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Vlog: Apresentação do canal no Youtube

Canal do Youtube

O nosso canal do Youtube surgiu junto com o site, em meados de 2013 e nunca teve um trailer ou vídeo de apresentação… Até o dia de ontem! Nele, resolvi juntar alguns trechos de recadinhos, dicas e pequenos vídeos que autores, apresentadores, youtubers e celebridades em geral gravaram para nós ou falaram sobre o Beco. Porque né, quem melhor que eles para falar sobre o Beco? Olha só:

E aí, o que achou? São eles que disseram e não a gente. Lembrando que, todo domingo tem vídeo novo no canal, então não esquece de se inscrever e ativar as notificações. E claro, se você tiver alguma sugestão de assunto, é só deixar nos comentários dos nossos posts aqui, ou lá! Dá uma olhadinha também no vídeo da semana passada.

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Crítica: It – A Coisa (2017)

It A Coisa

Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado “Losers Club” – o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do “Losers Club” acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

Antes de assistir ao filme, fiquei num dilema sobre ir e não ir. Não ir porque não gosto de filmes de terror. “Ah mas Gabu, nem é de terror”, disseram. Então resolvi ir ver e tirar minhas próprias conclusões antes de ficar nesse “é terror” ou “não é terror”. Não li o livro e nem conhecia a história antes. Não vi o primeiro filme, também. Fui sem saber de nada e minha opinião aqui é baseada unicamente no que tive de impressão nesse longa em específico.

“It: A Coisa”, ou só “It”, começa com uma atmosfera maligna, talvez ocasionada pelas cenas iniciais em chuva, com tempo cinza e com crianças, uma delas, adoecida, montando um barquinho de papel para o irmão menor brincar na chuva. Nisso, já vemos aquela fórmula dos filmes de terror: casa americana antiga, vazia e com porão escuro que esconde alguma coisa que ainda não enxergamos mas que a qualquer momento vai pular na sua tela para dar um susto. Não deu, então seguimos com a trama, até que Georgie, o garotinho sai para brincar com seu barco de papel na rua.

Seguindo o barco, ele acaba por cair em um bueiro. Nele, Georgie tem seu primeiro contato com Pennywise, um palhaço maligno que acaba por comer seu braço e logo em seguida, o arrastar para dentro do bueiro. Sem rodeios mesmo, de maneira rápida e chocante. Mas o terror sangrento mesmo, começa e acaba aí, porque depois a trama decai até ficar negativa.

Senti falta das consequências do sumiço do Georgie, o corte temporal foi um tanto brusco e pulou para outra cena onde já somos introduzidos as crianças principais da história, e em seus dramas pessoais, também mal desenvolvidos. Me parece que pegaram a fórmula “Stranger Things” de fazer sucesso e adaptaram para uma história creepy do Stephen King. Os personagens são cativantes, a história interessante, mas o argumento, aliado ao roteiro – que apesar de bom, não me pareceu conjugado com o argumento -, só vai caindo do terror comum para um filme de suspense que joga coisas na tela para te fazer pular da cadeira, sem nenhuma razão aparente.

Claro, que no meio dos sustos, das mortes, esgoto e sangue, a fórmula hollywoodiana se faz presente através de um romance desnecessário entre as crianças, que agora beiram a pré-adolescência e de repente se descobrem apaixonadas. Pareceu um filme de princesas da Disney em que “só o beijo do amor verdadeiro é capaz de salvar a donzela do perigo”, de flutuar para sempre na fossa de Pennywise.

São tratados assuntos importantes, como a hipocondria e o abuso infantil, mas também jogados sem nenhum contexto, detalhamento e correlação com outros fatos da trama. A gente entente que It se apresenta como seu maior medo, mas a falta de desenvolvimento psicológico das personagens me deixou um pouco incomodado, ficando somente na superficialidade tênue do “vou gritar quando aparecer na minha frente”. Sério, não senti aprofundamento apesar de ter me apegado as personagens, ainda que bem de leve. Não sou muito fã de protagonistas crianças.

Ainda me pareceu um pouco Harry Potter – mas sem a ânsia de querer saber o que acontece, é previsível ao extremo -, com a jornada do herói bastante presente do início ao fim, exceto que, como já citei, ao invés de avançar para o ápice, ela já começa nele e cai para o final insosso onde os mocinhos vencem o vilão com uma barra de metal – mesmo ele sendo um ser demoníaco de outro planeta capaz de te matar com uma só mordida.

“Ah Gabu, mas você não entendeu o contexto do filme”, talvez você tenha razão. Mas não é trabalho de uma obra cinematográfica cativar não só aqueles que já são fãs de longa data mas também quem nunca ouviu falar sobre? Fica aí o questionamento e também a minha decepção por perder algumas horas com um filme que começa e termina basicamente no mesmo lugar com fatos previsíveis misturados com cenas desconexas que apenas te dão aquele sustinho para que você saia da sala se sentindo “caramba, que filme de medo, hein?”.

