suas dúvidas do funcionamento do BeCompre.

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Dica de Livro: Dos holofotes da moda ao submundo das drogas

O que dizer a uma pessoa que foi abusada sexualmente pelo pai e que quase foi vendida a uma família de estranhos pela própria mãe? Como será a vida de quem sofreu agressões físicas e psicológicas por parte da família? E o que esperar de quem considera a cocaína sua melhor amiga?

Foi lutando contra esse passado devastador que a ex-modelo e hoje escritora Karen Padilha buscou forças para seguir em frente e prosperar em todas as vertentes de sua vida. Em “O que fizeram de mim? Sobre traumas e transformações”, Karen quer mostrar ao leitor sua trajetória de vida e as práticas que usou ao seu favor para transpor todas as barreiras que a vida colocou em seu caminho. E, claro, como aplicar cada uma dessas ferramentas em situações distintas e que todos podemos enfrentar.

Karen mostra como a espiritualidade (sem tomar partido de religião ou de alguma crença, mas na fé que cada um possui em algo superior), a psicologia e a resiliência foram essenciais para reverter um quadro de total dependência das drogas em uma vida de reflexões e positivismo. Ela já iniciou seu próximo livro, também sobre a temática de como derrotamos nossos próprios fantasmas e trilhar novos rumos na vida.

“Brigando com meus demônios, tentando identificá‑los, um por um, sofrendo na pele o que é desejar cegamente uma coisa e não poder tê‑la. Isso porque o que se deseja é o que estava destruindo minha vida, e pode continuar, se eu permitir. Essa batalha ninguém pode vencer por mim, só eu posso me libertar, e algumas vezes me sinto tão fraca e chego a pensar que não conseguirei. ”

Uma jornada de autoconhecimento necessária para quem precisa se redescobrir e permitir novas aberturas nos rumos para sua vida. Histórias de vitória que nos inspiram e nos motivam a seguir a luta são sempre revigorantes. E é através de seus relatos de vida que Karen quer nos mostrar: Tudo vai ficar bem!

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6 playlists para arrasar no esquenta da Parada do Orgulho LGBT

A Parada do Orgulho LGBT em SP acontece neste próximo domingo e promete levar milhões de pessoas para as ruas. Neste ano, o slogan do evento é “Poder para LGBTI+, nosso voto, nossa voz”, que reflete a necessidade de apoio a políticos comprometidos com os direitos da população LGBT. Este é o maior evento do tipo no mundo e que reúne gente dos mais variados gostos musicais. Já na contagem regressiva para domingo, a Deezer montou seis playlists para você arrasar do seu esquenta para a Parada.

São músicas que vão desde os sucessos mais recentes, como “News Rules”, de Dua Lipa, e “Vai Malandra”, da Anitta, aos mais clássicos, como “Like a Virgin”, da Madonna, e “Believe”, da Cher, entre outras.

Hinos do Arco-Íris: Essa playlist de curadoria do time editorial da Deezer é pura festa, resistência e celebração do amor e da diversidade. Nela estão alguns dos maiores hits da cultura LGBT+, inclusive com faixas das brasileiríssimas Pabllo Vittar, Lia Clark e Linn da Quebrada;

#Pride: Criada pela Maluca dos Signos, essa é a playlist LGBT que você respeita, com seleções que são puro amor e orgulho. Para não deixar ninguém parado, ela conta com hits nacionais, internacionais e de artistas independentes. Hino atrás de hino!

Orgulho LGBTQ+: Uma seleção inteira só com artistas nacionais, de fazer qualquer um passar mal.

PRIDE #rainbow: Um convite para deixar o preconceito de lado e celebrar a diferença. A playlist está recheada de sucessos: tem Lorde, Ludmilla, Rita Ora e muito mais!

Orgullo Gay: Originalmente criada como inspiração para a Parada LGBT de Madrid, a playlist conta com clássicos imprescindíveis para dançar e se orgulhar em qualquer cidade. A playlist está repleta de sucessos, como “Living on My Own”, do Freddie Mercury, e “Outside”, do George Michael.

Gay Party Hits: Essa playlist é para quem não aguenta ficar sem bater o cabelo. Embalam a seleção sucessos como “Toxic”, da Britney Spears e o hino “Crazy in Love”, da Beyoncé.

Agora é só favoritar, amar e para aqueles que desejam ouvir no offline, sem consumir o plano de dados da internet, sincronizar no celular antes de sair de casa e levar sua música no bolso pra onde for.

A Deezer é o único serviço de streaming de música com o Flow: uma trilha sonora personalizada com suas músicas mais queridas e novas recomendações, e o Flow Tab, uma compilação de listas customizadas baseadas individualmente no gosto de cada usuário.

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Kim Possible: Novos atores se juntam ao filme original do Disney Channel

Alyson Hannigan (How I Met Your Mother) e Connie Ray (The Big C) se juntam ao elenco de Kim Possible, filme original Disney Channel baseado na série animada sobre uma menina normal e estudante do ensino médio que em seu tempo livre, salva o mundo dos vilões. Hannigan interpretará a neuro-cirurgiã  Ann Possible (conhecida como mãe Possible), e Ray interpretará a avó Nana Possible.

Também se unem ao elenco Todd Stashwick (12 Monkeys) e Taylor Ortega, que interpretarão os vilões favoritos dos fãs Drakken e Shego, respectivamente; Ciara Wilson (OMG!) será Athena; e Erika Tham (Make It Pop) a rival de Kim, Bonnie.

Os protagonistas, Sadie Stanley como Kim Possible, e Sean Giambrone como Ron Stoppable, completam o elenco da comédia de aventuras que estreará em 2019.

Hannigan também emprestou sua voz a Fancy Nancy (Claire Clancy) na versão em inglês da série animada do Disney Junior Fancy Nancy, baseada nos libros do New York Times, sucesso de vendas, e que estreia em breve.

Os roteiristas do filme são os criadores da série Kim Possibleganhadores do Emmy® Mark McCorkle e Bob Schooley (Big Hero 6 The Series, The Penguins of Madagascar), e Josh Cagan (The DUFF, Bandslam). Os produtores executivos são McCorkle, Schooley e Zanne Devine, cujos créditos de produção incluem I, Tonya e o filme Easy A. O filme será codirigido e coproduzido por Adam B. Stein e Zach Lipovsky (ambos de MECH-X4, do Disney XD). Blyth Nailling (Last Man Standing, de ABC, e Scrubs) é a diretora de casting.

A série animada de comédia e aventuras mostrava a forte adolescente, que usava seu cérebro, suas emoções e suas experiências para salvar o dia. Em 87 episódios, Kim Kim Possible andou na hierarquia social do secundário e, junto de seu fiel companheiro Ron Stoppable e sua toupeira, Rufus, frustrou os vilões Drakken e Shego, entre outros. A série inspirou dois populares filmes de animação originais, Kim Possible: A Stitch in Time, em 2003, e Kim Possible Movie: O Drama, em 2005, que foi o primeiro filme original do Disney Channel.

A forte conexão dos espectadores com Kim Possible transformou esta série numa franquia fora da televisão, que incluiu os personagens Kim Possible e Ron Stoppable no Disney Parks & Resorts, uma linha de produtos de consumo, trilhas sonoras e jogos.

A série ganhadora do prêmio Emmy® recebeu elogios de Parents’ Choice Foundation, ganhou o “Annie Award” da internacional Animated Film Society e “Pulcinella” da Itália como Melhor Programa e Melhor Série de TV para Crianças.

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Fábrica de Casamentos: Noivo faz surpresa para noiva no programa de hoje

No Fábrica de Casamentos de hoje, 26, o casamento será surpresa: apenas Gabriel saberá da festa feita pelo programa, e para surpreender a noiva, Natali, Chris Flores e Carlos Bertolazzi farão um falso programa de culinária.

Na armação, participará Eliene, sogra de Gabriel. A ideia é revelar a surpresa do casamento e pedir que a sogra auxilie o noivo com os preparativos do enlace. Toda a a equipe de especialistas ainda terá que entrar na cerimônia vestidos com asas de anjo da guarda.