Pennywise, volte daqui 27 anos. Não foi dessa vez que você me conquistou com sua previsibilidade. Not today, satan, not today.

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Vale Influenciadores: Vem ver tudo o que rolou! #03

Vale Influenciadores

No último dia 02 de setembro, o Beco Literário organizou com o Estante LZ, o primeiro encontro de influenciadores digitais visando o networking e a produção de conteúdo entre eles do Vale do Paraíba, o Vale Influenciadores! Para quem acompanha as redes sociais, viu que os últimos dias foram uma correria para arrumar os brindes, conseguir os últimos patrocinadores e ainda manter todo mundo informado sobre o que estava acontecendo no evento. Não foi uma tarefa fácil, mas conseguimos! E para mostrar um pouquinho de como foram as coisas, produzimos um vídeo no formato de daily vlog, olha só:

O evento aconteceu na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) de São José dos Campos e contou com a presença de nomes como Nicole Oliveira, Gabriel Lucas, Henrique Silva e Armindo Ferreira em um debate totalmente aberto para o público, que beirou as 100 pessoas na manhã de sábado. E essa foi só a primeira edição! Com certeza teremos mais.

E claro, aproveitando esse post para deixar um super obrigado ao Matheus Malex, aqui do Beco, que capturou quase todas as imagens desse vídeo enquanto eu estava na correria da organização ou lá em cima do palco.

Para saber mais sobre o evento, clique aqui! Você também pode conferir o cronograma, as fotos oficiais de todos os participantes do dia e acompanhar as novidades das próximas edições na nossa página do Facebook!

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7 filmes para quem quer fazer intercâmbio e viajar mundo afora

Intercâmbio viajar mundo afora

Pensando em terminar a faculdade e sair por aí, conhecendo o mundo de país em país? Então chega mais, que estes filmes são para você! A Revista QB, nossa parceira, separou esta lista com sete longas que mostram pontos turísticos que você deve conhecer e que retratam a realidade cultural e comportamental dos lugares, além de, claro, falar com muito bom humor sobre os perrengues de quem já fez intercâmbio. Partiu? o/

Antes de Partir (2007) – IMDb

Este filme é para você assistir e tomar coragem de sair viajando por aí, sem medo ou preocupações. Conta a história de dois homens, um mecânico e um empresário, que são internados juntos no mesmo quarto de hospital em um tratamento experimental contra o câncer. Sabendo que têm poucos meses de vida, decidem fazer um antigo trabalho da faculdade chamado de “lista da bota”, uma lista em que você escreve seus desejos antes de morrer. Feito isso, fogem do hospital e embarcam em uma viagem pelo mundo para aproveitar os últimos dias de vida. Classificação indicativa: 10 anos.

Comer, rezar, amar (2010) – IMDb

Se você acha que viagens se tratam apenas de conhecer lugares novos, este filme vai mudar a sua cabeça. Liz, a protagonista, pensa que tem tudo na vida, até começar a perder tudo. Recém-divorciada e perante a várias mudanças, ela decide então sair de sua zona de conforto e embarcar em experiências novas em lugares diferentes por um ano inteiro. Dessa forma, Liz então parte para a Índia, Itália e Báli, e descobre que além de conhecer outros lugares, ela embarcou numa viagem de autoconhecimento. Classificação indicativa: 12 anos.

Capitão Fantástico (2016) – IMDb

Para pessoas que são do tipo “mochilão-hipster”, Capitão Fantástico conta a história de um pai que cria seus seis filhos longe da civilização em um ônibus chamado Steve. Numa rotina cheia de aventuras, a família então precisa encarar o mundo em uma reintegração na sociedade. Premiado, o longa é de reflexão e trata assuntos sérios como religião, família, filosofia, espiritualidade, liberdade… A lista é longa, mas é bom para entender que nem todas as culturas são parecidas com a sua, e que ao viajar, você vai se deparar com as mais inusitadas situações. Classificação indicativa: 14 anos.

Harry Potter (2001) – IMDb

Mesmo sendo um filme de total fantasia, Harry Potter mostra muito bem o mesmo processo que é debatido em “Capitão Fantástico”, de imersão em uma nova cultura, que até então era desconhecida. Harry, um garoto normal de 11 anos, é surpreendido em seu aniversário ao ter a casa invadida por um bruxo, dizendo que ele tem uma vaga na melhor escola de magia e bruxaria do mundo, Hogwarts, desde o dia em que nasceu. Confuso, mas disposto a mudar tudo o que conhece, Harry embarca em um novo mundo, que sempre esteve escondido dos seus olhos. E claro, mostra locações lindíssimas de Londres que você precisa conhecer quando passar por lá. Classificação indicativa: Livre.