Natali chegará ao salão do programa cerca de 12 horas antes do casamento. E lá, receberá o pedido de Gabriel que, em seguida, dirá que a cerimõnia acontecerá em poucas horas.

O “Fábrica de Casamentos” vai ao ar neste sábado, a partir das 22h15, logo após “Esquadrão da Moda”, no SBT.

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7 razões para assistir Deadpool 2 essa semana

Deixa eu adivinhar: Você foi o mané do grupo que não comprou ingresso na pré-venda e aí não conseguiu assistir Deadpool 2 na semana de estreia no cinema, né? E aposto que ainda deixou que te contassem uns spoilers e agora desistiu de assistir até sair no Netflix. Wade Wilson estaria desapontado com você.

Preste muita atenção nos tópicos abaixo, meu pequeno padawan – não vai perder Han Solo também por favor – que agora nós vamos te apresentar RAZÕES PARA ASSISTIR DEADPOOL 2 NOS CINEMAS MESMO QUE TODOS OS SEUS AMIGOS JÁ TENHAM VISTO. (E não, não tem spoiler).

Menos Filas – Na semana passada todo mundo que não comprou ingresso antecipado – que nem você – correu pros cinemas para tentar garantir um lugarzinho nas salas. Ou seja: filas. Agora que o desespero inicial passou, você pode se juntar ao grupo dos “antes tarde do que nunca” e comprar seu ingresso com um pouco mais de tranquilidade.

Você já sabe que não é propaganda enganosa – Quem nunca teve medo de ir ao cinema com a expectativa lá em cima e o filme acabar sendo ruim. Deadpool 2 não vai te oferecer esse risco! Confesse, você já conversou com seus amigos e sabe que o filme consegue superar até a publicidade maravilhosa que foi feita antes da estreia. E olha que superar um herói dançando balé ao lado de Celine Dion é difícil. Ele já mereceria a ida ao cinema pelo marketing, mesmo que fosse ruim. Sendo bom, então… o que você ainda tá fazendo aqui?

Ryan Reynolds e Morena Baccarin – Sério que precisa dizer mais alguma coisa? Eles são lindos, tem química, atuam bem… eu já disse que são lindos? Sério. RYAN REYNOLDS. MORENA BACCARIN. É óbvio que você tem que assistir esse filme no cinema só pra poder ver os dois na tela gigante!

Existe amor em Deadpool – Se a beleza do casal não fizer você sair de casa e correr pro cinema, saber que no fundo (bem no fundo) esse filme é uma história de amor, deve fazer. O próprio Reynolds disse em entrevista que esse é um filme sobre amor e família, mascarado de um filme de herói.

Ele não é família. Mas é. É complicado – O próprio Deadpool considera esse um filme para a toda a família, e fala isso diversas vezes durante o filme. Mas no fundo todo mundo sabe que quando ele é protagonista a ironia, o palavrão, o sangue e a violência fazem parte do combo. Com um paradoxo desse, como é que você tá sentado nessa cadeira ainda, cara?

Montanha russa de emoções – Evitando ao máximo os spoilers aqui, você vai amar e odiar cada personagem várias vezes durante o longa. É um filme de anti-herói, vilão, anti-vilão e super-herói. Tudo junto e misturado numa mesma história. Então não importa qual a sua preferência, se os caras bonzinhos ou os malvados, você vai gostar do filme de qualquer jeito.

A Domino rouba a cena – Você precisa conhecer uma super-heroína que tem como único poder “ser sortuda”. Além de ter a habilidade mais inusitada já vista nos cinemas, a personagem é interpretada por Zazie Beetz, que dá uma surra de beleza e talento durante todo o longa.

Agora que você já está convencido, pare de enrolar e vá até os cinemas, porque a fila tá menor, mas tem muita gente ainda querendo assistir e você vai perder de novo a chance. Na Rede Cinesystem Cinemas, o longa continua em cartaz em todos os 26 complexos espalhados por todo o Brasil.

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Auto-ajuda: 3 dicas de livros que vão te ajudar a viver melhor

Tem muita gente que costuma fazer cara feia ao ver um amigo indicar um livro de auto-ajuda. A primeira impressão que se tem é a de que não passam de meros caça-níquéis, livros escritos para te dizer tudo o que você já está cansado de saber. Por causa deste preconceito, muita leitura extremamente útil pode estar sendo deixada de lado.

É claro que existem aqueles feitos apenas para vender muito e que são meros passatempos. Só que, em meio a uma prateleira gigante com os mais diversos títulos, existem exemplares que realmente podem mudar sua vida. Deixe o julgamento de lado e experimente alguns destes 3 listados abaixo:

“Iludido pelo acaso: A influência oculta da sorte nos mercados e na vida” – Nassim Nicholas Taleb

Um livro muito interessante que fala sobre estatística e sorte. O ex-analista de Wall Street tenta adicionar o fator “humano” ao sucesso. Muitas vezes, estudiosos associam unicamente o sucesso ao trabalho, mas deve-se sempre levar em conta as peculiaridades de cada pessoa para atingir suas metas.

 

Mindful Work: How Meditation Is Changing Business from the Inside Out – David Gelles

Ainda sem tradução formal par o português (é possível achar traduções online com o título: Trabalho consciente: 

como a meditação está mudando os negócios de dentro para fora) o livro foi escrito por um ex-jornalista do New York Times e mostra como a ioga e a meditação auxiliam a saúde e a produtividade, seja num ambiente de trabalho ou na vida em família.

 

O Mapa do Sucesso – John C. Maxwell

Um autor extremamente bem sucedido no gênero, Maxwell ajuda a pensar, antes de qualquer coisa. Ele mostra que até mesmo os fracassos na vida são importantes para que você consiga atingir o sucesso. Eles ensinam e preparam o espírito. Não se deve temer o fracasso, deve-se aproveitar qualquer chance de aprender com seus erros.

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Dia das Mães: Que filho Vingador você é?

Em tempos de Guerra Infinita, tente descobrir qual Vingador você seria e aproveite para agradecer a sua super-mãe

Se nas histórias em quadrinhos e nos filmes elas não ganham tanto destaque, na vida real muitas vezes é graças a elas que os filhos conseguem se tornar grandes seres humanos, capazes até de, quem sabe, salvar o mundo.

Nesse Dia das Mães, descubra com qual tipo de Filho Vingador você se parece e pense em como agradecer e presentear a sua mãe. E nada de marcar grandes batalhas para o dia dela. A paz mundial pode esperar até segunda-feira.

Homem de Ferro – O gênio indomável: Um pequeno gênio, que com apenas 15 anos já havia sido aceito no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) – de onde saiu formado (em DUAS graduações) aos 19 anos. Como não ser uma mãe orgulhosa com um filho tão inteligente?

Pois é, somando a isso toda a fortuna da família Stark, não tem para ninguém. Tony Stark nasceu para brilhar e qualquer mãe carregaria a fotinho de um filho como ele, que só dá orgulho e alegria, na carteira, não é? Hum…Na verdade não. Ou ao menos não com tanta animação assim.

O bilionário-filantropo-gênio também é bem mulherengo, sarcástico demais e tem um certo probleminha com o álcool. Qualidades não muito positivas e que deixam qualquer mãe coruja de cabelos em pé.

Para aqueles filhos que são o “menininho dos olhos” da mamãe, mas que às vezes dão uma escorregada na balada com os amigos, o presente de Dia das Mães ideal seria um dia de relaxamento em um SPA – Na Grécia, é claro – para que ela pudesse relaxar e compensar as noites sem dormir esperando o bonitinho resolver voltar pra casa!

THOR – O Deusinho da mamãe: Lindo, forte e cheio de vida. Duvido uma mãe ter um filho como Thor e não proclamá-lo Deus do seu próprio coração. Ele não fica doente, é super rápido, controla o clima e ainda carrega um martelo estiloso pra todos os lugares – e não precisam se preocupar, mães, se ele esquecer o martelo em algum lugar é só voltar pra buscar, que com certeza ninguém vai conseguir roubar.