Cartas para Julieta (2010) – IMDb

Não poderia faltar um romance nesta lista, não é mesmo? Sophie é uma checadora, aquela profissional que trabalha no jornal checando se todos os fatos apurados pelos jornalistas são reais ou falsos, mas sempre sonhou em ser escritora. Um dia, ela resolve viajar com o noivo Victor para Verona, na Itália, onde passariam a lua de mel antecipada. Ao perceber o desinteresse do seu noivo, a garota começa a visitar locais na cidade de “Romeu e Julieta” e junta-se a um grupo de voluntárias que respondem cartas amorosas. É interessante para conhecer os cenários de um livro bastante conhecido e para adicionar novos locais à sua lista de lugares para visitar antes de morrer. Classificação indicativa: 10 anos.

A Culpa é das Estrelas (2014) – IMDb

Também um romance, mas mais dramático que o anterior, A culpa é das estrelas conta a história de Hazel Grace, uma garota que luta contra um câncer terminal e utiliza uma máquina para conseguir continuar respirando. Forçada pelos pais a visitar um grupo de apoio, ela conhece Augustus Waters, um jovem por quem ela se apaixona e que a faz relembrar as coisas boas da vida. Trocando indicações de leitura, Gus decide usar o seu desejo para ir a Amsterdã com Hazel encontrar Peter Van Houten, autor do livro preferido dela. É um filme bem triste, mas assim como o primeiro, mostra partes do mundo com outros olhos, de modo a fazer parecer que você está realmente viajando com as personagens. Além é claro, de mostrar vários locais incríveis para se visitar em Amsterdã. Classificação indicativa: 12 anos.

Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos (2013) – IMDb

Este é um filme de fantasia urbana, já viu? Baseado em um livro de mesmo nome, conta a história de Clary que presenciou um misterioso assassinato em que o corpo sumiu e ninguém além dela viu os assassinos, em uma balada de Nova Iorque. Para piorar a situação, sua mãe foi sequestrada sem deixar vestígios. Agora, a garota precisa sair por aí, sozinha e sem saber em quem confiar para encontrar sua mãe e devolver o eixo natural das coisas. O que ela não sabia é que todas as histórias – de demônios, vampiros, fadas e seres sobrenaturais – são reais e que todos eles convivem diariamente com ela, em Nova Iorque. Classificação indicativa: 12 anos.

Já começou a escrever sua “lista da bota”? Conta aí para a gente nos comentários se você conhece mais algum filme para quem precisa daquela forcinha para se jogar de cabeça em um intercâmbio.

Você já conhece o Quero Bolsa? É um site que oferece bolsas de estudo para mais de 1000 faculdades no Brasil todo e você não precisa pagar nenhuma taxa de renovação. Clique aqui para ver e garantir agora mesmo uma super bolsa para o segundo semestre! \o/

Texto originalmente postado na Revista Quero Bolsa, no dia 17/08.
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Alimentação vegetariana sem supervisão para pets pode causar doenças graves

vegetariana

Médica veterinária alerta que a dieta de cães e gatos devem respeitar as necessidades nutricionais

Uma nova tendência no mundo pet tem chamado atenção de veterinários: a alimentação vegetariana para cães e gatos. Muitos tutores têm estendido seu estilo de alimentação para os animais e, de acordo com a professora de Medicina Veterinária da Unime, Aline Quintela, a mudança da dieta dos pets precisa ser acompanhada por um médico veterinário ou nutrólogo de animais, para que as exigências nutricionais sejam supridas e evite problemas mais graves.

“Qualquer alteração na alimentação de cães e gatos deve ser lenta e gradual. Cães e gatos que são submetidos a uma dieta vegetariana demonstram precocemente sinais de deficiência nutricional, como pelos opacos e quebradiços e menor disposição para brincadeiras e exercícios. Com o passar do tempo, estes animais podem demonstrar sinais clínicos mais graves, como anemia, hipoproteinemia e edema de membros”, alerta Aline.

Ainda de acordo com a médica veterinária, que também é professora de Clínica Médica de Pequenos Animais, Oftalmologia Veterinária e Reprodução Animal na Unime, alimentação ideal para oferecer aos animais deve ser balanceada e de qualidade, já que cães e gatos foram ‘fabricados’ para uma dieta rica em carnes. Fibras vegetais devem fazer parte da dieta, mas jamais como componente exclusivo ou principal. “Temos muitas rações comerciais disponíveis no mercado que são completas”, afirma.

Para os tutores que pretendem fazer a transição de ração e alimentos processados para a alimentação natural, a especialista faz mais um alerta: “jamais retire ou substitua ingredientes sem orientação profissional. O acompanhamento clínico e a realização de exames são essenciais, pelo menos semestralmente”.

A especialista complementa que, se a opção do tutor for a dieta caseira, esta deve ser prescrita por um médico veterinário. “A prescrição é baseada no estilo de vida do cão ou gato. Se é sedentário ou faz exercícios, se é castrado, se vive sozinho, dentre outras características, e deve conter os nutrientes essenciais a sua boa nutrição. O tutor deve ter em mente que, apesar de ser mais natural por não conter corantes e conservantes e ser mais atrativa para os animais, a dieta caseira tem que ser preparada diariamente, o que demanda tempo para comprar ingredientes e preparar a refeição. O preço costuma ser mais alto e há necessidade de suplementação com vitaminas, além de ser necessário acompanhamento veterinário constante”, completa Quintela.

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Vlog: Tag com perguntas aleatórias sobre mim!

Perguntas aleatórias

Aproveitando que estamos nessa moda de voltar com as tags aqui no Beco Literário, resolvi gravar uma no nosso canal também! Não sei bem o nome dela, então apenas chamei de perguntas aleatórias sobre mim que peguei e respondi. Olha só:

E aí, o que achou? Concorda com algumas das perguntas? Discorda de outras? Quer novas tags aqui no site e no canal? Comenta aí!

E veja também a nossa resenha de Jantar Secreto do Raphael Montes e o maior recebidos da história do Beco Literário. Aproveita e faz essa tag no seu blog ou canal também e manda o link pra gente, queremos ver as suas respostas.

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Aplicativo garante melhor preço em compras para animais de estimação

Aplicativo Beagle

Compras no shopping virtual podem ser feitas pelo site ou aplicativo do celular, em toda Grande São Paulo. Além da agilidade e compromisso com entrega, app Beagle garante o melhor preço da região

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 130 milhões de animais de estimação vivem nos lares brasileiros, muitos deles recebendo tratamento especial, como verdadeiros membros da família.

Pensando nos donos de animais que compõem esta estatística, e que provavelmente já passaram por apuros ao ver uma ração ou um medicamento acabar, em horários complicados de sair para buscar outro. O empreendedor Marcelo Bondezan criou uma solução para auxiliar os criadores de pets em suas rotinas diárias.

Atendendo inicialmente ao mercado da Grande São Paulo, o Market Place é voltado exclusivamente para os PETs. Trabalhando com multimarcas, o shopping virtual oferece linha completa de produtos, como comidas, remédios, brinquedos, roupas e acessórios.

Com toda comodidade e agilidade, é possível selecionar o PET que você tem (cãozinho, gatinho etc.), escolher o produto e receber em casa no prazo máximo de três horas. E o melhor: o sistema compara os preços do mesmo produto em diversas lojas na região da sua casa, e você escolhe aquela que oferecer o menor valor.

“O aplicativo Beagle é inovador, porque entende que criar um PET é divertido, mas exige seriedade. Se acabou, por exemplo, a ração, o animal precisa que o mesmo modelo seja reposto a tempo da próxima refeição”, explica Bondezan, lembrando que a sua loja virtual tem uma logística bem estruturada, contando no momento com 150 lojas credenciadas. “É tão fácil como pedir uma pizza”, compara.

Acessando o site www.aplicativobeagle.com.br ou baixando o app, em três cliques o cliente tem à disposição uma grande variedade de produtos. A plataforma conta hoje com mais de 12.000 itens PETs cadastrados.

Ao trabalhar com o estoque de diversas lojas, o sistema praticamente elimina o risco de não encontrar o produto desejado, diferentemente do que pode ocorrer em lojas físicas.  “Há uma infinidade de produtos, mas ninguém precisa fazer pesquisas. Assim como um cãozinho Beagle, o aplicativo farejará as melhores ofertas”, brinca Marcelo, informando que o consumidor recebe na hora o demonstrativo da compra, mas só pagará no momento da entrega.

Mercado PET

De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), o faturamento do setor pet no Brasil em 2016 aumentou 4,9%, fechando em R$ 18,9 bilhões. Em 2015, o montante foi de R$ 18 bilhões.

Segundo a Abinpet, os números colocam o país na terceira colocação do ranking mundial, atrás apenas de Estados Unidos (com 42% do faturamento) e Reino Unido (6,7% do faturamento). As projeções apontam que o faturamento mundial do mercado PET em 2016 chegou a US$ 104,1 bilhões.

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Vlog: O maior recebidos da história do Beco Literário!

Recebidos

A gente sempre diz que vai voltar e nunca volta. Então agora não prometemos voltar, porque quem sabe assim a gente volta, né? O vídeo especial de hoje é o maior recebidos da história do Beco Literário, onde mostrei alguns dos livros que estavam aqui esperando para serem mostrados. TEM MAIS, então se gostarem, comentem e se inscrevam no canal!

E aí, já leram algum desses livros? Comenta aí e vamos conversar sobre! E obrigado por todos os livros que enviaram, Ler Editorial, Sextante, Arqueiro, Cia das Letras e leitores do Beco. <3

Veja também, os nossos recebidos de natal e a resenha que fizemos de Jantar Secreto, do Raphael Montes.