O único “defeitinho” desse filho maravilhoso é que ele passou por uma fase bastante arrogante. Mas nada que mandá-lo para o exílio sem poderes nem memória por 10 anos na Terra não tenha resolvido. Hoje ele se esforça todo dia pra aprender com a humanidade a ser alguém melhor.

Se a sua mãe é dessas que toma cuidado para que você nunca perca a humildade, por mais que você seja um verdadeiro príncipe, um presente de dia das mães mais “pé no chão”, como quem sabe sair em família para um piquenique ao ar livre, é o ideal.

Hulk – O que dizer desse pequeno bipolar?: Imagina ser mãe de um cientista inteligente, cheio de ótimas idéias, capaz de mudar o mundo com a sua ciência, mas que se for contrariado sai rasgando a roupa e quebrando tudo?

Não deve ser nada fácil ver seu filho, sangue do seu sangue, correndo por aí sem camisa e gritando “Hulk Esmaga!”. Mas uma super-mãe guerreira acaba aprendendo como não contrariar muito seu herdeiro e até fala para as pessoas que ele é incompreendido, apenas perde a razão quando está com raiva.

“Verdade seja dita, ele só reage quando é provocado, nunca fica bravo assim de graça”, ela vai dizer para as amigas do bairro. Vamos ser sinceros? O melhor presente para uma mãe que tenha um filho tão instável quanto o Hulk é um pacote de sessões no psicólogo – pra ele – e uma boa garrafa de vinho – pra ela.

Gavião Arqueiro – O malvado arrependido: Toda mãe gosta de contar uma história de superação. E é por isso que um filho como o Gavião Arqueiro causa tanto orgulho. Ele fez amizade com as pessoas erradas, tentou sim matar o coitado do Tony Stark, mas o que importa é que ele se arrependeu e hoje em dia não anda mais com aquelas más companhias de antes.

Para as mães que sabem valorizar as conquistas dos filhos e vibram junto quando eles se superam e avançam no caminho do bem – mesmo que isso signifique aprender a atirar sozinho com um arco e flecha – biografias de grandes pais e mães que venceram os “amigos que levam os filhos para o mau caminho” são a pedida ideal.

Viúva Negra – O terror da mamãe: Sabe aquele dia que você pediu pra sua mãe te deixar ir a uma festa e ela não deixou? Pois se você obedeceu, já é sinal de que você não é uma filha Viúva Negra.

Terror de 9 a cada 10 mães, esse tipo de filha está disposta a tudo para completar as suas missões – que provavelmente vão incluir ficar até de manhã na rua e quebrar algumas regras ao lado de uns amigos não muito confiáveis – ela é amiga do Hulk… já falamos sobre isso aqui.

Mas não para por aí, sedutora e sempre com aquele impulso jovem, esse tipo de filha tem um poder de persuasão tão grande, que até a mãe perceber que está sendo enganada, já vai ser tarde demais – ela já estará na festa. Não vamos nem comentar o gosto dela para namorados, porque esse texto não terminaria hoje.

Para recompensar as mães por esses dias e mais dias de conflito, nada mais justo do que investir em um belo kit de cremes antirrugas.

Capitão América – O filhinho da mamãe: Sim! Nós deixamos o queridinho para o final. Mas é que falar do filho Capitão América antes de falar dos outros não seria justo. Bom moço, sempre do lado do bem, com uma educação digna da época dos nossos avós, ele é um verdadeiro cavalheiro.

E ainda usa um cabelinho penteado para o lado que derrete o coração de qualquer mãe. Se você é o filho Capitão América, quase que quem merece presente no dia das mães é você.
Filho à moda antiga, com certeza ele levará a mãe para um jantar dançante, onde todos estarão bem vestidos comemorando a data ao lado das suas famílias.

É o filhinho da mamãe!

Para filhos, mães, alienígenas e milionários, a dica para esse Dia das Mães é conferir Vingadores: Guerra Infinita nos cinemas (veja nossa crítica clicando aqui, e veja os filmes que você precisa assistir antes clicando aqui). Na Rede Cinesystem Cinemas, o longa continua em cartaz em todos os 26 complexos espalhados por todo o Brasil.