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Beco na Bienal: Como conseguir (mesmo) autógrafos #03

Bienal do Rio 2015

Dia de Bienal é sempre aquela correria insana. Fãs de um autor na fila de outro, senhas esgotadas em segundos… A pergunta é: como conseguir mesmo um autógrafo na Bienal do Livro? É uma chance em milhares de fãs, mesmo, e a melhor forma, é ter uma estratégia muito bem bolada. E o Beco te dá as melhores dicas pra isso sem precisar sacrificar muito seu sono e chegar lá três dias antes.

A equipe da Bienal, pensando em todo mundo que mora perto e também, daqueles que moram longe, desenvolveu uma estratégia específica para cada evento e cada espaço. Olha só como acontece a distribuição:

NOS ESPAÇOS DA PROGRAMAÇÃO OFICIAL:
CAFÉ LITERÁRIO, ENTRELETRAS e GEEK & QUADRINHOS
• Retirada de senhas uma (1) hora antes de cada evento na “Entrada do espaço”, seguindo a ordem de chegada;
• A distribuição de senhas é limitada a uma (1) por pessoa, respeitando a capacidade do espaço;
• A senha é válida somente para o mesmo dia de retirada e ao respectivo evento;
• A tolerância de entrada é de até 15 minutos após o início da sessão, depois desse horário, os lugares vagos serão liberados para os interessados que estiverem na fila de espera, respeitando a capacidade do espaço.

CENTRAL DE DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS
ARENA #SEMFILTRO, ENCONTRO COM AUTORES, PRAÇA COPACABANA E PALCO MARACANÃ
O acesso a esses espaços é feito através de senhas distribuídas na “Central de Distribuição de Senhas”, seguindo as regras abaixo:
• A distribuição de senhas é limitada a uma (1) por pessoa, respeitando a capacidade do espaço;
• A senha é válida somente para o mesmo dia de retirada e ao respectivo evento;
• As senhas dos bate-papos não garantem acesso a sessão de autógrafos – Praças Copacabana ou Palco Maracanã;
• A tolerância de entrada é de até 15 minutos após o início da sessão, depois desse horário, os lugares vagos serão liberados para os interessados que estiverem na fila de espera, respeitando a capacidade do espaço.
• Na Praça Copacabana e Palco Maracanã, o autógrafo é restrito a 1 (um) exemplar por pessoa. Não é permitido o autógrafo de outros itens, tais como: DVDs, CDs, cartazes, camisetas e outros;
• Não será permitido foto com dispositivos eletrônicos pessoais. As fotos serão feitas por um fotógrafo oficial do evento.

OBSERVAÇÕES:
– O horário das retiradas de senhas acontecerá seguindo a planilha que será divulgada em breve (atualizaremos vocês);
– Estas regras poderão sofrer alteração/adequação conforme finalização da programação do evento.
– Próximo ao evento acesse essa página para se certificar das regras e ter uma ótima experiência.

E claro que com novidade boa assim, a segurança foi melhorada também: as senhas continuarão a ser intransferíveis e pessoais, por isso no dia, não esquece de levar a senha e um documento com foto, tipo o RG ou Carteira de Motorista. Além disso, não tem como mais fazer nenhum jeitinho brasileiro de pular grade e fazer tumulto, porque o controle será feito por catracas e por uma equipe bem reforçada de seguranças especializados.

Cada um que conseguir a senha, terá o direito de levar um livro para autógrafo, para que todos tenham chances e não demore muito. No dia, também serão disponibilizados os livros dos autores que estarão autografando para venda, caso você não queira carregar tanto peso extra após as compras. (Logo tem post com dicas para o dia, fiquem ligados!).

É importante ressaltar também, que a senha não te dá acesso a Bienal. Você precisa comprar seu ingresso, e de preferência, antecipado para ter mais tempo de aproveitar o evento no dia. Porque na bilheteria do local, sempre tem fila imensa! Clique aqui para comprar.

Fique de olho também na programação oficial do evento, que lá informa onde cada autor vai estar no dia. A Bienal do Rio tem três pavimentos, por isso é importante saber exatamente onde ir e não ficar perdido pra lá e pra cá! E fica de olho em todos os posts do Beco na Bienal pra saber de tudo.

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Filmes inspiradores (e engraçados) para você assistir antes de começar a faculdade

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Independente do curso, se você vai começar a estudar agora no segundo semestre (ou só ano que vem), deve estar se perguntando o que te espera lá na faculdade. Como serão os alunos, professores, ambientes ou se vai ser igual era na escola… A resposta é não, mas tem alguns filmes que chegam perto de mostrar a parte boa de se estar na faculdade, alguns com mais realismo que outros, mas nenhum deles é American Pie (desculpa!), olha só:

Na natureza selvagem (Into the wild) (2007) – IMDb

Após se formar na faculdade, Christopher decide viajar sem rumo pelos Estados Unidos, buscando a liberdade que “perdeu” enquanto estudava. Durante sua jornada, ele conhece pessoas capazes de mudar a sua vida, enquanto também modifica a vida das pessoas, mas desconfiado das relações humanas, anseia chegar ao Alasca e entrar em comunhão com a natureza selvagem e pura. É bem interessante para quem planeja fazer um intercâmbio após a formatura, por exemplo, e mostrar que apesar de toda a liberdade que a faculdade pode trazer, ela ainda sim é controlada por muitas regras.
Classificação indicativa: 12 anos.