Arctic Monkeys
Arctic Monkeys
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“Tranquility Base Hotel & Casino” é bom, mas falta tempero

Tranquility Base Hotel & Casino, o novo álbum do Arctic Monkeys, cinco anos após o lançamento do anterior é algo totalmente diferente do que estávamos acostumados, e ainda sim falta aquela pitada de sal que fazem as músicas serem memoráveis. Tivemos a oportunidade de ouvir o álbum completo na semana do seu lançamento e vamos compartilhar com você todas as nossas primeiras impressões, track by track.

Primeiro eu preciso contextualizar que AM foi um dos meus álbuns preferidos. Lançou a banda no famoso mainstream, mas era perceptível para mim a paixão com que cada melodia era cantada, mesmo que nas entrelinhas. Pode ser que o CD tenha caído como uma luva no momento em que eu estava passando, do meio da adolescência, não sei. O hiato de cinco anos talvez tenha aberto muito espaço para a mudança, talvez até mais do que a gente queira. Por isso, antes de prosseguir com essa review, saiba que minha análise foi profundamente baseada nas minhas expectativas e no meu álbum preferido (AM). Talvez seja por isso que eu tenha tentado comparar tanto.

O indie morreu, e em Tranquility Base, o que mais senti falta foram das músicas me fazendo sentir algo. Me causando sensações e me inspirando para escrever mais um livro. É impossível curtir a vibe do álbum sem um robe, uma garrafa de whisky e uma cadeira de balanço.

Star Treatment é a música que dá início ao álbum, com quase 5 minutos e metade dela somente de instrumentais. A voz projetada de Alex Turner com uns efeitos baratos de eco me fizeram pensar que o arquivo estava corrompido. Senti como se já tivesse ouvido isso antes. Aliás, o CD todo é um eterno déjavu que a gente não consegue identificar de onde veio. Talvez sejam pelas letras e os trocadilhos loucos que nos fazem questionar nosso cursinho de inglês. I just wanted to be one of those ghosts, tem uma vibe meio I wanna be yours misturada com música de strip-tease. Se você é do tipo que gosta de Arctic Monkeys nos seus momentos íntimos, go for it.

One Point Perspective talvez tenha sido uma das que mais me passou a sensação de ser uma música do espaço, ou qualquer coisa que isso signifique. Tem um ritmo legal, nada dançante. É pra mexer o dedinho enquanto lê um livro cult na sexta-feira a noite. Sinto falta da sexta-feira a noite de Favourite Worst Nightmare ou Fake Tales Of San Francisco aqui. A voz do Alex está bem gostosinha, arriscando umas notas mais altas e em muitos momentos é praticamente impossível entender o que ele está falando. É mais uma música que poderia estar tranquilamente na trilha sonora de Fifty Shades, em uma daquelas cenas de luxúria.

American Sports é outra música que me traz a sensação de dejavu. Imagino aqui um show de cabaré, com o Alex Turner cantando de fraque enquanto debruça sobre um piano. Entende o ponto de diferença que eu quero chegar, Becudo? Apesar disso, é uma das minhas preferidas do álbum todo, me lembra um pouco o som da Lana del Rey e eu gosto, mas ainda sinto falta de uma musiquinha dançante a lá Are You Mine? Tenho um pouco de dó dessas baladas indies que já marcaram listening parties do novo álbum.

Tranquility Base Hotel & Casino que dá o nome ao álbum segue o mesmo ritmo do álbum todo. Acho que a falta de pluralidade talvez o tenha deixado meio monótono. Tenho um pouco de dificuldade ainda ao saber que começou uma música e terminou outra. Parece que o álbum todo, pelo menos até aqui, é uma música só, enorme, daquelas que trocam de ritmo a cada refrão. Apesar disso, gosto do refrão de Tranquility Base, e do meio pro final, a música sobe numa montanha russa e não cai mais. Espero que o CD todo, a partir de agora. Essa é meio sticky, lembra um pouco o som que estamos acostumados a dizer, esse é do Arctic Monkeys.