 

Como viajar com o mala do seu pai (College Road Trip) (2008) – IMDb

Bem engraçado e com um tom mais infantil, como é comum nos filmes da Disney, ele mostra a jornada de Melanie através das melhores faculdades de Direito do país, junto com seu pai, James, que não quer que a filha se distancie muito de casa. “Como viajar com o mala do seu pai”, mostra como é complicado escolher uma faculdade e ponderar qual vai ser a decisão que vai refletir no resto da sua vida, enquanto mostra como os pais lidam com o crescimento dos filhos, mesmo tentando negar muitas vezes. Classificação indicativa: 12 anos.

 

A Escolha Perfeita (Pitch Perfect) (2012) – IMDb

Feito no formato de musical, lembra bastante o seriado “Glee”, em que a protagonista, Beca, acaba de entrar forçada na faculdade e parece não se interessar por nenhuma das atividades extracurriculares oferecidas (sentiu a semelhança?!) até que entra para o grupo musical da escola, formado só por garotas, e ganha a chance de competir no Campeonato Regional de Música. Tem uma pegada bem adolescente, com referências a filmes dos anos 80 e apesar de o roteiro seguir a mesma forma de outros desse gênero, tem remakes de músicas famosas e atores bem experientes. Classificação indicativa: 12 anos.

A Super Agente (So Undercover) (2012) – IMDb

Esse é para você que vai ficar em república. O filme é sobre Molly, uma detetive particular que é contratada pelo FBI para proteger a filha de uma testemunha de um caso importante e nisso, é obrigada a fazer parte de uma república universitária. Ele trata tudo com muito humor, bem parecido de como as coisas são na realidade antes da república virar um grande trabalho em grupo e você acaba brigando com todo mundo. Tem a Miley Cyrus no elenco! Classificação indicativa: 14 anos.

 

Spring Breakers (2013) – IMDb

Talvez esse seja o filme mais trash da lista e mais distante da realidade, mas ainda sim, é legal para passar o tempo. Conta a história de Brit, Candy e Cotty, três universitárias que vivem nas festas e nos bares até que precisam decidir o que fazer no spring break (as férias de primavera, nos Estados Unidos) sem nenhum dinheiro. Recorrendo a métodos ilegais para manter a aparência e o status diante dos amigos mais ricos, as garotas acabam por entrar em esquemas de tráfico de drogas e acabam presas. Veja com cuidado, tem cenas pesadas. Classificação indicativa: 16/17 anos.

 

Você já conhece o Quero Bolsa? É um site que oferece bolsas de estudo para mais de 1000 faculdades no Brasil todo e você não precisa pagar nenhuma taxa de renovação. Clique aqui para ver e garantir agora mesmo uma super bolsa para o segundo semestre! \o/

Texto originalmente postado na Revista Quero Bolsa, no dia 20/07.
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Vai me fazer sentir?

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Leia ouvindo

Eu sou daqueles que sempre diz que nos encontramos quando estamos perdidos. Sou daqueles que dá conselhos e não segue nenhum deles. Conselhos não servem para nós mesmos, né?

Não sei me encontrar perdido. Eu gosto da montanha russa da vida e da sua energia sempre viva. Daquele frio na barriga seguido de arrepio por estar fazendo uma coisa boa. Eu gosto de fechar os olhos e jogar a cabeça para trás e sentir o vento bagunçando o meu cabelo.

Gosto de tomar decisões repentinas. Gosto de me sentir vivo a cada respiração. Gosto de rir como se não houvesse amanhã e acordar dando bom dia aos céus em voz alta. De levantar cedo e sair para caminhar sentindo cada brisa cortar minha pele. Eu gosto de sentir.

Eu gosto de me encontrar todas as manhãs e me perder todas as noites. Gosto de ouvir problemas e resolve-los, já que os meus não tem solução. Gosto de me permitir sentir.

Intensidade. Gosto de sentir intensidade na alegria ou na tristeza. Gosto de 8 ou 80. Gosto de assuntos resolvidos e de brigas solucionadas. Gosto de poder sentir.

Gosto de gente que me faz sentir. Gosto de gente intensa, que não se esconde, que não tem medo do amanhã. Que não tem medo de dizer que te quer independente do que aconteça.

E você, consegue SE fazer sentir?