Golden Trunks tem uma vibe meio ficção científica, com Ghostbusters e The Smiths. É uma música que estaria na trilha sonora de As Vantagens de ser Invisível. Parece realmente uma história, que vai se desenvolvendo aos poucos. Gosto bastante do refrão, com outras vozes de fundo, não somente a do Alex Turner, e tá aí alguma coisa que eu não ouvia há algum tempo. Não é uma das minhas preferidas, mas ainda sim, uma das melhores.

Four out of Five me fez lembrar 505. Não sei se foram os excessos de fives, ou se realmente estou louco, mas o ritmo da música me pareceu um pouco como se fosse uma continuação, um pouquinho mais animada. Daquelas que a gente pode até arriscar a fazer uma dancinhas em câmera lenta, ou mexer a cabeça pra lá e pra cá enquanto trabalha de madrugada. Parece que o álbum começa baixo e vai subindo conforme as faixas avançam. Espero não me decepcionar com as outras. Gostei dessa, e senti bastante influência do Bowie. Tem tudo pra ser o hit do álbum.

The World’s First Ever Monster Truck Front Flip logo de cara me pareceu uma música de musical à West Side Story. Começa com uma batidinha boa para mexer a bunda, mas depois o som estabiliza com algumas partes mais agudas. Não é nem de longe uma das minhas preferidas por enquanto, mas talvez funcione em musicais ou em finais de bailes de formatura onde todo mundo está dançando agarradinho.

Science Fiction é mais uma daquelas faixas com frases em ordem totalmente inversa que primeiro a gente grita que hino e depois tenta entender mais que uma palavra isolada aqui e ali. É outra daquelas músicas que a gente diz com toda certeza que é do Arctic Monkeys, só de ouvir. Assim como as últimas duas ou três anteriores, também tem um tom meio história sendo contada, e isso é legal. É meio conto de fadas, só que sombrio.

She Looks Like Fun começa com uma batida que me remeteu muito ao hits que eu amava ouvir no AM enquanto escrevia o meu livro, parece um pouco com Are You Mine, mas com uma cadência maior entre uma estrofe e outra. É a típica música com altos e baixos, em que os refrões são mais pesados e violentos, e os versos mais cantados, quase como se sussurrados.

Batphone é mais uma das minhas preferidas, que me remeteu aos trabalhos antigos, mas com aquela mudança que não é tão brusca. É facilmente reconhecida e tem uma vibe parecida com One for the road, do tipo que você já se imagina encostado em uma moto com uma jaqueta de couro segurando um cigarro na porta de uma balada indie. Obrigado por Batphone, sério.

The Ultracheese foi uma música que fiquei ansioso para ouvir desde que vi o nome. Não sei o porquê, mas gostei bastante. Também parece uma música que estaria no final de As Vantagens de ser Invisível, ou 13 Reasons Why. Parece ser feita para aquele momento indefinido da adolescência que você sofre com uma melodia sem nem mesmo saber o porquê. Para mim, parece como se a Lana del Rey tivesse se encontrado com The Smiths, e juntos tivessem cantado com o Arctic Monkeys que já conhecemos.

Repito que essas foram minhas primeiras impressões sobre o Tranquility Base Hotel & Casino, e eu não me responsabilizo se daqui duas semanas e o álbum no repeat, ela já estiver toda diferente. Vale a pena lembrar também, que sofro grande influência do AM na minha vida e por isso eu tenha querido comparar tanto com as músicas antigas e encontrar pedacinhos delas nas músicas novas. É difícil deixar os filhos crescerem.

De qualquer forma, vale a muito a pena ouvir Tranquility Base e tirar suas próprias conclusões, porque se tratando de Arctic Monkeys, as primeiras impressões nunca são as que ficam. Compre aqui.

Vingadores - Guerra Infinita: O que esperar da continuação?
Vingadores – Guerra Infinita: O que esperar da continuação?
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Vingadores – Guerra Infinita: O que esperar da continuação?