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10 romances para ‘chorar muito’ após o dia dos namorados

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Bom, o dia dos namorados já passou, e com o clima de romance, postamos uma relação de 10 livros de ‘amor trágico’ para ler depois de assistir “Como Eu Era Antes de Você”. Agora, trazemos uma relação de 10 novos livros de romance para ler após essa data, feliz para alguns e trágica para outros, que vão fazer você chorar todos os seus órgãos para fora do corpo. Aliás, esses livros aqui, não precisa nem ser dia dos namorados para chorar. Qualquer época, são lágrimas na certa. Preparados? Peguem os lencinhos e continuem descendo a página.

Clique no nome dos livros para ler a nossa resenha de cada um deles.

1. O Teorema Katherine, John Green
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Após seu mais recente e traumático pé na bunda – o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine – Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

É possível amar muito alguém, ele pensou. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela.

Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

2. Quem é você, Alasca?, John Green
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Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.

Se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.

3. A Escolha, Nicholas Sparks
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Travis Parker possui tudo o que um homem poderia ter: a profissão que desejava, amigos leais, e uma linda casa beira-mar na pequena cidade de Beaufort, Carolina do Norte. Com uma vida boa, seus relacionamentos amorosos são apenas passageiros e para ele, isso é o suficiente. Até o dia em que sua nova vizinha, Gabby, aparece na porta.

Às vezes, as pessoas não têm noção das promessas que estão fazendo no momento em que as fazem.

Apesar de suas tentativas de ser gentil, a ruiva atraente parece ter raiva dele. Ainda sim, Travis não consegue evitar se engraçar com Gabby e seus esforços persistentes o levam a uma jornada que ninguém poderia prever.

Abrangendo os anos agitados do primeiro amor, casamento e família, A Escolha nos faz confrontar a questão mais cruel de todas: Até onde você iria manter o amor de sua vida?

4. A menina que colecionava borboletas, Bruna Vieira
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Bruna Vieira está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá vazão ao seu talento como escritora com este seu novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns.

Eu não quero te consertar. Nunca quis. Quero é provar que podemos ser exatamente assim, cheios de defeitos e sem nenhuma garantia. Invisíveis para o resto do mundo, mas o suficiente um para o outro.

A garota do interior que usa batom vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo o país. Para ela, as páginas deste livro significam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.

5. As Vantagens de Ser Invisível, Stephen Chbosky
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Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, As vantagens de ser invisível reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe – a não ser pelo que ele conta nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela.

Não há nada como a respiração profunda depois de dar uma gargalhada. Nada no mundo se compara à barriga dolorida pelas razões certas.

As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amorosos, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir “infinito” ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e constrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlie endereçadas a um amigo que não se sabe se real ou imaginário.

Íntimas, hilariantes, às vezes devastadoras, as cartas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível à espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo.

6. A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, Jennifer E. Smith
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Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres.

As pessoas que se encontram em aeroportos têm 72 por cento mais chance de se apaixonarem que as pessoas que se encontram em outros lugares.

Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

7. A Culpa é das Estrelas, John Green
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A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Mas eu acredito em amor verdadeiro, sabe? Não acho que todo mundo possa continuar tendo dois olhos nem que possa evitar ficar doente, e tal, mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

8. Simplesmente Acontece, Cecelia Ahern
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O que acontece quando duas pessoas que foram feitas uma para outra simplesmente não conseguem ficar juntas? Todo mundo acha que Rosie e Alex nasceram para ser um casal. Todo mundo menos eles mesmos. Grandes amigos desde criança, eles se separaram na adolescência, quando Alex se mudou com sua família para os Estados Unidos. Os dois não conseguiram mais se encontrar, mas, através dos anos, a amizade foi mantida através de emails, mensagens de texto, cartas, cartões-postais… Mesmo sofrendo com a distância, os dois aprenderam a viver um sem o outro. Só que o destino gosta de se divertir, e já mostrou que a história deles não termina assim, de maneira tão simples.

Como a vida é engraçada, né? Bem na hora em que você pensa que está tudo resolvido, bem na hora em que você finalmente começar a planejar alguma coisa de verdade, se empolga e sente como se soubesse a direção em que está seguindo, o caminho muda, a sinalização muda, o vento sopra na direção contrária, o norte de repente vira sul, o leste vira oeste, e você fica perdido.

9. Não se apega, não, Isabela Freitas
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Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase “você deve encontrar a metade da sua laranja”. Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos.Tudo começa com um ponto final: a decisão de terminar um namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal PER-FEI-TO! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha.

A vida é uma eterna roda gigante. Ora estamos em cima, ora estamos embaixo.Tudo na vida é mutável, tudo mesmo, inclusive nós. Por isso precisamos aprender a “deixar ir”. Nada é para sempre, por mais que queiramos que seja.

Estava na hora de resgatar o amor próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos.Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, das tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado.

10. Como eu era antes de você, Jojo Moyes
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Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe. Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico.

Poucas coisas ainda me fazem feliz, e você é uma delas.

Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro. Como eu era antes de você é uma história de amor e uma história de família, mas acima de tudo é uma história sobre a coragem e o esforço necessários para retomar a vida quando tudo parece acabado.