Todos nós saímos da sala de cinema de “Vingadores: Guerra Infinita” arrancando os cabelos pela continuação, ainda mais depois daquela cena pós-créditos, não é? Pois bem, a largada para as teorias e especulações de Vingadores 4 já foi lançada e nós vamos te colocar a par de todas as informações, olha só.

Atenção! Pode conter spoilers de “Guerra Infinita”. Para ler nossa crítica do filme sem spoilers, clique aqui. Para ler todos os spoilers do filme, clique aqui. Se você caiu de paraquedas no universo Marvel agora, e vai começar a ver todos os filmes, veja a ordem correta clicando aqui.

Enquanto o final de “Guerra Infinita” deixou o universo Marvel todo quebrado, machucado e com uma grande baixa de personagens principais, muitas dicas também ficaram para a continuação do filme, a ser lançada no ano que vem. Além disso, existem cinco pontos principais a serem explorados pelo próximo filme, cada um em uma área diferente da história no ainda sem título, Vingadores 4.

Os novos Vingadores

A cena pós-créditos de “Guerra Infinita” deixou no ar o óbvio: com tantos heróis indo embora, novos personagens terão que aparecer para continuar a luta. O final deixou óbvio que a Capitã Marvel (Brie Larson) vai aparecer com outros personagens que estiveram ausentes de Guerra Infinita, incluindo o Homem Formiga (Paul Rudd), Hawkeye (Jeremy Renner) e Valkyrie (Tessa Thompson). Será que veremos uma terceira geração de Vingadores para o próximo filme, e se sim, será que vai ser bom?

A volta dos mortos

Sendo Pantera Negra um dos maiores sucessos da Marvel, dada a rapidez que Guerra Infinita leva isso embora, e uma continuação de Spider-Man: Homecoming já tendo sido anunciada para 2019, é justo considerar que nem todos que viraram poeira no final de Guerra Infinita continuarão mortos por muito tempo. A Marvel tem filmes programados para quase todos que viraram poeira (não se esqueça de Guardiões da Galáxia 3), é óbvio que, senão todos, a maioria deles voltará a vida nos próximos filmes. Mas como?

A revelação do plano do Doutor Estranho

Stephen Strange não pareceu muito chateado de dar a jóia do tempo para o Thanos, né? É quase como se ele tivesse olhado nas múltiplas possibilidades do futuro e planejou uma maneira de ganhar no final. Pera, mas ele viu. Vamos assumir que Estranho sabia exatamente o que aconteceria se ele desse a Thanos a jóia do tempo, e tenha um plano para salvar o dia no final das contas. O que é esse plano e quando descobriremos?

A vingança de Gamora

A ideia de que a história de Gamora terminou com seu assassinato em Vormir seria muito mais pesada se não tivesse acontecido em frente a um outro personagem morto, que foi mantido por lá pela jóia da alma. (Adicionado ao fato de que nos quadrinhos, os personagens vivem depois da morte dentro da jóia em si). Dado o fato que Thanos acordou na água depois da morte de Gamora, não é muito assumir que alguma coisa aconteceu e nós ainda não sabemos. Com certeza Zoe Saldana não é a única pessoa pensando, e se Gamora não está morta assim como Thanos pensa?

O mais covarde de todos

Talvez o grande mistério de Guerra Infinita foi o porquê do Hulk ter se recusado a aparecer quando Banner tentava se transformar. Não é como se o Banner tivesse perdido a habilidade em si, a aparição parcial do Hulk que claramente dizia “não”, é uma outra ocasião que nos faz pensar que algo está acontecendo, e independente do que seja, será resolvido nas sequências. Será que Hulk estava com medo de Thanos ou tem algo a mais acontecendo? Será que o Hulk está guardando o segredo de como combater Thanos para a hora certa?

Post traduzido do Hollywood Reporter.

E você, o que acha que Vingadores 4 está guardando para nós? Lembrando que, segundo entrevistas recentes, este seria o último filme do Chris Evans como Capitão América. Quais são as suas teorias? Comenta aí que vamos repostar as melhores!