E vocês, já leram algum desses livros e também choraram toda a água do corpo? Conta pra gente nos comentários, vamos debater e nos amar muito! <3

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Autoria: O funcionalismo da sociedade esquizofrênica

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Que o Brasil dá um passo pra frente e dois para trás todos nós já sabemos. Claro, vivemos em uma sociedade totalmente funcionalista, que preza acima de tudo o conservadorismo e discursa bonito, apesar de ter uma prática totalmente nojenta. Heranças talvez, de uma colonização justificada pelo evolucionismo de Morgan e Freezer, onde culturas foram nos enfiadas goela abaixo sob a justificativa da evolução e seleção natural dos melhores e mais aptos.

A sociedade atual é cada vez mais intolerante. Ao invés de caminharmos rumo ao estruturalismo utópico que a antropologia toma como objetivo, regredimos dentro do funcionalismo esquizofrênico onde, apesar de ser cada um por si, e Deus por todos, ninguém se importa em dar uma opiniãozinha na vida alheia. Fazer o quê, né? A vida do outro sempre é mais interessante que a nossa. Talvez estejamos apenas fartos das nossas vivências limitadas e precisamos viver aventuras já vividas por outros indivíduos. Precisamos, como um parasita dementador, sugar e distorcer tudo o que está ao nosso redor. Acho que isso nos gera um prazer pessoal maior que qualquer outra relação sexual.

Durkheim já dizia, complementando a teoria antropológica do funcionalismo, em seus conceitos: você nasce em uma cultura sem escolher, e você toma seus ensinamentos e costumes como verdade absoluta. É impossível ser coercitivo sozinho, você nunca vai mudar toda uma sociedade apenas arregaçando suas mangas. Você não vai conseguir ser o tordo da revolução sozinha, Katniss Everdeen. Uma feminista não vai conseguir direitos iguais para todas as mulheres. Um gay não vai conseguir aceitação para toda a comunidade LGBT – e aqui conseguimos gancho para o impasse, de algo que ser grande e evoluído, mas é puxado pela sociedade funcionalista como uma âncora. No pensamento estruturalista de Levi-Strauss, você tem sua passividade com relação a sociedade em que vive, mas pode transformá-la em atividade. Isto é, se você não se adequa a sua comunidade, você tem total autonomia para criar a sua comunidade alternativa. E o povo LGBT não fez isso, você me pergunta? Tentou.

Mas a âncora doente do funcionalismo invadiu sua sociedade alternativa com seus preconceitos sem fundamento, e marginalizou de sua convivência essa célula desfuncional, como sempre fazem. É um impasse totalmente pragmático. A comunidade começa a ganhar seus direitos, e aqui devemos abrir um parêntese: são direitos humanos e não privilégios o que as minorias querem. Mulheres querem igualdade. LGBTs querem ser reconhecidos na sociedade como cidadãos de bem. Querem usar seu nome social em paz. Querem se casar legalmente. Querem adotar crianças (abandonadas por casais héteros, detalhe). Querem viver e serem livres para amar.

Hora ou outra, conseguimos conquistas aqui e ali. Mas não se pode conseguir muito, porque logo chega o cão funcionalista, dizendo que é tudo privilégio. Claro, é fácil chamar de privilégio algo que você já tem e nem percebe. O cão então, trava nossa batalha de minoria. Ele é maioria. Sua justificativa? Está na Bíblia. A Bíblia diz que não pode. Sim, devemos respeitar. Afinal, vivemos em Israel ainda, no início dos tempos. Opa, corre ali. Seu amo te espera.

Não percebe o quão esquizofrênico é isso? Nós não temos a oportunidade de chegar a utopia do estruturalismo nunca. O cão funcionalista insiste em nos perseguir, e nos puxar passos atrás como um peso morto. Nunca chegaremos ao futuro, justificando o presente pelo passado. Conflito.

E sobre os gays que estão no armário? Ou as moças abusadas todos os dias? Continuam presos na generalidade, seguindo padrões errados impostos em uma sociedade que não escolheram estar. Os funcionalistas determinaram a heteronormatividade, então é isso que você precisa ser, pelo menos. Não precisa ser hétero, mas não dá pinta, tá? E você, moça, abaixa a cabeça pro seu marido, ok? É isso que nós, funcionalistas, estamos determinando a você. E ah, rapaz, a moça foi estuprada. Não percebe que poderia ser sua filha? Sim, você precisa pensar na moça como algo próximo de você para ter um pouco de compaixão, afinal, você não consegue controlar seus instintos, né? Homem é homem. Risos.

Enquanto isso, nós vamos ali, naquela multidão, discursar sobre o quão diversa é a nossa cultura e quão miscelâneo é o nosso país, Sobre como aceitamos todo o tipo de diferença e seguimos rumo ao primeiro mundo. Não se preocupem.

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